MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Textos para Novembro, 2009

Deambulando pelos meandros da deparei com este “post” inserto no “blog” Terras de Argila, datado de 20060803 e escrito por “alturas” da 29ª Feira de Artesanato, de Vila do Conde, sobre a D. Luísa da Conceição, nossa conhecida artista em “bonecos” de , que me cativou e emocionou sobremaneira ao ponto de aqui o deixar reproduzido.

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Foi por causa de um presépio que conhecemos a D. Luísa.

Artesã de , ceramista destemida, com 72 anos, que todos os anos está na Feira de Artesanato de Vila do Conde, entre outras, acompanhada sempre pelo seu marido e um filho.

Apreciadores de arte popular, eu e o , há muito que vínhamos namorando um presépio da D. Luísa. Eram muitas peças, o que tornava caro o conjunto e por isso íamos aguardando pela melhor altura para o comprar.


Eu já tinha uma Primavera, peça muito característica do imaginário de , que comprara numa viagem ao há muitos anos. Tenho uma grande estima por essa peça. As cores vivas já adquiriram uma “patine”e desbotaram um pouco, o que no entanto não lhe retira a beleza, muito pelo contrário.


Não éramos propriamente coleccionadores mas havia outras peças que gostávamos de adquirir: um Amor é Cego, uma Cantarinha Fidalga, uma N.sra do Ó, um S., entre tantas peças que nos cativavam.

 
A compra foi acompanhada de muita conversa e foi aí que a D. Luísa desfiou algumas histórias, a sua própria história e a das suas peças.

Mas foi então a compra do presépio que nos fez estreitar o conhecimento com a D. Luísa.

No espaço de exposição havia outros barristas de , mas as peças desta ceramista destacaram-se logo pelos pormenores e entre eles pelos pequenos rostos mais sorridentes e coradinhos.

Mais tarde fizemos a associação dos rostos dos bonecos com o rosto da artista – eram tal e qual. Eram diferentes e preferimo-las.

 
O pai chamava-se Mariano Conceição e por volta de 1932 já modelava as figuras de . O seu maior empenho era fazer ressurgir peças antigas que estavam a ficar esquecidas. A esposa ajudava-o na parte de pintura das peças e Luísa, só com seis anos, começou a dar os primeiros passos ajudando a pintar os pormenores.


Quando o pai faleceu, a mulher continuou-o na modelagem de peças e Luísa manteve-se na pintura.


Por volta dos quarenta anos e já lá vão trinta, resolveu começar a modelar ela as figuras. A partir daí também o seu objectivo se tornou criar imagens tradicionais caídas em desuso e outras da sua autoria, mas sempre inspiradas em pesquisas que faz.

A D. Luísa sabe as origens mais antigas de todas as figurinhas de .

De acordo com a artesã o tema mais forte do artesanato de é o trabalho: os pastores, as ceifeiras, azeitoneiras e outras profissões. O sagrado está também representado, com referências ao S. , à Nª Srª e ao Presépio.

Depois há figuras muito bonitas e características fora desses temas que são: a Primavera, bailarina que representa o quando está florido; o Amor é Cego que representa o amor com decoração inspirada no Brasil; há os negrinhos de influência também brasileira e as Cantarinhas, com decorações muito coloridas.

 
O presépio cá está em casa há bastantes anos já, sempre posto na mesa junto à entrada, simbolizando a paz e celebrando a vida.
 

Quanto à D. Luísa é sempre um prazer revê-la e às suas peças no ritual da visita anual à feira de Vila do Conde.

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Bem haja D. Luisa da Conceição e muitos anos de vida para continuar o seu trabalho, em prol do artesanato de .


José Capitão Pardal


    

e Promoção 

 

Vidé “site” da C. M.

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A de apresenta, a XVII Cozinha dos Ganhões, no Parque de Feiras e Exposições, entre o dia 27 de Novembro (sexta-feira) e o dia 1 de Dezembro (terça-feira).

 

CG2009

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José Capitão Pardal

Certo que se trata apenas de uma tendência que não desejamos se inverta, a melhoria verificada na é a esperança que melhores dias virão.

Notícia da Agência Financeira de 20091118.

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Consumo privado também regista redução menos intensa

A caiu 2,4%, no terceiro trimestre, face ao período homólogo.

No entanto, a descida foi inferior à registada no segundo trimestre.

Esta queda menor fica a dever-se à melhoria da procura interna e à recuperação do .

«A menor redução homóloga do no terceiro trimestre reflectiu sobretudo uma melhoria do contributo da procura interna, em resultado de uma variação negativa menos acentuada do , tendo a procura externa líquida registado um contributo positivo e próximo do verificado no trimestre anterior», revela o documento do INE.

Revela a estimativa rápida do INE, que no período em análise, o caiu 9,3% face ao mesmo período do ano passado.

O relatório revela ainda que o indicador de actividade melhorou «significativamente», depois de uma descida homóloga de 4,2% no segundo trimestre.

Consumo privado atenua queda. 

O indicador de clima recuperou nos últimos dois trimestres, após ter diminuído nos quatro trimestres anteriores.

Este indicador caiu 0,8% no terceiro trimestre deste ano.

O consumo privado também registou «uma redução ligeiramente menos intensa no terceiro trimestre de 2009, em resultado do contributo menos negativo do consumo duradouro, uma vez que o consumo corrente desacelerou», concluem os dados do INE.

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José Capitão Pardal

Por ter achado muito interessante o texto de Praveen Gupta sobre e Empreendedorismo achei que o deveria divulgar, no meu Blog, para que os meus leitores possam usufruir de conceitos, muitas vezes arredados da dos nossos agentes económicos.

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Ao examinar a minha colecção de livros sobre inova­ção, encontrei o livro “ e Empreendedorismo”, de Peter Drucker.

Este livro teve a sua primeira edição em 1986! Drucker era verdadeiramente um visionário. É interessante verificar a forma como distinguiu os dois conceitos. A maioria das Universidades e Escolas de Negócios continuam a ter mais cursos de Empre­endedorismo do que de .

Questiono-me se o Empreendedorismo consegue ser sustentado sem a .

A parte principal do trabalho de Drucker sobre inova­ção foi publicada em meados dos anos oitenta e focou-se nas fontes de .

Ele identificou sete fontes de :

1. O inesperado;

2. Incongruências;

3. Necessidade de pensamento;

4. Estruturas de indústria e de ;

5. Demografia;

6. Mudança de percepções;

7. Novo conhecimento.

O leitor sente-se encorajado a aprender mais sobre as fontes de .

É impressionante o facto de Dru­cker ter tentado entender o processo de nos anos oitenta. Identificou uma série de coisas a fazer e de coisas a não fazer.

A fazer:

1. A planeada começa com a análise de oportunidades;

2. A é tanto conceptual como perceptual;

3. Para ser eficiente, a tem de ser simples e direccionada;

4. eficiente começa com pequenos passos;

5. Uma bem sucedida visa a liderança.

A não fazer:

1. Não pense que sabe mais do que os outros;

2. Não diversifique, não perca o rumo e não tente fa­zer demasiadas tarefas de uma só vez;

3. Não tente inovar para o futuro. Inove para o pre­sente!

Partilhe a sua lista connosco. Todos beneficiaremos.

Gostaria de partilhar a minha experiência pessoal com Peter Drucker, que demonstrou a sua vivacida­de e grandiosidade até ao fim.

Enviei uma cópia do meu livro “Business Innovation in the 21st Century” a Drucker e a dois outros famosos consultores para conseguir a sua bênção.

Drucker enviou, em menos de 24 horas, uma resposta encorajadora na sua carac­terística letra tremida.

Ele foi realmente uma pessoa fantástica!

Praveen Gupta

Peter Drucker

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José Capitão Pardal

Dada a sua actualidade e o seu sentido crítico e criativo, vou deixar-vos um texto do Professor , para reflexão.
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2009/10/20 15:51

Carlos Zorrinho

é um criativo!

É uma nação num mundo em e um gerador de novos conceitos com impacto .

O modelo de construção de novos conceitos em é muito interessante.

Os portugueses usam o talento e a criatividade não para encontrar soluções óbvias ( A) mas para encontrar boas desculpas para não fazer ou não se comprometerem ( B).

Quando o B falha então encontram soluções disruptivas, ainda mais criativas e talentosas ( C).

São os Planos C, o melhor e mais potente produto da . Esses Planos C vão desde rotas alternativas para o comércio mundial e outras formas de navegar no passado, até projectos como a Via Verde, o SIS for All, o e-Escola ou a Empresa na Hora nos dias de hoje, para descrever apenas alguns dos mais emblemáticos.

Durante demasiado tempo olhámos para esta característica e em boa parte da do Sul como uma ameaça e um constrangimento.

Com o , em apostámos na oportunidade que dela decorre. Qualificar os portugueses, reforçar as e impulsionar uma nova atitude que faça de um “living lab” e dos portugueses produtores globais de planos C exportáveis, geradores de e criadores de riqueza.

Se há coisa que faz sentido no Ano Europeu da Criatividade e da em é usar o talento e a criatividade para olhar a realidade de forma diferente e capturar novas competências de transformação do mundo.

Um mundo em que inovar já não basta e em que o conhecimento, a e a são apenas condições necessárias para competir.

Um mundo em que a atitude empreendedora faz a diferença.

Um mundo complexo e imprevisível em que só os protagonistas antecipam o futuro.

Um mundo de e de comunidades, em que o acesso à e a redução da exclusão digital são fundamentais.

Esta é uma conferência de protagonistas.

De fazedores de futuros.

Espero que nela se reforce o triângulo chave Acreditar – Aprender – Empreender - e que os seus ecos contaminem favoravelmente o debate sobre a de Pós – 2010.

Uma que tem que ser reforçada na ambição, na dimensão política e nos mecanismos de cooperação e para a qual a abordagem criativa desenvolvida nesta conferência constitui uma ferramenta fundamental.

: Este texto é uma sintese da intervenção feita pelo autor na abertura da Conferência Criative Learning, realizada em dias 15 e 16 de Outubro de 2009

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José Capitão Pardal

Dom, 15/11/2009

Numa altura (Março de 2007) em que ainda se opinava que o futuro Aeroporto, “jamais” seria na Margem Sul, redigi o artigo de opinião que aqui vos deixo, com as razões da minha discordância, sobre os planos, que à época pareciam intransponíveis.

A minha Opinião sobre…

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Eu e o Aeroporto na OTA

Quando nos meus tempos de “rapazola” (num tempo em que como em todas as coisas, apenas havia uma alternativa, neste caso Rio Frio), se começou a falar na necessidade de um novo aeroporto para a de , estava longe de pensar que passados quase 40 anos, ainda andaríamos a discutir sobre a sua necessidade e as várias localizações, para a sua implantação.

Depois disso, passámos da Ditadura para a Democracia e hoje, em pleno século XXI (em 2007), após muitos e aturados estudos, concluímos que a escolha efectuada e confirmada, pelos vários governos, dos vários quadrantes (a OTA), “talvez” não seja a melhor localização.

Sinceramente, é de lamentar, que nesta altura ainda haja muitas dúvidas, sobre a necessidade ou não do novo aeroporto e muitas mais sobre a sua localização.

Não sendo especialista em aeronáutica, dificilmente me podereria aventurar, a discutir do ponto de vista desta técnica, as várias opções.

Mas como qualquer português e interessado nas questões do , não posso deixar de vos transmitir aquí a minha opinião sobre este assunto.

Desde sempre, considerei que uma da dimensão de , não é o local ideal para um aeroporto , pelos riscos inerentes a um eventual acidente aéreo.

E como defensor do do interior do , me deixei convencer pela localização do novo aeroporto, a sul do Tejo e cada vez mais encontro razões para que assim seja.

Senão vejamos:

 - A localização do novo aeroporto na Ota, encurta a distância entre este e o aeroporto Sá Carneiro, no , em perto de 60 kms, colocando este último a cerca de 250 kms e em causa a viabilidade, entre outros, dos voos entre e o , face à próxima concorrência do .

 - A localização do novo aeroporto na Ota, coloca-o fora dos corredores rodo-ferroviários, estratégicos de ligação de com o exterior.

 - A localização do novo aeroporto na Ota, coloca os “nuestros hermanos” da , mais longe dos embarques e desembarques, no aeroporto de e mais perto dos aeroportos de .

 - A localização do novo aeroporto na Ota, já levou a que venha a ser transformada a Base Áerea de Talavera () em aeroporto ou em alternativa, na de , desviando para este último grande parte do tráfego da e do raiano, onde se incluí parte dos futuros fluxos turísticos, previstos para a de influência da barragem de Alqueva (que se prevêm de grande monta).

 - A localização do novo aeroporto na Ota, na opinião dos especialistas, parece ter custos e prazos de construção maiores, do que se este for construído a Sul do Tejo.

 Se juntarmos a isso tudo a necessidade de desenvolver o Sul do Tejo ( onde o de é muito inferior, ao da circundante à Ota), então não podemos ter dúvidas, sobre a melhor localização, para o novo aeroporto (a sul do Tejo).

 É certo que os constrangimentos ambientais, para a localização de um aeroporto são importantes e devem ser tidos em conta, mas de certeza que não há nenhuma localização que os não tenha, pelo que a escolha deverá ser iminentemente política, optando pela melhor , do ponto de vista do ordenamento e coesão territoriais e, dentro destas, a localização onde os impactos ambientais, sejam menos significativos e a viabilidade aeronáutica não esteja em causa (como agora parece acontecer com a Ota).

Estou certo, que do ponto de vista desta análise a solução não poderia ser outra que a sua localização a Sul do Tejo.

Apesar dos 25 milhões já gastos com estudos e das justificações, no mínimo surealistas, do Sr. das Públicas, ainda estamos a tempo de corrigir um erro que no futuro, nos pode custar muitos mais Milhões, pelos danos colaterais, as correcções e insuficiências, da construção do novo aeroporto na OTA.

O futuro é importante de mais, para que, ao planear investimentos de tão elevada monta (3.000 mil milhões de euros), o façamos de ânimo leve e não tenhamos em consideração todas as “nuances” do problema.

Em nome do do interior do e da convergência , impõe-se que haja bem senso.

Obrigado por me terem lido.


José Capitão Pardal

Sem comentários aqui vos deixo a notícia inserta no jornal extremenho “El Periódico” Online de 20091112.

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Veinte compañías y sociedades trabajan ya en las nuevas instalaciones de la antigua Escuela de ITI, en .
Vara explica que servirá para crear empleo en nuevos sectores económicos con futuro, y que pedirá resultados.

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12/11/2009 F. LEON 

Foto:S. GARCIA

Las de la región que desarrollen líneas de investigación en innovación y desarrollo ya disponen de una infraestructura que ofrece equipamiento, asesoramiento y acceso a otros recursos para hacer que sus productos y sus servicios sean más competitivos en el . Ello es posible con la puesta en la marcha del Parque Científico de (PCTEx), cuya sede provisional en inauguró ayer el de la Junta, Guillermo Fernández Vara, con el rector de la Uex, Francisco Duque, y el alcalde de , Miguel Celdrán, entre otras autoridades y más de un centenar de invitados del mundo empresarial y la universidad.

Una veintena de se encuentran ya ubicadas en el PCTEx, que se ubica en el edificio rehabilitado de la antigua Escuela de Ingenieros Industriales, en Huerta Rosales. Un equipo de siete personas, dirigido por Antonio Verde –director general–, lleva meses trabajando con las sociedades y entidades dedicas al desarrollo de procesos de i+D+I, radicadas en este nuevo espacio, con el fin de lograr que la transferencia de conocimiento y resultados de la investigación sean efectivas y lleguen al .

NUEVA El PCTEx nace también con el objetivo de apoyar la creación de nuevas innovadoras y promover una cultura de la innovación tecnológica y la gestión del conocimiento que fomenten el conocimiento mutuo y la colaboración entre investigadores y . Además de contribuir al desarrollo de una nueva economía con futuro en la región.

El parque, lejos de nacer con un planteamiento generalista, presta atención a sectores empresariales que le permitirán adquirir una identidad y ligarlo a un potencial claramente diferenciado.

Nace el PCTEx con la idea de potenciar la creación de sinergias entre las entidades presentes en él. Esos sectores son los de energías renovables, biomedicina, tecnología de la información y la comunicación, agroalimentación, gestión de recursos naturales y servicios avanzados a la empresa.

TRES AREAS Antonio Verde los aglutinó en tres áreas: energía (renovables), suelo (campo e industria agroalimentaria) y personas (tecnología, cultura, ocio y ), trabajando todos ellos con “tejido, talento y capital”, dijo.

Se trata, como señaló el director general del PCTEx, de un único parque con dos sedes, en y , para las que se prevé una inversión de 12 millones de euros, con la construcción de sendos edificios de 4.000 metros cuadrados en los campus de ambas ciudades, con una superficie total de 22 hectáreas.

Guillermo Fernández Vara apuntó en su intervención, que en un futuro se podría pensar en ampliarlo a y Plasencia. En , el centro que se construye en el campus estará ligado a la futura plataforma logística; y el de , a la Sociedad de la Salud.

El extremeño respondió a la hipotética pregunta de una persona que pase por el parque y pregunte qué es: se trata de un medio “para que su hijo pueda tener trabajo en un sector con futuro, que no tiene que ver con el de su abuelo ni el de su padre”. Y añadió que es “más camino, que morada, para conseguir aquello por lo que llevamos años luchando; que lo que se invente, sirva para crear trabajo para esos hijos”. Y recordó que el PCTEx es posible gracias a la trabajo “de mucha gente durante 30 años”.

También señaló que la lista de las radicadas en el parque no es “baladí, pues no existían hace diez años; son las de la nueva ”. Y dado que la Junta ha aportado dinero , Vara se dirigió a Antonio Verde para decirle que este proyecto ha generado muchas expectativas que no se pueden defraudar, y que exigirá resultados, reto que recogió el director del PCTEx.

Duque trasladó el mérito de haber sacado el proyecto adelante al vicerrector de Investigación, como “verdadero líder” del mismo, y valoró que el parque viene a llenar un vacío, pues no es “fácil la transferencia del conocimiento para dar un servicio y pasar al sector productivo”, así como que orientará a los nuevos sectores en esa línea de innovación.

El parque de ITI funcionará durante dos o tres años, hasta que se abra el nuevo edificio en el campus, sin que por el momento se sepa si se mantendrá la actual sede o no, señaló el director de desarrollo de negocios, Francisco Pizarro. Este, como Verde, valoró las sinergias que se pueden y se deben crear en el PCTEx entre las colaboradoras, que podrán aprovechar los servicios especializados del parque, pero también intercambiar los conocimientos de cada una de ellas.

Así, el Ministerio de Ciencia e Innovación ha concedido 7,5 millones de euros para atender los cuatro proyectos presentados por el PCTEx, asumidos al 100%, según Pizarro. Estos incluyen la construcción de dos edificios en –Cetiex, de energías renovables; y un edificio de –, así como un plan de viabilidad de I+D+i de la empresa jamonera Herlusa, y la construcción de una bioincubadora.

En cuanto a la accesibilidad del parque, Pizarro afirmó que desde 10 euros el metro cuadrado, cualquier empresa puede tener un sitio en el mismo con derechos a todos sus servicios avanzados, siempre que se dedique a uno de los sectores para los que se ha creado.

Asimismo, las pueden instalarse en el PCTEx mediante adscripción, como residentes en el mismo o con su propio edificio construido en suelo cedido con derecho de uso por 50 años.

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José Capitão Pardal

Por ser de interesse para e para os estremocenses, aproveito para divulgar o texto de Xavier inserto no Marafado’s Weblog, (blog de Paco Fortes).

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Boneca de estremoz

By Xavier

Em , terra rica de religioso, as artesanais bonecas de barro, ricas em cores e adereços, são famosas e típicas. Não é por acaso que ali existe um museu do barro.

Numa rotunda, à entrada da povoação (perto do Modelo), a boneca de destaca-se pela sua exuberância.

É mais um exemplo de como os arranjos artísticos das rotundas podem (e devem…) ser testemunhos da identidade do povo. Por muito que isso custe aos apologistas da globalização.

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José Capitão Pardal

Após dois anos passados e por o assunto ter voltado à actualidade, aproveito para transcrever o meu artigo de opinião publicado no jornal “Brados do ”, em Setembro de 2007.

IP2 – Variante a

Duplamente Dividido, mas necessitado de uma Solução Rápida 

Era eu uma criança…, quando há mais de 40 anos, presenciei o primeiro levantamento topográfico para, a já na altura, necessária Variante a , à então Estrada 18. Estava então pensada para, no sentido de , passar entre a Quinta do Carmo e as Quintinhas, indo desembocar no cruzamento para a Frandina.

 O IP2 – Itinerário Principal nº 2, pretende ligar todo o interior, no sentido -Sul e é uma das vias estruturantes, mais importantes do PRN – Rodoviário , considerado prioritário pelo actual e o traçado inicial, entre e está concluído, há vários anos, até à entrada desta última, junto à Frandina.

 Não sou indiferente à discussão desta questão, mas terei que confidenciar que me tenho mantido, duplamente  dividido, primeiro entre o racional e o sentimental, e em segundo entre as condicionantes /ambientais e políticas.

 Primeiro porque sou um dos milhares de Estremocenses, a quem a passagem da Estrada 18, no interior da de , causa imensos transtornos, pois passa junto a três Escolas, Centro de Idosos, Piscinas Municipais, Pavilhão , Centro de , Centro de e Urgências, etc., e a escassos 5 metros da minha cabeceira, facto que condiciona grandemente o descanso de todos, os que como eu, vivem nessas condições (o que não é negligenciável) e pretendem uma solução urgente, e porque me encontro, sentimentalmente, ligado ao último traçado projectado.

 Não posso deixar de recordar com saudade, os tempos em que, ainda menino, “fiz” a primeira comunhão na Igreja de S. Brissos, “andei” aos espargos, às “alabaças” e aos “cardinhos”, “cacei” pardais e tordos,  “matei” a sede na nascente da Tapada Grande, dormi a sesta à sombra de um “chaparro”, “comprei” cal no Forno e “atabefe” na queijaria da Granja, e já rapazola “colhi” amoras silvestres e namorisquei precocemente, na “Azinhaga” do Assentista.

 Reconheço que, pessoalmente e nesta questão concreta, o sentimental levou vantagem sobre o racional e o desejo da continuidade de toda a envolvente, para que os vindouros possam usufruir daquilo que foram os impactos positivos na minha como homem (a natureza, o silêncio, o calor do Verão e o frio do Inverno, a paisagem, os passarinhos, as flores primaveris, os silvados, os montes isolados, os sobreiros e as oliveiras, etc.).

 Naturalmente, que a vida não é só sentimento e teremos sempre de analisar todas as condicionantes dos problemas, que nos são colocados, suas vantagens e inconvenientes, para que consigamos posições o mais homogéneas e consensuais possíveis.

 Reconheço que os impactos económicos e ambientais daquele traçado seriam de alguma monta, destacando os que afectariam sectores, com um futuro que se prevê muito competitivo, o vinhedo e o sobreiral, cuja valia para o concelho, e cidadãos afectados (apesar das devidas indemnizações) seria significativa e de difícil substituição no imediato.

 Sobre os impactos ambientais negativos e a sua dimensão, não posso deixar de salientar, o que afectaria o aquífero existente naquela , onde, nem nos Verões mais tórridos, faltava a água, a quem uma eventual construção da Variante, afectaria sobremaneira.

 Reconheço a justiça daqueles que, empresários afectados ou simples cidadãos, se organizaram, defenderam os seus interesses e obtiveram êxito, provando que, neste caso, a democracia funcionou.

 Quanto à questão política saliento que:

 - As várias soluções de traçado da Variante, apresentadas pelas Estradas de (e suas antecessoras), ao longo dos tempos, foram sempre direccionadas no sentido Poente à de e a solução Nascente, nunca foi equacionada (desconheço porque razão).

 - A construção do Nó de ligação à A6 (Auto Estrada Marateca-Caia) a poente coloca dificuldades acrescidas a uma solução a Nascente de e é dificilmente defensável a construção de uma nova saída da A6, não só pelos custos presentes e futuros, mas também pela curta distância, entre as saídas de e Borba.

 - A Variante é de uma importância crucial para a , para a Região e para o , a maioria dos estremocenses anseia pela sua urgente concretização Os poderes públicos ( e ) têm mostrado vontade política para avançar e é necessário assegurar o seu financiamento, através de fundos estruturais do (Quadro de Referência Estratégica ) e concretizar o até 2013.

 - Os Impactos Negativos devem ser reduzidos ao mínimo.

 - E tratando-se de uma questão crucial para todos, devemos sanar eventuais divergências de partida, mostrar vontade e determinação na concretização da solução encontrada, que sirva os cidadãos e dignifique a .

 Nesta questão e nesta altura do “campeonato”, em que a solução apresentada foi definitivamente, “chumbada” pelas entidades competentes, tem a “palavra” a Estradas de , SA. que , após ouvir os estremocenses, as suas organizações e os seus órgãos de decisão política, deve apresentar as soluções adequadas, não repetindo os erros grosseiros do passado.

 Obrigado por me terem lido.


José Capitão Pardal

Constituição da de Sítios da Paz (Places of Peace) marcada para 2010 em Evoramonte

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Sobre o assunto deixo aqui uma notícia da , de 20091029

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publicado 11:34 29 Outubro ‘09

, Évora, 29 Out () – A escritura de constituição da de Sítios da Paz está marcada para Maio de 2010 em Evoramonte, concelho de , histórica vila alentejana que integra a iniciativa, disse hoje o coordenador da estrutura.

Eduardo Basso, coordenador da , adiantou à agência que a sede da futura associação , que “sustentará no futuro o funcionamento da , será em ”.

Segundo Eduardo Basso, que é também da Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte (LACE), a instaladora da de Sítios da Paz efectuou recentemente o seu segundo encontro, desta vez na holandesa de Wageningen.

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José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no de Notícias Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

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À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da vida de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova vida e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.

O de que vive aos sábados na praça da , onde se vendem “queijos, frescos, vinho, peças de artesanato local e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Santa Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da região”, “ideais para observadores de pássaros”.

A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o vinho une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da vida”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ligação” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the local breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a local landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant local resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio Marquês de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, local crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Santa Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Santa Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from local trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite local fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de vinho tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Santa Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the ).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

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José Capitão Pardal

Qui, 5/11/2009
Mais um artigo interessante do Prof. , que tomo a liberdade de publicar sem mais comentários.
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2009/10/16 10:59

Carlos Zorrinho

O colóquio sobre em produtos tradicionais, promovido em conjunto pelo Gabinete do e pela COTEC foi um dos momentos altos da recente Mostra .

O conceito de é novo, potente, muito visível, mas ainda pouco maduro.

No que diz respeito à em produtos tradicionais ainda é maior a fluidez e a necessidade de consolidação de ideias e boas práticas.

Neste contexto, a apresentação pública de quatro casos de sucesso como a Derovo, a Felmica, a Salsa e a Frulact, permitiu identificar algumas linhas comuns que fizeram a diferença e podem ser de enorme utilidade para quem quer inovar e vencer, vendendo para o mundo aquilo que faz parte da tradição da nossa .

Em primeiro lugar a nos produtos tradicionais não resulta por norma do acaso ou duma invenção inesperada, mas decorre antes da identificação duma oportunidade de e da consequente persistência no do produto e da para lhe dar resposta.

Em segundo lugar a nos produtos tradicionais não dispensa o uso de ferramentas e métodos de fronteira tecnológica. Nestes segmentos, o produto é tradicional, mas a forma de o produzir e distribuir não tem que o ser e normalmente não é.

Finalmente a tradicional exige para ser bem sucedida um grau de ambição e uma atitude de excepção. Os casos apresentados no seminário são notáveis e excepcionais.

A situação ideal é que deixem de o ser e se tornem exemplos normais no meio de muitos similares, mas nesta fase de impulso da nossa , a excelência na atitude é determinante.

Os programas de apoio à modernização e à internacionalização das portuguesas e em particular das PME, inseridos no COMPETE, são alavancas fundamentais para o sucesso da em produtos tradicionais.

As citadas neste artigo recorreram a eles, não como um ponto de partida, mas como um instrumento e uma componente do pacote de viabilização.

É esse o trajecto que conduz ao êxito.

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José Capitão Pardal

Ter, 3/11/2009
2009/10/24 00:27 |

Carlos Zorrinho

Com a luz do Tratado de cada vez mais visível ao fundo do túnel, a , ao mesmo tempo que vai consolidando a sua estrutura institucional, começa também a preparar a revisão e extensão da de até 2020.

Com o receio de provocar um certo excesso de num tempo em que tanto se fala do Tratado, a UE tem vindo a designar a nova simplesmente como EU – 2020.

Chame-se-lhe o que se lhe chamar a verdade é que a que aí vem será um novo impulso à de , com mais ambição, dimensão política e instrumentos de cooperação activa. Um impulso que precisará de recursos humanos motivados, competentes e focados nas áreas estratégicas prioritárias.

É por isso que o futuro da de se joga agora não apenas nas sessões de debate com a sociedade civil ou nos centros de decisão da , mas também e sobretudo em cada , Região, ou Família, através das escolhas que os jovens que estarão na fronteira do saber em 2020, estão a fazer neste momento.

Que sentido ou eficácia terá a escolha de três ou quatro domínios estratégicos de competição para a afirmação da EU, se os seus jovens não fizerem já uma aposta formativa nesses sectores.

Como poderemos ser líderes globais nas energias limpas, na logística, nas de nova geração ou nos novos sistemas de , se um número significativo de jovens europeus continuarem a fugir do estudo da matemática, da física, da química, da biologia e de outros saberes críticos para a nova revolução tecnológica?

Longe de mim querer condicionar a liberdade de escolha dos jovens estudantes europeus. O que afirmo é que a liberdade de escolha da UE será condicionada pelas escolhas dos seus cidadãos.

Faz por isso sentido que sem imposições, esta equação seja clara para todos. A é uma resultante da expressão democrática das nossas vontades e das nossas escolhas. Importa que sejam vontades e escolhas livres mas informadas.

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José Capitão Pardal

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009 | 07:39

 

A Rússia lançou com sucesso dois satélites com , SMOS e Proba-2, desde a base de Plessetsk, no do , anunciou a agência de notícias russa RIA Novosti.

«O lançamento do foguete Rokot, transportando os satélites SMOS e Proba-2, efectuado para a Agência Espacial (ESA) foi um sucesso», declarou um responsável da agência espacial russa.

O satélite europeu SMOS (Soil Moisture and Ocean Salinity) vai sobrevoar a Terra para cartografar a humidade dos solos e a salinidade dos oceanos, com o objectivo de compreender melhor as alterações climáticas.

Digital /


José Capitão Pardal

Sobre o assunto em título deixo a notícia constante da versão online da “Exame Informática” de hoje (20091030)

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Em Dezembro, é dado o tiro de partida para o leilão de espectro para a exploração de serviços regionais de banda larga móvel. O leilão inclui 36 regiões do e pode abrir caminho ao WiMax.

O leilão prevê a licitação de licenças de exploração para a prestação de serviços de banda larga no espectro de frequências entre os 3,4 e os 3,8 GigaHertzs (GHz).

A Anacom pretende que leilão siga a lógica da neutralidade tecnológica, mas a verdade é que o espectro disponível pode facilitar a aposta nas tecnologias FWA e WiMax, como alternativas às móveis GSM e 3G, que operam noutros espectros.

Numa primeira fase, os maiores operadores (PT, Sonaecom, Vodafone e Zon) vão ser impedidos de participar neste leilão que é conhecido por Broadband Wireless Access (BWA).

Só no caso de não serem apresentadas licitações, estes operadores de maior dimensão poderão tentar ganhar o direito de exploração dos já referidos espectros, noticia o .

Com estes leilões de espectros, a entidade que regula as telecomunicações em pretende fomentar a concorrência na banda larga móvel, permitindo que câmaras municipais, associações ou outras se tornem operadores de telecomunicações regionais.

O registo das entidades interessadas arranca a 17 de Dezembro; a licitação tem lugar em Janeiro.

Os custos de licitação mínimos vão de 100 mil euros (na região dos Açores) a 300 mil euros (, Santarém e outras cidades).

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José Capitão Pardal