MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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19.07.2010 – 07:43 Por Sofia Rodrigues, in

-geral do diz que as alterações à Constituição defendidas por Passos Coelho são um “estratagema” e um “regresso ao passado”.
 
José mostrou o cartão vermelho às propostas sociais-democratas 
Foto de Miguel Madeira

José Sócrates mostrou o cartão vermelho às propostas sociais-democratas

Depois do , foi o próprio primeiro-, José , que ontem mostrou o cartão vermelho às propostas de revisão constitucional defendidas pelo líder do . “Um estratagema constitucional”, chamou-lhe, que serve apenas para “aumentar a instabilidade política”.

Se Pedro Passos Coelho acusou os socialistas de “cristalização” ao terem rejeitado a possibilidade constitucional de o poder demitir o , o -geral do diz que as propostas do são “um regresso ao passado”.

“Isso não é nenhuma proposta de futuro; isso, bem pelo contrário, é um regresso ao passado e é criar condições para promover circunstâncias de instabilidade política”, disse . O é indispensável para fazer passar a revisão constitucional no Parlamento.

Lamentando a “forma tão vazia e com tantas generalidades” e “vulgaridades” com que se fala sobre o futuro, aproveitou para relacionar as críticas à proposta de revisão constitucional do com a sugestão do líder do CDS-PP para que se demitisse do , lançada na quinta-feira no debate do da Nação. “Todas as semanas as lideranças políticas da direita se saem com mais uma proposta com vista a definir ou a propor de cima da mesa um novo método para criar uma política, criar instabilidade, um novo método para, afinal de contas, eles chegarem ao poder”, referiu.

Antes de discursar no encerramento do Congresso da Juventude Socialista, o primeiro- ouviu elogios de Costa, da de , que esta semana aplaudiu a determinação de mas criticou, por contraste, a “passividade” do .

“Todo o partido, toda a JS, todos aqueles que exercem cargos políticos aos mais diversos níveis, devemos pôr os olhos no exemplo de combatividade, de determinação, de coragem, de inconformismo perante a dificuldade que o nosso -geral tem dado e que deve ser um exemplo para todos nós”, disse o da de . Para Costa, a determinação de é um exemplo “daqueles que sabem que as derrotas nunca são antecipadas”.

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José Capitão Pardal

Parece que existe a intenção de recolocar na agenda política o tema da “Regionalização”.

Espero que seja mais que uma intenção, a Regionalização é uma necessidade do e um imperativo constitucional, pelo que a seu debate e implementação se torna premente, em contraste com o centralismo cinzento e balofo do Terreiro do Paço, que nem para a região de é útil e eficiente.

Para o , uma Região una e indivisível.

Pelo seu interesse, deixo-vos um texto de Vitorino, inserto no ”DN Online” de hoje, 2010/07/09.

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A Coordenadora do Norte e o do Norte organizaram esta semana, no , uma conferência sobre o contributo da regionalização do continente para o do .

A iniciativa visa claramente repor a regionalização administrativa na agenda política. O seu principal mérito é o de chamar a atenção para que a regionalização do continente constitua o único capítulo da Constituição portuguesa, que, ao fim de trinta e quatro anos, permanece integralmente por concretizar.

Naturalmente que não é por a Constituição o prever que, por si só, o processo de regionalização vai avançar.

Mas, de alguma forma, o facto de este capítulo da nossa Lei Fundamental permanecer como o único em que existe uma efectiva omissão integral de aplicação merece uma clarificação por parte dos agentes políticos.

Na realidade, ao estarmos a aproximar-nos de um período de revisão constitucional, conviria que os partidos políticos clarificassem as suas intenções: ou bem que existe uma vontade de desencadear um debate que permita um consenso amplo sobre a criação das regiões administrativas no continente, ou bem que, não havendo, seria imprescindível que se percebesse, ao menos, qual o significado de manter na Constituição um objectivo que não beneficia de uma intenção concretizadora suficientemente consistente.

Sou dos que pensam que o objectivo constitucional se justifica em nome do combate às ineficiências do centralismo e na potenciação das sinergias que decorrem de uma criteriosa aplicação do princípio da subsidiariedade na racionalização da organização da do .

Mas tenho também consciência de que o processo nasceu de algum modo inquinado, o que resulta claro do debate e do próprio resultado do referendo levado a cabo em 1998!

Já se percebeu que este tema pode ser tratado de forma racional, equacionando os prós e os contras das várias soluções possíveis, ou então ele será de novo prisioneiro de medos e fantasmas agitados em nome da pequenez do , dos riscos de fracturas localistas ou das ameaças à coesão .

A regionalização não é propriedade de ninguém nem constitui uma arma de arremesso contra quem quer que seja.

Os valores que lhe subjazem assentam numa análise criteriosa das vantagens de organizar a desconcentração dos serviços do em função das cinco regiões que servem hoje de base ao planeamento .

As regiões justificam-se, assim, em nome do valor acrescentado da escala (supramunicipal) e da proximidade em relação aos destinatários das decisões.

A criação de um nível administrativo intermédio entre o nível e o nível estadual pode e deve ser um instrumento de racionalização da desconcentração dos serviços centrais e de ordenamento da descentralização, entendida esta como transferência de poderes para instâncias decisórias mais próximas dos cidadãos.

Neste particular, o desafio consiste em clarificar as formas de articulação das regiões a criar com o associativismo intermunicipal já existente e com a realidade das grandes áreas metropolitanas que existem no território de várias das potenciais futuras regiões.

Por isso, o quadro de atribuições e de competências das regiões administrativas que foi definido por lei em 1991 deve ser submetido a uma rigorosa reavaliação, de modo a torná-lo conforme com a evolução entretanto verificada.

Esse será, decerto, o primeiro passo necessário para desencadear o debate sobre a regionalização.

Em paralelo, removido que está o obstáculo que constituiu, em 1998, um mapa das regiões que suscitou mais reservas que adesão, trabalhando na base do processo de desconcentração administrativa levado a cabo nos últimos anos em torno do modelo das cinco regiões, importa fazer a pedagogia das vantagens da regionalização sem precipitações e de forma sustentada.

Só assim será possível demonstrar que, para além dos constrangimentos imediatos da e financeira, existe um rumo de reforma estrutural da organização do que não se confina apenas aos ditames do corte da despesa pública!

Vitorino

publicado a 2010-07-09 às 01:30, pelo DN Online


José Capitão Pardal

Para conhecimento, vos deixo notícia de interesse geral sobre a Televisão Digital Terreste

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TDT é considerada «caso de sucesso». Cobertura já chega a 83% da população

As emissões digitais de televisão começaram a 29 de Abril do ano passado, em e são já consideradas um «caso de sucesso» pelo das Públicas, Transportes e Comunicações, pelo facto de estar com um ano de avanço em relação ao que estava previsto. E até ao final do ano toda a população deverá ter acesso à Televisão Digital Terrestre.

«Hoje 83% da população está coberta e, no final do ano, estará a 100%», assegurou Mendonça, citado pela agência .

TV analógica: as três fases para o desligamento do sinal

O TDT é «importante do ponto de vista e » e «tem de ser levado em frente independentemente das directivas e das recomendações da », afirmou Mendonça.

«TDT não é uma questão de moda»

«Não é apenas uma questão de moda, é algo importante do ponto de vista técnico e e vai criar melhores condições para a prestação do serviço e permitir uma melhor organização do espectro, tirando vantagens do ponto de vista », reforçou.

O foi ouvido esta quarta-feira nas comissões parlamentares de Ética e de Comunicações, no âmbito de um conjunto de audições realizadas sobre a revogação da licença dos canais pagos de Televisão Digital Terrestre, pedida pela Telecom e o novo destino do espaço deixado livre.

Fim da televisão analógica marcado para Abril de 2012

No final da audição, o anunciou que vai entregar um requerimento a pedir informações que clarifiquem as dúvidas hoje levantadas.

Isto porque «o garante que as sinergias estão garantidas e a PT alega que não há sinergias», disse o deputado -democrata Leitão Amaro.

Já o dos Assuntos Parlamentares frisou que «a decisão final da Anacom já tarda». Foi desta forma que Jorge Lacão se manifestou relativamente à revogação da licença da PT e à devolução da caução de 2,5 milhões de euros já paga pela empresa.

A televisão analógica será desligada a 26 de Abril de 2012.

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José Capitão Pardal

Pela sua importância e por concordar plenamente com o seu conteudo, tomo a liberdade de transcrever o texto inserto no blog “Relembrar para não esquecer”, da autoria de Inácio , sobre o discurso proferido pelo da das Comemorações do 10 de Junho de 2010, Dia de , de Camões e das Comunidades, Dr. Barreto.
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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
10JUN2010 – Barreto dá uma chicotada psicológica aos mais Altos Representantes de

ANTÓNIO BARRETO, intelectual e cientista , autor  dos documentários para a RTP, “Um retrato ”, realizados em 2006, encarna publicamente, em frente das mais altos responsáveis do , o sentimento e a mágoa dos ex-combatentes.

Confesso que não sabia que Barreto era o responsável pela das Comemorações do 10 de Junho de 2010, Dia de , de Camões e das Comunidades, mas foi com uma agradável surpresa que ouvi o seu discurso, quase todo virado para os ex-combatentes, preocupado em salientar o facto de não haver vários tipos de combatentes, como alguns pretendem.

Existe, apenas, um tipo de combatente: aquele que em nome do seu , serviu ou serve, em território português, ou no estrangeiro,  por mandato do Português. Entenda-se que as ex-colónias, hoje países estrangeiros, eram, na altura da colonial, consideradas terras sob portuguesa…

Barreto proferiu, no meu ponto de vista, o discurso que os ex-combatentes esperavam ouvir, há mais de 40 anos, e que nenhum político ousou dizer, talvez com o receio de ser conotado com uma ou outra força política, por concordância ou discordância da manutenção das guerras do ultramar.

O desassombro e a inspiração de Barreto merece a nossa vénia e o nosso obrigado. Ele soube definir, com tamanha clareza de espírito e evidência o que levou tantos milhares de jovens a deixar as suas terras e as suas famílias, os seus amigos, os seus empregos, para serem levados, sem vontade própria, para terras que desconheciam, sem um “bilhete de passagem” que lhes garantisse o regresso.

A tal dí de gratidão, tantas vezes proferida por milhares de ex-combatentes e que ventos hostis nunca permitiram que chegasse aos nossos governantes, foi – graças ao Barreto – insuflada, à força, um a um, nos ouvidos dos governantes ali presentes.

A partir de hoje, nenhum deles poderá dizer que desconhece existir uma dí de gratidão e que ela terá que ser paga, com ou sem existência de .

É certo que o já possui legislação sobre algumas questões que afectavam e afectam os ex-combatentes, relacionadas, justamente, com as situações mais gritantes de injustiça , tais como, o apoio aos deficientes e aos afectados pelo stress pós traumático.

Barreto afirmou que “ não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, reforçando que o “esquecimento e a indiferença são superiores”, sobretudo “por omissão do ”.

Barreto acusa o de ser pouco “explícito no cumprimento desse dever”, avisando que está na altura de “eliminar as diferenças entre bons e maus soldados, entre veteranos de nome e veteranos anónimos, entre recordados e esquecidos”.

Um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascista” ou “revolucionário”, mas simplesmente “soldado português”,.

O dia 10 de Junho de 2010 fica marcado, também,  por ter sido a primeira vez que os antigos combatentes desfilaram na cerimónia militar oficial do Dia de .

Como ex-combatente, sinto-me profundamente grato pelas palavras de Barreto, que me tocaram o coração.

Um bem-haja.

Inácio


José Capitão Pardal

Para conhecimento dos meus leitores e por transcrição do do aqui deixo as medidas, constantes da Resolução do de abaixo indicada, de Apoio ao da , através do PADES  (Programa  de Apoio ao da   ).

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logo Governo

Resolução do de n.º 16/2010

O Programa do XVIII Constitucional estabelece, entre as suas prioridades, o relançamento da e a promoção do .

As entidades que integram o sector são as cooperativas, as instituições particulares de solidariedade , as misericórdias, as mutualidades, as associações de local e outras entidades sem fins lucrativos.

Estas entidades desenvolvem actividades essenciais no domínio da acção , em especial através da prestação de serviços de assistência de proximidade, contribuindo assim para o local e a coesão .

Por outro lado, desenvolvem acções para a promoção e a integração activa dos grupos vulneráveis, como os imigrantes, os idosos e os desempregados, estabelecendo de apoio e contribuindo activamente para a criação de empregos estáveis.

O posicionamento destas organizações no domínio socioeconómico evidencia -se, assim, pelo facto de a sua intervenção se basear em princípios de defesa dos interesses colectivos, em mecanismos de cooperação e de solidariedade, bem como por uma forte componente de integração das suas actividades ao nível das comunidades e dos territórios.

Por este conjunto de factores, as entidades do sector têm vindo a afirmar -se como elementos essenciais nas parcerias promovidas para o das políticas sociais.

Perante esta realidade, o reforço do sector constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do e do nosso , traduzindo -se a linha de intervenção estratégica a prosseguir pelo , por um lado, na criação de um programa de profissional de apoio à qualificação institucional destinado a promover a e, por outro, na criação de estruturas e de mecanismos específicos de apoios e de incentivos ao exercício da sua actividade e ao seu , contribuindo assim para o reforço da coesão e sociais, mediante a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No seguimento deste esforço de dinamização da , o primeiro passo em prol desta nova de reconhecimento e de valorização do sector foi dado através do processo de criação da Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio), expressando-se, assim, o reconhecimento oficial deste sector enquanto organismo com uma identidade comum, apesar da sua diversidade e heterogeneidade.

Um segundo passo foi, ainda, dado no sentido da afirmação do potencial de criação de por parte deste sector, através da criação de um programa específico de estágios profissionais, o INOV -, aprovado pela Resolução do de n.º 112/2009, de 26 de Novembro, visando a colocação de jovens quadros qualificados junto das instituições da e, concomitantemente, o reforço da e a modernização das instituições acolhedoras.

A presente resolução vem, agora, estabelecer um conjunto articulado de medidas de estímulo ao da , através da aprovação do Programa de Apoio ao da (PADES).

A primeira medida no âmbito do PADES será a criação, durante o 1.º semestre de 2010, de uma linha de crédito bonificado, no valor de €12500000, com o objectivo de incentivar as entidades que integram o sector ao e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades.

Por outro lado, lança -se o programa de microcrédito, no montante de € 15 000 000, gerido pelas entidades que integram o sector , em parceria com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito.

Este novo programa pretende ser uma medida de estímulo à criação de e ao empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, facilitando -se não só o acesso ao crédito bem como a prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais.

Em terceiro lugar, o aposta na qualificação das entidades e dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores.

Por último, resolve -se criar para a , órgão consultivo, de avaliação e de acompanhamento ao nível das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e ao da .

Foi ouvido o Banco de .

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o de resolve:

1 — Aprovar o Programa de Apoio ao da (PADES), com o objectivo de permitir o acesso a programas específicos de das suas actividades de natureza e solidária às entidades que integram o sector — as instituições particulares de solidariedade , as mutualidades, as misericórdias, as cooperativas, as associações de local e outras entidades da sem fins lucrativos.

2 — Implementar, durante o 1.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, uma linha de crédito bonificado, no valor de € 12 500 000, específica para as entidades que integram o sector , com os seguintes objectivos:

a) no reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;

b) Modernização dos serviços prestados às comunidades;

c) Modernização da e reforço de tesouraria;

d) Reforço do fundo de maneio necessário ao da sua actividade;

e) Liquidação de dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

 3 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio) a desta linha.

4 — Lançar, no âmbito do PADES, um programa de microcrédito, no montante de € 15 000 000, a criar durante o 2.º semestre de 2010, destinado a fomentar a criação de e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, beneficiando, preferencialmente, desempregados que pretendam desenvolver uma actividade por conta própria, para a qual necessitem de um empréstimo de baixo valor, com o limite máximo de € 25 000, e ao qual não consigam aceder junto de instituições financeiras.

5 — Determinar que os apoios a conceder para o deste programa se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e à consolidação dos projectos empresariais.

6 — Estabelecer que o crédito ao é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, através de linhas de crédito a criar para o efeito, beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia, no quadro do sistema de garantia mútua.

7 — Determinar que a operacionalização do programa assenta na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector , ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos.

8 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio a coordenação e o acompanhamento do programa de microcrédito, em articulação com o de e Profissional, o de Apoio às Pequenas e Médias e à e Direcção-Geral de Tesouro e .

9 — Desenvolver, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um programa de profissional de apoio à e à modernização das entidades do sector com os seguintes objectivos:

a) Reforçar as qualificações dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores;

b) Promover a melhoria dos seus procedimentos de e de .

10 — Implementar, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um programa de apoio à qualificação das entidades do sector para melhorar a qualidade das suas actividades e o de sistemas de certificação de qualidade, de modernização tecnológica e de .

11 — Determinar a criação, durante o 1.º trimestre de 2010, do para a , órgão consultivo de avaliação e de acompanhamento das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e da .

Presidência do de , 4 de Fevereiro de 2010.

O Primeiro-,

José Carvalho Pinto de Sousa.

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José Capitão Pardal

i-logo    Notícia de última hora, sobre o encerramento do 1º Congresso do do  2010, pelo jornal “i”, sobre a qual recomendo a leitura.
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por Agência , Publicado em 27 de Março de 2010  |  Actualizado há 21 horas

O da vai criar um novo modelo de contratualização com as agências regionais de promoção turística, que deverá entrar em vigor a partir de 2011, anunciou hoje o de .

No âmbito das medidas de promoção e de estímulo à procura do destino , o novo modelo, “mais eficaz e mais adequado à realidade”, irá substituir o atual, que “vigorou entre 2006 e 2009 e foi prorrogado por mais um ano”, explicou.

O de da e da , em representação do da , Vieira da , falava na sessão de encerramento do 1.º Congresso de do , que terminou hoje, em , e cuja próxima edição vai decorrer em março de 2011, em Tróia, no litoral alentejano.

Na sua intervenção, Ceia da , da do , organizadora do congresso, pediu ao para “agilizar” e “mudar os regulamentos” do Quadro de Referência Estratégico ().

“Não percebo como é que o não é agilizado e colocado ao dispor da revitalização da ”, disse, sublinhando que “não entende” como é que regulamento específico Promoção e Capacitação Institucional “só abriu este ano e com verbas irrisórias”.

Em resposta a Ceia da , disse que o está a fazer um “esforço titânico” para que o “seja um instrumento mais ágil e próximo das necessidades da ”.

“O foi desenhado para um contexto completamente diferente e ninguém podia prever as dificuldades de cofinanciamento que entretanto surgiram”, justificou.

Ceia da criticou o regulamento dos empreendimentos turísticos em , revisto em 2009, lamentando que “as entidades regionais de , que são responsáveis pela promoção dos territórios, não tenham uma única intervenção no processo de licenciamento das unidades de alojamento”.

“A legislação tem que ser modificada e as entidades regionais de têm que ter uma palavra a dizer em relação aos empreendimentos turísticos da sua região”, defendeu.

Ceia da lançou ainda o repto ao para transformar “num grande congresso de ” o Congresso de do , que “é um dos maiores senão o maior congresso de que se realiza em ”.

“Concordo com a ideia de se realizar um grande congresso de em .

Se nós [ do ] já realizamos este, pois que este seja o grande congresso de que se realize em ”, sugeriu.

A sessão de encerramento contou também com a participação do da Agricultura, Serrano, que defendeu que “não pode haver turístico sem uma parceria estratégica com a agricultura”.

“A ligação entre o potencial agrícola do e a promoção turística não pode ser descorada”, defendeu Serrano, sublinhando que “todas as atividades complementares” ao trabalho do agricultor, como o rural, o enoturismo e a gastronomia, “são fontes de atracão turística”.

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José Capitão Pardal

NOTÍCIA DO DIA:

: Guerreiro nomeado da da Unidade de

09-fev-2010 in “DianaFM”
O professor universitário Guerreiro foi nomeado do de da Unidade Local de do Norte Alentejano (ULSNA), disse hoje à agência fonte hospitalar.

De acordo com a mesma fonte, o docente da de Évora exercia as funções de vogal no anterior de da ULSNA.A nomeação de Guerreiro, de 41 anos, surgiu na sequência do pedido de demissão, apresentado em novembro do ano passado, do antigo do de da ULSNA, Ribeiro.

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Ao nomeado os meus votos pessoais de um frutuoso trabalho.

 


José Capitão Pardal

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA in Rádio Online versão para impressão
26-Jan-2010

O da Entidade de do (ERT), José Ceia da , assegurou hoje que está disponível para se assumir como o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

Image“A ERT está disponível para se assumir como patrocinador da Volta ao em Bicicleta, arranjando os financiadores, os financiamentos comunitários para a componente da promoção e os sponsors”, disse.

A Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), entidade que organizava o evento iniciado em 1982, anunciou hoje que não vai haver “Alentejana” em 2010, devido a problemas financeiros, esperando que “seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da corrida já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo”.

O da ETR do confirmou a existência de contactos, recentes, da AMDE sobre a prova a realizar este ano, considerando que “não é com três meses de antecedência que se prepara uma iniciativa desta envergadura”.

“Nós temos que ter condições e tempo para analisar a promoção desta prova”, disse, reafirmando que a ERT está disponível para ser o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

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José Capitão Pardal

Armando Alves é um dos expoentes máximos da pintura e da escultura portuguesa dos nossos tempos.

Estremocense dos “sete costados” nunca deixou de estar ligado à terra que o viu nascer e marca presença assídua no quotidiano da de .

A justa atribuição a Armando Alves de mais um prestigiado prémio leva-me a transcrever do blog do Professor Hernâni Matos ESTREMOZ – Exposições no Centro Cultural a oportuna notícia sobre o pintor e escultor estremocense, que consta do jornal “Brados do ” nº 726, de 20091210. 

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armando alves

PRÉMIO DE ARTES 2009 ARMANDO ALVES DISTINGUIDO PELO CASINO DA PÓVOA

Jaleca in Brados do (nº 726 – 10.12.2009)

http://bradosdoalentejo.com.pt

O pintor Armando Alves foi o distinguido pela quarta edição do “Prémio de Artes Casino da Póvoa”.

O júri justifica a distinção “como reconhecimento pelo seu alto contributo para a Arte e a em ”.

A atribuição do prémio, no valor de 30 mil euros, foi divulgada dia 11 de Novembro e a entrega vai realizar-se em cerimónia solene no Casino da Póvoa, pelas 21 horas de dia 18 de Dezembro.

Para além do prémio monetário a distinção envolve, ainda, a aquisição de uma obra ao artista plástico estremocense, no caso uma escultura, sem título, que vai integrar a colecção de arte do Casino da Póvoa, e a publicação de uma monografia.

Armando Alves junta-se, assim, ao pintor Nikias Skapinakis vencedor da primeira edição (em 2006) do Prémio de Artes Casino da Póvoa; ao escultor Carneiro (2007) e ao pintor Júlio Resende (2008).

Armando Alves nasceu em em 1935.

Ainda na da natal é incentivado por um professor, atento ao seu jeito e vontade para o desenho e modelação, para seguir os estudos na área das Belas Artes.

Seguindo o ‘’ fez o Curso de Preparação às Belas-Artes da Arroio em e rumou ao norte para o Curso de Pintura da de Belas-Artes do , que concluiu com a máxima classificação.

Foi docente desta entre 1962 e 1973.

Juntamente com os artistas Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, formou o grupo “Os Quatro Vintes” em 1968 (alusão à nota de classificação do Curso).

A sua apetência para o design leva-o a desenvolver importante actividade na área das Artes Gráficas, contribuindo para a sua renovação e valorização.

A sua obra tem sido exposta em e no estrangeiro, estando representada em várias colecções particulares e públicas.

Na sua produção artística sobressai a pintura mas Armando Alves tem feito também incursões por outras vertentes da Arte, nomeadamente, pela escultura e ilustração.

De sua autoria podem ser vistos em espaços públicos a tapeçaria da sala de audiências do Tribunal de ; o monumento à artesã Tapeteira, em Arraiolos; uma escultura no jardim da Superior de Enfermagem de ou o vitral no edifício da Tabaqueira em , entre muitos outros.

Recebeu vários prémios e distinções. O da República, Aníbal Cavaco , entregou-lhe em 2006 durante a cerimónia comemorativa do Dia de , de Camões e das Comunidades Portuguesas [na Alfândega do ] a insígnia de do grau de Grande Oficial da Ordem de Mérito com que o agraciou.

Radicado no norte [Matosinhos] continua a ter casa e atelier em onde se desloca e trabalha com frequência.

Também em 2006 [Outubro] a de atribuiu-lhe a ‘Medalha de Ouro da ’.

A do agraciou Armando Alves em 1988 com a Medalha de Mérito – Grau Ouro e, no ano passado, o Círculo de Teatral / Teatro Experimental do consagrou-o seu Sócio Honorário.

Uma mostra da obra de Armando Alves – 17 Desenhos, dez dos quais num políptico; duas Tapeçarias; dois Objectos [escultura] e 40 Pinturas – pode ser (re)visitada até 30 de Janeiro próximo, na Galeria Valbom (Avenida Conde Valbom, 89-A) em , numa exposição inaugurada dia 14 de Novembro.

Sobre a obra de Armando Alves dos últimos 30 anos diz Bernardo Pinto de , a dado passo do texto que abre o catálogo da exposição – «tem sido a forma de aprender e de comunicar uma sábia e sóbria disciplina de pintar, que se foi tornando cada vez mais capaz de essencializar e de conter os gestos da pintura numa espacialização das cores, dos gestos, das matérias de que se faz a pintura.», e, mais adiante, «estas pinturas são, antes de tudo, retratos de paisagens» a revelarem «quer uma terra em fogo, feita de clarões que explodem num delírio de cores e de formas sugeridas, como a de certas descrições de Alves Redol, quer uma outra, quase adormecida, sossegada e lenta, embalada pelo vento do final da tarde, que faz ondular brevemente as espigas doiradas».

E Bernardo Pinto de remata «uma a uma, cada uma dessas expressões vão desfilando em silêncio, diante de nós, que aprendemos lentamente a reconhecê-las, humanizadas por esse traço inconfundível do artista (…)».

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José Capitão Pardal

Pelo significado e pelo impacto futuro que, certamente, terá para o Alentejo e para os alentejanos, tomo a liberdade de transcrever sem mais comentários, a notícia inserta no RTP online de hoje, sobre o anúncio do vencedor do concurso, para a construção da ligação entre Poceirão e o Caia, em Alta Velocidade.
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por RTP actualizado às 15:53 – 12 Dezembro ‘09

O primeiro-ministro defendeu que este é “justamente o momento” para que o projecto da Alta Velocidade passe do “papel” para o “terreno”, sobretudo na actual situação de crise.  Nuno Veiga, Lusa

O primeiro-ministro José Sócrates anunciou em Évora que o consórcio liderado pela Brisa e pela Soares da Costa venceu o concurso para a construção do primeiro troço do TGV, na ligação entre o Poceirão e Caia. A obra arranca no próximo ano e deve estar concluída em 2013.

São 165 quilómetros de linha entre o Poceirão e a fronteira do Caia num investimento de 1359 milhões de euros. No projecto está ainda prevista a exploração da estação de Évora.

O agrupamento ELOS – Ligações de Alta Velocidade foi o vencedor da adjudicação. O anúncio oficial do construtor está feito, faltando agora assinar o contrato, o que apenas deverá acontecer depois de o decreto de lei com as bases da concessão ser promulgado pelo Presidente da República e haver ainda luz verde do Tribunal de Contas.

O primeiro-ministro defendeu que, após “todos os estudos feitos”, este é “justamente o momento” para que o projecto da Alta Velocidade passe do “papel” para o “terreno”, sobretudo na actual situação de crise.

“A crise é mais uma razão para o fazermos. É neste momento que o país precisa de investimento, de oportunidades de emprego. Há muita gente à procura de emprego e muitas empresas à espera desta oportunidade”, defendeu José Sócrates, acrescentando que a alta velocidade vai permitir criar “milhares” de postos de trabalho.

“Este é justamente o momento” porque o país “precisa de investimento”, sublinhou o primeiro-ministro.

António Mendonça também vê TGV como resposta à crise

O ministro das Obras Públicas fez eco das palavras do primeiro-ministro sublinhando também ele que o investimento no TGV funciona como “resposta à crise”, para criar “condições muito importantes” para o desenvolvimento económico do país e para a competitividade das empresas.

“Eu acho que o TGV é precisamente a resposta à crise, porque temos de separar aquela crise que é a manifestação da crise internacional, das dificuldades mais amplas, que são de natureza estrutural e que têm a ver com a perda de competitividade do país”, defendeu António Mendonça.

Projecto de alta velocidade em Portugal com três linhas.

A proposta final do consórcio Elos – Ligações de Alta Velocidade, liderado pela Brisa e pela Soares da Costa, aponta para um valor de construção de 1359 milhões de euros, 2,6 por cento mais elevada face aos 1324 milhões da proposta inicial, de acordo com dados disponibilizados em Junho passado pela RAVE – Rede Ferroviária de Alta Velocidade.

A proposta deste grupo – que integra a Iridium Concesiones de Infraestructuras, do grupo espanhol ACS, Lena, Bento Pedroso, Edifer, Zagope, a norte-americana Babcock & Brown Limited, o BCP e a CGD – contempla um custo anual de manutenção de 12,2 milhões de euros, igualmente superior aos 11,6 milhões iniciais.

O concurso define a atribuição da concessão do projecto, construção e financiamento, manutenção e disponibilização, por 40 anos, das infra-estruturas ferroviárias que integram os 170 quilómetros do troço Poceirão-Caia, compreendendo também a exploração da estação de Évora.

O projecto de alta velocidade em Portugal vai ter três linhas, pelo que falta agora os projectos para a construção da linha Porto-Lisboa e Porto-Vigo.

A ligação a Norte de Espanha tinha conclusão prevista para 2013 mas foi adiada para 2015.

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José Capitão Pardal

Sem comentários aqui vos deixo a notícia inserta no jornal extremenho “El Periódico” Online de 20091112.

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Veinte compañías y sociedades trabajan ya en las nuevas instalaciones de la antigua Escuela de ITI, en .
Vara explica que servirá para crear empleo en nuevos sectores económicos con futuro, y que pedirá resultados.

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12/11/2009 F. LEON 

Foto:S. GARCIA

Las de la región que desarrollen líneas de investigación en innovación y desarrollo ya disponen de una infraestructura que ofrece equipamiento, asesoramiento y acceso a otros recursos para hacer que sus productos y sus servicios sean más competitivos en el . Ello es posible con la puesta en la marcha del Científico de (PCTEx), cuya sede provisional en inauguró ayer el de la Junta, Guillermo Fernández Vara, con el rector de la Uex, Francisco Duque, y el alcalde de , Miguel Celdrán, entre otras autoridades y más de un centenar de invitados del mundo empresarial y la universidad.

Una veintena de se encuentran ya ubicadas en el PCTEx, que se ubica en el edificio rehabilitado de la antigua Escuela de Ingenieros Industriales, en Huerta Rosales. Un equipo de siete personas, dirigido por Antonio Verde –director general–, lleva meses trabajando con las sociedades y entidades dedicas al desarrollo de procesos de i+D+I, radicadas en este nuevo espacio, con el fin de lograr que la transferencia de conocimiento y resultados de la investigación sean efectivas y lleguen al .

NUEVA El PCTEx nace también con el objetivo de apoyar la creación de nuevas innovadoras y promover una de la innovación tecnológica y la gestión del conocimiento que fomenten el conocimiento mutuo y la colaboración entre investigadores y . Además de contribuir al desarrollo de una nueva economía con futuro en la región.

El , lejos de nacer con un planteamiento generalista, presta atención a sectores empresariales que le permitirán adquirir una identidad y ligarlo a un potencial claramente diferenciado.

Nace el PCTEx con la idea de potenciar la creación de sinergias entre las entidades presentes en él. Esos sectores son los de energías renovables, biomedicina, tecnología de la información y la comunicación, agroalimentación, gestión de recursos naturales y servicios avanzados a la empresa.

TRES AREAS Antonio Verde los aglutinó en tres áreas: energía (renovables), suelo (campo e industria agroalimentaria) y personas (tecnología, , ocio y ), trabajando todos ellos con “tejido, talento y capital”, dijo.

Se trata, como señaló el director general del PCTEx, de un único con dos sedes, en y , para las que se prevé una inversión de 12 millones de euros, con la construcción de sendos edificios de 4.000 metros cuadrados en los campus de ambas ciudades, con una superficie total de 22 hectáreas.

Guillermo Fernández Vara apuntó en su intervención, que en un futuro se podría pensar en ampliarlo a y Plasencia. En , el que se construye en el campus estará ligado a la futura plataforma logística; y el de , a la Sociedad de la Salud.

El extremeño respondió a la hipotética pregunta de una persona que pase por el y pregunte qué es: se trata de un medio “para que su hijo pueda tener trabajo en un sector con futuro, que no tiene que ver con el de su abuelo ni el de su padre”. Y añadió que es “más camino, que morada, para conseguir aquello por lo que llevamos años luchando; que lo que se invente, sirva para crear trabajo para esos hijos”. Y recordó que el PCTEx es posible gracias a la trabajo “de mucha gente durante 30 años”.

También señaló que la lista de las radicadas en el no es “baladí, pues no existían hace diez años; son las de la nueva ”. Y dado que la Junta ha aportado dinero , Vara se dirigió a Antonio Verde para decirle que este proyecto ha generado muchas expectativas que no se pueden defraudar, y que exigirá resultados, reto que recogió el director del PCTEx.

Duque trasladó el mérito de haber sacado el proyecto adelante al vicerrector de Investigación, como “verdadero líder” del mismo, y valoró que el viene a llenar un vacío, pues no es “fácil la transferencia del conocimiento para dar un servicio y pasar al sector productivo”, así como que orientará a los nuevos sectores en esa línea de innovación.

El de ITI funcionará durante dos o tres años, hasta que se abra el nuevo edificio en el campus, sin que por el momento se sepa si se mantendrá la actual sede o no, señaló el director de desarrollo de negocios, Francisco Pizarro. Este, como Verde, valoró las sinergias que se pueden y se deben crear en el PCTEx entre las colaboradoras, que podrán aprovechar los servicios especializados del , pero también intercambiar los conocimientos de cada una de ellas.

Así, el Ministerio de Ciencia e Innovación ha concedido 7,5 millones de euros para atender los cuatro proyectos presentados por el PCTEx, asumidos al 100%, según Pizarro. Estos incluyen la construcción de dos edificios en –Cetiex, de energías renovables; y un edificio de –, así como un plan de viabilidad de I+D+i de la empresa jamonera Herlusa, y la construcción de una bioincubadora.

En cuanto a la accesibilidad del , Pizarro afirmó que desde 10 euros el metro cuadrado, cualquier empresa puede tener un sitio en el mismo con derechos a todos sus servicios avanzados, siempre que se dedique a uno de los sectores para los que se ha creado.

Asimismo, las pueden instalarse en el PCTEx mediante adscripción, como residentes en el mismo o con su propio edificio construido en suelo cedido con derecho de uso por 50 años.

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José Capitão Pardal

O Professor José das Dores é o novo de da e da do novo de José Socrates.

Carlos Zorrinho

O Professor é Licenciado em e Professor Catedrático da de Évora, Deputado e Dirigente do Partido Socialista, tendo exercido o cargo de Coordenador do , na última legislatura.

Ao novo de os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.

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apresenta novos Secretários de

O primeiro- José propôs hoje ao da República, Cavaco , uma lista de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009

Numa nota enviada à comunicação , a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro- revela a proposta enviada hoje ao da República, Cavaco , para a nomeação de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

Há 17 novos Secretários de , 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.

Foram criadas também duas novas Secretarias de .

NOTA À COMUNICAÇÃO

O Senhor Primeiro- propôs hoje a S. Exa. o da República a nomeação dos seguintes Secretários de do XVIII Constitucional:

- de Adjunto do Primeiro-, Dr. José Gouveia Ribeiro

- de dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Titterington Gomes Cravinho

- de dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Carqueijeiro Lourtie

- de das Comunidades Portuguesas, Dr. Fernandes da Braga

- de Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

- de do Tesouro e , Mestre Costa Pina

- de dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- de da Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

- de da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Leitão Marques

- da Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de da Igualdade, Drª. Elza Henriques Deus Pais

- de da Defesa e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- de Adjunto e da Interna, Dr. José Vieira Conde Rodrigues

- de da Interna, Drª. Dalila Correia Araújo Teixeira

- de da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- de da Justiça, Dr. José Garcia Correia

- de da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Santos de Magalhães

- de Adjunto, da Indústria e do , Mestre Fernando Medina Maciel Correia

- de do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- de do , Dr. Bernardo Amador Trindade

- de da e da , Prof. Doutor José das Dores

- de das Florestas e Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

- de das Pescas e Agricultura, Dr. Medeiros Vieira

- de Adjunto, das Públicas e das Comunicações, Dr. Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

- de dos Transportes, Dr. Henrique Graça Correia da Fonseca

- de do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Rosa do Carmo Julião

- de da Segurança , Mestre Pedro Dias de Jesus Marques

- de do e da Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Adjunta e da Reabilitação, Idália Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- de Adjunto e da , Dr. Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- de da , Dr. Óscar de Oliveira Gaspar

- de Adjunto e da , Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura

- de da , Dr. José Trocado da Mata

- de da , Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- de da , Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

, 28 de Outubro de 2009.

A Assessoria de Imprensa

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José Capitão Pardal

De acordo com o jornal Expresso online de hoje (20091022), o alentejano de Beringel, Professor Serrano, é o novo da Agricultura

Parabéns ao novo e à de Évora, onde reside e trabalha, e toda a sorte do mundo para a tarefa que tem pela frente.

José

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18:27 Quinta-feira, 22 de Out de 2009

Última actualização há 8 minutos

Perfil do novo da Agricultura

 

Serrano tem 44 anos e é Professor Catedrático da de Évora. Doutor em de . Ex-Director do Gabinete de Planeamento de Política Agro-Alimentar do da Agricultura. Vogal da Directiva do Programa Operacional do (). Exerce actualmente funções como do de do Hospital Espírito Santo, em Évora.

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José Capitão Pardal

A iniciativa do lançamento das cidades fortificadas a , que no que se refere à de , foi em tempo oportuno efectuada pelo seu da , José e está na ordem do dia, conforme podemos verificar desta pequena notícia no “ Digital” de 20090831.

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Cidades fortificadas da fronteira luso-espanhola, nomeadamente , Valença, e Mação, em , e Ciudad Rodrigo, Olivença e (), são candidatas a .

– A (Prefeitura) de , na região de , anunciou, domingo, que entregou este mês, o dossier de candidatura a .

Segundo o da , Baptista Ribeiro, a candidatura faz parte de um processo que envolve outras cidades fortificadas da fronteira luso-espanhola, nomeadamente , Valença, e Mação, em , e Ciudad Rodrigo, Olivença e ().

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José Capitão Pardal

Este texto do Analísta , Perez Metelo ilustra de forma muito simples a evolução da portuguesa nos últimos anos, as insuficiências de partida, dificuldades, êxitos e a correcta seguida pelo nas várias fases porque passou, pelo que recomendo a sua leitura de forma muito atenta e séria, despida de qualquer sectarismo idiológico.

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por ANTÓNIO PEREZ METELO

teve de arrostar com três anos de aperto orçamental, com dívidas em excesso de , famílias e , com uma espiral dos preços da e com um mais aberto e mais agressivo.

Mesmo assim, soube levantar a cabeça até que a lhe caiu em cima.

Passados quatro anos e meio, tudo parece ter de começar de novo.

Pôr as contas públicas em ordem, reduzindo fortemente o défice do e procurar que a cresça pelo menos 3%, são dois objectivos à partida contraditórios.

Cobrar mais impostos e reduzir despesas equivale a travar o em várias décimas de ponto percentual ao ano. Mas foi mesmo isto que o de José se propôs fazer, como os corredores de rallies, que carregam no acelerador e no travão com o mesmo pé.

E, puxada pelas exportações, a portuguesa lá foi crescendo sempre mais até fins de 2007 (ainda que menos do que a média da Zona ): 0,9%, em 2005; 1,3%, em 2006; 1,9%, em 2007 (ver gráficos).

A de Pinho baseou-se para tanto na diversificação de parceiros comerciais fora da Europa (Angola, Magrebe, países do Golfo, Rússia, Singapura, China, Venezuela), no e na aposta nas energias renováveis.

A Galp realizou avultados investimentos, que lhe garantiram importantes reservas estratégicas de petróleo em Angola e no Brasil.

No comércio externo, a concentração dos destinos das exportações na (UE) atenuou-se (80%, em 2005; 76%, em 2008) e as trocas com os países emergentes multiplicaram-se por três, e mesmo por quatro, em certos casos.

Conjugando a diplomacia com o , a balança de tornou-se superavitária no conteúdo das suas trocas externas: -286 milhões de euros em 2005; -31 milhões em 2006; +67 milhões em 2007 e + 42 milhões em 2008, já em plena .

As apostaram em força na informática e nas telecomunicações, os serviços de alto valor acrescentado assumiram um peso inédito na balança comercial do , mas ainda não conseguem anular totalmente o défice comercial dos bens transaccionados.

Resultado: o confronta-se com um persistente défice comercial à volta dos 8% do , no qual avulta o défice energético.

Por esse facto e pela contra a mudança climática, deu-se um concentrado nas energias limpas da água, do vento e do sol a uma que já serve de estudo de caso lá fora.

Falta complementar tudo com um programa para a eficiência energética nas industriais e agrícolas, nos serviços, nos transportes e nas habitações, que só agora está a dar os primeiros passos.

Em qualquer caso, tanto a subida de valor dos bens e serviços nacionais exportados, como a restruturação de milhares de PME, habilitando-as a competir com êxito em novos mercados mais exigentes, estava longe de estar completada quando a veio abaixo.

Em 2008, com aceleração no seu 2º. semestre, desaba sobre a portuguesa a , a mais grave dos últimos 80 anos. As trocas externas caem mais de 20%, desaba o privado, retrai-se o consumo das famílias. E os ganhos que o progressivo do tinha permitido alcançar em termos sociais, em meados de 2008 (+133 700 postos de trabalho criados e redução para 409 900 do número de desempregados, o valor mais baixo na legislatura), ruíram como um baralho de cartas: em um escasso ano, foram destruídos 151 900 postos de trabalho e o número de trabalhadores à procura de escalou para 507 700.

Com a onda de choque da importada da América, mudou a do .

A prioridade passou a ser estabilizar a banca; reactivar as actividades de crédito às empresa e às famílias; garantir apoios às em dificuldades e ao nelas; lançar públicas em infra-estruturas e construções no sector e criar novos apoios ao rendimento diminuído dos desempregados e suas famílias.

Nisto, o seguiu a cartilha posta em prática na América de Obama e na maioria dos países europeus. À custa de novo empolamento do défice e da dí públicos.

Assim, chegados ao fim da legislatura, parece que tudo foi em vão, que tudo voltou ao princípio. Mas essa é uma leitura superficial: o positivo de +0,3% do , já no 2.º trimestre deste ano, anuncia um tecido empresarial mais capaz de lutar com êxito pela saída desta .

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José Capitão Pardal