MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Recomendando aos meus leitores uma visita à “Fiesta Cerezo em Flor” e à bonita de Valle del Jerte, no da espanhola, que se realiza entre os finais do mês de Março e os primeiros dias do mês de .

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 05/03/2010 FAUSTINO MARTIN in EL PERIÓDICO   

Conseguir que la fiesta del Cerezo en Flor constituya un escaparate para toda la región”, es uno de los objetivos marcados por los asistentes a la reunión mantenida en la sede de la Sociedad para la Promoción y el Desarrollo del Valle del Jerte (Soprodevaje), entre cuyos participantes figuran: La Consejera de y , Leonor Flores, la Directora General de Manuela Holgado, el del citado grupo de desarrollo, Victor López, el de la mancomunidad de municipios, Félix Díaz, el de la Asociación de Rural (Aturvajerte), Luis Morán, y los componentes de la directiva de Soprodevaje.

Además en el encuentro de trabajo, fueron abordados los principales retos que tiene planteados el Valle del Jerte, en lo que concierne al sector turístico.

En este sentido Soprodevaje señaló ayer en una nota remitida este diario, que para potenciar la fiesta del Cerezo en Flor , los asistentes a la reunión convinieron que “se deberá optimizar sustancialmente la logística y coordinación de este evento, de cara a mejorar y potenciar la imagen” del mismo.

Por otra parte fueron analizadas “diferentes propuestas”, encaminadas a romper la estacionalidad, mejorar las infraestructuras relacionadas con el , “y potenciar la en la ”.

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José Capitão Pardal

Apesar de não concordar na totalidade com o seu conteúdo, achei interessante a análise política e sociológica efectuada por Todo Bom, destacado militante do , no Expresso online do passado dia 20091226, pelo que tomei a liberdade de o transcrever.
 
Do meu ponto de vista trata-se de uma análise eloquente, mas muito superficial, que não resistiria a um aprofundamento das razões que têm levado, ao longo dos últimos anos ao desgaste político do , fruto mais das divergências particulares entre os seus membros mais mediáticos e influentes, que a Sociologia também muito bem explicaria, do que a estratégias organizacionais mal concebidas, de uma fraca combinação entre competências e capacidades, e muito menos ainda, do conhecimento tácito do , conforme conclui Todo Bom.
 
No actual da democracia e da das forças políticas em , o chamado “…conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva…” ou “…a sua combinação e a ineficiência da sua socialização…”, não têm ainda o peso que o articulista lhe quer dar.
 
As organizações políticas ainda, em muitos aspectos, se regem por regras e práticas, que estão longe daquilo que sociologicamente, seria o desejável e de que são exemplo as organizações suas congéneres da do
 
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O conhecimento tácito das organizações
Todo Bom* (www.expresso.pt)
0:01 Sábado, 26 de Dez de 2009
 
 

De acordo com a aproximação baseada na teoria dos recursos, o objectivo último das organizações competitivas é obter resultados sustentáveis, acima da média, quando comparados com os seus competidores.

A pré-condição para resultados sustentáveis superiores reside num conjunto de recursos, não disponíveis do mesmo modo para todas as organizações e na sua combinação em competências e capacidades.

Estas competências e capacidades devem ser específicas da , valiosas para os clientes, insubstituíveis e difíceis de imitar.

Estes “activos não replicáveis” na terminologia de Teece, são, essencialmente, activos de conhecimento e, dentro destes, em especial, o conhecimento tácito das organizações.

O conhecimento tácito das organizações que resulta, fundamentalmente, da combinação e socialização do conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva, tem uma importância crucial em todas as organizações, com destaque para as que actuam no âmbito sociológico e comportamental.

Não é, pois, de estranhar a relevância do conhecimento tácito nos partidos políticos e a indispensabilidade da sua conversão em competências e capacidades, para o combate político, que lhes permita atingir o seu objectivo último, ou seja, a conquista do poder.

O conhecimento tácito do meu partido, o , tem diminuído consistentemente nos últimos tempos, o que constitui uma das explicações para o seu afastamento da liderança política do .

E esse facto não se deve à inexistência de uma base de conhecimento explícito considerável dos seus membros que, felizmente, continua a prevalecer, mas à incapacidade de garantir a sua combinação e a ineficiência da sua socialização.

As duas unidades organizativas que tradicionalmente garantiam esses movimentos – o Gabinete de Estudos e o Sá Carneiro, estão praticamente inactivos. Com a agravante, no caso deste, de se ter criado a convicção de que este processo de interacção das várias valências do conhecimento podia ser garantido através de uma plataforma digital aberta onde se escrevem alguns artigos de opinião.

A teoria das estipula que as digitais promovem, quando muito e quando têm qualidade, exclusivamente, o incremento do conhecimento explícito, porque são abertas e porque a interactividade para complementar conhecimentos diferenciados é limitada.

Curiosamente, o , com uma base de conhecimento explícito claramente inferior à do , tem promovido de um modo sustentado e com eficiência a criação do conhecimento tácito que lhe tem permitido a conquista e manutenção do poder.

Com a previsível alteração, a curto prazo, da liderança do meu partido, vai ser interessante acompanhar estes movimentos, no futuro próximo, e a sua repercussão na ocupação do poder no nosso .

* Associado Convidado do ISCTE

Texto publicado na edição do Expresso de 19 de Dezembro de 2009

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José Capitão Pardal

Sobre o e para uma melhor compreensão do  que está em causa, tomo a liberdade de vos deixar o artigo do jornal “Expresso” online de 20090919, da autoria do jornalista Hélder C. Martins.

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Do lado de lá da fronteira, já estão a ser construídos 76 km de linha de para a ligação -. Por cá, dois concursos estão à espera do novo . (Veja infografia no fim do texto)

 

Helder C. Martins (www.expresso.pt)

15:15 Sábado, 19 de Set de 2009

O acelera como assunto de campanha em , enquanto do lado de lá da fronteira 76 quilómetros de linha estão já em construção entre e , na linha que vai ligar a (ver infografia no final do texto).

Por cá ainda não se está na fase de .

No entanto, dois consórcios nacionais estão nas negociações finais para a construção do troço que atravessará o , ligando o Poceirão (Palmela) à fronteira do Caia. Para o troço -Poceirão, que inclui a Terceira Travessia do Tejo, apresentaram proposta três grupos, um dos quais espanhol.

Esta semana e trocaram acusações e o assunto passou mesmo fronteiras, com o () e o PP espanhóis a virem a em defesa do .

A líder do , Manuela Ferreira Leite, tomou como estandarte de início de campanha a suspensão do em nome da austeridade e do endividamento excessivo do . O primeiro-, José , insiste na importância das grandes públicas, como o , para relançar a economia. À esquerda, Partido Comunista e Bloco de Esquerda são favoráveis à prossecução do projecto. O CDS/PP está contra.

Avaliado em €8200 milhões (ver caixa abaixo), o projecto de conta com uma comparticipação comunitária de €1350 milhões. Deste total e em caso de suspensão ou adiamento, 389 milhões atribuídos por Bruxelas ficariam irremediavelmente perdidos para .

Isto porque é um financiamento atribuído aos projectos considerados prioritários pela UE – representa 10% do bolo distribuído pelos 27 Estados-membros – e é gerido directamente pelos serviços da .

Quanto aos restantes €955 milhões vindos do e cuja é da competência do poderão ser reafectados para outros projectos. Mas o seu âmbito não poderá extravasar as limitações do Programa de Valorização do Território centrado nas acessibilidades, o que exclui escolas ou hospitais, por exemplo. Bruxelas privilegia o comboio e considera que tem auto-estradas a mais.

Números

-        Financiamento assegura 36% do (€2952 milhões), dos quais €1500 milhões já estão inscritos no OE-2009 e destinam-se à construção até 2015. O restante é pago ao longo da concessão (36 anos)

-         Receitas operacionais do pagam 45% do (€3690 milhões)

-         Fundos comunitários valem 19% (€1558 milhões)

-         Receita fiscal induzida pelo aumenta €64 mil milhões em 30 anos

mapa-8970

 

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José Capitão Pardal

Pela sua importância e actualidade, tomo a liberdade de transcrever o artigo inserto no jornal “” de hoje, sobre a polémica que tem envolvido o e a oposição.

Parece-me óbvio que em tempo de , a actividade diminui, as receitas fiscais  decrescem, as despesas aumentam e, naturalmente, o défice tenderá em aumentar, como tem sucedido.  Só não vê, quem não quer ver ou está mal intencionado.

Tenho dito e obrigado por me terem ouvido.

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Pedro Romano  
25/07/09 00:05

O agravamento do défice provocou uma troca de argumentos entre e Ferreira Leite. Ontem, o da disse que o problema é semelhante ao dos outros países da , dando razão ao .

O buraco nas contas públicas vai subir em 2009, mas a situação é “semelhante à de todos os países da e não compromete as restantes economias da monetária.

As palavras são do próprio da e fecham uma semana em que a discussão em torno das do marcou o debate pré-eleitoral, palavras que, segundo ex- contactados pelo , não servem para eliminar uma certeza: com um défice de 5,9%, a margem de manobra do próximo é escassa.

As declarações foram feitas a um jornal austríaco.

Em entrevista, Cavaco disse que, em tempo de , as transferências “têm de funcionar, o que aumenta a despesa”. Por outro lado, “verifica-se um decréscimo das receitas fiscais”. Uma situação que, referiu, é transversal a quase todos os países.

O argumento já tinha sido usado pelo primeiro-.

Ainda esta semana José defendeu que a previsão do para o défice – 5,9% do – é inferior à da para a (6%) e que o prémio de risco pago pela na emissão de dívida é inferior ao de Irlanda e , por exemplo.

 ”O que mostra que os investidores confiam em ”, concluiu.

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José Capitão Pardal