MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Mais um evento que dignifica o e a alentejana.

Portel vai estar em festa e convida todos os forasteiros a “provar” as iguarias do seu gastronómico.

Uma sugestão para um fim de semana bem passado, bem “comido” e bem “regado”, com bom vinho alentejano e de , se possível.

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barandarea

Momento para reflectir a cozinha e para provar os comeres alentejanos. Um encontro que se faz, ainda, em torno das tasquinhas com prova das iguarias da região.

Café | sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

O IV Congresso das Açordas vai decorrer de 5 a 7 de Março em Portel.

O encontro reúne especialistas para debater e reflectir a importância da alentejana.

O da autarquia, Norberto Patinho, explica que o principal objectivo da iniciativa é «chamar a atenção para a importância da nossa , portanto ela pretende ser um momento de debate, de reflexão, sobretudo sobre o papel da no da nossa região.

Queremos, também, ter um momento de alguma actividade em torno da açorda».

Paralelamente ao IV Congresso das Açordas, decorrerá também o 3º Concurso Escolar «Pão e Arte». O autarca comenta que através desta iniciativa pretende-se premiar a criatividade do concorrente utilizando uma matéria-prima genuína, no caso vertente, o pão.

O certame faz-se, ainda, com uma mostra da doçaria e dos pratos tradicionais alentejanos, como a açorda. 

Na animação musical destaque para a actuação de grupos tradicionais da região.

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José Capitão Pardal

Sem comentários aqui vos deixo uma entrevista de Querido a Lima, sobre o Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2., nas Portuguesas.
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Manifesto pela Criatividade e Colaboração é escrito por dezenas de agentes de vários graus de ensino e teve mais de 1.000 edições nas primeiras 48 horas

Paulo Querido  9/11/2009

Levar as pessoas a pensar que a “revolução” a fazer nas não passa tanto pela mas pelo uso criativo, interdisciplinar e colaborativo que este potencia, é a razão de ser do Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2. nas Portuguesas — um documento que está a ser escrito a várias mãos e que nas primeiras 48 horas teve mais de 1.000 edições. 

O documento partiu de um professor, Lima, que utilizou para a divulgação exclusivamente a rede de microblogging Twitter e a sua sala de aula. Está fixado um prazo limite, findo o qual Lima procurará a publicação pelo da e a distribuição pelas — como revelou em entrevista a Diário2, reproduzida abaixo.

O Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas é escrito “colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2. no contexto educativo actual“, lê-se na sua abertura.

  Lima: um passo de cada vez, tudo é possível

2: O Lima é professor onde? Idade, interesse pela web 2. desde quando?

Lima: Sou professor do Ensino Básico e Secundário mas este projecto começou no âmbito das minhas funções como Formador do de de Professores de Cascais. Tenho 35 anos e o meu interesse no uso das ferramentas da Web 2. vem desde há muitos anos.

P.: Porque decidiu criar este documento partilhado?

R.: Este documento tem como autores eu e mais 24 formandos do curso Comunidades Virtuais de Aprendizagem: A e o Ensino da História – CVAHist09 e foi com o objectivo de demonstrar o “poder” do trabalho colaborativo que o Google Docs permite que lancei o desafio aos formandos. Logo pensei que se fizesse o alargamento à comunidade externa ao curso muito este documento podia ter a ganhar e assim o foi. Tornei o documento e passou a ter “indefinido” numero de autores e participantes. A razão por detrás deste documento é a de fazer pensar que a “revolução” a fazer nas não passa tanto pela mas pelo uso criativo e interdisciplinar e colaborativo que este potencia.

P.: Quando é que começou?

R.: Começou no dia 3 de Novembro. Incrível não é? Que em menos de 48 horas quase 20 pessoas e mais de 1000 edições foram-se juntando e foram realizadas?

P.: Dispondo de outras formas editoriais indicadas para o trabalho colaborativo, como os wikis, porque optou por um google doc?

R.: Primeiro influenciado pela ideia e prática do projecto A Vision of Students Today (ver video no final deste artigo). Depois porque queria ver até que ponto quem tanto fala de colaboração realmente o fazia quando confrontado com um desafio. De facto vemos muita partilha e pouca colaboração. Queria mudar essa ideia e essa prática. O Google Docs permite uma edição simples, rápida, sem registos e coisas que limitam a participação. Por outro lado permite a auto-regulação livre para a criação de um documento deste tipo o que é fundamental para cada um dos participantes ter a liberdade que quer para expressar o seu ponto de vista.

P.: Como está a ser feita a divulgação pelos pontenciais autores?

R.: Estou a usar o Twitter. Só.

P.: Já tem uma metodologia para a pretendida distribuição pelas ?

R.: Sim. Se o documento final tiver uma relevância de excelência como acredito que vá ter, aposto numa publicação pelo da , para além de ser transformado numa página Wiki para ter a natural evolução com a disseminação que poderá vir a ter. Para além disso penso que poderá resultar num trabalho de preparação para um guia de de professores que pode envolver alguns dos autores para a elaboração de um programa nacionalmente difundido e implementado. Um passo de cada vez, tudo é possível.

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José Capitão Pardal

Dada a sua actualidade e o seu sentido crítico e criativo, vou deixar-vos um texto do Professor , para reflexão.
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2009/10/20 15:51

Carlos Zorrinho

é um criativo!

É uma nação rede num mundo em rede e um gerador de novos conceitos com impacto .

O modelo de de novos conceitos em é muito interessante.

Os usam o talento e a criatividade não para encontrar soluções óbvias ( A) mas para encontrar boas desculpas para não fazer ou não se comprometerem ( B).

Quando o B falha então encontram soluções disruptivas, ainda mais criativas e talentosas ( C).

São os Planos C, o melhor e mais potente produto da economia portuguesa. Esses Planos C vão desde rotas alternativas para o comércio mundial e outras formas de navegar no passado, até projectos como a Via Verde, o SIS for All, o e- ou a Empresa na Hora nos dias de hoje, para descrever apenas alguns dos mais emblemáticos.

Durante demasiado tempo olhámos para esta característica portuguesa e em boa parte da do Sul como uma ameaça e um constrangimento.

Com o , em apostámos na oportunidade que dela decorre. Qualificar os , reforçar as redes e impulsionar uma nova atitude que faça de um “living lab” e dos produtores globais de planos C exportáveis, geradores de e criadores de riqueza.

Se há coisa que faz sentido no Ano Europeu da Criatividade e da em é usar o talento e a criatividade para olhar a realidade de forma diferente e capturar novas competências de transformação do mundo.

Um mundo em que inovar já não basta e em que o conhecimento, a e a são apenas condições necessárias para competir.

Um mundo em que a atitude empreendedora faz a diferença.

Um mundo complexo e imprevisível em que só os protagonistas antecipam o futuro.

Um mundo de redes e de comunidades, em que o acesso à informação e a redução da exclusão são fundamentais.

Esta é uma conferência de protagonistas.

De fazedores de futuros.

Espero que nela se reforce o triângulo chave Acreditar – Aprender – Empreender - e que os seus ecos contaminem favoravelmente o debate sobre a de Pós – 2010.

Uma que tem que ser reforçada na ambição, na dimensão política e nos mecanismos de cooperação e para a qual a abordagem criativa desenvolvida nesta conferência constitui uma ferramenta fundamental.

: Este texto é uma sintese da intervenção feita pelo autor na abertura da Conferência Criative Learning, realizada em dias 15 e 16 de Outubro de 2009

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José Capitão Pardal

Ter, 26/05/2009

Empreendedorismo: O software territorial

 

Por ter achado bastante interessante, apesar de polémico para alguns, aqui vos deixo este texto inserto no site do Ano Europeu da Criatividade e .

Por Frederico Lucas a 23 Maio 2009

Vou poupar o leitor às estatísticas que demonstram que a distribuição de riqueza depende muito mais do empreendedorismo do que do .
E faz sentido.

A economia tem riscos e oportunidades e são os empreendedores que têm a capacidade de os absorver, isto é, de serem actores da economia em que operam.

Este é um ano em que o poder vai a votos. Na fase do hardware territorial, os mandatos foram avaliados pela capacidade dos autarcas em fazer OBRA: Pavilhões Polidesportivos; Piscinas Olímpicas; Centros Culturais; Autoestradas na sua área de influência.

Este modelo chegou ao fim por estar concluído. Já não falta hardware a este fantástico .
Hoje precisamos de software que explore este território que construímos: Ideias, Criatividade; Empreendedorismo.
É a recombinação de saberes que promove produtos capazes de entrar no . E não é difícil enumerar mais de 1000 produtos nacionais – que são concebidos em terras cujos nomes muitos desconhecem – que têm mercados em raios de muitos milhares de quilómetros.

Dito isto, que julgo consensual, passo à fase das consequências.

Estarão os autarcas preparados para avaliarem os seus mandatos em função do número de empreendedores que foram capazes de gerar nos seus territórios?

Por outras palavras: Estarão os autarcas capazes de promover software territorial para o hardware que já conquistaram?

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O articulista não é exaustivo sobre a tema e certamente, nem tudo será como nos faz crer, mas não será preciso mudar de paradigma?…

Voltarei ao assunto no futuro, tentando traçar a minha modesta opinião sobre esta questão.


José Capitão Pardal