MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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19.07.2010 – 07:43 Por Sofia Rodrigues, in

Secretário-geral do diz que as alterações à Constituição defendidas por Passos Coelho são um “estratagema” e um “regresso ao passado”.
 
José mostrou o cartão vermelho às propostas sociais-democratas 
Foto de Miguel Madeira

José Sócrates mostrou o cartão vermelho às propostas sociais-democratas

Depois do , foi o próprio primeiro-, José , que ontem mostrou o cartão vermelho às propostas de revisão defendidas pelo líder do . “Um estratagema ”, chamou-lhe, que serve apenas para “aumentar a instabilidade política”.

Se Pedro Passos Coelho acusou os socialistas de “cristalização” ao terem rejeitado a possibilidade de o Presidente poder demitir o , o secretário-geral do diz que as propostas do são “um regresso ao passado”.

“Isso não é nenhuma proposta de futuro; isso, bem pelo contrário, é um regresso ao passado e é criar condições para promover circunstâncias de instabilidade política”, disse . O é indispensável para fazer passar a revisão no Parlamento.

Lamentando a “forma tão vazia e com tantas generalidades” e “vulgaridades” com que se fala sobre o futuro, aproveitou para relacionar as críticas à proposta de revisão do com a sugestão do líder do CDS-PP para que se demitisse do , lançada na quinta-feira no debate do da Nação. “Todas as semanas as lideranças políticas da direita se saem com mais uma proposta com vista a definir ou a propor de cima da mesa um novo método para criar uma crise política, criar instabilidade, um novo método para, afinal de contas, eles chegarem ao poder”, referiu.

Antes de discursar no encerramento do Congresso da Juventude , o primeiro- ouviu elogios de Costa, presidente da Câmara de , que esta semana aplaudiu a determinação de mas criticou, por contraste, a “passividade” do .

“Todo o partido, toda a JS, todos aqueles que exercem cargos políticos aos mais diversos níveis, devemos pôr os olhos no exemplo de combatividade, de determinação, de coragem, de inconformismo perante a dificuldade que o nosso secretário-geral tem dado e que deve ser um exemplo para todos nós”, disse o presidente da Câmara de . Para Costa, a determinação de é um exemplo “daqueles que sabem que as derrotas nunca são antecipadas”.

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José Capitão Pardal

Parece que existe a intenção de recolocar na agenda política o tema da “Regionalização”.

Espero que seja mais que uma intenção, a Regionalização é uma necessidade do e um imperativo , pelo que a seu debate e implementação se torna premente, em contraste com o centralismo cinzento e balofo do Terreiro do Paço, que nem para a de é útil e eficiente.

Para o , uma una e indivisível.

Pelo seu interesse, deixo-vos um texto de Vitorino, inserto no ”DN Online” de hoje, 2010/07/09.

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A Coordenadora do e o do organizaram esta semana, no , uma conferência sobre o contributo da regionalização do continente para o económico do .

A iniciativa visa claramente repor a regionalização administrativa na agenda política. O seu principal mérito é o de chamar a atenção para que a regionalização do continente constitua o único capítulo da Constituição portuguesa, que, ao fim de trinta e quatro anos, permanece integralmente por concretizar.

Naturalmente que não é por a Constituição o prever que, por si só, o processo de regionalização vai avançar.

Mas, de alguma forma, o facto de este capítulo da nossa Lei Fundamental permanecer como o único em que existe uma efectiva omissão integral de aplicação merece uma clarificação por parte dos agentes políticos.

Na realidade, ao estarmos a aproximar-nos de um período de revisão , conviria que os partidos políticos clarificassem as suas intenções: ou bem que existe uma vontade de desencadear um debate que permita um consenso amplo sobre a criação das regiões administrativas no continente, ou bem que, não havendo, seria imprescindível que se percebesse, ao menos, qual o significado de manter na Constituição um objectivo que não beneficia de uma intenção concretizadora suficientemente consistente.

Sou dos que pensam que o objectivo se justifica em nome do combate às ineficiências do centralismo e na potenciação das sinergias que decorrem de uma criteriosa aplicação do princípio da subsidiariedade na racionalização da organização da do .

Mas tenho também consciência de que o processo nasceu de algum modo inquinado, o que resulta claro do debate e do próprio resultado do referendo levado a cabo em 1998!

Já se percebeu que este tema pode ser tratado de forma racional, equacionando os prós e os contras das várias soluções possíveis, ou então ele será de novo prisioneiro de medos e fantasmas agitados em nome da pequenez do , dos riscos de fracturas localistas ou das ameaças à coesão .

A regionalização não é propriedade de ninguém nem constitui uma arma de arremesso contra quem quer que seja.

Os valores que lhe subjazem assentam numa análise criteriosa das vantagens de organizar a desconcentração dos serviços do em função das cinco regiões que servem hoje de base ao planeamento económico.

As regiões justificam-se, assim, em nome do valor acrescentado da escala (supramunicipal) e da proximidade em relação aos destinatários das decisões.

A criação de um nível administrativo intermédio entre o nível e o nível estadual pode e deve ser um instrumento de racionalização da desconcentração dos serviços centrais e de ordenamento da descentralização, entendida esta como transferência de poderes para instâncias decisórias mais próximas dos cidadãos.

Neste particular, o desafio consiste em clarificar as formas de articulação das regiões a criar com o associativismo intermunicipal já existente e com a realidade das grandes áreas metropolitanas que existem no território de várias das potenciais futuras regiões.

Por isso, o quadro de atribuições e de competências das regiões administrativas que foi definido por lei em 1991 deve ser submetido a uma rigorosa reavaliação, de modo a torná-lo conforme com a evolução entretanto verificada.

Esse será, decerto, o primeiro passo necessário para desencadear o debate sobre a regionalização.

Em paralelo, removido que está o obstáculo que constituiu, em 1998, um mapa das regiões que suscitou mais reservas que adesão, trabalhando na base do processo de desconcentração administrativa levado a cabo nos últimos anos em torno do modelo das cinco regiões, importa fazer a pedagogia das vantagens da regionalização sem precipitações e de forma sustentada.

Só assim será possível demonstrar que, para além dos constrangimentos imediatos da crise e financeira, existe um rumo de reforma estrutural da organização do que não se confina apenas aos ditames do corte da despesa pública!

Vitorino

publicado a 2010-07-09 às 01:30, pelo DN Online


José Capitão Pardal

Para conhecimento dos meus leitores e por transcrição do do aqui deixo as medidas, constantes da Resolução do de abaixo indicada, de Apoio ao da , através do PADES  (  de Apoio ao da   ).

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logo Governo

Resolução do de n.º 16/2010

O do XVIII estabelece, entre as suas prioridades, o relançamento da e a promoção do .

As entidades que integram o sector são as cooperativas, as instituições particulares de solidariedade , as misericórdias, as mutualidades, as de e outras entidades sem fins lucrativos.

Estas entidades desenvolvem actividades essenciais no domínio da acção , em especial através da prestação de serviços de assistência de proximidade, contribuindo assim para o e a coesão .

Por outro lado, desenvolvem acções para a promoção e a integração activa dos grupos vulneráveis, como os imigrantes, os idosos e os desempregados, estabelecendo de apoio e contribuindo activamente para a criação de empregos estáveis.

O posicionamento destas organizações no domínio socioeconómico evidencia -se, assim, pelo facto de a sua intervenção se basear em princípios de defesa dos interesses colectivos, em mecanismos de cooperação e de solidariedade, bem como por uma forte componente de integração das suas actividades ao nível das comunidades e dos territórios.

Por este conjunto de factores, as entidades do sector têm vindo a afirmar -se como elementos essenciais nas parcerias promovidas para o das políticas sociais.

Perante esta realidade, o reforço do sector constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do económico e do nosso , traduzindo -se a linha de intervenção estratégica a prosseguir pelo , por um lado, na criação de um de profissional de apoio à qualificação institucional destinado a promover a e, por outro, na criação de estruturas e de mecanismos específicos de apoios e de incentivos ao exercício da sua actividade e ao seu , contribuindo assim para o reforço da coesão e sociais, mediante a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No seguimento deste esforço de dinamização da , o primeiro passo em prol desta nova estratégia de reconhecimento e de valorização do sector foi dado através do processo de criação da Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio), expressando-se, assim, o reconhecimento oficial deste sector enquanto organismo com uma identidade comum, apesar da sua diversidade e heterogeneidade.

Um segundo passo foi, ainda, dado no sentido da afirmação do potencial de criação de por parte deste sector, através da criação de um específico de estágios profissionais, o INOV -, aprovado pela Resolução do de n.º 112/2009, de 26 de Novembro, visando a colocação de jovens quadros qualificados junto das instituições da e, concomitantemente, o reforço da e a modernização das instituições acolhedoras.

A presente resolução vem, agora, estabelecer um conjunto articulado de medidas de estímulo ao da , através da aprovação do de Apoio ao da (PADES).

A primeira medida no âmbito do PADES será a criação, durante o 1.º semestre de 2010, de uma linha de crédito bonificado, no valor de €12500000, com o objectivo de incentivar as entidades que integram o sector ao e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades.

Por outro lado, lança -se o de microcrédito, no montante global de € 15 000 000, gerido pelas entidades que integram o sector , em parceria com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito.

Este novo pretende ser uma medida de estímulo à criação de e ao empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, facilitando -se não só o acesso ao crédito bem como a prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais.

Em terceiro lugar, o aposta na qualificação das entidades e dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores.

Por último, resolve -se criar para a , órgão consultivo, de avaliação e de acompanhamento ao nível das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e ao da .

Foi ouvido o Banco de .

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o de resolve:

1 — Aprovar o de Apoio ao da (PADES), com o objectivo de permitir o acesso a programas específicos de das suas actividades de natureza e solidária às entidades que integram o sector — as instituições particulares de solidariedade , as mutualidades, as misericórdias, as cooperativas, as de e outras entidades da sem fins lucrativos.

2 — Implementar, durante o 1.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, uma linha de crédito bonificado, no valor de € 12 500 000, específica para as entidades que integram o sector , com os seguintes objectivos:

a) no reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;

b) Modernização dos serviços prestados às comunidades;

c) Modernização da e reforço de tesouraria;

d) Reforço do fundo de maneio necessário ao da sua actividade;

e) Liquidação de dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

 3 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio) a desta linha.

4 — Lançar, no âmbito do PADES, um de microcrédito, no montante global de € 15 000 000, a criar durante o 2.º semestre de 2010, destinado a fomentar a criação de e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, beneficiando, preferencialmente, desempregados que pretendam desenvolver uma actividade por conta própria, para a qual necessitem de um empréstimo de baixo valor, com o limite máximo de € 25 000, e ao qual não consigam aceder junto de instituições financeiras.

5 — Determinar que os apoios a conceder para o deste se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e à consolidação dos projectos empresariais.

6 — Estabelecer que o crédito ao é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, através de linhas de crédito a criar para o efeito, beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia, no quadro do sistema de garantia mútua.

7 — Determinar que a operacionalização do assenta na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector , ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos.

8 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio a coordenação e o acompanhamento do de microcrédito, em articulação com o de e Profissional, o de Apoio às Pequenas e Médias e à e Direcção-Geral de Tesouro e .

9 — Desenvolver, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de profissional de apoio à e à modernização das entidades do sector com os seguintes objectivos:

a) Reforçar as qualificações dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores;

b) Promover a melhoria dos seus procedimentos de e de .

10 — Implementar, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de apoio à qualificação das entidades do sector para melhorar a qualidade das suas actividades e o de sistemas de certificação de qualidade, de modernização tecnológica e de .

11 — Determinar a criação, durante o 1.º trimestre de 2010, do para a , órgão consultivo de avaliação e de acompanhamento das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e da .

Presidência do de , 4 de Fevereiro de 2010.

O Primeiro-,

José Carvalho Pinto de Sousa.

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José Capitão Pardal