


Sem mais comentários vos deixo a notícia veiculada pelo “Diário de Notícias”, sobre a contratação do estremocense Paulo Sérgio, como treinador do Sporting Clube de Portugal.
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por Bruno Pires – 2010/04/19
Treinador do V. Guimarães é o escolhido pela SAD leonina para a temporada 2010/2011.
Paulo Sérgio, de 42 anos, actual treinador do Vitória de Guimarães, vai ser o técnico do Sporting nas próximas duas temporadas, soube o DN junto de fonte bem colocada no processo.
As negociações foram concluídas no fim da última semana e, nas derradeiras horas, o treinador alentejano, nascido em Estremoz, informou a direcção vimaranense, liderada por Emílio Macedo, de que irá para o Sporting em 2010/11. O contrato entre os leões e Paulo Sérgio, apurou o DN, não será superior a duas temporadas e os adjuntos de confiança do treinador vão também seguir para Alvalade – Sérgio Cruz, Alberto Cabral e José Herculano.
O anúncio da contratação de Paulo Sérgio deverá ser oficializado ainda esta madrugada, em comunicação à CMVM.
Leia tudo sobre a contratação do sucessor de Carvalhal esta terça-feira na edição impressa do DN.
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José Capitão Pardal
Mais um evento que dignifica o Alentejo e a gastronomia alentejana.
Portel vai estar em festa e convida todos os forasteiros a “provar” as iguarias do seu património gastronómico.
Uma sugestão para um fim de semana bem passado, bem “comido” e bem “regado”, com bom vinho alentejano e de Estremoz, se possível.
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Momento para reflectir a cozinha local e para provar os comeres alentejanos. Um encontro que se faz, ainda, em torno das tasquinhas com prova das iguarias da região.
Café Portugal | sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
O IV Congresso das Açordas vai decorrer de 5 a 7 de Março em Portel.
O encontro reúne especialistas para debater e reflectir a importância da gastronomia alentejana.
O presidente da autarquia, Norberto Patinho, explica que o principal objectivo da iniciativa é «chamar a atenção para a importância da nossa gastronomia, portanto ela pretende ser um momento de debate, de reflexão, sobretudo sobre o papel da gastronomia no desenvolvimento da nossa região.
Queremos, também, ter um momento de alguma actividade em torno da açorda».
Paralelamente ao IV Congresso das Açordas, decorrerá também o 3º Concurso Escolar «Pão e Arte». O autarca comenta que através desta iniciativa pretende-se premiar a criatividade do concorrente utilizando uma matéria-prima genuína, no caso vertente, o pão.
O certame faz-se, ainda, com uma mostra da doçaria local e dos pratos tradicionais alentejanos, como a açorda.
Na animação musical destaque para a actuação de grupos tradicionais da região.
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José Capitão Pardal
| NOTÍCIA DO DIA:
Portalegre: António Guerreiro nomeado presidente da administração da Unidade de Saúde |
| 09-fev-2010 in “DianaFM” | |
| O professor universitário António Guerreiro foi nomeado presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), disse hoje à agência Lusa fonte hospitalar.
De acordo com a mesma fonte, o docente da Universidade de Évora exercia as funções de vogal no anterior conselho de administração da ULSNA.A nomeação de António Guerreiro, de 41 anos, surgiu na sequência do pedido de demissão, apresentado em novembro do ano passado, do antigo presidente do conselho de administração da ULSNA, Luís Ribeiro. …………………………///………………………… Ao nomeado os meus votos pessoais de um frutuoso trabalho. |
José Capitão Pardal

| Diário Digital – domingo, 10 de Janeiro de 2010 | 12:10 |
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Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da «cabeça aos pés» envergando este traje.
A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho de Elvas.
É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos em todo o território nacional, noutros países da Europa e na América.
José Alpedrinha começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade na feitura destes agasalhos.
Na época alta de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes. «Já chegámos a ter aqui na empresa setenta trabalhadores. Agora são só sete», conta José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que «o negócio vai bem e não tem sentido a crise».
Cada capote representa quatro horas de trabalho, só na parte da costura, e o preço não está acessível a todas as bolsas: «os capotes variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa», justifica.
«O capote vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente, era vestido por agricultores e trabalhadores rurais.
O capote cinzento escuro era para os senhores das terras – os latifundiários, os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde, que é uma cor recente, foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores», explicou José Alpedrinha.
Outrora a matéria-prima, o burel, provinha das indústrias de lanifícios da Beira Baixa. «Agora isso acabou. O burel já só é feito em Castanheira de Pêra, única fábrica em Portugal», conta.
O capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da Europa e metrópoles mundiais «há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio».
Apesar do sucesso do capote alentejano, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça de vestuário, «gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade.
José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades.
«O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros».
Orlando Redondeiro tem uma loja em Estremoz onde vende este tipo de artigos.
O frio rigoroso do passado mês de Dezembro levou à ruptura do stock de capotes que tinha para venda.
«Em poucos dias vendi cerca de cinquenta capotes. Este é um artigo que tem tido muita procura nos últimos anos.
Os clientes são da zona de Lisboa e há também muitos espanhóis que vestem os capotes verdes para as montadas que realizam no país vizinho», diz com satisfação Orlando, que também veste o capote desde os sete anos de idade.
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José Capitão Pardal

