


Textos para Junho, 2009
Gostei, tomo a liberdade de transcrever e não faço qualquer comentário!…
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“Estremoz, uma vaidade pessoal…”
Por José Gonçalez
Estremoz Cidade de Excelência…
Mesmo que assim não fosse distinguida, para mim, foi, é, e sempre será a minha cidade de excelência. No dia em que no Porto o presidente da edilidade estremocense, o Dr. José Alberto Fateixa, recebe a referida distinção, eu, a quem felizmente a vida tem dado a possibilidade de andar por aí, felizmente posso dizer que conheço razoavelmente bem este Portugal, ilhas incluídas, e um bocadinho de alguns outros países, devo dizer, com a mesma felicidade com que vejo a nossa terra receber este prémio, que esta terra é linda. Bem sei que terá defeitos, que terá coisas menos boas, que há de facto aspectos que têm sido esquecidos, um bocadinho mais de asseio não faria mal a ninguém, uns arranjinhos por aí, também não ficariam nada mal.
Estremoz é de facto uma cidade peculiar, tem atributos únicos, uma localização geográfica invejável, um arranjo urbano bastante bom, embora nalgumas zonas a degradação comece a ser problema e a necessitar de um olhar mais atento, e tem esta coisa lindíssima, de olharmos, de quase qualquer ponto da cidade e ver-mos o castelo, e a nossa altaneira Torre de Menagem.
Sou piegas em relação a Estremoz, não engano ninguém, de resto sou, porque sou, muito emotivo, e em relação a Estremoz, sou indiscutivelmente bairrista. Olho para os problemas e para as coisas que estão menos bem, com esperança, com a certeza de que quem pode decidir, há-de decidir sempre bem, há-de permitir, e cada vez mais tornar esta cidade, num verdadeiro pólo aglutinador de coisas boas. Como se costuma dizer, Estremoz tem um património edificado muito bom, tem boas actividades, tem ambição e tem o melhor que se pode ter, as suas gentes. Lutadoras, abnegadas e muitas vezes brilhantes. Para mim, somos de facto uma grande terra. Muito e bem me falam dela, por onde quer que ande, garanto.
Eu, que regresso muitas vezes a Estremoz, quando a madrugada há muito já conquistou a Lua, encontro sempre no coração a emoção e a alegria, de ver, como se ali fosse plantada, a minha cidade. Altiva e bonita, porque para mim, é a mais bonita de todas e será sempre merecedora desta excelência agora atribuída, apesar de às vezes ser tão mal tratada, sobretudo por aqueles que cá vivem e moram, sobretudo por aqueles que deveriam ser os primeiros a defendê-la.
Fecho assim, no último programa de televisão em que participei, “Casamentos de Santo António”, quando em casa, ao fim do dia, estava a ver a gravação, dizia a Tânia Ribas de Oliveira:
- “José Gonçalez, que veio da lindíssima cidade de Estremoz, com esta voz toda”
São estas coisas que não se explicam, sentem-se. Ao nossos olhos ninguém pergunta por leituras nem visões especiais, esses apenas nos dão a excelência das lágrimas, muitas vezes inusitadas e comprometedoras, mas verdadeiras!
Que saibamos todos merecer e honrar esta distinção, agora, senhores da politica, vamos lá pôr em prática esta atribuição, e que para além do papel, Estremoz se torne cada vez mais, uma terra de excelência…
Junho 26, 2009
1 Comentário(s)
- Comentário por Florinda Lopes on Junho 26, 2009 8:59 pm
Não sei bem por onde começar, este texto tocou-me, fiquei feliz com a noticia. ao mesmo tempo que me entristece ouvir filhos da terra a dizerem ( odeio Estremoz, isto aqui não desenvolve nada) porque será que dizem isto? Esta frase choca-me profundamente, pois sempre neste concelho vivi, primeiro num monte aqui bem perto, e nestes últimos anos o meu sonho realizou-se, vim viver para a cidade que adoro e que só cá não nasci porque não há cá maternidade. Esta cidade tem muito para dar, desde que a saibam aproveitar, é uma cidade com defeitos como todas as outras, mas é uma cidade linda com muitas qualidades. É muito bom ser Estremoz viver em Estremoz.
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José Capitão Pardal
Economia não é uma Ciência Exacta!…
O recente debate sobre as Obras Públicas iniciado pelos subscritores do Manifesto dos 28, que não concordam com o lançamento das Grandes Obras Públicas, no actual momento da Economia nacional, lançou o toque a rebate, para aqueles que defendem precisamente, o contrário ou seja que só com este tipo de investimentos é possível relançar a economia e criar o emprego necessário à redução da crise, numa área que tanto tem penalizado os portugueses e que ainda não atingiu o seu pico máximo.
A existência de crises na Economia (como aquela que estamos a atravessar) quebra a confiança dos agentes económicos e provoca a diminuição da procura interna.
Em consequência disso, os investidores privados reduzem a actividade.
Essa redução de actividade provoca uma redução substancial no emprego.
Para fazer face a esta situação, entre outras medidas, torna-se essencial que a quebra do investimento privado, seja substituída por investimento público, como forma de mais rapidamente, atenuar os efeitos da crise no emprego, dar confiança aos agentes económicos e relançar a actividade económica.
Mesmo que o início destes investimentos não seja a curto prazo, continuam a ser importantes, na fase de relançamento da actividade económica, que a maioria dos especialistas prevê para finais de 2010.
Outras razões existem para que estes investimentos não deixem de ser executados, como sejam: Oportunidade e Financiamento Comunitário, Ligação à Europa para Passageiros e Mercadorias (porto de Sines), Coesão Territorial, etc..
Pelo interesse que se reveste e pela actualidade, passo a transcrever o artigo inserto no jornal “i”, de 2009/06/25, sobre este assunto:
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Economistas em pé de guerra por causa das obras públicas
por Bruno Faria Lopes, Publicado em 25 de Junho de 2009
Após o manifesto dos 28, cresce a batalha de ideias entre economistas: José Reis e Luís Nazaré lideram oposição
O debate sobre investimento público em Portugal e os caminhos para sair da crise económica não dividem apenas a classe política – entre os economistas está a ganhar forma uma batalha de ideias sobre os milhões a gastar em obras como o TGV, ou o aeroporto, e o rumo certo para criar empregos numa economia em recessão. O manifesto divulgado na semana passada por 28 economistas, a pedir ao governo socialista para repensar os novos grandes projectos, não tem a concordância de muitos especialistas e já há três iniciativas públicas em marcha de sentido oposto: dois contra-manifestos e um ciclo de debates proposto pela Ordem dos Economistas.
Os dois manifestos nasceram em duas universidades portuguesas: a Faculdade de Economia de Coimbra e o ISEG, em Lisboa. O texto do primeiro já está pronto e foi elaborado por José Reis, professor catedrático de Coimbra e ex-secretário de Estado do Ensino Superior de António Guterres. Ao i, José Reis explicou que o documento se centra em questões como a criação de emprego, ligando-a à defesa da realização das obras públicas.
“É um texto abrangente sobre a economia, não está fixado em projectos [de obras públicas]“, adiantou José Reis. O texto já começou a circular pelo meio académico e económico, sendo que o economista de Coimbra espera reunir um conjunto de nomes credíveis à volta da sua proposta, contrária ao manifesto dos 28, cujas certezas critica: “A economia não é para se atirar para cima das pessoas sem a mínima discussão.”
O mesmo ponto de vista têm os promotores do segundo manifesto, todos do ISEG, em Lisboa: os economistas Luís Nazaré (ex-presidente dos CTT e da Anacom), António Mendonça e José Maria Brandão de Brito. “O tom afirmativo e sem dúvidas do que está escrito no manifesto dos 28 é de um conjunto de pessoas que está convencido que detém a verdade e que não há contraditório”, afirmou ao i Brandão de Brito, que foi convidado e recusou subscrever por discordar de “alguns pontos”.
Luís Nazaré avançou que já conhece os princípios do documento de Coimbra, de José Reis, e explicou que a diferença está apenas na abordagem, uma vez que o foco estará menos disperso em torno das questões sociais e mais sobre os investimentos. Para os professores do ISEG, o argumento da dívida para as gerações seguintes não tem força suficiente para travar as obras. “Em algum momento na história não foi deixada uma boa e má herança às gerações seguintes?”, interroga Brandão de Brito, que dá os exemplos da Ponte 25 de Abril (terminou de ser paga na década de 80), o Centro Cultural de Belém e a Ponte Vasco da Gama. “Não podemos pôr todos os investimentos no mesmo saco: estes já tinham sido discutidos e decididos por governos de cores diferentes e, no último momento, aparece um argumento a reverter tudo para a estaca zero. É preciso decidir”, acrescentou.
Este segundo manifesto está em fase de elaboração, devendo estar pronto na próxima semana – os promotores esperam reunir cerca de duas dezenas de assinaturas, com nomes credíveis e de peso na economia portuguesa.
Já na Ordem dos Economistas o manifesto dos 28 causou alguma perturbação e uma reacção: a direcção da Ordem decidiu promover um debate interno sobre as grandes obras, feito em duas sessões, – uma sobre o TGV, outra sobre o aeroporto – orientado para as questões técnicas e macroeconómicas. Os debates, que serão marcados para Julho, contarão com a presença de especialistas e não só. “Sou a favor do TGV e do aeroporto, que não devem ser adiados, mas isto é a minha opinião e não vincula a Ordem. Como bastonário vou convidar todos os 28 subscritores do manifesto para debater esta questão com os associados”, disse ao i Murteira Nabo.
Os associados têm dúvidas sobre o manifesto e a Ordem recebeu cartas de desacordo. “É positivo que se faça este debate, mas acho esquisita a maneira e momento em que o movimento apareceu, até porque o governo já tinha decidido adiar o TGV”, afirmou Murteira Nabo.
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José Capitão Pardal
Sem comentários transcrevo a notícia inserta no sítio da Agência Financeira
Protocolo da linha de crédito assinado esta 2ª feira – PME Invest IV: mais 400 milhões para exportações e PME
2009/06/15 20:23
Redacção / PGM
200 milhões para exportadores e 200 para micro e pequenas empresas.
É assinado esta segunda-feira o protocolo da linha de crédito PME Invest IV. O pacote, de 400 milhões de euros, vai abranger as empresas exportadoras, a quem destina metade do valor, e as Micro e Pequenas Empresas, que receberão a outra metade.
Na sessão serão assinados os protocolos entre as Instituições Públicas envolvidas na operacionalização da linha de crédito, nomeadamente o IAPMEI, as Sociedades de Garantia Mútua e a PME Investimentos, e as instituições bancárias aderentes.
Em comunicado, o Ministério da Economia e Inovação (MEI) explica que esta linha de crédito que será hoje lançada «oferece condições mais vantajosas», com o objectivo de abranger mais empresas.
De resto, o Governo espera apoiar, no mínimo, sete mil micro e pequenas empresas e empresas do sector exportador com esta linha.
Nesta linha, as empresas exportadoras só têm de exportar pelo menos 10% do volume de vendas (na linha anterior eram 25%) ou um valor superior a 150 mil euros (em vez de um milhão de euros) para poderem aceder.
Já as Micro e Pequenas empresas, devem apresentar resultados líquidos positivos em 2 dos últimos 4 exercícios (contra apenas 3 exercícios na Linha anterior).
As operações de crédito para as empresas do sector exportador beneficiam de uma Garantia Mútua sobre 50% do valor de cada Financiamento, enquanto que no caso das Micro e Pequenas Empresas esta Garantia é de 75%.
Os Valores a financiar ao abrigo desta Linha, são acumuláveis com financiamentos prestados ao abrigo das Linhas anteriores.
José Capitão Pardal
Sem comentários, junto artigo do jornal extremenho “El Periodico” de 2009/06/13
PLATAFORMA PIONERA DE SEGURIDAD BIOMETRICA DESARROLLADA POR INGENIEROS DE LA UNIVERSIDAD DE EXTREMADURA
Cinco informáticos crean una aplicación para acceder al móvil a través del iris El sistema Biowallet, “pionero” en el mundo en telefonía, permitirá olvidar las contraseñas.Ha despertado interés en particulares y empresas y se prevé que esté en el mercado en meses.
13/06/2009 G. MORAL
Antes de final de año, en poco más de tres meses esperan sus creadores, los afortunados que posean un móvil que tenga el sistema operativo Android podrán olvidar para siempre su número pin para encender el terminal y el resto de contraseñas y datos importantes que podrán archivar de manera segura en el teléfono. Y en un futuro no muy lejano podrán usarlo el resto de terminales independientemente del sistema operativo utilizado, porque su principal misión es esa, llegar al ciudadano de a pie.
De momento, ya hay numerosos particulares y grandes empresas internacionales, entre ellas bancos, –”que no se pueden nombrar porque hay contratos de confidencialidad de por medio”– interesadas en esta aplicación que está en fase de comercialización y que da impulso a los jóvenes ingenieros para emplear todas sus fuerzas en esta plataforma de seguridad biométrica llamada Biowallet.
La única barrera de seguridad que deberá pasar el teléfono para poder acceder a la información registrada en él será identificar el iris del propietario o la firma manuscrita. En esta aplicación, pionera mundialmente en su uso en el móvil, están trabajando cinco ingenieros informáticos, titulados por la Universidad de Extremadura, desde que arrancaron con este proyecto en marzo del pasado año.
Ahora, después de 2.000 horas de aplicación y tras lanzar el prototipo, esta actividad ha dejado de ser un simple hobby para sus creadores para convertirse en su ocupación principal. Como explica uno de los ingenieros, José Luis Huertas, “lo que hace Biowallet es prescindir de esas contraseñas que se acaban olvidando utilizando una característica intrínseca del usuario”.
En este caso desarrollada con el iris y la firma, pero siguen trabajando para añadir nuevos métodos biométricos como el reconocimiento de cara y de voz, aunque sin duda el más seguro es el iris, explica Huertas. INFORMACION SEGURA “El objetivo no es solo proteger el móvil en sí, si no toda la información que puedes llevar dentro”, explica José Eulalio Arias. Para ello cada una de las carpetas se puede sellar con uno o los dos métodos de seguridad aplicados hasta el momento. Se convierte el terminal así en un dispositivo seguro para guardar cualquier tipo de información confidencial, “contraseñas aleatorias, documentos, fotografías, incluso datos bancarios que no tienes porqué recordar si están seguros en tu móvil”, asegura Huertas.
Ahora mismo solo las nuevas generaciones de móviles podrán soportar esta tecnología, que requiere cámara de fotos con autofocus para el reconocimiento del iris y pantalla táctil para el uso de la firma.
En España ya hay tres terminales que integran Android –de Telefónica y Vodafone–, una plataforma abierta desarrollada por Google y Open Handset Alliance –un consorcio de 48 compañías de telecomunicaciones–, que despegó en noviembre del 2007 y que espera un fuerte desarrollo próximamente con la apuesta de importantes fabricantes de móviles.
De momento solo funciona en Android, pero entre las expectativas futuras está extenderlo a aplicaciones informáticas y a otros tipos de móviles, por ejemplo el iPone de Apple, Nokias con Symbian, Blackberry,… que son dispositivos con las características requeridas por la aplicación.
Esta nueva empresa extremeña cuenta desde hace una semana con el apoyo y el asesoramiento jurídico y empresarial del Centro de Innovación Innoveex, que además les ha proporcionado un despacho en el Centro de Cirugía de Mínima Invasión de Cáceres (CCMI). También tienen ayuda del Gabinete de Iniciativa Joven.
Hasta que despege el sistema en el mercado, bajo el lema La llave eres tu , esta joven empresa se sustenta económicamente con las aportaciones de los socios.
El precio de la aplicación para el usuario “será asequible porque su función es llegar al mayor número de ciudadanos. “Estos precios están marcados por iPone y su modelo de negocio”, explica Abraham Holgado, aunque no descartan un modelo más complejo para empresas.
Pero la herramienta es solo el lanzamiento de esta nueva empresa extremeña que espera dar mucho que hablar.
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José Capitão Pardal
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Vou passar a divulgar, regularmente, notícias de pessoas, organizações, produtos ou eventos portugueses de prestígio e de sucesso, que sejam o testemunho da capacidade, criatividade, empenho e inovação do “ser” português. E para os cépticos direi que os portugueses de sucesso não são só o Mourinho, o Figo e o Cristiano Ronaldo!… Em Portugal há muito mais para além do futebol… Todos os dias tomamos conhecimento de exemplos do que afirmo.
———————————————-///———————————————- COTEC atribui Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa
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| 09-Jun-2009 - Escrito por Cienciametrics |
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Manuel Eduardo Vieira e Paulo Taylor de Carvalho venceram o Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa organizado pela COTEC com o Alto Patrocínio do Presidente da República. O Prémio destina-se a galardoar e divulgar publicamente cidadãos portugueses que se tenham distinguido pelo seu papel empreendedor, inovador e responsável, no contexto das sociedades de acolhimento, que reflectem a diversidade e a riqueza da diáspora portuguesa no mundo actual.Dos 67 candidatos ao Prémio Diáspora 2009, cuja faixa etária se situa entre os 36 e 69 anos de idade, há representantes de todos os continentes, sendo a Europa e o continente americano os de maior expressão em termos de número de candidaturas. No que respeita à actividade desenvolvida pelos candidatos, denota-se uma grande diversidade em termos de sectores abrangidos, destacando-se o empresarial e financeiro, a restauração e turismo e a investigação. Perfil dos vencedores:Manuel Eduardo Vieira, 63 anos, emigrou para os Estados Unidos em 1972, depois de 10 anos no Brasil, e integrou-se na empresa do tio que se dedicava à cultura de batata-doce na Califórnia. Mais tarde adquire a A.V. Thomas Produce que ocupa actualmente a liderança de mercado na distribuição de batata-doce da Califórnia e é o maior produtor e distribuidor de batata-doce biológica do mundo. A empresa emprega 700 trabalhadores e tem um volume de negócios de 36 Milhões de Euros. Manuel Eduardo Vieira tem procurado aos longo destes anos responder às necessidades dos consumidores e inovar na sua área de actividade, um desses exemplos é a embalagem de batata-doce preparada para micro-ondas. Neste momento, encontra-se a construir o Hiper Mercado nas Lajes do Pico. É ainda fundador e Presidente da Sociedade Filarmónica Lira Açoriana e da Casa dos Açores de Hilmar. Foi Delegado na Convenção Democrata em 2008 e foi considerado “ Empreendedor do Ano” pela Câmara de Comércio da Califórnia. Paulo Taylor de Carvalho, 32 anos, tem formação em Engenharia Electrotécnica e trabalhou, ao longo do seu percurso na Holanda, em várias empresas de informática. Fruto da solidão em que se encontrava na Holanda, começou por “brincar” ao instalar num telemóvel um MSN. Em 2004, juntamente com outros dois sócios, fundou a Ebuddy, que tem actualmente 40 trabalhadores, factura cerca de 2 Milhões de Euros em publicidade e conta com mais de 70 milhões de utilizadores. A empresa tem actualmente escritórios em Londres e em São Francisco. Paulo Taylor de Carvalho tem sido um dinamizador dentro das redes sociais, nomeadamente a rede TheStarTracker (TST), tendo sido um dos fundadores dos TST Holanda. De acordo com Filipe de Botton, Presidente do Júri, « Os exemplos das candidaturas dão-nos energia para acreditar que há muito a construir para reforçar esta ligação. As diásporas, onde gostaria de destacar as empresariais, devem desempenhar um papel determinante na extensão e na projecção do país. O seu apoio à internacionalização de empresas portuguesas ou à dinamização na inovação em rede representam um valor incalculável e que tem vindo a ser desprezado. Este prémio pretende mudar o estado das coisas.» |
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José Capitão Pardal
Independentemente, da posição que tenhamos sobre o projecto evidenciado, devemos congratularmo-nos pelo Prémio Excelência, que o Município de Estremoz conquistou e o seu Presidente José Alberto Fateixa irá receber no próximo dia 26 do corrente mês.

ESTREMOZ - Vista Geral
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Estremoz considerada “Cidade de Excelência” ao ganhar prémio “Projecto Urbano-Reabilitação”
O município de Estremoz venceu o Prémio “Cidade de Excelência” – Projecto Urbano de Reabilitação, com o projecto “ Concepção do Espaço Público do Rossio Marquês de Pombal e Largos Adjacentes”.
O Projecto vencedor é da autoria do Arquitecto Adalberto Dias.
Autarquia pretende renovar a imagem do centro histórico da cidade, através de uma intervenção a longo prazo, com soluções de “modernidade e inovação”.
A cerimónia de entrega do prémio decorrerá na tarde do próximo dia 26 de Junho (sexta-feira), na Fundação Serralves,na cidade do Porto.
Estão pois de Parabéns, os Estremocenses, o Autor do Projecto, o Município de Estremoz e o seu Presidente José Alberto Fateixa.
José Capitão Pardal
In Newsletter nº 2 de VidaEconómica de 2009/06/08
Redes de Nova Geração (RNG)
O Compete – Programa Operacional Factores de Competitividade, que se integra no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) vai atribuir 41,7 milhões de euros para apoiar a competitividade das empresas no âmbito das Redes de Nova Geração (RNG).
Mais especificamente, as verbas destinam-se a apoiar a construção de infra-estruturas e instalação de redes.
O concurso oficialmente aberto no dia 27 de Maio destina-se, por um lado, a empresas com projectos de investigação e serviços para fornecer as RNG na sua fase de instalação e, por outro, a estimular as pequenas e médias empresas a oferecer serviços gerados pelas potencialidades das RNG.
As propostas deverão ser entregues até 15 de Julho.
O júri escolherá as candidaturas elegíveis até ao final do ano sendo que é expectável que a verba de 41,7 milhões de euros induza um investimento das empresas na ordem dos 100 milhões de euros.
Governo assegura adiantamento de 30% dos fundos às autarquias
O Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional explica,em comunicado, que este adiantamento poderá ser utilizado para obras de requalificação urbana e para «estratégias de eficiência colectiva», nomeadamente Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos, pólos de competitividade e tecnologia e outros «clusters».
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José Capitão Pardal
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Descoberta necrópole com quase 3 mil anos em Évora
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Uma necrópole do segundo período da Idade do Ferro, com cerca de 80 sepulturas, e uma estrada romana foram descobertas próximo do aeródromo de Évora, na periferia da cidade, constituindo-se como um «importante achado» arqueológico, foi hoje divulgado.
«Face à movimentação de terras, descobrimos estas fossas (sepulturas) escavadas no substrato rochoso», explicou hoje à agência Lusa o arqueólogo Telmo Pinheiro, responsável pelos trabalhos.
Os achados arqueológicos foram descobertos há cerca de duas semanas, na sequência das obras do futuro Parque de Indústria Aeronáutica de Évora, junto ao aeródromo da cidade.
«São aproximadamente 80 fossas, círculos escavados nas rochas, onde enterravam as cinzas juntamente com algum espólio, depois de cremarem os corpos», relatou o arqueólogo, indicando que a poucos metros do local foi também encontrada «uma mancha» onde era feita a cremação dos corpos.
Segundo o responsável pelo acompanhamento arqueológico das obras, os achados remontam ao segundo período da Idade do Ferro, 800 anos antes de Cristo (a.c.), quando os romanos chegaram a esta zona da Europa.
«Algumas delas (sepulturas) foram remexidas e novamente tapadas. O próprio espaço, por ser sagrado, foi reaproveitado pelos romanos, tendo perdurado pela época romana», revelou, explicando que o espaço era habitado por comunidades autóctones que depois foram «romanizadas».
Lembrando que «na tradição romana as necrópoles estão sempre associadas a uma via», Telmo Pinheiro adiantou que foi descoberta uma estrada romana, a cerca de 100 metros das sepulturas.
«Este sítio vem ajudar a perceber como foi o processo de transição das comunidades locais com a vinda dos romanos e como é que eles implementaram a sua cultura e tradições», afirmou o responsável.
Para Telmo Pinheiro, trata-se de um «importante achado» arqueológico, já que «muitos dos estudos que estão feitos são baseados em fontes escritas e, neste caso, são vestígios».
Segundo o arqueólogo, «a estrada romana, provavelmente, vai ser reintegrada no projecto da obra e não será destruída e as fossas também vão ficar preservadas».
Fonte da autarquia garantiu que os achados não estão a provocar atrasos nas obras do Parque de Indústria Aeronáutica de Évora, uma vez que as máquinas foram deslocadas para outras frentes de trabalho.
Para o Parque de Indústria Aeronáutica está prevista a instalação de duas empresas do grupo brasileiro EMBRAER.
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José Capitão Pardal
Borba torna-se na 6ª cidade do distrito de Évora
Por decisão de hoje, 12 DE JUNHO, e por unanimidade do plenário da Assembleia da República, Borba foi elevada a cidade.
Passa a ser a 6ª cidade do distrito de Évora a usufruir desse estatuto.
Junta-se a Évora, Estremoz, Montemor o Novo, Vendas Novas e Reguengos de Monsaraz.
A todos os meus amigos borbenses, os meus votos de parabéns, em especial ao seu presidente, Prof. Ângelo de Sá, principal obreiro desse reconhecimento.
José Capitão Pardal
Lançamento do Programa e-Universidade-Toshiba |
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A Toshiba Portugal, em colaboração com as empresas Prológica, Microsoft e Auto-desk e a Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), lança o Programa e-Universidade-Toshiba, de forma a facilitar o acesso à aquisição de computadores portáteis pelos estudantes e docentes do ensino superior.
O programa foi apresentado hoje, no Pavilhão do Conhecimento, Parque das Nações, em Lisboa, em cerimónia a que presidiu o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago. Esta iniciativa vem concluir as acções planeadas em 2008 entre a Toshiba Portugal e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior no âmbito da Rede de Investigação e Aprendizagem Toshiba-Portugal. O computador formatado para o Programa e-Universidade-Toshiba está dotado com software específico, e a sua aquisição a custo reduzido vai ser possível com recurso ao sistema de crédito bancário sem fiador, com garantia mútua, instituído em Portugal desde 2007. O banco Santander-Totta foi o primeiro a aderir ao Programa, que se encontra aberto à participação de outras entidades bancárias. O novo sistema de apoio financeiro contempla três opções para estudantes e docentes do ensino superior, nomeadamente: i) pagamento inicial de 110 Euros e 36 prestações de 15 Euros; ii) pagamento inicial de 50 Euros e 24 prestações de 25 Euros; e iii) pagamento integral no acto da entrega (610 Euros). Os computadores são entregues com software instalado de interesse para estudantes e docentes do ensino superior, incluindo programas da Microsoft como MS Office na versão Enterprise, Visual Studio, Windows Server Administration Tools, Robotics Studio, Windows Media Encoder, e software da Autodesk de projecto assistido por computador em arquitectura/construção, engenharia civil e engenharia industrial, como AutoCAD, Revit e Autodesk Inventor, e de sistemas geográficos de informação e de multimédia, como AutoCAD Map 3D e Raster Design, entre outro. Os computadores permitem o acesso à Internet sem fios (“wireless”) nos campus universitários O Programa e-Universidade-Toshiba é uma das iniciativas previstas no âmbito da Rede de Investigação e Aprendizagem Toshiba-Portugal, instituída em Outubro de 2008 entre o fabricante de computadores nipónico e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), e a Agência Ciência Viva. A Rede de Investigação e Aprendizagem Toshiba-Portugal contempla igualmente uma cátedra convidada de investigação (Cátedra “Atsutoshi NISHIDA”), a acompanhar com a instalação de laboratórios de investigação orientados para a criação e difusão de conteúdos digitais, assim como a instalação de laboratórios e ateliers de informática orientados para a difusão de conteúdos digitais em Centros Ciência Viva. O Programa e-Universidade – Toshiba integra-se no âmbito da iniciativa “e-U: e-Universidade” da Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), que se encontra aberto a todos os fabricantes de computadores.
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José Capitão Pardal
Pelo interesse que se reveste, pela oportunidade e como chamada de atenção para quem de direito, tomo a liberdade de transcrever o registo inserto na página de “La Finestra del Mondo”, a quem deixo o meu obrigado.
08 Junho 2009
Sou a favor de tudo. De agendas do município, de cartazes, até de andar com uma carrinha e o megafone, tudo para anunciar um evento que valha a pena.
Mas hoje em dia pode não ser suficiente, e as redes sociais têm um papel importante.
Este fim-de-semana fui à inauguração da exposição “Memórias do Espírito Santo – Mostra colectiva de fotografia de Estremoz” e foi extremamente agradável. A média de idades era superior à minha, e então? chegou ao meu correio e achei interessante.
Juntando as coisas. Se a mensagem não passa para uma parte da população pelos meios normais, há-que inovar. Alguém já o fez?
Apesar de não ser grande adepto de andar com políticas nestas redes sociais (ainda me custa um bocadinho a aceitar, parece que andam sempre atrás de nós), não posso deixar de pensar que na minha cidade o partido do comando divulga e investe bastante tempo nestes “sítios” para divulgar os seus eventos, mas ainda não passou a mesma ideia (que é boa), para os eventos do município.
Não se descobriu a roda (nem vai ter um efeito massivo no dia de amanhã), mas que há coisas que podem ser feitas…
Apontamento de NFG às 6:02 PM
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Eu não diria melhor, mas posso acrescentar:
Não basta que façamos, deixemos obra e tenhamos iniciativas, é imprescindível que todos conheçamos essa obra e essas iniciativas, sob pena de não ser reconhecido, nem recompensado, o nosso esforço e o nosso trabalho, seja qual for a área, actividade ou organização.
Lembro um princípio de marketing sempre actual para qualquer actividade, igualmente, aplicável na estratégia de comunicação de qualquer organização.
“Há que chegar onde o potencial cliente está e não aguardar que ele chegue até nós”.
José Capitão Pardal
ESTREMOZ
Quatro milhões para requalificação de escola
01 | 06 | 2009 11.53H
Destak/Lusa | destak@destak.pt
A Escola Básica Sebastião da Gama, em Estremoz, vai beneficiar de obras de requalificação das instalações, num investimento do Estado até quatro milhões de euros, disse hoje o presidente do município local, José Alberto Fateixa.
“A Escola Sebastião da Gama está degradada em termos de instalações e com algumas limitações”, justificou o autarca, em declarações à agência Lusa.
O executivo municipal já aprovou a celebração do “Acordo de Colaboração para a Requalificação da Escola Básica Sebastião da Gama-Estremoz”, entre a autarquia e a Direcção Regional de Educação do Alentejo.
Segundo José Alberto Fateixa, a obra de requalificação das instalações envolve uma comparticipação do Estado, através do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), até quatro milhões de euros, cabendo à autarquia custear o restante.
José Alberto Fateixa indicou que a autarquia e a Direcção Regional de Educação do Alentejo vão assinar um acordo para a execução da obra.
Segue-se o lançamento do concurso para a intervenção no edifício escolar, enquanto compete à Câmara Municipal elaborar o projecto da obra em colaboração com os responsáveis do estabelecimento de ensino.
O autarca explicou ainda que aquela escola, que actualmente serve os 2º e 3º ciclos do ensino básico, vai passar a ser, após a intervenção, uma escola destinada a todo o ensino básico, do 1º ao 9º ano de escolaridade.
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José Capitão Pardal

A Futura Eurocidade ELVAS-BADAJOZ
(Um meu artigo de opinião, de 2007/10/27, já publicado nos jornais: “Brados do Alentejo”, “Linhas de Elvas” e “Hoy.es”)
Uma Inevitabilidade…
A dinâmica das relações transfronteiriças, fruto da abertura das fronteiras entre Portugal e Espanha, levou a um relacionamento inter-povos, cada vez mais franco e aberto, bem como proporcionou relações económicas, culturais e políticas, cada vez mais fortes e duradouras.
Nas cidades raianas essa realidade tem-se sentido ainda com mais intensidade e as cidades de Elvas e Badajoz são disso exemplo.
Os Elvenses fazem de Badajoz o seu Supermercado e os Pacenses fazem de Elvas o seu Restaurante.
Todos os dias são criadas empresas de capitais espanhóis, em Elvas e particulares aí adquirem Habitação, inclusive recorrendo a crédito bancário.
A breve prazo passear por Elvas, não será muito diferente de o fazer em Badajoz, tal como hoje ao efectuar compras em Badajoz é mais fácil encontrar um elvense que não vimos há algum tempo, do que na própria cidade de Elvas.
É certo que as relações transfronteiriças, entre Portugal e Espanha, nem sempre assim foram por se centrarem ao longo dos séculos, na desconfiança entre os dois países e dificuldades de comunicação entre os dois povos.
Desconfiança acentuada pelos Portugueses, em relação ao seu vizinho, aparentemente, mais forte e por relações seculares de conflitos territoriais. Todos nós fomos habituados, desde pequeninos a ouvir o ditado “De Espanha nem bom vento, nem bom casamento”.
Dificuldades de comunicação, em especial, da parte dos “nuestros hermanos”, pela “dificuldade genética” em se exprimirem em qualquer língua estrangeira, em especial no português.
Se a tudo isto juntarmos, alguns “traumas” de um passado recente, temos que reconhecer, que não foi fácil o relacionamento, antes e depois da abertura das fronteiras.
Mas passados que são mais de duas décadas sobre a integração na União Europeia, com tudo o que isso tem implicado, grande parte das barreiras iniciais está totalmente derrubada.
Face às dinâmicas existentes dos dois lados da fronteira, constata-se uma inevitabilidade das duas cidades raianas (Elvas e Badajoz), caírem nos braços uma da outra, num noivado onde apenas falta saber a data do enlace.
Não tenhamos dúvida, é inevitável esta futura realidade, quer os políticos actuais ou futuros, de um e outro lado da fronteira queiram ou não queiram, a médio prazo, teremos uma Euro Cidade Elvas/Badajoz, de Varche a Talavera.
Até a RAN que separa Elvas do rio Caia terá os dias contados, com a desanexação dos primeiros terrenos para a construção da Plataforma Logística e da Linha Ferroviária de Alta Velocidade, aos quais outros se seguirão inevitavelmente.
Face a esta lógica, os agentes políticos, económicos, sociais ou culturais, têm 3 formas de reacção: Resistindo, Acomodando-se ou Aproveitando as oportunidades criadas.
Os que resistirem serão cilindrados pela dinâmica imparável que se está a gerar, nos comportamentos, nas atitudes e vivências, dos povos dos dois lados da fronteira.
Os acomodados não tirarão proveito das sinergias geradas pela integração económica, cultural, social e política, que nos próximos 20 anos, varrerá todo o espaço das duas cidades.
Naturalmente, os vencedores serão aqueles, das duas comunidades, que souberem aproveitar as oportunidades criadas pelo desenvolvimento, que a vários níveis, irá transformar toda a zona envolvente à futura Euro Cidade ELVAS/BADAJOZ.
A aposta está lançada, alguns já se lançaram na corrida e já vão à frente.
O processo é irreversível e inevitável.
Obrigado por me terem lido.
José Capitão Pardal
Porque vou votar no dia 7?…
Como é do conhecimento geral vão-se realizar no próximo dia 7 de Junho, as Eleições para o Parlamento Europeu.
Num cenário de grandes dificuldades materiais, de alguma descrença na política e nos políticos, de sentimentos repetidos e de apanágio da abstenção, muitos de nós eleitores seremos tentados a não comparecer ao acto eleitoral e a não votarmos.
Será a correcta demonstração do nosso descontamento e a solução para as nossas contrariedades?
Nunca será e muito menos na actual conjuntura de dificuldades financeiras, políticas e sociais, que assolam todo o mundo e em particular o nosso país e o espaço Europeu.
Não é abstendo-nos ou seja, abdicando dos nossos direitos e das nossas responsabilidades, deixando aos outros a capacidade de decidirem por nós, que ultrapassamos as nossas dificuldades pessoais ou contribuimos para a resolução dos problemas que o mundo atravessa nesta fase difícil.
Eu não vou ficar em casa e no dia 7 de Junho vou votar porque:
- Não quero que os outros decidam por mim, ou seja, tenho uma palavra a dizer através do voto e vou utilizá-la.
- Num momento em que o mundo atravessa enormes dificuldades e na União Europeia, os nacionalismos se tendem em sobrepor à solidariedade entre os seus membros, sendo disso exemplo a dificuldade sentida em conseguirem uma estratégia comum de combate à actual crise financeira, económica e social é importante que o voto, seja a arma e o nosso contributo para uma Europa cada vez mais solídária.
- Só votando participamos nas decisões.
- Só votando expressamos a nossa opinião.
Caros amigos e caras amigas
Num hipotético futuro cenário de maiores dificuldades, prodomínio de nacionalismos, redução das políticas comuns ou restrições alfandegárias, serão os países mais Pequenos, mais Pobres e mais Periféricos, como Portugal, que sofrerão maiores impactos.
Eu não quero e não desejo essa Europa e você, certamente, que também não.
A Europa que eu desejo é uma Europa sem fronteiras, solidária, próspera, com paz e em que todos sejamos cidadãos europeus de primeira.
Por isso a 7 de Junho vou votar, por essa Europa que quero e desejo.
E você?
Não fique em casa, utilize a sua arma e vote.
José Capitão Pardal





