MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Certo que se trata apenas de uma tendência que não desejamos se inverta, a melhoria verificada na é a esperança que melhores dias virão.

Notícia da Agência Financeira de 20091118.

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Consumo privado também regista redução menos intensa

A portuguesa caiu 2,4%, no terceiro trimestre, face ao período homólogo.

No entanto, a descida foi inferior à registada no segundo trimestre.

Esta queda menor fica a dever-se à melhoria da procura interna e à recuperação do .

«A menor redução homóloga do no terceiro trimestre reflectiu sobretudo uma melhoria do contributo da procura interna, em resultado de uma variação negativa menos acentuada do , tendo a procura externa líquida registado um contributo positivo e próximo do verificado no trimestre anterior», revela o documento do .

Revela a estimativa rápida do , que no período em análise, o caiu 9,3% face ao mesmo período do ano passado.

O relatório revela ainda que o indicador de actividade melhorou «significativamente», depois de uma descida homóloga de 4,2% no segundo trimestre.

Consumo privado atenua queda. 

O indicador de clima recuperou nos últimos dois trimestres, após ter diminuído nos quatro trimestres anteriores.

Este indicador caiu ,8% no terceiro trimestre deste ano.

O consumo privado também registou «uma redução ligeiramente menos intensa no terceiro trimestre de 2009, em resultado do contributo menos negativo do consumo duradouro, uma vez que o consumo corrente desacelerou», concluem os dados do .

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José Capitão Pardal

Aconselho a leitura atenta deste artigo sobre a evolução recente da em .

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21/08/09, 14:57
OJE/

A portuguesa registou melhorias no consumo privado em Julho e o indicador de actividade apresenta também melhorias, embora se mantenha ainda negativo, referem dados do Banco de .

Nos indicadores de conjuntura referentes a Agosto, hoje divulgados, o Banco de refere que o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial do consumo privado subiu para ,1% face aos ,5% negativos do mês anterior.

O indicador que mede a confiança dos consumidores também registou uma melhoria, pelo quinto mês consecutivo, passando de -41 pontos em Junho para -34 pontos em Julho.

O ritmo de evolução do indicador coincidente mensal da actividade registou uma melhoria face a Junho para -2,2% face aos -2,6% registados em Junho.

O indicador coincidente de actividade sintetiza a informação relativa ao Interno Bruto, ao volume de vendas no comércio a retalho, às vendas de veículos comerciais pesados, às vendas de cimento, ao índice de produção da indústria transformadora, à situação financeira das famílias, às novas ofertas de e ao enquadramento externo.

O sentimento foi outro dos indicadores que registou uma melhoria, tendo subido pelo terceiro mês consecutivo, de 71,4 pontos em Junho para 75,8 pontos em Julho.

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José Capitão Pardal

fateixa1José

2009-09-07

Por Liliana Leandro

José é da de e candidato pelo Partido a mais um mandato à frente daquele concelho.

O autarca considera que a e a são um pilar que distingue , uma onde têm decorrido várias actividades inseridas no de Viva local.

Para o futuro garante a recuperação do Convento de junto à pedreira de mármore pilar  para uma maior interligação entre a actividade e a científica.

* ND – As autárquicas aproximam-se e com elas a necessidade de escolher o candidato mais adequado para dirigir, durante os próximos quatro anos, os destinos de cada concelho.

Enquanto jornal de , e empreendedorismo questionámos vários candidatos de mais de 20 concelhos sobre as suas preocupações a ambições a este nível.

As respostas serão publicadas neste espaço do Hoje dedicado às autárquicas 2009.

Qual a importância da “ e ” no do Concelho?

R: é considerada, em , uma das quatro ‘Cidades de , logo a ocupa na estratégia de afirmação e um pilar de referência.

O de Viva de (CCVE) entrou nos últimos quatro anos numa nova fase de concretização, com a sua referenciação como grande pólo de divulgação científica.

As actividades e projectos ocorrem não só no espaço do mas igualmente pela , o concelho e a .

O ‘Sistema Solar à Escala’ está espalhado pelo concelho e contribui para a divulgar a , o e de um modo geral levar os visitantes a descobrir a nossa terra.

O ‘ da Rua’ é hoje uma actividade inovadora e única em , ao juntar a divulgação científica e as artes em manifestações de rua.

A ‘FeiCiTEst’, na sua primeira edição em 2009, mostrou ser mais uma iniciativa que envolvendo a comunidade científica, promove e contribui para divulgar trabalhos, aproximar cientistas e levar as pessoas e as empresas a estarem mais próximas dos progressos científicos alcançados em .

No âmbito das AECs (actividades de enriquecimento curricular) do 1.º Ciclo do Ensino Básico o CCVE está a desenvolver actividades de ensino experimental das ciências.

Tudo isto para além das inúmeras actividades (visitas, produções de materiais, congressos, …) que ocorrem ao longo do ano em , no , no resto do e no estrangeiro.

Portanto a e a são um pilar que distingue e nos salienta e distingue como uma em que esta área é um inequívoco factor de .

Que iniciativas/acções/projectos estão previstos para o mandato de 2009/13?  

R: Direi que esta questão está dividida em duas grandes áreas, por um lado a continuação dos projectos lançados e a sua crescente sustentabilidade.

Dispormos de um de Viva que seja cada vez mais vivo, quer na divulgação e novas abordagens à e , quer no levar a para a das comunidades, desenvolvendo na prática cada vez mais o Turismo Científico associado ao e à descoberta da , do concelho e da .

Por outro lado está a recuperação do Convento de , junto à pedreira com o mesmo nome, na lógica de criar um novo pólo e uma nova frente de divulgação científica.

Esta obra, que será lançada em 2010, permitirá não só passar a dispor de uma nova área de exposição/interacção científica mas igualmente a partilha de espaço com uma pedreira que é a de referência do ‘Mármore de ’, sendo desse modo efectuada a ção à actividade e novamente a criação de uma iniciativa emblemática de promoção da cultura científica, da de e da dos Mármores.

Deste modo os objectivos para o mandato 2009/13 passam pela continua afirmação de como de na estratégia de e progresso.

In Hoje de 20090907


José Capitão Pardal

Pela sua importância e actualidade, tomo a liberdade de transcrever o artigo inserto no jornal “” de hoje, sobre a polémica que tem envolvido o e a oposição.

Parece-me óbvio que em tempo de , a actividade diminui, as receitas fiscais  decrescem, as despesas aumentam e, naturalmente, o défice tenderá em aumentar, como tem sucedido.  Só não vê, quem não quer ver ou está mal intencionado.

Tenho dito e obrigado por me terem ouvido.

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Pedro Romano  
25/07/09 00:05

O agravamento do défice provocou uma troca de argumentos entre e Ferreira Leite. Ontem, o da disse que o problema é semelhante ao dos outros países da , dando razão ao .

O buraco nas contas públicas vai subir em 2009, mas a situação portuguesa é “semelhante à de todos os países da e não compromete as restantes economias da monetária.

As palavras são do próprio da e fecham uma semana em que a discussão em torno das do marcou o debate pré-eleitoral, palavras que, segundo ex- contactados pelo , não servem para eliminar uma certeza: com um défice de 5,9%, a margem de manobra do próximo é escassa.

As declarações foram feitas a um jornal austríaco.

Em entrevista, Cavaco Silva disse que, em tempo de , as transferências “têm de funcionar, o que aumenta a despesa”. Por outro lado, “verifica-se um decréscimo das receitas fiscais”. Uma situação que, referiu, é transversal a quase todos os países.

O argumento já tinha sido usado pelo .

Ainda esta semana José defendeu que a previsão do para o défice – 5,9% do – é inferior à da para a (6%) e que o prémio de risco pago pela Portuguesa na emissão de dí é inferior ao de Irlanda e , por exemplo.

 ”O que mostra que os investidores confiam em ”, concluiu.

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José Capitão Pardal