MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Sem comentários

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19.07.2010 – 07:43 Por Sofia Rodrigues, in

-geral do diz que as alterações à Constituição defendidas por Passos Coelho são um “estratagema” e um “regresso ao passado”.
 
José mostrou o cartão vermelho às propostas -democratas 
Foto de Miguel Madeira

José Sócrates mostrou o cartão vermelho às propostas sociais-democratas

Depois do , foi o próprio primeiro-, José , que ontem mostrou o cartão vermelho às propostas de revisão constitucional defendidas pelo líder do . “Um estratagema constitucional”, chamou-lhe, que serve apenas para “aumentar a instabilidade política”.

Se Pedro Passos Coelho acusou os socialistas de “cristalização” ao terem rejeitado a possibilidade constitucional de o poder demitir o , o -geral do diz que as propostas do são “um regresso ao passado”.

“Isso não é nenhuma proposta de futuro; isso, bem pelo contrário, é um regresso ao passado e é criar condições para promover circunstâncias de instabilidade política”, disse . O é indispensável para fazer passar a revisão constitucional no Parlamento.

Lamentando a “forma tão vazia e com tantas generalidades” e “vulgaridades” com que se fala sobre o futuro, aproveitou para relacionar as críticas à proposta de revisão constitucional do com a sugestão do líder do CDS-PP para que se demitisse do , lançada na quinta-feira no debate do da Nação. “Todas as semanas as lideranças políticas da direita se saem com mais uma proposta com vista a definir ou a propor de cima da mesa um novo método para criar uma política, criar instabilidade, um novo método para, afinal de contas, eles chegarem ao poder”, referiu.

Antes de discursar no encerramento do Congresso da Juventude Socialista, o primeiro- ouviu elogios de Costa, da Câmara de , que esta semana aplaudiu a determinação de mas criticou, por contraste, a “passividade” do .

“Todo o partido, toda a JS, todos aqueles que exercem cargos políticos aos mais diversos níveis, devemos pôr os olhos no exemplo de combatividade, de determinação, de coragem, de inconformismo perante a dificuldade que o nosso -geral tem dado e que deve ser um exemplo para todos nós”, disse o da Câmara de . Para Costa, a determinação de é um exemplo “daqueles que sabem que as derrotas nunca são antecipadas”.

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José Capitão Pardal

Sem comentários junto informação do do

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2010-06-25

O vai criar linhas de com os fundos do para favorecer «o modernizador e a iniciativa , o e a coesão», anunciou o Primeiro- José no debate quinzenal do parlamento.
Vai abrir uma nova linha prioritária de para requalificação das escolas do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, no valor de 100 milhões de euros.
Vai lançar «uma nova linha de crédito, no valor de 700 milhões de euros, para apoiar as (…) com projectos já aprovados e contratualizados» que tenham dificuldades em realizar o devido à «situação do e do crédito»: são abrangidas «mais de 3100 , com projectos de superiores a 3400 milhões de euros e gerando 9700 postos de trabalho».
Vai, ainda, criar dois novos concursos «para financiar novos projectos de internacionalização de e projectos de e » no valor de 150 milhões de euros.
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José Capitão Pardal

Sem muitos comentários, tomo a liberdade de divulgar a notícia abaixo indicada, constante do do , sobre a tributação das mais-valias mobiliárias ( de acções), medida que não contesto, mas que julgo, não ser oportuno o seu lançamento, face às dificuldades que o referido vem sentido, de algum tempo a esta parte e as repercusões que poderá ter na , nomeadamente, no que se refere a uma eventual saída em massa dos investidores estrangeiros.
Como soe dizer-se, não faltariam oportunidades.
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logo Governo
2010-04-16

O vai executar a primeira medida do de Estabilidade e – a tributação dos lucros da bolsa – no de de 22 de Abril, anunciou o Primeiro- no debate quinzenal na Assembleia da . «Não é despido de significado o facto de o iniciar a aplicação do PEC com a tributação das mais valias mobiliárias», afirmou José em resposta às perguntas dos deputados, acrescentando que se trata de uma medida «é justa e há muito estava no de e que deve agora ser executada».

O Chefe do regozijou-se, a propósito, a aprovação do PEC pela : «Tratou-se de uma decisão da maior importância para , porque o nosso PEC não foi alterado, ao contrário do que aconteceu a outros. A não fez uma recomendação a para que alterasse o PEC, designadamente ao nível do seu quadro de referência macroeconómico. A diz que o nosso PEC é rigoroso, adequado, ambicioso e concreto».

O facto de o PEC português ser um realista (com um cenário macroeconómico propositadamente pridente) e suficientemente detalhado e concreto, permitiu aos analisam «extrair a conclusão que a evolução nas receitas e nas despesas está ligada às medidas já apresentadas pelo ». «Isto levou todas as instituições internacionais como o FMI ou a OCDE a elogiarem o nosso PEC». «Se nós compararmos o sentimento com que foi recebido o nosso PEC na com o de outros países, podemos ter motivos de orgulho», acrescentou José .

O PM sublinhou que a não fez nenhuma exigência ao português de medidas suplementares ao PEC, limitando-se a referir que poderão ser necessárias medidas complementares de consolidação orçamental caso não se verifique o cenário macroeconómico incluído no , afirmando que esta «é uma frase que consta da apreciação da em todos os PEC de todos os países. É aquilo que se chama um clássico. É a chamada observação de La Palice».

Finalmente, o Primeiro- condenou a «escalada gananciosa dos ordenados dos gestores em todas as e, em particular, em muitas privadas, que estão muito fora da realidade» e recordou que o «tomou a decisão mais dura no combate ao exagero no vencimento dos gestores de participadas pelo » ao dar «a orientação genérica de congelamento de salários» e ao determinar que «não haverá bónus ou remunerações suplementares em 2010 e 2011». «Em todas as assembleias gerais, o votará contra qualquer proposta que não cumpra estas duas orientações, e em particular na Assembleia Geral da EDP – onde o tem uma posição de 20% e onde a Caixa Geral de Depósitos tem 5% -, esses 25% votarão contra todas as propostas que não incluam eliminação de bónus e uma redução dos salários em 5%, que foi a proposta que a Parpública [entidade que gere as participações do ] apresentou».

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José Capitão Pardal

: “A importância de não ser a Grécia”
 
Carla Pedro
 
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o vinho verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o vinho verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.

“Longe de ser o foco da próxima da dívida soberana, como foi previsto por vários economistas, os políticos estão a pintar como um membro bem comportado da , que não é, de forma alguma comparável à instável e mentirosa Grécia”, diz a revista num artigo publicado hoje.

está a sair-se melhor do que a Grécia em matéria de défice orçamental (9,4% do em 2009, contra os anunciados 12,7% de Atenas [número agora revisto em pela , para 13,6%]), relembra a “The Economist”.

“Ao contrário da Grécia, as suas contas públicas são credíveis e tem um historial de tomada de medidas orçamentais duras quando é necessário – entre 2005 e 2007, reduziu o seu défice orçamental em metade, de 6,1% do para 2,6%. (Além disso), foi adoptado um de austeridade para quatro anos, uma vez mais para cortar o défice orçamental, desta vez para 2,8% do em 2013”, sublinha a revista de .

Pioneirismo na atribuição das reformas

A “The Economist” refere ainda que um outro factor que diferencia de Atenas está no facto de o de José ser um pioneiro em termos de atribuição das reformas: ajustou as pensões às mudanças de expectativa em matéria de esperança de vida e introduziu penalizações às reformas antecipadas, destaca a revista britânica.

Segundo a , a despesa pública relacionada com o envelhecimento da população aumentará apenas 2,9% do em nos próximos 50 anos, contra uma média de 5,1% na e uns impressionantes 16% na Grécia. “Apesar de alguns protestos por parte do sector , a oposição aos cortes nas despesas é menos ruidosa do que na Grécia”, salienta a revista.

“Então por que motivo é que os mercados estão preocupados com o encargo da dívida ? E por que razão é que figuras como Simon Johnson, ex-economista chefe do FMI, e Nouriel Roubini, de em Nova Iorque conhecido como ‘Profeta da Desgraça’, dizem que uma como a da Grécia pode infectar ?”, questiona-se a “The Economist”.

Lento levou à perda de competitividade

Eis-nos chegados ao ponto em que a revista desfila os problemas de , que podem levar o a passar pelo que a Grécia está a passar, apesar das diferenças entre ambos.

“Uma resposta reside no facto de o maior problema de não ser essencialmente orçamental. Esse problema diz respeito ao – ou à falta dele. O real do ao longo da década desde que aderiu à moeda única tem sido o mais lento da , apesar de uma expansão em , que é o seu maior parceiro comercial”, refere a revista.

“O [] conseguiu evitar uma bolha imobiliária como a que estoirou de forma tão desastrosa em e na Irlanda. Apesar de isso não ajudar muito, o já na altura lento de tornou-o também menos vulnerável à recessão ”, sublinha a “The Economist”.

E é esse lento que “reflecte uma desastrosa perda de competitividade desde que aderiu ao ”, alerta aquela publicação. “ perdeu quota no das exportações, em prol das economias emergentes (incluindo as do Leste da ) que produzem produtos de baixo valor muito semelhantes”, avança a revista, acrescentando que esta situação se deve a um aumento constante do custo laboral, uma vez que “os aumentos salariais suplantaram o da produtividade”.

Endividamento das famílias ascende a quase 100% do

E uma das consequências é que “os portugueses, que já foram aforradores exemplares, têm a endividar-se fortemente lá fora”, realça o artigo, sublinhando que o endividamento das famílias equivale agora a quase 100% do e que o endividamento das não-financeiras está perto dos 140%.

A “The Economist” destaca o facto de José se auto-intitular a face moderna de um que está a fazer a transição de uma indústria manufactureira de baixo custo para indústrias intensas em conhecimento.

“Em cinco anos, defende ele [], tornou-se um líder europeu em energias renováveis. Também reduziu a função pública de 747.000 para 675.000 pessoas. Envia cerca de 35% dos seus jovens para a . Investe mais de 1,5% do em , muito mais do que . No entanto, ao mesmo tempo, está a perder alguns dos seus fundos estruturais comunitários em prol dos mais recentes membros pobres da UE, que vêm da de Leste”, diz a revista britânica.

A “The Economist” conclui a análise à referindo que é, de facto, diferente da Grécia”. “Mas se os mercados decidiram testar isso, o baixo crónico, a drástica perda de competitividade e o elevado endividamento e privado são fraquezas que podem minar rapidamente a protecção que é suposto ser dada pelo facto de [] ser diferente”, adverte a publicação.
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José Capitão Pardal

Mais um passo foi dado na implementação da linha de , , com a aprovação da minuta do contrato de concessão do troço Poceirão – Caia.

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2010-04-15  in “ do

logo GovernoO Conselho de Ministros de 15 de Abril aprovou a minuta do contrato de concessão, por 40 anos, do projecto, construção, financiamento, manutenção e de disponibilização, do troco Poceirão-Caia, integrado na ligação ferroviária de entre e . Esta decisão é um passo fundamental na concretização da de ferroviária (RAVE) e da ligação entre o marítimo de Sines e as linhas ferroviárias estrangeiras, assim como se tornara num eixo essencial ao transporte de mercadorias de para a . A RAVE terá impactos significativos na , no , na capacidade das portuguesas concorrerem no .

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José Capitão Pardal

Para conhecimento dos meus leitores e por transcrição do do aqui deixo as medidas, constantes da Resolução do de abaixo indicada, de Apoio ao da , através do PADES  (  de Apoio ao da   ).

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logo Governo

Resolução do de n.º 16/2010

O do XVIII Constitucional estabelece, entre as suas prioridades, o relançamento da e a promoção do .

As entidades que integram o sector são as cooperativas, as instituições particulares de solidariedade , as misericórdias, as mutualidades, as associações de local e outras entidades sem fins lucrativos.

Estas entidades desenvolvem actividades essenciais no domínio da acção , em especial através da prestação de serviços de assistência de proximidade, contribuindo assim para o local e a coesão .

Por outro lado, desenvolvem acções para a promoção e a integração activa dos grupos vulneráveis, como os imigrantes, os idosos e os desempregados, estabelecendo de apoio e contribuindo activamente para a criação de empregos estáveis.

O posicionamento destas organizações no domínio socioeconómico evidencia -se, assim, pelo facto de a sua intervenção se basear em princípios de defesa dos interesses colectivos, em mecanismos de cooperação e de solidariedade, bem como por uma forte componente de integração das suas actividades ao nível das comunidades e dos territórios.

Por este conjunto de factores, as entidades do sector têm vindo a afirmar -se como elementos essenciais nas parcerias promovidas para o das políticas .

Perante esta realidade, o reforço do sector constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do e do nosso , traduzindo -se a linha de intervenção estratégica a prosseguir pelo , por um lado, na criação de um de profissional de apoio à qualificação institucional destinado a promover a e, por outro, na criação de estruturas e de mecanismos específicos de apoios e de incentivos ao exercício da sua actividade e ao seu , contribuindo assim para o reforço da coesão e , mediante a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No seguimento deste esforço de dinamização da , o primeiro passo em prol desta nova de reconhecimento e de valorização do sector foi dado através do processo de criação da Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio), expressando-se, assim, o reconhecimento oficial deste sector enquanto organismo com uma identidade comum, apesar da sua diversidade e heterogeneidade.

Um segundo passo foi, ainda, dado no sentido da afirmação do potencial de criação de por parte deste sector, através da criação de um específico de estágios profissionais, o INOV -, aprovado pela Resolução do de n.º 112/2009, de 26 de Novembro, visando a colocação de jovens quadros qualificados junto das instituições da e, concomitantemente, o reforço da e a modernização das instituições acolhedoras.

A presente resolução vem, agora, estabelecer um conjunto articulado de medidas de estímulo ao da , através da aprovação do de Apoio ao da (PADES).

A primeira medida no âmbito do PADES será a criação, durante o 1.º semestre de 2010, de uma linha de crédito bonificado, no valor de €12500000, com o objectivo de incentivar as entidades que integram o sector ao e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades.

Por outro lado, lança -se o de microcrédito, no montante de € 15 000 000, gerido pelas entidades que integram o sector , em parceria com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito.

Este novo pretende ser uma medida de estímulo à criação de e ao empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, facilitando -se não só o acesso ao crédito bem como a prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais.

Em terceiro lugar, o aposta na qualificação das entidades e dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores.

Por último, resolve -se criar para a , órgão consultivo, de avaliação e de acompanhamento ao nível das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e ao da .

Foi ouvido o Banco de .

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o de resolve:

1 — Aprovar o de Apoio ao da (PADES), com o objectivo de permitir o acesso a programas específicos de das suas actividades de natureza e solidária às entidades que integram o sector — as instituições particulares de solidariedade , as mutualidades, as misericórdias, as cooperativas, as associações de local e outras entidades da sem fins lucrativos.

2 — Implementar, durante o 1.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, uma linha de crédito bonificado, no valor de € 12 500 000, específica para as entidades que integram o sector , com os seguintes objectivos:

a) no reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;

b) Modernização dos serviços prestados às comunidades;

c) Modernização da e reforço de tesouraria;

d) Reforço do fundo de maneio necessário ao da sua actividade;

e) Liquidação de dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

 3 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio) a desta linha.

4 — Lançar, no âmbito do PADES, um de microcrédito, no montante de € 15 000 000, a criar durante o 2.º semestre de 2010, destinado a fomentar a criação de e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, beneficiando, preferencialmente, desempregados que pretendam desenvolver uma actividade por conta própria, para a qual necessitem de um empréstimo de baixo valor, com o limite máximo de € 25 000, e ao qual não consigam aceder junto de instituições financeiras.

5 — Determinar que os apoios a conceder para o deste se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e à consolidação dos projectos empresariais.

6 — Estabelecer que o crédito ao é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, através de linhas de crédito a criar para o efeito, beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia, no quadro do sistema de garantia mútua.

7 — Determinar que a operacionalização do assenta na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector , ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos.

8 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio a coordenação e o acompanhamento do de microcrédito, em articulação com o de e Profissional, o de Apoio às Pequenas e Médias e à e Direcção-Geral de Tesouro e .

9 — Desenvolver, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de profissional de apoio à e à modernização das entidades do sector com os seguintes objectivos:

a) Reforçar as qualificações dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores;

b) Promover a melhoria dos seus procedimentos de e de .

10 — Implementar, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de apoio à qualificação das entidades do sector para melhorar a qualidade das suas actividades e o de sistemas de certificação de qualidade, de modernização tecnológica e de .

11 — Determinar a criação, durante o 1.º trimestre de 2010, do para a , órgão consultivo de avaliação e de acompanhamento das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e da .

Presidência do de , 4 de Fevereiro de 2010.

O Primeiro-,

José Carvalho Pinto de Sousa.

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José Capitão Pardal

i-logo    Notícia de última hora, sobre o encerramento do 1º Congresso do do  2010, pelo jornal “i”, sobre a qual recomendo a leitura.
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por Agência , Publicado em 27 de Março de 2010  |  Actualizado há 21 horas

O da vai criar um novo modelo de contratualização com as agências regionais de promoção turística, que deverá entrar em vigor a partir de 2011, anunciou hoje o de .

No âmbito das medidas de promoção e de estímulo à procura do destino , o novo modelo, “mais eficaz e mais adequado à realidade”, irá substituir o atual, que “vigorou entre 2006 e 2009 e foi prorrogado por mais um ano”, explicou.

O de da e da , em representação do da , Vieira da , falava na sessão de encerramento do 1.º Congresso de do , que terminou hoje, em , e cuja próxima edição vai decorrer em março de 2011, em Tróia, no litoral alentejano.

Na sua intervenção, Ceia da , da do , organizadora do congresso, pediu ao para “agilizar” e “mudar os regulamentos” do Quadro de Referência Estratégico ().

“Não percebo como é que o não é agilizado e colocado ao dispor da revitalização da ”, disse, sublinhando que “não entende” como é que regulamento específico Promoção e Capacitação Institucional “só abriu este ano e com verbas irrisórias”.

Em resposta a Ceia da , disse que o está a fazer um “esforço titânico” para que o “seja um instrumento mais ágil e próximo das necessidades da ”.

“O foi desenhado para um contexto completamente diferente e ninguém podia prever as dificuldades de cofinanciamento que entretanto surgiram”, justificou.

Ceia da criticou o regulamento dos empreendimentos turísticos em , revisto em 2009, lamentando que “as entidades regionais de , que são responsáveis pela promoção dos territórios, não tenham uma única intervenção no processo de licenciamento das unidades de alojamento”.

“A legislação tem que ser modificada e as entidades regionais de têm que ter uma palavra a dizer em relação aos empreendimentos turísticos da sua região”, defendeu.

Ceia da lançou ainda o repto ao para transformar “num grande congresso de ” o Congresso de do , que “é um dos maiores senão o maior congresso de que se realiza em ”.

“Concordo com a ideia de se realizar um grande congresso de em .

Se nós [ do ] já realizamos este, pois que este seja o grande congresso de que se realize em ”, sugeriu.

A sessão de encerramento contou também com a participação do da Agricultura, Serrano, que defendeu que “não pode haver turístico sem uma parceria estratégica com a agricultura”.

“A ligação entre o potencial agrícola do e a promoção turística não pode ser descorada”, defendeu Serrano, sublinhando que “todas as atividades complementares” ao trabalho do agricultor, como o rural, o enoturismo e a gastronomia, “são fontes de atracão turística”.

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José Capitão Pardal

 do  - Medidas de apoio ao  em 2010.
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As novas medidas vêm reforçar as já aplicadas no ano passado, relativamente aos incentivos à inserção de jovens no de trabalho, à criação de e ao combate ao desemprego.
 
Apoios à contratação de jovens, desempregados e públicos específicosSão atribuídos apoios à entidade empregadora que celebre:

Foi recentemente publicado no da um conjunto de medidas de apoio ao para aplicar aos contratos com início no decurso de 2010 (ver legislação na página 10).

 - contrato de trabalho sem termo com jovem à procura do primeiro (até aos 35 anos de idade, inclusive);

- contrato de trabalho sem termo com desempregado inscrito em de há mais de 6 meses;

- contrato de trabalho com beneficiário do rendimento de inserção (RSI), com ex-toxicodependente ou com ex-recluso, desempregados há 2 ou mais anos;

- contrato de trabalho com beneficiário de pensão de invalidez.

Para as contratações referentes às duas primeiras situações, os apoios concedidos consistem, em alternativa, numa das seguintes modalidades:

- isenção do pagamento das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora, pelo período de 36 meses;

- apoio directo no montante de 2500 euros, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora, pelo período de 24 meses.

Por seu lado, para as duas últimas situações acima indicadas, os apoios concedidos consistem, em alternativa, numa das seguintes modalidades:

- nas situações de celebração de contrato de trabalho sem termo, apoio directo no montante de 4000 euros, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora durante o período de 36 meses;

- nas situações de celebração de contrato de trabalho a termo, redução de 65 % das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora, durante a vigência do primeiro ano do contrato, e redução de 80 % nos anos seguintes.

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José Capitão Pardal

Sem comentários.

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2010-03-01 in do

Presidência do de

Gabinete da Secretária de da Modernização Administrativa

Em 4 meses foram dispensadas cerca de 200 000 comunicações Medida Simplex poupa 5 milhões de euros às .

No âmbito do Simplex 2009 foi adoptada, desde 1 de Outubro de 2009, uma medida que permite, às comunicar actos obrigatórios de registo, apenas a uma única entidade, o que, passados 4 meses, revelou significar uma poupança, para as , de cerca de 5 milhões de euros.

Antes, as estavam obrigadas a transmitir a três entidades diferentes (Serviços de Registo, Serviços de e Serviços da Segurança ), por meios diferentes – papel e por via electrónica – a mesma informação.

Por exemplo, as comunicações resultantes de uma alteração na composição dos órgãos (mudança de gerente), da firma ou da sede ou a realização de uma operação de fusão eram transmitidas às três entidades referidas.

Com esta medida, adoptada e em vigor desde 1 de Outubro de 2009, as passaram a comunicar aquelas informações a uma única entidade – os serviços de registo – ficando estes com a incumbência de, posteriormente, comunicarem essas informações aos serviços de e da segurança .

Esta simplificação de procedimentos, que pode ser efectuada na , já permitiu que as e a segurança tivessem recebido, por este novo sistema, cerca de 200 000 alterações, o que significa uma poupança às na ordem de 5 milhões de euros em custos directos e indirectos.

Registe-se que esta medida Simplex eliminou burocracia desnecessária e deslocações a dois serviços da pública e contribui para a redução dos custos para as .

Trata-se, assim, de mais um contributo para libertar recursos, dar mais dinamismo à e eliminar custos de contexto, papel e deslocações, permitindo que as se concentrem em tarefas essenciais para a modernização, competitividade, geração de riqueza e criação de .

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José Capitão Pardal

Sem comentários vos deixo a notícia inserta no jornal “Correio do ”.

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quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 – 17h02

20100204184314

Cordovil, vogal executivo da directiva do INAlentejo, é o novo da de Coordenação e (CCDR) do , sucedendo a Leal Monteiro, que não foi reconduzida no cargo, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a CCDR revela que de Deus Cabral Cordovil, de 59 anos, foi nomeado pelo para presidir ao organismo, de cujo quadro de pessoal faz parte, como Técnico Superior Assessor.

A anterior da CCDR , Leal Monteiro, terminou a sua de serviço no final de Janeiro e não foi reconduzida.

O despacho governamental que formaliza a nomeação do novo foi divulgado hoje pela CCDR, estando Cordovil em funções desde o início do mês.

Até agora, além de vogal executivo do operacional da região do (INAlentejo), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico (), o responsável era coordenador da Intervenção Desconcentrada do , e (QCAIII). Licenciado em , pelo Superior de e (ISEG) da Técnica de , Cordovil reside no desde 1977.

De entre as funções que já desempenhou, nomeadamente em Gabinetes de Apoio Técnico às Autarquias Locais (GAT), o novo da CCDR foi consultor independente de e instituições públicas, regionais e nacionais, como a Somincor (das minas de Castro Verde).

Em Abril de 2000, foi nomeado Coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do , e do (com estatuto de Encarregado de Missão).

Cordovil continuava a exercer este cargo, que acumulou, até Junho de 2001, com as funções de da Unidade de do Fundo de Apoio ao no (FAIA).

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José Capitão Pardal

Sem comentários
 
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terça-feira, 12 de Janeiro de 2010 | 06:45
O vai comparticipar em cerca de cinco milhões de euros o novo de estágios Inov-, vocacionado para as Instituições de Particulares de Solidariedade e cujas candidaturas são hoje abertas numa cerimónia com a Ministra da Solidariedade .

O vai investir «cerca de cinco milhões de euros para este Inov- e a bolsa que cada jovem recebe é duas vezes o Indexante de Apoio , ou seja, cerca de 840 euros mensais», revelou, em declarações à agência , o de do e Profissional.

Ao valor total de 840 euros acresce o subsídio de alimentação e, nas situações que o justifiquem, subsídio de transporte ou subsídio de alojamento.

Digital /

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José Capitão Pardal

Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de , deixo-vos a notícia inserta no do , de 20100105.

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O da criou a de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das escolas e dos agrupamentos envolvidos no referido .

Compete ainda a esta garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de , bem como a articulação entre as escolas e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.

O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo de Estudos em Humano da Católica do , enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo de em e Psicologia da de Évora.

No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de e de Curricular (DGIDC) definir o de que deve assegurar o acompanhamento científico.

Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou escola e, ainda, na apresentação de um relatório , de âmbito , a elaborar pela de Acompanhamento.

A de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director de do e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de Escolas do Campo Aberto (projecto Fénix), dois representantes da Escola Secundária Rainha Santa Isabel de (projecto Turma Mais) e um representante da direcção de da área de intervenção da escola.

O Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.

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José Capitão Pardal

Sem comentários deixo-vos a notícia inserta no site Hardmusica de hoje (20091222).

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20091220224514_1173455095cavalos_alqueva

O contrato de de 50 milhões de euros, com uma comparticipação estatal de 20 milhões de euros, será assinado entre o AICEP-Agência para o e Comércio Externo de , e a SAIP- Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações com a presença do da , Vieira da , afirmou à fonte oficial do da .
 

Esta primeira fase do Parque Alqueva, que é o maior turístico a realizar no nas próximas décadas, está já em construção e vai ser constituída por um hotel, com 250 camas, por um Wine Club e por um campo de golfe na Herdade do Roncão d’El Rei.

Espera-se que este primeiro projecto esteja concluído no primeiro trimestre de 2012, disse à fonte da SAIP, que, no entanto, remeteu para segunda-feira pormenores mais detalhados sobre os projectos para as duas restantes herdades que constituem o Parque Alqueva.

Fonte da SAIP tinha afirmado à recentemente que a sociedade pretendia investir perto de 1.000 milhões de euros na concretização do projecto turístico.

O projecto do Parque Alqueva foi classificado pelo como de Potencial Interesse (PIN).

Dia 21 serão ainda inauguradas as instalações do Terras do Grande Lago Alqueva, pólo de turístico que tem por missão valorizar as terras do grande lago Alqueva e fazer o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos
(ES)

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José Capitão Pardal

O José das Dores é o novo de da e da do novo de José Socrates.

Carlos Zorrinho

O é Licenciado em e Catedrático da de Évora, Deputado e Dirigente do Partido Socialista, tendo exercido o cargo de Coordenador do , na última legislatura.

Ao novo de os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.

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apresenta novos Secretários de

O primeiro- José propôs hoje ao da , Cavaco , uma lista de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009

Numa nota enviada à comunicação , a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro- revela a proposta enviada hoje ao da , Cavaco , para a nomeação de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

Há 17 novos Secretários de , 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.

Foram criadas também duas novas Secretarias de .

NOTA À COMUNICAÇÃO

O Senhor Primeiro- propôs hoje a S. Exa. o da a nomeação dos seguintes Secretários de do XVIII Constitucional:

- de Adjunto do Primeiro-, Dr. José Gouveia Ribeiro

- de dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Titterington Gomes Cravinho

- de dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Carqueijeiro Lourtie

- de das Comunidades Portuguesas, Dr. Fernandes da Braga

- de Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

- de do Tesouro e , Mestre Costa Pina

- de dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- de da Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

- de da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Leitão Marques

- da Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de da Igualdade, Drª. Elza Henriques Deus Pais

- de da Defesa e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- de Adjunto e da Interna, Dr. José Vieira Conde Rodrigues

- de da Interna, Drª. Dalila Correia Araújo Teixeira

- de da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- de da Justiça, Dr. José Garcia Correia

- de da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Santos de Magalhães

- de Adjunto, da Indústria e do , Mestre Fernando Medina Maciel Correia

- de do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- de do , Dr. Bernardo Amador Trindade

- de da e da , Prof. Doutor José das Dores

- de das Florestas e Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

- de das Pescas e Agricultura, Dr. Medeiros Vieira

- de Adjunto, das Públicas e das Comunicações, Dr. Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

- de dos Transportes, Dr. Henrique Graça Correia da Fonseca

- de do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Rosa do Carmo Julião

- de da Segurança , Mestre Pedro Dias de Jesus Marques

- de do e da Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Adjunta e da Reabilitação, Idália Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- de Adjunto e da , Dr. Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- de da , Dr. Óscar de Oliveira Gaspar

- de Adjunto e da , Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura

- de da , Dr. José Trocado da Mata

- de da Ciência, e Ensino Superior, Prof. Doutor Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- de da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

, 28 de Outubro de 2009.

A Assessoria de Imprensa

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José Capitão Pardal

Este texto do Analísta , Perez Metelo ilustra de forma muito simples a evolução da nos últimos anos, as insuficiências de partida, dificuldades, êxitos e a correcta seguida pelo nas várias fases porque passou, pelo que recomendo a sua leitura de forma muito atenta e séria, despida de qualquer sectarismo idiológico.

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por ANTÓNIO PEREZ METELO

teve de arrostar com três anos de aperto orçamental, com dívidas em excesso de , famílias e , com uma espiral dos preços da e com um mais aberto e mais agressivo.

Mesmo assim, soube levantar a cabeça até que a lhe caiu em cima.

Passados quatro anos e meio, tudo parece ter de começar de novo.

Pôr as contas públicas em ordem, reduzindo fortemente o défice do e procurar que a cresça pelo menos 3%, são dois objectivos à partida contraditórios.

Cobrar mais impostos e reduzir despesas equivale a travar o em várias décimas de ponto percentual ao ano. Mas foi mesmo isto que o de José se propôs fazer, como os corredores de rallies, que carregam no acelerador e no travão com o mesmo pé.

E, puxada pelas exportações, a lá foi crescendo sempre mais até fins de 2007 (ainda que menos do que a média da ): 0,9%, em 2005; 1,3%, em 2006; 1,9%, em 2007 (ver gráficos).

A de Pinho baseou-se para tanto na diversificação de parceiros comerciais fora da (Angola, Magrebe, países do Golfo, Rússia, Singapura, China, Venezuela), no e na aposta nas energias renováveis.

A Galp realizou avultados investimentos, que lhe garantiram importantes reservas estratégicas de petróleo em Angola e no Brasil.

No comércio externo, a concentração dos destinos das exportações na (UE) atenuou-se (80%, em 2005; 76%, em 2008) e as trocas com os países emergentes multiplicaram-se por três, e mesmo por quatro, em certos casos.

Conjugando a diplomacia com o , a balança de tornou-se superavitária no conteúdo das suas trocas externas: -286 milhões de euros em 2005; -31 milhões em 2006; +67 milhões em 2007 e + 42 milhões em 2008, já em plena .

As apostaram em força na informática e nas telecomunicações, os serviços de alto valor acrescentado assumiram um peso inédito na balança comercial do , mas ainda não conseguem anular totalmente o défice comercial dos bens transaccionados.

Resultado: o confronta-se com um persistente défice comercial à volta dos 8% do , no qual avulta o défice energético.

Por esse facto e pela contra a mudança climática, deu-se um concentrado nas energias limpas da água, do vento e do sol a uma que já serve de estudo de caso lá fora.

Falta complementar tudo com um para a eficiência energética nas industriais e agrícolas, nos serviços, nos transportes e nas habitações, que só agora está a dar os primeiros passos.

Em qualquer caso, tanto a subida de valor dos bens e serviços nacionais exportados, como a restruturação de milhares de PME, habilitando-as a competir com êxito em novos mercados mais exigentes, estava longe de estar completada quando a veio abaixo.

Em 2008, com aceleração no seu 2º. semestre, desaba sobre a a , a mais grave dos últimos 80 anos. As trocas externas caem mais de 20%, desaba o privado, retrai-se o consumo das famílias. E os ganhos que o progressivo do tinha permitido alcançar em termos , em meados de 2008 (+133 700 postos de trabalho criados e redução para 409 900 do número de desempregados, o valor mais baixo na legislatura), ruíram como um baralho de cartas: em um escasso ano, foram destruídos 151 900 postos de trabalho e o número de trabalhadores à procura de escalou para 507 700.

Com a onda de choque da importada da América, mudou a do .

A prioridade passou a ser estabilizar a banca; reactivar as actividades de crédito às empresa e às famílias; garantir apoios às em dificuldades e ao nelas; lançar públicas em infra-estruturas e construções no sector e criar novos apoios ao rendimento diminuído dos desempregados e suas famílias.

Nisto, o seguiu a cartilha posta em prática na América de Obama e na maioria dos países europeus. À custa de novo empolamento do défice e da dívida públicos.

Assim, chegados ao fim da legislatura, parece que tudo foi em vão, que tudo voltou ao princípio. Mas essa é uma leitura superficial: o positivo de +0,3% do , já no 2.º trimestre deste ano, anuncia um tecido empresarial mais capaz de lutar com êxito pela saída desta .

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José Capitão Pardal