MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Por ser de interesse para os meus leitores, alguns dos quais são da de , aqui vos deixo a notícia da redacção do prestigiado periódico “Linhas de ”.
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29-03-2010 – 09:55 – Linhas de

O município raiano de já entregou o dossier de candidatura das fortificações militares da a à da UNESCO, revelou a vereadora da autarquia Elsa Grilo.
“Estamos a aguardar os desenvolvimentos do processo. A partir de agora, a candidatura vai para as instâncias internacionais que terão de se pronunciar e, eventualmente, pedir elementos complementares como já aconteceu em processos semelhantes”, referiu a autarca.
O dossier de candidatura das fortificações de a , pela das Nações Unidas para a , e (UNESCO), demorou três anos a preparar.
“Não havia nada em termos de documentação das fortificações e militar da , pelo que tivemos de fazer um estudo de base”, justificou Elsa Grilo.
integra uma candidatura transfronteiriça em série que envolve também os municípios de , Marvão, e Valença. No entanto, e para já, a única a entregar o dossier foi .
“A candidatura das fortificações de seria sempre a cabeça de série, uma vez que se trata de uma candidatura por ciclos. Os outros municípios avançaram mais tarde e, por isso, têm os processos mais atrasados, mas quando estiverem concluídos serão entregues para juntar ao de ”, explicou a vereadora da .

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José Capitão Pardal

Aqui vos deixo a notícia inserta na Newsletter da “Turisver”, sobre as conclusões do 1º Congresso de do , que decorreu durante os dias 26 e 27 do corrente, na de .

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logoturisver

Reunidos em durante os dias 26 e 27, os participantes do 1º Congresso de do aprovaram as seguintes conclusões finais que transcrevemos na íntegra.

Conclusões:

1.Este é um momento histórico de que os congressistas, na mesa e na plateia, são protagonistas: o primeiro congresso de na região do .

2.O congresso reflecte a tomada de consciência:

a.Que o se apresenta, no início do século XXI, como um Destino emergente no panorama do de , com peso crescente na e na vida da região, sendo um factor importante de ;

b. Que o pode (e deve) desempenhar um papel relevante na promoção da identidade do , da sua , das suas paisagens, do modo de vida das suas gentes…;

c.Que os agentes institucionais, os sectores empresariais, o tecido associativo, as comunidades locais alentejanas necessitam de discutir o tema do em conjunto, pois só dessa discussão colectiva podem surgir novos caminhos para o turístico desta região.

3.Mas o congresso reflecte também a ambição:

a. De afirmar um Destino e uma Marca forte a nível , mas também ;

b. De identificar esse Destino com o território e com os seus valores, promovendo afinidades crescentes entre a região e os mercados turísticos;

c. De mobilizar todos os alentejanos e as suas instituições na afirmação do Destino, condição necessária para obter um turístico mais sustentado e mais sustentável;

4.Esta ambição é fundamental para concretizar uma agenda de turístico do para os próximos anos, que assenta nas seguintes linhas de actuação principais:

1.A afirmação da notoriedade interna e externa do Destino “”, alicerçado nos factores distintivos e autênticos que constituem a sua identidade.

A Toscânia mostra-nos que é possível inovar, modernizar e competir à escala sem abdicar de valores, antes pelo contrário, colocando a identidade ao serviço do sustentável do .

2.O e a consolidação de produtos turísticos à escala da região com o envolvimento colectivo dos agentes públicos e privados do e sectores afins.

Por isso, está já a trabalhar-se na Grande Rota da Gastronomia e Vinhos do , projecto que vai na linha do exemplo que nos trouxe La Rioja; na Grande Rota do Tempo; mas também na estruturação da Rota dos Mármores e do Industrial;

3. O aumento das competências de do Destino, destacando-se a criação do Observatório de do , que iniciará a sua actividade a partir de Maio, que é um bom exemplo do trabalho em entre a Entidade de , as instituições de ensino superior e as empresariais;

4. A criação de uma de apoio ao e à iniciativa turística, que estimule a captação de adequado ao território e contribua para agilizar a concretização de projectos;

5.A integrada da de postos de do pela ERT e Pólos, instrumento imprescindível à melhoria da qualidade do acolhimento do Destino;

6.Como plataforma de integração destas actuações, e respondendo aos novos paradigmas sociais e comerciais do , criar uma de do Destino (DMO), aproveitando a janela de oportunidade criada pelas novas tecnologias para agilizar a da oferta desde a criação até à venda;

5.Para concretizar estas linhas de actuação, importa também capacitar as ERT e os Pólos para:

1. Uma intervenção consequente ao nível dos instrumentos de territorial, em estreita articulação com as entidades sectoriais e territoriais competentes;

2. Uma participação efectiva no processo de licenciamento e classificação dos empreendimentos turísticos, o que só será possível pela atribuição de novas competências, por exemplo através do mecanismo legal da delegação;

3. Uma articulação estreita com a de Coordenação e , na explicitação da componente turística das Estratégias de Eficiência Colectiva reconhecidas no para dar coerência e às iniciativas de marketing territorial que estão a avançar na região;

4. Reivindicar, junto da do , o reforço do financiamento da actividade das ERT e dos Pólos, com base em critérios de mérito que reconheçam o trabalho realizado no melhoramento do produto e na promoção dos destinos regionais.

O Congresso verificou ainda com agrado que o PENT irá ser revisto, o que constituirá uma excelente oportunidade para este documento estratégico acolher a nova ambição prosseguida para o alentejano, nomeadamente a inclusão do de natureza como produto estratégico para o no .

6.É nestes desafios globais que devemos concentrar a nossa atenção e os nossos esforços colectivos, agindo de forma estruturada e persistente para a obtenção de resultados concretos.

Para isso, contamos com um instrumento transversal e congregador do do , o Operacional de do , 2010-2019.

Turisver – 30/03/2010

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José Capitão Pardal

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Recomendando aos meus leitores uma visita à “Fiesta Cerezo em Flor” e à bonita de Valle del Jerte, no da espanhola, que se realiza entre os finais do mês de Março e os primeiros dias do mês de Abril.

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 05/03/2010 FAUSTINO MARTIN in EL PERIÓDICO   

Conseguir que la fiesta del Cerezo en Flor constituya un escaparate para toda la región”, es uno de los objetivos marcados por los asistentes a la reunión mantenida en la sede de la Sociedad para la Promoción y el Desarrollo del Valle del Jerte (Soprodevaje), entre cuyos participantes figuran: La Consejera de y , Leonor Flores, la Directora General de Manuela Holgado, el del citado grupo de desarrollo, Victor López, el de la mancomunidad de municipios, Félix Díaz, el de la Asociación de Rural (Aturvajerte), Luis Morán, y los componentes de la directiva de Soprodevaje.

Además en el encuentro de trabajo, fueron abordados los principales retos que tiene planteados el Valle del Jerte, en lo que concierne al sector turístico.

En este sentido Soprodevaje señaló ayer en una nota remitida este diario, que para potenciar la fiesta del Cerezo en Flor , los asistentes a la reunión convinieron que “se deberá optimizar sustancialmente la logística y coordinación de este evento, de cara a mejorar y potenciar la imagen” del mismo.

Por otra parte fueron analizadas “diferentes propuestas”, encaminadas a romper la estacionalidad, mejorar las infraestructuras relacionadas con el , “y potenciar la en la ”.

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José Capitão Pardal

Armando Alves é um dos expoentes máximos da pintura e da escultura dos nossos tempos.

Estremocense dos “sete costados” nunca deixou de estar ligado à terra que o viu nascer e marca presença assídua no quotidiano da vida de .

A justa atribuição a Armando Alves de mais um prestigiado prémio leva-me a transcrever do blog do Hernâni Matos ESTREMOZ – Exposições no Centro Cultural a oportuna notícia sobre o pintor e escultor estremocense, que consta do jornal “Brados do ” nº 726, de 20091210. 

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armando alves

PRÉMIO DE ARTES 2009 ARMANDO ALVES DISTINGUIDO PELO CASINO DA PÓVOA

João Jaleca in Brados do (nº 726 – 10.12.2009)

http://bradosdoalentejo.com.pt

O pintor Armando Alves foi o distinguido pela quarta edição do “Prémio de Artes Casino da Póvoa”.

O júri justifica a distinção “como reconhecimento pelo seu alto contributo para a Arte e a em ”.

A atribuição do prémio, no valor de 30 mil euros, foi divulgada dia 11 de Novembro e a entrega vai realizar-se em cerimónia solene no Casino da Póvoa, pelas 21 horas de dia 18 de Dezembro.

Para além do prémio monetário a distinção envolve, ainda, a aquisição de uma obra ao artista plástico estremocense, no caso uma escultura, sem título, que vai integrar a colecção de arte do Casino da Póvoa, e a publicação de uma monografia.

Armando Alves junta-se, assim, ao pintor Nikias Skapinakis vencedor da primeira edição (em 2006) do Prémio de Artes Casino da Póvoa; ao escultor Carneiro (2007) e ao pintor Júlio Resende (2008).

Armando Alves nasceu em em 1935.

Ainda na escola da natal é incentivado por um , atento ao seu jeito e vontade para o desenho e modelação, para seguir os estudos na área das Belas Artes.

Seguindo o ‘’ fez o Curso de Preparação às Belas-Artes da Escola Arroio em e rumou ao para o Curso de Pintura da Escola de Belas-Artes do , que concluiu com a máxima classificação.

Foi docente desta Escola entre 1962 e 1973.

Juntamente com os artistas Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, formou o grupo “Os Quatro Vintes” em 1968 (alusão à nota de classificação do Curso).

A sua apetência para o design leva-o a desenvolver importante actividade na área das Artes Gráficas, contribuindo para a sua renovação e valorização.

A sua obra tem sido exposta em e no estrangeiro, estando representada em várias colecções particulares e públicas.

Na sua produção artística sobressai a pintura mas Armando Alves tem feito também incursões por outras vertentes da Arte, nomeadamente, pela escultura e ilustração.

De sua autoria podem ser vistos em espaços públicos a tapeçaria da sala de audiências do Tribunal de ; o monumento à artesã Tapeteira, em Arraiolos; uma escultura no jardim da Escola Superior de Enfermagem de ou o vitral no edifício da Tabaqueira em , entre muitos outros.

Recebeu vários prémios e distinções. O da República, Aníbal Cavaco , entregou-lhe em 2006 durante a cerimónia comemorativa do Dia de , de Camões e das Comunidades Portuguesas [na Alfândega do ] a insígnia de do grau de Grande Oficial da Ordem de Mérito com que o agraciou.

Radicado no [Matosinhos] continua a ter casa e atelier em onde se desloca e trabalha com frequência.

Também em 2006 [Outubro] a de atribuiu-lhe a ‘Medalha de Ouro da ’.

A do agraciou Armando Alves em 1988 com a Medalha de Mérito – Grau Ouro e, no ano passado, o Círculo de Teatral / Teatro Experimental do consagrou-o seu Sócio Honorário.

Uma mostra da obra de Armando Alves – 17 Desenhos, dez dos quais num políptico; duas Tapeçarias; dois Objectos [escultura] e 40 Pinturas – pode ser (re)visitada até 30 de Janeiro próximo, na Galeria Valbom (Avenida Conde Valbom, 89-A) em , numa exposição inaugurada dia 14 de Novembro.

Sobre a obra de Armando Alves dos últimos 30 anos diz Bernardo Pinto de , a dado passo do texto que abre o catálogo da exposição – «tem sido a forma de aprender e de comunicar uma sábia e sóbria disciplina de pintar, que se foi tornando cada vez mais capaz de essencializar e de conter os gestos da pintura numa espacialização das cores, dos gestos, das matérias de que se faz a pintura.», e, mais adiante, «estas pinturas são, antes de tudo, retratos de paisagens» a revelarem «quer uma terra em fogo, feita de clarões que explodem num delírio de cores e de formas sugeridas, como a de certas descrições de Alves Redol, quer uma outra, quase adormecida, sossegada e lenta, embalada pelo vento do final da tarde, que faz ondular brevemente as espigas doiradas».

E Bernardo Pinto de remata «uma a uma, cada uma dessas expressões vão desfilando em silêncio, diante de nós, que aprendemos lentamente a reconhecê-las, humanizadas por esse traço inconfundível do artista (…)».

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José Capitão Pardal

Com um convite para que se desloquem a , este fim de semana, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal HARDMUSICA de hoje (20091030), sobre a Feira de Artes, Velharias e Antiguidades de , a ENCONTARTES.

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EncontrArtes em

O certame, que decorre até dia 01 de Novembro no parque de feiras e exposições de , promovido pelo município, junta um vasto conjunto de actividades culturais e económicas, representativas da região e do , assim como instituições da área da .

Segundo a autarquia, “este é o único evento do género que se realiza no ”, e a edição deste ano conta com mais de 60 expositores, entre artistas plásticos e antiquários.

O certame, de acordo com a autarquia, pretende agregar no mesmo espaço a venda, mostra, compra e troca de antiguidades, livros antigos, coleccionismo e artes plásticas. No certame pode ser apreciada uma “Mostra Surrealista”, com de Godinho, Firmo , Gustavo Fernandes, Luiz Morgadinho, Pedro Prata, Pedro Olaia, Santiago Ribeiro e Victor Lages.

O evento, segundo o município, pretende aproximar a região do resto da , em termos artísticos, tendo sido convidadas embaixadas europeias com representação em a participar na EncontrArtes, através da fotografia.
Segundo os organizadores, na denominada “Foto ”, está garantida a presença de trabalhos de fotógrafos da Bélgica, Croácia, Eslovénia, Estónia e Turquia.

Ainda no âmbito das artes plásticas, a de Évora, através do seu Departamento de Artes, vai também estar representada no certame com alguns trabalhos produzidos pelos melhores alunos finalistas do curso de artes plásticas, nomeadamente desenho, gravura, escultura e vídeo.

O certame pretende ser, segundo a autarquia, “um ponto de encontro entre , galeristas, artistas plásticos, coleccionadores, antiquários, alfarrabistas, críticos e outros agentes destas áreas”.

De acordo com a autarquia, a feira pretende ainda dinamizar um conjunto de sectores de actividade há muito ligados à região de , os quais geram um movimento de pessoas e bens muito apreciável, nomeadamente na feira de antiguidades e velharias que decorre aos sábados na .
(ES)

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José Capitão Pardal

Um dia destes ao navegar na Net, dei com este “post” do Frederico Lucas e por achar o seu conteúdo interessante, tomei a liberdade de o transcrever para conhecimento de todos os meus leitores.

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“O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas”.
W. G. Ward (via @andreiapinto)

 Alguém sabe a morada do Plano Tecnológico?

Sempre que faço esta pergunta tenho o endereço web como resposta: http://www.planotecnologico.pt
Mas se em vez disso perguntar pelo da , ninguém deixará de responder “5 de Outubro”!

E a diferença é simples: O da é anterior à geração WEB. Já existia antes disso.

O já nasceu no “nosso tempo”.

Tal como o Nespresso ou como a marca de impressoras Brother cuja sede ninguém imaginará a não ser o seu DNS.

Usei esta forma simples para demonstrar a enorme revolução que estamos a assistir de forma consensual.

E esta revolução marca toda a diferença no contexto territorial.

Hoje as organizações têm um endereço web e os seus colaboradores vivem onde mais lhes interessar.

São centenas de estórias que já escutei de instaladores residenciais de internet que andaram no sul e no do nosso a instalar a internet em casas de grandes “carolas”, isto é, investigadores e empresários que operam virtualmente em Londres, Dubai ou Frankfurt conciliando essa actividade com a residência num acolhedor e solarengo como é .

Aqui vivem, aqui educam os seus filhos, aqui pagam impostos, aqui consomem, aqui adquirem as suas casas.

Mas se recebermos destes um cartão de visita, teremos uma morada postal e um telefone do onde operam. E um endereço web que é o “head-office” empresarial!

E porque motivo escolheram estes pioneiros da DNS o nosso para viver?

Seremos a primeira Aldeia ? Serão a nossa história, a nossa e a nossa tolerância, os condimentos territoriais de um mundo que caminha para a ?

in Criar2009

Posted by Frederico Lucas at 6:35 PM

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José Capitão Pardal

Vai realizar-se em Outubro, na Holanda, o segundo encontro da de Sítios de Paz, uma iniciativa que teve a sua origem na LACE – Liga dos Amigos do Castelo de Evoramonte, da qual é o Eduardo Basso.

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Sobre o assunto transcrevo uma notícia inserta no jornal “Correio do Minho”, de 20090827.

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A de Sítios da Paz, que integra a histórica vila de Evoramonte, no concelho de , vai promover o seu segundo encontro em Outubro, em Wageningen, na Holanda, disse hoje um responsável da iniciativa.

Eduardo Basso, da instaladora da , adiantou à agência que o encontro está marcado para a holandesa onde, em 04 de Maio de 1945, foi assinada a capitulação alemã na 2ª Grande , data anualmente comemorada com um grande festival no qual participam mais de cem mil pessoas.

O primeiro encontro da de Sítios da Paz decorreu em Evoramonte em Maio deste ano, no qual foi aprovada a constituição da , o seu documento de princípios gerais, denominado ‘Declaração de Evoramonte’, e eleita a instaladora.

O segundo encontro, de acordo com Eduardo Basso, que é também da Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte (LACE), vai ser destinado à discussão e aprovação da missão da , definição das condições para a integrar e a questões de interna e de financiamentos.

No encontro de Wageningen vai também ser discutida a futura formal da .

Paralelamente a este segundo encontro vai decorrer um seminário para o qual estão a ser convidadas personalidades de ‘grande relevo’ da opinião pública dos países integrantes da actual instaladora.

Eduardo Basso indicou ainda que, após o segundo encontro, está previsto um período destinado à formalização das adesões à , cujo balanço será feito no terceiro encontro a realizar em Maio de 2010, na croata de Zadar.

Por outro lado, disse, está elaborado o registo da marca ‘Places of Peace’ (Sítios da Paz) e o respectivo logótipo, encontrando-se já disponível a página da na Internet, em www.placesofpeace.eu, apenas em inglês, nesta primeira fase.

Várias organizações institucionais e também não governamentais de , , Alemanha, Holanda e Grécia, presentes no encontro de Maio em Evoramonte, decidiram avançar com a criação da de Sítios da Paz.

A estrutura pretende congregar as cidades e sítios da onde foram assinados relevantes tratados de Paz e as organizações europeias que inscrevam como sua actividade prioritária a defesa da Paz.

Em Evoramonte foi assinada em 26 de Maio de 1834 a Convenção de Evoramonte, que pôs termo à civil de 1832-1834, travada entre absolutistas e liberais.

Segundo Eduardo Basso, partiu da Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte a ideia de constituir esta e de estabelecer contactos com outros sítios da onde foram assinados ‘importantes’ tratados de Paz ou onde a actividade em prol de uma para a Paz tem um papel relevante.

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José Capitão Pardal

José lança candidatura
 
de a da Unesco

Torre de Menagem

Torre de Menagem

Apadrinhados pelos da e dos Negócios Estrangeiros os concelhos de , Marvão, , e Valença iniciaram hoje o processo de candidatura das suas fortificações a da UNESCO

 

No final da cerimónia de entrega da declaração, Amado considerou que o processo de candidatura está «a apartir de agora em aberto», admitindo que se trata de um « riquíssimo que justifica o reconhecimento da UNESCO».

Do ponto de vista cultural, José Pinto Ribeiro considerou que os fortes em causa serviram «para efeitos militares e para consolidar o território português», por esse motivo são «áreas de história e ».

Os cinco municípios apresentaram a intenção de desenvolver o processo de candidatura a pelas suas fortificações abaluartadas de .fronteira entre e , com a tipologia de candidatura transfronteiriça em série .

 

 

 

 

 

 

Casco Antigo

Casco Antigo

Em declarações à agência , os presidentes das autarquias de (José ) e Valença “concordaram que esta era uma forma de «valorização de uma fronteira histórica» e uma forma de «dar vida às regiões do interior», além de que serve para «reforçar» as ligações com ”.

jornal Destak - 2009/05/21

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José Capitão Pardal