MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

Últimos Registos

Calendário

Julho 2010
S T Q Q S S D
« Jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  





Apesar de discordar de muitos aspectos focados pelo articulista, achei que não deixa de ser interessante o seu conteúdo, pelos que o publico para conhecimento dos meus  leitores.

………………………..///……………………………

por dos Santos Queirós, DN Online de 20100719

Devemos levar a sério as acusações recíprocas dos dirigentes do e do , que se responsabilizam mutuamente pelas dificuldades da .A partir do final dos anos 80 e com a eliminação, na vida e no texto constitucional, das mudanças revolucionárias na propriedade e nos órgãos de , impostas pela revolução democrática de 74/75, ou seja, o desmantelamento da Reforma Agrária no , a privatização da banca e seguros e da de telecomunicações, a desnacionalização das grandes e do sector energético, a liberalização da comunicação e, sobretudo a integração do na Comunidade , cedendo a soberania do e depois do escudo, desde então, o 25 de Abril, o PCP e o esquerdismo, deixaram de poder ser culpados pelo futuro da democracia . O modelo ocidental de e de democracia política ficaram plenamente reconstituídos, e em condições extremamente favoráveis, dado o afluxo de fundos comunitários e de receitas e oportunidades geradas pelas desnacionalizações.

Um quadro político original

No entanto, tal como a revolução democrática teve características únicas, desde logo porque ocorreu tardiamente,  um século depois das revoluções democráticas burguesas, e para pôr fim à colonial prolongada,  alguns decénios após as descolonizações europeias, também a contra revolução assumiu aspectos paradoxais.

Em primeiro lugar, porque no que respeita aos direitos políticos das élites, das classes populares e da classe média das regiões rurais, dos Açores e da Madeira, o português, tradicionalmente centralista e macrocéfalo, se descentralizou, aceitando a autonomia das ilhas e ; em segundo lugar, porque foram alargados aos trabalhadores do campo os direitos laborais, embora a um nível inferior e a , a e a segurança generalizaram-se nas cidades e vilas do mundo rural e passaram a abranger todos os cidadãos.

A Lei Barreto da Reforma Agrária foi o instrumento da sua desagregação, mas a Lei de Bases do Sistema Educativo ou a Lei de Bases do Serviço de , constituiram instrumentos de progresso , que permitiram colocar o ao mais alto nível da Materno Infantil e generalizar o ensino básico e secundário.

O e o , com coligações com o CDS, são de facto os principais responsáveis por esta evolução política e, a partir de então os únicos responsáveis, pois monopolizaram todas as instâncias do poder .
Mas a década de 90 trouxe à política e uma nova fase.
A Alemanha e as potências industriais europeias deslocaram o seu para Leste e passaram a desinvestir em .

O desmantelamento do que restava da Soviética e o afastamento do PCP da linha do PCUS recolocou-o como o mais nacionalista dos partidos portugueses.

A extrema-direita abandonou o terrorismo do ELP MDLP, mas perdeu a capacidade para controlar o CDS ou organizar partidos representativos, dispersou-se também pelo , sem, contudo, se constituir no seio destes partidos como corrente política.

Os pequenos partidos da esquerda revolucionária unificaram-se progressivamente, a maior parte dos seus dirigentes ingressou nos “partidos  burgueses” e ascendeu mesmo aos quadros superiores do mundo empresarial e do democrático; o terrorismo de esquerda, confinado a um só grupo e do qual sempre se demarcaram, desapareceu com a sua desagregação.

O percurso do , de aproximação aos programas liberais, abriu de forma cíclica espaço político para o centro e o centro esquerda, ocupados efemeramente pelo PRD  e pelo melhor sucedido Bloco de Esquerda, coligação arco íris que dissolveu as suas ideologias de origem e se organizou para a acção eleitoral, e já não para a acção política, que era o seu campo de disputa com o PCP.

Neste quadro, este partido pôde não só consolidar a sua hegemonia nas organizações das classes trabalhadoras, como recuperar influência política e base . Superou mesmo a perda do seu líder histórico, criando uma direcção renovada; mas, cumprida a etapa da “revolução democrática e ” e desaparecido o “campo socialista da URSS”, o PCP não conseguiu até agora elaborar o seu novo para o socialismo, tendo muita dificuldade em divulgar as suas propostas políticas imediatas e reformadoras.

O truncado

O início da década de 90 assinala o renascimento do capital financeiro em e alguns dos bancos revelaram uma dinâmica de modernidade e reconhecida internacionalmente. Mas as condições políticas de hegemonia partidária do e depois do criaram um efeito perverso: a transferência para a da banca e depois das grandes , ligadas sobretudo á e públicas, dos quadros partidários, desenvolvendo uma pesada e tentacular de influências e promiscuidade entre a elite -financeira e a nova elite política, enquanto o passou a funcionar como moeda de troca eleitoral, pagando carreiras, favores e oportunidades de negócio.

A civil e as públicas constituíram o principal vazadouro dos fundos comunitários e das nacionais, criando um surto de prosperidade geral que alimentou o aparecimento de um milhão de denominados “isolados” nas estatísticas nacionais, pequenos empreendedores e patrões que vivem de sub-empreitadas e da prestação de serviços ou comércio, e hoje, se vão arruinando.

Grandes de comércio e serviços cresceram e internacionalizaram-se, saturando de oferta o exíguo e exportando cada vez mais para outros países, mas tal não significou a transferência para de uma cultura técnico-científica e de mais avançadas, de que carece a de micro, pequenas e médias , sendo que estas constituem a base da nossa e do e estão, na maior parte dos casos, fora do círculo de poder e dos financiamentos subsidiados pelo .

Nasce o paradoxo de, o discurso político que mais defende o e a redução das funções do corresponder de facto à utilização do , ao nível , e local, para garantir contratos, apoios e negócios.
Quando os escândalos rebentam, o aparelho judicial, mal apetrechado de quadros e recursos e servido por leis de malha grossa, feitas pelos deputados e daqueles partidos, torna-se o bode expiatório da má política.

cego

Como no “Ensaio sobre a Cegueira” de Saramago, quando o mundo descobre a existência de um novo capital financeiro, sem qualquer ligação à produção e fora do controle dos estados, protegido pelos paraísos ficais, não só de obscuras ilhas tropicais, mas da respeitável Suíça, do Luxemburgo, do Lichenstein, de Gibraltar ou da Madeira  e que utiliza a própria banca para especular sobre o imobiliário, alimentar e dos produtos energéticos e financeiros; quando os EUA, à beira do colapso financeiro mas intransigentes na imposição do dólar como moeda padrão, elegem Obama e tomam medidas de intervenção no , quando ampliam o sistema de e a função do ; quando o planeta respira de alívio, porque as nacionais da Popular da China, do Brasil, da Índia e mesmo da Rússia, sustêm a queda da capitalista e impulsionam a retoma , continuando a crescer e a permitir ao capital estrangeiro reinvestir e reproduzir-se; quando os conservadores ingleses ou franceses proclamam o como a única barreira eficaz contra a decomposição e a desordem … em , o primeiro- e o provável sucessor da oposição, disputam ferozmente o poder de continuar a fazer política exactamente ao contrário dos sinais do tempo. E não estão sós, Bruxelas, liderada por um português, proclama igualmente as receitas do liberalismo sem pátria, e o primado das sobre a política.

Forçoso é dizer que nenhum partido, nenhum líder português, tem hoje capacidade para mudar este de coisas. Nem as direcções dos partidos têm soluções, nem os seus líderes estão particularmente bem preparados para as construir: em comum, as novas lideranças caracterizam-se hoje por um baixo nível académico e de cultura científica e a ausência de um pensamento político próprio.

As dificuldades do mundo empresarial não são menores: a concorrência é esmagadora e, tal como no da liderança política, a preparação académica, superior e cultura científica não fazem parte do currículo de mais de 90% dos empresários, nem as suas associações manifestam sequer o reconhecimento da existência deste problema incontornável e o imperativo de o ultrapassar. A necessidade de qualificar o sistema produtivo é transferida para os seus trabalhadores e a e a escola pública são os alvos da crítica.

Não há alternativa?

Sabemos apenas aquilo que não queremos e que não podemos suportar mais.
não é um de brandos costumes e o que caracteriza o seu povo é uma grande capacidade de sofrimento. O exército americano, líder em e recompensas financeiras, não aguentaria 1 ano de em África nas condições em que os nossos militares suportaram 13 anos.

Nem a nem a Alemanha encontraram trabalhadores mais disciplinados no esforço de reconstrução e de produção industrial.

Quando o sofrimento se torna insuportável, nasce a revolta ou sobrevém a inacção. Gomes da Costa marchou entre o aplauso das elites, os capitães de Abril, entre alas do povo.

Assistimos na última década ao enfraquecimento moral e ético da acção popular: depois da campanha e de apoio à independência de Timor Leste, que teve impacto no Mundo,  o movimento popular foi reorientado para o futebol de alto nível ( recordam-se de quem chefiou a candidatura ao 2004?), como os cidadãos romanos eram convocados para assistir aos espectáculos do Circo. Indiferente aos salários em atraso de milhares de jogadores profissionais e semi-profissionais de todos os escalões; indiferente ao esbanjamento dos fundos do e municípios em 10 estádios ( o de Leiria foi orçamentado em 19 Milhões, custou 100 milhões e ainda custa 4 milhões ano, recursos que dariam para fazer na Região Centro de , onde não há nenhum,  3 aeroportos regionais de proximidade); o povo aplaude…

Face aos resultados negativos da da maior parte dos municípios e dos governos das regiões autónomas, o voto popular continua a premiar os que gastam mais do que podem e devem, mesmo que tal signifique um futuro de ruína geral.

“Menos e melhor ”, é a mensagem das elites, mas nada significa. e públicas e privadas bem ou mal geridas, eis o problema, em qualquer regime ou .

Ou melhor, num a envelhecer, fará de nós uma nação que não será para os mais velhos. E expulsará para a e a América uma nova geração de jovens emigrantes, licenciados e empreendedores.

Fará crescer a marginalidade e a corrupção generalizadas.

Apesar da lição contemporânea dos professores, que foram capazes de superar divisões e preconceitos, ocupando o lugar das vanguardas burguesas e operárias que agiam em defesa, não apenas dos seus interesses de classe, mas do que consideravam causa pública e , estaremos condenados à perda irreparável da solidariedade laboral, da família plurigeracional, dos laços ampliados de família e de naturalidade, da vizinhança, do convívio multiétnico.

Aumentará a pobreza geral e a indigência moral e ética das elites.

Quando se chega a este ponto. É preciso dizer não:

Negando o voto favorável, o aplauso e a nossa própria indiferença.
Diremos não à entrega da soberania do mar português à Comunidade , que representa mais de 50% do território marítimo da comunitária, previsto no projecto de Constituição e no Tratado Europeu de , factura oculta de todos os fundos comunitários.

Dizendo não à protecção de um capital financeiro sem pátria nem moral, nem .

Diremos não a um que não seja para os jovens e a velhice, que é de todos e virá.

Dizendo não à agonia do mundo rural, reserva ecologia, de água potável e alimentos, sumidouro do carbono.

Diremos não à participação das forças armadas portuguesas em qualquer missão que não seja de paz.

Dizendo não ao abandono dos laços de intercâmbio e cooperação com os povos de , que combateram connosco no século XIX em defesa da independência e connosco suportaram os combates pela democracia moderna e, não hesitaremos no da cooperação e entreajuda com os estados e povos irmãos do Brasil e da África.

Diremos não a um que não proteja a maternidade ao mesmo tempo que acolhe os novos emigrantes.

Dizendo não a uma comunicação que não apoie a e a cultura pluralistas.

Diremos não ao dogma, liberal ou socialista, ao desprezo pelo novo pensamento político que transformou a China Popular um só com dois sistemas, pacífico e unificador de 56 nacionalidades, que fez do Brasil e da Índia, neocolonizados e empobrecidos, potências democráticas emergentes, que ressurge na América Latina como projecto para realizar os velhos sonhos de liberdade e progresso.

E voltaremos a militar nos partidos, a apoiar os líderes e a ler os jornais, que sejam os protagonistas desta esperança.

……………………….///…………………………


José Capitão Pardal

Parece que existe a intenção de recolocar na agenda política o tema da “Regionalização”.

Espero que seja mais que uma intenção, a Regionalização é uma necessidade do e um imperativo constitucional, pelo que a seu debate e implementação se torna premente, em contraste com o centralismo cinzento e balofo do Terreiro do Paço, que nem para a região de é útil e eficiente.

Para o , uma Região una e indivisível.

Pelo seu interesse, deixo-vos um texto de Vitorino, inserto no ”DN Online” de hoje, 2010/07/09.

………………….///……………………. 

A Coordenadora do e o do organizaram esta semana, no , uma conferência sobre o contributo da regionalização do continente para o do .

A iniciativa visa claramente repor a regionalização administrativa na agenda política. O seu principal mérito é o de chamar a atenção para que a regionalização do continente constitua o único capítulo da Constituição , que, ao fim de trinta e quatro anos, permanece integralmente por concretizar.

Naturalmente que não é por a Constituição o prever que, por si só, o processo de regionalização vai avançar.

Mas, de alguma forma, o facto de este capítulo da nossa Lei Fundamental permanecer como o único em que existe uma efectiva omissão integral de aplicação merece uma clarificação por parte dos agentes políticos.

Na realidade, ao estarmos a aproximar-nos de um período de revisão constitucional, conviria que os partidos políticos clarificassem as suas intenções: ou bem que existe uma vontade de desencadear um debate que permita um consenso amplo sobre a criação das regiões administrativas no continente, ou bem que, não havendo, seria imprescindível que se percebesse, ao menos, qual o significado de manter na Constituição um objectivo que não beneficia de uma intenção concretizadora suficientemente consistente.

Sou dos que pensam que o objectivo constitucional se justifica em nome do combate às ineficiências do centralismo e na potenciação das sinergias que decorrem de uma criteriosa aplicação do princípio da subsidiariedade na racionalização da organização da do .

Mas tenho também consciência de que o processo nasceu de algum modo inquinado, o que resulta claro do debate e do próprio resultado do referendo levado a cabo em 1998!

Já se percebeu que este tema pode ser tratado de forma racional, equacionando os prós e os contras das várias soluções possíveis, ou então ele será de novo prisioneiro de medos e fantasmas agitados em nome da pequenez do , dos riscos de fracturas localistas ou das ameaças à coesão .

A regionalização não é propriedade de ninguém nem constitui uma arma de arremesso contra quem quer que seja.

Os valores que lhe subjazem assentam numa análise criteriosa das vantagens de organizar a desconcentração dos serviços do em função das cinco regiões que servem hoje de base ao planeamento .

As regiões justificam-se, assim, em nome do valor acrescentado da escala (supramunicipal) e da proximidade em relação aos destinatários das decisões.

A criação de um nível administrativo intermédio entre o nível e o nível estadual pode e deve ser um instrumento de racionalização da desconcentração dos serviços centrais e de ordenamento da descentralização, entendida esta como transferência de poderes para instâncias decisórias mais próximas dos cidadãos.

Neste particular, o desafio consiste em clarificar as formas de articulação das regiões a criar com o associativismo intermunicipal já existente e com a realidade das grandes áreas metropolitanas que existem no território de várias das potenciais futuras regiões.

Por isso, o quadro de atribuições e de competências das regiões administrativas que foi definido por lei em 1991 deve ser submetido a uma rigorosa reavaliação, de modo a torná-lo conforme com a evolução entretanto verificada.

Esse será, decerto, o primeiro passo necessário para desencadear o debate sobre a regionalização.

Em paralelo, removido que está o obstáculo que constituiu, em 1998, um mapa das regiões que suscitou mais reservas que adesão, trabalhando na base do processo de desconcentração administrativa levado a cabo nos últimos anos em torno do modelo das cinco regiões, importa fazer a pedagogia das vantagens da regionalização sem precipitações e de forma sustentada.

Só assim será possível demonstrar que, para além dos constrangimentos imediatos da e financeira, existe um rumo de reforma estrutural da organização do que não se confina apenas aos ditames do corte da despesa pública!

Vitorino

publicado a 2010-07-09 às 01:30, pelo DN Online


José Capitão Pardal

Sem comentários, vos deixo uma notícia inserta no Digital, sobre a formalização de um consórcio .
……………///……………….
sexta-feira, 18 de Junho de 2010 | 10:11
   
 
Um grupo de 47 da área tecnológica formaliza hoje um consórcio para colocar ao dispor da comunidade as competências adquiridas nos últimos anos.

“Vai ser constituído um consórcio de cerca de 47 , todas da área das tecnologias e muito viradas para a aprendizagem e ”, disse à o de Adjunto dos Transportes e Comunicações, Campos.

Segundo o responsável, as “decidiram juntar-se para, num esforço de internacionalização, colocar essas competências [que têm vindo a ser desenvolvidas em ] de uma forma agregada e integrada ao dispor da comunidade e para participar na ”.

«Estamos a falar de muito ligadas àquilo que foi o , nomeadamente no da », disse.

O consórcio, constituído por como Brandia , JP Sá Couto, Leya, Novabase, Editora ou Y-Dreams, é formalizado hoje, em , durante a conferência “A Escola do Futuro na Era Digital”, promovida pelo , e em que participam Campos e o primeiro-, José .

Digital /

……………….///…………………


José Capitão Pardal

Pela sua importância e por concordar plenamente com o seu conteudo, tomo a liberdade de transcrever o texto inserto no blog “Relembrar para não esquecer”, da autoria de Inácio , sobre o discurso proferido pelo da das Comemorações do 10 de Junho de 2010, Dia de , de Camões e das Comunidades, Dr. Barreto.
………………..///………………. 
Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
10JUN2010 – Barreto dá uma chicotada psicológica aos mais Altos Representantes de

ANTÓNIO BARRETO, intelectual e cientista , autor  dos documentários para a RTP, “Um retrato ”, realizados em 2006, encarna publicamente, em frente das mais altos responsáveis do , o sentimento e a mágoa dos ex-combatentes.

Confesso que não sabia que Barreto era o responsável pela das Comemorações do 10 de Junho de 2010, Dia de , de Camões e das Comunidades, mas foi com uma agradável surpresa que ouvi o seu discurso, quase todo virado para os ex-combatentes, preocupado em salientar o facto de não haver vários tipos de combatentes, como alguns pretendem.

Existe, apenas, um tipo de combatente: aquele que em nome do seu , serviu ou serve, em território português, ou no estrangeiro,  por mandato do Português. Entenda-se que as ex-colónias, hoje países estrangeiros, eram, na altura da colonial, consideradas terras sob

Barreto proferiu, no meu ponto de vista, o discurso que os ex-combatentes esperavam ouvir, há mais de 40 anos, e que nenhum político ousou dizer, talvez com o receio de ser conotado com uma ou outra força política, por concordância ou discordância da manutenção das guerras do ultramar.

O desassombro e a inspiração de Barreto merece a nossa vénia e o nosso obrigado. Ele soube definir, com tamanha clareza de espírito e evidência o que levou tantos milhares de jovens a deixar as suas terras e as suas famílias, os seus amigos, os seus empregos, para serem levados, sem vontade própria, para terras que desconheciam, sem um “bilhete de passagem” que lhes garantisse o regresso.

A tal dívida de gratidão, tantas vezes proferida por milhares de ex-combatentes e que ventos hostis nunca permitiram que chegasse aos nossos governantes, foi – graças ao Barreto – insuflada, à força, um a um, nos ouvidos dos governantes ali presentes.

A partir de hoje, nenhum deles poderá dizer que desconhece existir uma dívida de gratidão e que ela terá que ser paga, com ou sem existência de .

É certo que o já possui legislação sobre algumas questões que afectavam e afectam os ex-combatentes, relacionadas, justamente, com as situações mais gritantes de injustiça , tais como, o apoio aos deficientes e aos afectados pelo stress pós traumático.

Barreto afirmou que “ não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, reforçando que o “esquecimento e a indiferença são superiores”, sobretudo “por omissão do ”.

Barreto acusa o de ser pouco “explícito no cumprimento desse dever”, avisando que está na altura de “eliminar as diferenças entre bons e maus soldados, entre veteranos de nome e veteranos anónimos, entre recordados e esquecidos”.

Um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascista” ou “revolucionário”, mas simplesmente “soldado português”,.

O dia 10 de Junho de 2010 fica marcado, também,  por ter sido a primeira vez que os antigos combatentes desfilaram na cerimónia militar oficial do Dia de .

Como ex-combatente, sinto-me profundamente grato pelas palavras de Barreto, que me tocaram o coração.

Um bem-haja.

Inácio


José Capitão Pardal


Dá que pensar, mas não é totalmente improvável!…

……………///…………….

In “ e ”, de 20100604

A notícia de hoje, “Taxas de juro podem subir mesmo com o desemprego em níveis elevados“, está ajustada à realidade americana mas não é um cenário totalmente improvável para e para .

Deve-nos fazer reflectir, tanto ao nível macroeconómico quanto ao nível familiar.

Neste momento, na , vão-se acumulando indicadores de que os preços estão a retomar a tendência ascendente, registando a taxa de inflação valores claramente positivos em quase todos os países ( ainda é uma excepção).

As taxas de juro de referência do Banco Europeu permanecem estáveis há longos meses ainda que, devido, em particular, à inevitável degradação das contas públicas em vários países, após o período de salvamento do sistema financeiro (que se mantem muito fragilizado), o preço do dinheiro no interbancário (Euribor) está a subir à medida que aumenta o grau de desconfiança e/ou a percepção do grau de endividamento de quem vai ao pedir dinheiro.

Simultaneamente, não é ainda claro que impacto as medidas de auxílio aos países mais endividados e/ou sobre os quais recai uma maior grau de desconfiança dos mercados, poderão ser no estímulo ao aumento dos preços, temendo-se que não sejam inócuas.

O desemprego continua a aumentar, estando entre os países mais afectados.

Quanto ao  é inevitável a manutenção de um nível de fiscalidade mais elevado, não sendo ainda claro quão ambiciosa será a eternamente adiada reforma do sistema financeiro ao nível de regulação.

Finalmente, o prossegue quase sem interrupção, a sua desvalorização face à dólar e a algumas outras moedas internacionais.

Para , o cenário de baixas taxas de juro, deflação local e desvalorização do não é de todo um mau enquadramento. É até particularmente virtuoso para que se dediquem a colocar os seus produtos e serviços no estrangeiro, fora da .

A nível do interno europeu as vantagens diluem-se (o efeito de ganho de competitividade por via cambial desaparece) contudo, é seguramente preferível a um cenário de moderado ou rápido das taxas de juro particularmente SE este período estiver a ser utilizado para, na medida do possível, as e famílias emendarem a mão, reduzindo ou reestruturando a sua dívida e preparando os seus orçamento e planos de futuro para uma nova realidade de juros mais elevados e de impostos mais elevados.

Não há contudo garantias de que este cenário se mantenha ou sequer de que a possa controlar o cenário macroeconómico futuro.

Se os EUA começarem a subir as taxas de juro, se a tensão inflacionista se acentuar na , se porventura o resto do mundo mantiver ritmos de elevados e for reforçando o seu consumo a nível energético podemos ter um cenário futuro dramático: mais impostos, maiores dificuldades em suportar a dívida contraída, encarecimento drástico do custo da (que poderá depender menos da evolução cambial do como até aqui), mais dificuldades de competitividade a nível e manutenção de taxas de desemprego elevadas.

Não é impossível um alinhamento desastroso dos astros para o espaço Europeu.

O que fazer?

Mais do que discutir as opções macroeconómicas e de regulação supranacional que estão hoje na ordem do dia, ou mesmo mais do que discutir localmente a política do , olhamos para dentro de cada agregado familiar.

Se se quer ajudar no futuro, deixa de se endividar, reduza mesmo a dívida que tem e não fique por aqui: poupe! E, se puder, procure aumentar o seu rendimento familiar, seja por via de rendimentos financeiros, seja porque passa a produzir algo que antes contratava: seja a proverbial horta ou a pintura da casa, a bricolage básica, ou a bela refeição em casa. Imagine desde já que as taxas de juro de referência para eventuais empréstimos estão nos 5% e não a rondar 1% e actue de acordo com essa perspectiva.

Numa muito aberta ao exterior, muito dependente do consumo interno centrado em importações e em que o sector dos bens não transaccionáveis (aqueles sobre os quais é difícil ou impossível que haja concorrência sobre eles) se apresentam hiperdimensionados, subprodutivos e alguns sobre remunerados ainda com generosas margens de lucro, da perspectiva familiar, reduzir o consumo de importações não produtivas mas também de serviços e bens não transaccionáveis é um ganho duplo.

 Torne a sua família solúvel no cenário futuro provável de subida das taxas de juro, de impostos e do preço dos combustíveis.

Se por ventura trabalha num sector potencialmente mais afectado pela queda do consumo que se perspectiva, considere em acréscimo o risco de perda de e/ou de rendimento.

Se depois de ler este texto e de fazer as suas contas não consegue ver como poderá resistir a ele caso se venha a confirmar, pense seriamente em  fazer alterações drásticas como sejam, livrar-se de algum dos créditos mais pesados que têm, algo que será seguramente mais fácil agora do que daqui a algum tempo caso se confirme a subida das taxas de juro. Livre-se do carro se não for vital para o seu rendimento.

Mude para uma casa mais pequena, coloque os filhos no ensino se isso for opção, recorra mais aos serviços públicos que ajuda a pagar, enfim, só para a morte não há solução.

Recorde-se daquilo porque terá passado há bem pouco tempo, durante o curto período em que tivemos juros altos, combustíveis altos  e não se esqueça que o que aí vem poderá ser bem menos temporário e mais grave no sentido em que existirá maior risco de perda de e menor capacidade do em o auxiliar.

Terminamos com uma última palavra, os cenários aqui referidos não são garantidos, felizmente, podemos estar redondamente enganados. Ou não.

……………..///………………


José Capitão Pardal

Data: 2010-02-18 in iGOV

cartao_pequeno_1592

Um estudo realizado pela Secretaria de da Modernização Administrativa em colaboração com o Superior de Estatística e de Informação, da Nova de , revela que os portugueses estão satisfeitos com o Cartão de Cidadão.

De acordo com o estudo, e numa altura em que já foram pedidos 2,8 milhões de cartões, 86,1 por cento dos cidadãos mostraram-se «satisfeitos» ou «muito satisfeitos» com este serviço.

Presente na apresentação do estudo, o de da Justiça e da Modernização Judiciária, José Magalhães, referiu que «no terceiro aniversário do Cartão de Cidadão, é gratificante verificar que a qualidade do cartão e do serviço a ele associado é reconhecida pelos que já o têm. Muito interessante é o facto de ter eco favorável junto dos ainda não portadores».

Os inquiridos no estudo sugeriram também algumas melhorias ao documento, nomeadamente a nível da qualidade das letras e da fotografia, assim como a sua utilização para acesso a mais serviços, como por exemplo ao das , substituindo as senhas actualmente usadas.

…………………..///……………………


José Capitão Pardal

i-logo    Notícia de última hora, sobre o encerramento do 1º Congresso do do  2010, pelo jornal “i”, sobre a qual recomendo a leitura.
…………………///…………………..
por Agência , Publicado em 27 de Março de 2010  |  Actualizado há 21 horas

O da vai criar um novo modelo de contratualização com as agências regionais de promoção turística, que deverá entrar em vigor a partir de 2011, anunciou hoje o de .

No âmbito das medidas de promoção e de estímulo à procura do destino , o novo modelo, “mais eficaz e mais adequado à realidade”, irá substituir o atual, que “vigorou entre 2006 e 2009 e foi prorrogado por mais um ano”, explicou.

O de da e da , em representação do da , Vieira da , falava na sessão de encerramento do 1.º Congresso de do , que terminou hoje, em , e cuja próxima edição vai decorrer em março de 2011, em Tróia, no litoral alentejano.

Na sua intervenção, Ceia da , da do , organizadora do congresso, pediu ao para “agilizar” e “mudar os regulamentos” do Quadro de Referência Estratégico ().

“Não percebo como é que o não é agilizado e colocado ao dispor da revitalização da ”, disse, sublinhando que “não entende” como é que regulamento específico Promoção e Capacitação Institucional “só abriu este ano e com verbas irrisórias”.

Em resposta a Ceia da , disse que o está a fazer um “esforço titânico” para que o “seja um instrumento mais ágil e próximo das necessidades da ”.

“O foi desenhado para um contexto completamente diferente e ninguém podia prever as dificuldades de cofinanciamento que entretanto surgiram”, justificou.

Ceia da criticou o regulamento dos empreendimentos turísticos em , revisto em 2009, lamentando que “as entidades regionais de , que são responsáveis pela promoção dos territórios, não tenham uma única intervenção no processo de licenciamento das unidades de alojamento”.

“A legislação tem que ser modificada e as entidades regionais de têm que ter uma palavra a dizer em relação aos empreendimentos turísticos da sua região”, defendeu.

Ceia da lançou ainda o repto ao para transformar “num grande congresso de ” o Congresso de do , que “é um dos maiores senão o maior congresso de que se realiza em ”.

“Concordo com a ideia de se realizar um grande congresso de em .

Se nós [ do ] já realizamos este, pois que este seja o grande congresso de que se realize em ”, sugeriu.

A sessão de encerramento contou também com a participação do da Agricultura, Serrano, que defendeu que “não pode haver turístico sem uma parceria estratégica com a agricultura”.

“A ligação entre o potencial agrícola do e a promoção turística não pode ser descorada”, defendeu Serrano, sublinhando que “todas as atividades complementares” ao trabalho do agricultor, como o rural, o enoturismo e a gastronomia, “são fontes de atracão turística”.

…………………..///…………………….


José Capitão Pardal

Sem comentários.

……………………..///……………………

2010-03-01 in do

Presidência do de

Gabinete da Secretária de da Modernização Administrativa

Em 4 meses foram dispensadas cerca de 200 000 comunicações Medida Simplex poupa 5 milhões de euros às .

No âmbito do Simplex 2009 foi adoptada, desde 1 de Outubro de 2009, uma medida que permite, às comunicar actos obrigatórios de registo, apenas a uma única entidade, o que, passados 4 meses, revelou significar uma poupança, para as , de cerca de 5 milhões de euros.

Antes, as estavam obrigadas a transmitir a três entidades diferentes (Serviços de Registo, Serviços de e Serviços da Segurança ), por meios diferentes – papel e por via electrónica – a mesma informação.

Por exemplo, as comunicações resultantes de uma alteração na composição dos órgãos (mudança de gerente), da firma ou da sede ou a realização de uma operação de fusão eram transmitidas às três entidades referidas.

Com esta medida, adoptada e em vigor desde 1 de Outubro de 2009, as passaram a comunicar aquelas informações a uma única entidade – os serviços de registo – ficando estes com a incumbência de, posteriormente, comunicarem essas informações aos serviços de e da segurança .

Esta simplificação de procedimentos, que pode ser efectuada na , já permitiu que as e a segurança tivessem recebido, por este novo sistema, cerca de 200 000 alterações, o que significa uma poupança às na ordem de 5 milhões de euros em custos directos e indirectos.

Registe-se que esta medida Simplex eliminou burocracia desnecessária e deslocações a dois serviços da pública e contribui para a redução dos custos para as .

Trata-se, assim, de mais um contributo para libertar recursos, dar mais dinamismo à e eliminar custos de contexto, papel e deslocações, permitindo que as se concentrem em tarefas essenciais para a modernização, competitividade, geração de riqueza e criação de .

……………………….///………………………..


José Capitão Pardal

Afinal o Sr. Almunia não é dono da verdade e portou-se muito mal para com .

…………………………///……………………………

El FMI destaca las diferencias entre España y Grecia

El organismo destaca la solidez de la economía española y respalda los argumentos del Gobierno

EL PAÍS | EFE - / Washington – 18/02/2010

La credibilidad de la economía española ha ganado enteros en las últimas horas.
Después de colocar con éxito más de 12.500 millones en deuda en los últimos tres días y de mantener la máxima calificación de las agencias de rating, ahora es el Fondo Monetario (FMI) el que destaca las diferencias entre la situación financiera de Grecia y la de España o .
 
El FMI ha subrayado este jueves la solidez de las instituciones y la credibilidad de España y , que hacen que su posición sea diferente que la de Grecia.
“Respecto a y España, vemos diferencias en sus circunstancias y las de otras partes de la ”, ha asegurado hoy David Hawley, un portavoz del FMI, en respuesta a la posibilidad de contagio de los problemas de Grecia a esos dos países.

Hawley dijo que tanto España como cuentan con unas estadísticas económicas y unas instituciones “robustas”, tienen buenos historiales de política y credibilidad y sus situaciones fiscales de partida eran fuertes.

Éste es, precisamente, el mensaje que ha llevado el secretario de de Economía, José Campa, en su gira por EE UU.

Estas declaraciones del FMI, que hasta el momento se había mantenido en silencio sobre el de estos países, refuerza las tesis del Gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero, que no se ha cansado de repetir que la situación está lejos de ser similar.

De hecho, España aprovechó su participación en el grupo de quienes desde la UE decidieron ayudar a Grecia para subrayar la solvencia de la economía española y la distancia que la separa de la situación helena.

El propio semanario británico The Economist, que no se encuentra precisamente en la cuerda del Gobierno, ya reconoció en una serie de tres artículos muy críticos con Rodríguez Zapatero que el endeudamiento de España y la situación de su sector financiero no tienen nada que ver.

………………………….///………………………………


José Capitão Pardal

Sem comentários
 
…………………………///………………………….
terça-feira, 12 de Janeiro de 2010 | 06:45
O vai comparticipar em cerca de cinco milhões de euros o novo de estágios Inov-, vocacionado para as Instituições de Particulares de Solidariedade e cujas candidaturas são hoje abertas numa cerimónia com a Ministra da Solidariedade .

O vai investir «cerca de cinco milhões de euros para este Inov- e a bolsa que cada jovem recebe é duas vezes o Indexante de Apoio , ou seja, cerca de 840 euros mensais», revelou, em declarações à agência , o de do e Profissional.

Ao valor total de 840 euros acresce o subsídio de alimentação e, nas situações que o justifiquem, subsídio de transporte ou subsídio de alojamento.

Digital /

………………………///…………………………


José Capitão Pardal

O José das Dores é o novo de da e da do novo de José Socrates.

Carlos Zorrinho

O é Licenciado em e Catedrático da de Évora, Deputado e Dirigente do Partido Socialista, tendo exercido o cargo de Coordenador do , na última legislatura.

Ao novo de os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.

…………………………………///…………………………….

apresenta novos Secretários de

O primeiro- José propôs hoje ao da , Cavaco , uma lista de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009

Numa nota enviada à comunicação , a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro- revela a proposta enviada hoje ao da , Cavaco , para a nomeação de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

Há 17 novos Secretários de , 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.

Foram criadas também duas novas Secretarias de .

NOTA À COMUNICAÇÃO

O Senhor Primeiro- propôs hoje a S. Exa. o da a nomeação dos seguintes Secretários de do XVIII Constitucional:

- de Adjunto do Primeiro-, Dr. José Gouveia Ribeiro

- de dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Titterington Gomes Cravinho

- de dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Carqueijeiro Lourtie

- de das Comunidades Portuguesas, Dr. Fernandes da Braga

- de Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

- de do Tesouro e , Mestre Costa Pina

- de dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- de da Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

- de da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Leitão Marques

- da Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de da Igualdade, Drª. Elza Henriques Deus Pais

- de da Defesa e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- de Adjunto e da Interna, Dr. José Vieira Conde Rodrigues

- de da Interna, Drª. Dalila Correia Araújo Teixeira

- de da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- de da Justiça, Dr. José Garcia Correia

- de da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Santos de Magalhães

- de Adjunto, da Indústria e do , Mestre Fernando Medina Maciel Correia

- de do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- de do , Dr. Bernardo Amador Trindade

- de da e da , Prof. Doutor José das Dores

- de das Florestas e Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

- de das Pescas e Agricultura, Dr. Medeiros Vieira

- de Adjunto, das Públicas e das Comunicações, Dr. Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

- de dos Transportes, Dr. Henrique Graça Correia da Fonseca

- de do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Rosa do Carmo Julião

- de da Segurança , Mestre Pedro Dias de Jesus Marques

- de do e da Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Adjunta e da Reabilitação, Idália Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- de Adjunto e da , Dr. Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- de da , Dr. Óscar de Oliveira Gaspar

- de Adjunto e da , Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura

- de da , Dr. José Trocado da Mata

- de da Ciência, e Ensino Superior, Prof. Doutor Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- de da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

, 28 de Outubro de 2009.

A Assessoria de Imprensa

……………………….///…………………………


José Capitão Pardal

Este texto do Analísta , Perez Metelo ilustra de forma muito simples a evolução da nos últimos anos, as insuficiências de partida, dificuldades, êxitos e a correcta seguida pelo nas várias fases porque passou, pelo que recomendo a sua leitura de forma muito atenta e séria, despida de qualquer sectarismo idiológico.

……………………..///……………………….

ng1194614

por ANTÓNIO PEREZ METELO

teve de arrostar com três anos de aperto orçamental, com dívidas em excesso de , famílias e , com uma espiral dos preços da e com um mais aberto e mais agressivo.

Mesmo assim, soube levantar a cabeça até que a lhe caiu em cima.

Passados quatro anos e meio, tudo parece ter de começar de novo.

Pôr as contas públicas em ordem, reduzindo fortemente o défice do e procurar que a cresça pelo menos 3%, são dois objectivos à partida contraditórios.

Cobrar mais impostos e reduzir despesas equivale a travar o em várias décimas de ponto percentual ao ano. Mas foi mesmo isto que o de José se propôs fazer, como os corredores de rallies, que carregam no acelerador e no travão com o mesmo pé.

E, puxada pelas exportações, a lá foi crescendo sempre mais até fins de 2007 (ainda que menos do que a média da ): 0,9%, em 2005; 1,3%, em 2006; 1,9%, em 2007 (ver gráficos).

A de Pinho baseou-se para tanto na diversificação de parceiros comerciais fora da (Angola, Magrebe, países do Golfo, Rússia, Singapura, China, Venezuela), no e na aposta nas energias renováveis.

A Galp realizou avultados investimentos, que lhe garantiram importantes reservas estratégicas de petróleo em Angola e no Brasil.

No comércio externo, a concentração dos destinos das exportações na (UE) atenuou-se (80%, em 2005; 76%, em 2008) e as trocas com os países emergentes multiplicaram-se por três, e mesmo por quatro, em certos casos.

Conjugando a diplomacia com o , a balança de tornou-se superavitária no conteúdo das suas trocas externas: -286 milhões de euros em 2005; -31 milhões em 2006; +67 milhões em 2007 e + 42 milhões em 2008, já em plena .

As apostaram em força na informática e nas telecomunicações, os serviços de alto valor acrescentado assumiram um peso inédito na balança comercial do , mas ainda não conseguem anular totalmente o défice comercial dos bens transaccionados.

Resultado: o confronta-se com um persistente défice comercial à volta dos 8% do , no qual avulta o défice energético.

Por esse facto e pela contra a mudança climática, deu-se um concentrado nas energias limpas da água, do vento e do sol a uma que já serve de estudo de caso lá fora.

Falta complementar tudo com um para a eficiência energética nas industriais e agrícolas, nos serviços, nos transportes e nas habitações, que só agora está a dar os primeiros passos.

Em qualquer caso, tanto a subida de valor dos bens e serviços nacionais exportados, como a restruturação de milhares de PME, habilitando-as a competir com êxito em novos mercados mais exigentes, estava longe de estar completada quando a veio abaixo.

Em 2008, com aceleração no seu 2º. semestre, desaba sobre a a , a mais grave dos últimos 80 anos. As trocas externas caem mais de 20%, desaba o privado, retrai-se o consumo das famílias. E os ganhos que o progressivo do tinha permitido alcançar em termos , em meados de 2008 (+133 700 postos de trabalho criados e redução para 409 900 do número de desempregados, o valor mais baixo na legislatura), ruíram como um baralho de cartas: em um escasso ano, foram destruídos 151 900 postos de trabalho e o número de trabalhadores à procura de escalou para 507 700.

Com a onda de choque da importada da América, mudou a do .

A prioridade passou a ser estabilizar a banca; reactivar as actividades de crédito às empresa e às famílias; garantir apoios às em dificuldades e ao nelas; lançar públicas em infra-estruturas e construções no sector e criar novos apoios ao rendimento diminuído dos desempregados e suas famílias.

Nisto, o seguiu a cartilha posta em prática na América de Obama e na maioria dos países europeus. À custa de novo empolamento do défice e da dívida públicos.

Assim, chegados ao fim da legislatura, parece que tudo foi em vão, que tudo voltou ao princípio. Mas essa é uma leitura superficial: o positivo de +0,3% do , já no 2.º trimestre deste ano, anuncia um tecido empresarial mais capaz de lutar com êxito pela saída desta .

……………………….///…………………………..


José Capitão Pardal

Por ser do interesse geral, deixo-vos a notícia do iGOV de 20090820, sobre o lançamento do do Eleitor

………………………………///…………………………………….

É hoje lançado o novo Portal do Eleitor, onde um guia faculta toda a informação necessária sobre o recenseamento e as eleições, noticia o Jornal de Notícias.

O principal atractivo do novo é um guia que «conduz o visitante pelos meandros da Lei», explica o de Adjunto e da Interna, José Magalhães. O ressalva que não se trata de um guia virtual, mas sim de «uma pessoa filmada em enquadramento natural que descreve e dá conselhos multimédia aos visitantes».

Na mesma ocasião, serão também assinados protocolos com autarquias e freguesias que possibilitarão a criação de portais locais onde se identifique a mesa de voto.

……………………….///…………………………


José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para o período que atravessamos, deixo-vos o artigo  de opinião de José , no “Jornal de Notícias” de 20090811.

………………………///…………………………

“Votar na direita é regressar ao passado”

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita, que se apresenta com ideias e pessoas do “passado”, diz .

Jornal de Negócios  com

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita.

Em considera artigo de opinião hoje publicado no “Jornal de Notícias”, o líder socialista sustenta ainda que votar na direita é regressar ao passado.

“A direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas.

Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação”, acusa o primeiro-.

Sob o título “Uma escolha decisiva”, José inicia o seu longo artigo no JN referindo a existência de uma “velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o ”.

No entanto, no do artigo, o -geral do centra a sua crítica na direita, apelando a que “não haja ilusões: para , a alternativa real é entre o ser chamado de novo a formar ou regressar a um de direita.

Por isso, os que querem um fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder”.

José afirma que “enquanto o lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço de , bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança , que garante as pensões e as reformas dos portugueses”.

A escolha decisiva nas próximas legislativas, segundo José , deverá ser feita em três questões que considera fundamentais.

“Em primeiro lugar”, escreve, “trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação.

Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.”

Em segundo lugar, no entender do líder do , há uma escolha política a fazer sobre o . “A nossa direita”, acusa , “ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o não deve fazer tanto para ajudar a a vencer a e para salvaguardar o . A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no .”

considera “errada” esta proposta: “Cortar no modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da , atiraria muito mais para a falência e bloquearia a recuperação do .”

Em terceiro lugar, afirma que “há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas ”.

Neste , escreve que “a direita insiste no recuo do , para a condição de mínimo ou, como dizem agora, ‘imprescindível’.

Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas quando estavam no .

Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança , fim da tendencial gratuitidade do Serviço de e pagamento dos próprios serviços de pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania.”

…………………………///…………………………


José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para , tomo a liberdade de transcrever o texto abaixo do jornal “Sol” de 20090806.

As 12 candidaturas, para nove concelhos, foram aprovadas pela Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), no âmbito do contrato de delegação de competências assinado com a Autoridade de do INALENTEJO 2007-2013.

A AMDE revelou hoje que este «pacote» de projectos envolve um superior a 10 milhões de euros, dos quais cerca de seis milhões financiados pelo Fundo Europeu de (FEDER).

A sessão pública de assinatura destes contratos de financiamento decorre quinta-feira, em Évora, com a presença do de do , Rui Baleiras.

O da AMDE, Jerónimo Lóios, disse hoje à agência que as primeiras 12 candidaturas aprovadas traduzem o «bom esforço e rápido trabalho desenvolvido pelos municípios» da região.

«Quase que poderia adiantar que a AMDE e os municípios do distrito conseguiram colocar-se numa posição muito adiantada em termos nacionais e estes são dos primeiros projectos cujo contrato de financiamento vai ser assinado», disse.

As candidaturas integram quatro regulamentos específicos do operacional INALENTEJO – dois de Mobilidade Territorial Urbana e Rodoviária, o de Sistema de Apoio a Áreas de Acolhimento Empresarial e Logística e o referente a Equipamentos para a Coesão Local.

«Procurámos ligar duas vertentes. O acolhimento de projectos de cada município, mas sempre numa lógica de coesão territorial para os 14 municípios do distrito, com projectos coordenados entre si e complementares», explicou.

A de um Centro de Apoio às Micro e Pequenas , em Montemor-o-Novo, e de um Centro em Monte do Trigo, concelho de Portel, são dois dos projectos que vão avançar, tal como um pavilhão gimno-desportivo em Alandroal e pistas cicláveis em Vendas Novas.

A beneficiação da viária de e de outras estradas e caminhos municipais nos concelhos de Évora, Portel, Mourão e Reguengos de Monsaraz, assim como a segunda fase da via circular ponte à vila de Redondo, são as outras das acções.

No , até 2013, a delegação de competências estabelecida entre o INALENTEJO e a AMDE prevê cerca de 58 milhões de euros de financiamento do FEDER e, desde o mês passado, está aberto novo período para candidaturas dos municípios.

«Há ainda cinco municípios do distrito que não têm qualquer candidatura aprovada, mas está aberto este novo prazo, durante um ano, e à medida que forem apresentados mais projectos vamos aprová-los, depois de possuírem o parecer do secretariado técnico que os analisa», frisou.

Para a celebração do contrato de delegação de competências no quadro do , a AMDE apresentou um Territorial de para o , que comporta as opções estratégicas de e os projectos estruturantes que interessa desenvolver.

/SOL

……………………………///……………………………….


José Capitão Pardal