MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Qua, 10/03/2010

Pela actualidade e para reflexão dos meus leitores  transcrevo este interessante artigo da autoria do Dr.

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professor_carlos_zorrinho

Diário do Sul, Visto do Alentejo 

2010/03/01

Desde há muito usada na linguagem sociológica e de e alinhada com outras expressões similares como actores , ou outros, a expressão “actores políticos” tem vindo a ganhar nos últimos tempos, por todo o mundo democrático e também em , um significado cada vez mais literal e menos figurativo.

A competição dos órgãos de generalistas de televisão ou imprensa escrita pela conquista do grande que lhe garante viabilidade é hoje desesperada.

Num tempo em que cada vez mais gente se torna autónoma da de massas e assume a escolha da por medida e de acordo com as suas necessidades e gostos, prender a atenção das grandes audiências é um desafio em que parece valer tudo, até mesmo “tirar olhos”, ou seja, manchar reputações por dá cá aquela capa ou aquela caixa.

Uma primeira etapa deste combate travou-se no plano das chamadas novelas da real, de que o “Big Brother” terá sido o mais marcante exemplo.

A questão é sempre a mesma.

Quando se quebra uma barreira torna-se difícil resistir à pressão para ir cada vez mais longe e para além da linha de fronteira do que parecia razoável e aceitável no ponto de partida.

Cada passo dado é primeiro uma novidade badalada e popular e depois, rapidamente, um “dejá vu” desinteressante e descartável clamando por alternativa.

No momento em que escrevo esta crónica muitos dos “actores políticos” em estão expostos perante a opinião pública em inquéritos e inquirições infindas e por vezes burlescas, mais focadas no espectáculo do que na prova ou na obtenção da verdade.

O Canal Parlamento é um sucesso de audiências e quem sabe, se assegurar alguns direitos de “exclusividade”, um dos maiores activos mediáticos sob gestão pública, suscitando em breve vorazes apetites de privatização.

A promoção exaustiva da exposição dos actores políticos é uma alternativa barata à investigação séria, à encenação ficcional e ao entretenimento distanciado da casa do poder, fundamental para deixar espaço ao exercício focado desse poder e permitir o seu escrutínio fundamentado.

Este súbito convocar dos políticos para serem actores de tempos mortos e dos “prime time” das televisões generalistas e dos jornais de grande circulação não é uma particularidade portuguesa.

Um pouco por todo o mundo este fenómeno está a acontecer.

Desde as fúrias de Gordon Brown às intimidades de Berlusconi e às patacoadas de Nicolas Fréche, passando pelos negócios do casal presidencial argentino ou aos problemas conjugais do Primeiro-ministro irlandês, tudo está nos guiões da actualidade, animando um jornalismo “voyeur” que por enquanto é barato, eficaz e cola milhões aos televisores ou às capas que fazem notícia.

Mas como tudo o que vive no território mediático esta moda vai passar depressa, deixando destroços fundos na credibilidade da e seguindo para outros palcos.

Na próxima ronda outros serão os actores.

Não tenho dotes de adivinhação mas a história faz-me suspeitar que quem toca agora à porta dos actores de circunstância, verá mais cedo ou mais tarde a sua porta ser tocada para receber convocatória.

Espero que esta suspeita não se confirme.

O espectáculo deve ser trabalho de actores profissionais, que os temos, bons e desaproveitados.

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José Capitão Pardal

Sem comentários.

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2010-03-01 in Portal do

Presidência do Conselho de Ministros

da Secretária de da Modernização Administrativa

Em 4 meses foram dispensadas cerca de 200 000 comunicações Medida Simplex poupa 5 milhões de euros às .

No âmbito do programa Simplex 2009 foi adoptada, desde 1 de Outubro de 2009, uma medida que permite, às comunicar actos obrigatórios de registo, apenas a uma única entidade, o que, passados 4 meses, revelou significar uma poupança, para as , de cerca de 5 milhões de euros.

Antes, as estavam obrigadas a transmitir a três entidades diferentes (Serviços de Registo, Serviços de e Serviços da Segurança ), por meios diferentes – papel e por via electrónica – a mesma .

Por exemplo, as comunicações resultantes de uma alteração na composição dos órgãos (mudança de gerente), da firma ou da sede ou a realização de uma operação de fusão eram transmitidas às três entidades referidas.

Com esta medida, adoptada e em vigor desde 1 de Outubro de 2009, as passaram a comunicar aquelas informações a uma única entidade – os serviços de registo – ficando estes com a incumbência de, posteriormente, comunicarem essas informações aos serviços de e da segurança .

Esta simplificação de procedimentos, que pode ser efectuada na , já permitiu que as e a segurança tivessem recebido, por este novo sistema, cerca de 200 000 alterações, o que significa uma poupança às na ordem de 5 milhões de euros em custos directos e indirectos.

Registe-se que esta medida Simplex eliminou burocracia desnecessária e deslocações a dois serviços da pública e contribui para a redução dos custos para as .

Trata-se, assim, de mais um contributo para libertar recursos, dar mais dinamismo à e eliminar custos de contexto, papel e deslocações, permitindo que as se concentrem em tarefas essenciais para a modernização, competitividade, geração de riqueza e criação de .

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José Capitão Pardal

cerezo05

Recomendando aos meus leitores uma visita à “Fiesta Cerezo em Flor” e à bonita de Valle del Jerte, no norte da espanhola, que se realiza entre os finais do mês de Março e os primeiros do mês de Abril.

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 05/03/2010 FAUSTINO MARTIN in EL PERIÓDICO   

Conseguir que la fiesta del Cerezo en Flor constituya un escaparate para toda la región”, es uno de los objetivos marcados por los asistentes a la reunión mantenida en la sede de la Sociedad para la Promoción y el Desarrollo del Valle del Jerte (Soprodevaje), entre cuyos participantes figuran: La Consejera de y , Leonor Flores, la Directora General de Holgado, el del citado grupo de desarrollo, Victor López, el de la mancomunidad de municipios, Félix Díaz, el de la Asociación de Rural (Aturvajerte), Luis Morán, y los componentes de la directiva de Soprodevaje.

Además en el encuentro de trabajo, fueron abordados los principales retos que tiene planteados el Valle del Jerte, en lo que concierne al sector turístico.

En este sentido Soprodevaje señaló ayer en una nota remitida este diario, que para potenciar la fiesta del Cerezo en Flor , los asistentes a la reunión convinieron que “se deberá optimizar sustancialmente la logística y coordinación de este evento, de cara a mejorar y potenciar la imagen” del mismo.

Por otra parte fueron analizadas “diferentes propuestas”, encaminadas a romper la estacionalidad, mejorar las infraestructuras relacionadas con el , “y potenciar la en la ”.

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José Capitão Pardal

A tecnologia será a mãe do nosso e os portugueses, ao longo dos tempos e nos mais recônditos lugares do mundo, sempre a souberam utilizar.

Nos de hoje não pode ser diferente. Eis uma amostra.

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logo_financas

Data: 2009-08-06 in iGOV Central 

O Portal das foi eleito pelos leitores da PC Guia como melhor site na categoria «Melhor Site de Serviço ».

É o terceiro ano consecutivo que a DGCI ganha este galardão.

No «Prémios Leitor PCGuia 2009», cuja selecção dos premiados resultou de votação exclusiva dos leitores da Revista de Informática PCGuia, foi atribuído pelo terceiro ano consecutivo à DGCI o 1.º Prémio na categoria «Melhor Site de Serviço », com o Portal das Finanças, e menções honrosas ao Portal do Cidadão e à DECO.

O Portal das Finanças continua assim a fornecer serviços e da preferência dos contribuintes, que desta forma estimulam as equipas envolvidas (DGCI e DGITA) a prosseguir no objectivo de dar respostas às necessidades dos cidadãos facilitando o cumprimento das suas obrigações.

A distinção referida reforça uma vez mais que vale a pena apostar na melhoria da qualidade dos serviços, e que não foi em vão o esforço despendido, mostrando-se a Tributária reconhecida pelo crédito que nela depositaram os eleitores que participaram no .

«A Pública online tem no site relacionado com a área das um dos seus melhores exemplos. O nosso reconheceu mais uma vez essa importância, atribuindo com o mesmo peso a menção honrosa ao Portal do Cidadão…»

in Revista PCGuia, Junho 2009.

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José Capitão Pardal

Este artigo tem como fim alertar os proprietários dos estabelecimentos hoteleiros para a necessidade de durante este ano pedirem a actualização da classificação dos seus hotéis, residenciais, pensões, etc.

– 2010/03/02

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Estes requisitos fazem parte de uma lista de 139 em que se baseará a reclassificação dos empreendimentos turísticos, neste caso os estabelecimentos hoteleiros, que poderão ter uma a cinco estrelas, consoante a classificação obtida nesta tabela.

A reclassificação dos empreendimentos turísticos resulta de uma legislação de 2008 (Decreto-Lei nº 39/2008), a qual determina que todos têm de ter uma nova designação, até ao final deste ano, a qual é atribuída pelo e .

Em relação aos estabelecimentos hoteleiros, a tabela de classificação aborda as características das instalações, do equipamento e imobiliário, do serviço, lazer, qualidade ambiental e urbanística.

Certas características são opcionais ou obrigatórias, consoante o número de estrelas dos estabelecimentos hoteleiros.

De acordo com a tabela, fica-se a saber que, para obter cinco estrelas, o estabelecimento hoteleiro tem de ter obrigatoriamente duas suites, um cofre na unidade do alojamento, secador de cabelo e roupão, kits na casa de banho superiores, com escova e pasta de dentes, lâmina e gel de barbear, lima de unhas e algodão de limpeza e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

O serviço num estabelecimento hoteleiro de cinco estrelas também presenteia os clientes com mordomias obrigatórias, como serviço de verificação de quartos para a noite, com abertura de cama, troca de toalhas e limpeza, um pequeno almoço “a-la-carte” nos quartos, um porteiro, um serviço de “valet parking” e de transporte de bagagens.

Os aldeamentos turísticos também têm uma tabela própria, com 110 requisitos, da qual resulta a sua classificação nas categorias de três a cinco estrelas.

Os estabelecimentos com mais estrelas têm de ter determinadas características, como casa de banho privativa, cofre na unidade de alojamento e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

Com cinco estrelas, os aldeamentos turísticos têm de garantir a limpeza e arrumação diária das unidades de alojamento, mudança diária de toalhas a pedido do cliente, bem como mudança de roupa a pedido do cliente.

Existe ainda uma tabela para os apartamentos turísticos, com 109 requisitos, que classifica estes estabelecimentos com três, quatro ou cinco estrelas.

Dos mais de 2000 empreendimentos turísticos que operam em , apenas 156 já obtiveram a sua reclassificação ao abrigo da nova lei, obrigatória até ao final do ano e que irá terminar com tipologias como motéis, pensões, estalagens ou albergarias.

A nova legislação foi publicada há dois anos (07 de Março de 2008) e definiu um novo regime jurídico para reclassificar os empreendimentos turísticos.

Esta reclassificação reduz a quantidade de tipologias, acabando com pensões, estalagens, albergarias e motéis que passam a “estabelecimentos hoteleiros” ou, quando não respeitem os requisitos necessários, a “alojamento ”.

Para tal, os operadores têm de submeter o seu pedido de reclassificação ao de (IT) que, até ao momento, recebeu 294 pedidos de reconversão e de classificação ao abrigo da nova lei, segundo fonte deste organismo do da , da e do .

Destes pedidos, 156 já tiveram resposta positiva e, segundo fonte do IT, “têm sido muito poucos os casos de empreendimentos que não conseguem reconverter-se em empreendimentos turísticos”, não existindo mais de seis casos, até porque “a intenção do legislador foi a de abarcar a realidade existente”.

Os empreendimentos são os mesmos, mas, a partir de Janeiro do próximo ano, terão de estar integrados como estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos (“resorts”), empreendimentos de de habitação, empreendimentos de no espaço rural, parques de campismo e de caravanismo e empreendimentos de da natureza.

A nova lei veio ainda criar a classificação de “alojamento ”, na qual se incluem “as moradias, apartamentos e estabelecimentos de hospedagem que, dispondo de autorização de utilização, prestem serviços de alojamento temporário, mediante remuneração, mas não reúnam os requisitos para serem considerados empreendimentos turísticos”.

Estes estabelecimentos – que têm de estar registados nas câmaras municipais – devem, contudo, “respeitar os requisitos mínimos de segurança e higiene”.

A mudança no sector reflectiu-se, para já, na publicação de vária legislação: dois decretos-lei e uma portaria. O prazo para a reconversão dos empreendimentos turísticos foi alargado para o final deste ano – inicialmente, o processo tinha de estar concluído no último dia de 2009 – e as taxas de reconversão deixaram de ter custos.

Esta reclassificação é obrigatória, estando previsto um conjunto de contra-ordenações entre os 100 e os 44 891 euros para os incumpridores.
Estão igualmente definidas sanções acessórias que, nos casos mais graves – empreendimentos ou instalações onde são prestados serviços de alojamento turístico sem título válido -, podem resultar no encerramento, pelo prazo máximo de dois anos.

Dados da dos Hotéis de (AHP) indicam que existem 2028 operadores turísticos, os quais asseguram 117 565 quartos e 264 037 camas.


(ES)

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José Capitão Pardal

 
, 25 fev () – A produtora de Porta de Catarina, de , que exporta metade da sua produção, pretende reforçar as vendas para o mercado dos Unidos, revelou hoje fonte da .

Em declarações à Agência , o sócio-gerente da , José Poeiras, adiantou que a Porta de Catarina já conquistou clientes em vários países, sobretudo nos Unidos, Luxemburgo, e Bélgica.

“A nossa produção de vinhos de qualidade é reduzida, por isso, é complicado avançar para outros mercados”, referiu José Poeiras, que é também o enólogo da , acrescentando que, “apesar disso, há intenção de reforçar as vendas para o mercado dos Unidos”.

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José Capitão Pardal

Para os amantes das actividades taurinas aqui deixo uma óptima notícia sobre o ciclo “Conferências taurinas em ” a realizar no Pequeno. 

Vide de 20100225

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20100222015122_Campo+Pequeno@night

O tema da conferência de abertura, “Da selecção de vacas e sementais até à . O conceito de bravura”, será desenvolvido pelo Ganadeiro Joaquim Murteira Grave, e o debate será moderado por Tancredo Pedroso.

A corrida à portuguesa estará em debate na segunda conferência com a abordagem dos temas “Toureio a cavalo à portuguesa: em vias de extinção?”, a cargo dos Cavaleiros da e Salvador e “Ser Forcado: Uma Filosofia de ?”, da responsabilidade dos Forcados Franco e Vasco Dotti, sob a moderação de Pereira.

O ciclo encerra com ao tema “A corrida integral e os principais Cânones do toureio”, sendo conferencistas o Matador de Toiros Coelho e o Novilheiro Gomes, sob moderação do Coronel José Henriques.

As conferências decorrerão no Salão Nobre da de Toiros do Pequeno, e terão início às 21 horas.

O acesso às conferências é gratuito, mas sujeito a inscrição.

(ES)

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José Capitão Pardal

Afinal o Sr. Almunia não é dono da verdade e portou-se muito mal para com .

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El FMI destaca las diferencias entre España y Grecia

El organismo destaca la solidez de la economía española y respalda los argumentos del

EL PAÍS | EFE - / Washington – 18/02/2010

La credibilidad de la economía española ha ganado enteros en las últimas horas.
Después de colocar con éxito más de 12.500 millones en deuda en los últimos tres días y de mantener la máxima calificación de las agencias de rating, ahora es el Fondo Monetario Internacional (FMI) el que destaca las diferencias entre la situación financiera de Grecia y la de España o .
 
El FMI ha subrayado este jueves la solidez de las instituciones y la credibilidad de España y , que hacen que su posición sea diferente que la de Grecia.
“Respecto a y España, vemos diferencias en sus circunstancias y las de otras partes de la ”, ha asegurado hoy David Hawley, un portavoz del FMI, en respuesta a la posibilidad de contagio de los problemas de Grecia a esos dos países.

Hawley dijo que tanto España como cuentan con unas estadísticas económicas y unas instituciones “robustas”, tienen buenos historiales de política y credibilidad y sus situaciones fiscales de partida eran fuertes.

Éste es, precisamente, el mensaje que ha llevado el secretario de de Economía, José Campa, en su gira por EE UU.

Estas declaraciones del FMI, que hasta el momento se había mantenido en silencio sobre el de estos países, refuerza las tesis del de José Luis Rodríguez Zapatero, que no se ha cansado de repetir que la situación está lejos de ser similar.

De hecho, España aprovechó su participación en el grupo de quienes desde la UE decidieron ayudar a Grecia para subrayar la solvencia de la economía española y la distancia que la separa de la situación helena.

El propio semanario británico The Economist, que no se encuentra precisamente en la cuerda del , ya reconoció en una serie de tres artículos muy críticos con Rodríguez Zapatero que el endeudamiento de España y la situación de su sector financiero no tienen nada que ver.

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José Capitão Pardal

Mais um evento que dignifica o e a .

Portel vai estar em festa e convida todos os forasteiros a “provar” as iguarias do seu gastronómico.

Uma sugestão para um fim de semana bem passado, bem “comido” e bem “regado”, com bom alentejano e de , se possível.

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barandarea

Momento para reflectir a e para provar os comeres alentejanos. Um encontro que se faz, ainda, em torno das tasquinhas com prova das iguarias da região.

Café | sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

O IV Congresso das Açordas vai decorrer de 5 a 7 de Março em Portel.

O encontro reúne especialistas para debater e reflectir a importância da .

O da autarquia, Norberto Patinho, explica que o principal objectivo da iniciativa é «chamar a atenção para a importância da nossa , portanto ela pretende ser um momento de debate, de reflexão, sobretudo sobre o papel da no da nossa região.

Queremos, também, ter um momento de alguma actividade em torno da açorda».

Paralelamente ao IV Congresso das Açordas, decorrerá também o 3º Escolar «Pão e ». O autarca comenta que através desta iniciativa pretende-se premiar a do concorrente utilizando uma matéria-prima genuína, no caso vertente, o pão.

O certame faz-se, ainda, com uma mostra da doçaria e dos pratos tradicionais alentejanos, como a açorda. 

Na animação musical destaque para a actuação de grupos tradicionais da região.

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José Capitão Pardal

NOTÍCIA DO DIA:

: Guerreiro nomeado da da Unidade de Saúde

09-fev-2010 in “DianaFM”
O universitário Guerreiro foi nomeado do conselho de da Unidade de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), disse hoje à agência fonte hospitalar.

De acordo com a mesma fonte, o docente da de Évora exercia as funções de vogal no anterior conselho de da ULSNA.A nomeação de Guerreiro, de 41 anos, surgiu na sequência do pedido de demissão, apresentado em novembro do ano passado, do antigo do conselho de da ULSNA, .

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Ao nomeado os meus votos pessoais de um frutuoso trabalho.

 


José Capitão Pardal

Sem comentários vos deixo a notícia inserta no jornal “Correio do ”.

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quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 – 17h02

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Cordovil, vogal executivo da directiva do , é o novo da de Coordenação e (CCDR) do , sucedendo a Leal Monteiro, que não foi reconduzida no cargo, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a CCDR revela que de Deus Cabral Cordovil, de 59 anos, foi nomeado pelo para presidir ao organismo, de cujo quadro de pessoal faz parte, como Técnico Superior Assessor.

A anterior da CCDR , Leal Monteiro, terminou a sua de serviço no final de Janeiro e não foi reconduzida.

O despacho governamental que formaliza a nomeação do novo foi divulgado hoje pela CCDR, estando Cordovil em funções desde o início do mês.

Até agora, além de vogal executivo do programa operacional da região do (), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (), o responsável era coordenador da Intervenção Desconcentrada do , Formação e (QCAIII). Licenciado em , pelo Instituto Superior de e Gestão (ISEG) da Técnica de , Cordovil reside no desde 1977.

De entre as funções que já desempenhou, nomeadamente em Gabinetes de Apoio Técnico às Autarquias Locais (GAT), o novo da CCDR foi consultor independente de e instituições públicas, regionais e nacionais, como a Somincor (das minas de Castro ).

Em Abril de 2000, foi nomeado Coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do , Formação e do (com estatuto de Encarregado de Missão).

Cordovil continuava a exercer este cargo, que acumulou, até Junho de 2001, com as funções de da Unidade de Gestão do Fundo de Apoio ao Investimento no (FAIA).

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José Capitão Pardal

Deixo-vos este agradável texto do Martins, inserto na última edição da revista “Única”, do jornal Expresso, sobre a Quinta do Carmo (quinta e marca de vinhos).

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Esta propriedade tem uma grande história para contar – Os rótulos começam nos anos 70 e vêm até à actualidade

Martins 7:41 Quarta-feira, 27 de Jan de 2010

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Localizada perto de , a quinta surpreende o visitante pela belíssima traça da enorme casa e pelo espaço envolvente.

É, na minha opinião, a que melhor reproduz o conceito bordalês de Château, com a adega por perto e uma ideia de luxo rural de bom gosto.

Tal é bem notório numa visita ao site www.donamaria.pt.

A marca Quinta do Carmo pertence hoje à Bacalhôa Vinhos feita com vinhos que não provêm da quinta e os vinhos da quinta propriamente dita passaram a ter a designação Dona .

É confuso mas é a consequência de negócios em que o “peso” de uma marca se sobrepõe à origem do .

A quinta é muito antiga (séc. XVIII) e um dos seus proprietários, John Reynolds – que já era dono da do Mouchão – ficou na posse da quinta por ter casado com d’Andrade Bastos. O actual proprietário, Júlio Bastos, é descendente desta família.

A história dos Reynolds do Mouchão vem bem documentada no livro “Memórias do ”, de de Almeida e Laureano.

Da ligação familiar Mouchão/Carmo resultou também o uso comum da casta Alicante Bouschet, durante décadas apenas plantada nestas propriedades e é hoje, assumidamente, uma das boas variedades alentejanas.

Os vinhos Quinta do Carmo só começaram a ter maior notoriedade nos anos 80, quando (JPR) assumiu a condução enológica.

Antes não ostentavam sequer data de colheita, como é o caso do rótulo mais antigo aqui reproduzido. Sugiram então os famosos Garrafeira, ainda hoje passíveis de compra, principalmente em leilão.

No início dos anos 90 foi feita uma com a família Rothschild (Lafite), saiu JPR, foi arrancado o Alicante Bouschet, tida como casta menor (o que é verdade em ) e os vinhos perderam brilho.

À força do arranque das antigas e das plantações novas, vulgarizou-se o mas, mais recentemente, voltou a plantar-se Alicante Bouschet, quando finalmente se percebeu que a casta tem particularidades na planície que não tem no sul da , de onde é originária.

Os Rothschild fizeram, entretanto, uma com Joe Berardo (que comprou a parte de Júlio Bastos) mas o dono da Bacalhôa comprou finalmente a parte dos franceses que, assim, abandonaram o projecto.

A marca, essa, continua, com vinhos produzidos na de , com um branco de grande aceitação no mercado (PVP €8), um tinto que não tem hoje a procura que teve (2005 – PVP €11) e um Reserva (2005 – PVP €30) que nasceu no ano 2000 e que mostra o estilo francês (ou bordalês) de fazer , com barricas excelentes, algumas notas animais à mistura mas com muita finura.

Faltavam dois para o Natal quando participei numa prova vertical de Quinta do Carmo com uma particularidade curiosa: todos os vinhos foram provados em garrafa normal e magnum (litro e meio). Faz todo o sentido uma prova assim porque a evolução em magnum é mais lenta e isso favorece os vinhos antigos (já que nos novos não se nota diferença significativa).

Neste caso, e salvo o Garrafeira 87, as diferenças, estranhamente, foram mínimas o que nos diz quer não haverá grande diferença entre a prova nos dois formatos.

Resultados da prova? Um 87 grandioso, 88 e 89 em perfeito de saúde e, de seguida, um longo período de vinhos menos conseguidos (mas com saúde), resultantes das vinhas muito novas: 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99, 2000, 01 e 02.

A partir de 2003 a qualidade volta a subir e os Reserva (que começaram em 2000) são vinhos de bom porte.

(Texto publicado na Revista Única do expresso de 23 de Janeiro de 2010)

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José Capitão Pardal

NOTÍCIA DE ÚLTIMA  in Rádio Online versão para impressão
26-Jan-2010

O da Entidade de do (ERT), José Ceia da , assegurou hoje que está disponível para se assumir como o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

Image“A ERT está disponível para se assumir como patrocinador da Volta ao em Bicicleta, arranjando os financiadores, os financiamentos comunitários para a componente da promoção e os sponsors”, disse.

A de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), entidade que organizava o evento iniciado em 1982, anunciou hoje que não vai haver “” em 2010, devido a problemas financeiros, esperando que “seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da corrida já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo”.

O da ETR do confirmou a existência de contactos, recentes, da AMDE sobre a prova a realizar este ano, considerando que “não é com três meses de antecedência que se prepara uma iniciativa desta envergadura”.

“Nós temos que ter condições e tempo para analisar a promoção desta prova”, disse, reafirmando que a ERT está disponível para ser o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

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José Capitão Pardal

Mais uma curiosidade sobre o “nosso” , neste caso sobre as botas alentejanas.

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As botas alentejanas protegiam os pés e parte da perna dos rigores da no .

Hoje, as botas, são mais um adorno do que um sapato de trabalho.

Perderam peso e ganharam um desenho mais moderno.

Grilo começou a fazer botas alentejanas por medida aos 12 anos e nunca mais deixou.

É com prazer que fala da sua actividade tradicional, onde gosta de inovar. De Cuba, no , chegou ao mundo através da persistência.

Sara Pelicano | sábado, 9 de Janeiro de 2010

Na vila de Cuba, , há 25 anos atrás, enquanto os jovens de 12 anos lançavam o peão, brincavam ao berlinde, Grilo passava as férias de Verão a trabalhar com um sapateiro.

Deu, assim, os primeiros passos na de fazer sapatos. Rápido, os sapatos tornaram-se a actividade diária de Grilo.

Passados 25 anos, o sapateiro tem um negócio de sucesso produzindo botas alentejanas por medida, entre outros sapatos. É com orgulho que fala do seu ofício e, vincando este gosto, brinca comentado que «continua de férias». Isto porque continua a entregar-se à sua profissão com o entusiasmo de um jovem de 12 anos numas férias de Verão.

A oficina deste sapateiro de 37 anos localiza-se numa típica casa : rés-do-chão, fachada pintada de branco com friso azul a contornar porta e janelas. O silêncio da rua é quebrado quando se abre a porta da casa.

trabalha ao som da música que o rádio emite como é comum em casa de sapateiro. Amontoa-se o couro, sobretudo de vaca, linhas de coser sapatos, canos de botas já talhados à espera de um pé para fazer a base e, por fim, numa prateleira uma pequena mostra do que são as botas alentejanas deste jovem sapateiro.

«Tudo o que faço já está vendido», conta Grilo revelando que «já teve de abandonar algumas feiras porque depois não consegue responder a todas as encomendas». ‘Não tem ninguém que o ajude?’

«Já tive alguns colaboradores. Mas tirar medidas de pés, alguns com problemas, e moldar os materiais não são tarefas fáceis. E, depois, há as dores nas costas, que ninguém gosta.

Ora, hoje em dia poucas pessoas estão predispostas para este trabalho», diz. Após uma pequena pausa no discurso, remata: «O ofício está dentro da pessoa».

A vila onde nasceu e tem vivido grande parte do tempo é o «onde faz sentido fazer as botas alentejanas», confessa o artesão. Contudo os largos quilómetros que o separam dos grandes centros urbanos não o impediram de levar a sua a todo o país e também além fronteiras.

afirma orgulhoso: «Sozinho, consegui chegar a 31 países». Todos os meses ruma ao Norte para comprar material de fabrico. É lá que se encontram as fábricas e «como não há sapateiros, não há vendedores que se desloquem às terras».

Quebrar distâncias parece, assim, ser uma outra deste jovem artesão. O recurso à tem sido uma outra forma de ‘sair’ de Cuba. «Tenho as minhas botas espalhadas em muitos sítios da . Uma rápida pesquisa e encontra-se logo o meu nome», comenta enquanto retoma o trabalho.

A pele que molda é semelhante à de uma zebra. sabe que é estranha e antes mesmo da pergunta diz: «Gosto de inovar».

Este ano quero pegar no tradicional e dar-lhe nova confecção, brincar com as cores. Afinal tudo o que seja calçado eu faço porque gosto» e continua: «As actividades tradicionais pecam por não querer inovar por não saber brincar e, às vezes, basta mudar a cor da pele».

Um par de botas alentejanas hoje em dia-a-dia é mais um adorno do que um sapato de trabalho. Procuradas por diversos estratos , Grilo vai respondendo às exigências dos seus clientes em encomendas muitas vezes feitas por telefone.

«Faço vários pares ao mesmo tempo. Um par levaria dois sempre mais do que oito horas de trabalho. Eu entendi que devia começar o maior número de pares e ir acabando, assim é possível ter sempre um par de botas. Dou assistência durante toda a das botas».

Antigamente este calçado chegava a pesar três quilos, hoje um número 40 pesa perto de dois quilogramas.

Grilo confessa que nunca teve apoios ou incentivos à sua actividade. E revela que quando começou o ofício existia mais aptidão dos municípios para mostrar as artes tradicionais do concelho de Cuba e lamenta que esse interesse se tenha desvanecido.

«Nessa altura [há 20 anos atrás] gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.

O que é pena porque se o município divulgar um pouco essas actividades gera e trabalho e, assim, este saber fica um pouco no meu segredo».

considera que as artes tradicionais vão sobreviver quando houver uma mudança de mentalidade na e se coloque o gosto por um ofício à frente dos lucros. Este trabalho «para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho».

Nunca tive apoios de ninguém e não há grandes incentivos. A nível já tivemos uma pessoa na câmara. Há 20 anos, uma pessoa que tinha aptidão por estas coisas.

Nessa altura gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.

Se o município divulgar um pouco essas actividades gera e trabalho e assim fica um pouco no meu segredo. Para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho.

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José Capitão Pardal

20-jan-2010 – DianaFM

O terceiro congresso da de Profissionais de de decorre em Outubro nas cidades alentejanas de Évora e .

Alexandra Osório, da direcção da , adiantou à que o congresso, aberto a todos os profissionais do , decorre de 15 a 17 de Outubro, subordinado ao tema “Criar valor – Promover a Mudança”.

A responsável indicou que o congresso pretende debater os problemas dos profissionais de nas várias vertentes, com destaque para a formação e valorização profissional.

O da do , Ceia da , manifestou agrado em receber este evento “decisivo e importante, para que os profissionais do tenham uma palavra a dizer em relação às políticas nacionais do ”.

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José Capitão Pardal