MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Dá que pensar, mas não é totalmente improvável!…

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In “ e ”, de 20100604

A notícia de hoje, “Taxas de juro podem subir mesmo com o desemprego em níveis elevados“, está ajustada à realidade americana mas não é um cenário totalmente improvável para e para .

Deve-nos fazer reflectir, tanto ao nível macroeconómico quanto ao nível familiar.

Neste momento, na , vão-se acumulando indicadores de que os preços estão a retomar a tendência ascendente, registando a taxa de inflação valores claramente positivos em quase todos os países ( ainda é uma excepção).

As taxas de juro de referência do Banco Europeu permanecem estáveis há longos meses ainda que, devido, em particular, à inevitável degradação das contas públicas em vários países, após o período de salvamento do sistema financeiro (que se mantem muito fragilizado), o preço do dinheiro no interbancário (Euribor) está a subir à medida que aumenta o grau de desconfiança e/ou a percepção do grau de endividamento de quem vai ao pedir dinheiro.

Simultaneamente, não é ainda claro que impacto as medidas de auxílio aos países mais endividados e/ou sobre os quais recai uma maior grau de desconfiança dos mercados, poderão ser no estímulo ao aumento dos preços, temendo-se que não sejam inócuas.

O desemprego continua a aumentar, estando entre os países mais afectados.

Quanto ao  é inevitável a manutenção de um nível de fiscalidade mais elevado, não sendo ainda claro quão ambiciosa será a eternamente adiada reforma do sistema financeiro ao nível de regulação.

Finalmente, o prossegue quase sem interrupção, a sua desvalorização face à dólar e a algumas outras moedas internacionais.

Para , o cenário de baixas taxas de juro, deflação local e desvalorização do não é de todo um mau enquadramento. É até particularmente virtuoso para que se dediquem a colocar os seus produtos e serviços no estrangeiro, fora da .

A nível do interno europeu as vantagens diluem-se (o efeito de ganho de competitividade por via cambial desaparece) contudo, é seguramente preferível a um cenário de crescimento moderado ou rápido das taxas de juro particularmente SE este período estiver a ser utilizado para, na medida do possível, as e famílias emendarem a mão, reduzindo ou reestruturando a sua dí e preparando os seus orçamento e planos de futuro para uma nova realidade de juros mais elevados e de impostos mais elevados.

Não há contudo garantias de que este cenário se mantenha ou sequer de que a possa controlar o cenário macroeconómico futuro.

Se os EUA começarem a subir as taxas de juro, se a tensão inflacionista se acentuar na , se porventura o resto do mundo mantiver ritmos de crescimento elevados e for reforçando o seu consumo a nível energético podemos ter um cenário futuro dramático: mais impostos, maiores dificuldades em suportar a dí contraída, encarecimento drástico do custo da (que poderá depender menos da evolução cambial do como até aqui), mais dificuldades de competitividade a nível e manutenção de taxas de desemprego elevadas.

Não é impossível um alinhamento desastroso dos astros para o espaço Europeu.

O que fazer?

Mais do que discutir as opções macroeconómicas e de regulação supranacional que estão hoje na ordem do dia, ou mesmo mais do que discutir localmente a política do , olhamos para dentro de cada agregado familiar.

Se se quer ajudar no futuro, deixa de se endividar, reduza mesmo a dí que tem e não fique por aqui: poupe! E, se puder, procure aumentar o seu rendimento familiar, seja por via de rendimentos financeiros, seja porque passa a produzir algo que antes contratava: seja a proverbial horta ou a pintura da casa, a bricolage básica, ou a bela refeição em casa. Imagine desde já que as taxas de juro de referência para eventuais empréstimos estão nos 5% e não a rondar 1% e actue de acordo com essa perspectiva.

Numa muito aberta ao exterior, muito dependente do consumo interno centrado em importações e em que o sector dos bens não transaccionáveis (aqueles sobre os quais é difícil ou impossível que haja concorrência sobre eles) se apresentam hiperdimensionados, subprodutivos e alguns sobre remunerados ainda com generosas margens de lucro, da perspectiva familiar, reduzir o consumo de importações não produtivas mas também de serviços e bens não transaccionáveis é um ganho duplo.

 Torne a sua família solúvel no cenário futuro provável de subida das taxas de juro, de impostos e do preço dos combustíveis.

Se por ventura trabalha num sector potencialmente mais afectado pela queda do consumo que se perspectiva, considere em acréscimo o risco de perda de e/ou de rendimento.

Se depois de ler este texto e de fazer as suas contas não consegue ver como poderá resistir a ele caso se venha a confirmar, pense seriamente em  fazer alterações drásticas como sejam, livrar-se de algum dos créditos mais pesados que têm, algo que será seguramente mais fácil agora do que daqui a algum tempo caso se confirme a subida das taxas de juro. Livre-se do carro se não for vital para o seu rendimento.

Mude para uma casa mais pequena, coloque os filhos no ensino se isso for opção, recorra mais aos serviços públicos que ajuda a pagar, enfim, só para a morte não há solução.

Recorde-se daquilo porque terá passado há bem pouco tempo, durante o curto período em que tivemos juros altos, combustíveis altos  e não se esqueça que o que aí vem poderá ser bem menos temporário e mais grave no sentido em que existirá maior risco de perda de e menor capacidade do em o auxiliar.

Terminamos com uma última palavra, os cenários aqui referidos não são garantidos, felizmente, podemos estar redondamente enganados. Ou não.

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José Capitão Pardal

Mais um passo foi dado na implementação da linha de , , com a aprovação da minuta do contrato de concessão do troço Poceirão – Caia.

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2010-04-15  in “ do

logo GovernoO Conselho de Ministros de 15 de Abril aprovou a minuta do contrato de concessão, por 40 anos, do projecto, construção, financiamento, manutenção e de disponibilização, do troco Poceirão-Caia, integrado na ligação ferroviária de entre e . Esta decisão é um passo fundamental na concretização da de ferroviária (RAVE) e da ligação entre o marítimo de Sines e as linhas ferroviárias estrangeiras, assim como se tornara num eixo essencial ao transporte de mercadorias de para a . A RAVE terá impactos significativos na , no , na capacidade das portuguesas concorrerem no .

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José Capitão Pardal

segunda-feira, 19 de Abril de 2010 | 08:55
   
Islândia/Vulcão: 101 voos já cancelados hoje em

Pelo menos 101 voos foram cancelados entre as 00:00 e as 12:00 horas de hoje nos aeroportos portugueses, segundo informação disponível no «site» da ANA – Aeroportos de .

No total, estão canceladas 59 partidas a partir dos aeroportos de , e Faro, e 42 chegadas para as mesmas cidades portuguesas, sobretudo voos do Reino Unido e da do ou com destino para estas regiões, cujo espaço aéreo está encerrado ou com restrições devido à nuvem de cinzas expelida por um vulcão em actividade no sul da Islândia.

De acordo com a informação disponibilizada pela ANA, é o aeroporto com o maior número de partidas canceladas, (23), seguindo-se Faro (20) e o (13).

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José Capitão Pardal

Sex, 26/03/2010

Mais um produto do (nomeadamente de , Borba e ) de reconhecido êxito.

Deixo-vos este artigo do jornal “Sol” e da jornalista Sónia Balasteiro

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a_ameixas

Conceição não parava um segundo.

Não podia parar.

No Verão passado os frutos amadureceram duas semanas antes do previsto e era preciso dar vazão aos quilos de ameixas que os fornecedores lhe entregavam, em duas remessas, todos os dias.

A culpa, explicava, era das temperaturas elevadas que varreram o em poucos dias.

Por isso, nem nem nenhum dos seus seis trabalhadores – três mulheres, três rapazes – tinham tempo a perder.

Conseguiu estacionar sem problemas a carrinha de caixa fechada à porta da pequena fábrica ‘escondida’ na velha, privilégio da destreza do hábito.

Abriu as portas da carrinha e chamou um dos rapazes para o ajudar a descarregar as 13 caixas de ameixas verdes.

Um pouco mais maduras e tornavam -se impossíveis de ser ‘as’ Ameixas de .

«O método que utilizamos é exactamente o mesmo há 90 anos», garantia , por entre a azáfama da cozedura das ameixas, num pátio cheio de panelas de cobre, água quente, açúcar. «Seis mil quilos por ano de açúcar, 10 a 11 mil quilos de ameixas», especifica.

Números que o tornam o maior produtor da Ameixa de do país.

As trabalhadoras suavam, frente aos fogões onde as ameixas cozem em água – primeira fase; depois tiram-nas para fora, para repousar, em alguidares de plástico.

Noémia Miranda, a encarregada de 34 anos, lenço na cabeça, é a única que aqui trabalha todo o ano.

E há mais tempo que . «Já trabalhava para os pais dele», conta. «Comecei aos treze».

Trabalho duro este, com as temperaturas elevadíssimas, o peso dos alguidares de ameixas, a cadência mecânica dos gestos a acontecer no momento exacto em que têm que acontecer.

Ao lado, fica um dos armazéns, onde as ameixas aguardam o primeiro ponto; outras o segundo.

«É que, nisto, não há segredo nenhum», simplifica o produtor, «a não ser o facto de tudo isto ser feito exactamente como no primeiro dia, completamente à mão». E ia apontando: «Estas têm só cozedura; aquelas já têm o primeiro ponto».

Por dia, são produzidos 1.200 quilos de ameixas. Saem daqui para todo o país – refere o grupo Nabeiro e as Pousadas de como exemplos de cadeias suas clientes – e para o exterior: Inglaterra, Estados Unidos da América…

Queixa-se da falta de apoios por parte da câmara de , de reconhecimento dos 90 anos da casa: nasceu em 1919, pelas mãos de Candeias, padrinho do pai de ; em 1970 passava para a sua família e, em 1999, tinha então 40 anos, Conceição tomava-lhe conta dos desígnios: «Era director de um banco, na altura.

Larguei tudo. E, sim, vale a pena.

Só o facto de o meu pai saber que isto não vai acabar enche-me de uma alegria imensa».

E, como dizem por aí, quem corre por gosto não cansa.

Silveirinha Conceição

Rua Martim Mendes, 17 A

Tel. 268 628 364

sonia.balasteiro@sol.pt

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José Capitão Pardal

 
, 25 fev () – A empresa produtora de vinho Porta de Catarina, de , que exporta metade da sua produção, pretende reforçar as vendas para o dos Estados Unidos, revelou hoje fonte da empresa.

Em declarações à Agência , o sócio-gerente da empresa, José Poeiras, adiantou que a Porta de Catarina já conquistou clientes em vários países, sobretudo nos Estados Unidos, Luxemburgo, Alemanha e Bélgica.

“A nossa produção de vinhos de qualidade é reduzida, por isso, é complicado avançar para outros mercados”, referiu José Poeiras, que é também o enólogo da empresa, acrescentando que, “apesar disso, há intenção de reforçar as vendas para o dos Estados Unidos”.

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José Capitão Pardal

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Certo que o artigo que transcrevo do Hoy.es transmite apenas uma parte do problema, no que se refere à construção pelo empresário Alfonso Gallardo, nas imediações de Zafra, de uma refinaria de produtos petrolíferos, acho inportante que todos tenham conhecimento do evoluir dos acontecimentos, no que se refere a um empreendimento, que a ser construído poderá ter consequências ambientais também para a população fronteiriça.
 
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10.01.10 – 00:28 – Hoy.es

Foto Hoy (Imagen virtual de cómo se prevé que sea la refinería)

Unos ven el proyecto como una oportunidad única para la región, otros como un atentado ecológico.

Hay dos teorías: los que hablan de retraso injustificado y los que lo consideran necesario Junio de 2003. Juan Rodríguez Ibarra lanza durante su sexto discurso de investidura como presidente de la Junta un particular anuncio. Noticia bomba: tendrá una refinería de petróleo. Diez de enero de 2010. El Ministerio de Medio Ambiente espera que el promotor le mande información complementaria por enésima vez.
Entre estas dos fechas han pasado seis años y siete meses y se han sucedido cruces de declaraciones, manifestaciones, miles de opiniones y bastantes desencuentros.
Pocos asuntos han despertado tanta controversia en la región. Unos lo ven como una oportunidad única para el desarrollo de , otros como un atentado ecológico.
El nuevo parón en los plazos, adelantado por este diario hace unas semanas, ha traído el asunto otra vez a la palestra pública. ¿Es viable el proyecto?, ¿sufre retrasos injustificados?, ¿alguien está bloqueando su tramitación?
Juan Sillero, consejero delegado del Grupo Gallardo, apela al sentido común. «Estamos ante un proyecto complicado, aunque ha sido modélico en el sentido de que ha intervenido mucha gente importante en el mundo del refino. El proceso avanza y se para en función del análisis que el ministerio hace de la documentación que se le aporta. Piden más información y se la volvemos a dar. Y así sucesivamente. Pero entendemos que estamos llegando al final del proceso», asegura.
Desde Medio Ambiente ya se ha explicado en alguna ocasión que, debido a la magnitud del expediente, se está analizando por partes. Esto es, se estudia un parte, se piden más datos y cuando se tiene claro, se pasa a otra. Es decir, se avanza, aunque sea a paso de tortuga. Así también se salvan las imposiciones que se hace el propio ministerio. Tiene un plazo de tres meses para emitir la pertinente declaración de impacto ambiental. Pero no tiene materialmente tiempo en este tipo de expedientes, así que lo ‘trocea’ en partes.
Una de las claves del retraso está en la complejidad del proyecto. Es la primera refinería que se construye en en muchas décadas, y además estará situada en el interior. La mayoría están en la costa. Desde Medio Ambiente se recuerda que se está analizando la propia planta, un poliducto, un oleoducto y un gasoducto, así como las instalaciones portuarias de Huelva.
Ese es uno de los principales argumentos de los ‘garantistas’, con la delegada del Gobierno, Carmen Pereira, a la cabeza. Suelen defender que se está mirando con lupa el proyecto, para que cuando se apruebe no quede la más mínima duda de que cumple con la ley. No falta quien añade que también se hace para evitar recursos ante la justicia o las instituciones europeas. «Nunca en la historia habrá habido ningún proyecto que haya sido tan analizado como éste», resaltó Vara en una visita a la capital de la UE la pasada primavera.
Bruselas. Es una de las grandes bazas a la que se agarran los movimientos ecologistas. Incluso, llegan a decir que ya tiene paralizado el proyecto. Juan Sillero lo desmiente rotundamente. «Es que las competencias no las tiene la UE, sino el Ministerio de Medio Ambiente. No quiero entrar en esas declaraciones, quieren hacer creer que el retraso se debe a que está acabado. Y no es verdad». Por el momento, todos los socios del proyecto han aportado 50 millones de euros, correspondientes al capital de la sociedad. Estos son, además de Gallardo, la Sociedad de Fomento Sofiex, Iberdrola, BBVA, Caja y Caja . No hay que olvidarse del socio , la multinacional Shell.
Garantismo
Por regla general, la Junta se apunta a estas tesis garantistas, aunque con muchas aristas. La confianza en Medio Ambiente se ha alternado con otros mensajes en los que se denuncian los impedimentos que la industria está sufriendo. Así de claro lo dijo el propio Vara el pasado marzo: «Algún día tendremos que levantar nuestra voz para decir por qué algunas cosas siguen siendo tan difíciles desde aquí». Curiosamente, dijo esto apenas un mes antes de su visita a Bruselas, donde aseveró que la UE veía con agrado que se esté siguiendo «un proceso enormemente exigente».
El consejero José Luis Navarro aseguraba a finales de diciembre que consideraba «excesivos» los plazos de tramitación.
Algunas voces enmarcan estos cambios como un toque de atención al Gobierno . Sobre el papel, su apoyo es total. Así lo ha asegurado Zapatero cuando ha visitado la región, aunque no mencionó el tema en la última campaña electoral. Los grupos ecologistas aseguran que esta postura es incompatible con su defensa de las energías renovables.
Los defensores de que existen trabas recuerdan el caso de las refinerías de Huelva y Cartagena, cuyas ampliaciones han sido aprobadas en tiempo récord y sin tener alegaciones en contra. Sillero se centra en Cartagena y pide que no se olvide que aunque es nueva, la planta está justo al lado de la actual y «no es lo mismo hacer una refinería en un sitio que hacerlo al lado de otra». Añade además que no ha habido oposición porque en esas zonas conocen la riqueza que puede traer una instalación de este tipo, mientras que «aquí sigue habiendo mucho desconocimiento de lo que es una refinería».
Los últimos datos que se barajan hablan de 3.500 personas trabajando de forma directa. Hay que tener también en cuenta el empleo indirecto. Muchas industrias auxiliares nacerán al abrigo de la petroquímica: transportes, mantenimiento, construcción… Serán negocios en alza, por no hablar de la hostelería. Hay estudios que dicen que una instalación de este tipo genera 1,2 empleos indirectos por cada directo.
«Luego está la actuación de los ecologistas -incide- que me parece sorprendente. Es razonable que los extremeños puedan oponerse, pero lo extraño es que los ecologistas de Huelva están en contra de la refinería extremeña, pero a favor de que amplíen la suya. No lo entiendo, porque el concepto de las emisiones es , no local. Unas emisiones en Huelva tienen el mismo efecto que en o en África».
El emplazamiento elegido para esta industria extremeña es la Sierra de San Jorge, en el término de Los Santos de Maimona. es la comarca de Zafra-Río Bodión, limítrofe con Tierra de Barros.
Entre los que también piensan que hay que hacer presión están los sindicatos. El líder de UGT, Francisco Capilla, ha asegurado públicamente que «hay un empresario que quiere poner mucho dinero y se le está poniendo palos en las ruedas». Por eso, esta organización pretende movilizarse si en un periodo razonable no hay noticias.
Sin información
Hay una tercera postura. La Plataforma Refinería No, contraria al proyecto, considera que el proyecto está dormido. Según su portavoz, Reyes González, los retrasos son solamente achacables al promotor, que no es capaz de ofrecer al ministerio la información que se le pide de manera rigurosa. También considera culpable al Gobierno , al que acusó de no ofrecer a los ciudadanos la información necesaria.
Desde su punto de vista personal, augura que al final la instalación será impuesta a pesar de lo que diga la Ley, debido a a la «oligarquía y caciquismo» que existen en la región. Lo cierto es que, pese a todo, los retrasos no arrancan del proceso medioambiental. Pasaron dos años antes de que se pidiera la solicitud de autorización, y la fase de consultas previas se demoró doce meses más.
Las respuestas le fueron remitidas al promotor ya a finales de 2006. A partir de entonces, Gallardo tenía dos años para elaborar el estudio de impacto ambiental, someterlo a información pública y entregar las alegaciones a Medio Ambiente. Le sobraron dos meses.
Con todos los papeles, el ministerio debía tomar una decisión el pasado mes de enero, pero al menos por tres veces ha pedido información adicional, lo que ha interrumpido los plazos legales.
El último requerimiento lo hizo el pasado octubre, y está a la espera de que una empresa de ingeniería contratada al efecto elabore unos estudios sobre la construcción del oleoducto. Los trámites quedan bloqueados en el último escalón del proceso, la publicación de la declaración de impacto ambiental. Después de estos meses, la empresa no quiere fijar plazos, pero considera que está cerca de la meta. Para Sillero, «el camino que hemos avanzado es muy importante. Si en la salida había 100 metros que recorrer, la sensación que tenemos es que hemos corrido ya noventa y tantos. Ahora, todavía no ha terminado».
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José Capitão Pardal

Pela curiosidade aqui vos deixo uma pequena notícia sobre o “nosso” capote alentejano (a foto é de autor desconhecido e não acompanha a notícia).
 
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– domingo, 10 de Janeiro de 2010 | 12:10
 
  

Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da «cabeça aos pés» envergando este traje.

A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Eulália, no concelho de .

É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos em todo o território , noutros países da e na América.

José Alpedrinha começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade na feitura destes agasalhos.

Na época de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes. «Já chegámos a ter aqui na empresa setenta trabalhadores. Agora são só sete», conta José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que «o negócio vai bem e não tem sentido a crise».

Cada capote representa quatro horas de trabalho, só na parte da costura, e o preço não está acessível a todas as bolsas: «os capotes variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa», justifica.

«O capote vende-se no desde o início do século passado. Antigamente, era vestido por agricultores e trabalhadores rurais.

O capote cinzento escuro era para os senhores das terras – os latifundiários, os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde, que é uma cor recente, foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores», explicou José Alpedrinha.

Outrora a matéria-prima, o burel, provinha das indústrias de lanifícios da Beira Baixa. «Agora isso acabou. O burel já só é feito em Castanheira de Pêra, única fábrica em », conta.

O capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da e metrópoles mundiais «há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio».

Apesar do sucesso do capote alentejano, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça de vestuário, «gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade.

José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades.

«O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros».

Orlando Redondeiro tem uma loja em onde vende este tipo de artigos.

O frio rigoroso do passado mês de Dezembro levou à ruptura do stock de capotes que tinha para venda.

«Em poucos dias vendi cerca de cinquenta capotes. Este é um artigo que tem tido muita procura nos últimos anos.

Os clientes são da de e há também muitos espanhóis que vestem os capotes verdes para as montadas que realizam no país vizinho», diz com satisfação Orlando, que também veste o capote desde os sete anos de idade.

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José Capitão Pardal

Apesar de não concordar na totalidade com o seu conteúdo, achei interessante a análise política e sociológica efectuada por Todo Bom, destacado militante do , no Expresso online do passado dia 20091226, pelo que tomei a liberdade de o transcrever.
 
Do meu ponto de vista trata-se de uma análise eloquente, mas muito superficial, que não resistiria a um aprofundamento das razões que têm levado, ao longo dos últimos anos ao desgaste político do , fruto mais das divergências particulares entre os seus membros mais mediáticos e influentes, que a Sociologia também muito bem explicaria, do que a estratégias organizacionais mal concebidas, de uma fraca combinação entre competências e capacidades, e muito menos ainda, do conhecimento tácito do , conforme conclui Todo Bom.
 
No actual da democracia e da das forças políticas em , o chamado “…conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva…” ou “…a sua combinação e a ineficiência da sua socialização…”, não têm ainda o peso que o articulista lhe quer dar.
 
As organizações políticas ainda, em muitos aspectos, se regem por regras e práticas, que estão longe daquilo que sociologicamente, seria o desejável e de que são exemplo as organizações suas congéneres da do
 
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O conhecimento tácito das organizações
Todo Bom* (www.expresso.pt)
:01 Sábado, 26 de Dez de 2009
 
 

De acordo com a aproximação baseada na teoria dos recursos, o objectivo último das organizações competitivas é obter resultados sustentáveis, acima da média, quando comparados com os seus competidores.

A pré-condição para resultados sustentáveis superiores reside num conjunto de recursos, não disponíveis do mesmo modo para todas as organizações e na sua combinação em competências e capacidades.

Estas competências e capacidades devem ser específicas da , valiosas para os clientes, insubstituíveis e difíceis de imitar.

Estes “activos não replicáveis” na terminologia de Teece, são, essencialmente, activos de conhecimento e, dentro destes, em especial, o conhecimento tácito das organizações.

O conhecimento tácito das organizações que resulta, fundamentalmente, da combinação e socialização do conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva, tem uma importância crucial em todas as organizações, com destaque para as que actuam no âmbito sociológico e comportamental.

Não é, pois, de estranhar a relevância do conhecimento tácito nos partidos políticos e a indispensabilidade da sua conversão em competências e capacidades, para o combate político, que lhes permita atingir o seu objectivo último, ou seja, a conquista do poder.

O conhecimento tácito do meu partido, o , tem diminuído consistentemente nos últimos tempos, o que constitui uma das explicações para o seu afastamento da liderança política do país.

E esse facto não se deve à inexistência de uma base de conhecimento explícito considerável dos seus membros que, felizmente, continua a prevalecer, mas à incapacidade de garantir a sua combinação e a ineficiência da sua socialização.

As duas unidades organizativas que tradicionalmente garantiam esses movimentos – o Gabinete de Estudos e o Sá Carneiro, estão praticamente inactivos. Com a agravante, no caso deste, de se ter criado a convicção de que este processo de interacção das várias valências do conhecimento podia ser garantido através de uma plataforma aberta onde se escrevem alguns artigos de opinião.

A teoria das estipula que as digitais promovem, quando muito e quando têm qualidade, exclusivamente, o incremento do conhecimento explícito, porque são abertas e porque a interactividade para complementar conhecimentos diferenciados é limitada.

Curiosamente, o , com uma base de conhecimento explícito claramente inferior à do , tem promovido de um modo sustentado e com eficiência a criação do conhecimento tácito que lhe tem permitido a conquista e manutenção do poder.

Com a previsível alteração, a curto prazo, da liderança do meu partido, vai ser interessante acompanhar estes movimentos, no futuro próximo, e a sua repercussão na ocupação do poder no nosso país.

*Professor Associado Convidado do ISCTE

Texto publicado na edição do Expresso de 19 de Dezembro de 2009

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José Capitão Pardal

Dada a sua actualidade e o seu sentido crítico e criativo, vou deixar-vos um texto do Professor , para reflexão.
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2009/10/20 15:51

Carlos Zorrinho

é um País criativo!

É uma nação num mundo em e um País gerador de novos conceitos com impacto .

O modelo de construção de novos conceitos em é muito interessante.

Os portugueses usam o talento e a criatividade não para encontrar soluções óbvias ( A) mas para encontrar boas desculpas para não fazer ou não se comprometerem ( B).

Quando o B falha então encontram soluções disruptivas, ainda mais criativas e talentosas ( C).

São os Planos C, o melhor e mais potente produto da . Esses Planos C vão desde rotas alternativas para o comércio e outras formas de navegar no passado, até projectos como a Via Verde, o SIS for All, o e- ou a Empresa na Hora nos dias de hoje, para descrever apenas alguns dos mais emblemáticos.

Durante demasiado tempo olhámos para esta característica e em boa parte da do Sul como uma ameaça e um constrangimento.

Com o , em apostámos na oportunidade que dela decorre. Qualificar os portugueses, reforçar as e impulsionar uma nova atitude que faça de um “living lab” e dos portugueses produtores globais de planos C exportáveis, geradores de e criadores de riqueza.

Se há coisa que faz sentido no Ano Europeu da Criatividade e da em é usar o talento e a criatividade para olhar a realidade de forma diferente e capturar novas competências de transformação do mundo.

Um mundo em que inovar já não basta e em que o conhecimento, a tecnologia e a são apenas condições necessárias para competir.

Um mundo em que a atitude empreendedora faz a diferença.

Um mundo complexo e imprevisível em que só os protagonistas antecipam o futuro.

Um mundo de e de comunidades, em que o acesso à informação e a redução da exclusão são fundamentais.

Esta é uma conferência de protagonistas.

De fazedores de futuros.

Espero que nela se reforce o triângulo chave Acreditar – Aprender – Empreender - e que os seus ecos contaminem favoravelmente o debate sobre a Estratégia de Pós – 2010.

Uma Estratégia que tem que ser reforçada na ambição, na dimensão política e nos mecanismos de cooperação e para a qual a abordagem criativa desenvolvida nesta conferência constitui uma ferramenta fundamental.

: Este texto é uma sintese da intervenção feita pelo autor na abertura da Conferência Criative Learning, realizada em dias 15 e 16 de Outubro de 2009

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José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no de Notícias Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

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À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.

O de que vive aos sábados na praça da , onde se vendem “queijos, frescos, vinho, peças de artesanato local e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da região”, “ideais para observadores de pássaros”.

A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o vinho une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da ”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ligação” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the local breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a local landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant local resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio Marquês de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, local crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from local trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite local fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de vinho tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the ).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

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José Capitão Pardal

Ter, 3/11/2009
2009/10/24 00:27 |

Carlos Zorrinho

Com a luz do Tratado de cada vez mais visível ao fundo do túnel, a , ao mesmo tempo que vai consolidando a sua estrutura institucional, começa também a preparar a revisão e extensão da Estratégia de até 2020.

Com o receio de provocar um certo excesso de num tempo em que tanto se fala do Tratado, a UE tem vindo a designar a nova Estratégia simplesmente como EU – 2020.

Chame-se-lhe o que se lhe chamar a verdade é que a Estratégia que aí vem será um novo impulso à Estratégia de , com mais ambição, dimensão política e instrumentos de cooperação activa. Um impulso que precisará de recursos humanos motivados, competentes e focados nas áreas estratégicas prioritárias.

É por isso que o futuro da Estratégia de se joga agora não apenas nas sessões de debate com a sociedade civil ou nos centros de decisão da , mas também e sobretudo em cada País, Região, ou Família, através das escolhas que os jovens que estarão na fronteira do saber em 2020, estão a fazer neste momento.

Que sentido ou eficácia terá a escolha de três ou quatro domínios estratégicos de competição para a afirmação da EU, se os seus jovens não fizerem já uma aposta formativa nesses sectores.

Como poderemos ser líderes globais nas limpas, na logística, nas de nova geração ou nos novos sistemas de , se um número significativo de jovens europeus continuarem a fugir do estudo da matemática, da física, da química, da biologia e de outros saberes críticos para a nova revolução tecnológica?

Longe de mim querer condicionar a liberdade de escolha dos jovens estudantes europeus. O que afirmo é que a liberdade de escolha da UE será condicionada pelas escolhas dos seus cidadãos.

Faz por isso sentido que sem imposições, esta equação seja clara para todos. A é uma resultante da expressão democrática das nossas vontades e das nossas escolhas. Importa que sejam vontades e escolhas livres mas informadas.

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José Capitão Pardal

Com um convite para que se desloquem a , este fim de semana, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal HARDMUSICA de hoje (20091030), sobre a Feira de Artes, Velharias e Antiguidades de , a ENCONTARTES.

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EncontrArtes em

O certame, que decorre até dia 01 de Novembro no de feiras e exposições de , promovido pelo município, junta um vasto conjunto de actividades culturais e económicas, representativas da região e do país, assim como instituições da área da .

Segundo a autarquia, “este é o único evento do género que se realiza no ”, e a edição deste ano conta com mais de 60 expositores, entre artistas plásticos e antiquários.

O certame, de acordo com a autarquia, pretende agregar no mesmo espaço a venda, mostra, compra e troca de antiguidades, livros antigos, coleccionismo e artes plásticas. No certame pode ser apreciada uma “Mostra Surrealista”, com de Godinho, Firmo , Gustavo Fernandes, Luiz Morgadinho, Pedro Prata, Pedro Olaia, Santiago Ribeiro e Victor Lages.

O evento, segundo o município, pretende aproximar a região do resto da , em termos artísticos, tendo sido convidadas embaixadas europeias com representação em a participar na EncontrArtes, através da fotografia.
Segundo os organizadores, na denominada “Foto ”, está garantida a presença de trabalhos de fotógrafos da Bélgica, Croácia, Eslovénia, Estónia e Turquia.

Ainda no âmbito das artes plásticas, a de Évora, através do seu Departamento de Artes, vai também estar representada no certame com alguns trabalhos produzidos pelos melhores alunos finalistas do curso de artes plásticas, nomeadamente desenho, gravura, escultura e vídeo.

O certame pretende ser, segundo a autarquia, “um ponto de encontro entre associações, galeristas, artistas plásticos, coleccionadores, antiquários, alfarrabistas, críticos e outros agentes destas áreas”.

De acordo com a autarquia, a feira pretende ainda dinamizar um conjunto de sectores de actividade há muito ligados à região de , os quais geram um movimento de pessoas e bens muito apreciável, nomeadamente na feira de antiguidades e velharias que decorre aos sábados na .
(ES)

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José Capitão Pardal

Vai realizar-se em Outubro, na Holanda, o segundo encontro da de Sítios de Paz, uma iniciativa que teve a sua origem na LACE – Liga dos Amigos do Castelo de Evoramonte, da qual é Presidente o Professor Eduardo Basso.

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Sobre o assunto transcrevo uma notícia inserta no jornal “Correio do Minho”, de 20090827.

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A de Sítios da Paz, que integra a histórica vila de Evoramonte, no concelho de , vai promover o seu segundo encontro em Outubro, em Wageningen, na Holanda, disse hoje um responsável da iniciativa.

Eduardo Basso, da instaladora da , adiantou à agência que o encontro está marcado para a holandesa onde, em 04 de Maio de 1945, foi assinada a capitulação alemã na 2ª Grande , data anualmente comemorada com um grande festival no qual participam mais de cem mil pessoas.

O primeiro encontro da de Sítios da Paz decorreu em Evoramonte em Maio deste ano, no qual foi aprovada a constituição da , o seu documento de princípios gerais, denominado ‘Declaração de Evoramonte’, e eleita a instaladora.

O segundo encontro, de acordo com Eduardo Basso, que é também presidente da Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte (LACE), vai ser destinado à discussão e aprovação da missão da , definição das condições para a integrar e a questões de interna e de financiamentos.

No encontro de Wageningen vai também ser discutida a futura formal da .

Paralelamente a este segundo encontro vai decorrer um seminário para o qual estão a ser convidadas personalidades de ‘grande relevo’ da opinião pública dos países integrantes da actual instaladora.

Eduardo Basso indicou ainda que, após o segundo encontro, está previsto um período destinado à formalização das adesões à , cujo balanço será feito no terceiro encontro a realizar em Maio de 2010, na croata de Zadar.

Por outro lado, disse, está elaborado o registo da marca ‘Places of Peace’ (Sítios da Paz) e o respectivo logótipo, encontrando-se já disponível a página da na Internet, em www.placesofpeace.eu, apenas em inglês, nesta primeira fase.

Várias organizações institucionais e também não governamentais de , , Alemanha, Holanda e Grécia, presentes no encontro de Maio em Evoramonte, decidiram avançar com a criação da de Sítios da Paz.

A estrutura pretende congregar as cidades e sítios da onde foram assinados relevantes tratados de Paz e as organizações europeias que inscrevam como sua actividade prioritária a defesa da Paz.

Em Evoramonte foi assinada em 26 de Maio de 1834 a Convenção de Evoramonte, que pôs termo à civil de 1832-1834, travada entre absolutistas e liberais.

Segundo Eduardo Basso, partiu da Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte a ideia de constituir esta e de estabelecer contactos com outros sítios da onde foram assinados ‘importantes’ tratados de Paz ou onde a actividade em prol de uma para a Paz tem um papel relevante.

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José Capitão Pardal

Para leitura, nomeadamente, dos “Velhos do Restelo” (para quem tudo é mau no nosso país) deixo o texto sobre o êxito que são, em , os transplantes de fígado.

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Escrito por CienciaPT   

17-Jul-2009 

A 20 de Julho de 1969 realizava-se o primeiro transplante no nosso país.

40 anos depois, torna-se o número um da Continental em transplantes do fígado.

A Sociedade de Transplantação assinala, no próximo dia 20 de Julho, em Coimbra, o 1º Dia do Transplante e lança uma petição para a institucionalização do dia.

é o número um na Continental em transplantes do fígado e regista o segundo lugar no Mundo de órgãos colhidos e transplantados, com 26,7 dadores por cada milhão de habitantes. Em 2008, foram salvas 1991 vidas em por transplantação.

Mas, apesar dos números positivos, os recursos humanos e físicos para estes serviços não acompanharam esta evolução.

Para divulgar os transplantes e sensibilizar os responsáveis da para esta realidade, a Sociedade de Transplantação assinala no próximo dia 20 de Julho o 1º Dia do Transplante e lança uma petição para promover a institucionalização do dia.  

Para comemorar os 40 anos de transplantação em , profissionais de , doentes transplantados, familiares e amigos juntam-se, pelas 11h00 nos Auditórios dos Hospitais da de Coimbra, para fazer um balanço de 40 anos de transplantação em .

Durante a tarde, o Grupo Desportivo dos Doentes Transplantados preparou um conjunto de actividades lúdicas como forma de promover o convívio entre todos.

Durante o dia, a Sociedade de Transplantação estará também a recolher as 4000 assinaturas necessárias para a petição a ser entregue na Assembleia da República para a institucionalização do dia.  

O transplante é um procedimento através do qual se implanta num organismo (designado receptor) um órgão ou tecido proveniente de outro organismo (designado dador). Hoje em dia são efectuados transplantes renais, hepáticos, cardíacos, pulmonares, de medula, entre outros.

Os transplantes trazem enormes benefícios às pessoas afectadas por doenças que, de outro modo, seriam incuráveis, e podem, em última instância, salvar vidas. 

Em 2008, foram efectuados em 524 transplantes de rim, perfazendo, pela primeira vez nos últimos dez anos, uma redução do número de doentes em lista de espera, de 2320 para 2260.

Comparativamente à média , encontra-se mal classificado na taxa de transplantes pulmonares, sendo realizados apenas ,37 por cada milhão de habitantes, enquanto que a média é de 2,28.

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José Capitão Pardal

Pela actualidade e pela importância que esta questão terá para o e para futuro do nosso país e dos nossos filhos, aproveito para transcrever o texto da jornalista Graça Rebelo inserto no “Jornal de Notícias” do passado dia 26 de Junho.

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2009-06-27

De algum modo, a notícia de adiamento do contrato de concessão relativo ao foi inesperada.

E se é certo que, em vésperas de eleições por razões de rigor e transparência não se deve acelerar um processo que envolve verbas de envergadura, a verdade é que igualmente por razões eleitorais não convirá prejudicar uma oportunidade de estruturante para o país, como é o lançamento da ferroviária de .

Por diversas razões, e todas elas ponderosas.

Desde logo, pela necessidade premente de atrair e manter .

Tal como tem sido salientado nas Conferências Mundiais sobre , os países que demonstram maior capacidade para atrair Directo Estrangeiro (IDE) – revelando-se, portanto, mais competitivos e capazes de criar mais – são aqueles que possuem infra-estruturas indutoras de uma elevada mobilidade geográfica, de que a é o melhor exemplo.

De facto, se é certo que se vive uma crise , organizações como o Banco Europeu estimam que a recuperação desta se dê já em 2010. Por isso, importa que a crise não suscite paralisia.

Pelo contrário, importa que se relance a para o período “pós-crise”.

Veja-se que, cientes da importância desta infra-estrutura para a competitividade e atracção de , muitos são os governantes – da aos EUA – que se dispõem agora investir em .

Por exemplo, nos EUA, a de Barack Obama anunciou em Maio um de 13 mil milhões de dólares no .

Depois, pela aposta que urge fazer num modelo de crescimento sustentável. Numa altura em que é expectável uma escassez, a prazo, do petróleo e se procuram – já a pensar na “era pós-petróleo” – soluções alternativas para e transportes, a emerge como uma excelente opção de .

Por fim, dado que é, há muito, regionalmente assimétrico, urge investir em projectos que reforcem a atractividade dos territórios e dos sectores económicos, promovendo e coesão territorial e .

Acima da querela política, o interesse impõe que se avalie ponderadamente o lançamento desta infra-estrutura pois – como aqui referi, em 2008, em artigo intitulado “ e acessibilidades” – se prevê que em 2020 a quase totalidade da esteja ligada pela de , perdendo-se esta oportunidade ficará ainda mais periférico e, consequentemente, muito menos competitivo.

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José Capitão Pardal