MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Apesar de discordar de muitos aspectos focados pelo articulista, achei que não deixa de ser interessante o seu conteúdo, pelos que o publico para conhecimento dos meus  leitores.

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por dos Santos Queirós, DN Online de 20100719

Devemos levar a sério as acusações recíprocas dos dirigentes do e do , que se responsabilizam mutuamente pelas dificuldades da .A partir do final dos anos 80 e com a eliminação, na e no texto , das mudanças revolucionárias na propriedade e nos órgãos de , impostas pela revolução democrática de 74/75, ou seja, o desmantelamento da Reforma Agrária no , a privatização da banca e seguros e da de telecomunicações, a desnacionalização das grandes e do sector energético, a liberalização da comunicação e, sobretudo a integração do na Comunidade , cedendo a soberania do e depois do escudo, desde então, o 25 de Abril, o PCP e o esquerdismo, deixaram de poder ser culpados pelo futuro da portuguesa. O modelo ocidental de e de política ficaram plenamente reconstituídos, e em condições extremamente favoráveis, dado o afluxo de fundos comunitários e de receitas e oportunidades geradas pelas desnacionalizações.

Um quadro político original

No entanto, tal como a revolução democrática portuguesa teve características únicas, desde logo porque ocorreu tardiamente,  um século depois das revoluções democráticas burguesas, e para pôr fim à colonial prolongada,  alguns decénios após as descolonizações europeias, também a contra revolução assumiu aspectos paradoxais.

Em primeiro lugar, porque no que respeita aos direitos políticos das élites, das classes populares e da classe média das regiões rurais, dos Açores e da Madeira, o português, tradicionalmente centralista e macrocéfalo, se descentralizou, aceitando a autonomia das ilhas e ; em segundo lugar, porque foram alargados aos trabalhadores do campo os direitos laborais, embora a um nível inferior e a , a e a segurança generalizaram-se nas cidades e vilas do mundo rural e passaram a abranger todos os cidadãos.

A Lei Barreto da Reforma Agrária foi o instrumento da sua desagregação, mas a Lei de Bases do Sistema Educativo ou a Lei de Bases do Serviço de , constituiram instrumentos de progresso , que permitiram colocar o ao mais alto nível da Materno Infantil e generalizar o ensino básico e secundário.

O e o , com coligações com o CDS, são de facto os principais responsáveis por esta evolução política e, a partir de então os únicos responsáveis, pois monopolizaram todas as instâncias do poder .
Mas a década de 90 trouxe à política e uma nova fase.
A Alemanha e as potências industriais europeias deslocaram o seu para Leste e passaram a desinvestir em .

O desmantelamento do que restava da Soviética e o afastamento do PCP da linha do PCUS recolocou-o como o mais nacionalista dos partidos portugueses.

A extrema-direita portuguesa abandonou o terrorismo do ELP MDLP, mas perdeu a capacidade para controlar o CDS ou organizar partidos representativos, dispersou-se também pelo , sem, contudo, se constituir no seio destes partidos como corrente política.

Os pequenos partidos da esquerda revolucionária unificaram-se progressivamente, a maior parte dos seus dirigentes ingressou nos “partidos  burgueses” e ascendeu mesmo aos quadros superiores do mundo empresarial e do democrático; o terrorismo de esquerda, confinado a um só grupo e do qual sempre se demarcaram, desapareceu com a sua desagregação.

O percurso do , de aproximação aos programas liberais, abriu de forma cíclica espaço político para o centro e o centro esquerda, ocupados efemeramente pelo PRD  e pelo melhor sucedido Bloco de Esquerda, coligação arco íris que dissolveu as suas ideologias de origem e se organizou para a acção eleitoral, e já não para a acção política, que era o seu campo de disputa com o PCP.

Neste quadro, este partido pôde não só consolidar a sua hegemonia nas organizações das classes trabalhadoras, como recuperar influência política e base . Superou mesmo a perda do seu líder histórico, criando uma direcção renovada; mas, cumprida a etapa da “revolução democrática e ” e desaparecido o “campo socialista da URSS”, o PCP não conseguiu até agora elaborar o seu novo programa para o socialismo, tendo muita dificuldade em divulgar as suas propostas políticas imediatas e reformadoras.

O truncado

O início da década de 90 assinala o renascimento do capital financeiro em e alguns dos bancos revelaram uma dinâmica de modernidade e reconhecida internacionalmente. Mas as condições políticas de hegemonia partidária do e depois do criaram um efeito perverso: a transferência para a da banca e depois das grandes , ligadas sobretudo á e públicas, dos quadros partidários, desenvolvendo uma pesada e tentacular de influências e promiscuidade entre a elite económico-financeira e a nova elite política, enquanto o passou a funcionar como moeda de troca eleitoral, pagando carreiras, favores e oportunidades de negócio.

A civil e as públicas constituíram o principal vazadouro dos fundos comunitários e das nacionais, criando um surto de prosperidade geral que alimentou o aparecimento de um milhão de denominados “isolados” nas estatísticas nacionais, pequenos empreendedores e patrões que vivem de sub-empreitadas e da prestação de serviços ou comércio, e hoje, se vão arruinando.

Grandes de comércio e serviços cresceram e internacionalizaram-se, saturando de oferta o exíguo e exportando cada vez mais para outros países, mas tal não significou a transferência para de uma cultura técnico-científica e de gestão mais avançadas, de que carece a de micro, pequenas e médias , sendo que estas constituem a base da nossa e do e estão, na maior parte dos casos, fora do círculo de poder e dos financiamentos subsidiados pelo .

Nasce o paradoxo de, o discurso político que mais defende o e a redução das funções do corresponder de facto à utilização do , ao nível , e local, para garantir contratos, apoios e negócios.
Quando os escândalos rebentam, o aparelho judicial, mal apetrechado de quadros e recursos e servido por leis de malha grossa, feitas pelos deputados e daqueles partidos, torna-se o bode expiatório da má gestão política.

cego

Como no “Ensaio sobre a Cegueira” de Saramago, quando o mundo descobre a existência de um novo capital financeiro, sem qualquer ção à produção e fora do controle dos estados, protegido pelos paraísos ficais, não só de obscuras ilhas tropicais, mas da respeitável Suíça, do Luxemburgo, do Lichenstein, de Gibraltar ou da Madeira  e que utiliza a própria banca para especular sobre o imobiliário, alimentar e dos produtos energéticos e financeiros; quando os EUA, à beira do colapso financeiro mas intransigentes na imposição do dólar como moeda padrão, elegem Obama e tomam medidas de intervenção no , quando ampliam o sistema de e a função do ; quando o planeta respira de alívio, porque as nacionais da Popular da China, do , da Índia e mesmo da Rússia, sustêm a queda da capitalista e impulsionam a retoma , continuando a crescer e a permitir ao capital estrangeiro reinvestir e reproduzir-se; quando os conservadores ingleses ou franceses proclamam o como a única barreira eficaz contra a decomposição e a desordem … em , o primeiro-ministro e o provável sucessor da oposição, disputam ferozmente o poder de continuar a fazer política exactamente ao contrário dos sinais do tempo. E não estão sós, Bruxelas, liderada por um português, proclama igualmente as receitas do liberalismo sem pátria, e o primado das sobre a política.

Forçoso é dizer que nenhum partido, nenhum líder português, tem hoje capacidade para mudar este de coisas. Nem as direcções dos partidos têm soluções, nem os seus líderes estão particularmente bem preparados para as construir: em comum, as novas lideranças caracterizam-se hoje por um baixo nível académico e de cultura científica e a ausência de um pensamento político próprio.

As dificuldades do mundo empresarial não são menores: a concorrência é esmagadora e, tal como no da liderança política, a preparação académica, formação superior e cultura científica não fazem parte do currículo de mais de 90% dos empresários, nem as suas associações manifestam sequer o reconhecimento da existência deste problema incontornável e o imperativo de o ultrapassar. A necessidade de qualificar o sistema produtivo é transferida para os seus trabalhadores e a e a pública são os alvos da crítica.

Não há alternativa?

Sabemos apenas aquilo que não queremos e que não podemos suportar mais.
não é um de brandos costumes e o que caracteriza o seu povo é uma grande capacidade de sofrimento. O exército americano, líder em tecnologia e recompensas financeiras, não aguentaria 1 ano de em África nas condições em que os nossos militares suportaram 13 anos.

Nem a nem a Alemanha encontraram trabalhadores mais disciplinados no esforço de reconstrução e de produção industrial.

Quando o sofrimento se torna insuportável, nasce a revolta ou sobrevém a inacção. Gomes da Costa marchou entre o aplauso das elites, os capitães de Abril, entre alas do povo.

Assistimos na última década ao enfraquecimento moral e ético da acção popular: depois da campanha e de apoio à independência de Timor Leste, que teve impacto no Mundo,  o movimento popular foi reorientado para o futebol de alto nível ( recordam-se de quem chefiou a candidatura ao 2004?), como os cidadãos romanos eram convocados para assistir aos espectáculos do Circo. Indiferente aos salários em atraso de milhares de jogadores profissionais e semi-profissionais de todos os escalões; indiferente ao esbanjamento dos fundos do e municípios em 10 estádios ( o de Leiria foi orçamentado em 19 Milhões, custou 100 milhões e ainda custa 4 milhões ano, recursos que dariam para fazer na Região Centro de , onde não há nenhum,  3 aeroportos regionais de proximidade); o povo aplaude…

Face aos resultados negativos da gestão da maior parte dos municípios e dos governos das regiões autónomas, o voto popular continua a premiar os que gastam mais do que podem e devem, mesmo que tal signifique um futuro de ruína geral.

“Menos e melhor ”, é a mensagem das elites, mas nada significa. e públicas e privadas bem ou mal geridas, eis o problema, em qualquer regime ou .

Ou melhor, num a envelhecer, fará de nós uma nação que não será para os mais velhos. E expulsará para a e a América uma nova geração de jovens emigrantes, licenciados e empreendedores.

Fará crescer a marginalidade e a corrupção generalizadas.

Apesar da lição contemporânea dos professores, que foram capazes de superar divisões e preconceitos, ocupando o lugar das vanguardas burguesas e operárias que agiam em defesa, não apenas dos seus interesses de classe, mas do que consideravam causa pública e , estaremos condenados à perda irreparável da solidariedade laboral, da família plurigeracional, dos laços ampliados de família e de naturalidade, da vizinhança, do convívio multiétnico.

Aumentará a pobreza geral e a indigência moral e ética das elites.

Quando se chega a este ponto. É preciso dizer não:

Negando o voto favorável, o aplauso e a nossa própria indiferença.
Diremos não à entrega da soberania do mar português à Comunidade , que representa mais de 50% do território marítimo da comunitária, previsto no projecto de Constituição e no Tratado Europeu de , factura oculta de todos os fundos comunitários.

Dizendo não à protecção de um capital financeiro sem pátria nem moral, nem .

Diremos não a um que não seja para os jovens e a velhice, que é de todos e virá.

Dizendo não à agonia do mundo rural, reserva ecologia, de água potável e alimentos, sumidouro do carbono.

Diremos não à participação das forças armadas portuguesas em qualquer missão que não seja de paz.

Dizendo não ao abandono dos laços de intercâmbio e cooperação com os povos de , que combateram connosco no século XIX em defesa da independência e connosco suportaram os combates pela moderna e, não hesitaremos no da cooperação e entreajuda com os estados e povos irmãos do e da África.

Diremos não a um que não proteja a maternidade ao mesmo tempo que acolhe os novos emigrantes.

Dizendo não a uma comunicação que não apoie a e a cultura pluralistas.

Diremos não ao dogma, liberal ou socialista, ao desprezo pelo novo pensamento político que transformou a China Popular um só com dois sistemas, pacífico e unificador de 56 nacionalidades, que fez do e da Índia, neocolonizados e empobrecidos, potências democráticas emergentes, que ressurge na América Latina como projecto para realizar os velhos sonhos de liberdade e progresso.

E voltaremos a militar nos partidos, a apoiar os líderes e a ler os jornais, que sejam os protagonistas desta esperança.

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José Capitão Pardal

Sem comentários junto informação do do

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2010-06-25

O vai criar linhas de com os fundos do para favorecer «o modernizador e a iniciativa , o e a coesão», anunciou o Primeiro-Ministro José no debate quinzenal do parlamento.
Vai abrir uma nova linha prioritária de para requalificação das escolas do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, no valor de 100 milhões de euros.
Vai lançar «uma nova linha de crédito, no valor de 700 milhões de euros, para apoiar as (…) com projectos já aprovados e contratualizados» que tenham dificuldades em realizar o devido à «situação do e do crédito»: são abrangidas «mais de 3100 , com projectos de superiores a 3400 milhões de euros e gerando 9700 postos de trabalho».
Vai, ainda, criar dois novos concursos «para financiar novos projectos de internacionalização de e projectos de e » no valor de 150 milhões de euros.
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José Capitão Pardal


Dá que pensar, mas não é totalmente improvável!…

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In “ e ”, de 20100604

A notícia de hoje, “Taxas de juro podem subir mesmo com o desemprego em níveis elevados“, está ajustada à realidade americana mas não é um cenário totalmente improvável para e para .

Deve-nos fazer reflectir, tanto ao nível macroeconómico quanto ao nível familiar.

Neste momento, na , vão-se acumulando indicadores de que os preços estão a retomar a tendência ascendente, registando a taxa de inflação valores claramente positivos em quase todos os países ( ainda é uma excepção).

As taxas de juro de referência do Banco Europeu permanecem estáveis há longos meses ainda que, devido, em particular, à inevitável degradação das contas públicas em vários países, após o período de salvamento do sistema financeiro (que se mantem muito fragilizado), o preço do dinheiro no interbancário (Euribor) está a subir à medida que aumenta o grau de desconfiança e/ou a percepção do grau de endividamento de quem vai ao pedir dinheiro.

Simultaneamente, não é ainda claro que impacto as medidas de auxílio aos países mais endividados e/ou sobre os quais recai uma maior grau de desconfiança dos mercados, poderão ser no estímulo ao aumento dos preços, temendo-se que não sejam inócuas.

O desemprego continua a aumentar, estando entre os países mais afectados.

Quanto ao  é inevitável a manutenção de um nível de fiscalidade mais elevado, não sendo ainda claro quão ambiciosa será a eternamente adiada reforma do sistema financeiro ao nível de regulação.

Finalmente, o prossegue quase sem interrupção, a sua desvalorização face à dólar e a algumas outras moedas internacionais.

Para , o cenário de baixas taxas de juro, deflação local e desvalorização do não é de todo um mau enquadramento. É até particularmente virtuoso para que se dediquem a colocar os seus produtos e serviços no estrangeiro, fora da .

A nível do interno europeu as vantagens diluem-se (o efeito de ganho de competitividade por via cambial desaparece) contudo, é seguramente preferível a um cenário de crescimento moderado ou rápido das taxas de juro particularmente SE este período estiver a ser utilizado para, na medida do possível, as e famílias emendarem a mão, reduzindo ou reestruturando a sua dí e preparando os seus orçamento e planos de futuro para uma nova realidade de juros mais elevados e de impostos mais elevados.

Não há contudo garantias de que este cenário se mantenha ou sequer de que a possa controlar o cenário macroeconómico futuro.

Se os EUA começarem a subir as taxas de juro, se a tensão inflacionista se acentuar na , se porventura o resto do mundo mantiver ritmos de crescimento elevados e for reforçando o seu consumo a nível energético podemos ter um cenário futuro dramático: mais impostos, maiores dificuldades em suportar a dí contraída, encarecimento drástico do custo da (que poderá depender menos da evolução cambial do como até aqui), mais dificuldades de competitividade a nível e manutenção de taxas de desemprego elevadas.

Não é impossível um alinhamento desastroso dos astros económico para o espaço Europeu.

O que fazer?

Mais do que discutir as opções macroeconómicas e de regulação supranacional que estão hoje na ordem do dia, ou mesmo mais do que discutir localmente a política do , olhamos para dentro de cada agregado familiar.

Se se quer ajudar no futuro, deixa de se endividar, reduza mesmo a dí que tem e não fique por aqui: poupe! E, se puder, procure aumentar o seu rendimento familiar, seja por via de rendimentos financeiros, seja porque passa a produzir algo que antes contratava: seja a proverbial horta ou a pintura da casa, a bricolage básica, ou a bela refeição em casa. Imagine desde já que as taxas de juro de referência para eventuais empréstimos estão nos 5% e não a rondar 1% e actue de acordo com essa perspectiva.

Numa muito aberta ao exterior, muito dependente do consumo interno centrado em importações e em que o sector dos bens não transaccionáveis (aqueles sobre os quais é difícil ou impossível que haja concorrência sobre eles) se apresentam hiperdimensionados, subprodutivos e alguns sobre remunerados ainda com generosas margens de lucro, da perspectiva familiar, reduzir o consumo de importações não produtivas mas também de serviços e bens não transaccionáveis é um ganho duplo.

 Torne a sua família solúvel no cenário futuro provável de subida das taxas de juro, de impostos e do preço dos combustíveis.

Se por ventura trabalha num sector potencialmente mais afectado pela queda do consumo que se perspectiva, considere em acréscimo o risco de perda de e/ou de rendimento.

Se depois de ler este texto e de fazer as suas contas não consegue ver como poderá resistir a ele caso se venha a confirmar, pense seriamente em  fazer alterações drásticas como sejam, livrar-se de algum dos créditos mais pesados que têm, algo que será seguramente mais fácil agora do que daqui a algum tempo caso se confirme a subida das taxas de juro. Livre-se do carro se não for vital para o seu rendimento.

Mude para uma casa mais pequena, coloque os filhos no ensino se isso for opção, recorra mais aos serviços públicos que ajuda a pagar, enfim, só para a morte não há solução.

Recorde-se daquilo porque terá passado há bem pouco tempo, durante o curto período em que tivemos juros altos, combustíveis altos  e não se esqueça que o que aí vem poderá ser bem menos temporário e mais grave no sentido em que existirá maior risco de perda de e menor capacidade do em o auxiliar.

Terminamos com uma última palavra, os cenários aqui referidos não são garantidos, felizmente, podemos estar redondamente enganados. Ou não.

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José Capitão Pardal

Mais um passo foi dado na implementação da linha de , , com a aprovação da minuta do contrato de concessão do troço Poceirão – Caia.

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2010-04-15  in “ do

logo GovernoO Conselho de Ministros de 15 de Abril aprovou a minuta do contrato de concessão, por 40 anos, do projecto, , financiamento, manutenção e de disponibilização, do troco Poceirão-Caia, integrado na ção ferroviária de entre e . Esta decisão é um passo fundamental na concretização da de ferroviária (RAVE) e da ção entre o marítimo de Sines e as linhas ferroviárias estrangeiras, assim como se tornara num eixo essencial ao transporte de mercadorias de para a . A RAVE terá impactos significativos na , no , na capacidade das portuguesas concorrerem no .

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José Capitão Pardal

 do  - Medidas de apoio ao  em 2010.
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As novas medidas vêm reforçar as já aplicadas no ano passado, relativamente aos incentivos à inserção de jovens no de trabalho, à criação de e ao combate ao desemprego.
 
Apoios à contratação de jovens, desempregados e públicos específicosSão atribuídos apoios à entidade empregadora que celebre:

Foi recentemente publicado no da um conjunto de medidas de apoio ao para aplicar aos contratos com início no decurso de 2010 (ver legislação na página 10).

 - contrato de trabalho sem termo com jovem à procura do primeiro (até aos 35 anos de idade, inclusive);

- contrato de trabalho sem termo com desempregado inscrito em centro de há mais de 6 meses;

- contrato de trabalho com beneficiário do rendimento de inserção (RSI), com ex-toxicodependente ou com ex-recluso, desempregados há 2 ou mais anos;

- contrato de trabalho com beneficiário de pensão de invalidez.

Para as contratações referentes às duas primeiras situações, os apoios concedidos consistem, em alternativa, numa das seguintes modalidades:

- isenção do pagamento das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora, pelo período de 36 meses;

- apoio directo no montante de 2500 euros, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora, pelo período de 24 meses.

Por seu lado, para as duas últimas situações acima indicadas, os apoios concedidos consistem, em alternativa, numa das seguintes modalidades:

- nas situações de celebração de contrato de trabalho sem termo, apoio directo no montante de 4000 euros, cumulativamente com a isenção do pagamento das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora durante o período de 36 meses;

- nas situações de celebração de contrato de trabalho a termo, redução de 65 % das contribuições para a segurança a cargo da entidade empregadora, durante a vigência do primeiro ano do contrato, e redução de 80 % nos anos seguintes.

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José Capitão Pardal

Por ter achado muito interessante o texto de Praveen Gupta sobre e Empreendedorismo achei que o deveria divulgar, no meu Blog, para que os meus leitores possam usufruir de conceitos, muitas vezes arredados da gestão dos nossos agentes económicos.

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Ao examinar a minha colecção de livros sobre inova­ção, encontrei o livro “ e Empreendedorismo”, de Peter Drucker.

Este livro teve a sua primeira edição em 1986! Drucker era verdadeiramente um visionário. É interessante verificar a forma como distinguiu os dois conceitos. A maioria das Universidades e Escolas de Negócios continuam a ter mais cursos de Empre­endedorismo do que de .

Questiono-me se o Empreendedorismo consegue ser sustentado sem a .

A parte principal do trabalho de Drucker sobre inova­ção foi publicada em meados dos anos oitenta e focou-se nas fontes de .

Ele identificou sete fontes de :

1. O inesperado;

2. Incongruências;

3. Necessidade de pensamento;

4. Estruturas de indústria e de ;

5. Demografia;

6. Mudança de percepções;

7. Novo conhecimento.

O leitor sente-se encorajado a aprender mais sobre as fontes de .

É impressionante o facto de Dru­cker ter tentado entender o processo de nos anos oitenta. Identificou uma série de coisas a fazer e de coisas a não fazer.

A fazer:

1. A planeada começa com a análise de oportunidades;

2. A é tanto conceptual como perceptual;

3. Para ser eficiente, a tem de ser simples e direccionada;

4. eficiente começa com pequenos passos;

5. Uma bem sucedida visa a liderança.

A não fazer:

1. Não pense que sabe mais do que os outros;

2. Não diversifique, não perca o rumo e não tente fa­zer demasiadas tarefas de uma só vez;

3. Não tente inovar para o futuro. Inove para o pre­sente!

Partilhe a sua lista connosco. Todos beneficiaremos.

Gostaria de partilhar a minha experiência pessoal com Peter Drucker, que demonstrou a sua vivacida­de e grandiosidade até ao fim.

Enviei uma cópia do meu livro “Business Innovation in the 21st Century” a Drucker e a dois outros famosos consultores para conseguir a sua bênção.

Drucker enviou, em menos de 24 horas, uma resposta encorajadora na sua carac­terística letra tremida.

Ele foi realmente uma pessoa fantástica!

Praveen Gupta

Peter Drucker

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José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no de Notícias Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

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31131187

À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.

O de que vive aos sábados na praça da , onde se vendem “queijos, frescos, vinho, peças de artesanato local e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da região”, “ideais para observadores de pássaros”.

A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o vinho une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da ”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ção” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the local breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a local landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant local resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio Marquês de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, local crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from local trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite local fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de vinho tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the ).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

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José Capitão Pardal

Qui, 5/11/2009
Mais um artigo interessante do Prof. , que tomo a liberdade de publicar sem mais comentários.
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2009/10/16 10:59

Carlos Zorrinho

O colóquio sobre em produtos tradicionais, promovido em conjunto pelo Gabinete do e pela COTEC foi um dos momentos altos da recente Mostra .

O conceito de é novo, potente, muito visível, mas ainda pouco maduro.

No que diz respeito à em produtos tradicionais ainda é maior a fluidez e a necessidade de consolidação de ideias e boas práticas.

Neste contexto, a apresentação pública de quatro casos de sucesso como a Derovo, a Felmica, a Salsa e a Frulact, permitiu identificar algumas linhas comuns que fizeram a diferença e podem ser de enorme utilidade para quem quer inovar e vencer, vendendo para o mundo aquilo que faz parte da tradição da nossa .

Em primeiro lugar a nos produtos tradicionais não resulta por norma do acaso ou duma invenção inesperada, mas decorre antes da identificação duma oportunidade de e da consequente persistência no do produto e da para lhe dar resposta.

Em segundo lugar a nos produtos tradicionais não dispensa o uso de ferramentas e métodos de fronteira tecnológica. Nestes segmentos, o produto é tradicional, mas a forma de o produzir e distribuir não tem que o ser e normalmente não é.

Finalmente a tradicional exige para ser bem sucedida um grau de ambição e uma atitude de excepção. Os casos apresentados no seminário são notáveis e excepcionais.

A situação ideal é que deixem de o ser e se tornem exemplos normais no meio de muitos similares, mas nesta fase de impulso da nossa , a excelência na atitude é determinante.

Os programas de apoio à modernização e à internacionalização das portuguesas e em particular das PME, inseridos no COMPETE, são alavancas fundamentais para o sucesso da em produtos tradicionais.

As citadas neste artigo recorreram a eles, não como um ponto de partida, mas como um instrumento e uma componente do pacote de viabilização.

É esse o trajecto que conduz ao êxito.

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José Capitão Pardal

Estão abertos desde o dia 12 de Agosto quatro novos concursos de candidaturas aos Sistemas de Incentivos às do . 

Todos estes concursos integram-se nos Programas de Valorização de Recursos Endógenos, designados por PROVERE.No âmbito do Sistema de Incentivos à Qualificação de PME foram, por sua vez, abertos concursos para Projectos Individuais e de Cooperação e para Projectos Conjuntos, que deverão visar a promoção da competitividade das PME, designadamente a sua capacidade de resposta e presença activa no , mediante a utilização de factores dinâmicos de competitividade e, no caso dos Projectos Conjuntos, do de um programa estruturado de intervenção num conjunto de PME.

O prazo de candidatura a estes concursos decorre até ao dia 13 de Outubro de 2009

In Newsletter nº 7, de 20090908, da “


José Capitão Pardal