MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Sem muitos comentários, tomo a liberdade de divulgar a notícia abaixo indicada, constante do do , sobre a tributação das mais-valias mobiliárias ( de acções), medida que não contesto, mas que julgo, não ser oportuno o seu lançamento, face às dificuldades que o referido vem sentido, de algum tempo a esta parte e as repercusões que poderá ter na portuguesa, nomeadamente, no que se refere a uma eventual saída em massa dos investidores estrangeiros.
Como soe dizer-se, não faltariam oportunidades.
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logo Governo
2010-04-16

O vai executar a primeira medida do de Estabilidade e – a tributação dos lucros da bolsa – no de de 22 de , anunciou o no debate quinzenal na Assembleia da . «Não é despido de significado o facto de o iniciar a aplicação do PEC com a tributação das mais valias mobiliárias», afirmou José em resposta às perguntas dos deputados, acrescentando que se trata de uma medida «é justa e há muito estava no de e que deve agora ser executada».

O Chefe do regozijou-se, a propósito, a aprovação do PEC pela : «Tratou-se de uma decisão da maior importância para , porque o nosso PEC não foi alterado, ao contrário do que aconteceu a outros. A não fez uma recomendação a para que alterasse o PEC, designadamente ao nível do seu quadro de referência macroeconómico. A diz que o nosso PEC é rigoroso, adequado, ambicioso e concreto».

O facto de o PEC português ser um realista (com um cenário macroeconómico propositadamente pridente) e suficientemente detalhado e concreto, permitiu aos analisam «extrair a conclusão que a evolução nas receitas e nas despesas está ligada às medidas já apresentadas pelo ». «Isto levou todas as instituições internacionais como o FMI ou a OCDE a elogiarem o nosso PEC». «Se nós compararmos o sentimento com que foi recebido o nosso PEC na com o de outros países, podemos ter motivos de orgulho», acrescentou José .

O PM sublinhou que a não fez nenhuma exigência ao português de medidas suplementares ao PEC, limitando-se a referir que poderão ser necessárias medidas complementares de consolidação orçamental caso não se verifique o cenário macroeconómico incluído no , afirmando que esta «é uma frase que consta da apreciação da em todos os PEC de todos os países. É aquilo que se chama um clássico. É a chamada observação de La Palice».

Finalmente, o condenou a «escalada gananciosa dos ordenados dos gestores em todas as e, em particular, em muitas privadas, que estão muito fora da realidade» e recordou que o «tomou a decisão mais dura no combate ao exagero no vencimento dos gestores de participadas pelo » ao dar «a orientação genérica de congelamento de salários» e ao determinar que «não haverá bónus ou remunerações suplementares em 2010 e 2011». «Em todas as assembleias gerais, o votará contra qualquer proposta que não cumpra estas duas orientações, e em particular na Assembleia Geral da EDP – onde o tem uma posição de 20% e onde a Caixa Geral de Depósitos tem 5% -, esses 25% votarão contra todas as propostas que não incluam eliminação de bónus e uma redução dos salários em 5%, que foi a proposta que a Parpública [entidade que gere as participações do ] apresentou».

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José Capitão Pardal

: “A importância de não ser a Grécia”
 
Carla Pedro
 
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.

“Longe de ser o foco da próxima crise da dí soberana, como foi previsto por vários economistas, os políticos estão a pintar como um membro bem comportado da , que não é, de forma alguma comparável à instável e mentirosa Grécia”, diz a revista num artigo publicado hoje.

está a sair-se melhor do que a Grécia em matéria de défice orçamental (9,4% do em 2009, contra os anunciados 12,7% de Atenas [número agora revisto em pela , para 13,6%]), relembra a “The Economist”.

“Ao contrário da Grécia, as suas contas públicas são credíveis e tem um historial de tomada de medidas orçamentais duras quando é necessário – entre 2005 e 2007, reduziu o seu défice orçamental em metade, de 6,1% do para 2,6%. (Além disso), foi adoptado um de austeridade para quatro anos, uma vez mais para cortar o défice orçamental, desta vez para 2,8% do em 2013”, sublinha a revista de .

Pioneirismo na atribuição das reformas

A “The Economist” refere ainda que um outro factor que diferencia de Atenas está no facto de o de José ser um pioneiro em termos de atribuição das reformas: ajustou as pensões às mudanças de expectativa em matéria de esperança de e introduziu penalizações às reformas antecipadas, destaca a revista britânica.

Segundo a , a despesa pública relacionada com o envelhecimento da população aumentará apenas 2,9% do em nos próximos 50 anos, contra uma média de 5,1% na e uns impressionantes 16% na Grécia. “Apesar de alguns protestos por parte do sector , a oposição aos cortes nas despesas é menos ruidosa do que na Grécia”, salienta a revista.

“Então por que motivo é que os mercados estão preocupados com o encargo da dí portuguesa? E por que razão é que figuras como Simon Johnson, ex-economista chefe do FMI, e Nouriel Roubini, de em Iorque conhecido como ‘Profeta da Desgraça’, dizem que uma crise como a da Grécia pode infectar ?”, questiona-se a “The Economist”.

Lento levou à perda de competitividade

Eis-nos chegados ao ponto em que a revista desfila os problemas de , que podem levar o a passar pelo que a Grécia está a passar, apesar das diferenças entre ambos.

“Uma resposta reside no facto de o maior problema de não ser essencialmente orçamental. Esse problema diz respeito ao – ou à falta dele. O real do ao longo da década desde que aderiu à moeda única tem sido o mais lento da , apesar de uma expansão em , que é o seu maior parceiro comercial”, refere a revista.

“O [] conseguiu evitar uma bolha imobiliária como a que estoirou de forma tão desastrosa em e na Irlanda. Apesar de isso não ajudar muito, o já na altura lento de tornou-o também menos vulnerável à recessão ”, sublinha a “The Economist”.

E é esse lento que “reflecte uma desastrosa perda de competitividade desde que aderiu ao ”, alerta aquela publicação. “ perdeu quota no das exportações, em prol das economias emergentes (incluindo as do Leste da Europa) que produzem produtos de baixo valor muito semelhantes”, avança a revista, acrescentando que esta situação se deve a um aumento constante do custo laboral, uma vez que “os aumentos salariais suplantaram o da produtividade”.

Endividamento das famílias ascende a quase 100% do

E uma das consequências é que “os , que já foram aforradores exemplares, têm a endividar-se fortemente lá fora”, realça o artigo, sublinhando que o endividamento das famílias equivale agora a quase 100% do e que o endividamento das não-financeiras está perto dos 140%.

A “The Economist” destaca o facto de José se auto-intitular a face moderna de um que está a fazer a transição de uma indústria manufactureira de baixo custo para indústrias intensas em conhecimento.

“Em cinco anos, defende ele [], tornou-se um líder europeu em . Também reduziu a função pública de 747.000 para 675.000 pessoas. Envia cerca de 35% dos seus jovens para a . Investe mais de 1,5% do em investigação, muito mais do que . No entanto, ao mesmo tempo, está a perder alguns dos seus fundos estruturais comunitários em prol dos mais recentes membros pobres da UE, que vêm da Europa de Leste”, diz a revista britânica.

A “The Economist” conclui a análise à portuguesa referindo que é, de facto, diferente da Grécia”. “Mas se os mercados decidiram testar isso, o baixo crónico, a drástica perda de competitividade e o elevado endividamento e privado são fraquezas que podem minar rapidamente a protecção que é suposto ser dada pelo facto de [] ser diferente”, adverte a publicação.
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José Capitão Pardal

Afinal o Sr. Almunia não é dono da verdade e portou-se muito mal para com .

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El FMI destaca las diferencias entre España y Grecia

El organismo destaca la solidez de la economía española y respalda los argumentos del Gobierno

EL PAÍS | EFE - / Washington – 18/02/2010

La credibilidad de la economía española ha ganado enteros en las últimas horas.
Después de colocar con éxito más de 12.500 millones en deuda en los últimos tres días y de mantener la máxima calificación de las agencias de rating, ahora es el Fondo Monetario (FMI) el que destaca las diferencias entre la situación financiera de Grecia y la de España o .
 
El FMI ha subrayado este jueves la solidez de las instituciones y la credibilidad de España y , que hacen que su posición sea diferente que la de Grecia.
“Respecto a y España, vemos diferencias en sus circunstancias y las de otras partes de la ”, ha asegurado hoy David Hawley, un portavoz del FMI, en respuesta a la posibilidad de contagio de los problemas de Grecia a esos dos países.

Hawley dijo que tanto España como cuentan con unas estadísticas económicas y unas instituciones “robustas”, tienen buenos historiales de política y credibilidad y sus situaciones fiscales de partida eran fuertes.

Éste es, precisamente, el mensaje que ha llevado el secretario de de Economía, José Campa, en su gira por EE UU.

Estas declaraciones del FMI, que hasta el momento se había mantenido en silencio sobre el de estos países, refuerza las tesis del Gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero, que no se ha cansado de repetir que la situación está lejos de ser similar.

De hecho, España aprovechó su participación en el grupo de quienes desde la UE decidieron ayudar a Grecia para subrayar la solvencia de la economía española y la distancia que la separa de la situación helena.

El propio semanario británico The Economist, que no se encuentra precisamente en la cuerda del Gobierno, ya reconoció en una serie de tres artículos muy críticos con Rodríguez Zapatero que el endeudamiento de España y la situación de su sector financiero no tienen nada que ver.

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José Capitão Pardal