MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Sem comentários vos deixo a notícia inserta no jornal “Correio do ”.

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quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 – 17h02

20100204184314

Cordovil, vogal executivo da directiva do INAlentejo, é o novo da de Coordenação e (CCDR) do , sucedendo a Leal Monteiro, que não foi reconduzida no cargo, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a CCDR revela que de Deus Cabral Cordovil, de 59 anos, foi nomeado pelo para presidir ao organismo, de cujo quadro de pessoal faz parte, como Técnico Superior Assessor.

A anterior da CCDR , Leal Monteiro, terminou a sua de serviço no final de Janeiro e não foi reconduzida.

O despacho governamental que formaliza a nomeação do novo foi divulgado hoje pela CCDR, estando Cordovil em funções desde o início do mês.

Até agora, além de vogal executivo do programa operacional da região do (INAlentejo), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (), o responsável era coordenador da Intervenção Desconcentrada do , Formação e (QCAIII). Licenciado em , pelo Instituto Superior de e (ISEG) da Técnica de , Cordovil reside no desde 1977.

De entre as funções que já desempenhou, nomeadamente em Gabinetes de Apoio Técnico às Autarquias Locais (GAT), o novo da CCDR foi consultor independente de e instituições públicas, regionais e nacionais, como a Somincor (das minas de Castro Verde).

Em Abril de 2000, foi nomeado Coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do , Formação e do (com estatuto de Encarregado de Missão).

Cordovil continuava a exercer este cargo, que acumulou, até Junho de 2001, com as funções de da Unidade de do Fundo de Apoio ao no (FAIA).

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José Capitão Pardal

Deixo-vos este agradável texto do Martins, inserto na última edição da revista “Única”, do jornal Expresso, sobre a Quinta do Carmo (quinta e marca de vinhos).

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Esta propriedade tem uma grande história para contar – Os rótulos começam nos anos 70 e vêm até à actualidade

Martins 7:41 Quarta-feira, 27 de Jan de 2010

qtacarmo-e617

Localizada perto de , a quinta surpreende o visitante pela belíssima traça da enorme casa e pelo espaço envolvente.

É, na minha opinião, a que melhor reproduz o conceito bordalês de Château, com a adega por perto e uma ideia de luxo rural de bom gosto.

Tal é bem notório numa visita ao site www.donamaria.pt.

A marca Quinta do Carmo pertence hoje à Bacalhôa Vinhos feita com vinhos que não provêm da quinta e os vinhos da quinta propriamente dita passaram a ter a designação Dona .

É confuso mas é a consequência de negócios em que o “peso” de uma marca se sobrepõe à origem do .

A quinta é muito antiga (séc. XVIII) e um dos seus proprietários, John Reynolds – que já era dono da Herdade do Mouchão – ficou na posse da quinta por ter casado com Isabel d’Andrade Bastos. O actual proprietário, Júlio Bastos, é descendente desta família.

A história dos Reynolds do Mouchão vem bem documentada no livro “Memórias do ”, de de Almeida e Laureano.

Da ligação familiar Mouchão/Carmo resultou também o uso comum da casta Alicante Bouschet, durante décadas apenas plantada nestas propriedades e é hoje, assumidamente, uma das boas variedades alentejanas.

Os vinhos Quinta do Carmo só começaram a ter maior notoriedade nos anos 80, quando Ramos (JPR) assumiu a condução enológica.

Antes não ostentavam sequer data de colheita, como é o caso do rótulo mais antigo aqui reproduzido. Sugiram então os famosos Garrafeira, ainda hoje passíveis de compra, principalmente em leilão.

No início dos anos 90 foi feita uma com a família Rothschild (Lafite), saiu JPR, foi arrancado o Alicante Bouschet, tida como casta menor (o que é verdade em ) e os vinhos perderam brilho.

À força do arranque das antigas e das plantações novas, vulgarizou-se o mas, mais recentemente, voltou a plantar-se Alicante Bouschet, quando finalmente se percebeu que a casta tem particularidades na planície que não tem no sul da , de onde é originária.

Os Rothschild fizeram, entretanto, uma com Joe Berardo (que comprou a parte de Júlio Bastos) mas o dono da Bacalhôa comprou finalmente a parte dos franceses que, assim, abandonaram o projecto.

A marca, essa, continua, com vinhos produzidos na de , com um branco de grande aceitação no (PVP €8), um tinto que não tem hoje a procura que teve (2005 – PVP €11) e um Reserva (2005 – PVP €30) que nasceu no ano 2000 e que mostra o estilo francês (ou bordalês) de fazer , com barricas excelentes, algumas notas animais à mistura mas com muita finura.

Faltavam dois dias para o Natal quando participei numa prova vertical de Quinta do Carmo com uma particularidade curiosa: todos os vinhos foram provados em garrafa normal e magnum (litro e meio). Faz todo o sentido uma prova assim porque a evolução em magnum é mais lenta e isso favorece os vinhos antigos (já que nos novos não se nota diferença significativa).

Neste caso, e salvo o Garrafeira 87, as diferenças, estranhamente, foram mínimas o que nos diz quer não haverá grande diferença entre a prova nos dois formatos.

Resultados da prova? Um 87 grandioso, 88 e 89 em perfeito de saúde e, de seguida, um longo período de vinhos menos conseguidos (mas com saúde), resultantes das vinhas muito novas: 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99, 2000, 01 e 02.

A partir de 2003 a qualidade volta a subir e os Reserva (que começaram em 2000) são vinhos de bom porte.

(Texto publicado na Revista Única do expresso de 23 de Janeiro de 2010)

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José Capitão Pardal

Mais uma vez está de parabéns pela iniciativa « – Castelo de », onde o Presépio é constituido por figuras com os rostos de habitantes da vila, que irá decorrer e poderá ser visto até 6 de Janeiro de 2010.

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Foto do Presépio 2008 ( )

A quarta edição do evento « – Castelo de » vai decorrer até 6 de Janeiro.

Neste âmbito vai ser possível visitar grandes símbolos do da vila .

Café | segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

O presépio de rua de tem figuras em tamanho real construídas na vila .

Este ano as imagens têm a face dos habitantes, construídas em fibra de vidro.

A inauguração do presépio, no dia 19 de Dezembro, marcou também o arranque da quarta edição do evento « – Castelo de ».

Segundo a organização, a Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte (LACE), « este ano há a possibilidade de visitar alguns dos maiores símbolos do , como a Casa da Convenção, Torre/Paço, Ermida da Misericórdia e Igreja de Nª. Sra. da Conceição ( )».

Alguns destes monumentos estão normalmente interditos ao noutras épocas do ano.

A organização vai promover, até 6 de Janeiro, visitas guiadas aos sábados, domingos e feriados a partir das 16 horas.

A LACE conta com o apoio da Junta de Freguesia de e da Câmara Municipal de .

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José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no Diário de Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

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À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.

O de que vive aos sábados na praça central da , onde se vendem “queijos, frescos, , peças de artesanato e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da região”, “ideais para observadores de pássaros”.

A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da ”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ligação” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto , the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. ’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a landowning family; Mr. ’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. ’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de tinto (duck in red wine sauce) and migas a (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the euro).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

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José Capitão Pardal

Com um convite para que se desloquem a , este fim de semana, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal  de hoje (20091030), sobre a Feira de Artes, Velharias e Antiguidades de , a ENCONTARTES.

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EncontrArtes em

O certame, que decorre até dia 01 de Novembro no parque de feiras e exposições de , promovido pelo município, junta um vasto conjunto de actividades culturais e económicas, representativas da região e do , assim como instituições da área da .

Segundo a autarquia, “este é o único evento do género que se realiza no ”, e a edição deste ano conta com mais de 60 expositores, entre artistas plásticos e antiquários.

O certame, de acordo com a autarquia, pretende agregar no mesmo espaço a venda, mostra, compra e troca de antiguidades, livros antigos, coleccionismo e artes plásticas. No certame pode ser apreciada uma “Mostra Surrealista”, com de Godinho, Firmo , Gustavo Fernandes, Luiz Morgadinho, Pedro Prata, Pedro Olaia, e Victor Lages.

O evento, segundo o município, pretende aproximar a região do resto da , em termos artísticos, tendo sido convidadas embaixadas europeias com representação em a participar na EncontrArtes, através da fotografia.
Segundo os organizadores, na denominada “Foto ”, está garantida a presença de trabalhos de fotógrafos da Bélgica, Croácia, Eslovénia, Estónia e Turquia.

Ainda no âmbito das artes plásticas, a de Évora, através do seu Departamento de Artes, vai também estar representada no certame com alguns trabalhos produzidos pelos melhores alunos finalistas do curso de artes plásticas, nomeadamente desenho, gravura, escultura e vídeo.

O certame pretende ser, segundo a autarquia, “um ponto de encontro entre associações, galeristas, artistas plásticos, coleccionadores, antiquários, alfarrabistas, críticos e outros agentes destas áreas”.

De acordo com a autarquia, a feira pretende ainda dinamizar um conjunto de sectores de actividade há muito ligados à região de , os quais geram um movimento de pessoas e bens muito apreciável, nomeadamente na feira de antiguidades e velharias que decorre aos sábados na .
(ES)

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José Capitão Pardal

O José das Dores é o novo de da e da do novo de José Socrates.

Carlos Zorrinho

O é Licenciado em e Catedrático da de Évora, Deputado e Dirigente Nacional do Socialista, tendo exercido o cargo de Coordenador do Tecnológico, na última legislatura.

Ao novo de os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.

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apresenta novos Secretários de

O primeiro-ministro José propôs hoje ao da , , uma lista de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009

Numa nota enviada à comunicação , a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro-ministro revela a proposta enviada hoje ao da , , para a nomeação de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

Há 17 novos Secretários de , 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.

Foram criadas também duas novas Secretarias de .

NOTA À COMUNICAÇÃO

O Senhor Primeiro-ministro propôs hoje a S. Exa. o da a nomeação dos seguintes Secretários de do XVIII Constitucional:

- de Adjunto do Primeiro-Ministro, Dr. José Gouveia Almeida

- de dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Titterington Gomes Cravinho

- de dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Carqueijeiro Lourtie

- de das Comunidades Portuguesas, Dr. Fernandes da

- de Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos

- de do Tesouro e , Mestre Costa Pina

- de dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- de da Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos

- de da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Leitão Marques

- da , Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de da Igualdade, Drª. Elza Henriques Deus Pais

- de da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- de Adjunto e da Interna, Dr. José Vieira Conde Rodrigues

- de da Interna, Drª. Dalila Correia Araújo Teixeira

- de da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- de da Justiça, Dr. José Garcia Correia

- de da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José de Magalhães

- de Adjunto, da Indústria e do , Mestre Fernando Medina Maciel Almeida Correia

- de do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- de do , Dr. Bernardo Amador Trindade

- de da e da , Prof. Doutor José das Dores

- de das Florestas e Rural, Eng. Pedro de Sousa Barreiro

- de das Pescas e Agricultura, Dr. Medeiros Vieira

- de Adjunto, das Públicas e das Comunicações, Dr. Jorge Oliveira de Campos

- de dos Transportes, Dr. Henrique Graça Correia da Fonseca

- de do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Rosa do Carmo Julião

- de da Segurança , Mestre Pedro Dias de Jesus Marques

- de do e da Formação Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Adjunta e da Reabilitação, Idália Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- de Adjunto e da Saúde, Dr. Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- de da Saúde, Dr. Óscar de Oliveira Gaspar

- de Adjunto e da Educação, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura

- de da Educação, Dr. José Trocado da Mata

- de da , Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- de da , Dr. Elísio Costa Summavielle

, 28 de Outubro de 2009.

A Assessoria de Imprensa

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José Capitão Pardal

não é uma Exacta!…

O recente debate sobre as Públicas iniciado pelos subscritores do Manifesto dos 28, que não concordam com o lançamento das Grandes Públicas, no actual momento da nacional, lançou o toque a rebate, para aqueles que defendem precisamente, o contrário ou seja que só com este tipo de investimentos é possível relançar a e criar o necessário à redução da , numa área que tanto tem penalizado os portugueses e que ainda não atingiu o seu pico máximo.

A existência de crises na (como aquela que estamos a atravessar) quebra a confiança dos agentes económicos  e provoca a diminuição da procura interna.

Em consequência disso, os privados reduzem a actividade.

Essa redução de actividade provoca uma redução substancial no .

Para fazer face a esta situação, entre outras medidas, torna-se essencial que a quebra do  , seja substituída por , como forma de mais rapidamente, atenuar os efeitos da no , dar confiança aos agentes económicos e relançar a actividade .

Mesmo que o início destes investimentos não seja a curto prazo, continuam a ser importantes, na fase de relançamento da actividade , que a maioria dos especialistas prevê para finais de 2010.

Outras razões existem para que estes investimentos não deixem de ser executados, como sejam: Oportunidade e Financiamento Comunitário, Ligação à para Passageiros e Mercadorias (porto de Sines), Coesão Territorial, etc..

Pelo interesse que se reveste e pela actualidade, passo a transcrever o artigo inserto no jornal “i”, de 2009/06/25, sobre este assunto:

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Economistas em pé de por causa das públicas

por Bruno Faria Lopes, Publicado em 25 de Junho de 2009

Após o manifesto dos 28, cresce a batalha de ideias entre economistas: José Reis e Nazaré lideram oposição

O debate sobre em e os caminhos para sair da não dividem apenas a classe política – entre os economistas está a ganhar forma uma batalha de ideias sobre os milhões a gastar em como o , ou o , e o rumo certo para criar empregos numa em recessão. O manifesto divulgado na semana passada por 28 economistas, a pedir ao socialista para repensar os novos grandes projectos, não tem a concordância de muitos especialistas e já há três iniciativas públicas em marcha de sentido oposto: dois contra-manifestos e um ciclo de debates proposto pela Ordem dos Economistas.

Os dois manifestos nasceram em duas universidades portuguesas: a Faculdade de de e o ISEG, em . O texto do primeiro já está pronto e foi elaborado por José Reis, catedrático de e ex- de do Ensino Superior de Guterres. Ao i, José Reis explicou que o documento se centra em questões como a criação de , ligando-a à defesa da realização das públicas.

“É um texto abrangente sobre a , não está fixado em projectos [de públicas]“, adiantou José Reis. O texto já começou a circular pelo meio académico e económico, sendo que o economista de espera reunir um conjunto de nomes credíveis à volta da sua proposta, contrária ao manifesto dos 28, cujas certezas critica: “A não é para se atirar para cima das pessoas sem a mínima discussão.”

O mesmo ponto de vista têm os promotores do segundo manifesto, todos do ISEG, em : os economistas Nazaré (ex- dos CTT e da Anacom), Mendonça e José Brandão de Brito. “O tom afirmativo e sem dúvidas do que está escrito no manifesto dos 28 é de um conjunto de pessoas que está convencido que detém a verdade e que não há contraditório”, afirmou ao i Brandão de Brito, que foi convidado e recusou subscrever por discordar de “alguns pontos”.

Nazaré avançou que já conhece os princípios do documento de , de José Reis, e explicou que a diferença está apenas na abordagem, uma vez que o foco estará menos disperso em torno das questões e mais sobre os investimentos. Para os professores do ISEG, o argumento da dí para as gerações seguintes não tem força suficiente para travar as . “Em algum momento na história não foi deixada uma boa e má herança às gerações seguintes?”, interroga Brandão de Brito, que dá os exemplos da Ponte 25 de Abril (terminou de ser paga na década de 80), o Cultural de Belém e a Ponte Vasco da Gama. “Não podemos pôr todos os investimentos no mesmo saco: estes já tinham sido discutidos e decididos por governos de cores diferentes e, no último momento, aparece um argumento a reverter tudo para a estaca zero. É preciso decidir”, acrescentou.

Este segundo manifesto está em fase de elaboração, devendo estar pronto na próxima semana – os promotores esperam reunir cerca de duas dezenas de assinaturas, com nomes credíveis e de peso na portuguesa.

Já na Ordem dos Economistas o manifesto dos 28 causou alguma perturbação e uma reacção: a direcção da Ordem decidiu promover um debate interno sobre as grandes , feito em duas sessões, – uma sobre o , outra sobre o – orientado para as questões técnicas e macroeconómicas. Os debates, que serão marcados para Julho, contarão com a presença de especialistas e não só. “Sou a favor do e do , que não devem ser adiados, mas isto é a minha opinião e não vincula a Ordem. Como bastonário vou convidar todos os 28 subscritores do manifesto para debater esta questão com os associados”, disse ao i Murteira Nabo.

Os associados têm dúvidas sobre o manifesto e a Ordem recebeu cartas de desacordo. “É positivo que se faça este debate, mas acho esquisita a maneira e momento em que o movimento apareceu, até porque o já tinha decidido adiar o ”, afirmou Murteira Nabo.

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José Capitão Pardal