MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

Últimos Registos

Calendário

Setembro 2010
S T Q Q S S D
« Ago    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  





Pela sua importância e por concordar plenamente com o seu conteudo, tomo a liberdade de transcrever o texto inserto no blog “Relembrar para não esquecer”, da autoria de Inácio , sobre o discurso proferido pelo da das Comemorações do 10 de Junho de 2010, Dia de , de Camões e das Comunidades, Dr. Barreto.
………………..///………………. 
Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
10JUN2010 – Barreto dá uma chicotada psicológica aos mais Altos Representantes de

ANTÓNIO BARRETO, intelectual e cientista , autor  dos documentários para a RTP, “Um retrato ”, realizados em 2006, encarna publicamente, em frente das mais altos responsáveis do , o sentimento e a mágoa dos ex-combatentes.

Confesso que não sabia que Barreto era o responsável pela das Comemorações do 10 de Junho de 2010, Dia de , de Camões e das Comunidades, mas foi com uma agradável surpresa que ouvi o seu discurso, quase todo virado para os ex-combatentes, preocupado em salientar o facto de não haver vários tipos de combatentes, como alguns pretendem.

Existe, apenas, um tipo de combatente: aquele que em nome do seu , serviu ou serve, em português, ou no estrangeiro,  por mandato do Português. Entenda-se que as ex-colónias, hoje países estrangeiros, eram, na altura da colonial, consideradas terras sob

Barreto proferiu, no meu ponto de vista, o discurso que os ex-combatentes esperavam ouvir, há mais de 40 anos, e que nenhum político ousou dizer, talvez com o receio de ser conotado com uma ou outra força política, por concordância ou discordância da manutenção das guerras do ultramar.

O desassombro e a inspiração de Barreto merece a nossa vénia e o nosso obrigado. Ele soube definir, com tamanha clareza de espírito e evidência o que levou tantos milhares de jovens a deixar as suas terras e as suas famílias, os seus amigos, os seus empregos, para serem levados, sem vontade própria, para terras que desconheciam, sem um “bilhete de passagem” que lhes garantisse o regresso.

A tal dí de gratidão, tantas vezes proferida por milhares de ex-combatentes e que ventos hostis nunca permitiram que chegasse aos nossos governantes, foi – graças ao Barreto – insuflada, à força, um a um, nos ouvidos dos governantes ali presentes.

A partir de hoje, nenhum deles poderá dizer que desconhece existir uma dí de gratidão e que ela terá que ser paga, com ou sem existência de crise.

É certo que o já possui legislação sobre algumas questões que afectavam e afectam os ex-combatentes, relacionadas, justamente, com as situações mais gritantes de injustiça , tais como, o apoio aos deficientes e aos afectados pelo stress pós traumático.

Barreto afirmou que “ não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, reforçando que o “esquecimento e a indiferença são superiores”, sobretudo “por omissão do ”.

Barreto acusa o de ser pouco “explícito no cumprimento desse dever”, avisando que está na altura de “eliminar as diferenças entre bons e maus soldados, entre veteranos de nome e veteranos anónimos, entre recordados e esquecidos”.

Um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascista” ou “revolucionário”, mas simplesmente “soldado português”,.

O dia 10 de Junho de 2010 fica marcado, também,  por ter sido a primeira vez que os antigos combatentes desfilaram na cerimónia militar oficial do Dia de .

Como ex-combatente, sinto-me profundamente grato pelas palavras de Barreto, que me tocaram o coração.

Um bem-haja.

Inácio


José Capitão Pardal

Para leitura, nomeadamente, dos “Velhos do Restelo” (para quem tudo é mau no nosso ) deixo o texto sobre o êxito que são, em , os transplantes de fígado.

……………………///……………………..

Escrito por CienciaPT   

17-Jul-2009 

A 20 de Julho de 1969 realizava-se o primeiro transplante no nosso .

40 anos depois, torna-se o número um da Continental em transplantes do fígado.

A de Transplantação assinala, no próximo dia 20 de Julho, em Coimbra, o 1º Dia do Transplante e lança uma petição para a institucionalização do dia.

é o número um na Continental em transplantes do fígado e regista o segundo lugar no Mundo de órgãos colhidos e transplantados, com 26,7 dadores por cada milhão de habitantes. Em 2008, foram salvas 1991 vidas em por transplantação.

Mas, apesar dos números positivos, os recursos humanos e físicos para estes serviços não acompanharam esta evolução.

Para divulgar os transplantes e sensibilizar os responsáveis da para esta realidade, a de Transplantação assinala no próximo dia 20 de Julho o 1º Dia do Transplante e lança uma petição para promover a institucionalização do dia.  

Para comemorar os 40 anos de transplantação em , profissionais de , doentes transplantados, familiares e amigos juntam-se, pelas 11h00 nos Auditórios dos Hospitais da de Coimbra, para fazer um balanço de 40 anos de transplantação em .

Durante a tarde, o Grupo Desportivo dos Doentes Transplantados preparou um conjunto de actividades lúdicas como forma de promover o convívio entre todos.

Durante o dia, a de Transplantação estará também a recolher as 4000 assinaturas necessárias para a petição a ser entregue na Assembleia da República para a institucionalização do dia.  

O transplante é um procedimento através do qual se implanta num organismo (designado receptor) um órgão ou tecido proveniente de outro organismo (designado dador). Hoje em dia são efectuados transplantes renais, hepáticos, cardíacos, pulmonares, de medula, entre outros.

Os transplantes trazem enormes benefícios às pessoas afectadas por doenças que, de outro modo, seriam incuráveis, e podem, em última instância, salvar vidas. 

Em 2008, foram efectuados em 524 transplantes de rim, perfazendo, pela primeira vez nos últimos dez anos, uma redução do número de doentes em lista de espera, de 2320 para 2260.

Comparativamente à média , encontra-se mal classificado na taxa de transplantes pulmonares, sendo realizados apenas ,37 por cada milhão de habitantes, enquanto que a média é de 2,28.

………………….///………………………


José Capitão Pardal