MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Sem comentários, vos deixo uma notícia inserta no Digital, sobre a formalização de um consórcio .
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sexta-feira, 18 de Junho de 2010 | 10:11
   
 
Um grupo de 47 da área tecnológica formaliza hoje um consórcio para colocar ao dispor da comunidade as competências adquiridas nos últimos anos.

“Vai ser constituído um consórcio de cerca de 47 , todas da área das tecnologias e muito viradas para a aprendizagem e ”, disse à o de Adjunto dos Transportes e Comunicações, Campos.

Segundo o responsável, as “decidiram juntar-se para, num esforço de internacionalização, colocar essas competências [que têm vindo a ser desenvolvidas em ] de uma forma agregada e integrada ao dispor da comunidade e para participar na ”.

«Estamos a falar de muito ligadas àquilo que foi o , nomeadamente no da », disse.

O consórcio, constituído por como Brandia , JP Sá Couto, Leya, Novabase, Editora ou Y-Dreams, é formalizado hoje, em , durante a conferência “A Escola do Futuro na Era Digital”, promovida pelo , e em que participam Campos e o primeiro-, José .

Digital /

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José Capitão Pardal

Os avanços tecnológicos são cada vez mais surpreendentes e as   portuguesas têm acompanhado esse avanço, o que demonstra a capacidade dos portugueses em inovar e reproduzir o que de melhor se faz lá fora.

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por JÚLIO

Aveiro 22 2010

PT apresentou um projecto-piloto da quarta geração móvel

Alguns serviços são já conhecidos, outros ainda protótipos. Mas todos vão ganhar um novo impulso com a vulgarização dos serviços da quarta geração móvel que tornar-se-á realidade, garantem operadores, nos próximos anos. Realizar uma ecografia a partir de ambulância seguida directamente pelo médico no hospital.

Imagens 3D no telemóvel. Um carro smart-phone. Emissões de televisão em tempo real, sem recurso a satélite.

Este “salto ” para 4G, como lhe chamou o executivo da PT, é feito graças ao projecto Long Term Evolution, que permitirá velocidades de banda larga de 100 a 150 Mbp/s apresentando-se como alternativa à fibra óptica e ADSL.

A PT vai lançar o primeiro projecto-piloto em ambiente real em no segundo semestre deste ano, em ainda não identificada.

A disponibilidade da dependerá, depois, dos licenciamentos de espectro, o que poderá acontecer a partir de 2011 para aplicações como a banda larga móvel.

Zeinal Bava antecipou ontem grandes vantagens nas telecomunicações com o aumento da largura de banda, de preferência, ilimitada para os consumidores, que beneficiaria como primeiros utilizadores o ramo empresarial.

Neste momento, “ninguém consegue dizer com certeza” quais vão ser os serviços a adquirir pelos clientes. Uma coisa é segura: “Vão precisar de largura de banda, mesmo no móvel.” “O centro de gravidade neste tipo de é que o consumidor quer o mesmo serviço, independentemente do equipamento”, acrescentou o executivo da PT.

Em termos comerciais, o 4G é visto pelo maior grupo do sector como a porta para “liderar em todos os segmentos”, faltando para tal suceder ainda conquistar o primeiro lugar na televisão com o seu serviço Meo.

Para já, a quarta geração móvel estará disponível de forma restrita para testes e na indústria e meios académicos. A partir de 2011, eventualmente já para o consumidor comum. Em termos de custos, como existe apenas um standard , prevê-se uma “redução significativa” relativamente ao que foi necessário para o 3G, tornando o serviço acessível “mais depressa”

A PT envolveu no seu de 4G quatro líderes na área da & (I&D): Huawei, Nokia Siemens Networks, Alcatel-Lucent e PT . Em 2009, o grupo PT investiu mais de 200 milhões de euros em , um reforço de 40%. vai ter das infra-estruturas de comunicações mais avançadas do mundo”, garantiu Zeinal Bava.

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José Capitão Pardal

: “A importância de não ser a Grécia”
 
Carla Pedro
 
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o vinho verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o vinho verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.

“Longe de ser o foco da próxima da dívida soberana, como foi previsto por vários economistas, os políticos estão a pintar como um membro bem comportado da , que não é, de forma alguma comparável à instável e mentirosa Grécia”, diz a revista num artigo publicado hoje.

está a sair-se melhor do que a Grécia em matéria de défice orçamental (9,4% do em 2009, contra os anunciados 12,7% de Atenas [número agora revisto em pela , para 13,6%]), relembra a “The Economist”.

“Ao contrário da Grécia, as suas contas públicas são credíveis e tem um historial de tomada de medidas orçamentais duras quando é necessário – entre 2005 e 2007, reduziu o seu défice orçamental em metade, de 6,1% do para 2,6%. (Além disso), foi adoptado um de austeridade para quatro anos, uma vez mais para cortar o défice orçamental, desta vez para 2,8% do em 2013”, sublinha a revista de .

Pioneirismo na atribuição das reformas

A “The Economist” refere ainda que um outro factor que diferencia de Atenas está no facto de o de José ser um pioneiro em termos de atribuição das reformas: ajustou as pensões às mudanças de expectativa em matéria de esperança de vida e introduziu penalizações às reformas antecipadas, destaca a revista britânica.

Segundo a , a despesa pública relacionada com o envelhecimento da população aumentará apenas 2,9% do em nos próximos 50 anos, contra uma média de 5,1% na e uns impressionantes 16% na Grécia. “Apesar de alguns protestos por parte do sector , a oposição aos cortes nas despesas é menos ruidosa do que na Grécia”, salienta a revista.

“Então por que motivo é que os mercados estão preocupados com o encargo da dívida ? E por que razão é que figuras como Simon Johnson, ex-economista chefe do FMI, e Nouriel Roubini, de em Nova Iorque conhecido como ‘Profeta da Desgraça’, dizem que uma como a da Grécia pode infectar ?”, questiona-se a “The Economist”.

Lento levou à perda de competitividade

Eis-nos chegados ao ponto em que a revista desfila os problemas de , que podem levar o a passar pelo que a Grécia está a passar, apesar das diferenças entre ambos.

“Uma resposta reside no facto de o maior problema de não ser essencialmente orçamental. Esse problema diz respeito ao – ou à falta dele. O real do ao longo da década desde que aderiu à moeda única tem sido o mais lento da , apesar de uma expansão em , que é o seu maior parceiro comercial”, refere a revista.

“O [] conseguiu evitar uma bolha imobiliária como a que estoirou de forma tão desastrosa em e na Irlanda. Apesar de isso não ajudar muito, o já na altura lento de tornou-o também menos vulnerável à recessão ”, sublinha a “The Economist”.

E é esse lento que “reflecte uma desastrosa perda de competitividade desde que aderiu ao ”, alerta aquela publicação. “ perdeu quota no das exportações, em prol das economias emergentes (incluindo as do Leste da ) que produzem produtos de baixo valor muito semelhantes”, avança a revista, acrescentando que esta situação se deve a um aumento constante do custo laboral, uma vez que “os aumentos salariais suplantaram o da produtividade”.

Endividamento das famílias ascende a quase 100% do

E uma das consequências é que “os portugueses, que já foram aforradores exemplares, têm a endividar-se fortemente lá fora”, realça o artigo, sublinhando que o endividamento das famílias equivale agora a quase 100% do e que o endividamento das não-financeiras está perto dos 140%.

A “The Economist” destaca o facto de José se auto-intitular a face moderna de um que está a fazer a transição de uma indústria manufactureira de baixo custo para indústrias intensas em conhecimento.

“Em cinco anos, defende ele [], tornou-se um líder europeu em energias renováveis. Também reduziu a função pública de 747.000 para 675.000 pessoas. Envia cerca de 35% dos seus jovens para a . Investe mais de 1,5% do em , muito mais do que . No entanto, ao mesmo tempo, está a perder alguns dos seus fundos estruturais comunitários em prol dos mais recentes membros pobres da UE, que vêm da de Leste”, diz a revista britânica.

A “The Economist” conclui a análise à referindo que é, de facto, diferente da Grécia”. “Mas se os mercados decidiram testar isso, o baixo crónico, a drástica perda de competitividade e o elevado endividamento e privado são fraquezas que podem minar rapidamente a protecção que é suposto ser dada pelo facto de [] ser diferente”, adverte a publicação.
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José Capitão Pardal

Mais um passo foi dado na implementação da linha de , , com a aprovação da minuta do contrato de concessão do troço Poceirão – Caia.

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2010-04-15  in “ do

logo GovernoO Conselho de Ministros de 15 de Abril aprovou a minuta do contrato de concessão, por 40 anos, do projecto, construção, financiamento, manutenção e de disponibilização, do troco Poceirão-Caia, integrado na ligação ferroviária de entre e . Esta decisão é um passo fundamental na concretização da de ferroviária (RAVE) e da ligação entre o marítimo de Sines e as linhas ferroviárias estrangeiras, assim como se tornara num eixo essencial ao transporte de mercadorias de para a . A RAVE terá impactos significativos na , no , na capacidade das portuguesas concorrerem no .

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José Capitão Pardal

Para conhecimento dos meus leitores e por transcrição do do aqui deixo as medidas, constantes da Resolução do de abaixo indicada, de Apoio ao da , através do PADES  (  de Apoio ao da   ).

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logo Governo

Resolução do de n.º 16/2010

O do XVIII Constitucional estabelece, entre as suas prioridades, o relançamento da e a promoção do .

As entidades que integram o sector são as cooperativas, as instituições particulares de solidariedade , as misericórdias, as mutualidades, as associações de local e outras entidades sem fins lucrativos.

Estas entidades desenvolvem actividades essenciais no domínio da acção , em especial através da prestação de serviços de assistência de proximidade, contribuindo assim para o local e a coesão .

Por outro lado, desenvolvem acções para a promoção e a integração activa dos grupos vulneráveis, como os imigrantes, os idosos e os desempregados, estabelecendo de apoio e contribuindo activamente para a criação de empregos estáveis.

O posicionamento destas organizações no domínio socioeconómico evidencia -se, assim, pelo facto de a sua intervenção se basear em princípios de defesa dos interesses colectivos, em mecanismos de cooperação e de solidariedade, bem como por uma forte componente de integração das suas actividades ao nível das comunidades e dos territórios.

Por este conjunto de factores, as entidades do sector têm vindo a afirmar -se como elementos essenciais nas parcerias promovidas para o das políticas .

Perante esta realidade, o reforço do sector constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do e do nosso , traduzindo -se a linha de intervenção estratégica a prosseguir pelo , por um lado, na criação de um de profissional de apoio à qualificação institucional destinado a promover a e, por outro, na criação de estruturas e de mecanismos específicos de apoios e de incentivos ao exercício da sua actividade e ao seu , contribuindo assim para o reforço da coesão e , mediante a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No seguimento deste esforço de dinamização da , o primeiro passo em prol desta nova de reconhecimento e de valorização do sector foi dado através do processo de criação da Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio), expressando-se, assim, o reconhecimento oficial deste sector enquanto organismo com uma identidade comum, apesar da sua diversidade e heterogeneidade.

Um segundo passo foi, ainda, dado no sentido da afirmação do potencial de criação de por parte deste sector, através da criação de um específico de estágios profissionais, o INOV -, aprovado pela Resolução do de n.º 112/2009, de 26 de Novembro, visando a colocação de jovens quadros qualificados junto das instituições da e, concomitantemente, o reforço da e a modernização das instituições acolhedoras.

A presente resolução vem, agora, estabelecer um conjunto articulado de medidas de estímulo ao da , através da aprovação do de Apoio ao da (PADES).

A primeira medida no âmbito do PADES será a criação, durante o 1.º semestre de 2010, de uma linha de crédito bonificado, no valor de €12500000, com o objectivo de incentivar as entidades que integram o sector ao e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades.

Por outro lado, lança -se o de microcrédito, no montante de € 15 000 000, gerido pelas entidades que integram o sector , em parceria com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito.

Este novo pretende ser uma medida de estímulo à criação de e ao empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, facilitando -se não só o acesso ao crédito bem como a prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais.

Em terceiro lugar, o aposta na qualificação das entidades e dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores.

Por último, resolve -se criar para a , órgão consultivo, de avaliação e de acompanhamento ao nível das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e ao da .

Foi ouvido o Banco de .

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o de resolve:

1 — Aprovar o de Apoio ao da (PADES), com o objectivo de permitir o acesso a programas específicos de das suas actividades de natureza e solidária às entidades que integram o sector — as instituições particulares de solidariedade , as mutualidades, as misericórdias, as cooperativas, as associações de local e outras entidades da sem fins lucrativos.

2 — Implementar, durante o 1.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, uma linha de crédito bonificado, no valor de € 12 500 000, específica para as entidades que integram o sector , com os seguintes objectivos:

a) no reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;

b) Modernização dos serviços prestados às comunidades;

c) Modernização da e reforço de tesouraria;

d) Reforço do fundo de maneio necessário ao da sua actividade;

e) Liquidação de dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

 3 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio) a desta linha.

4 — Lançar, no âmbito do PADES, um de microcrédito, no montante de € 15 000 000, a criar durante o 2.º semestre de 2010, destinado a fomentar a criação de e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, beneficiando, preferencialmente, desempregados que pretendam desenvolver uma actividade por conta própria, para a qual necessitem de um empréstimo de baixo valor, com o limite máximo de € 25 000, e ao qual não consigam aceder junto de instituições financeiras.

5 — Determinar que os apoios a conceder para o deste se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e à consolidação dos projectos empresariais.

6 — Estabelecer que o crédito ao é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, através de linhas de crédito a criar para o efeito, beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia, no quadro do sistema de garantia mútua.

7 — Determinar que a operacionalização do assenta na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector , ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos.

8 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio a coordenação e o acompanhamento do de microcrédito, em articulação com o de e Profissional, o de Apoio às Pequenas e Médias e à e Direcção-Geral de Tesouro e .

9 — Desenvolver, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de profissional de apoio à e à modernização das entidades do sector com os seguintes objectivos:

a) Reforçar as qualificações dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores;

b) Promover a melhoria dos seus procedimentos de e de .

10 — Implementar, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de apoio à qualificação das entidades do sector para melhorar a qualidade das suas actividades e o de sistemas de certificação de qualidade, de modernização tecnológica e de .

11 — Determinar a criação, durante o 1.º trimestre de 2010, do para a , órgão consultivo de avaliação e de acompanhamento das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e da .

Presidência do de , 4 de Fevereiro de 2010.

O Primeiro-,

José Carvalho Pinto de Sousa.

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José Capitão Pardal

Sem comentários.

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2010-03-01 in do

Presidência do de

Gabinete da Secretária de da Modernização Administrativa

Em 4 meses foram dispensadas cerca de 200 000 comunicações Medida Simplex poupa 5 milhões de euros às .

No âmbito do Simplex 2009 foi adoptada, desde 1 de Outubro de 2009, uma medida que permite, às comunicar actos obrigatórios de registo, apenas a uma única entidade, o que, passados 4 meses, revelou significar uma poupança, para as , de cerca de 5 milhões de euros.

Antes, as estavam obrigadas a transmitir a três entidades diferentes (Serviços de Registo, Serviços de e Serviços da Segurança ), por meios diferentes – papel e por via electrónica – a mesma informação.

Por exemplo, as comunicações resultantes de uma alteração na composição dos órgãos (mudança de gerente), da firma ou da sede ou a realização de uma operação de fusão eram transmitidas às três entidades referidas.

Com esta medida, adoptada e em vigor desde 1 de Outubro de 2009, as passaram a comunicar aquelas informações a uma única entidade – os serviços de registo – ficando estes com a incumbência de, posteriormente, comunicarem essas informações aos serviços de e da segurança .

Esta simplificação de procedimentos, que pode ser efectuada na , já permitiu que as e a segurança tivessem recebido, por este novo sistema, cerca de 200 000 alterações, o que significa uma poupança às na ordem de 5 milhões de euros em custos directos e indirectos.

Registe-se que esta medida Simplex eliminou burocracia desnecessária e deslocações a dois serviços da pública e contribui para a redução dos custos para as .

Trata-se, assim, de mais um contributo para libertar recursos, dar mais dinamismo à e eliminar custos de contexto, papel e deslocações, permitindo que as se concentrem em tarefas essenciais para a modernização, competitividade, geração de riqueza e criação de .

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José Capitão Pardal

Qui, 5/11/2009
Mais um artigo interessante do Prof. , que tomo a liberdade de publicar sem mais comentários.
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2009/10/16 10:59

Carlos Zorrinho

O colóquio sobre em produtos tradicionais, promovido em conjunto pelo Gabinete do e pela COTEC foi um dos momentos altos da recente Mostra .

O conceito de é novo, potente, muito visível, mas ainda pouco maduro.

No que diz respeito à em produtos tradicionais ainda é maior a fluidez e a necessidade de consolidação de ideias e boas práticas.

Neste contexto, a apresentação pública de quatro casos de sucesso como a Derovo, a Felmica, a Salsa e a Frulact, permitiu identificar algumas linhas comuns que fizeram a diferença e podem ser de enorme utilidade para quem quer inovar e vencer, vendendo para o mundo aquilo que faz parte da tradição da nossa .

Em primeiro lugar a nos produtos tradicionais não resulta por norma do acaso ou duma invenção inesperada, mas decorre antes da identificação duma oportunidade de e da consequente persistência no do produto e da para lhe dar resposta.

Em segundo lugar a nos produtos tradicionais não dispensa o uso de ferramentas e métodos de fronteira tecnológica. Nestes segmentos, o produto é tradicional, mas a forma de o produzir e distribuir não tem que o ser e normalmente não é.

Finalmente a tradicional exige para ser bem sucedida um grau de ambição e uma atitude de excepção. Os casos apresentados no seminário são notáveis e excepcionais.

A situação ideal é que deixem de o ser e se tornem exemplos normais no meio de muitos similares, mas nesta fase de impulso da nossa , a excelência na atitude é determinante.

Os programas de apoio à modernização e à internacionalização das portuguesas e em particular das PME, inseridos no COMPETE, são alavancas fundamentais para o sucesso da em produtos tradicionais.

As citadas neste artigo recorreram a eles, não como um ponto de partida, mas como um instrumento e uma componente do pacote de viabilização.

É esse o trajecto que conduz ao êxito.

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José Capitão Pardal

Sobre o assunto em título deixo a notícia constante da versão online da “Exame Informática” de hoje (20091030)

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Em Dezembro, é dado o tiro de partida para o leilão de espectro para a exploração de serviços regionais de banda larga móvel. O leilão inclui 36 regiões do e pode abrir caminho ao WiMax.

O leilão prevê a licitação de licenças de exploração para a prestação de serviços de banda larga no espectro de frequências entre os 3,4 e os 3,8 GigaHertzs (GHz).

A Anacom pretende que leilão siga a lógica da neutralidade tecnológica, mas a verdade é que o espectro disponível pode facilitar a aposta nas tecnologias FWA e WiMax, como alternativas às móveis GSM e 3G, que operam noutros espectros.

Numa primeira fase, os maiores operadores (PT, Sonaecom, Vodafone e Zon) vão ser impedidos de participar neste leilão que é conhecido por Broadband Wireless Access (BWA).

Só no caso de não serem apresentadas licitações, estes operadores de maior dimensão poderão tentar ganhar o direito de exploração dos já referidos espectros, noticia o .

Com estes leilões de espectros, a entidade que regula as telecomunicações em pretende fomentar a concorrência na banda larga móvel, permitindo que câmaras municipais, associações ou outras se tornem operadores de telecomunicações regionais.

O registo das entidades interessadas arranca a 17 de Dezembro; a licitação tem lugar em Janeiro.

Os custos de licitação mínimos vão de 100 mil euros (na dos Açores) a 300 mil euros (, Santarém e outras cidades).

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José Capitão Pardal

De acordo com o jornal Expresso online de hoje (20091022), o alentejano de Beringel, Serrano, é o novo da Agricultura

Parabéns ao novo e à cidade de Évora, onde reside e trabalha, e toda a sorte do mundo para a tarefa que tem pela frente.

José

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18:27 Quinta-feira, 22 de Out de 2009

Última actualização há 8 minutos

Perfil do novo da Agricultura

 

Serrano tem 44 anos e é Catedrático da de Évora. Doutor em de . Ex-Director do Gabinete de Planeamento de Política Agro-Alimentar do da Agricultura. Vogal da Directiva do Operacional do (). Exerce actualmente funções como do de do Hospital Espírito Santo, em Évora.

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José Capitão Pardal

Este texto do Analísta , Perez Metelo ilustra de forma muito simples a evolução da nos últimos anos, as insuficiências de partida, dificuldades, êxitos e a correcta seguida pelo nas várias fases porque passou, pelo que recomendo a sua leitura de forma muito atenta e séria, despida de qualquer sectarismo idiológico.

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ng1194614

por ANTÓNIO PEREZ METELO

teve de arrostar com três anos de aperto orçamental, com dívidas em excesso de , famílias e , com uma espiral dos preços da energia e com um mais aberto e mais agressivo.

Mesmo assim, soube levantar a cabeça até que a lhe caiu em cima.

Passados quatro anos e meio, tudo parece ter de começar de novo.

Pôr as contas públicas em ordem, reduzindo fortemente o défice do e procurar que a cresça pelo menos 3%, são dois objectivos à partida contraditórios.

Cobrar mais impostos e reduzir despesas equivale a travar o em várias décimas de ponto percentual ao ano. Mas foi mesmo isto que o de José se propôs fazer, como os corredores de rallies, que carregam no acelerador e no travão com o mesmo pé.

E, puxada pelas exportações, a lá foi crescendo sempre mais até fins de 2007 (ainda que menos do que a média da ): 0,9%, em 2005; 1,3%, em 2006; 1,9%, em 2007 (ver gráficos).

A de Manuel Pinho baseou-se para tanto na diversificação de parceiros comerciais fora da (Angola, Magrebe, países do Golfo, Rússia, Singapura, China, Venezuela), no e na aposta nas energias renováveis.

A Galp realizou avultados investimentos, que lhe garantiram importantes reservas estratégicas de petróleo em Angola e no .

No comércio externo, a concentração dos destinos das exportações na (UE) atenuou-se (80%, em 2005; 76%, em 2008) e as trocas com os países emergentes multiplicaram-se por três, e mesmo por quatro, em certos casos.

Conjugando a diplomacia com o , a balança de tornou-se superavitária no conteúdo das suas trocas externas: -286 milhões de euros em 2005; -31 milhões em 2006; +67 milhões em 2007 e + 42 milhões em 2008, já em plena .

As apostaram em força na informática e nas telecomunicações, os serviços de alto valor acrescentado assumiram um peso inédito na balança comercial do , mas ainda não conseguem anular totalmente o défice comercial dos bens transaccionados.

Resultado: o confronta-se com um persistente défice comercial à volta dos 8% do , no qual avulta o défice energético.

Por esse facto e pela contra a mudança climática, deu-se um concentrado nas energias limpas da água, do vento e do sol a uma que já serve de estudo de caso lá fora.

Falta complementar tudo com um para a eficiência energética nas industriais e agrícolas, nos serviços, nos transportes e nas habitações, que só agora está a dar os primeiros passos.

Em qualquer caso, tanto a subida de valor dos bens e serviços nacionais exportados, como a restruturação de milhares de PME, habilitando-as a competir com êxito em novos mercados mais exigentes, estava longe de estar completada quando a veio abaixo.

Em 2008, com aceleração no seu 2º. semestre, desaba sobre a a , a mais grave dos últimos 80 anos. As trocas externas caem mais de 20%, desaba o privado, retrai-se o consumo das famílias. E os ganhos que o progressivo do tinha permitido alcançar em termos , em meados de 2008 (+133 700 postos de trabalho criados e redução para 409 900 do número de desempregados, o valor mais baixo na legislatura), ruíram como um baralho de cartas: em um escasso ano, foram destruídos 151 900 postos de trabalho e o número de trabalhadores à procura de escalou para 507 700.

Com a onda de choque da importada da América, mudou a do .

A prioridade passou a ser estabilizar a banca; reactivar as actividades de crédito às empresa e às famílias; garantir apoios às em dificuldades e ao nelas; lançar públicas em infra-estruturas e construções no sector e criar novos apoios ao rendimento diminuído dos desempregados e suas famílias.

Nisto, o seguiu a cartilha posta em prática na América de Obama e na maioria dos países europeus. À custa de novo empolamento do défice e da dívida públicos.

Assim, chegados ao fim da legislatura, parece que tudo foi em vão, que tudo voltou ao princípio. Mas essa é uma leitura superficial: o positivo de +0,3% do , já no 2.º trimestre deste ano, anuncia um tecido empresarial mais capaz de lutar com êxito pela saída desta .

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José Capitão Pardal

Estão abertos desde o dia 12 de Agosto quatro novos concursos de candidaturas aos Sistemas de Incentivos às do . 

Todos estes concursos integram-se nos Programas de Valorização de Recursos Endógenos, designados por PROVERE.No âmbito do Sistema de Incentivos à Qualificação de PME foram, por sua vez, abertos concursos para Projectos Individuais e de Cooperação e para Projectos Conjuntos, que deverão visar a promoção da competitividade das PME, designadamente a sua capacidade de resposta e presença activa no , mediante a utilização de factores dinâmicos de competitividade e, no caso dos Projectos Conjuntos, do de um estruturado de intervenção num conjunto de PME.

O prazo de candidatura a estes concursos decorre até ao dia 13 de Outubro de 2009

In Newsletter nº 7, de 20090908, da “Vida


José Capitão Pardal

Pela actualidade tomo a liberdade de transcrever o artigo inserto no site do jornal da Espanhola “El Periodico” do passado dia 11 do mês de Junho.

Las ven bien apoyar la obra pública, pero temen la falta de crédito

Firmas de la región ven factible agilizar los proyectos del con fondos privados. Pero cuestionan si tendrán financiación y les preocupa que solo la logren las ´grandes´.

Bien porque agilizar la obra pública es beneficioso, ahora incluso imprescindible, para la economía, pero ¿con qué fondos? En resumen, esta es la reacción de las constructoras extremeñas que habitualmente acceden a proyectos promovidos por las Administraciones públicas a la propuesta del extremeño, Guillermo Fernández Vara, de recurrir a la colaboración privada para agilizar la construcción de la línea de Velocidad -.

Para los empresarios consultados por este diario, la idea es positiva, a falta de que se determinen los términos en los que podría llevarse a cabo, pero también tiene riesgos. Fundamentalmente, los que se derivan de preguntarse si hay recursos financieros disponibles para afrontar las elevadas inversiones que suponen este tipo de proyectos. “¿Estaría dispuesto el sector financiero, en la difícil situación que vivimos en la actualidad, a colaborar con las para llevar a cabo obra pública?”, se pregunta el director general de Magenta, José María Paredes.

REACTIVAR LA Como responsable de una de las principales constructoras de la región, Paredes reconoce las ventajas de acelerar la obra pública, no solo por lo necesaria que pueda ser sino, fundamentalmente en la actual crisis, como medio de reactivar la economía generando empleo y riqueza. Sin embargo, destaca que suponen un elevado coste que las extremeñas, por su dimensión, difícilmente pueden afrontar con recursos propios, por lo que precisan una financiación a la que actualmente no es sencillo acceder.

La misma preocupación comparte Javier Candela, gerente de Placonsa (otra de las grandes firmas del sector en ), que reconocen que “en la coyuntura actual, es complicado obtener financiación”. Por ello, considera que las empresa pequeñas y medianas, como son la mayoría de las extremeñas, tendrían complicado financiar una obra pública. Además, recuerda que aún no se ha concretado qué sistema se utilizaría para tener los fondos privados, lo que estima imprescindible para valorar la medida.

No obstante, Candela apuesta por ser “imaginativos” para buscar soluciones a la crisis y agilizar las , algo que, considera: “nos viene bien a todos”. Por ello, aboga por dar tiempo a los poderes públicos para que “maduren su propuesta”, si bien de momento reconoce que para las extremeñas, en principio, es complicado poder a financiar o cofinanciar públicas.

Justo en la misma línea se manifiesta Roberto Vázquez, gerente de Carija, otra de las constructoras más representativas de la región. A su juicio, esta iniciativa llega en “el peor momento para pedir dinero”, ya sea para comprar una casa, “no digamos para hacer una obra de las dimensiones que tiene un proyecto ”.

Pero, como Candela y Paredes, Vázquez se muestra convencido de que construir el AVE con la colaboración es factible. “Se hace normalmente con las autopistas y los párkings, ¿por qué no con el ferrocarril?”. Por ello, plantea su disposición a analizar cómo se articula la iniciativa, si bien reconoce que si se apuesta por grandes proyectos, las extremeñas pueden verse perjudicadas.

Por su parte, desde el Grupo Katry declinan pronunciarse sobre la propuesta hasta tener más datos sobre cómo se llevará a cabo.

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José Capitão Pardal

Se isto não é choque , o que será?!…

Quanto demorava a tarefa hérculea de constituir uma empresa?… Ainda se lembram?

 Benelux Julho Agosto 2004 256

 Transcrevo texto de Data: 2009-06-16 – iGOV

 

 

 

 

Até ao final do mês de Maio foram constituídas 73.036 na hora.

Sendo o tempo médio de constituição das mesmas de cerca de 43 minutos.

Segundo dados do Ministério da Justiça , em Maio de 2009 foram constituídas 1.661 , o que equivale a uma média diária de 83,1 .

O da Justiça adianta ainda que desde o final de Junho de 2006 aderiram aos Centros de Arbitragem 16.762 na hora.


José Capitão Pardal

In Newsletter nº 2 de VidaEconómica de 2009/06/08

de Nova Geração (RNG)

O Compete – Operacional Factores de Competitividade, que se integra no Quadro de Referência Estratégico () vai atribuir 41,7 milhões de euros para apoiar a competitividade das no âmbito das de Nova Geração (RNG).

Mais especificamente, as verbas destinam-se a apoiar a construção de infra-estruturas e instalação de .

O concurso oficialmente aberto no dia 27 de Maio destina-se, por um lado, a com projectos de e serviços para fornecer as RNG na sua fase de instalação e, por outro, a estimular as pequenas e médias a oferecer serviços gerados pelas potencialidades das RNG.

As propostas deverão ser entregues até 15 de Julho.

O júri escolherá as candidaturas elegíveis até ao final do ano sendo que é expectável que a verba de 41,7 milhões de euros induza um das na ordem dos 100 milhões de euros.

 

assegura adiantamento de 30% dos fundos às autarquias

 O do Ambiente, do Ordenamento do Território e do explica,em comunicado, que este adiantamento poderá ser utilizado para de requalificação urbana e para «estratégias de eficiência colectiva», nomeadamente Programas de Valorização de Recursos Endógenos, pólos de competitividade e e outros «clusters».

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José Capitão Pardal