MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Textos para Janeiro, 2010

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA in Rádio Online versão para impressão
26-Jan-2010

O da Entidade de do (ERT), José Ceia da , assegurou hoje que está disponível para se assumir como o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

Image“A ERT está disponível para se assumir como patrocinador da Volta ao em Bicicleta, arranjando os financiadores, os financiamentos comunitários para a componente da promoção e os sponsors”, disse.

A de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), entidade que organizava o evento iniciado em 1982, anunciou hoje que não vai haver “Alentejana” em 2010, devido a problemas financeiros, esperando que “seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da corrida já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo”.

O da ETR do confirmou a existência de contactos, recentes, da AMDE sobre a prova a realizar este ano, considerando que “não é com três meses de antecedência que se prepara uma iniciativa desta envergadura”.

“Nós temos que ter condições e tempo para analisar a promoção desta prova”, disse, reafirmando que a ERT está disponível para ser o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

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José Capitão Pardal

Mais uma curiosidade sobre o “nosso” , neste caso sobre as botas alentejanas.

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As botas alentejanas protegiam os pés e parte da perna dos rigores da vida no campo.

Hoje, as botas, são mais um adorno do que um sapato de trabalho.

Perderam peso e ganharam um desenho mais moderno.

Mário Grilo começou a fazer botas alentejanas por medida aos 12 anos e nunca mais deixou.

É com prazer que fala da sua actividade tradicional, onde gosta de inovar. De Cuba, no , chegou ao mundo através da persistência.

Sara Pelicano | sábado, 9 de Janeiro de 2010

Na vila de Cuba, , há 25 anos atrás, enquanto os jovens de 12 anos lançavam o peão, brincavam ao berlinde, Mário Grilo passava as férias de Verão a trabalhar com um sapateiro.

Deu, assim, os primeiros passos na arte de fazer sapatos. Rápido, os sapatos tornaram-se a actividade diária de Mário Grilo.

Passados 25 anos, o sapateiro tem um negócio de sucesso produzindo botas alentejanas por medida, entre outros sapatos. É com orgulho que fala do seu ofício e, vincando este gosto, brinca comentado que «continua de férias». Isto porque continua a entregar-se à sua profissão com o entusiasmo de um jovem de 12 anos numas férias de Verão.

A oficina deste sapateiro de 37 anos localiza-se numa típica casa alentejana: rés-do-chão, fachada pintada de branco com friso azul a contornar porta e janelas. O silêncio da rua é quebrado quando se abre a porta da casa.

Mário trabalha ao som da música que o rádio emite como é comum em casa de sapateiro. Amontoa-se o couro, sobretudo de vaca, linhas de coser sapatos, canos de botas já talhados à espera de um pé para fazer a base e, por fim, numa prateleira uma pequena mostra do que são as botas alentejanas deste jovem sapateiro.

«Tudo o que faço já está vendido», conta Mário Grilo revelando que «já teve de abandonar algumas feiras porque depois não consegue responder a todas as encomendas». ‘Não tem ninguém que o ajude?’

«Já tive alguns colaboradores. Mas tirar medidas de pés, alguns com problemas, e moldar os materiais não são tarefas fáceis. E, depois, há as dores nas costas, que ninguém gosta.

Ora, hoje em dia poucas pessoas estão predispostas para este trabalho», diz. Após uma pequena pausa no discurso, remata: «O ofício está dentro da pessoa».

A vila alentejana onde nasceu e tem vivido grande parte do tempo é o local «onde faz sentido fazer as botas alentejanas», confessa o artesão. Contudo os largos quilómetros que o separam dos grandes centros urbanos não o impediram de levar a sua arte a todo o e também além fronteiras.

Mário afirma orgulhoso: «Sozinho, consegui chegar a 31 países». Todos os meses ruma ao para comprar material de fabrico. É lá que se encontram as fábricas e «como não há sapateiros, não há vendedores que se desloquem às terras».

Quebrar distâncias parece, assim, ser uma outra arte deste jovem artesão. O recurso à tem sido uma outra forma de ‘sair’ de Cuba. «Tenho as minhas botas espalhadas em muitos sítios da . Uma rápida pesquisa e encontra-se logo o meu nome», comenta enquanto retoma o trabalho.

A pele que molda é semelhante à de uma zebra. Mário sabe que é estranha e antes mesmo da pergunta diz: «Gosto de inovar».

Este ano quero pegar no tradicional e dar-lhe nova confecção, brincar com as cores. Afinal tudo o que seja calçado eu faço porque gosto» e continua: «As actividades tradicionais pecam por não querer inovar por não saber brincar e, às vezes, basta mudar a cor da pele».

Um par de botas alentejanas hoje em dia-a-dia é mais um adorno do que um sapato de trabalho. Procuradas por diversos estratos sociais, Mário Grilo vai respondendo às exigências dos seus clientes em encomendas muitas vezes feitas por telefone.

«Faço vários pares ao mesmo tempo. Um par levaria dois dias sempre mais do que oito horas de trabalho. Eu entendi que devia começar o maior número de pares e ir acabando, assim é possível ter sempre um par de botas. Dou assistência durante toda a vida das botas».

Antigamente este calçado chegava a pesar três quilos, hoje um número 40 pesa perto de dois quilogramas.

Mário Grilo confessa que nunca teve apoios ou incentivos à sua actividade. E revela que quando começou o ofício existia mais aptidão dos municípios para mostrar as artes tradicionais do concelho de Cuba e lamenta que esse interesse se tenha desvanecido.

«Nessa altura [há 20 anos atrás] gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do artesanato do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.

O que é pena porque se o município divulgar um pouco essas actividades gera e trabalho e, assim, este saber fica um pouco no meu segredo».

Mário considera que as artes tradicionais vão sobreviver quando houver uma mudança de mentalidade na e se coloque o gosto por um ofício à frente dos lucros. Este trabalho «para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho».

Nunca tive apoios de ninguém e não há grandes incentivos. A nível local já tivemos uma pessoa na câmara. Há 20 anos, uma pessoa que tinha aptidão por estas coisas.

Nessa altura gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do artesanato do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.

Se o município divulgar um pouco essas actividades gera e trabalho e assim fica um pouco no meu segredo. Para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho.

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José Capitão Pardal

20-jan-2010 – DianaFM

O terceiro congresso da de Profissionais de de decorre em Outubro nas cidades alentejanas de Évora e .

Alexandra Osório, da direcção da , adiantou à que o congresso, aberto a todos os profissionais do , decorre de 15 a 17 de Outubro, subordinado ao tema “Criar valor – Promover a Mudança”.

A responsável indicou que o congresso pretende debater os problemas dos profissionais de nas várias vertentes, com destaque para a e valorização profissional.

O da do , Ceia da , manifestou agrado em receber este evento “decisivo e importante, para que os profissionais do tenham uma palavra a dizer em relação às políticas nacionais do ”.

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José Capitão Pardal

Mais um exemplo da qualidade diversificada do “tuga”, quando em competição com “o que se faz lá fora”

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Escrito por CienciaPT   
05-Jan-2010

Uma imagem da Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico Santo o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das “Galilean Nights”, um dos projectos-chave do Ano da Astronomia.

 

nebulosaEstá entre 1300 a 1500 anos-luz da Terra e é conhecida por ser uma próspera na criação de estrelas: a Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico Santo, de 34 anos, o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das “Galilean Nights” (”Noites de Galileu”), um dos projectos-chave do Ano da Astronomia (AIA 2009).

A fotografia, captada na Atalaia (Montijo), foi a vencedora da competição “Beyond Earth” (”Para além da Terra”), que juntou imagens do Universo captadas por todo o globo. Os participantes foram desafiados a obter imagens dos objectos astronómicos estudados por Galileu Galilei, o cientista que há 400 anos protagonizou as primeiras observações do céu realizadas através de um telescópio e que inspirou a Organização das Nações Unidas a decretar 2009 como o Ano da Astronomia.

“O objecto que Galileu observou e que escolhi foi a nebulosa de Orion, também conhecida como o objecto de Messier 42 (M42) e que está enquadrada com outra nebulosa (NGC1977), denominada na gíria “Running Man” (olhando na azul, e com alguma imaginação, vemos um indivíduo a correr, tal como o nome em inglês sugere). Existe ainda uma de concentração de estrelas denominada trapézio, pela sua disposição, que foi objecto de estudo de Galileu”, explica Santo.

“A Nebulosa de Orion ( avermelhada em baixo na fotografia), pertence à constelação de Orion, e é denominada uma nebulosa de emissão (nuvem de gás ionizado que emite luz de várias cores) dada a presença, entre outros, de enormes quantidades de hidrogénio, a principal matéria-prima das estrelas. É uma conhecida como profícua na criação de estrelas. A nebulosa NGC1977 é uma nebulosa de reflexão; nuvens de poeira que simplesmente reflectem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas, e como tal apresenta uma coloração azulada”, revela o astrónomo amador.

A fotografia foi captada em final de Outubro, na Atalaia. “É um local que, apesar de não ser perfeito pela presença (infelizmente cada vez maior) da poluição luminosa da metropolitana de , é relativamente perto para a maioria dos astrónomos amadores da de , permitindo juntar nas noites de lua nova umas dezenas de aficcionados”, conta Santo.

Santo foi apenas um dos numerosos entusiastas que participaram em nas Noites de Galileu, entre 22 a 24 de Outubro 2009. No total, 18 cidades desenvolveram perto de 50 actividades muito “espaciais”, transformando, uma vez mais, o num dos mais dinâmicos: jantou-se em Marte em Espinho, leu-se com estrelas em e fotografou-se o céu…

Para o engenheiro electrotécnico, o prémio foi uma “cereja no topo do bolo”, principalmente porque, sendo a astrofotografia uma paixão, captar uma fotografia dos astros para além da Terra não é fácil e requer um “árduo” trabalho de aprendizagem. “O ritual de preparação e obtenção de uma astrofotografia tem algo que se lhe diga. Começa por preparar de antemão os objectos a fotografar, bem como definir os principais parâmetros de exposição, enquadramento, e montar o equipamento… Uma sessão normal inicia-se pelas 22h e pode terminar quando a estrela mais perto da terra dá a volta”, frisa.

Ao contrário da fotografia tradicional, cada imagem em astrofotografia é composta por vários fotogramas (podendo durar tipicamente até 15 minutos por fotograma), incluindo a cor que tipicamente é obtida através de filtros distintos para o vermelho, o verde e o azul. Posteriormente, toda a contida nos diferentes fotogramas (luz e cor) é alinhada e calibrada de forma a obter apenas uma imagem a cores de maior detalhe, explica Santo.

“A Astronomia é para mim um desafio que reúne duas paixões: fotografia e ciência. A Astronomia vai para lá da ciência…tem um pouco de filosofia e é um exemplo importante na eterna procura do conhecimento, em especial o de olhar o Universo, cada vez mais longe, para perceber algo bem próximo…a própria Humanidade e a sua história”, sublinha.

O concurso de astrofotografia foi promovido no âmbito das “Noites de Galileu”, um evento de divulgação da Astronomia promovido à escala planetária e que, em Outubro, reuniu mais de 1300 actividades em cerca de 90 países de todos os cantos do globo.

já tinha sido galardoado pelo seu empenho no Ano da Astronomia, distinguindo-se entre a centena de países participantes. No Verão passado, Ana Mourão, investigadora do Multidisciplinar de Astrofísica (CENTRA/ IST), e a Fundação Navegar foram recompensados pela do AIA2009, por ter dado vida, com dedicação e originalidade, a dois dos mais relevantes eventos da iniciativa “100 Horas de Astronomia”, que decorreu entre 2 e 5 de Abril.

O Ano da Astronomia (www.astronomia2009.org) é organizado a nível nacional pela de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu da Ciência da de Coimbra, da Agência Nacional Ciência Viva e da European Astronomical Society (EAS).

Actualizado em ( 05-Jan-2010 )……………………….///………………………..

José Capitão Pardal

Sem comentários
 
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terça-feira, 12 de Janeiro de 2010 | 06:45
O vai comparticipar em cerca de cinco milhões de euros o novo de estágios Inov-, vocacionado para as Instituições de Particulares de Solidariedade e cujas candidaturas são hoje abertas numa cerimónia com a Ministra da Solidariedade .

O vai investir «cerca de cinco milhões de euros para este Inov- e a bolsa que cada jovem recebe é duas vezes o Indexante de Apoio , ou seja, cerca de 840 euros mensais», revelou, em declarações à agência , o de do e Profissional.

Ao valor total de 840 euros acresce o subsídio de alimentação e, nas situações que o justifiquem, subsídio de transporte ou subsídio de alojamento.

Digital /

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José Capitão Pardal

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Certo que o artigo que transcrevo do Hoy.es transmite apenas uma parte do problema, no que se refere à pelo empresário Alfonso Gallardo, nas imediações de Zafra, de uma refinaria de produtos petrolíferos, acho inportante que todos tenham conhecimento do evoluir dos acontecimentos, no que se refere a um empreendimento, que a ser construído poderá ter consequências ambientais também para a população fronteiriça.
 
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10.01.10 – 00:28 – Hoy.es

Foto Hoy (Imagen virtual de cómo se prevé que sea la refinería)

Unos ven el proyecto como una oportunidad única para la región, otros como un atentado ecológico.

Hay dos teorías: los que hablan de retraso injustificado y los que lo consideran necesario Junio de 2003. Juan Rodríguez Ibarra lanza durante su sexto discurso de investidura como de la Junta un particular anuncio. Noticia bomba: tendrá una refinería de petróleo. Diez de enero de 2010. El Ministerio de Medio Ambiente espera que el promotor le mande información complementaria por enésima vez.
Entre estas dos fechas han pasado seis años y siete meses y se han sucedido cruces de declaraciones, manifestaciones, miles de opiniones y bastantes desencuentros.
Pocos asuntos han despertado tanta controversia en la región. Unos lo ven como una oportunidad única para el desarrollo de , otros como un atentado ecológico.
El nuevo parón en los plazos, adelantado por este diario hace unas semanas, ha traído el asunto otra vez a la palestra pública. ¿Es viable el proyecto?, ¿sufre retrasos injustificados?, ¿alguien está bloqueando su tramitación?
Juan Sillero, consejero delegado del Grupo Gallardo, apela al sentido común. «Estamos ante un proyecto complicado, aunque ha sido modélico en el sentido de que ha intervenido mucha gente importante en el mundo del refino. El proceso avanza y se para en función del análisis que el ministerio hace de la documentación que se le aporta. Piden más información y se la volvemos a dar. Y así sucesivamente. Pero entendemos que estamos llegando al final del proceso», asegura.
Desde Medio Ambiente ya se ha explicado en alguna ocasión que, debido a la magnitud del expediente, se está analizando por partes. Esto es, se estudia un parte, se piden más datos y cuando se tiene claro, se pasa a otra. Es decir, se avanza, aunque sea a paso de tortuga. Así también se salvan las imposiciones que se hace el propio ministerio. Tiene un plazo de tres meses para emitir la pertinente declaración de impacto ambiental. Pero no tiene materialmente tiempo en este tipo de expedientes, así que lo ‘trocea’ en partes.
Una de las claves del retraso está en la complejidad del proyecto. Es la primera refinería que se construye en en muchas décadas, y además estará situada en el interior. La mayoría están en la costa. Desde Medio Ambiente se recuerda que se está analizando la propia planta, un poliducto, un oleoducto y un gasoducto, así como las instalaciones portuarias de Huelva.
Ese es uno de los principales argumentos de los ‘garantistas’, con la delegada del Gobierno, Carmen Pereira, a la cabeza. Suelen defender que se está mirando con lupa el proyecto, para que cuando se apruebe no quede la más mínima duda de que cumple con la ley. No falta quien añade que también se hace para evitar recursos ante la justicia o las instituciones europeas. «Nunca en la historia habrá habido ningún proyecto que haya sido tan analizado como éste», resaltó Vara en una visita a la capital de la UE la pasada primavera.
Bruselas. Es una de las grandes bazas a la que se agarran los movimientos ecologistas. Incluso, llegan a decir que ya tiene paralizado el proyecto. Juan Sillero lo desmiente rotundamente. «Es que las competencias no las tiene la UE, sino el Ministerio de Medio Ambiente. No quiero entrar en esas declaraciones, quieren hacer creer que el retraso se debe a que está acabado. Y no es verdad». Por el momento, todos los socios del proyecto han aportado 50 millones de euros, correspondientes al capital de la sociedad. Estos son, además de Gallardo, la Sociedad de Fomento Sofiex, Iberdrola, BBVA, Caja y Caja . No hay que olvidarse del socio , la multinacional Shell.
Garantismo
Por regla general, la Junta se apunta a estas tesis garantistas, aunque con muchas aristas. La confianza en Medio Ambiente se ha alternado con otros mensajes en los que se denuncian los impedimentos que la industria está sufriendo. Así de claro lo dijo el propio Vara el pasado marzo: «Algún día tendremos que levantar nuestra voz para decir por qué algunas cosas siguen siendo tan difíciles desde aquí». Curiosamente, dijo esto apenas un mes antes de su visita a Bruselas, donde aseveró que la UE veía con agrado que se esté siguiendo «un proceso enormemente exigente».
El consejero José Luis Navarro aseguraba a finales de diciembre que consideraba «excesivos» los plazos de tramitación.
Algunas voces enmarcan estos cambios como un toque de atención al Gobierno . Sobre el papel, su apoyo es total. Así lo ha asegurado Zapatero cuando ha visitado la región, aunque no mencionó el tema en la última campaña electoral. Los grupos ecologistas aseguran que esta postura es incompatible con su defensa de las energías renovables.
Los defensores de que existen trabas recuerdan el caso de las refinerías de Huelva y Cartagena, cuyas ampliaciones han sido aprobadas en tiempo récord y sin tener alegaciones en contra. Sillero se centra en Cartagena y pide que no se olvide que aunque es nueva, la planta está justo al lado de la actual y «no es lo mismo hacer una refinería en un sitio que hacerlo al lado de otra». Añade además que no ha habido oposición porque en esas zonas conocen la riqueza que puede traer una instalación de este tipo, mientras que «aquí sigue habiendo mucho desconocimiento de lo que es una refinería».
Los últimos datos que se barajan hablan de 3.500 personas trabajando de forma directa. Hay que tener también en cuenta el empleo indirecto. Muchas industrias auxiliares nacerán al abrigo de la petroquímica: transportes, mantenimiento, construcción… Serán negocios en alza, por no hablar de la hostelería. Hay estudios que dicen que una instalación de este tipo genera 1,2 empleos indirectos por cada directo.
«Luego está la actuación de los ecologistas -incide- que me parece sorprendente. Es razonable que los extremeños puedan oponerse, pero lo extraño es que los ecologistas de Huelva están en contra de la refinería extremeña, pero a favor de que amplíen la suya. No lo entiendo, porque el concepto de las emisiones es global, no local. Unas emisiones en Huelva tienen el mismo efecto que en o en África».
El emplazamiento elegido para esta industria extremeña es la Sierra de San Jorge, en el término de Los Santos de Maimona. es la comarca de Zafra-Río Bodión, limítrofe con Tierra de Barros.
Entre los que también piensan que hay que hacer presión están los sindicatos. El líder de UGT, Capilla, ha asegurado públicamente que «hay un empresario que quiere poner mucho dinero y se le está poniendo palos en las ruedas». Por eso, esta organización pretende movilizarse si en un periodo razonable no hay noticias.
Sin información
Hay una tercera postura. La Plataforma Refinería No, contraria al proyecto, considera que el proyecto está dormido. Según su portavoz, Reyes González, los retrasos son solamente achacables al promotor, que no es capaz de ofrecer al ministerio la información que se le pide de manera rigurosa. También considera culpable al Gobierno , al que acusó de no ofrecer a los ciudadanos la información necesaria.
Desde su punto de vista personal, augura que al final la instalación será impuesta a pesar de lo que diga la Ley, debido a a la «oligarquía y caciquismo» que existen en la región. Lo cierto es que, pese a todo, los retrasos no arrancan del proceso medioambiental. Pasaron dos años antes de que se pidiera la solicitud de autorización, y la fase de consultas previas se demoró doce meses más.
Las respuestas le fueron remitidas al promotor ya a finales de 2006. A partir de entonces, Gallardo tenía dos años para elaborar el estudio de impacto ambiental, someterlo a información pública y entregar las alegaciones a Medio Ambiente. Le sobraron dos meses.
Con todos los papeles, el ministerio debía tomar una decisión el pasado mes de enero, pero al menos por tres veces ha pedido información adicional, lo que ha interrumpido los plazos legales.
El último requerimiento lo hizo el pasado octubre, y está a la espera de que una empresa de ingeniería contratada al efecto elabore unos estudios sobre la construcción del oleoducto. Los trámites quedan bloqueados en el último escalón del proceso, la publicación de la declaración de impacto ambiental. Después de estos meses, la empresa no quiere fijar plazos, pero considera que está cerca de la meta. Para Sillero, «el camino que hemos avanzado es muy importante. Si en la salida había 100 metros que recorrer, la sensación que tenemos es que hemos corrido ya noventa y tantos. Ahora, todavía no ha terminado».
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José Capitão Pardal

Pela curiosidade aqui vos deixo uma pequena notícia sobre o “nosso” capote alentejano (a foto é de autor desconhecido e não acompanha a notícia).
 
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Digital – domingo, 10 de Janeiro de 2010 | 12:10
 
  

Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da «cabeça aos pés» envergando este traje.

A única fábrica de capotes no sul do localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho de .

É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos em todo o território nacional, noutros países da e na América.

José Alpedrinha começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade na feitura destes agasalhos.

Na época de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes. «Já chegámos a ter aqui na empresa setenta trabalhadores. Agora são só sete», conta José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que «o negócio vai bem e não tem sentido a crise».

Cada capote representa quatro horas de trabalho, só na parte da costura, e o preço não está acessível a todas as bolsas: «os capotes variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa», justifica.

«O capote vende-se no desde o início do século passado. Antigamente, era vestido por agricultores e trabalhadores rurais.

O capote cinzento escuro era para os senhores das terras – os latifundiários, os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde, que é uma cor recente, foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores», explicou José Alpedrinha.

Outrora a matéria-prima, o burel, provinha das indústrias de lanifícios da Beira Baixa. «Agora isso acabou. O burel já só é feito em Castanheira de Pêra, única fábrica em », conta.

O capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da e metrópoles mundiais «há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio».

Apesar do sucesso do capote alentejano, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça de vestuário, «gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade.

José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades.

«O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros».

Orlando Redondeiro tem uma loja em onde vende este tipo de artigos.

O frio rigoroso do passado mês de Dezembro levou à ruptura do stock de capotes que tinha para venda.

«Em poucos dias vendi cerca de cinquenta capotes. Este é um artigo que tem tido muita procura nos últimos anos.

Os clientes são da de e há também muitos espanhóis que vestem os capotes verdes para as montadas que realizam no vizinho», diz com satisfação Orlando, que também veste o capote desde os sete anos de idade.

Digital /

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José Capitão Pardal

Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de , deixo-vos a notícia inserta no do , de 20100105.

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O da criou a de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das e dos agrupamentos envolvidos no referido .

Compete ainda a esta garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de , bem como a articulação entre as e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.

O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo de Estudos em Humano da Católica do , enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo de em e Psicologia da de Évora.

No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de e de Curricular (DGIDC) definir o de que deve assegurar o acompanhamento científico.

Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou e, ainda, na apresentação de um relatório global, de âmbito nacional, a elaborar pela de Acompanhamento.

A de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director de do e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de do Campo Aberto (projecto Fénix), dois representantes da Secundária Rainha Santa Isabel de (projecto Turma Mais) e um representante da direcção de da área de intervenção da .

O Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao de projectos de para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.

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José Capitão Pardal

Uma notícia veiculada pelo jornal Hoy.es de 20091220, com muito interesse para os viajantes deste lado da fronteira.

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Al día hay dos vuelos a y Barcelona, pero el sector atisba demanda suficiente para otros destinos, eso sí, no diariamente.

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20.12.09 – 00:28 – CELESTINO J. VINAGRE | MÉRIDA.

«Montarse en un avión era raro hace algunos años para los extremeños pero ahora es cotidiano. Un aeropuerto aquí es una estupenda noticia para la región pero necesitamos más. Si tenemos más ofertas de vuelos, seguro que habrá más demanda».

Quien habla así es Ramos y sabe lo que dice. Es el de la Asociación de Agencias de Viajes y acaba de estar en una reunión en la que las agencias españolas han conocido que las compañías aéreas, «hasta las más modestas, están locas por abrir nuevos mercados. La crisis agobia y necesitan más clientes».

En lo que va de año, en España ha bajado un 12 por ciento el número de viajeros pero en , en esta semana, se ha levantado un debate tan intenso que deja un mensaje evidente: hay ganas y hay interés por contar con más vuelos desde territorio .

Arrancó con la información de que Ryanair se plantea venir y la respuesta de la Junta.

El Gobierno extremeño habla de una propuesta insuficiente de la empresa y que busca exclusividad, lo que estima inaceptable, a lo que la compañía replica que la Junta no ha querido reunirse con ellos y niega que su oferta sólo tenga vuelos con destino a Reus y, de ahí, a otros lugares.

La polémica ha disparado los comentarios en la edición digital de HOY -más de 540 en dos días-.

No hay una estimación de cuántas personas podrían usar el avión en pero el sector de viajes indica que más de los 81.000 del año pasado.

Ryanair es más contundente: «Potenciales clientes son el millón cien mil extremeños porque, con precios asequibles y rutas diversas, todos pueden viajar». Realidad «Claro que hay interés.

La gente está acostumbrada a viajar y desea tener en viajes de bajo coste o un poco más caros y poder ir a otros destinos además de y Barcelona», reflexiona Borja Núñez, director de una oficina de Halcón Viajes en . «Esos vuelos pueden funcionar, aunque no de manera regular, cada día o dos días.

Los viajes de temporadas, sobre todo en verano, seguro que tienen clientela», añade Juan José Cordero, director de Marsans.

Actualmente, Air Nostrum, filial de Iberia, ofrece dos vuelos diarios desde a y Barcelona.

El 29 de marzo dejó de ofrecer el de Bilbao debido al descenso de demanda.

Su acuerdo con la Junta acaba este 31 de diciembre y el Gobierno extremeño desea escuchar ofertas para el nuevo periodo de vuelos, aunque en abril el consejero de Fomento, José Luis Quintana, dijo que estaba satisfecho y deseaba prorrogar la colaboración hasta 2013.

Según el convenio, Air Nostrum, que opera en el aeropuerto extremeño desde el 2001, percibe 1,7 millones de euros al año. La colaboración se establece a través de un contrato publicitario por el que la compañía recibe ese dinero y, como contraprestación, exhibe en sus vuelos nacionales e internacionales logotipos o marcas extremeñas en los reposacabezas, los posavasos, las toallitas refrescantes y los manteles.

Además se emiten campañas promocionales en los aviones, a lo que se suma la distribución de material turístico entre los pasajeros, actividades de degustación gastronómica, enlace en la web de la compañía y la aparición de en su revista.

«Está bien ir a y Barcelona, pero hay pocos viajes, sus precios no son baratos, salvo que se reserven con mucho adelanto, y sus horarios son mejorables. Pero aparte de eso la gente quiere ir a otros sitios y eso se puede ofertar en porque hay clientela, no diaria pero sí por periodos concretos del año», añaden, de forma coincidente, los profesionales turísticos consultados por HOY.

Todos, por descontado, dan por frenado -no olvidado- el proyecto del aeropuerto de . Esos mismos expertos puntualizan: «El avión tiene futuro… hasta que llegue el AVE. Cuando sea así, los vuelos a perderán mucho sentido».

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José Capitão Pardal