


O ministério da Economia vai criar um novo modelo de contratualização com as agências regionais de promoção turística, que deverá entrar em vigor a partir de 2011, anunciou hoje o secretário de Estado Carlos Zorrinho.
No âmbito das medidas de promoção e de estímulo à procura do destino Portugal, o novo modelo, “mais eficaz e mais adequado à realidade”, irá substituir o atual, que “vigorou entre 2006 e 2009 e foi prorrogado por mais um ano”, explicou.
O secretário de Estado da Energia e da Inovação, em representação do ministro da Economia, Vieira da Silva, falava na sessão de encerramento do 1.º Congresso de Turismo do Alentejo, que terminou hoje, em Beja, e cuja próxima edição vai decorrer em março de 2011, em Tróia, no litoral alentejano.
Na sua intervenção, Ceia da Silva, presidente da Turismo do Alentejo, organizadora do congresso, pediu ao Governo para “agilizar” e “mudar os regulamentos” do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).
“Não percebo como é que o QREN não é agilizado e colocado ao dispor da revitalização da economia nacional”, disse, sublinhando que “não entende” como é que regulamento específico Promoção e Capacitação Institucional “só abriu este ano e com verbas irrisórias”.
Em resposta a Ceia da Silva, Carlos Zorrinho disse que o Governo está a fazer um “esforço titânico” para que o QREN “seja um instrumento mais ágil e próximo das necessidades da economia”.
“O QREN foi desenhado para um contexto económico completamente diferente e ninguém podia prever as dificuldades de cofinanciamento que entretanto surgiram”, justificou.
Ceia da Silva criticou o regulamento dos empreendimentos turísticos em Portugal, revisto em 2009, lamentando que “as entidades regionais de turismo, que são responsáveis pela promoção dos territórios, não tenham uma única intervenção no processo de licenciamento das unidades de alojamento”.
“A legislação tem que ser modificada e as entidades regionais de turismo têm que ter uma palavra a dizer em relação aos empreendimentos turísticos da sua região”, defendeu.
Ceia da Silva lançou ainda o repto ao Governo para transformar “num grande congresso de turismo nacional” o Congresso de Turismo do Alentejo, que “é um dos maiores senão o maior congresso de turismo que se realiza em Portugal”.
“Concordo com a ideia de se realizar um grande congresso de turismo em Portugal.
Se nós [Turismo do Alentejo] já realizamos este, pois que este seja o grande congresso de turismo que se realize em Portugal”, sugeriu.
A sessão de encerramento contou também com a participação do ministro da Agricultura, António Serrano, que defendeu que “não pode haver desenvolvimento turístico sem uma parceria estratégica com a agricultura”.
“A ligação entre o potencial agrícola do país e a promoção turística não pode ser descorada”, defendeu António Serrano, sublinhando que “todas as atividades complementares” ao trabalho do agricultor, como o turismo rural, o enoturismo e a gastronomia, “são fontes de atracão turística”.
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José Capitão Pardal
Este artigo tem como fim alertar os proprietários dos estabelecimentos hoteleiros para a necessidade de durante este ano pedirem a actualização da classificação dos seus hotéis, residenciais, pensões, etc.
HARDMUSICA – 2010/03/02

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Estes requisitos fazem parte de uma lista de 139 em que se baseará a reclassificação dos empreendimentos turísticos, neste caso os estabelecimentos hoteleiros, que poderão ter uma a cinco estrelas, consoante a classificação obtida nesta tabela.
A reclassificação dos empreendimentos turísticos resulta de uma legislação de 2008 (Decreto-Lei nº 39/2008), a qual determina que todos têm de ter uma nova designação, até ao final deste ano, a qual é atribuída pelo Turismo e Portugal.
Em relação aos estabelecimentos hoteleiros, a tabela de classificação aborda as características das instalações, do equipamento e imobiliário, do serviço, lazer, qualidade ambiental e urbanística.
Certas características são opcionais ou obrigatórias, consoante o número de estrelas dos estabelecimentos hoteleiros.
De acordo com a tabela, fica-se a saber que, para obter cinco estrelas, o estabelecimento hoteleiro tem de ter obrigatoriamente duas suites, um cofre na unidade do alojamento, secador de cabelo e roupão, kits na casa de banho superiores, com escova e pasta de dentes, lâmina e gel de barbear, lima de unhas e algodão de limpeza e acesso à Internet em banda larga nas unidades de alojamento.
O serviço num estabelecimento hoteleiro de cinco estrelas também presenteia os clientes com mordomias obrigatórias, como serviço de verificação de quartos para a noite, com abertura de cama, troca de toalhas e limpeza, um pequeno almoço “a-la-carte” nos quartos, um porteiro, um serviço de “valet parking” e de transporte de bagagens.
Os aldeamentos turísticos também têm uma tabela própria, com 110 requisitos, da qual resulta a sua classificação nas categorias de três a cinco estrelas.
Os estabelecimentos com mais estrelas têm de ter determinadas características, como casa de banho privativa, cofre na unidade de alojamento e acesso à Internet em banda larga nas unidades de alojamento.
Com cinco estrelas, os aldeamentos turísticos têm de garantir a limpeza e arrumação diária das unidades de alojamento, mudança diária de toalhas a pedido do cliente, bem como mudança de roupa a pedido do cliente.
Existe ainda uma tabela para os apartamentos turísticos, com 109 requisitos, que classifica estes estabelecimentos com três, quatro ou cinco estrelas.
Dos mais de 2000 empreendimentos turísticos que operam em Portugal, apenas 156 já obtiveram a sua reclassificação ao abrigo da nova lei, obrigatória até ao final do ano e que irá terminar com tipologias como motéis, pensões, estalagens ou albergarias.
A nova legislação foi publicada há dois anos (07 de Março de 2008) e definiu um novo regime jurídico para reclassificar os empreendimentos turísticos.
Esta reclassificação reduz a quantidade de tipologias, acabando com pensões, estalagens, albergarias e motéis que passam a “estabelecimentos hoteleiros” ou, quando não respeitem os requisitos necessários, a “alojamento local”.
Para tal, os operadores têm de submeter o seu pedido de reclassificação ao Turismo de Portugal (IT) que, até ao momento, recebeu 294 pedidos de reconversão e de classificação ao abrigo da nova lei, segundo fonte deste organismo do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento.
Destes pedidos, 156 já tiveram resposta positiva e, segundo fonte do IT, “têm sido muito poucos os casos de empreendimentos que não conseguem reconverter-se em empreendimentos turísticos”, não existindo mais de seis casos, até porque “a intenção do legislador foi a de abarcar a realidade existente”.
Os empreendimentos são os mesmos, mas, a partir de Janeiro do próximo ano, terão de estar integrados como estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos (“resorts”), empreendimentos de turismo de habitação, empreendimentos de turismo no espaço rural, parques de campismo e de caravanismo e empreendimentos de turismo da natureza.
A nova lei veio ainda criar a classificação de “alojamento local”, na qual se incluem “as moradias, apartamentos e estabelecimentos de hospedagem que, dispondo de autorização de utilização, prestem serviços de alojamento temporário, mediante remuneração, mas não reúnam os requisitos para serem considerados empreendimentos turísticos”.
Estes estabelecimentos – que têm de estar registados nas câmaras municipais – devem, contudo, “respeitar os requisitos mínimos de segurança e higiene”.
A mudança no sector reflectiu-se, para já, na publicação de vária legislação: dois decretos-lei e uma portaria. O prazo para a reconversão dos empreendimentos turísticos foi alargado para o final deste ano – inicialmente, o processo tinha de estar concluído no último dia de 2009 – e as taxas de reconversão deixaram de ter custos.
Esta reclassificação é obrigatória, estando previsto um conjunto de contra-ordenações entre os 100 e os 44 891 euros para os incumpridores.
Estão igualmente definidas sanções acessórias que, nos casos mais graves – empreendimentos ou instalações onde são prestados serviços de alojamento turístico sem título válido -, podem resultar no encerramento, pelo prazo máximo de dois anos.
Dados da Associação dos Hotéis de Portugal (AHP) indicam que existem 2028 operadores turísticos, os quais asseguram 117 565 quartos e 264 037 camas.
(ES)
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José Capitão Pardal

Foto Hoy (Imagen virtual de cómo se prevé que sea la refinería)
Unos ven el proyecto como una oportunidad única para la región, otros como un atentado ecológico.
José Capitão Pardal
Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de Estremoz, deixo-vos a notícia inserta no Portal do Governo, de 20100105.

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O Ministério da Educação criou a Comissão de Acompanhamento do Programa Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das escolas e dos agrupamentos envolvidos no referido programa.
Compete ainda a esta comissão garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de educação, bem como a articulação entre as escolas e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.
O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo Centro de Estudos em Desenvolvimento Humano da Universidade Católica do Porto, enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.
No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) definir o centro de investigação que deve assegurar o acompanhamento científico.
Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Programa Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou escola e, ainda, na apresentação de um relatório global, de âmbito nacional, a elaborar pela Comissão de Acompanhamento.
A Comissão de Acompanhamento do Programa Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director regional de Educação do Alentejo e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de Escolas do Campo Aberto (projecto Fénix), dois representantes da Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz (projecto Turma Mais) e um representante da direcção regional de educação da área de intervenção da escola.
O Programa Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao desenvolvimento de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.
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José Capitão Pardal
Sem comentários deixo-vos a notícia inserta no site Hardmusica de hoje (20091222).
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O contrato de investimento de 50 milhões de euros, com uma comparticipação estatal de 20 milhões de euros, será assinado entre o AICEP-Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, e a SAIP- Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações com a presença do ministro da Economia, Vieira da Silva, afirmou à Lusa fonte oficial do Ministério da Economia.
Esta primeira fase do Parque Alqueva, que é o maior investimento turístico a realizar no Alentejo nas próximas décadas, está já em construção e vai ser constituída por um hotel, com 250 camas, por um Wine Club e por um campo de golfe na Herdade do Roncão d’El Rei.
Espera-se que este primeiro projecto esteja concluído no primeiro trimestre de 2012, disse à Lusa fonte da SAIP, que, no entanto, remeteu para segunda-feira pormenores mais detalhados sobre os projectos para as duas restantes herdades que constituem o Parque Alqueva.
Fonte da SAIP tinha afirmado à Lusa recentemente que a sociedade pretendia investir perto de 1.000 milhões de euros na concretização do projecto turístico.
O projecto do Parque Alqueva foi classificado pelo Governo como de Potencial Interesse Nacional (PIN).
Dia 21 serão ainda inauguradas as instalações do Turismo Terras do Grande Lago Alqueva, pólo de desenvolvimento turístico que tem por missão valorizar as terras do grande lago Alqueva e fazer o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos
(ES)
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José Capitão Pardal
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Manifesto pela Criatividade e Colaboração é escrito por dezenas de agentes de vários graus de ensino e teve mais de 1.000 edições nas primeiras 48 horasPaulo Querido 9/11/2009
Levar as pessoas a pensar que a “revolução” a fazer nas escolas não passa tanto pela tecnologia mas pelo uso criativo, interdisciplinar e colaborativo que este potencia, é a razão de ser do Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas — um documento que está a ser escrito a várias mãos e que nas primeiras 48 horas teve mais de 1.000 edições.
O documento partiu de um professor, João Lima, que utilizou para a divulgação exclusivamente a rede de microblogging Twitter e a sua sala de aula. Está fixado um prazo limite, findo o qual João Lima procurará a publicação pelo Ministério da Educação e a distribuição pelas escolas — como revelou em entrevista a Diário2, reproduzida abaixo.
O Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas é escrito “colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2.0 no contexto educativo actual“, lê-se na sua abertura.
João Lima: um passo de cada vez, tudo é possível
Diário 2: O João Lima é professor onde? Idade, interesse pela web 2.0 desde quando?
João Lima: Sou professor do Ensino Básico e Secundário mas este projecto começou no âmbito das minhas funções como Formador do Centro de Formação de Professores de Cascais. Tenho 35 anos e o meu interesse no uso das ferramentas da Web 2.0 vem desde há muitos anos.
P.: Porque decidiu criar este documento partilhado?
R.: Este documento tem como autores eu e mais 24 formandos do curso Comunidades Virtuais de Aprendizagem: A Internet e o Ensino da História – CVAHist09 e foi com o objectivo de demonstrar o “poder” do trabalho colaborativo que o Google Docs permite que lancei o desafio aos formandos. Logo pensei que se fizesse o alargamento à comunidade externa ao curso muito este documento podia ter a ganhar e assim o foi. Tornei o documento público e passou a ter “indefinido” numero de autores e participantes. A razão por detrás deste documento é a de fazer pensar que a “revolução” a fazer nas escolas não passa tanto pela tecnologia mas pelo uso criativo e interdisciplinar e colaborativo que este potencia.
P.: Quando é que começou?
R.: Começou no dia 3 de Novembro. Incrível não é? Que em menos de 48 horas quase 20 pessoas e mais de 1000 edições foram-se juntando e foram realizadas?
P.: Dispondo de outras formas editoriais indicadas para o trabalho colaborativo, como os wikis, porque optou por um google doc?
R.: Primeiro influenciado pela ideia e prática do projecto A Vision of Students Today (ver video no final deste artigo). Depois porque queria ver até que ponto quem tanto fala de colaboração realmente o fazia quando confrontado com um desafio. De facto vemos muita partilha e pouca colaboração. Queria mudar essa ideia e essa prática. O Google Docs permite uma edição simples, rápida, sem registos e coisas que limitam a participação. Por outro lado permite a auto-regulação livre para a criação de um documento deste tipo o que é fundamental para cada um dos participantes ter a liberdade que quer para expressar o seu ponto de vista.
P.: Como está a ser feita a divulgação pelos pontenciais autores?
R.: Estou a usar o Twitter. Só.
P.: Já tem uma metodologia para a pretendida distribuição pelas escolas?
R.: Sim. Se o documento final tiver uma relevância de excelência como acredito que vá ter, aposto numa publicação pelo Ministério da Educação, para além de ser transformado numa página Wiki para ter a natural evolução com a disseminação que poderá vir a ter. Para além disso penso que poderá resultar num trabalho de preparação para um guia de formação de professores que pode envolver alguns dos autores para a elaboração de um programa nacionalmente difundido e implementado. Um passo de cada vez, tudo é possível.
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José Capitão Pardal
Sem comentários aqui vos deixo a notícia inserta no jornal extremenho “El Periódico” Online de 20091112.
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Veinte compañías y sociedades trabajan ya en las nuevas instalaciones de la antigua Escuela de ITI, en Badajoz.
Vara explica que servirá para crear empleo en nuevos sectores económicos con futuro, y que pedirá resultados.

12/11/2009 F. LEON
Foto:S. GARCIA
Las empresas de la región que desarrollen líneas de investigación en innovación y desarrollo ya disponen de una infraestructura que ofrece equipamiento, asesoramiento y acceso a otros recursos para hacer que sus productos y sus servicios sean más competitivos en el mercado. Ello es posible con la puesta en la marcha del Parque Científico Tecnológico de Extremadura (PCTEx), cuya sede provisional en Badajoz inauguró ayer el presidente de la Junta, Guillermo Fernández Vara, con el rector de la Uex, Francisco Duque, y el alcalde de Badajoz, Miguel Celdrán, entre otras autoridades y más de un centenar de invitados del mundo empresarial y la universidad.
Una veintena de empresas se encuentran ya ubicadas en el PCTEx, que se ubica en el edificio rehabilitado de la antigua Escuela de Ingenieros Industriales, en Huerta Rosales. Un equipo de siete personas, dirigido por Antonio Verde –director general–, lleva meses trabajando con las sociedades y entidades dedicas al desarrollo de procesos de i+D+I, radicadas en este nuevo espacio, con el fin de lograr que la transferencia de conocimiento y resultados de la investigación sean efectivas y lleguen al mercado.
NUEVA ECONOMIA El PCTEx nace también con el objetivo de apoyar la creación de nuevas empresas innovadoras y promover una cultura de la innovación tecnológica y la gestión del conocimiento que fomenten el conocimiento mutuo y la colaboración entre investigadores y empresas. Además de contribuir al desarrollo de una nueva economía con futuro en la región.
El parque, lejos de nacer con un planteamiento generalista, presta atención a sectores empresariales que le permitirán adquirir una identidad y ligarlo a un mercado potencial claramente diferenciado.
Nace el PCTEx con la idea de potenciar la creación de sinergias entre las entidades presentes en él. Esos sectores son los de energías renovables, biomedicina, tecnología de la información y la comunicación, agroalimentación, gestión de recursos naturales y servicios avanzados a la empresa.
TRES AREAS Antonio Verde los aglutinó en tres áreas: energía (renovables), suelo (campo e industria agroalimentaria) y personas (tecnología, cultura, ocio y turismo), trabajando todos ellos con “tejido, talento y capital”, dijo.
Se trata, como señaló el director general del PCTEx, de un único parque con dos sedes, en Cáceres y Badajoz, para las que se prevé una inversión de 12 millones de euros, con la construcción de sendos edificios de 4.000 metros cuadrados en los campus de ambas ciudades, con una superficie total de 22 hectáreas.
Guillermo Fernández Vara apuntó en su intervención, que en un futuro se podría pensar en ampliarlo a Mérida y Plasencia. En Badajoz, el centro que se construye en el campus estará ligado a la futura plataforma logística; y el de Cáceres, a la Sociedad de la Salud.
El presidente extremeño respondió a la hipotética pregunta de una persona que pase por el parque y pregunte qué es: se trata de un medio “para que su hijo pueda tener trabajo en un sector con futuro, que no tiene que ver con el de su abuelo ni el de su padre”. Y añadió que es “más camino, que morada, para conseguir aquello por lo que llevamos años luchando; que lo que se invente, sirva para crear trabajo para esos hijos”. Y recordó que el PCTEx es posible gracias a la trabajo “de mucha gente durante 30 años”.
También señaló que la lista de las empresas radicadas en el parque no es “baladí, pues no existían hace diez años; son las empresas de la nueva Extremadura”. Y dado que la Junta ha aportado dinero público, Vara se dirigió a Antonio Verde para decirle que este proyecto ha generado muchas expectativas que no se pueden defraudar, y que exigirá resultados, reto que recogió el director del PCTEx.
Duque trasladó el mérito de haber sacado el proyecto adelante al vicerrector de Investigación, como “verdadero líder” del mismo, y valoró que el parque viene a llenar un vacío, pues no es “fácil la transferencia del conocimiento para dar un servicio y pasar al sector productivo”, así como que orientará a los nuevos sectores en esa línea de innovación.
El parque de ITI funcionará durante dos o tres años, hasta que se abra el nuevo edificio en el campus, sin que por el momento se sepa si se mantendrá la actual sede o no, señaló el director de desarrollo de negocios, Francisco Pizarro. Este, como Verde, valoró las sinergias que se pueden y se deben crear en el PCTEx entre las empresas colaboradoras, que podrán aprovechar los servicios especializados del parque, pero también intercambiar los conocimientos de cada una de ellas.
Así, el Ministerio de Ciencia e Innovación ha concedido 7,5 millones de euros para atender los cuatro proyectos presentados por el PCTEx, asumidos al 100%, según Pizarro. Estos incluyen la construcción de dos edificios en Badajoz –Cetiex, de energías renovables; y un edificio de empresas–, así como un plan de viabilidad de I+D+i de la empresa jamonera Herlusa, y la construcción de una bioincubadora.
En cuanto a la accesibilidad del parque, Pizarro afirmó que desde 10 euros el metro cuadrado, cualquier empresa puede tener un sitio en el mismo con derechos a todos sus servicios avanzados, siempre que se dedique a uno de los sectores para los que se ha creado.
Asimismo, las empresas pueden instalarse en el PCTEx mediante adscripción, como residentes en el mismo o con su propio edificio construido en suelo cedido con derecho de uso por 50 años.
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José Capitão Pardal
Um dia destes ao navegar na Net, dei com este “post” do Frederico Lucas e por achar o seu conteúdo interessante, tomei a liberdade de o transcrever para conhecimento de todos os meus leitores.
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“O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas”.
W. G. Ward (via @andreiapinto)
Alguém sabe a morada do Plano Tecnológico?
Sempre que faço esta pergunta tenho o endereço web como resposta: http://www.planotecnologico.pt
Mas se em vez disso perguntar pelo Ministério da Educação, ninguém deixará de responder “5 de Outubro”!
E a diferença é simples: O Ministério da Educação é anterior à geração WEB. Já existia antes disso.
O Plano Tecnológico já nasceu no “nosso tempo”.
Tal como o Nespresso ou como a marca de impressoras Brother cuja sede ninguém imaginará a não ser o seu DNS.
Usei esta forma simples para demonstrar a enorme revolução que estamos a assistir de forma consensual.
E esta revolução marca toda a diferença no contexto territorial.
Hoje as organizações têm um endereço web e os seus colaboradores vivem onde mais lhes interessar.
São centenas de estórias que já escutei de instaladores residenciais de internet que andaram no sul e no norte do nosso país a instalar a internet em casas de grandes “carolas”, isto é, investigadores e empresários que operam virtualmente em Londres, Dubai ou Frankfurt conciliando essa actividade com a residência num país acolhedor e solarengo como é Portugal.
Aqui vivem, aqui educam os seus filhos, aqui pagam impostos, aqui consomem, aqui adquirem as suas casas.
Mas se recebermos destes um cartão de visita, teremos uma morada postal e um telefone do mercado onde operam. E um endereço web que é o “head-office” empresarial!
E porque motivo escolheram estes pioneiros da Economia DNS o nosso país para viver?
Seremos a primeira Aldeia Global? Serão a nossa história, a nossa cultura e a nossa tolerância, os condimentos territoriais de um mundo que caminha para a rede?
in Criar2009
Posted by Frederico Lucas at 6:35 PM
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José Capitão Pardal
Pelo interesse da informação, transcrevo a notícia inserta na “Vida Económica” online de 20090803.
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Aprovados 11 pólos de competitividade e tecnologia e 8 “clusters” regionais
As empresas do sector do turismo poderão dispor de acesso facilitado às verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) com o reconhecimento da estratégia «Turismo 2015» como pólo de competitividade e tecnologia.
A estratégia «Turismo 2015» foi reconhecida através da assinatura de um contrato específico pelo presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, e pelo gestor do COMPETE – Programa Operacional Factores de Competitividade, Nelson de Souza.
Este pólo de competitividade e tecnologia permite alinhar todas as candidaturas de empresas que se enquadrem na estratégia «Turismo 2015» de acordo com a mesma orientação global, facilitando “não só o acesso como também a obtenção de melhores condições de financiamento, desde logo porque cria as condições para que as empresas do turismo possam concorrer apenas entre si”.
Foi aprovado em reunião do Conselho de Ministros de 16 de Julho o novo Código Fiscal do Investimento, o qual decorre da autorização legislativa concedida ao abrigo da Lei do Orçamento do Estado para 2009.
O novo Código Fiscal do Investimento pretende unificar os procedimentos aplicáveis à contratualização dos benefícios fiscais ao investimento produtivo em território nacional e ao investimento dirigido à internacionalização das empresas portuguesas, procedendo para tal à agilização de procedimentos e ao aperfeiçoamento e transparência do regime aplicável.
São introduzidas algumas alterações importantes ao nível dos benefícios fiscais, que se traduzem, designadamente, na concessão de um crédito de imposto, em sede de IRC, que poderá ascender a 20% do investimento elegível realizado.
Os investidores deverão estar atentos à nova realidade, tendo em conta as vantagens que podem advir da nova regulamentação.
O ministro da Economia e Inovação, Fernando Teixeira dos Santos, formalizou, no passado mês de Julho, a aprovação de 11 pólos de competitividade e tecnologia e 8 “clusters” regionais qualificados no âmbito das estratégias de eficiência colectiva 2007-2013.
Só agora, e “em função dos projectos apresentados e do escalonamento que vai haver nos concursos que o QREN já tem e que irá ter no futuro”, chegarão os primeiros financiamentos, limitados ao horizonte temporal 2013, disse à “Vida Económica” Manuel Laranja, assessor do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico.
É que “não faz sentido o Governo estar a criar pólos para financiá-los ‘adeternum’”.
O Governo tem já agendada, para os primeiros dias de Setembro, a segunda edição do Portugal Tecnológico.
Trata-se de “uma mostra dos resultados da modernização um evento que decorrerá entre a primeira e a segunda semana de Setembro e onde, pela primeira vez, os pólos de competitividade e “clusters” regionais agora validados pelo Ministério da Economia serão convidados a expor um stand alusivo aos seus projectos.
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José Capitão Pardal
Centro português desenvolve técnica pioneira de processamento de tecidos para transplante |
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| Escrito por CienciaPT | |
| 29-Jun-2009 | |
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Uma técnica inovadora e única a nível mundial de preparação e processamento de membrana amniótica para transplantação em doentes com queimaduras graves ou malformações, e com aplicação noutras áreas médicas, vai ser distinguida esta segunda-feira com o prémio Hospital do Futuro. Desenvolvida pela investigadora Teresa Ramos, a técnica pode ser aplicada em áreas médicas diversas (oftalmologia, terapêutica de úlceras…) e é já rotina no Banco de Tecidos. Os investigadores do Centro de Histocompatibilidade do Sul trabalham neste projecto há cerca de dois anos e meio, contando já com vários casos de sucesso entre os transplantes realizados. A técnica, única a nível mundial no modo de preparação e processamento da membrana amniótica a partir de placentas provenientes de cesarianas, permite obter tecidos imunologicamente inertes que, por isso, não causam qualquer rejeição nos doentes transplantados. Um dos grandes desafios científicos e médicos dos transplantes reside precisamente na rejeição imunológica desencadeada pelo organismo de quem recebe pele, tecidos ou órgãos, pelo que constitui um factor determinante para o sucesso deste procedimento. O prémio Hospital do Futuro visa distinguir projectos inovadores na área da saúde e tem como principais patrocinadores a Gesaworld e a Glintt, com o apoio da Direcção-Geral de Saúde, Ministério da Saúde. A cerimónia de entrega acontece hoje, pelas 15 horas, na Universidade Católica, no auditório Cardeal Medeiros. O projecto do Centro de Histocompatibilidade do Sul recebe o prémio na área da biotecnologia. |
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| Actualizado em ( 01-Jul-2009 ) |
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José Capitão Pardal
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Tomo a liberdade de transcrever a notícia da Lusa de 17 de Junho, sobre o Crescimento da Despesa em I&D, fazendo votos para que ao referido crescimento da despesa, corresponda um efectivo crescimento do trabalho científico e tecnológico. —————————///————————— Ciência: Crescimento da despesa em I&D reflecte prioridade ao desenvolvimento científico e tecnológico – Ministério da Ciência e Tecnologia |
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Lisboa, 17 Jun (Lusa) – O crescimento da despesa em I&D reflecte a prioridade política ao desenvolvimento científico e tecnológico na legislatura de 2005 a 2009, segundo um relatório divulgado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Sociedade da Informação e Ensino Superior. No relatório que a Lusa teve acesso, onde são apresentadas as principais medidas e resultados da legislatura de 2005 a 2009, o Ministério refere que Portugal foi o país da Europa em que a despesa em I&D mais cresceu recentemente, a qual passou a representar globalmente mais de 1,2 por cento do PIB nacional, o que reflecte a prioridade política ao desenvolvimento científico e tecnológico. Houve não só um crescimento “inédito” em Portugal do número de empresas com actividades de I&D, que duplicou nos últimos quatro anos, como também um “grande” aumento do número de investigadores a exercer funções nas empresas, tendo sido registados 8.639 em 2007. Com a reintrodução do Sistema de Incentivos Fiscais à I&D em Empresas (SIFIDE) em 2005, Portugal oferece hoje, segundo o Ministério, o sistema de incentivos fiscais às empresas “mais competitivo” da Europa, facilitando uma dedução fiscal que pode atingir 82,5 por cento do investimento em I&D. A prioridade do Governo tem sido também acompanhada por uma “forte” mobilização da comunidade científica, uma comunidade portuguesa jovem, “fortemente internacionalizada, equilibrada entre homens e mulheres e muito produtiva”. O total do financiamento público de base para o apoio a unidades de investigação e Laboratórios Associados cresceu cerca de 60 por cento entre 2005 e 2008, tendo atingido 89 milhões de euros no ano passado, com a criação de quatro novos laboratórios. A instalação do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, que será inaugurado em Braga este Verão, merece especial importância para o Governo por ser a primeira organização internacional de investigação da Península Ibérica, cujo orçamento anual ronda os 30 milhões de euros a partir de um investimento inicial de cerca de 100 milhões de euros, assegurado pelos dois países, Espanha e Portugal. A prioridade política ao desenvolvimento científico e tecnológico foi ainda acompanhada pelo reforço contínuo do ensino experimental das ciências e da promoção da cultura científica e tecnológica, sendo o Programa Ciência Viva uma “referência internacional”, que despertou um movimento “inédito” em Portugal de adesão de famílias, autarquias, empresas e instituições científicas. O desenvolvimento científico e tecnológico do país tem sido ainda acompanhado por uma forte mobilização da Sociedade de Informação, sendo de registar, segundo o Ministério, um enorme progresso na área de ‘e-Ciência’, com o alargamento da Biblioteca do Conhecimento Online, b-on, a todas as instituições científicas e ensino superior público, o lançamento da Iniciativa Nacional GRID, INGRID, e do Repositório Científico Aberto de Portugal, entre outros. De acordo com o mesmo relatório, a penetração da Internet no primeiro trimestre de 2008 na população com nível de educação secundária e superior atingiu 81 e 97 por cento, respectivamente, sendo a quinta e a sétima maior da UE27. É ainda de referir, segundo o Ministério, que mais de um terço das 116 empresas de base científica e tecnológica, abrangidas a partir de 2005 pelo programa de criação de empresas a partir do sistema científico e universitário pelo Programa gerido pela Agência de Inovação, são de TIC – Tecnologias de Informação e Comunicação. No âmbito da internacionalização do sistema científico e tecnológico nacional, é de salientar também o reforço da cooperação multilateral, nomeadamente a criação da Rede Ibérica de Computação Grid, IBERGRID, e o lançamento do concurso para projectos de investigação científica para equipas mistas em Portugal e Espanha nas áreas de nanomedicina e nanotecnologias. Em matéria da política europeia para a sociedade da informação, Portugal acentuou, de acordo com o Ministério, a prioridade dada à inclusão social (em termos de acessibilidade, envelhecimento e iliteracia) e à necessidade de desenvolver uma política europeia de edição e informação científica e técnica. O trabalho desenvolvido por ocasião da Presidência Portuguesa da União Europeia, no segundo semestre de 2007, foi, segundo o Ministério no mesmo relatório, o “espelho das iniciativas e reformas conduzidas a nível nacional e merece uma referência especial”. FRO. Lusa/Fim —————————–///—————————- |
José Capitão Pardal
Se isto não é choque tecnológico, o que será?!…
Quanto demorava a tarefa hérculea de constituir uma empresa?… Ainda se lembram?
Até ao final do mês de Maio foram constituídas 73.036 empresas na hora.
Sendo o tempo médio de constituição das mesmas de cerca de 43 minutos.
Segundo dados do Ministério da Justiça , em Maio de 2009 foram constituídas 1.661 empresas, o que equivale a uma média diária de 83,1 empresas.
O Ministério da Justiça adianta ainda que desde o final de Junho de 2006 aderiram aos Centros de Arbitragem 16.762 empresas na hora.
José Capitão Pardal
Sem comentários transcrevo a notícia inserta no sítio da Agência Financeira
Protocolo da linha de crédito assinado esta 2ª feira – PME Invest IV: mais 400 milhões para exportações e PME
2009/06/15 20:23
Redacção / PGM
200 milhões para exportadores e 200 para micro e pequenas empresas.
É assinado esta segunda-feira o protocolo da linha de crédito PME Invest IV. O pacote, de 400 milhões de euros, vai abranger as empresas exportadoras, a quem destina metade do valor, e as Micro e Pequenas Empresas, que receberão a outra metade.
Na sessão serão assinados os protocolos entre as Instituições Públicas envolvidas na operacionalização da linha de crédito, nomeadamente o IAPMEI, as Sociedades de Garantia Mútua e a PME Investimentos, e as instituições bancárias aderentes.
Em comunicado, o Ministério da Economia e Inovação (MEI) explica que esta linha de crédito que será hoje lançada «oferece condições mais vantajosas», com o objectivo de abranger mais empresas.
De resto, o Governo espera apoiar, no mínimo, sete mil micro e pequenas empresas e empresas do sector exportador com esta linha.
Nesta linha, as empresas exportadoras só têm de exportar pelo menos 10% do volume de vendas (na linha anterior eram 25%) ou um valor superior a 150 mil euros (em vez de um milhão de euros) para poderem aceder.
Já as Micro e Pequenas empresas, devem apresentar resultados líquidos positivos em 2 dos últimos 4 exercícios (contra apenas 3 exercícios na Linha anterior).
As operações de crédito para as empresas do sector exportador beneficiam de uma Garantia Mútua sobre 50% do valor de cada Financiamento, enquanto que no caso das Micro e Pequenas Empresas esta Garantia é de 75%.
Os Valores a financiar ao abrigo desta Linha, são acumuláveis com financiamentos prestados ao abrigo das Linhas anteriores.
José Capitão Pardal
In Newsletter nº 2 de VidaEconómica de 2009/06/08
Redes de Nova Geração (RNG)
O Compete – Programa Operacional Factores de Competitividade, que se integra no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) vai atribuir 41,7 milhões de euros para apoiar a competitividade das empresas no âmbito das Redes de Nova Geração (RNG).
Mais especificamente, as verbas destinam-se a apoiar a construção de infra-estruturas e instalação de redes.
O concurso oficialmente aberto no dia 27 de Maio destina-se, por um lado, a empresas com projectos de investigação e serviços para fornecer as RNG na sua fase de instalação e, por outro, a estimular as pequenas e médias empresas a oferecer serviços gerados pelas potencialidades das RNG.
As propostas deverão ser entregues até 15 de Julho.
O júri escolherá as candidaturas elegíveis até ao final do ano sendo que é expectável que a verba de 41,7 milhões de euros induza um investimento das empresas na ordem dos 100 milhões de euros.
Governo assegura adiantamento de 30% dos fundos às autarquias
O Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional explica,em comunicado, que este adiantamento poderá ser utilizado para obras de requalificação urbana e para «estratégias de eficiência colectiva», nomeadamente Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos, pólos de competitividade e tecnologia e outros «clusters».
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José Capitão Pardal






