MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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2010-04-14

A , a e o são a agenda para o futuro de , afirmou o Primeiro- em Leiria. «Estratégia é escolher o sítio onde lutar e o sítio onde devemos lutar, no meu ponto vista, é nestas três áreas» que «influenciam e que mudam tudo o resto, tudo à sua volta, que são as três forças motrizes» da mundial no momento presente, sendo as áreas nas quais «as mudanças estão a acontecer a uma absolutamente vertiginosa», acrescentou José .

«Se conseguirmos, na , obter aquilo que deve ser o nosso objectivo, que é ter um em , e igual à média , então eu digo temos vencido um dos maiores fossos, diferenças, défices que teve durante décadas e que nos condenou a um certo atraso», afirmou, referindo também como objectivo, atingir um número de diplomados com o ensino superior entre os 25 e 34 anos igual à média .

No (tecnologias da informação e das comunicações), o PM apontou a instalação das redes de comunicações de nova geração, em curso, que deverá permitir impulsionar o do sector de forma a que triplique as exportações, atingindo os cinco mil milhões de euros – «uma ambição perfeitamente razoável para os próximos dez anos» -, e criando «um sector à altura de uma moderna».

Na energia, o Chefe do afirmou que se atingir 60% da produção de electricidade baseada em renováveis, desenvolver o projecto pioneiro no automóvel eléctrico e melhorar a eficiência energética em 20%, «teremos um País moderno e uma moderna e em condições de ter sucesso». Um País que aposta nas renováveis, na e ensino superior, e na «é um País com confiança em si próprio».

Num jantar-conferência organizado pela Liga de Amigos da Casa Museu Soares – pai do ex-Presidente da República Mário Soares – José afirmou que «uma das tarefas prioritárias dos políticos é mobilizar para uma agenda de futuro, não apenas os serviços do , mas a sociedade e as empresas e as famílias».

«Os défices orçamentais são maus ou bons no médio prazo, dependendo de uma coisa: do sítio onde investimos o dinheiro», apontou o Primeiro-, exemplificando com os diversos investimentos de modernização previstos ou em curso, os quais, simultaneamente, têm servido para «proteger o e proteger a », porque «quando há uma como aquela que nós vivemos, o dever do é aumentar o seu défice, o dever do é fazer mais ». Agora, que a começa a dar sinais de retoma, as prioridades são «a recuperação , que é urgente» e «pôr as contas públicas em ordem, o que tem que ser feito ao mesmo tempo».

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José Capitão Pardal

Sem comentários junto informação do do

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2010-06-25

O vai criar linhas de com os fundos do para favorecer «o modernizador e a iniciativa , o e a coesão», anunciou o Primeiro- José no debate quinzenal do parlamento.
Vai abrir uma nova linha prioritária de para requalificação das escolas do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, no valor de 100 milhões de euros.
Vai lançar «uma nova linha de crédito, no valor de 700 milhões de euros, para apoiar as empresas (…) com projectos já aprovados e contratualizados» que tenham dificuldades em realizar o devido à «situação do e do crédito»: são abrangidas «mais de 3100 empresas, com projectos de superiores a 3400 milhões de euros e gerando 9700 postos de trabalho».
Vai, ainda, criar dois novos concursos «para financiar novos projectos de internacionalização de empresas e projectos de e » no valor de 150 milhões de euros.
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José Capitão Pardal

 

 

da China cresceu 11,9% no primeiro trimestre. É uma expansão de ficar com os olhos em bico. Mas se está a pensar investir no accionista chinês, aguente o seu dinheiro. Saiba porquê. 

Joaquim MadrinhaBloomberg
 
 
 
         
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A bolsa chinesa ficou indiferente ao super chinês registado no primeiro quarto do ano. Haverá bolha?
REUTERS/Stringer

 

O Produto Interno Bruto () da China relativo ao primeiro trimestre do ano expandiu-se ao ritmo mais elevado dos últimos 3 anos. Face ao período homólogo, a chinesa cresceu 11,9% batendo as estimativas dos economistas consultados pela Bloomebrg que esperavam uma expansão de 11,7%. É, sem dú, uma taxa de fazer salivar as economias desenvolvidas mas, segundo vários especialistas está assente num monte de fragilidades.  

Ao contrário do , o nível de preços no consumidor – inflação – ficou-se pelos 2,4%, ,2% a baixo do esperado, o que torna mais difícil a decisão de aumentar a taxa de juro, um movimento defendido pelos economistas como necessário para arrefecer a . Recorde-se que em 2008, a China diminuiu o preço do dinheiro para combater a mundial e não mais a voltou a aumentar, ao contrário de alguns países vizinhos como a Índia e a Austrália que já aumentaram o preço do dinheiro para temperar o , a subida generalizada dos preços, e para evitar o surgimento de bolhas nos preços dos activos.

Risco de sobreaquecimento

Com a inflação a níveis inferiores ao esperado, as autoridades chinesas deverão adiar o aumento da taxa de juro para o segundo semestre do ano, mas algo tem de ser feito. “O próximo passo deverá ser a reavaliação do yuan [a moeda chinesa]“, disse Glenn Maquire, o responsável da Société Général para os mercados da Ásia-Pacífico, a Bloomberg . Já Brian Jackson, estratego do Royal Bank of Canada, diz que mantem-se a necessidade de apertar a política monetária “dados os rriscos de sobreaquecimento da chinesa”.Os preços dos alimentos foram os bens responsáveis pelo aumento da inflação, mas os custos do trabalho e os preços das matérias-primas estão também a subir, o que condiciona o objectivo do chinês de encerrar o ano com uma taxa de inflação de 3%.

Em Março, a produção industrial aumentou 18,1%, face ao mês homólogo, depois de ter aumentado 20,7% nos dois primeiros meses do ano. As vendas de carros, por exemplo, aumentaram 76% no primeiro trimestre, com a Mercedes a vender mais do dobro que no mesmo trimestre de 2009.

O caminho chinês

Em vez de aumentar a taxa de juro, as autoridades chinesas têm tomado medidas de forma a diminuir o crédito concedido em 22%, face a 2009. Para Zhu Min, Governador do Banco Central chinês, a taxa de juro é uma “arma pesada” para atacar o problema e as medidas alternativas entretanto tomadas estão a funcionar. No entanto, a última vez que a cresceu mais de 11%, em 2006, o banco central apressou-se a aumentar o preço do dinheiro, o que leva o Royal Bank of Canada a prever um aumento já este mês. Já o Bank of America-Merrill Lynch diz que tal só acontecerá no último trimestre do ano.As autoridades chinesas temem que o fim das medidas anti- provoquem a estagnação do , uma vez que a expansão agora quantificada deve-se ás políticas de estímulo tomadas para combater a mundial.

O foi responsável por 6,9% do registado e o consumo contribuiu com 6,2%. Só nas cidades, o em activos como o imobiliário trepou 26,4%. Porém, o saldo entre exportações e importações roubou 1,2% devido ao aumento destas últimas. Segundo o gabinete de estatística chinês, o país pode mesmo vir a registar o primeiro défice comercial em seis anos, na primeira metade do ano.

Face às reticências da China em subir a taxa de juro, os economistas estão convencidos que o país deverá valorizar a moeda e assim provocar um efeito similar ao da subida do preço do dinheiro.

Jim O’Neill, o economista chefe da Goldman Sachs, disse ontem que a China deverá deixar que o Yuan se valorize entre 2 a 5% face ao dólar durante a próxima semana. Este foi o caminho tomado ontem pelas autoridades de Singapura, na expectativa que a China permita a valorização da sua moeda.

Bolha à vista

Devido ao de ficar de olhos em bico, há profissionais dos mercados que já vislumbram bolhas nos preços dos activos chineses. É o caso do gestor de hedge funds Jim Chanos. Segundo este, o imobiliário chinês estás prestes a explodir e as repercussões podem alastrar-se ao resto do mundo.A recente evolução dos preços do imobiliário comercial e residencial nas 70 maiores cidades chinesas aponta para isso mesmo. No primeiro trimestre, estes activos viram o seu preço aumentar em 11,7%, a maior valorização desde 2005, enquanto as vendas de imóveis aumentaram 175% no mesmo período, segundo a empresa de imobiliário Evergrade Real Estate Group.

Embora desvalorizada pelas autoridades chinesas, a verdade é que apesar do super da , a bolsa chinesa medida pelo índice Shanghai Composite Index, ficou indiferente à divulgação dos dados económicos. No último ano, o principal índice chinês acumula uma valorização de 32,8% em moeda local, um ganho semelhante ao das praças das economias desenvolvidas do ocidente, onde as taxas de expansão são modestas.

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José Capitão Pardal

Sem comentários deixo-vos a notícia inserta no site Hardmusica de hoje (20091222).

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20091220224514_1173455095cavalos_alqueva

O contrato de de 50 milhões de euros, com uma comparticipação estatal de 20 milhões de euros, será assinado entre o AICEP-Agência para o e Comércio Externo de , e a SAIP- Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações com a presença do da , Vieira da , afirmou à fonte oficial do da .
 

Esta primeira fase do Alqueva, que é o maior turístico a realizar no nas próximas décadas, está já em construção e vai ser constituída por um hotel, com 250 camas, por um Wine Club e por um campo de golfe na Herdade do Roncão d’El Rei.

Espera-se que este primeiro projecto esteja concluído no primeiro trimestre de 2012, disse à fonte da SAIP, que, no entanto, remeteu para segunda-feira pormenores mais detalhados sobre os projectos para as duas restantes herdades que constituem o Alqueva.

Fonte da SAIP tinha afirmado à recentemente que a sociedade pretendia investir perto de 1.000 milhões de euros na concretização do projecto turístico.

O projecto do Alqueva foi classificado pelo como de Potencial Interesse (PIN).

Dia 21 serão ainda inauguradas as instalações do Terras do Grande Lago Alqueva, pólo de turístico que tem por missão valorizar as terras do grande lago Alqueva e fazer o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos
(ES)

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José Capitão Pardal

Certo que se trata apenas de uma tendência que não desejamos se inverta, a melhoria verificada na é a esperança que melhores dias virão.

Notícia da Agência Financeira de 20091118.

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Consumo privado também regista redução menos intensa

A portuguesa caiu 2,4%, no terceiro trimestre, face ao período homólogo.

No entanto, a descida foi inferior à registada no segundo trimestre.

Esta queda menor fica a dever-se à melhoria da procura interna e à recuperação do .

«A menor redução homóloga do no terceiro trimestre reflectiu sobretudo uma melhoria do contributo da procura interna, em resultado de uma variação negativa menos acentuada do , tendo a procura externa líquida registado um contributo positivo e próximo do verificado no trimestre anterior», revela o documento do INE.

Revela a estimativa rápida do INE, que no período em análise, o caiu 9,3% face ao mesmo período do ano passado.

O relatório revela ainda que o indicador de actividade melhorou «significativamente», depois de uma descida homóloga de 4,2% no segundo trimestre.

Consumo privado atenua queda. 

O indicador de clima recuperou nos últimos dois trimestres, após ter diminuído nos quatro trimestres anteriores.

Este indicador caiu ,8% no terceiro trimestre deste ano.

O consumo privado também registou «uma redução ligeiramente menos intensa no terceiro trimestre de 2009, em resultado do contributo menos negativo do consumo duradouro, uma vez que o consumo corrente desacelerou», concluem os dados do INE.

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José Capitão Pardal

Barragem de Veiros – Pelo interesse que tem para todos os estremocenses, em especial, os residentes na vila de Veiros, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal do Sul” de hoje, sobre um assunto que marcará os próximos tempos até à sua inauguração.

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Foto: Miguel Carola

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Quinta, 08 Outubro 2009 13:57

Ontem, dia 7 de Outubro de 2009, deu-se início à construção da Barragem de Veiros.

O Consórcio OIKOS Construções SA/ Chupas e Morrão SA inicia hoje os trabalhos preparatórios de construção da tão esperada Barragem de Veiros.

Numa primeira fase, que deve durar cerca de um mês, serão realizados trabalhos de implantação topográfica, sondagens e desmatação da de estaleiro.

Numa segunda fase, chegarão ao local mais máquinas para a escavação do corpo da barragem, estação elevatória, de rega, melhoramento de caminhos e de drenagem.

Trata-se de uma obra há muitos anos desejada por todo o Concelho de , já incluída nos Planos de Rega de Salazar.

Parada algumas décadas, volta a ser objecto de um estudo de viabilidade a cargo de Capoulas Santos, durante a governação de Guterres.

As conclusões deste estudo apontaram para bons índices económicos de um futuro aproveitamento na de Veiros, sendo então elaborado o Projecto de Execução das Infra-estruturas de Rega.

Mais tarde, o de Rural e Hidráulica (IDRHA) apresenta as conclusões de um estudo de impacte ambiental no qual se destaca: “…Neste contexto, o projecto em causa, ao contribuir para a resolução dos problemas actuais relacionados com o abandono da actividade agrícola, nomeadamente a degradação da paisagem, os riscos de propagação de incêndios e, principalmente, a diminuição dos rendimentos dos agricultores, e a consequente desertificação humana da região em causa, adquire uma importância vital para o concelho de

A construção da Barragem passou publicamente de uma promessa a uma certeza durante a inauguração da FIAPE de 2006, quando o do Ambiente, Francisco Nunes Correia assumiu, perante as gentes do Concelho, integrá-la no próximo ciclo de fundos comunitários de apoio.

O da Agricultura, do Rural e das Pescas, Jaime , por despacho de seis de Outubro de dois mil e oito, autoriza a abertura do Concurso para a empreitada de construção da Barragem de Veiros.

No ano de 2009, quando os mais cépticos colocam em causa a concretização daquela que é uma das maiores aspirações de toda a população de Veiros em particular, e do Concelho de no geral, eis que começam os trabalhos de preparação no terreno que, daqui a 810 dias, deverão estar em fase de conclusão, para serem apreciados por aqueles que desenvolveram esforços no sentido da sua concretização e acreditaram que seria possível, e também pelos outros… A Associação de Regantes está constituída, a de Rega em pressão está projectada para fornecer um perímetro de rega que fornecerá os Concelhos de e Monforte, numa área de 1134 ha, beneficiando 78 proprietários em 136 prédios.

A Barragem será do tipo aterro zonado, com 150m de comprimento e 8m de altura, sendo a altura máxima acima da fundação de 32,5m. Terá um escoamento anual médio de 25,1hm3 e uma capacidade de rega de 1 389 litros por segundo.

Toda a obra inerente à construção da Barragem de Veiros representa o maior alguma vez efectuado naquela freguesia do Concelho de , cerca de 17 milhões de euros.

Pelos 50 anos de espera, pela conquista conseguida e pelos impactos positivos significativos que esta obra acarreta, todo o Concelho se enche de orgulho e satisfação.

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José Capitão Pardal

Em Março de 2007 redigi um texto sobre o Estudo de Enquadramento Estratégico para o Histórico e Remate Urbano Leste de , que em tempo oportuno, foi mandado realizar pelo actual executivo presidido pelo Dr. José , que aqui vos deixo e que durante os próximos anos servirá de “bitola” na política de Reabilitação Urbana da nossa .

Devemos estar cientes que não se enquadrando numa estratégia de curto prazo não terá grande impacto eleitoral nas próximas eleições autárquicas, mas também não pudemos deixar de afirmar, que não é com políticas de curto prazo, só para “ganhar” eleições, em moda nos tempos que correm, que conseguiremos tornar , num concelho mais atractivo, mais desenvolvido e mais justo socialmente.

Só com uma Estratégia de Médio e Longo Prazo (na qual se insere o Estudo de Enquadramento Estratégico para o Histórico e Remate Urbano Leste de ) que perdure por vários mandatos e não se preocupe, exclusivamente, com as “sempre próximas eleições” será possível transformar o concelho e torná-lo mais atractivo para quem nele vive ou o visita.

Nada de consistente poderá ser realizado, se não compreendermos que para apareçerem os resultados de uma estratégia de médio e longo prazo, que não seja mais do que um somatório de medidas e realizações desenquadradas e sem qualquer ligação é necessário mais que um mandato eleitoral. 

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A minha Opinião sobre…

 ESTUDO DE ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO

PARA O HISTÓRICO E REMATE URBANO LESTE

A recente apresentação, com toda a “pompa e circunstância” que o assunto merecia, do Estudo de Enquadramento Estratégico, para o Histórico e Remate Urbano Leste, na presença das forças vivas da de (entidades civis, militares, associativas e políticas, das várias sensibilidades), no Salão Nobre da de e desde então colocado à discussão pública suscita, certamente, à maioria dos estremocenses, uma série de dúvidas, reflexões e interrogações.

E a primeira questão que de imediato se coloca, é saber se este documento será a panaceia para todos os nossos males (que são muitos, diga-se de passagem).

Naturalmente que não é, trata-se apenas e tão só, de um estudo, que com a consulta pública, aguarda os contributos dos estremocenses, e que se destina a enquadrar os princípios orientadores, que visarão a requalificação e reabilitação da futura de intervenção urbanística na de .

É certo que este documento representa um primeiro passo significativamente importante, para a Estratégia de Sustentado, que se pretende para o concelho.

Primeiro passo significativo de um trajecto enorme, que todos temos pela frente, eleitos e eleitores estremocenses,  de todos os quadrantes, para que o concelho seja mais desenvolvido , e culturalmente.

Apesar de conscientes que, a degradação urbanística e do património da , não é de hoje, mas fruto de décadas de abandono e escassez de e privado, e que a execução da sua Reabilitação e Requalificação envolve investimentos de montantes, para os quais o Município, por si só, não dispõe de capacidade financeira para os realizar, todos nós sentimos no nosso dia-a-dia, uma necessidade enorme na sua concretização.

Os 170 milhões de Euros de , e privado, que o estudo prevê para os próximos 15 anos, são deveras significativos no contexto do concelho de .

Para que seja possível a sua execução total, muitos mais passos terão de ser dados e muitas mais vontades terão que ser conseguidas, ao nível: do , do Município, dos Investidores Públicos e Privados, das Forças Vivas do Concelho (empresariais, associativas, políticas, etc.) e em especial de todos os Estremocenses, sem os quais, qualquer estudo ou qualquer , dificilmente passará do papel.

Certamente que o Executivo , através do seu Presidente, Dr. José , utilizou os seus conhecimentos, efectuou os contactos e moveu as influências necessárias, junto do , para aquilatar da abertura política necessária, ao futuro apoio à iniciativa que se pretende levar a efeito, no âmbito do – Quadro de Referência Estratégica .

Certamente que ponderou os riscos do lançamento desta iniciativa, no actual momento, em que terminou o anterior Quadro Comunitário de Apoio e o novo Quadro Comunitário ( – Quadro de Referência Estratégica ), ainda não está totalmente definido e que ponderou também os riscos duma iniciativa com a envergadura como a que está a ser delineada.

Como diz o nosso povo, “que quem não arrisca não petisca” e “que a candeia que vai à frente ilumina duas vezes”.

O volume dos investimentos que se pretende realizar, parte da responsabilidade do sector privado, é por si só, de risco elevado, mas mesmo arriscando a que algo não corra totalmente de acordo com o planeado, há que seguir em frente e mobilizar todos os envolvidos no projecto, nomeadamente, os beneficiários das medidas que se pretendem implementar.

Nos últimos 30 anos, muitos investimentos se efectuaram no concelho, mas ainda muitos estão por realizar, alguns dos quais básicos e de grande prioridade.

Este Quadro Comunitário de  Apoio () configura-se como a última oportunidade de os realizar.

A Reabilitação e a Requalificação da nossa afigura-se-nos como de uma importância decisiva, para que possamos perder esta última oportunidade de a efectuar.

Daí a importância do Estudo que no passado dia 8, foi apresentado pelo executivo e se encontra aberto à discussão pública.

Deseja-se uma participação o mais alargada possível, na discussão do documento, para que este exprima a vontade de todos os estremocenses, que sabemos desejarem uma Nova e Mais Qualificada .

Cremos estar no início de um ciclo, que a médio prazo, vai transformar a e tornar o concelho de , mais atractivo e com: Mais Qualidade para Viver e Visitar, Mais Capaz de Atrair , que Crie Riqueza, e Acrescente Valor, Mais Competitivo no Contexto e Supra , Socialmente Mais Justo e Mais Amigo do Ambiente e do Património.

 A aposta está lançada, há que ter esperança, mantermo-nos atentos e confiantes num futuro melhor.

 Espero que o tempo me dê razão.

 Obrigado por me terem lido.


José Capitão Pardal

O em “ limpas” está na ordem do dia e os cidadãos interessam-se cada vez mais pelo tema, pelo que considero de interesse a divulgação deste artigo que consta do jornal “.pt” de 20090823.

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por Lurdes Ferreira

As zonas de Alto, Trafaria, Setúbal, Évora, Alqueva, Estói e Portimão foram as escolhidas para acolher os primeiros projectos portugueses de e demonstração de solar concentrada termoeléctrica e concentrada fotovoltaica.

A potência total a concurso é pequena – são 33,5 megawatts que equivalem a apenas 16 torres eólicas das mais recentes -, as condições são restritivas, mas os interessados não deverão faltar.

É a perspectiva de futuro que atrai entidades como a EDP, que já anunciou que vai avançar nesta área, ou o grupo Dreen, ligado às renováveis, que prepara uma parceria com a Águas de , como revelou ao PÚBLICO, para entrar no fotovoltaico de concentração.

Dos EUA à China, o momento é de grande entusiasmo no das tecnologias solares concentradas, que se baseiam em grandes instalações de espelhos parabólicos, algumas delas a funcionar há vários anos.

Símbolo desta nova vaga é o mega projecto Desertec, o consórcio liderado por grupos alemães que quer aproveitar o sol do deserto do Sara para produzir eléctrica que seja suficiente para satisfazer 15 por cento do consumo dos europeus e transportá-la ao longo de dois mil a três mil quilómetros.

Em , não são grandes centrais que o quer promover, mas pequenas unidades de e demonstração que possam entrar na geração tecnológica posterior à que será usada no arranque do Desertec, e que, sendo tecnologias afins, se encontram ainda hoje em etapas anteriores de , explica Manuel Collares Pereira, vice-presidente da Dreen e professor catedrático do IST.

As inovações mais esperadas desta passam pela possibilidade de armazenamento de e pelos tipos de espelhos parabólicos.

Assim, na opinião deste investigador, o país pode “apanhar a leva seguinte”.

A estreia portuguesa confina-se para já às zonas com grande exposição solar e onde há mais disponibilidade da eléctrica para receber .

Serão aprovados um máximo de 14 projectos “com forte componente de e ”, em função de três critérios, o mais restritivo dos quais é a valorização de parcerias com entidades com carreira nestas tecnologias, as quais não existem em .

Os outros dois são a ligação às universidades com relevância na área da solar e a eficiência energética associada ao projecto.

Os projectos vencedores terão ligação à eléctrica e uma tarifa subsidiada, a definir por portaria.

Espaço é bem escasso

Ao impulso à geração descentralizada, acessível a pequenos produtores/consumidores e designada por micro produção, parece suceder agora, a nível mundial, a aposta na produção de electricidade a partir de grandes centrais termoeléctricas concentradas que funcionam através do “velho” circuito fechado de água (ou de um fluido), mas em vez de ser com carvão ou gás natural é com a do sol.

As gigantescas centrais de painéis solares térmicos de concentração previstas no projecto Desertec deverão funcionar igualmente com vapor de água, de acordo com a informação disponível.

Se a em se destinar a ser usada, no futuro, no deserto, “é uma boa ideia, se não, não serve”, defende Manuel Ferreira dos Santos, um dos dirigentes da associação ambientalista Geota, por considerar que não há ganhos garantidos de eficiência que tornem esta produção de mais barata (é cerca de três vezes mais cara do que a eólica) e por necessitar de muito espaço, um bem escasso no país.

Quando estiver a funcionar em cruzeiro, o projecto Desertec ocupará uma área do Sara equivalente à dos 18 municípios da Área Metropolitana de . As consultoras não sabem ao certo quanto dinheiro se dirige neste momento para o destas tecnologias, estando o bolo mais apetitoso, de 787 mil milhões de dólares, a ser distribuído pelo dos EUA para as tecnologias limpas.

E não é por acaso que nos EUA se ouve dizer agora: “Estamos a vender solar à maluca, em Houston.” São palavras de John Berger, responsável da empresa de serviços energéticos Standard Renewable Energy, citado há alguns dias pelo Financial Times.

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José Capitão Pardal

2009-09-02

 O da , lançado há dois anos, cumpriu e ultrapassou muitas das suas metas, segundo o balanço apresentado pela Ministra da em Albufeira.

Entre outros aspectos, triplicou o número de computadores ligados à , face aos números de 2005, e a nova ligação à de em fibra óptica de 64 Mbps em 2009 mais do que decuplica os 4 Mbps de 2007 e ultrapassa claramente a meta fixada para 2010 (48 Mbps); das 1200 escolas, 112 estão ligadas à a 100 Mbps.

O permitiu que as escolas do ensino disponham hoje de um computador por cada 5 alunos, de um computador por cada 4 alunos nas escolas do 2.º e 3.º ciclo do básico e no ensino secundário, um quadro interactivo por cada três salas de aula e um videoprojector por cada sala de aula.

A Ministra de Lurdes Rodrigues afirmou que «todas as condições de trabalho, de estudo e de aprendizagem melhoraram muito.

A questão fundamental são as condições de acesso à informação e ao conhecimento», recordando que cerca de 800 mil alunos tiveram acesso a computadores pessoais e que o mesmo sucedeu com perto de 87 mil professores, através dos programas e.escolas e e.professores.

A concretização das componentes do PTE encontra-se entre os 90 e os 95%, à excepção dos sistemas de vídeo vigilância, cartão do aluno e locais: «Muitas escolas já tinham vídeo vigilância e já utilizavam o cartão de aluno.

São os projectos que as escolas sentem menos falta.

A vídeo vigilância está a ser instalada, o cartão do aluno aguarda visto do Tribunal de Contas», acrescentou.

O lançamento do das Escolas (www.portaldasescolas.pt) marca o arranque para uma nova fase do : a disponibilização de serviços de nova geração. Destes destacam-se:

  • videovigilância sobre IP, que se encontra em fase de instalação;
  • cartão electrónico da , com carregamento de saldo remoto (homebanking, ATM e lojas de pagamento), que aguarda visto do Tribunal do Contas;
  • sistema integrado de comunicações (voz, vídeo e dados sobre IP), cujo concurso será lançado ainda este mês.

O da representa um de cerca de 400 milhões de euros e pretende colocar entre os cinco países europeus mais avançados na modernização tecnológica dos estabelecimentos de ensino.

In “ do


José Capitão Pardal

Por ser do interesse geral, transcrevo a notícia da autoria do jornalista Jorge de Sousa, publicada pela agência noticiosa .

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De Jorge de Sousa ()

Amarante, 17 Ago () – O primeiro- José afirmou hoje em Amarante que estão actualmente em construção seis novos hospitais e que isso contribui para combater a e qualificar os serviços de .

“Este hospital é importante para o Tâmega e Sousa mas é sobretudo fundamental para o Serviço de .

Estamos a fazer um grande esforço de na área dos hospitais.

Temos seis hospitais em construção, em Cascais, Braga, Guarda, Hospital Pediátrico de Coimbra e também em Lamego”, referiu José .

Segundo o chefe do , que esteve em Amarante no lançamento da primeira pedra do novo Hospital de Proximidade, “este cumpre um duplo objectivo.

Em primeiro lugar, serve para combater a e dar mais oportunidades de e por outro lado qualifica o nosso Serviço de ”.

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José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para o período que atravessamos, deixo-vos o artigo  de opinião de José , no “Jornal de Notícias” de 20090811.

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“Votar na direita é regressar ao passado”

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita, que se apresenta com ideias e pessoas do “passado”, diz .

Jornal de Negócios  com

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita.

Em considera artigo de opinião hoje publicado no “Jornal de Notícias”, o líder socialista sustenta ainda que votar na direita é regressar ao passado.

“A direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas.

Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação”, acusa o primeiro-.

Sob o título “Uma escolha decisiva”, José inicia o seu longo artigo no JN referindo a existência de uma “velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o país”.

No entanto, no do artigo, o secretário-geral do centra a sua crítica na direita, apelando a que “não haja ilusões: para , a alternativa real é entre o ser chamado de novo a formar ou regressar a um de direita.

Por isso, os que querem um fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder”.

José afirma que “enquanto o lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço de , bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança , que garante as pensões e as reformas dos portugueses”.

A escolha decisiva nas próximas legislativas, segundo José , deverá ser feita em três questões que considera fundamentais.

“Em primeiro lugar”, escreve, “trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação.

Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.”

Em segundo lugar, no entender do líder do , há uma escolha política a fazer sobre o . “A nossa direita”, acusa , “ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o não deve fazer tanto para ajudar a a vencer a e para salvaguardar o . A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no .”

considera “errada” esta proposta: “Cortar no modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da , atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do .”

Em terceiro lugar, afirma que “há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas ”.

Neste , escreve que “a direita insiste no recuo do , para a condição de mínimo ou, como dizem agora, ‘imprescindível’.

Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas quando estavam no .

Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança , fim da tendencial gratuitidade do Serviço de e pagamento dos próprios serviços de pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania.”

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José Capitão Pardal

Pelo interesse da informação, transcrevo a notícia inserta na “ ” online de 20090803. 

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Aprovados 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais

As empresas do sector do poderão dispor de acesso facilitado às verbas do Quadro de Referência Estratégico () com o reconhecimento da estratégia « 2015» como pólo de competitividade e .

A estratégia « 2015» foi reconhecida através da assinatura de um contrato específico pelo presidente do de , Patrão, e pelo gestor do COMPETE – Programa Operacional Factores de Competitividade, Nelson de Souza.

Este pólo de competitividade e permite alinhar todas as candidaturas de empresas que se enquadrem na estratégia « 2015» de acordo com a mesma orientação , facilitando “não só o acesso como também a obtenção de melhores condições de financiamento, desde logo porque cria as condições para que as empresas do possam concorrer apenas entre si”.

Foi aprovado em reunião do de de 16 de Julho o novo Código Fiscal do , o qual decorre da autorização legislativa concedida ao abrigo da Lei do Orçamento do para 2009.

O novo Código Fiscal do pretende unificar os procedimentos aplicáveis à contratualização dos benefícios fiscais ao produtivo em território e ao dirigido à internacionalização das empresas portuguesas, procedendo para tal à agilização de procedimentos e ao aperfeiçoamento e transparência do regime aplicável.

São introduzidas algumas alterações importantes ao nível dos benefícios fiscais, que se traduzem, designadamente, na concessão de um crédito de imposto, em sede de IRC, que poderá ascender a 20% do elegível realizado.

Os investidores deverão estar atentos à nova realidade, tendo em conta as vantagens que podem advir da nova regulamentação.

O da e , Fernando Teixeira dos Santos, formalizou, no passado mês de Julho, a aprovação de 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais qualificados no âmbito das estratégias de eficiência colectiva 2007-2013.

Só agora, e “em função dos projectos apresentados e do escalonamento que vai haver nos concursos que o já tem e que irá ter no futuro”, chegarão os primeiros financiamentos, limitados ao horizonte temporal 2013, disse à “ ” Manuel Laranja, assessor do Coordenador da Estratégia de e do .

É que “não faz sentido o estar a criar pólos para financiá-los ‘adeternum’”.

O tem já agendada, para os primeiros dias de Setembro, a segunda edição do .

Trata-se de “uma mostra dos resultados da modernização um evento que decorrerá entre a primeira e a segunda semana de Setembro e onde, pela primeira vez, os pólos de competitividade e “clusters” regionais agora validados pelo da serão convidados a expor um stand alusivo aos seus projectos.

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José Capitão Pardal

Pela actualidade e pela importância que esta questão terá para o e para futuro do nosso país e dos nossos filhos, aproveito para transcrever o texto da jornalista Graça Rebelo inserto no “Jornal de Notícias” do passado dia 26 de Junho.

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2009-06-27

De algum modo, a notícia de adiamento do contrato de concessão relativo ao foi inesperada.

E se é certo que, em vésperas de eleições por razões de rigor e transparência não se deve acelerar um processo que envolve verbas de envergadura, a verdade é que igualmente por razões eleitorais não convirá prejudicar uma oportunidade de estruturante para o país, como é o lançamento da ferroviária de .

Por diversas razões, e todas elas ponderosas.

Desde logo, pela necessidade premente de atrair e manter .

Tal como tem sido salientado nas Conferências Mundiais sobre , os países que demonstram maior capacidade para atrair Directo Estrangeiro (IDE) – revelando-se, portanto, mais competitivos e capazes de criar mais – são aqueles que possuem infra-estruturas indutoras de uma elevada mobilidade geográfica, de que a é o melhor exemplo.

De facto, se é certo que se vive uma , organizações como o Banco Central Europeu estimam que a recuperação desta se dê já em 2010. Por isso, importa que a não suscite paralisia.

Pelo contrário, importa que se relance a para o período “pós-”.

Veja-se que, cientes da importância desta infra-estrutura para a competitividade e atracção de , muitos são os governantes – da aos EUA – que se dispõem agora investir em .

Por exemplo, nos EUA, a de Barack Obama anunciou em Maio um de 13 mil milhões de dólares no .

Depois, pela aposta que urge fazer num modelo de sustentável. Numa altura em que é expectável uma escassez, a prazo, do petróleo e se procuram – já a pensar na “era pós-petróleo” – soluções alternativas para e transportes, a emerge como uma excelente opção de .

Por fim, dado que é, há muito, regionalmente assimétrico, urge investir em projectos que reforcem a atractividade dos territórios e dos sectores económicos, promovendo e coesão territorial e .

Acima da querela política, o interesse impõe que se avalie ponderadamente o lançamento desta infra-estrutura pois – como aqui referi, em 2008, em artigo intitulado “ e acessibilidades” – se prevê que em 2020 a quase totalidade da esteja ligada pela de , perdendo-se esta oportunidade ficará ainda mais periférico e, consequentemente, muito menos competitivo.

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José Capitão Pardal

A inauguração do INL poderá colocar os dois países ibéricos em lugar de destaque na cientifica e ser um marco na mudança do paradigma do de e , pelo que aproveito para transcrever o que o gratuito DESTAK  assinala sobre a a referida inauguração, na sua edição online de 16/07/2009.

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Cavaco, , Rei Juan e Zapatero juntos na inauguração do IBÉRICO DE NANOTECNOLOGIAS

O Presidente da República e o Rei de inauguram sexta-feira, em Braga, o Ibérico de Nanotecnologias (INL), um comum aos dois países, que está a recrutar 200 cientistas em todo o mundo.

DESTAK/ | DESTAK@DESTAK.PT

Uma fonte da direcção do INL disse à que a inauguração do edifício “marca o lançamento da campanha de apresentação do organismo e de promoção do recrutamento dos melhores cientistas, à escala ”.

O acto conta com a presença de Cavaco e D. Juan , chefes de dos dois países, e dos respectivos primeiros-, José e José Luiz Zapatero.

O , que começa agora, a dar os primeiros passos, tem ainda pendente a questão do estatuto jurídico – que ditará o regime fiscal -, e cuja formula legal demorou a ser encontrada, dado que se trata de um de dois países, que pode ser alargado a outros, a médio prazo.

Para os responsáveis do organismo, “a visibilidade da inauguração do INL, a sua apresentação ao corpo diplomático e à imprensa, a repercussão junto dos principais centros académicos e industriais do mundo especializados em nanociências e nanotecnologias são essenciais para o lançamento do programa de recrutamento dos melhores cientistas de todo o mundo, que agora se inicia”.

Na sequência do acto inaugural, a do INL vai instalar-se, a partir de segunda-feira, no novo edifício, o qual só estará totalmente concluído no começo de 2010, devendo começar a receber os primeiros cientistas em meados desse ano.

“Captar os melhores talentos à escala mundial é um desafio de grande ambição, tendo em conta a intensa competição por recursos humanos qualificados neste sector”, sublinha o INL. O garante que o edifício “está pronto a receber a instalação de equipamento científico de base, já encomendado, assim como a instalação de laboratórios específicos”, “O INL dispõe igualmente já de cerca de 40 cientistas em formação ou estágio em vários centros de referência, na , nos Estados Unidos da América e no Japão”, assegura.

O INL é dirigido pelo espanhol José Rivas Rey, catedrático da de Santiago de Compostela.

A primeira pedra do complexo cientifico foi lançada em 2007 em Braga, durante a 23.ª Cimeira Ibérica, ocasião em que os governantes de e o classificaram como “facto histórico”.

O projecto teve um inicial de 30 milhões de euros, – igual ao orçamento anual previsto. Em 2008 arrancou a construção do primeiro edifício do complexo, que fica situado em terrenos municipais no de Braga.

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José Capitão Pardal

não é uma Exacta!…

O recente debate sobre as Públicas iniciado pelos subscritores do Manifesto dos 28, que não concordam com o lançamento das Grandes Públicas, no actual momento da , lançou o toque a rebate, para aqueles que defendem precisamente, o contrário ou seja que só com este tipo de investimentos é possível relançar a e criar o necessário à redução da , numa área que tanto tem penalizado os portugueses e que ainda não atingiu o seu pico máximo.

A existência de crises na (como aquela que estamos a atravessar) quebra a confiança dos agentes económicos  e provoca a diminuição da procura interna.

Em consequência disso, os investidores privados reduzem a actividade.

Essa redução de actividade provoca uma redução substancial no .

Para fazer face a esta situação, entre outras medidas, torna-se essencial que a quebra do  privado, seja substituída por , como forma de mais rapidamente, atenuar os efeitos da no , dar confiança aos agentes económicos e relançar a actividade .

Mesmo que o início destes investimentos não seja a curto prazo, continuam a ser importantes, na fase de relançamento da actividade , que a maioria dos especialistas prevê para finais de 2010.

Outras razões existem para que estes investimentos não deixem de ser executados, como sejam: Oportunidade e Financiamento Comunitário, Ligação à para Passageiros e Mercadorias ( de Sines), Coesão Territorial, etc..

Pelo interesse que se reveste e pela actualidade, passo a transcrever o artigo inserto no jornal “i”, de 2009/06/25, sobre este assunto:

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Economistas em pé de por causa das públicas

por Bruno Faria Lopes, Publicado em 25 de Junho de 2009

Após o manifesto dos 28, cresce a batalha de ideias entre economistas: José Reis e Nazaré lideram oposição

O debate sobre em e os caminhos para sair da não dividem apenas a classe política – entre os economistas está a ganhar forma uma batalha de ideias sobre os milhões a gastar em como o , ou o aeroporto, e o rumo certo para criar empregos numa em recessão. O manifesto divulgado na semana passada por 28 economistas, a pedir ao socialista para repensar os novos grandes projectos, não tem a concordância de muitos especialistas e já há três iniciativas públicas em marcha de sentido oposto: dois contra-manifestos e um ciclo de debates proposto pela Ordem dos Economistas.

Os dois manifestos nasceram em duas universidades portuguesas: a Faculdade de de Coimbra e o ISEG, em . O texto do primeiro já está pronto e foi elaborado por José Reis, professor catedrático de Coimbra e ex-secretário de do Ensino Superior de Guterres. Ao i, José Reis explicou que o documento se centra em questões como a criação de , ligando-a à defesa da realização das públicas.

“É um texto abrangente sobre a , não está fixado em projectos [de públicas]“, adiantou José Reis. O texto já começou a circular pelo meio académico e , sendo que o economista de Coimbra espera reunir um conjunto de nomes credíveis à volta da sua proposta, contrária ao manifesto dos 28, cujas certezas critica: “A não é para se atirar para cima das pessoas sem a mínima discussão.”

O mesmo ponto de vista têm os promotores do segundo manifesto, todos do ISEG, em : os economistas Nazaré (ex-presidente dos CTT e da Anacom), Mendonça e José Brandão de Brito. “O tom afirmativo e sem dúvidas do que está escrito no manifesto dos 28 é de um conjunto de pessoas que está convencido que detém a verdade e que não há contraditório”, afirmou ao i Brandão de Brito, que foi convidado e recusou subscrever por discordar de “alguns pontos”.

Nazaré avançou que já conhece os princípios do documento de Coimbra, de José Reis, e explicou que a diferença está apenas na abordagem, uma vez que o foco estará menos disperso em torno das questões e mais sobre os investimentos. Para os professores do ISEG, o argumento da dí para as gerações seguintes não tem força suficiente para travar as . “Em algum momento na história não foi deixada uma boa e má herança às gerações seguintes?”, interroga Brandão de Brito, que dá os exemplos da Ponte 25 de Abril (terminou de ser paga na década de 80), o Cultural de Belém e a Ponte Vasco da Gama. “Não podemos pôr todos os investimentos no mesmo saco: estes já tinham sido discutidos e decididos por governos de cores diferentes e, no último momento, aparece um argumento a reverter tudo para a estaca zero. É preciso decidir”, acrescentou.

Este segundo manifesto está em fase de elaboração, devendo estar pronto na próxima semana – os promotores esperam reunir cerca de duas dezenas de assinaturas, com nomes credíveis e de peso na portuguesa.

Já na Ordem dos Economistas o manifesto dos 28 causou alguma perturbação e uma reacção: a direcção da Ordem decidiu promover um debate interno sobre as grandes , feito em duas sessões, – uma sobre o , outra sobre o aeroporto – orientado para as questões técnicas e macroeconómicas. Os debates, que serão marcados para Julho, contarão com a presença de especialistas e não só. “Sou a favor do e do aeroporto, que não devem ser adiados, mas isto é a minha opinião e não vincula a Ordem. Como bastonário vou convidar todos os 28 subscritores do manifesto para debater esta questão com os associados”, disse ao i Murteira Nabo.

Os associados têm dúvidas sobre o manifesto e a Ordem recebeu cartas de desacordo. “É positivo que se faça este debate, mas acho esquisita a maneira e momento em que o movimento apareceu, até porque o já tinha decidido adiar o ”, afirmou Murteira Nabo.

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José Capitão Pardal