MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Para conhecimento dos meus leitores e por transcrição do do aqui deixo as medidas, constantes da Resolução do de abaixo indicada, de Apoio ao da , através do PADES  (  de Apoio ao da   ).

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logo Governo

Resolução do de n.º 16/2010

O do XVIII Constitucional estabelece, entre as suas prioridades, o relançamento da e a promoção do .

As entidades que integram o sector são as cooperativas, as instituições particulares de solidariedade , as misericórdias, as mutualidades, as associações de local e outras entidades sem fins lucrativos.

Estas entidades desenvolvem actividades essenciais no domínio da acção , em especial através da prestação de serviços de assistência de proximidade, contribuindo assim para o local e a coesão .

Por outro lado, desenvolvem acções para a promoção e a integração activa dos grupos vulneráveis, como os imigrantes, os idosos e os desempregados, estabelecendo de apoio e contribuindo activamente para a criação de empregos estáveis.

O posicionamento destas organizações no domínio socioeconómico evidencia -se, assim, pelo facto de a sua intervenção se basear em princípios de defesa dos interesses colectivos, em mecanismos de cooperação e de solidariedade, bem como por uma forte componente de integração das suas actividades ao nível das comunidades e dos territórios.

Por este conjunto de factores, as entidades do sector têm vindo a afirmar -se como elementos essenciais nas parcerias promovidas para o das políticas sociais.

Perante esta realidade, o reforço do sector constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do e do nosso , traduzindo -se a linha de intervenção estratégica a prosseguir pelo , por um lado, na criação de um de profissional de apoio à qualificação institucional destinado a promover a e, por outro, na criação de estruturas e de mecanismos específicos de apoios e de incentivos ao exercício da sua actividade e ao seu , contribuindo assim para o reforço da coesão e sociais, mediante a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No seguimento deste esforço de dinamização da , o primeiro passo em prol desta nova de reconhecimento e de valorização do sector foi dado através do processo de criação da Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio), expressando-se, assim, o reconhecimento oficial deste sector enquanto organismo com uma identidade comum, apesar da sua diversidade e heterogeneidade.

Um segundo passo foi, ainda, dado no sentido da afirmação do potencial de criação de por parte deste sector, através da criação de um específico de estágios profissionais, o INOV -, aprovado pela Resolução do de n.º 112/2009, de 26 de Novembro, visando a colocação de jovens quadros qualificados junto das instituições da e, concomitantemente, o reforço da e a modernização das instituições acolhedoras.

A presente resolução vem, agora, estabelecer um conjunto articulado de medidas de estímulo ao da , através da aprovação do de Apoio ao da (PADES).

A primeira medida no âmbito do PADES será a criação, durante o 1.º semestre de 2010, de uma linha de crédito bonificado, no valor de €12500000, com o objectivo de incentivar as entidades que integram o sector ao e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades.

Por outro lado, lança -se o de microcrédito, no montante de € 15 000 000, gerido pelas entidades que integram o sector , em parceria com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito.

Este novo pretende ser uma medida de estímulo à criação de e ao empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, facilitando -se não só o acesso ao crédito bem como a prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais.

Em terceiro lugar, o aposta na qualificação das entidades e dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores.

Por último, resolve -se criar para a , órgão consultivo, de avaliação e de acompanhamento ao nível das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e ao da .

Foi ouvido o Banco de .

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o de resolve:

1 — Aprovar o de Apoio ao da (PADES), com o objectivo de permitir o acesso a programas específicos de das suas actividades de natureza e solidária às entidades que integram o sector — as instituições particulares de solidariedade , as mutualidades, as misericórdias, as cooperativas, as associações de local e outras entidades da sem fins lucrativos.

2 — Implementar, durante o 1.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, uma linha de crédito bonificado, no valor de € 12 500 000, específica para as entidades que integram o sector , com os seguintes objectivos:

a) no reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;

b) Modernização dos serviços prestados às comunidades;

c) Modernização da e reforço de tesouraria;

d) Reforço do fundo de maneio necessário ao da sua actividade;

e) Liquidação de dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

 3 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio) a desta linha.

4 — Lançar, no âmbito do PADES, um de microcrédito, no montante de € 15 000 000, a criar durante o 2.º semestre de 2010, destinado a fomentar a criação de e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, beneficiando, preferencialmente, desempregados que pretendam desenvolver uma actividade por conta própria, para a qual necessitem de um empréstimo de baixo valor, com o limite máximo de € 25 000, e ao qual não consigam aceder junto de instituições financeiras.

5 — Determinar que os apoios a conceder para o deste se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e à consolidação dos projectos empresariais.

6 — Estabelecer que o crédito ao é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, através de linhas de crédito a criar para o efeito, beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia, no quadro do sistema de garantia mútua.

7 — Determinar que a operacionalização do assenta na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector , ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos.

8 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio a coordenação e o acompanhamento do de microcrédito, em articulação com o de e Profissional, o de Apoio às Pequenas e Médias e à e Direcção-Geral de Tesouro e .

9 — Desenvolver, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de profissional de apoio à e à modernização das entidades do sector com os seguintes objectivos:

a) Reforçar as qualificações dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores;

b) Promover a melhoria dos seus procedimentos de e de .

10 — Implementar, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de apoio à qualificação das entidades do sector para melhorar a qualidade das suas actividades e o de sistemas de certificação de qualidade, de modernização tecnológica e de .

11 — Determinar a criação, durante o 1.º trimestre de 2010, do para a , órgão consultivo de avaliação e de acompanhamento das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e da .

Presidência do de , 4 de Fevereiro de 2010.

O Primeiro-,

José Carvalho Pinto de Sousa.

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José Capitão Pardal

i-logo    Notícia de última hora, sobre o encerramento do 1º Congresso do do  2010, pelo jornal “i”, sobre a qual recomendo a leitura.
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por Agência , Publicado em 27 de Março de 2010  |  Actualizado há 21 horas

O da vai criar um novo modelo de contratualização com as agências regionais de promoção turística, que deverá entrar em vigor a partir de 2011, anunciou hoje o de .

No âmbito das medidas de promoção e de estímulo à procura do destino , o novo modelo, “mais eficaz e mais adequado à realidade”, irá substituir o atual, que “vigorou entre 2006 e 2009 e foi prorrogado por mais um ano”, explicou.

O de da e da , em representação do da , Vieira da , falava na sessão de encerramento do 1.º Congresso de do , que terminou hoje, em , e cuja próxima edição vai decorrer em março de 2011, em Tróia, no litoral alentejano.

Na sua intervenção, Ceia da , da do , organizadora do congresso, pediu ao para “agilizar” e “mudar os regulamentos” do Quadro de Referência Estratégico ().

“Não percebo como é que o não é agilizado e colocado ao dispor da revitalização da ”, disse, sublinhando que “não entende” como é que regulamento específico Promoção e Capacitação Institucional “só abriu este ano e com verbas irrisórias”.

Em resposta a Ceia da , disse que o está a fazer um “esforço titânico” para que o “seja um instrumento mais ágil e próximo das necessidades da ”.

“O foi desenhado para um contexto completamente diferente e ninguém podia prever as dificuldades de cofinanciamento que entretanto surgiram”, justificou.

Ceia da criticou o regulamento dos empreendimentos turísticos em , revisto em 2009, lamentando que “as entidades regionais de , que são responsáveis pela promoção dos territórios, não tenham uma única intervenção no processo de licenciamento das unidades de alojamento”.

“A legislação tem que ser modificada e as entidades regionais de têm que ter uma palavra a dizer em relação aos empreendimentos turísticos da sua região”, defendeu.

Ceia da lançou ainda o repto ao para transformar “num grande congresso de ” o Congresso de do , que “é um dos maiores senão o maior congresso de que se realiza em ”.

“Concordo com a ideia de se realizar um grande congresso de em .

Se nós [ do ] já realizamos este, pois que este seja o grande congresso de que se realize em ”, sugeriu.

A sessão de encerramento contou também com a participação do da Agricultura, Serrano, que defendeu que “não pode haver turístico sem uma parceria estratégica com a agricultura”.

“A ligação entre o potencial agrícola do e a promoção turística não pode ser descorada”, defendeu Serrano, sublinhando que “todas as atividades complementares” ao trabalho do agricultor, como o rural, o enoturismo e a gastronomia, “são fontes de atracão turística”.

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José Capitão Pardal

Este artigo tem como fim alertar os proprietários dos estabelecimentos hoteleiros para a necessidade de durante este ano pedirem a actualização da classificação dos seus hotéis, residenciais, pensões, etc.

HARDMUSICA – 2010/03/02

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Estes requisitos fazem parte de uma lista de 139 em que se baseará a reclassificação dos empreendimentos turísticos, neste caso os estabelecimentos hoteleiros, que poderão ter uma a cinco estrelas, consoante a classificação obtida nesta tabela.

A reclassificação dos empreendimentos turísticos resulta de uma legislação de 2008 (Decreto-Lei nº 39/2008), a qual determina que todos têm de ter uma nova designação, até ao final deste ano, a qual é atribuída pelo e .

Em relação aos estabelecimentos hoteleiros, a tabela de classificação aborda as características das instalações, do equipamento e imobiliário, do serviço, lazer, qualidade ambiental e urbanística.

Certas características são opcionais ou obrigatórias, consoante o número de estrelas dos estabelecimentos hoteleiros.

De acordo com a tabela, fica-se a saber que, para obter cinco estrelas, o estabelecimento hoteleiro tem de ter obrigatoriamente duas suites, um cofre na unidade do alojamento, secador de cabelo e roupão, kits na casa de banho superiores, com escova e pasta de dentes, lâmina e gel de barbear, lima de unhas e algodão de limpeza e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

O serviço num estabelecimento hoteleiro de cinco estrelas também presenteia os clientes com mordomias obrigatórias, como serviço de verificação de quartos para a noite, com abertura de cama, troca de toalhas e limpeza, um pequeno almoço “a-la-carte” nos quartos, um porteiro, um serviço de “valet parking” e de transporte de bagagens.

Os aldeamentos turísticos também têm uma tabela própria, com 110 requisitos, da qual resulta a sua classificação nas categorias de três a cinco estrelas.

Os estabelecimentos com mais estrelas têm de ter determinadas características, como casa de banho privativa, cofre na unidade de alojamento e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

Com cinco estrelas, os aldeamentos turísticos têm de garantir a limpeza e arrumação diária das unidades de alojamento, mudança diária de toalhas a pedido do cliente, bem como mudança de roupa a pedido do cliente.

Existe ainda uma tabela para os apartamentos turísticos, com 109 requisitos, que classifica estes estabelecimentos com três, quatro ou cinco estrelas.

Dos mais de 2000 empreendimentos turísticos que operam em , apenas 156 já obtiveram a sua reclassificação ao abrigo da nova lei, obrigatória até ao final do ano e que irá terminar com tipologias como motéis, pensões, estalagens ou albergarias.

A nova legislação foi publicada há dois anos (07 de Março de 2008) e definiu um novo regime jurídico para reclassificar os empreendimentos turísticos.

Esta reclassificação reduz a quantidade de tipologias, acabando com pensões, estalagens, albergarias e motéis que passam a “estabelecimentos hoteleiros” ou, quando não respeitem os requisitos necessários, a “alojamento local”.

Para tal, os operadores têm de submeter o seu pedido de reclassificação ao de (IT) que, até ao momento, recebeu 294 pedidos de reconversão e de classificação ao abrigo da nova lei, segundo fonte deste organismo do da , da e do .

Destes pedidos, 156 já tiveram resposta positiva e, segundo fonte do IT, “têm sido muito poucos os casos de empreendimentos que não conseguem reconverter-se em empreendimentos turísticos”, não existindo mais de seis casos, até porque “a intenção do legislador foi a de abarcar a realidade existente”.

Os empreendimentos são os mesmos, mas, a partir de Janeiro do próximo ano, terão de estar integrados como estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos (“resorts”), empreendimentos de de habitação, empreendimentos de no espaço rural, parques de campismo e de caravanismo e empreendimentos de da natureza.

A nova lei veio ainda criar a classificação de “alojamento local”, na qual se incluem “as moradias, apartamentos e estabelecimentos de hospedagem que, dispondo de autorização de utilização, prestem serviços de alojamento temporário, mediante remuneração, mas não reúnam os requisitos para serem considerados empreendimentos turísticos”.

Estes estabelecimentos – que têm de estar registados nas câmaras municipais – devem, contudo, “respeitar os requisitos mínimos de segurança e higiene”.

A mudança no sector reflectiu-se, para já, na publicação de vária legislação: dois decretos-lei e uma portaria. O prazo para a reconversão dos empreendimentos turísticos foi alargado para o final deste ano – inicialmente, o processo tinha de estar concluído no último dia de 2009 – e as taxas de reconversão deixaram de ter custos.

Esta reclassificação é obrigatória, estando previsto um conjunto de contra-ordenações entre os 100 e os 44 891 euros para os incumpridores.
Estão igualmente definidas sanções acessórias que, nos casos mais graves – empreendimentos ou instalações onde são prestados serviços de alojamento turístico sem título válido -, podem resultar no encerramento, pelo prazo máximo de dois anos.

Dados da Associação dos Hotéis de (AHP) indicam que existem 2028 operadores turísticos, os quais asseguram 117 565 quartos e 264 037 camas.


(ES)

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José Capitão Pardal

Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de , deixo-vos a notícia inserta no do , de 20100105.

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O da criou a de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das escolas e dos agrupamentos envolvidos no referido .

Compete ainda a esta garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de , bem como a articulação entre as escolas e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.

O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo de Estudos em Humano da Católica do , enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo de em e Psicologia da de Évora.

No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de e de Curricular (DGIDC) definir o de que deve assegurar o acompanhamento científico.

Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou escola e, ainda, na apresentação de um relatório , de âmbito , a elaborar pela de Acompanhamento.

A de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director de do e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de Escolas do Campo Aberto (projecto Fénix), dois representantes da Escola Secundária Rainha Santa Isabel de (projecto Turma Mais) e um representante da direcção de da área de intervenção da escola.

O Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.

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José Capitão Pardal

Um tema sempre na ordem do dia.

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Quem o afirma é o Robert Carlson, reconhecido especialista pe­las suas ideias inovadoras em matéria de e . Acres­centa que, “devido ao seu enfoque tradicional em matéria de investiga­ção e , muitas unidades aca­démicas não fizeram o suficiente para chegar à indústria. Por outro lado, muitas indústrias têm encontrado dificuldades para chegar à Universi­dade.

Contudo, quando os benefícios mútuos podem ser claramente iden­tificados e coincidentes, então as co­laborações prosseguem sem grandes percalços”.

O Dr. Robert C. Carlson é o Reitor do para o Pro­fissional (CPD), Director do Rice Cam­pus em Wheaton (IIT), Director dos programas de da Infor­mação e e de Ciên­cia de Computação.

Anteriormente, foi “chairperson” do Departamento de de Computação, durante quinze anos, contribuindo para o seu , que o tornou no maior departamento do IITMain Campus. O Carlson possui diversa bibliografia e textos publicados.

Foi pioneiro na pesquisa em áreas de “relational database design”, técnicas de “integrated software design” e “computer science education”. Algu­mas das ferramentas desenvolvidas pelo seu grupo de pesquisa têm sido utilizadas para resolver “large scale design problems” na AT& T, DOD e no Argonne National Laboratory. O seu “Testing Maturity Model” (TMM), modelo de processo, é reconhecido como um standard da indústria a ní­vel mundial.

É membro do editorial do International Journal of Innovation Science.

e Empreendedorismo - O que é o para o Profissional?

Robert Carlson – O CPD oferece edu­cação e treino orientados para a tec­nologia. A licenciatura e os programas de mestrado em da Infor­mação e (ITM) e Industrial e (INTM) juntamente com o de Aprendizagem Profissional têm atraído estudantes de todo o mundo. Os Programas e cur­sos no CPD fornecem uma mistura de conteúdo teórico e de aplicação prá­tica que permite aos alunos a aplica­ção do que aprendem em sala de aula na resolução de problemas da vida real. Os estudantes aprendem sobre tecnologias novas e emergentes e a aplicação, integração e práticas admi­nistrativas utilizadas na eficaz destas tecnologias. O objectivo é o de preparar os estudantes para se torna­rem inovadores na área de , empresários e líderes do futuro.

I&E – Qual o factor mais importante para que ocorra numa organi­zação? Quem deve ser responsável pela dentro de uma ?

RC – As pequenas “startups” propor­cionam um excelente ambiente para a , em que os membros da equipa estão ansiosos por inovar, existindo o incentivo da liderança, em parte porque o e as re­compensas andam de mãos dadas. Em grandes organizações, a liderança de­verá incentivar e apoiar a atitude “star­tup” dentro da estrutura existente.

I&E – Relativamente à colaboração entre a academia e a indústria, como a encara? Qual é a importância da cooperação tecnológica -indústria?

RC – O colapso de muitas tem criado uma desconti­nuidade nas relações -indústria. No entanto, quando ambas as partes encontram oportunidades para colaborar, os resultados são sem­pre mutuamente benéficos.

I&E – Que papel podem desempenhar os governos para promover a pesquisa cooperativa?

RC – Apoios e subvenções à investiga­ção conjunta entre a e a Indústria contribuem positivamente para a criação de oportunidades de colaboração.

I&E – Que mudanças significativas se observaram nos últimos cinco anos?

RC – A recessão económica afectou negativamente muitos relacionamen­tos de longo prazo entre a academia e a indústria. Por outro lado, muitos desempregados lançaram “startups” que beneficiam claramente de um forte relacionamento de trabalho com as universidades. Essas relações, contudo, tornaram-se mais especula­tivas, devido à incerteza e à falta de recursos das “startups”.

I&E – Quais as tendências em que considera mais interessantes?

RC – “Startups” de sucesso, como o Google, enviaram uma mensagem aos estudantes universitários que deveriam tornar-se empreendedo­res, particularmente no mundo da . Universidades como o IIT procederam a alterações nos seus currículos, encorajando os alunos a frequentarem cursos enfocados na e no empreendedorismo.

Para os estudantes internacionais que vêm de ambientes educacionais que enfatizam a imitação das do seu instrutor, a exploração de técni­cas de pode ser um desafio. Acrescentando esses elementos ao nosso currículo foi possível obter re­sultados notáveis.

Mendes

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José Capitão Pardal

Por ter achado muito interessante o texto de Praveen Gupta sobre e Empreendedorismo achei que o deveria divulgar, no meu Blog, para que os meus leitores possam usufruir de conceitos, muitas vezes arredados da dos nossos agentes económicos.

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Ao examinar a minha colecção de livros sobre inova­ção, encontrei o livro “ e Empreendedorismo”, de Peter Drucker.

Este livro teve a sua primeira edição em 1986! Drucker era verdadeiramente um visionário. É interessante verificar a forma como distinguiu os dois conceitos. A maioria das Universidades e Escolas de Negócios continuam a ter mais cursos de Empre­endedorismo do que de .

Questiono-me se o Empreendedorismo consegue ser sustentado sem a .

A parte principal do trabalho de Drucker sobre inova­ção foi publicada em meados dos anos oitenta e focou-se nas fontes de .

Ele identificou sete fontes de :

1. O inesperado;

2. Incongruências;

3. Necessidade de pensamento;

4. Estruturas de indústria e de ;

5. Demografia;

6. Mudança de percepções;

7. Novo conhecimento.

O leitor sente-se encorajado a aprender mais sobre as fontes de .

É impressionante o facto de Dru­cker ter tentado entender o processo de nos anos oitenta. Identificou uma série de coisas a fazer e de coisas a não fazer.

A fazer:

1. A planeada começa com a análise de oportunidades;

2. A é tanto conceptual como perceptual;

3. Para ser eficiente, a tem de ser simples e direccionada;

4. eficiente começa com pequenos passos;

5. Uma bem sucedida visa a liderança.

A não fazer:

1. Não pense que sabe mais do que os outros;

2. Não diversifique, não perca o rumo e não tente fa­zer demasiadas tarefas de uma só vez;

3. Não tente inovar para o futuro. Inove para o pre­sente!

Partilhe a sua lista connosco. Todos beneficiaremos.

Gostaria de partilhar a minha experiência pessoal com Peter Drucker, que demonstrou a sua vivacida­de e grandiosidade até ao fim.

Enviei uma cópia do meu livro “Business Innovation in the 21st Century” a Drucker e a dois outros famosos consultores para conseguir a sua bênção.

Drucker enviou, em menos de 24 horas, uma resposta encorajadora na sua carac­terística letra tremida.

Ele foi realmente uma pessoa fantástica!

Praveen Gupta

Peter Drucker

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José Capitão Pardal

Dada a sua actualidade e o seu sentido crítico e criativo, vou deixar-vos um texto do , para reflexão.
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2009/10/20 15:51

Carlos Zorrinho

é um criativo!

É uma nação num mundo em e um gerador de novos conceitos com impacto .

O modelo de construção de novos conceitos em é muito interessante.

Os portugueses usam o talento e a criatividade não para encontrar soluções óbvias ( A) mas para encontrar boas desculpas para não fazer ou não se comprometerem ( B).

Quando o B falha então encontram soluções disruptivas, ainda mais criativas e talentosas ( C).

São os Planos C, o melhor e mais potente produto da . Esses Planos C vão desde rotas alternativas para o comércio mundial e outras formas de navegar no passado, até projectos como a Via Verde, o SIS for All, o e-Escola ou a Empresa na Hora nos dias de hoje, para descrever apenas alguns dos mais emblemáticos.

Durante demasiado tempo olhámos para esta característica e em boa parte da do Sul como uma ameaça e um constrangimento.

Com o , em apostámos na oportunidade que dela decorre. Qualificar os portugueses, reforçar as e impulsionar uma nova atitude que faça de um “living lab” e dos portugueses produtores globais de planos C exportáveis, geradores de e criadores de riqueza.

Se há coisa que faz sentido no Ano Europeu da Criatividade e da em é usar o talento e a criatividade para olhar a realidade de forma diferente e capturar novas competências de transformação do mundo.

Um mundo em que inovar já não basta e em que o conhecimento, a e a são apenas condições necessárias para competir.

Um mundo em que a atitude empreendedora faz a diferença.

Um mundo complexo e imprevisível em que só os protagonistas antecipam o futuro.

Um mundo de e de comunidades, em que o acesso à informação e a redução da exclusão digital são fundamentais.

Esta é uma conferência de protagonistas.

De fazedores de futuros.

Espero que nela se reforce o triângulo chave Acreditar – Aprender – Empreender - e que os seus ecos contaminem favoravelmente o debate sobre a de Pós – 2010.

Uma que tem que ser reforçada na ambição, na dimensão política e nos mecanismos de cooperação e para a qual a abordagem criativa desenvolvida nesta conferência constitui uma ferramenta fundamental.

: Este texto é uma sintese da intervenção feita pelo autor na abertura da Conferência Criative Learning, realizada em dias 15 e 16 de Outubro de 2009

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José Capitão Pardal

Qui, 5/11/2009
Mais um artigo interessante do Prof. , que tomo a liberdade de publicar sem mais comentários.
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2009/10/16 10:59

Carlos Zorrinho

O colóquio sobre em produtos tradicionais, promovido em conjunto pelo Gabinete do e pela COTEC foi um dos momentos altos da recente Mostra .

O conceito de é novo, potente, muito visível, mas ainda pouco maduro.

No que diz respeito à em produtos tradicionais ainda é maior a fluidez e a necessidade de consolidação de ideias e boas práticas.

Neste contexto, a apresentação pública de quatro casos de sucesso como a Derovo, a Felmica, a Salsa e a Frulact, permitiu identificar algumas linhas comuns que fizeram a diferença e podem ser de enorme utilidade para quem quer inovar e vencer, vendendo para o mundo aquilo que faz parte da tradição da nossa .

Em primeiro lugar a nos produtos tradicionais não resulta por norma do acaso ou duma invenção inesperada, mas decorre antes da identificação duma oportunidade de e da consequente persistência no do produto e da para lhe dar resposta.

Em segundo lugar a nos produtos tradicionais não dispensa o uso de ferramentas e métodos de fronteira tecnológica. Nestes segmentos, o produto é tradicional, mas a forma de o produzir e distribuir não tem que o ser e normalmente não é.

Finalmente a tradicional exige para ser bem sucedida um grau de ambição e uma atitude de excepção. Os casos apresentados no seminário são notáveis e excepcionais.

A situação ideal é que deixem de o ser e se tornem exemplos normais no meio de muitos similares, mas nesta fase de impulso da nossa , a excelência na atitude é determinante.

Os programas de apoio à modernização e à internacionalização das portuguesas e em particular das PME, inseridos no COMPETE, são alavancas fundamentais para o sucesso da em produtos tradicionais.

As citadas neste artigo recorreram a eles, não como um ponto de partida, mas como um instrumento e uma componente do pacote de viabilização.

É esse o trajecto que conduz ao êxito.

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José Capitão Pardal

O José das Dores é o novo de da e da do novo de José Socrates.

Carlos Zorrinho

O é Licenciado em e Catedrático da de Évora, Deputado e Dirigente do Partido Socialista, tendo exercido o cargo de Coordenador do , na última legislatura.

Ao novo de os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.

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apresenta novos Secretários de

O primeiro- José propôs hoje ao da , Cavaco , uma lista de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009

Numa nota enviada à comunicação , a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro- revela a proposta enviada hoje ao da , Cavaco , para a nomeação de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

Há 17 novos Secretários de , 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.

Foram criadas também duas novas Secretarias de .

NOTA À COMUNICAÇÃO

O Senhor Primeiro- propôs hoje a S. Exa. o da a nomeação dos seguintes Secretários de do XVIII Constitucional:

- de Adjunto do Primeiro-, Dr. José Gouveia Ribeiro

- de dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Titterington Gomes Cravinho

- de dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Carqueijeiro Lourtie

- de das Comunidades Portuguesas, Dr. Fernandes da Braga

- de Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

- de do Tesouro e , Mestre Costa Pina

- de dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- de da Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

- de da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Leitão Marques

- da Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de da Igualdade, Drª. Elza Henriques Deus Pais

- de da Defesa e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- de Adjunto e da Interna, Dr. José Vieira Conde Rodrigues

- de da Interna, Drª. Dalila Correia Araújo Teixeira

- de da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- de da Justiça, Dr. José Garcia Correia

- de da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Santos de Magalhães

- de Adjunto, da Indústria e do , Mestre Fernando Medina Maciel Correia

- de do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- de do , Dr. Bernardo Amador Trindade

- de da e da , Prof. Doutor José das Dores

- de das Florestas e Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

- de das Pescas e Agricultura, Dr. Medeiros Vieira

- de Adjunto, das Públicas e das Comunicações, Dr. Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

- de dos Transportes, Dr. Henrique Graça Correia da Fonseca

- de do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Rosa do Carmo Julião

- de da Segurança , Mestre Pedro Dias de Jesus Marques

- de do e da Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Adjunta e da Reabilitação, Idália Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- de Adjunto e da , Dr. Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- de da , Dr. Óscar de Oliveira Gaspar

- de Adjunto e da , Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura

- de da , Dr. José Trocado da Mata

- de da , e Ensino Superior, Prof. Doutor Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- de da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

, 28 de Outubro de 2009.

A Assessoria de Imprensa

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José Capitão Pardal

O em “energias limpas” está na ordem do dia e os cidadãos interessam-se cada vez mais pelo tema, pelo que considero de interesse a divulgação deste artigo que consta do jornal “.pt” de 20090823.

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por Lurdes Ferreira

As zonas de Alto, Trafaria, Setúbal, Évora, Alqueva, Estói e Portimão foram as escolhidas para acolher os primeiros projectos portugueses de e demonstração de solar concentrada termoeléctrica e concentrada fotovoltaica.

A potência total a concurso é pequena – são 33,5 megawatts que equivalem a apenas 16 torres eólicas das mais recentes -, as condições são restritivas, mas os interessados não deverão faltar.

É a perspectiva de futuro que atrai entidades como a EDP, que já anunciou que vai avançar nesta área, ou o grupo Dreen, ligado às energias renováveis, que prepara uma parceria com a Águas de , como revelou ao PÚBLICO, para entrar no fotovoltaico de concentração.

Dos EUA à China, o momento é de grande entusiasmo no das tecnologias solares concentradas, que se baseiam em grandes instalações de espelhos parabólicos, algumas delas a funcionar há vários anos.

Símbolo desta nova vaga é o mega projecto Desertec, o consórcio liderado por grupos alemães que quer aproveitar o sol do deserto do Sara para produzir eléctrica que seja suficiente para satisfazer 15 por cento do consumo dos europeus e transportá-la ao longo de dois mil a três mil quilómetros.

Em , não são grandes centrais que o quer promover, mas pequenas unidades de e demonstração que possam entrar na geração tecnológica posterior à que será usada no arranque do Desertec, e que, sendo tecnologias afins, se encontram ainda hoje em etapas anteriores de , explica Collares Pereira, vice- da Dreen e catedrático do IST.

As inovações mais esperadas desta passam pela possibilidade de armazenamento de e pelos tipos de espelhos parabólicos.

Assim, na opinião deste investigador, o pode “apanhar a leva seguinte”.

A estreia confina-se para já às zonas com grande exposição solar e onde há mais disponibilidade da eléctrica para receber .

Serão aprovados um máximo de 14 projectos “com forte componente de e ”, em função de três critérios, o mais restritivo dos quais é a valorização de parcerias com entidades com carreira nestas tecnologias, as quais não existem em .

Os outros dois são a ligação às universidades com relevância na área da solar e a eficiência energética associada ao projecto.

Os projectos vencedores terão ligação à eléctrica e uma tarifa subsidiada, a definir por portaria.

Espaço é bem escasso

Ao impulso à geração descentralizada, acessível a pequenos produtores/consumidores e designada por micro produção, parece suceder agora, a nível mundial, a aposta na produção de electricidade a partir de grandes centrais termoeléctricas concentradas que funcionam através do “velho” circuito fechado de água (ou de um fluido), mas em vez de ser com carvão ou gás natural é com a do sol.

As gigantescas centrais de painéis solares térmicos de concentração previstas no projecto Desertec deverão funcionar igualmente com vapor de água, de acordo com a informação disponível.

Se a em se destinar a ser usada, no futuro, no deserto, “é uma boa ideia, se não, não serve”, defende Ferreira dos Santos, um dos dirigentes da associação ambientalista Geota, por considerar que não há ganhos garantidos de eficiência que tornem esta produção de mais barata (é cerca de três vezes mais cara do que a eólica) e por necessitar de muito espaço, um bem escasso no .

Quando estiver a funcionar em cruzeiro, o projecto Desertec ocupará uma área do Sara equivalente à dos 18 municípios da Área Metropolitana de . As consultoras não sabem ao certo quanto dinheiro se dirige neste momento para o destas tecnologias, estando o bolo mais apetitoso, de 787 mil milhões de dólares, a ser distribuído pelo dos EUA para as tecnologias limpas.

E não é por acaso que nos EUA se ouve dizer agora: “Estamos a vender solar à maluca, em Houston.” São palavras de John Berger, responsável da empresa de serviços energéticos Standard Renewable Energy, citado há alguns dias pelo Financial Times.

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José Capitão Pardal

Tomo a liberdade de transcrever a notícia da de 17 de Junho, sobre o da Despesa em I&D, fazendo votos para que ao referido da despesa, corresponda um efectivo do trabalho científico e .

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: da despesa em I&D reflecte prioridade ao científico e da e

 

, 17 Jun () – O da despesa em I&D reflecte a prioridade política ao científico e na legislatura de 2005 a 2009, segundo um relatório divulgado pelo da , , Sociedade da Informação e Ensino Superior.

No relatório que a teve acesso, onde são apresentadas as principais medidas e resultados da legislatura de 2005 a 2009, o refere que foi o da em que a despesa em I&D mais cresceu recentemente, a qual passou a representar globalmente mais de 1,2 por cento do , o que reflecte a prioridade política ao científico e .

Houve não só um “inédito” em do número de com actividades de I&D, que duplicou nos últimos quatro anos, como também um “grande” aumento do número de investigadores a exercer funções nas , tendo sido registados 8.639 em 2007.

Com a reintrodução do Sistema de Incentivos Fiscais à I&D em (SIFIDE) em 2005, oferece hoje, segundo o , o sistema de incentivos fiscais às “mais competitivo” da , facilitando uma dedução fiscal que pode atingir 82,5 por cento do em I&D.

A prioridade do tem sido também acompanhada por uma “forte” mobilização da comunidade científica, uma comunidade jovem, “fortemente internacionalizada, equilibrada entre homens e mulheres e muito produtiva”.

O total do financiamento de base para o apoio a unidades de e Laboratórios Associados cresceu cerca de 60 por cento entre 2005 e 2008, tendo atingido 89 milhões de euros no ano passado, com a criação de quatro novos laboratórios.

A instalação do Laboratório Ibérico de Nanotecnologia, que será inaugurado em Braga este Verão, merece especial importância para o por ser a primeira de da Península Ibérica, cujo orçamento anual ronda os 30 milhões de euros a partir de um inicial de cerca de 100 milhões de euros, assegurado pelos dois países, e .

A prioridade política ao científico e foi ainda acompanhada pelo reforço contínuo do ensino experimental das ciências e da promoção da cultura científica e tecnológica, sendo o Viva uma “referência ”, que despertou um movimento “inédito” em de adesão de famílias, autarquias, e instituições científicas.

O científico e do tem sido ainda acompanhado por uma forte mobilização da Sociedade de Informação, sendo de registar, segundo o , um enorme progresso na área de ‘e-’, com o alargamento da Biblioteca do Conhecimento Online, b-on, a todas as instituições científicas e ensino superior , o lançamento da Iniciativa GRID, INGRID, e do Repositório Científico Aberto de , entre outros.

De acordo com o mesmo relatório, a penetração da no primeiro trimestre de 2008 na população com nível de secundária e superior atingiu 81 e 97 por cento, respectivamente, sendo a quinta e a sétima maior da UE27.

É ainda de referir, segundo o , que mais de um terço das 116 de base científica e tecnológica, abrangidas a partir de 2005 pelo de criação de a partir do sistema científico e universitário pelo gerido pela Agência de , são de TIC – Tecnologias de Informação e Comunicação.

No âmbito da internacionalização do sistema científico e , é de salientar também o reforço da cooperação multilateral, nomeadamente a criação da Ibérica de Computação Grid, IBERGRID, e o lançamento do concurso para projectos de científica para equipas mistas em e nas áreas de nanomedicina e nanotecnologias.

Em matéria da política para a sociedade da informação, acentuou, de acordo com o , a prioridade dada à inclusão (em termos de acessibilidade, envelhecimento e iliteracia) e à necessidade de desenvolver uma política de edição e informação científica e técnica.

O trabalho desenvolvido por ocasião da Presidência da , no segundo semestre de 2007, foi, segundo o no mesmo relatório, o “espelho das iniciativas e reformas conduzidas a nível e merece uma referência especial”.

FRO.

/Fim

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José Capitão Pardal

Sem comentários transcrevo a notícia inserta no sítio da Agência Financeira

Protocolo da linha de crédito assinado esta 2ª feira – PME Invest IV: mais 400 milhões para exportações e PME

2009/06/15   20:23

Redacção /  PGM

200 milhões para exportadores e 200 para micro e pequenas .


É assinado esta segunda-feira o protocolo da linha de crédito PME Invest IV. O pacote, de 400 milhões de euros, vai abranger as exportadoras, a quem destina metade do valor, e as Micro e Pequenas , que receberão a outra metade.

Na sessão serão assinados os protocolos entre as Instituições Públicas envolvidas na operacionalização da linha de crédito, nomeadamente o IAPMEI, as Sociedades de Garantia Mútua e a PME Investimentos, e as instituições bancárias aderentes.

Em comunicado, o da e (MEI) explica que esta linha de crédito que será hoje lançada «oferece condições mais vantajosas», com o objectivo de abranger mais .

De resto, o espera apoiar, no mínimo, sete mil micro e pequenas e do sector exportador com esta linha.

Nesta linha, as exportadoras só têm de exportar pelo menos 10% do volume de vendas (na linha anterior eram 25%) ou um valor superior a 150 mil euros (em vez de um milhão de euros) para poderem aceder.

Já as Micro e Pequenas , devem apresentar resultados líquidos positivos em 2 dos últimos 4 exercícios (contra apenas 3 exercícios na Linha anterior).

As operações de crédito para as do sector exportador beneficiam de uma Garantia Mútua sobre 50% do valor de cada Financiamento, enquanto que no caso das Micro e Pequenas esta Garantia é de 75%.

Os Valores a financiar ao abrigo desta Linha, são acumuláveis com financiamentos prestados ao abrigo das Linhas anteriores.


José Capitão Pardal

Ter, 26/05/2009

Empreendedorismo: O software territorial

 

Por ter achado bastante interessante, apesar de polémico para alguns, aqui vos deixo este texto inserto no site do Ano Europeu da Criatividade e .

Por Frederico Lucas a 23 Maio 2009

Vou poupar o leitor às estatísticas que demonstram que a distribuição de riqueza depende muito mais do empreendedorismo do que do .
E faz sentido.

A tem riscos e oportunidades e são os empreendedores que têm a capacidade de os absorver, isto é, de serem actores da em que operam.

Este é um ano em que o poder local vai a votos. Na fase do hardware territorial, os mandatos foram avaliados pela capacidade dos autarcas em fazer OBRA: Pavilhões Polidesportivos; Piscinas Olímpicas; Centros Culturais; Autoestradas na sua área de influência.

Este modelo chegou ao fim por estar concluído. Já não falta hardware a este fantástico .
Hoje precisamos de software que explore este território que construímos: Ideias, Criatividade; Empreendedorismo.
É a recombinação de saberes que promove produtos capazes de entrar no . E não é difícil enumerar mais de 1000 produtos nacionais – que são concebidos em terras cujos nomes muitos portugueses desconhecem – que têm mercados em raios de muitos milhares de quilómetros.

Dito isto, que julgo consensual, passo à fase das consequências.

Estarão os autarcas portugueses preparados para avaliarem os seus mandatos em função do número de empreendedores que foram capazes de gerar nos seus territórios?

Por outras palavras: Estarão os autarcas portugueses capazes de promover software territorial para o hardware que já conquistaram?

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O articulista não é exaustivo sobre a tema e certamente, nem tudo será como nos faz crer, mas não será preciso mudar de paradigma?…

Voltarei ao assunto no futuro, tentando traçar a minha modesta opinião sobre esta questão.


José Capitão Pardal