MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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In jornal “Hoy.es”.

LOS PROYECTOS DEL PARAJE EN EL CUARTO ANIVERSARIO DE SU DECLARACION COMO NATURAL.

cerezo05

España y tienen “avanzados” los trámites para gestionar conjuntamente y bajo una misma figura de protección los dos parques naturales que los ríos Erjas y Tajo separan en la fronteriza de La Raya extremeña.

El Periódico . Edición

20/06/2010 AITOR FERNANDEZ 

  • El río como frontera y espacio común A un lado, la orilla española y el del Tajo In
    Foto:N. VEGA / CEDIDA POR JUNTA DE
Dos idiomas, dos países, dos legislaciones, dos territorios pero una misma realidad.
España y comparten al oeste de un ecosistema, unido y a la vez separado por las aguas de los ríos Erjas y Tajo. En la orilla española, el paraje se conoce desde el 2006 como Natural del Tajo ; del lado luso, ese terreno escarpado de frondosa vegetación y con gran presencia de aves rapaces se denomina Natural do Tejo desde hace más de una década.

Hoy son dos parajes diferenciados. Pero ambos Gobiernos trabajan para que sea uno en un futuro no muy lejano. “El entendimiento político y técnico es absoluto.

El único problema es que son procesos complejos, porque exige acuerdos bilaterales a nivel de ministerios de medio ambiente y asuntos exteriores, e incluso la aprobación por parte del Congreso”, explica Alfredo Anega, director del natural extremeño.

“Es importante, porque pese a la gran colaboración, falta un marco de referencia conjunto que facilite una forma de gestión unitaria.

Eso evitaría muchos problemas, porque nos encontramos con situaciones como la de los alimoches, que unos años anidan en la y otra en la nuestra.

O la pesca, que aquí es solo deportiva y allí es una actividad más”, continúa.

El proyecto está “avanzado”, como reconocen desde la Junta de . Pero su resolución no será inmediata, aunque se admite que es el “asunto más urgente a acometer”. Mientras tanto, cada gestiona su territorio.

En España, el Natural del Tajo cuenta con una superficie de 25.088 hectáreas, todas ellas en suelo extremeño, repartidas entre los términos municipales de Alcántara, Brozas, Carbajo, Cedillo, Herrera, Membrío, Salorino, Herreruela, Santiago y Valencia de Alcántara y Zarza la Mayor.

Su paisaje está marcado por lo abrupto del terreno, siguiento los cauces del Erjas –desde Zarza la Mayor– y el Tajo –desde la presa de Alcántara– hasta llegar al embalse fronterizo de Cedillo.

Aquí el río forma una entalladura con barrancos de hasta 100 metros de profundidad e innumerables arroyos.

El patrimonio natural

Desde el punto de vista de la naturaleza, el constituye otro gran ejemplo de bosque mediterráneo en la región.

Dominan la encina y la jara, dos especies que están ampliamente acompañadas de otras como el cantueso, el madroño, la cornicabra, el arce, el majuelo o el labiérnago.

Aunque el símbolo del es el lirio amarillo, planta endémica del de y la provincia de , con una amplísima presencia en este paraje protegido.

En lo que se refiere a la fauna, destacan la cigüeña negra y las grandes rapaces: el águila imperial ibérica, el águila perdicera, el águila real, la calzada, la culebrera y la pescadora, así como el buitre negro y el leonado, el alimoche y el búho real.

Y junto a ellos, importantes poblaciones de ciervo y jabalí, de pequeñas aves como la collaba negra, de topillos de Cabrera y de murciélagos de cueva y herradura.

Hoy Tajo es uno de los dos parques naturales con los que cuenta –el otro es Cornalvo–. Y en apenas cuatro años de existencia ha logrado hacerse un hueco como destino turístico de los amantes de la naturaleza y el medio rural.

Por la oficina de de Alcántara pasan 30.000 personas al año, ya no solo atraídas por el emblemático puente romano o el Festival de Teatro Clásico que cada año acoge el Conventual de San Benito, sino cada vez más hechizados por la riqueza ambiental que ofrece la .

El conocimiento del

Alfredo Anega reconoce que el grado de conocimiento “tal vez no es tan alto como el de otros espacios naturales”.

Pero precisamente para impulsar la afluencia de turistas se están construyendo dos centros de visitantes, uno en Alcántara –que estará acabado a finales de año– y otro más pequeño en Cedillo.

Ambos se sumarán al actualmente existente en Santiago de Alcántara. También se está trabajando en la creación de una web propia del natural y se está ultimando el Plan Rector de Uso y Gestión.

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José Capitão Pardal

neuronios_ouvido

Deixo-vos a notícia inserta no jornal “O ” de 25 do corrente mês de Agosto, sobre a realização da iniciativa “ na Rua”, durante os dias 11 e 12 do próximo mês de Setembro, na de .

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No Ano da Biodiversidade, matemáticos, químicos, físicos, geólogos e biólogos juntam-se a nove companhias artísticas, nacionais e estrangeiras, nos dias 11 e 12 de Setembro em , criando e interpretando, à sua maneira, algumas das etapas mais significativas da Evolução da no Nosso Planeta.

O na Rua” “permite perceber como a evolução da no nosso planeta esteve na base da enorme diversidade das formas de que conhecemos”, explicam os organizadores.

“Algumas das principais etapas de evolução da na Terra são abordadas por cientistas e artistas num grande evento de rua de características únicas”, acrescentam.

As iniciativas decorrem entre as 17h00 e as 24h00 de Sábado e de Domingo, no da de , que estará fechado ao trânsito.

Contactos:

Viva de

Telef: 268.334.285

Email: scampos@.cienciaviva.pt


José Capitão Pardal


Dá que pensar, mas não é totalmente improvável!…

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In “ e ”, de 20100604

A notícia de hoje, “Taxas de juro podem subir mesmo com o desemprego em níveis elevados“, está ajustada à realidade americana mas não é um cenário totalmente improvável para e para .

Deve-nos fazer reflectir, tanto ao nível macroeconómico quanto ao nível familiar.

Neste momento, na , vão-se acumulando indicadores de que os preços estão a retomar a tendência ascendente, registando a taxa de inflação valores claramente positivos em quase todos os países ( ainda é uma excepção).

As taxas de juro de referência do Banco Europeu permanecem estáveis há longos meses ainda que, devido, em particular, à inevitável degradação das contas públicas em vários países, após o período de salvamento do sistema financeiro (que se mantem muito fragilizado), o preço do dinheiro no interbancário (Euribor) está a subir à medida que aumenta o grau de desconfiança e/ou a percepção do grau de endividamento de quem vai ao pedir dinheiro.

Simultaneamente, não é ainda claro que impacto as medidas de auxílio aos países mais endividados e/ou sobre os quais recai uma maior grau de desconfiança dos mercados, poderão ser no estímulo ao aumento dos preços, temendo-se que não sejam inócuas.

O desemprego continua a aumentar, estando entre os países mais afectados.

Quanto ao  é inevitável a manutenção de um nível de fiscalidade mais elevado, não sendo ainda claro quão ambiciosa será a eternamente adiada reforma do sistema financeiro ao nível de regulação.

Finalmente, o prossegue quase sem interrupção, a sua desvalorização face à dólar e a algumas outras moedas internacionais.

Para , o cenário de baixas taxas de juro, deflação local e desvalorização do não é de todo um mau enquadramento. É até particularmente virtuoso para empresas que se dediquem a colocar os seus produtos e serviços no estrangeiro, fora da .

A nível do interno europeu as vantagens diluem-se (o efeito de ganho de competitividade por via cambial desaparece) contudo, é seguramente preferível a um cenário de crescimento moderado ou rápido das taxas de juro particularmente SE este período estiver a ser utilizado para, na medida do possível, as empresas e famílias emendarem a mão, reduzindo ou reestruturando a sua dí e preparando os seus orçamento e planos de futuro para uma nova realidade de juros mais elevados e de impostos mais elevados.

Não há contudo garantias de que este cenário se mantenha ou sequer de que a possa controlar o cenário macroeconómico futuro.

Se os EUA começarem a subir as taxas de juro, se a tensão inflacionista se acentuar na , se porventura o resto do mundo mantiver ritmos de crescimento elevados e for reforçando o seu consumo a nível energético podemos ter um cenário futuro dramático: mais impostos, maiores dificuldades em suportar a dí contraída, encarecimento drástico do custo da (que poderá depender menos da evolução cambial do como até aqui), mais dificuldades de competitividade a nível e manutenção de taxas de desemprego elevadas.

Não é impossível um alinhamento desastroso dos astros económico para o espaço Europeu.

O que fazer?

Mais do que discutir as opções macroeconómicas e de regulação supranacional que estão hoje na ordem do dia, ou mesmo mais do que discutir localmente a política do , olhamos para dentro de cada agregado familiar.

Se se quer ajudar no futuro, deixa de se endividar, reduza mesmo a dí que tem e não fique por aqui: poupe! E, se puder, procure aumentar o seu rendimento familiar, seja por via de rendimentos financeiros, seja porque passa a produzir algo que antes contratava: seja a proverbial horta ou a pintura da casa, a bricolage básica, ou a bela refeição em casa. Imagine desde já que as taxas de juro de referência para eventuais empréstimos estão nos 5% e não a rondar 1% e actue de acordo com essa perspectiva.

Numa muito aberta ao exterior, muito dependente do consumo interno centrado em importações e em que o sector dos bens não transaccionáveis (aqueles sobre os quais é difícil ou impossível que haja concorrência sobre eles) se apresentam hiperdimensionados, subprodutivos e alguns sobre remunerados ainda com generosas margens de lucro, da perspectiva familiar, reduzir o consumo de importações não produtivas mas também de serviços e bens não transaccionáveis é um ganho duplo.

 Torne a sua família solúvel no cenário futuro provável de subida das taxas de juro, de impostos e do preço dos combustíveis.

Se por ventura trabalha num sector potencialmente mais afectado pela queda do consumo que se perspectiva, considere em acréscimo o risco de perda de emprego e/ou de rendimento.

Se depois de ler este texto e de fazer as suas contas não consegue ver como poderá resistir a ele caso se venha a confirmar, pense seriamente em  fazer alterações drásticas como sejam, livrar-se de algum dos créditos mais pesados que têm, algo que será seguramente mais fácil agora do que daqui a algum tempo caso se confirme a subida das taxas de juro. Livre-se do carro se não for vital para o seu rendimento.

Mude para uma casa mais pequena, coloque os filhos no ensino se isso for opção, recorra mais aos serviços públicos que ajuda a pagar, enfim, só para a morte não há solução.

Recorde-se daquilo porque terá passado há bem pouco tempo, durante o curto período em que tivemos juros altos, combustíveis altos  e não se esqueça que o que aí vem poderá ser bem menos temporário e mais grave no sentido em que existirá maior risco de perda de emprego e menor capacidade do em o auxiliar.

Terminamos com uma última palavra, os cenários aqui referidos não são garantidos, felizmente, podemos estar redondamente enganados. Ou não.

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José Capitão Pardal

Aqui vos deixo a notícia inserta na Newsletter da “Turisver”, sobre as conclusões do 1º Congresso de do , que decorreu durante os dias 26 e 27 do corrente, na de .

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logoturisver

Reunidos em durante os dias 26 e 27, os participantes do 1º Congresso de do aprovaram as seguintes conclusões finais que transcrevemos na íntegra.

Conclusões:

1.Este é um momento histórico de que os congressistas, na mesa e na plateia, são protagonistas: o primeiro congresso de na região do .

2.O congresso reflecte a tomada de consciência:

a.Que o se apresenta, no início do século XXI, como um Destino emergente no panorama do de , com peso crescente na e na da região, sendo um factor importante de ;

b. Que o pode (e deve) desempenhar um papel relevante na promoção da identidade do , da sua , das suas paisagens, do modo de das suas gentes…;

c.Que os agentes institucionais, os sectores empresariais, o tecido associativo, as comunidades locais alentejanas necessitam de discutir o tema do em conjunto, pois só dessa discussão colectiva podem surgir novos caminhos para o turístico desta região.

3.Mas o congresso reflecte também a ambição:

a. De afirmar um Destino e uma Marca forte a nível , mas também ;

b. De identificar esse Destino com o território e com os seus valores, promovendo afinidades crescentes entre a região e os mercados turísticos;

c. De mobilizar todos os alentejanos e as suas instituições na afirmação do Destino, condição necessária para obter um turístico mais sustentado e mais sustentável;

4.Esta ambição é fundamental para concretizar uma agenda de turístico do para os próximos anos, que assenta nas seguintes linhas de actuação principais:

1.A afirmação da notoriedade interna e externa do Destino “”, alicerçado nos factores distintivos e autênticos que constituem a sua identidade.

A Toscânia mostra-nos que é possível inovar, modernizar e competir à escala sem abdicar de valores, antes pelo contrário, colocando a identidade ao serviço do sustentável do .

2.O e a consolidação de produtos turísticos à escala da região com o envolvimento colectivo dos agentes públicos e privados do e sectores afins.

Por isso, está já a trabalhar-se na Grande Rota da Gastronomia e Vinhos do , projecto que vai na linha do exemplo que nos trouxe La Rioja; na Grande Rota do Tempo; mas também na estruturação da Rota dos Mármores e do Industrial;

3. O aumento das competências de do Destino, destacando-se a criação do Observatório de do , que iniciará a sua actividade a partir de Maio, que é um bom exemplo do trabalho em rede entre a Entidade de , as instituições de ensino superior e as associações empresariais;

4. A criação de uma rede de apoio ao e à iniciativa turística, que estimule a captação de adequado ao território e contribua para agilizar a concretização de projectos;

5.A integrada da rede de postos de do pela ERT e Pólos, instrumento imprescindível à melhoria da qualidade do acolhimento do Destino;

6.Como plataforma de integração destas actuações, e respondendo aos novos paradigmas sociais e comerciais do , criar uma de do Destino (DMO), aproveitando a janela de oportunidade criada pelas novas tecnologias para agilizar a da oferta desde a criação até à venda;

5.Para concretizar estas linhas de actuação, importa também capacitar as ERT e os Pólos para:

1. Uma intervenção consequente ao nível dos instrumentos de territorial, em estreita articulação com as entidades sectoriais e territoriais competentes;

2. Uma participação efectiva no processo de licenciamento e classificação dos empreendimentos turísticos, o que só será possível pela atribuição de novas competências, por exemplo através do mecanismo legal da delegação;

3. Uma articulação estreita com a de Coordenação e , na explicitação da componente turística das Estratégias de Eficiência Colectiva reconhecidas no para dar coerência e às iniciativas de marketing territorial que estão a avançar na região;

4. Reivindicar, junto da do , o reforço do financiamento da actividade das ERT e dos Pólos, com base em critérios de mérito que reconheçam o trabalho realizado no melhoramento do produto e na promoção dos destinos regionais.

O Congresso verificou ainda com agrado que o PENT irá ser revisto, o que constituirá uma excelente oportunidade para este documento estratégico acolher a nova ambição prosseguida para o alentejano, nomeadamente a inclusão do de natureza como produto estratégico para o no .

6.É nestes desafios globais que devemos concentrar a nossa atenção e os nossos esforços colectivos, agindo de forma estruturada e persistente para a obtenção de resultados concretos.

Para isso, contamos com um instrumento transversal e congregador do do , o Operacional de do , 2010-2019.

Turisver – 30/03/2010

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José Capitão Pardal

Mais um exemplo da qualidade diversificada do “tuga”, quando em competição com “o que se faz lá fora”

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Escrito por CienciaPT   
05-Jan-2010

Uma imagem da Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico Miguel o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das “Galilean Nights”, um dos projectos-chave do Ano da Astronomia.

 

nebulosaEstá entre 1300 a 1500 anos-luz da Terra e é conhecida por ser uma próspera na criação de estrelas: a Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico Miguel , de 34 anos, o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das “Galilean Nights” (”Noites de Galileu”), um dos projectos-chave do Ano da Astronomia (AIA 2009).

A fotografia, captada na Atalaia (Montijo), foi a vencedora da competição “Beyond Earth” (”Para além da Terra”), que juntou imagens do Universo captadas por todo o globo. Os participantes foram desafiados a obter imagens dos objectos astronómicos estudados por Galileu Galilei, o cientista que há 400 anos protagonizou as primeiras observações do céu realizadas através de um telescópio e que inspirou a das Nações Unidas a decretar 2009 como o Ano da Astronomia.

“O objecto que Galileu observou e que escolhi foi a nebulosa de Orion, também conhecida como o objecto de Messier 42 (M42) e que está enquadrada com outra nebulosa (NGC1977), denominada na gíria “Running Man” (olhando na azul, e com alguma imaginação, vemos um indivíduo a correr, tal como o nome em inglês sugere). Existe ainda uma de concentração de estrelas denominada trapézio, pela sua disposição, que foi objecto de estudo de Galileu”, explica Miguel .

“A Nebulosa de Orion ( avermelhada em baixo na fotografia), pertence à constelação de Orion, e é denominada uma nebulosa de emissão (nuvem de gás ionizado que emite luz de várias cores) dada a presença, entre outros, de enormes quantidades de hidrogénio, a principal matéria-prima das estrelas. É uma conhecida como profícua na criação de estrelas. A nebulosa NGC1977 é uma nebulosa de reflexão; nuvens de poeira que simplesmente reflectem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas, e como tal apresenta uma coloração azulada”, revela o astrónomo amador.

A fotografia foi captada em final de Outubro, na Atalaia. “É um local que, apesar de não ser perfeito pela presença (infelizmente cada vez maior) da poluição luminosa da metropolitana de , é relativamente perto para a maioria dos astrónomos amadores da de , permitindo juntar nas noites de lua nova umas dezenas de aficcionados”, conta Miguel .

Miguel foi apenas um dos numerosos entusiastas que participaram em nas Noites de Galileu, entre 22 a 24 de Outubro 2009. No total, 18 cidades desenvolveram perto de 50 actividades muito “espaciais”, transformando, uma vez mais, o num dos mais dinâmicos: jantou-se em Marte em Espinho, leu-se com estrelas em Braga e fotografou-se o céu…

Para o engenheiro electrotécnico, o prémio foi uma “cereja no topo do bolo”, principalmente porque, sendo a astrofotografia uma paixão, captar uma fotografia dos astros para além da Terra não é fácil e requer um “árduo” trabalho de aprendizagem. “O ritual de preparação e obtenção de uma astrofotografia tem algo que se lhe diga. Começa por preparar de antemão os objectos a fotografar, bem como definir os principais parâmetros de exposição, enquadramento, e montar o equipamento… Uma sessão normal inicia-se pelas 22h e pode terminar quando a estrela mais perto da terra dá a volta”, frisa.

Ao contrário da fotografia tradicional, cada imagem em astrofotografia é composta por vários fotogramas (podendo durar tipicamente até 15 minutos por fotograma), incluindo a cor que tipicamente é obtida através de filtros distintos para o vermelho, o verde e o azul. Posteriormente, toda a informação contida nos diferentes fotogramas (luz e cor) é alinhada e calibrada de forma a obter apenas uma imagem a cores de maior detalhe, explica Miguel .

“A Astronomia é para mim um desafio que reúne duas paixões: fotografia e . A Astronomia vai para lá da …tem um pouco de filosofia e é um exemplo importante na eterna procura do conhecimento, em especial o de olhar o Universo, cada vez mais longe, para perceber algo bem próximo…a própria Humanidade e a sua história”, sublinha.

O concurso de astrofotografia foi promovido no âmbito das “Noites de Galileu”, um evento de divulgação da Astronomia promovido à escala planetária e que, em Outubro, reuniu mais de 1300 actividades em cerca de 90 países de todos os cantos do globo.

já tinha sido galardoado pelo seu empenho no Ano da Astronomia, distinguindo-se entre a centena de países participantes. No Verão passado, Ana Mourão, investigadora do Multidisciplinar de Astrofísica (CENTRA/ IST), e a Fundação Navegar foram recompensados pela do AIA2009, por ter dado , com dedicação e originalidade, a dois dos mais relevantes eventos da iniciativa “100 Horas de Astronomia”, que decorreu entre 2 e 5 de Abril.

O Ano da Astronomia (www.astronomia2009.org) é organizado a nível pela Sociedade de Astronomia, com o apoio da Fundação para a e a (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu da da de Coimbra, da Agência Viva e da European Astronomical Society (EAS).

Actualizado em ( 05-Jan-2010 )……………………….///………………………..

José Capitão Pardal

Pelo significado e pelo impacto futuro que, certamente, terá para o Alentejo e para os alentejanos, tomo a liberdade de transcrever sem mais comentários, a notícia inserta no RTP online de hoje, sobre o anúncio do vencedor do concurso, para a construção da ligação entre Poceirão e o Caia, em Alta Velocidade.
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por RTP actualizado às 15:53 – 12 Dezembro ‘09

O primeiro-ministro defendeu que este é “justamente o momento” para que o projecto da Alta Velocidade passe do “papel” para o “terreno”, sobretudo na actual situação de crise.  Nuno Veiga, Lusa

O primeiro-ministro José Sócrates anunciou em Évora que o consórcio liderado pela Brisa e pela Soares da Costa venceu o concurso para a construção do primeiro troço do TGV, na ligação entre o Poceirão e Caia. A obra arranca no próximo ano e deve estar concluída em 2013.

São 165 quilómetros de linha entre o Poceirão e a fronteira do Caia num investimento de 1359 milhões de euros. No projecto está ainda prevista a exploração da estação de Évora.

O agrupamento ELOS – Ligações de Alta Velocidade foi o vencedor da adjudicação. O anúncio oficial do construtor está feito, faltando agora assinar o contrato, o que apenas deverá acontecer depois de o decreto de lei com as bases da concessão ser promulgado pelo Presidente da República e haver ainda luz verde do Tribunal de Contas.

O primeiro-ministro defendeu que, após “todos os estudos feitos”, este é “justamente o momento” para que o projecto da Alta Velocidade passe do “papel” para o “terreno”, sobretudo na actual situação de crise.

“A crise é mais uma razão para o fazermos. É neste momento que o país precisa de investimento, de oportunidades de emprego. Há muita gente à procura de emprego e muitas empresas à espera desta oportunidade”, defendeu José Sócrates, acrescentando que a alta velocidade vai permitir criar “milhares” de postos de trabalho.

“Este é justamente o momento” porque o país “precisa de investimento”, sublinhou o primeiro-ministro.

António Mendonça também vê TGV como resposta à crise

O ministro das Obras Públicas fez eco das palavras do primeiro-ministro sublinhando também ele que o investimento no TGV funciona como “resposta à crise”, para criar “condições muito importantes” para o desenvolvimento económico do país e para a competitividade das empresas.

“Eu acho que o TGV é precisamente a resposta à crise, porque temos de separar aquela crise que é a manifestação da crise internacional, das dificuldades mais amplas, que são de natureza estrutural e que têm a ver com a perda de competitividade do país”, defendeu António Mendonça.

Projecto de alta velocidade em Portugal com três linhas.

A proposta final do consórcio Elos – Ligações de Alta Velocidade, liderado pela Brisa e pela Soares da Costa, aponta para um valor de construção de 1359 milhões de euros, 2,6 por cento mais elevada face aos 1324 milhões da proposta inicial, de acordo com dados disponibilizados em Junho passado pela RAVE – Rede Ferroviária de Alta Velocidade.

A proposta deste grupo – que integra a Iridium Concesiones de Infraestructuras, do grupo espanhol ACS, Lena, Bento Pedroso, Edifer, Zagope, a norte-americana Babcock & Brown Limited, o BCP e a CGD – contempla um custo anual de manutenção de 12,2 milhões de euros, igualmente superior aos 11,6 milhões iniciais.

O concurso define a atribuição da concessão do projecto, construção e financiamento, manutenção e disponibilização, por 40 anos, das infra-estruturas ferroviárias que integram os 170 quilómetros do troço Poceirão-Caia, compreendendo também a exploração da estação de Évora.

O projecto de alta velocidade em Portugal vai ter três linhas, pelo que falta agora os projectos para a construção da linha Porto-Lisboa e Porto-Vigo.

A ligação a Norte de Espanha tinha conclusão prevista para 2013 mas foi adiada para 2015.

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José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no de Notícias Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

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31131187

À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.

O de que vive aos sábados na praça da , onde se vendem “queijos, frescos, , peças de artesanato local e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da região”, “ideais para observadores de pássaros”.

A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da ”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ção” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the local breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a local landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant local resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio Marquês de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, local crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from local trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite local fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the ).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

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José Capitão Pardal

A inauguração do INL poderá colocar os dois países ibéricos em lugar de destaque na cientifica e ser um marco na mudança do paradigma do de e , pelo que aproveito para transcrever o que o gratuito DESTAK  assinala sobre a a referida inauguração, na sua edição online de 16/07/2009.

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Cavaco, , Rei Juan e Zapatero juntos na inauguração do IBÉRICO DE NANOTECNOLOGIAS

O da e o Rei de inauguram sexta-feira, em Braga, o Ibérico de Nanotecnologias (INL), um comum aos dois países, que está a recrutar 200 cientistas em todo o mundo.

DESTAK/ | DESTAK@DESTAK.PT

Uma fonte da direcção do INL disse à que a inauguração do edifício “marca o lançamento da campanha de apresentação do organismo e de promoção do recrutamento dos melhores cientistas, à escala ”.

O acto conta com a presença de Cavaco e D. Juan , chefes de dos dois países, e dos respectivos primeiros-, José e José Luiz Zapatero.

O , que começa agora, a dar os primeiros passos, tem ainda pendente a questão do estatuto jurídico – que ditará o regime fiscal -, e cuja formula legal demorou a ser encontrada, dado que se trata de um de dois países, que pode ser alargado a outros, a médio prazo.

Para os responsáveis do organismo, “a visibilidade da inauguração do INL, a sua apresentação ao corpo diplomático e à imprensa, a repercussão junto dos principais centros académicos e industriais do mundo especializados em nanociências e nanotecnologias são essenciais para o lançamento do programa de recrutamento dos melhores cientistas de todo o mundo, que agora se inicia”.

Na sequência do acto inaugural, a do INL vai instalar-se, a partir de segunda-feira, no novo edifício, o qual só estará totalmente concluído no começo de 2010, devendo começar a receber os primeiros cientistas em meados desse ano.

“Captar os melhores talentos à escala mundial é um desafio de grande ambição, tendo em conta a intensa competição por recursos humanos qualificados neste sector”, sublinha o INL. O garante que o edifício “está pronto a receber a instalação de equipamento científico de base, já encomendado, assim como a instalação de laboratórios específicos”, “O INL dispõe igualmente já de cerca de 40 cientistas em formação ou estágio em vários centros de referência, na , nos Estados Unidos da América e no Japão”, assegura.

O INL é dirigido pelo espanhol José Rivas Rey, catedrático da de Santiago de Compostela.

A primeira pedra do complexo cientifico foi lançada em 2007 em Braga, durante a 23.ª Cimeira Ibérica, ocasião em que os governantes de e o classificaram como “facto histórico”.

O projecto teve um inicial de 30 milhões de euros, – igual ao orçamento anual previsto. Em 2008 arrancou a construção do primeiro edifício do complexo, que fica situado em terrenos municipais no de Braga.

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José Capitão Pardal