


Sem comentários vos deixo a notícia inserta no jornal “Correio do Alentejo”.
…………………………………///……………………………
quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 – 17h02

João Cordovil, vogal executivo da comissão directiva do INAlentejo, é o novo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, sucedendo a Maria Leal Monteiro, que não foi reconduzida no cargo, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a CCDR Alentejo revela que João de Deus Cabral Cordovil, de 59 anos, foi nomeado pelo Governo para presidir ao organismo, de cujo quadro de pessoal faz parte, como Técnico Superior Assessor.
A anterior presidente da CCDR Alentejo, Maria Leal Monteiro, terminou a sua comissão de serviço no final de Janeiro e não foi reconduzida.
O despacho governamental que formaliza a nomeação do novo presidente foi divulgado hoje pela CCDR, estando João Cordovil em funções desde o início do mês.
Até agora, além de vogal executivo do programa operacional da região do Alentejo (INAlentejo), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o responsável era coordenador da Intervenção Desconcentrada do Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (QCAIII). Licenciado em Economia, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa, João Cordovil reside no Alentejo desde 1977.
De entre as funções que já desempenhou, nomeadamente em Gabinetes de Apoio Técnico às Autarquias Locais (GAT), o novo presidente da CCDR foi consultor independente de empresas e instituições públicas, regionais e nacionais, como a Somincor (das minas de Castro Verde).
Em Abril de 2000, foi nomeado Coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do Emprego, Formação e Desenvolvimento Social do Alentejo (com estatuto de Encarregado de Missão).
João Cordovil continuava a exercer este cargo, que acumulou, até Junho de 2001, com as funções de presidente da Unidade de Gestão do Fundo de Apoio ao Investimento no Alentejo (FAIA).
…………………………///…………………………..
José Capitão Pardal

A primeira corrida de toiros da revista InAlentejo, cuja apresentação teve lugar na tarde do passado dia 30 de Junho, vai realizar-se a 4 de Setembro, pelas 22h, numa das melhores praças desmontáveis do País, junto “às portas” da cidade de Estremoz.
João Moura, Francisco Cortes, João Telles Jr e Miguel Moura são os cavaleiros que, juntamente com a ganadaria Herdeiros Cunhal Patrício e os Forcados Amadores de Montemor e de Portalegre, irão integrar este espectáculo para aficionados de toda a região e País.
Em ambiente de tertúlia taurina, João Margalho, um dos elementos da organização, apresentou a corrida, começando por dizer que se trata de um cartel de muito peso, que integra a figura máxima do toureio mundial João Moura e Francisco Cortes, João Telles Jr e Miguel Moura que atravessam uma excelente época taurina.
Em relação aos restantes elementos referiu que o grupo de Montemor, constituído desde sempre por forcados de Estremoz e arredores, tem tido excelentes actuações no ano em que celebra 70 anos e que o de Portalegre, capitaneado por Fernando Coelho, tem vindo ano após ano a consolidar-se.
Da ganadaria, Herdeiros Cunhal Patrício, disse ser uma das mais prestigiadas do País que pensa nunca ter estado em Estremoz.
Por último, mencionou que um dos objectivos do espectáculo tauromáquico é criar uma comissão para a reconstrução da praça de toiros de Estremoz, que se encontra inactiva há mais de cinco anos. Para esta causa – a reconstrução da praça – João Margalho solicitou ao presidente da câmara municipal de Estremoz, José Alberto Fateixa, que fizesse tudo o que estivesse ao seu alcance para que a praça voltasse ao meio taurino.
Para culminar, João Margalho disse que estão reunidas todas as condições para uma corrida de toiros de êxito que só é possível realizar-se com os patrocínios das seguintes empresas e instituições: Credito Agrícola de Estremoz, Salsicharia Estremocense, Adegas Herdades das Servas e Vale de Joana e Carnes Serralheiro.
Esta apresentação, que teve lugar na Herdade das Barbas do cavaleiro Francisco Cortes, contou com a presença de todos os intervenientes no espectáculo, do presidente da Câmara Municipal de Estremoz e dos representantes das empresas patrocinadoras.
Questionado sobre a reconstrução da praça, o presidente do município de Estremoz referiu ao “LE” que considera importante recuperá-la e devolvê-la à sua função essencial, mas que para isso é necessário reunirem-se esforços e vontades.
“O proprietário da praça – Centro de Bem Estar Social – tem de tomar a iniciativa e nós apoiamo-los num encontrar de caminhos”.
Para essa reconstrução José Alberto Fateixa adiantou que são necessárias várias fases que envolvem verbas avultadas.
“O primeiro processo é fazer o ponto de situação da estabilidade da praça e ver o tipo de intervenção necessária à sua sustentação, sem, na minha opinião pessoal, alterar a sua traça e a sua matriz, que é muito bonita e equilibrada.
Seguem-se os processos de adaptação às novas exigências das praças de toiros para puder funcionar e, após a consolidação deste projecto, o de financiamento que será um envelope financeiro significativo que a câmara não se põe de parte e está disponível para colaborar com o Centro Social para encontrarmos a melhor solução”, culminou José Alberto Fateixa.
Margarida de Almeida Barradas
………………………///…………………………
José Capitão Pardal
Pelo seu interesse para Estremoz, tomo a liberdade de transcrever o texto abaixo do jornal “Sol” de 20090806.
As 12 candidaturas, para nove concelhos, foram aprovadas pela Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), no âmbito do contrato de delegação de competências assinado com a Autoridade de Gestão do INALENTEJO 2007-2013.
A AMDE revelou hoje que este «pacote» de projectos envolve um investimento superior a 10 milhões de euros, dos quais cerca de seis milhões financiados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
A sessão pública de assinatura destes contratos de financiamento decorre quinta-feira, em Évora, com a presença do secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Rui Baleiras.
O presidente da AMDE, Jerónimo Lóios, disse hoje à agência Lusa que as primeiras 12 candidaturas aprovadas traduzem o «bom esforço e rápido trabalho desenvolvido pelos municípios» da região.
«Quase que poderia adiantar que a AMDE e os municípios do distrito conseguiram colocar-se numa posição muito adiantada em termos nacionais e estes são dos primeiros projectos cujo contrato de financiamento vai ser assinado», disse.
As candidaturas integram quatro regulamentos específicos do programa operacional INALENTEJO – dois de Mobilidade Territorial Urbana e Rodoviária, o de Sistema de Apoio a Áreas de Acolhimento Empresarial e Logística e o referente a Equipamentos para a Coesão Local.
«Procurámos ligar duas vertentes. O acolhimento de projectos de cada município, mas sempre numa lógica de coesão territorial para os 14 municípios do distrito, com projectos coordenados entre si e complementares», explicou.
A construção de um Centro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, em Montemor-o-Novo, e de um Centro Social em Monte do Trigo, concelho de Portel, são dois dos projectos que vão avançar, tal como um pavilhão gimno-desportivo em Alandroal e pistas cicláveis em Vendas Novas.
A beneficiação da rede viária municipal de Estremoz e de outras estradas e caminhos municipais nos concelhos de Évora, Portel, Mourão e Reguengos de Monsaraz, assim como a segunda fase da via circular ponte à vila de Redondo, são as outras das acções.
No global, até 2013, a delegação de competências estabelecida entre o INALENTEJO e a AMDE prevê cerca de 58 milhões de euros de financiamento do FEDER e, desde o mês passado, está aberto novo período para candidaturas dos municípios.
«Há ainda cinco municípios do distrito que não têm qualquer candidatura aprovada, mas está aberto este novo prazo, durante um ano, e à medida que forem apresentados mais projectos vamos aprová-los, depois de possuírem o parecer do secretariado técnico que os analisa», frisou.
Para a celebração do contrato de delegação de competências no quadro do QREN, a AMDE apresentou um Programa Territorial de Desenvolvimento para o Alentejo Central, que comporta as opções estratégicas de desenvolvimento e os projectos estruturantes que interessa desenvolver.
Lusa/SOL
……………………………///……………………………….
José Capitão Pardal

