MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

Últimos Registos

Calendário

Setembro 2010
S T Q Q S S D
« Ago    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  





Dada a sua actualidade e o seu sentido crítico e criativo, vou deixar-vos um texto do Professor , para reflexão.
………………………….///………………………
2009/10/20 15:51

Carlos Zorrinho

é um criativo!

É uma nação rede num mundo em rede e um gerador de novos conceitos com impacto .

O modelo de construção de novos conceitos em é muito interessante.

Os portugueses usam o talento e a criatividade não para encontrar soluções óbvias ( A) mas para encontrar boas desculpas para não fazer ou não se comprometerem ( B).

Quando o B falha então encontram soluções disruptivas, ainda mais criativas e talentosas ( C).

São os Planos C, o melhor e mais potente produto da portuguesa. Esses Planos C vão desde rotas alternativas para o comércio e outras formas de navegar no passado, até projectos como a Via Verde, o SIS for All, o e- ou a Empresa na Hora nos dias de hoje, para descrever apenas alguns dos mais emblemáticos.

Durante demasiado tempo olhámos para esta característica portuguesa e em boa parte da do Sul como uma ameaça e um constrangimento.

Com o , em apostámos na oportunidade que dela decorre. Qualificar os portugueses, reforçar as e impulsionar uma nova atitude que faça de um “living lab” e dos portugueses produtores globais de planos C exportáveis, geradores de e criadores de riqueza.

Se há coisa que faz sentido no Ano Europeu da Criatividade e da em é usar o talento e a criatividade para olhar a realidade de forma diferente e capturar novas competências de transformação do mundo.

Um mundo em que inovar já não basta e em que o conhecimento, a e a são apenas condições necessárias para competir.

Um mundo em que a atitude empreendedora faz a diferença.

Um mundo complexo e imprevisível em que só os protagonistas antecipam o futuro.

Um mundo de e de comunidades, em que o acesso à informação e a redução da exclusão são fundamentais.

Esta é uma conferência de protagonistas.

De fazedores de futuros.

Espero que nela se reforce o triângulo chave Acreditar – Aprender – Empreender - e que os seus ecos contaminem favoravelmente o debate sobre a de Pós – 2010.

Uma que tem que ser reforçada na ambição, na dimensão política e nos mecanismos de cooperação e para a qual a abordagem criativa desenvolvida nesta conferência constitui uma ferramenta fundamental.

: Este texto é uma sintese da intervenção feita pelo autor na abertura da Conferência Criative Learning, realizada em dias 15 e 16 de Outubro de 2009

……………………..///………………………


José Capitão Pardal

Ter, 3/11/2009
2009/10/24 00:27 |

Carlos Zorrinho

Com a luz do Tratado de cada vez mais visível ao fundo do túnel, a , ao mesmo tempo que vai consolidando a sua estrutura institucional, começa também a preparar a revisão e extensão da de até 2020.

Com o receio de provocar um certo excesso de num tempo em que tanto se fala do Tratado, a UE tem vindo a designar a nova simplesmente como EU – 2020.

Chame-se-lhe o que se lhe chamar a verdade é que a que aí vem será um novo impulso à de , com mais ambição, dimensão política e instrumentos de cooperação activa. Um impulso que precisará de recursos humanos motivados, competentes e focados nas áreas estratégicas prioritárias.

É por isso que o futuro da de se joga agora não apenas nas sessões de debate com a sociedade civil ou nos centros de decisão da , mas também e sobretudo em cada , Região, Cidade ou Família, através das escolhas que os jovens que estarão na fronteira do saber em 2020, estão a fazer neste momento.

Que sentido ou eficácia terá a escolha de três ou quatro domínios estratégicos de competição para a afirmação da EU, se os seus jovens não fizerem já uma aposta formativa nesses sectores.

Como poderemos ser líderes globais nas limpas, na logística, nas de nova geração ou nos novos sistemas de , se um número significativo de jovens europeus continuarem a fugir do estudo da matemática, da física, da química, da biologia e de outros saberes críticos para a nova revolução tecnológica?

Longe de mim querer condicionar a liberdade de escolha dos jovens estudantes europeus. O que afirmo é que a liberdade de escolha da UE será condicionada pelas escolhas dos seus cidadãos.

Faz por isso sentido que sem imposições, esta equação seja clara para todos. A é uma resultante da expressão democrática das nossas vontades e das nossas escolhas. Importa que sejam vontades e escolhas livres mas informadas.

………………………///……………………..


José Capitão Pardal

Este texto do Analísta Económico, Perez Metelo ilustra de forma muito simples a evolução da portuguesa nos últimos anos, as insuficiências de partida, dificuldades, êxitos e a correcta seguida pelo nas várias fases porque passou, pelo que recomendo a sua leitura de forma muito atenta e séria, despida de qualquer sectarismo idiológico.

……………………..///……………………….

ng1194614

por ANTÓNIO PEREZ METELO

teve de arrostar com três anos de aperto orçamental, com dívidas em excesso de , famílias e , com uma espiral dos preços da e com um mais aberto e mais agressivo.

Mesmo assim, soube levantar a cabeça até que a lhe caiu em cima.

Passados quatro anos e meio, tudo parece ter de começar de novo.

Pôr as contas públicas em ordem, reduzindo fortemente o défice do e procurar que a cresça pelo menos 3%, são dois objectivos à partida contraditórios.

Cobrar mais impostos e reduzir despesas equivale a travar o económico em várias décimas de ponto percentual ao ano. Mas foi mesmo isto que o de José se propôs fazer, como os corredores de rallies, que carregam no acelerador e no travão com o mesmo pé.

E, puxada pelas exportações, a portuguesa lá foi crescendo sempre mais até fins de 2007 (ainda que menos do que a média da ): ,9%, em 2005; 1,3%, em 2006; 1,9%, em 2007 (ver gráficos).

A de Manuel Pinho baseou-se para tanto na diversificação de parceiros comerciais fora da (Angola, Magrebe, países do Golfo, Rússia, Singapura, China, Venezuela), no e na aposta nas .

A Galp realizou avultados investimentos, que lhe garantiram importantes reservas estratégicas de petróleo em Angola e no Brasil.

No comércio externo, a concentração dos destinos das exportações na (UE) atenuou-se (80%, em 2005; 76%, em 2008) e as trocas com os países emergentes multiplicaram-se por três, e mesmo por quatro, em certos casos.

Conjugando a diplomacia com o , a balança de tornou-se superavitária no conteúdo das suas trocas externas: -286 milhões de euros em 2005; -31 milhões em 2006; +67 milhões em 2007 e + 42 milhões em 2008, já em plena .

As apostaram em força na informática e nas telecomunicações, os serviços de alto valor acrescentado assumiram um peso inédito na balança comercial do , mas ainda não conseguem anular totalmente o défice comercial dos bens transaccionados.

Resultado: o confronta-se com um persistente défice comercial à volta dos 8% do , no qual avulta o défice energético.

Por esse facto e pela contra a mudança climática, deu-se um concentrado nas limpas da água, do vento e do sol a uma que já serve de estudo de caso lá fora.

Falta complementar tudo com um para a eficiência energética nas industriais e agrícolas, nos serviços, nos transportes e nas habitações, que só agora está a dar os primeiros passos.

Em qualquer caso, tanto a subida de valor dos bens e serviços nacionais exportados, como a restruturação de milhares de PME, habilitando-as a competir com êxito em novos mercados mais exigentes, estava longe de estar completada quando a veio abaixo.

Em 2008, com aceleração no seu 2º. semestre, desaba sobre a portuguesa a , a mais grave dos últimos 80 anos. As trocas externas caem mais de 20%, desaba o privado, retrai-se o consumo das famílias. E os ganhos que o progressivo do tinha permitido alcançar em termos , em meados de 2008 (+133 700 postos de trabalho criados e redução para 409 900 do número de desempregados, o valor mais baixo na legislatura), ruíram como um baralho de cartas: em um escasso ano, foram destruídos 151 900 postos de trabalho e o número de trabalhadores à procura de escalou para 507 700.

Com a onda de choque da importada da América, mudou a do .

A prioridade passou a ser estabilizar a banca; reactivar as actividades de crédito às empresa e às famílias; garantir apoios às em dificuldades e ao nelas; lançar públicas em infra-estruturas e construções no sector e criar novos apoios ao rendimento diminuído dos desempregados e suas famílias.

Nisto, o seguiu a cartilha posta em prática na América de Obama e na maioria dos países europeus. À custa de novo empolamento do défice e da dí públicos.

Assim, chegados ao fim da legislatura, parece que tudo foi em vão, que tudo voltou ao princípio. Mas essa é uma leitura superficial: o positivo de +,3% do , já no 2.º trimestre deste ano, anuncia um tecido empresarial mais capaz de lutar com êxito pela saída desta .

……………………….///…………………………..


José Capitão Pardal

Nunca condicionantes tão decisivas para a nossa , estiveram tão intimamente ligadas, nos tempos globais que decorrem, como estes dois (endividamento externo e potencial hidroeléctrico).

Sabendo que a nossa dependência energética, contribui com mais de 50%, para o endividamento externo, não é difícil concluir que a aposta, nas respostas e no no sector energético é de uma crucial importância, para a redução desse endividamento.

Sobre o assunto deixo-vos para todos o texto de Glória Rebelo.

……………………///…………………..

2009-07-11

Em , desde 2006 – altura em que o apresentou um conjunto de propostas para a área da previstas no e na para a – que, assumindo que o sector energético representa um dos domínios prioritários de I & D em , têm emergido novas medidas estruturantes no campo energético .

Estruturantes, dado que procuram reduzir a dependência energética e, consequentemente, reduzir o endividamento externo do .

De facto, se a é, simultaneamente, um importante factor de da e um elemento vital para o sustentável de qualquer , a verdade é que o endividamento externo é já um mal crónico em .

E parte desse problema está estreitamente associado à dependência energética do , dado que cerca de 50% desse endividamento se devem à compra de petróleo ao exterior.

Ora, reforçar o no sector energético e planear a diversificação da oferta de fontes de alternativas ao petróleo é, como se sabe, e sobretudo no actual contexto económico, um desafio incontornável.

apresenta, como é reconhecido internacionalmente, um enorme potencial nas áreas da biomassa, da eólica, solar ou das ondas. Mas importa não ignorar a importância da hidroeléctrica.

E quando a escassez de petróleo pode, a prazo, ameaçar as economias mais dependentes deste combustível, a aposta neste tipo de – através do de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico 2007-2020 – e no fortalecimento da capacidade energética das barragens e de produção hidráulica será crucial para um sustentável em .

Por diversos motivos. Em primeiro, porquanto as centrais eléctricas e as barragens permitem produzir electricidade a um custo comparativamente muito baixo, sendo a hidroeléctrica um bom meio de fazer face a picos de consumo. Depois, porque é um meio de desenvolver parte das e de diversificar o portfólio energético do . Por fim, pelo impulso que pode significar para a agricultura , criando condições para o do regadio.

Daí que apostar em projectos como o Regadio da Cova da Beira, o segundo maior aproveitamento hidroagrícola em construção em – reforçado em Junho último com a adjudicação dos dois novos blocos da Covilhã e do Fundão – com conclusão prevista para 2010 e que servirá mais de 12 mil hectares de terrenos, seja fundamental para a portuguesa.

O tempo é também, pois, de reforçar infra-estruturas e de explorar novas oportunidades para relançar a e criar .

………………………..///……………………….


José Capitão Pardal

Pelo interesse da informação, transcrevo a notícia inserta na “ ” online de 20090803. 

…………………………///………………………

Aprovados 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais

As do sector do poderão dispor de acesso facilitado às verbas do Quadro de Referência Estratégico () com o reconhecimento da « 2015» como pólo de competitividade e .

A « 2015» foi reconhecida através da assinatura de um contrato específico pelo presidente do de , Patrão, e pelo gestor do COMPETE – Operacional Factores de Competitividade, Nelson de Souza.

Este pólo de competitividade e permite alinhar todas as candidaturas de que se enquadrem na « 2015» de acordo com a mesma orientação , facilitando “não só o acesso como também a obtenção de melhores condições de financiamento, desde logo porque cria as condições para que as do possam concorrer apenas entre si”.

Foi aprovado em reunião do de de 16 de Julho o novo Código Fiscal do , o qual decorre da autorização legislativa concedida ao abrigo da Lei do Orçamento do para 2009.

O novo Código Fiscal do pretende unificar os procedimentos aplicáveis à contratualização dos benefícios fiscais ao produtivo em território e ao dirigido à internacionalização das portuguesas, procedendo para tal à agilização de procedimentos e ao aperfeiçoamento e transparência do regime aplicável.

São introduzidas algumas alterações importantes ao nível dos benefícios fiscais, que se traduzem, designadamente, na concessão de um crédito de imposto, em sede de IRC, que poderá ascender a 20% do elegível realizado.

Os investidores deverão estar atentos à nova realidade, tendo em conta as vantagens que podem advir da nova regulamentação.

O ministro da e , Fernando Teixeira dos Santos, formalizou, no passado mês de Julho, a aprovação de 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais qualificados no âmbito das estratégias de eficiência colectiva 2007-2013.

Só agora, e “em função dos projectos apresentados e do escalonamento que vai haver nos concursos que o já tem e que irá ter no futuro”, chegarão os primeiros financiamentos, limitados ao horizonte temporal 2013, disse à “ ” Manuel Laranja, assessor do Coordenador da de e do .

É que “não faz sentido o estar a criar pólos para financiá-los ‘adeternum’”.

O tem já agendada, para os primeiros dias de Setembro, a segunda edição do .

Trata-se de “uma mostra dos resultados da modernização um evento que decorrerá entre a primeira e a segunda semana de Setembro e onde, pela primeira vez, os pólos de competitividade e “clusters” regionais agora validados pelo da serão convidados a expor um stand alusivo aos seus projectos.

…………………..///………………………


José Capitão Pardal

Pelo interesse que se reveste, pela oportunidade e como chamada de atenção para quem de direito, tomo a liberdade de transcrever o registo inserto na página de “La Finestra del Mondo”, a quem deixo o meu obrigado.

08 Junho 2009
Sou a favor de tudo. De agendas do município, de cartazes, até de andar com uma carrinha e o megafone, tudo para anunciar um evento que valha a pena.

Mas hoje em dia pode não ser suficiente, e as têm um papel importante.

Este fim-de-semana fui à inauguração da exposição “Memórias do Espírito Santo – Mostra colectiva de fotografia de ” e foi extremamente agradável. A média de idades era superior à minha, e então? chegou ao meu correio e achei interessante.

Juntando as coisas. Se a mensagem não passa para uma parte da população pelos meios normais, há-que inovar. Alguém já o fez?

Apesar de não ser grande adepto de andar com políticas nestas (ainda me custa um bocadinho a aceitar, parece que andam sempre atrás de nós), não posso deixar de pensar que na minha cidade o partido do comando divulga e investe bastante tempo nestes “sítios” para divulgar os seus eventos, mas ainda não passou a mesma ideia (que é boa), para os eventos do município.

Não se descobriu a roda (nem vai ter um efeito massivo no dia de amanhã), mas que há coisas que podem ser feitas…

Apontamento de NFG às 6:02 PM
—————————///—————————

Eu não diria melhor, mas posso acrescentar:

Não basta que façamos, deixemos obra e tenhamos iniciativas, é imprescindível que todos conheçamos essa obra e essas iniciativas, sob pena de não ser reconhecido, nem recompensado, o nosso esforço e o nosso trabalho, seja qual for a área, actividade ou .

Lembro um princípio de marketing sempre actual para qualquer actividade, igualmente, aplicável na de comunicação de qualquer .

“Há que chegar onde o potencial cliente está e não aguardar que ele chegue até nós”.


José Capitão Pardal