


Sem comentários vos deixo a notícia inserta no jornal “Correio do Alentejo”.
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quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 – 17h02

João Cordovil, vogal executivo da comissão directiva do INAlentejo, é o novo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, sucedendo a Maria Leal Monteiro, que não foi reconduzida no cargo, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a CCDR Alentejo revela que João de Deus Cabral Cordovil, de 59 anos, foi nomeado pelo Governo para presidir ao organismo, de cujo quadro de pessoal faz parte, como Técnico Superior Assessor.
A anterior presidente da CCDR Alentejo, Maria Leal Monteiro, terminou a sua comissão de serviço no final de Janeiro e não foi reconduzida.
O despacho governamental que formaliza a nomeação do novo presidente foi divulgado hoje pela CCDR, estando João Cordovil em funções desde o início do mês.
Até agora, além de vogal executivo do programa operacional da região do Alentejo (INAlentejo), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o responsável era coordenador da Intervenção Desconcentrada do Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (QCAIII). Licenciado em Economia, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa, João Cordovil reside no Alentejo desde 1977.
De entre as funções que já desempenhou, nomeadamente em Gabinetes de Apoio Técnico às Autarquias Locais (GAT), o novo presidente da CCDR foi consultor independente de empresas e instituições públicas, regionais e nacionais, como a Somincor (das minas de Castro Verde).
Em Abril de 2000, foi nomeado Coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do Emprego, Formação e Desenvolvimento Social do Alentejo (com estatuto de Encarregado de Missão).
João Cordovil continuava a exercer este cargo, que acumulou, até Junho de 2001, com as funções de presidente da Unidade de Gestão do Fundo de Apoio ao Investimento no Alentejo (FAIA).
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José Capitão Pardal
Deixo-vos este agradável texto do João Paulo Martins, inserto na última edição da revista “Única”, do jornal Expresso, sobre a Quinta do Carmo (quinta e marca de vinhos).
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Esta propriedade alentejana tem uma grande história para contar – Os rótulos começam nos anos 70 e vêm até à actualidade
João Paulo Martins 7:41 Quarta-feira, 27 de Jan de 2010

Localizada perto de Estremoz, a quinta surpreende o visitante pela belíssima traça da enorme casa e pelo espaço envolvente.
É, na minha opinião, a que melhor reproduz o conceito bordalês de Château, com a adega por perto e uma ideia de luxo rural de bom gosto.
Tal é bem notório numa visita ao site www.donamaria.pt.
A marca Quinta do Carmo pertence hoje à Bacalhôa Vinhos feita com vinhos que não provêm da quinta e os vinhos da quinta propriamente dita passaram a ter a designação Dona Maria.
É confuso mas é a consequência de negócios em que o “peso” de uma marca se sobrepõe à origem do vinho.
A quinta é muito antiga (séc. XVIII) e um dos seus proprietários, John Reynolds – que já era dono da Herdade do Mouchão – ficou na posse da quinta por ter casado com Isabel d’Andrade Bastos. O actual proprietário, Júlio Bastos, é descendente desta família.
A história dos Reynolds do Mouchão vem bem documentada no livro “Memórias do Vinho”, de Maria João de Almeida e Paulo Laureano.
Da ligação familiar Mouchão/Carmo resultou também o uso comum da casta Alicante Bouschet, durante décadas apenas plantada nestas propriedades e é hoje, assumidamente, uma das boas variedades alentejanas.
Os vinhos Quinta do Carmo só começaram a ter maior notoriedade nos anos 80, quando João Portugal Ramos (JPR) assumiu a condução enológica.
Antes não ostentavam sequer data de colheita, como é o caso do rótulo mais antigo aqui reproduzido. Sugiram então os famosos Garrafeira, ainda hoje passíveis de compra, principalmente em leilão.
No início dos anos 90 foi feita uma associação com a família Rothschild (Lafite), saiu JPR, foi arrancado o Alicante Bouschet, tida como casta menor (o que é verdade em França) e os vinhos perderam brilho.
À força do arranque das antigas e das plantações novas, vulgarizou-se o vinho mas, mais recentemente, voltou a plantar-se Alicante Bouschet, quando finalmente se percebeu que a casta tem particularidades na planície que não tem no sul da França, de onde é originária.
Os Rothschild fizeram, entretanto, uma associação com Joe Berardo (que comprou a parte de Júlio Bastos) mas o dono da Bacalhôa comprou finalmente a parte dos franceses que, assim, abandonaram o projecto.
A marca, essa, continua, com vinhos produzidos na zona de Estremoz, com um branco de grande aceitação no mercado (PVP €8), um tinto que não tem hoje a procura que teve (2005 – PVP €11) e um Reserva (2005 – PVP €30) que nasceu no ano 2000 e que mostra o estilo francês (ou bordalês) de fazer vinho, com barricas excelentes, algumas notas animais à mistura mas com muita finura.
Faltavam dois dias para o Natal quando participei numa prova vertical de Quinta do Carmo com uma particularidade curiosa: todos os vinhos foram provados em garrafa normal e magnum (litro e meio). Faz todo o sentido uma prova assim porque a evolução em magnum é mais lenta e isso favorece os vinhos antigos (já que nos novos não se nota diferença significativa).
Neste caso, e salvo o Garrafeira 87, as diferenças, estranhamente, foram mínimas o que nos diz quer não haverá grande diferença entre a prova nos dois formatos.
Resultados da prova? Um 87 grandioso, 88 e 89 em perfeito estado de saúde e, de seguida, um longo período de vinhos menos conseguidos (mas com saúde), resultantes das vinhas muito novas: 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99, 2000, 01 e 02.
A partir de 2003 a qualidade volta a subir e os Reserva (que começaram em 2000) são vinhos de bom porte.
(Texto publicado na Revista Única do expresso de 23 de Janeiro de 2010)
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José Capitão Pardal
| NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA in Rádio Portalegre Online | ![]() |
| 26-Jan-2010 | |
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O presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo (ERT), António José Ceia da Silva, assegurou hoje que está disponível para se assumir como o promotor da Volta ao Alentejo em Bicicleta em 2011.
A Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), entidade que organizava o evento iniciado em 1982, anunciou hoje que não vai haver “Alentejana” em 2010, devido a problemas financeiros, esperando que “seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da corrida já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo”. O presidente da ETR do Alentejo confirmou a existência de contactos, recentes, da AMDE sobre a prova a realizar este ano, considerando que “não é com três meses de antecedência que se prepara uma iniciativa desta envergadura”. “Nós temos que ter condições e tempo para analisar a promoção desta prova”, disse, reafirmando que a ERT está disponível para ser o promotor da Volta ao Alentejo em Bicicleta em 2011. ………………….///……………………… |
José Capitão Pardal
Mais uma curiosidade sobre o “nosso” Alentejo, neste caso sobre as botas alentejanas.
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As botas alentejanas protegiam os pés e parte da perna dos rigores da vida no campo.
Hoje, as botas, são mais um adorno do que um sapato de trabalho.
Perderam peso e ganharam um desenho mais moderno.
Mário Grilo começou a fazer botas alentejanas por medida aos 12 anos e nunca mais deixou.
É com prazer que fala da sua actividade tradicional, onde gosta de inovar. De Cuba, no Alentejo, chegou ao mundo através da persistência.
Sara Pelicano | sábado, 9 de Janeiro de 2010
Na vila de Cuba, Alentejo, há 25 anos atrás, enquanto os jovens de 12 anos lançavam o peão, brincavam ao berlinde, Mário Grilo passava as férias de Verão a trabalhar com um sapateiro.
Deu, assim, os primeiros passos na arte de fazer sapatos. Rápido, os sapatos tornaram-se a actividade diária de Mário Grilo.
Passados 25 anos, o sapateiro tem um negócio de sucesso produzindo botas alentejanas por medida, entre outros sapatos. É com orgulho que fala do seu ofício e, vincando este gosto, brinca comentado que «continua de férias». Isto porque continua a entregar-se à sua profissão com o entusiasmo de um jovem de 12 anos numas férias de Verão.
A oficina deste sapateiro de 37 anos localiza-se numa típica casa alentejana: rés-do-chão, fachada pintada de branco com friso azul a contornar porta e janelas. O silêncio da rua é quebrado quando se abre a porta da casa.
Mário trabalha ao som da música que o rádio emite como é comum em casa de sapateiro. Amontoa-se o couro, sobretudo de vaca, linhas de coser sapatos, canos de botas já talhados à espera de um pé para fazer a base e, por fim, numa prateleira uma pequena mostra do que são as botas alentejanas deste jovem sapateiro.
«Tudo o que faço já está vendido», conta Mário Grilo revelando que «já teve de abandonar algumas feiras porque depois não consegue responder a todas as encomendas». ‘Não tem ninguém que o ajude?’
«Já tive alguns colaboradores. Mas tirar medidas de pés, alguns com problemas, e moldar os materiais não são tarefas fáceis. E, depois, há as dores nas costas, que ninguém gosta.
Ora, hoje em dia poucas pessoas estão predispostas para este trabalho», diz. Após uma pequena pausa no discurso, remata: «O ofício está dentro da pessoa».
A vila alentejana onde nasceu e tem vivido grande parte do tempo é o local «onde faz sentido fazer as botas alentejanas», confessa o artesão. Contudo os largos quilómetros que o separam dos grandes centros urbanos não o impediram de levar a sua arte a todo o país e também além fronteiras.
Mário afirma orgulhoso: «Sozinho, consegui chegar a 31 países». Todos os meses ruma ao Norte para comprar material de fabrico. É lá que se encontram as fábricas e «como não há sapateiros, não há vendedores que se desloquem às terras».
Quebrar distâncias parece, assim, ser uma outra arte deste jovem artesão. O recurso à Internet tem sido uma outra forma de ‘sair’ de Cuba. «Tenho as minhas botas espalhadas em muitos sítios da Internet. Uma rápida pesquisa e encontra-se logo o meu nome», comenta enquanto retoma o trabalho.
A pele que molda é semelhante à de uma zebra. Mário sabe que é estranha e antes mesmo da pergunta diz: «Gosto de inovar».
Este ano quero pegar no tradicional e dar-lhe nova confecção, brincar com as cores. Afinal tudo o que seja calçado eu faço porque gosto» e continua: «As actividades tradicionais pecam por não querer inovar por não saber brincar e, às vezes, basta mudar a cor da pele».
Um par de botas alentejanas hoje em dia-a-dia é mais um adorno do que um sapato de trabalho. Procuradas por diversos estratos sociais, Mário Grilo vai respondendo às exigências dos seus clientes em encomendas muitas vezes feitas por telefone.
«Faço vários pares ao mesmo tempo. Um par levaria dois dias sempre mais do que oito horas de trabalho. Eu entendi que devia começar o maior número de pares e ir acabando, assim é possível ter sempre um par de botas. Dou assistência durante toda a vida das botas».
Antigamente este calçado chegava a pesar três quilos, hoje um número 40 pesa perto de dois quilogramas.
Mário Grilo confessa que nunca teve apoios ou incentivos à sua actividade. E revela que quando começou o ofício existia mais aptidão dos municípios para mostrar as artes tradicionais do concelho de Cuba e lamenta que esse interesse se tenha desvanecido.
«Nessa altura [há 20 anos atrás] gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do artesanato do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.
O que é pena porque se o município divulgar um pouco essas actividades gera emprego e trabalho e, assim, este saber fica um pouco no meu segredo».
Mário considera que as artes tradicionais vão sobreviver quando houver uma mudança de mentalidade na sociedade e se coloque o gosto por um ofício à frente dos lucros. Este trabalho «para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho».
Nunca tive apoios de ninguém e não há grandes incentivos. A nível local já tivemos uma pessoa na câmara. Há 20 anos, uma pessoa que tinha aptidão por estas coisas.
Nessa altura gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do artesanato do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.
Se o município divulgar um pouco essas actividades gera emprego e trabalho e assim fica um pouco no meu segredo. Para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho.
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José Capitão Pardal
20-jan-2010 – DianaFM
O terceiro congresso da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal decorre em Outubro nas cidades alentejanas de Évora e Estremoz.
Alexandra Osório, da direcção da associação, adiantou à Lusa que o congresso, aberto a todos os profissionais do turismo, decorre de 15 a 17 de Outubro, subordinado ao tema “Criar valor – Promover a Mudança”.
A responsável indicou que o congresso pretende debater os problemas dos profissionais de turismo nas várias vertentes, com destaque para a formação e valorização profissional.
O presidente da Turismo do Alentejo, Ceia da Silva, manifestou agrado em receber este evento “decisivo e importante, para que os profissionais do turismo tenham uma palavra a dizer em relação às políticas nacionais do turismo”.
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José Capitão Pardal
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Mais um exemplo da qualidade diversificada do “tuga”, quando em competição com “o que se faz lá fora” .………………………///…………………….. |
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| Escrito por CienciaPT | |
| 05-Jan-2010 | |
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Uma imagem da Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico Luís Miguel Santo o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das “Galilean Nights”, um dos projectos-chave do Ano Internacional da Astronomia.
A fotografia, captada na Atalaia (Montijo), foi a vencedora da competição “Beyond Earth” (”Para além da Terra”), que juntou imagens do Universo captadas por todo o globo. Os participantes foram desafiados a obter imagens dos objectos astronómicos estudados por Galileu Galilei, o cientista que há 400 anos protagonizou as primeiras observações do céu realizadas através de um telescópio e que inspirou a Organização das Nações Unidas a decretar 2009 como o Ano Internacional da Astronomia. “O objecto que Galileu observou e que escolhi foi a nebulosa de Orion, também conhecida como o objecto de Messier 42 (M42) e que está enquadrada com outra nebulosa (NGC1977), denominada na gíria “Running Man” (olhando na zona azul, e com alguma imaginação, vemos um indivíduo a correr, tal como o nome em inglês sugere). Existe ainda uma zona de concentração de estrelas denominada trapézio, pela sua disposição, que foi objecto de estudo de Galileu”, explica Luís Miguel Santo. “A Nebulosa de Orion (zona avermelhada em baixo na fotografia), pertence à constelação de Orion, e é denominada uma nebulosa de emissão (nuvem de gás ionizado que emite luz de várias cores) dada a presença, entre outros, de enormes quantidades de hidrogénio, a principal matéria-prima das estrelas. É uma zona conhecida como profícua na criação de estrelas. A nebulosa NGC1977 é uma nebulosa de reflexão; nuvens de poeira que simplesmente reflectem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas, e como tal apresenta uma coloração azulada”, revela o astrónomo amador. A fotografia foi captada em final de Outubro, na Atalaia. “É um local que, apesar de não ser perfeito pela presença (infelizmente cada vez maior) da poluição luminosa da zona metropolitana de Lisboa, é relativamente perto para a maioria dos astrónomos amadores da zona de Lisboa, permitindo juntar nas noites de lua nova umas dezenas de aficcionados”, conta Luís Miguel Santo. Luís Miguel Santo foi apenas um dos numerosos entusiastas que participaram em Portugal nas Noites de Galileu, entre 22 a 24 de Outubro 2009. No total, 18 cidades desenvolveram perto de 50 actividades muito “espaciais”, transformando, uma vez mais, o país num dos mais dinâmicos: jantou-se em Marte em Espinho, leu-se com estrelas em Braga e fotografou-se o céu… Para o engenheiro electrotécnico, o prémio internacional foi uma “cereja no topo do bolo”, principalmente porque, sendo a astrofotografia uma paixão, captar uma fotografia dos astros para além da Terra não é fácil e requer um “árduo” trabalho de aprendizagem. “O ritual de preparação e obtenção de uma astrofotografia tem algo que se lhe diga. Começa por preparar de antemão os objectos a fotografar, bem como definir os principais parâmetros de exposição, enquadramento, e montar o equipamento… Uma sessão normal inicia-se pelas 22h e pode terminar quando a estrela mais perto da terra dá a volta”, frisa. Ao contrário da fotografia tradicional, cada imagem em astrofotografia é composta por vários fotogramas (podendo durar tipicamente até 15 minutos por fotograma), incluindo a cor que tipicamente é obtida através de filtros distintos para o vermelho, o verde e o azul. Posteriormente, toda a informação contida nos diferentes fotogramas (luz e cor) é alinhada e calibrada de forma a obter apenas uma imagem a cores de maior detalhe, explica Luís Miguel Santo. “A Astronomia é para mim um desafio que reúne duas paixões: fotografia e ciência. A Astronomia vai para lá da ciência…tem um pouco de filosofia e é um exemplo importante na eterna procura do conhecimento, em especial o de olhar o Universo, cada vez mais longe, para perceber algo bem próximo…a própria Humanidade e a sua história”, sublinha. O concurso de astrofotografia foi promovido no âmbito das “Noites de Galileu”, um evento de divulgação da Astronomia promovido à escala planetária e que, em Outubro, reuniu mais de 1300 actividades em cerca de 90 países de todos os cantos do globo. Portugal já tinha sido galardoado pelo seu empenho no Ano Internacional da Astronomia, distinguindo-se entre a centena de países participantes. No Verão passado, Ana Mourão, investigadora do Centro Multidisciplinar de Astrofísica (CENTRA/ IST), e a Fundação Navegar foram recompensados pela Comissão Internacional do AIA2009, por ter dado vida, com dedicação e originalidade, a dois dos mais relevantes eventos da iniciativa “100 Horas de Astronomia”, que decorreu entre 2 e 5 de Abril. O Ano Internacional da Astronomia (www.astronomia2009.org) é organizado a nível nacional pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, da Agência Nacional Ciência Viva e da European Astronomical Society (EAS). |
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| Actualizado em ( 05-Jan-2010 )……………………….///……………………….. |
José Capitão Pardal
O Estado vai investir «cerca de cinco milhões de euros para este Inov-Social e a bolsa que cada jovem recebe é duas vezes o Indexante de Apoio Social, ou seja, cerca de 840 euros mensais», revelou, em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional.
Ao valor total de 840 euros acresce o subsídio de alimentação e, nas situações que o justifiquem, subsídio de transporte ou subsídio de alojamento.
Diário Digital / Lusa
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José Capitão Pardal

Foto Hoy (Imagen virtual de cómo se prevé que sea la refinería)
Unos ven el proyecto como una oportunidad única para la región, otros como un atentado ecológico.
José Capitão Pardal

| Diário Digital – domingo, 10 de Janeiro de 2010 | 12:10 |
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Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da «cabeça aos pés» envergando este traje.
A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho de Elvas.
É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos em todo o território nacional, noutros países da Europa e na América.
José Alpedrinha começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade na feitura destes agasalhos.
Na época alta de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes. «Já chegámos a ter aqui na empresa setenta trabalhadores. Agora são só sete», conta José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que «o negócio vai bem e não tem sentido a crise».
Cada capote representa quatro horas de trabalho, só na parte da costura, e o preço não está acessível a todas as bolsas: «os capotes variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa», justifica.
«O capote vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente, era vestido por agricultores e trabalhadores rurais.
O capote cinzento escuro era para os senhores das terras – os latifundiários, os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde, que é uma cor recente, foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores», explicou José Alpedrinha.
Outrora a matéria-prima, o burel, provinha das indústrias de lanifícios da Beira Baixa. «Agora isso acabou. O burel já só é feito em Castanheira de Pêra, única fábrica em Portugal», conta.
O capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da Europa e metrópoles mundiais «há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio».
Apesar do sucesso do capote alentejano, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça de vestuário, «gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade.
José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades.
«O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros».
Orlando Redondeiro tem uma loja em Estremoz onde vende este tipo de artigos.
O frio rigoroso do passado mês de Dezembro levou à ruptura do stock de capotes que tinha para venda.
«Em poucos dias vendi cerca de cinquenta capotes. Este é um artigo que tem tido muita procura nos últimos anos.
Os clientes são da zona de Lisboa e há também muitos espanhóis que vestem os capotes verdes para as montadas que realizam no país vizinho», diz com satisfação Orlando, que também veste o capote desde os sete anos de idade.
Diário Digital / Lusa
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José Capitão Pardal
Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de Estremoz, deixo-vos a notícia inserta no Portal do Governo, de 20100105.

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O Ministério da Educação criou a Comissão de Acompanhamento do Programa Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das escolas e dos agrupamentos envolvidos no referido programa.
Compete ainda a esta comissão garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de educação, bem como a articulação entre as escolas e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.
O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo Centro de Estudos em Desenvolvimento Humano da Universidade Católica do Porto, enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.
No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) definir o centro de investigação que deve assegurar o acompanhamento científico.
Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Programa Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou escola e, ainda, na apresentação de um relatório global, de âmbito nacional, a elaborar pela Comissão de Acompanhamento.
A Comissão de Acompanhamento do Programa Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director regional de Educação do Alentejo e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de Escolas do Campo Aberto (projecto Fénix), dois representantes da Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz (projecto Turma Mais) e um representante da direcção regional de educação da área de intervenção da escola.
O Programa Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao desenvolvimento de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.
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José Capitão Pardal
Uma notícia veiculada pelo jornal Hoy.es de 20091220, com muito interesse para os viajantes deste lado da fronteira.
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Al día hay dos vuelos a Madrid y Barcelona, pero el sector atisba demanda suficiente para otros destinos, eso sí, no diariamente.

20.12.09 – 00:28 – CELESTINO J. VINAGRE | MÉRIDA.
«Montarse en un avión era raro hace algunos años para los extremeños pero ahora es cotidiano. Un aeropuerto aquí es una estupenda noticia para la región pero necesitamos más. Si tenemos más ofertas de vuelos, seguro que habrá más demanda».
Quien habla así es Francisco Ramos y sabe lo que dice. Es el presidente de la Asociación Regional de Agencias de Viajes y acaba de estar en una reunión en la que las agencias españolas han conocido que las compañías aéreas, «hasta las más modestas, están locas por abrir nuevos mercados. La crisis agobia y necesitan más clientes».
En lo que va de año, en España ha bajado un 12 por ciento el número de viajeros pero en Extremadura, en esta semana, se ha levantado un debate tan intenso que deja un mensaje evidente: hay ganas y hay interés por contar con más vuelos desde territorio regional.
Arrancó con la información de que Ryanair se plantea venir y la respuesta de la Junta.
El Gobierno extremeño habla de una propuesta insuficiente de la empresa y que busca exclusividad, lo que estima inaceptable, a lo que la compañía replica que la Junta no ha querido reunirse con ellos y niega que su oferta sólo tenga vuelos con destino a Reus y, de ahí, a otros lugares.
La polémica ha disparado los comentarios en la edición digital de HOY -más de 540 en dos días-.
No hay una estimación de cuántas personas podrían usar el avión en Extremadura pero el sector de viajes indica que más de los 81.000 del año pasado.
Ryanair es más contundente: «Potenciales clientes son el millón cien mil extremeños porque, con precios asequibles y rutas diversas, todos pueden viajar». Realidad «Claro que hay interés.
La gente está acostumbrada a viajar y desea tener en Extremadura viajes de bajo coste o un poco más caros y poder ir a otros destinos además de Madrid y Barcelona», reflexiona Borja Núñez, director de una oficina de Halcón Viajes en Mérida. «Esos vuelos pueden funcionar, aunque no de manera regular, cada día o dos días.
Los viajes de temporadas, sobre todo en verano, seguro que tienen clientela», añade Juan José Cordero, director regional de Marsans.
Actualmente, Air Nostrum, filial de Iberia, ofrece dos vuelos diarios desde Badajoz a Madrid y Barcelona.
El 29 de marzo dejó de ofrecer el de Bilbao debido al descenso de demanda.
Su acuerdo con la Junta acaba este 31 de diciembre y el Gobierno extremeño desea escuchar ofertas para el nuevo periodo de vuelos, aunque en abril el consejero de Fomento, José Luis Quintana, dijo que estaba satisfecho y deseaba prorrogar la colaboración hasta 2013.
Según el convenio, Air Nostrum, que opera en el aeropuerto extremeño desde el 2001, percibe 1,7 millones de euros al año. La colaboración se establece a través de un contrato publicitario por el que la compañía recibe ese dinero y, como contraprestación, exhibe en sus vuelos nacionales e internacionales logotipos o marcas extremeñas en los reposacabezas, los posavasos, las toallitas refrescantes y los manteles.
Además se emiten campañas promocionales en los aviones, a lo que se suma la distribución de material turístico entre los pasajeros, actividades de degustación gastronómica, enlace en la web de la compañía y la aparición de Extremadura en su revista.
«Está bien ir a Madrid y Barcelona, pero hay pocos viajes, sus precios no son baratos, salvo que se reserven con mucho adelanto, y sus horarios son mejorables. Pero aparte de eso la gente quiere ir a otros sitios y eso se puede ofertar en Extremadura porque hay clientela, no diaria pero sí por periodos concretos del año», añaden, de forma coincidente, los profesionales turísticos consultados por HOY.
Todos, por descontado, dan por frenado -no olvidado- el proyecto del aeropuerto de Cáceres. Esos mismos expertos puntualizan: «El avión tiene futuro… hasta que llegue el AVE. Cuando sea así, los vuelos a Madrid perderán mucho sentido».
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José Capitão Pardal
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José Capitão Pardal
Sem comentários deixo-vos a notícia inserta no site Hardmusica de hoje (20091222).
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O contrato de investimento de 50 milhões de euros, com uma comparticipação estatal de 20 milhões de euros, será assinado entre o AICEP-Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, e a SAIP- Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações com a presença do ministro da Economia, Vieira da Silva, afirmou à Lusa fonte oficial do Ministério da Economia.
Esta primeira fase do Parque Alqueva, que é o maior investimento turístico a realizar no Alentejo nas próximas décadas, está já em construção e vai ser constituída por um hotel, com 250 camas, por um Wine Club e por um campo de golfe na Herdade do Roncão d’El Rei.
Espera-se que este primeiro projecto esteja concluído no primeiro trimestre de 2012, disse à Lusa fonte da SAIP, que, no entanto, remeteu para segunda-feira pormenores mais detalhados sobre os projectos para as duas restantes herdades que constituem o Parque Alqueva.
Fonte da SAIP tinha afirmado à Lusa recentemente que a sociedade pretendia investir perto de 1.000 milhões de euros na concretização do projecto turístico.
O projecto do Parque Alqueva foi classificado pelo Governo como de Potencial Interesse Nacional (PIN).
Dia 21 serão ainda inauguradas as instalações do Turismo Terras do Grande Lago Alqueva, pólo de desenvolvimento turístico que tem por missão valorizar as terras do grande lago Alqueva e fazer o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos
(ES)
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José Capitão Pardal
Mais uma vez Evoramonte está de parabéns pela iniciativa «Evoramonte – Castelo de Paz», onde o Presépio é constituido por figuras com os rostos de habitantes da vila, que irá decorrer e poderá ser visto até 6 de Janeiro de 2010.
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Foto do Presépio 2008 (Luís Pardal)
A quarta edição do evento «Evoramonte – Castelo de Paz» vai decorrer até 6 de Janeiro.
Neste âmbito vai ser possível visitar grandes símbolos do património da vila alentejana.
Café Portugal | segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
O presépio de rua de Evoramonte tem figuras em tamanho real construídas na vila alentejana.
Este ano as imagens têm a face dos habitantes, construídas em fibra de vidro.
A inauguração do presépio, no dia 19 de Dezembro, marcou também o arranque da quarta edição do evento «Evoramonte – Castelo de Paz».
Segundo a organização, a Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte (LACE), « este ano há a possibilidade de visitar alguns dos maiores símbolos do património local, como a Casa da Convenção, Torre/Paço, Ermida da Misericórdia e Igreja de Nª. Sra. da Conceição (Santa Maria)».
Alguns destes monumentos estão normalmente interditos ao público noutras épocas do ano.
A organização vai promover, até 6 de Janeiro, visitas guiadas aos sábados, domingos e feriados a partir das 16 horas.
A LACE conta com o apoio da Junta de Freguesia de Evoramonte e da Câmara Municipal de Estremoz.
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José Capitão Pardal
Armando Alves é um dos expoentes máximos da pintura e da escultura portuguesa dos nossos tempos.
Estremocense dos “sete costados” nunca deixou de estar ligado à terra que o viu nascer e marca presença assídua no quotidiano da vida de Estremoz.
A justa atribuição a Armando Alves de mais um prestigiado prémio leva-me a transcrever do blog do Professor Hernâni Matos ESTREMOZ – Exposições no Centro Cultural a oportuna notícia sobre o pintor e escultor estremocense, que consta do jornal “Brados do Alentejo” nº 726, de 20091210.
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PRÉMIO DE ARTES 2009 ARMANDO ALVES DISTINGUIDO PELO CASINO DA PÓVOA
João Jaleca in Brados do Alentejo (nº 726 – 10.12.2009)
http://bradosdoalentejo.com.pt
O pintor Armando Alves foi o distinguido pela quarta edição do “Prémio de Artes Casino da Póvoa”.
O júri justifica a distinção “como reconhecimento pelo seu alto contributo para a Arte e a Cultura em Portugal”.
A atribuição do prémio, no valor de 30 mil euros, foi divulgada dia 11 de Novembro e a entrega vai realizar-se em cerimónia solene no Casino da Póvoa, pelas 21 horas de dia 18 de Dezembro.
Para além do prémio monetário a distinção envolve, ainda, a aquisição de uma obra ao artista plástico estremocense, no caso uma escultura, sem título, que vai integrar a colecção de arte do Casino da Póvoa, e a publicação de uma monografia.
Armando Alves junta-se, assim, ao pintor Nikias Skapinakis vencedor da primeira edição (em 2006) do Prémio de Artes Casino da Póvoa; ao escultor Alberto Carneiro (2007) e ao pintor Júlio Resende (2008).
Armando Alves nasceu em Estremoz em 1935.
Ainda na escola da cidade natal é incentivado por um professor, atento ao seu jeito e vontade para o desenho e modelação, para seguir os estudos na área das Belas Artes.
Seguindo o ‘conselho’ fez o Curso de Preparação às Belas-Artes da Escola António Arroio em Lisboa e rumou ao norte para o Curso de Pintura da Escola de Belas-Artes do Porto, que concluiu com a máxima classificação.
Foi docente desta Escola entre 1962 e 1973.
Juntamente com os artistas Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, formou o grupo “Os Quatro Vintes” em 1968 (alusão à nota de classificação do Curso).
A sua apetência para o design leva-o a desenvolver importante actividade na área das Artes Gráficas, contribuindo para a sua renovação e valorização.
A sua obra tem sido exposta em Portugal e no estrangeiro, estando representada em várias colecções particulares e públicas.
Na sua produção artística sobressai a pintura mas Armando Alves tem feito também incursões por outras vertentes da Arte, nomeadamente, pela escultura e ilustração.
De sua autoria podem ser vistos em espaços públicos a tapeçaria da sala de audiências do Tribunal de Estremoz; o monumento à artesã Tapeteira, em Arraiolos; uma escultura no jardim da Escola Superior de Enfermagem de Beja ou o vitral no edifício da Tabaqueira em Lisboa, entre muitos outros.
Recebeu vários prémios e distinções. O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, entregou-lhe em 2006 durante a cerimónia comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas [na Alfândega do Porto] a insígnia de do grau de Grande Oficial da Ordem de Mérito com que o agraciou.
Radicado no norte [Matosinhos] continua a ter casa e atelier em Estremoz onde se desloca e trabalha com frequência.
Também em 2006 [Outubro] a Câmara Municipal de Estremoz atribuiu-lhe a ‘Medalha de Ouro da Cidade’.
A Câmara Municipal do Porto agraciou Armando Alves em 1988 com a Medalha de Mérito – Grau Ouro e, no ano passado, o Círculo de Cultura Teatral / Teatro Experimental do Porto consagrou-o seu Sócio Honorário.
Uma mostra da obra de Armando Alves – 17 Desenhos, dez dos quais num políptico; duas Tapeçarias; dois Objectos [escultura] e 40 Pinturas – pode ser (re)visitada até 30 de Janeiro próximo, na Galeria Valbom (Avenida Conde Valbom, 89-A) em Lisboa, numa exposição inaugurada dia 14 de Novembro.
Sobre a obra de Armando Alves dos últimos 30 anos diz Bernardo Pinto de Almeida, a dado passo do texto que abre o catálogo da exposição – «tem sido a forma de aprender e de comunicar uma sábia e sóbria disciplina de pintar, que se foi tornando cada vez mais capaz de essencializar e de conter os gestos da pintura numa espacialização das cores, dos gestos, das matérias de que se faz a pintura.», e, mais adiante, «estas pinturas são, antes de tudo, retratos de paisagens» a revelarem «quer uma terra em fogo, feita de clarões que explodem num delírio de cores e de formas sugeridas, como a de certas descrições de Alves Redol, quer uma outra, quase adormecida, sossegada e lenta, embalada pelo vento do final da tarde, que faz ondular brevemente as espigas doiradas».
E Bernardo Pinto de Almeida remata «uma a uma, cada uma dessas expressões vão desfilando em silêncio, diante de nós, que aprendemos lentamente a reconhecê-las, humanizadas por esse traço inconfundível do artista (…)».
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José Capitão Pardal



“A ERT está disponível para se assumir como patrocinador da Volta ao 


Está entre 1300 a 1500 anos-luz da Terra e é conhecida por ser uma zona próspera na criação de estrelas: a Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico