MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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i-logo    Notícia de última hora, sobre o encerramento do 1º Congresso do do  2010, pelo jornal “i”, sobre a qual recomendo a leitura.
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por Agência , Publicado em 27 de Março de 2010  |  Actualizado há 21 horas

O da vai criar um novo modelo de contratualização com as agências regionais de promoção turística, que deverá entrar em vigor a partir de 2011, anunciou hoje o de Zorrinho.

No âmbito das medidas de promoção e de estímulo à procura do destino , o novo modelo, “mais eficaz e mais adequado à realidade”, irá substituir o atual, que “vigorou entre 2006 e 2009 e foi prorrogado por mais um ano”, explicou.

O de da e da , em representação do da , Vieira da , falava na sessão de encerramento do 1.º Congresso de do , que terminou hoje, em , e cuja próxima edição vai decorrer em março de 2011, em Tróia, no litoral alentejano.

Na sua intervenção, Ceia da , da do , organizadora do congresso, pediu ao para “agilizar” e “mudar os regulamentos” do Quadro de Referência Estratégico ().

“Não percebo como é que o não é agilizado e colocado ao dispor da revitalização da ”, disse, sublinhando que “não entende” como é que regulamento específico Promoção e Capacitação Institucional “só abriu este ano e com verbas irrisórias”.

Em resposta a Ceia da , Zorrinho disse que o está a fazer um “esforço titânico” para que o “seja um instrumento mais ágil e próximo das necessidades da ”.

“O foi desenhado para um contexto completamente diferente e ninguém podia prever as dificuldades de cofinanciamento que entretanto surgiram”, justificou.

Ceia da criticou o regulamento dos empreendimentos turísticos em , revisto em 2009, lamentando que “as entidades regionais de , que são responsáveis pela promoção dos territórios, não tenham uma única intervenção no processo de licenciamento das unidades de alojamento”.

“A legislação tem que ser modificada e as entidades regionais de têm que ter uma palavra a dizer em relação aos empreendimentos turísticos da sua região”, defendeu.

Ceia da lançou ainda o repto ao para transformar “num grande congresso de ” o Congresso de do , que “é um dos maiores senão o maior congresso de que se realiza em ”.

“Concordo com a ideia de se realizar um grande congresso de em .

Se nós [ do ] já realizamos este, pois que este seja o grande congresso de que se realize em ”, sugeriu.

A sessão de encerramento contou também com a participação do da Agricultura, Serrano, que defendeu que “não pode haver turístico sem uma parceria estratégica com a agricultura”.

“A ligação entre o potencial agrícola do e a promoção turística não pode ser descorada”, defendeu Serrano, sublinhando que “todas as atividades complementares” ao trabalho do agricultor, como o rural, o enoturismo e a gastronomia, “são fontes de atracão turística”.

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José Capitão Pardal

Este artigo tem como fim alertar os proprietários dos estabelecimentos hoteleiros para a necessidade de durante este ano pedirem a actualização da classificação dos seus hotéis, residenciais, pensões, etc.

HARDMUSICA – 2010/03/02

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Estes requisitos fazem parte de uma lista de 139 em que se baseará a reclassificação dos empreendimentos turísticos, neste caso os estabelecimentos hoteleiros, que poderão ter uma a cinco estrelas, consoante a classificação obtida nesta tabela.

A reclassificação dos empreendimentos turísticos resulta de uma legislação de 2008 (Decreto-Lei nº 39/2008), a qual determina que todos têm de ter uma nova designação, até ao final deste ano, a qual é atribuída pelo e .

Em relação aos estabelecimentos hoteleiros, a tabela de classificação aborda as características das instalações, do equipamento e imobiliário, do serviço, lazer, qualidade ambiental e urbanística.

Certas características são opcionais ou obrigatórias, consoante o número de estrelas dos estabelecimentos hoteleiros.

De acordo com a tabela, fica-se a saber que, para obter cinco estrelas, o estabelecimento hoteleiro tem de ter obrigatoriamente duas suites, um cofre na unidade do alojamento, secador de cabelo e roupão, kits na casa de banho superiores, com escova e pasta de dentes, lâmina e gel de barbear, lima de unhas e algodão de limpeza e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

O serviço num estabelecimento hoteleiro de cinco estrelas também presenteia os clientes com mordomias obrigatórias, como serviço de verificação de quartos para a noite, com abertura de cama, troca de toalhas e limpeza, um pequeno almoço “a-la-carte” nos quartos, um porteiro, um serviço de “valet parking” e de transporte de bagagens.

Os aldeamentos turísticos também têm uma tabela própria, com 110 requisitos, da qual resulta a sua classificação nas categorias de três a cinco estrelas.

Os estabelecimentos com mais estrelas têm de ter determinadas características, como casa de banho privativa, cofre na unidade de alojamento e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

Com cinco estrelas, os aldeamentos turísticos têm de garantir a limpeza e arrumação diária das unidades de alojamento, mudança diária de toalhas a pedido do cliente, bem como mudança de roupa a pedido do cliente.

Existe ainda uma tabela para os apartamentos turísticos, com 109 requisitos, que classifica estes estabelecimentos com três, quatro ou cinco estrelas.

Dos mais de 2000 empreendimentos turísticos que operam em , apenas 156 já obtiveram a sua reclassificação ao abrigo da nova lei, obrigatória até ao final do ano e que irá terminar com tipologias como motéis, pensões, estalagens ou albergarias.

A nova legislação foi publicada há dois anos (07 de Março de 2008) e definiu um novo regime jurídico para reclassificar os empreendimentos turísticos.

Esta reclassificação reduz a quantidade de tipologias, acabando com pensões, estalagens, albergarias e motéis que passam a “estabelecimentos hoteleiros” ou, quando não respeitem os requisitos necessários, a “alojamento local”.

Para tal, os operadores têm de submeter o seu pedido de reclassificação ao de (IT) que, até ao momento, recebeu 294 pedidos de reconversão e de classificação ao abrigo da nova lei, segundo fonte deste organismo do da , da e do .

Destes pedidos, 156 já tiveram resposta positiva e, segundo fonte do IT, “têm sido muito poucos os casos de empreendimentos que não conseguem reconverter-se em empreendimentos turísticos”, não existindo mais de seis casos, até porque “a intenção do legislador foi a de abarcar a realidade existente”.

Os empreendimentos são os mesmos, mas, a partir de Janeiro do próximo ano, terão de estar integrados como estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos (“resorts”), empreendimentos de de habitação, empreendimentos de no espaço rural, parques de campismo e de caravanismo e empreendimentos de da natureza.

A nova lei veio ainda criar a classificação de “alojamento local”, na qual se incluem “as moradias, apartamentos e estabelecimentos de hospedagem que, dispondo de autorização de utilização, prestem serviços de alojamento temporário, mediante remuneração, mas não reúnam os requisitos para serem considerados empreendimentos turísticos”.

Estes estabelecimentos – que têm de estar registados nas câmaras municipais – devem, contudo, “respeitar os requisitos mínimos de segurança e higiene”.

A mudança no sector reflectiu-se, para já, na publicação de vária legislação: dois decretos-lei e uma portaria. O prazo para a reconversão dos empreendimentos turísticos foi alargado para o final deste ano – inicialmente, o processo tinha de estar concluído no último dia de 2009 – e as taxas de reconversão deixaram de ter custos.

Esta reclassificação é obrigatória, estando previsto um conjunto de contra-ordenações entre os 100 e os 44 891 euros para os incumpridores.
Estão igualmente definidas sanções acessórias que, nos casos mais graves – empreendimentos ou instalações onde são prestados serviços de alojamento turístico sem título válido -, podem resultar no encerramento, pelo prazo máximo de dois anos.

Dados da dos Hotéis de (AHP) indicam que existem 2028 operadores turísticos, os quais asseguram 117 565 quartos e 264 037 camas.


(ES)

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José Capitão Pardal

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Certo que o artigo que transcrevo do Hoy.es transmite apenas uma parte do problema, no que se refere à pelo empresário Alfonso Gallardo, nas imediações de Zafra, de uma refinaria de produtos petrolíferos, acho inportante que todos tenham conhecimento do evoluir dos acontecimentos, no que se refere a um empreendimento, que a ser construído poderá ter consequências ambientais também para a população fronteiriça.
 
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10.01.10 – 00:28 – Hoy.es

Foto Hoy (Imagen virtual de cómo se prevé que sea la refinería)

Unos ven el proyecto como una oportunidad única para la región, otros como un atentado ecológico.

Hay dos teorías: los que hablan de retraso injustificado y los que lo consideran necesario Junio de 2003. Juan Rodríguez Ibarra lanza durante su sexto discurso de investidura como de la Junta un particular anuncio. Noticia bomba: tendrá una refinería de petróleo. Diez de enero de 2010. El Ministerio de Medio Ambiente espera que el promotor le mande información complementaria por enésima vez.
Entre estas dos fechas han pasado seis años y siete meses y se han sucedido cruces de declaraciones, manifestaciones, miles de opiniones y bastantes desencuentros.
Pocos asuntos han despertado tanta controversia en la región. Unos lo ven como una oportunidad única para el desarrollo de , otros como un atentado ecológico.
El nuevo parón en los plazos, adelantado por este diario hace unas semanas, ha traído el asunto otra vez a la palestra pública. ¿Es viable el proyecto?, ¿sufre retrasos injustificados?, ¿alguien está bloqueando su tramitación?
Juan Sillero, consejero delegado del Grupo Gallardo, apela al sentido común. «Estamos ante un proyecto complicado, aunque ha sido modélico en el sentido de que ha intervenido mucha gente importante en el mundo del refino. El proceso avanza y se para en función del análisis que el ministerio hace de la documentación que se le aporta. Piden más información y se la volvemos a dar. Y así sucesivamente. Pero entendemos que estamos llegando al final del proceso», asegura.
Desde Medio Ambiente ya se ha explicado en alguna ocasión que, debido a la magnitud del expediente, se está analizando por partes. Esto es, se estudia un parte, se piden más datos y cuando se tiene claro, se pasa a otra. Es decir, se avanza, aunque sea a paso de tortuga. Así también se salvan las imposiciones que se hace el propio ministerio. Tiene un plazo de tres meses para emitir la pertinente declaración de impacto ambiental. Pero no tiene materialmente tiempo en este tipo de expedientes, así que lo ‘trocea’ en partes.
Una de las claves del retraso está en la complejidad del proyecto. Es la primera refinería que se construye en en muchas décadas, y además estará situada en el interior. La mayoría están en la costa. Desde Medio Ambiente se recuerda que se está analizando la propia planta, un poliducto, un oleoducto y un gasoducto, así como las instalaciones portuarias de Huelva.
Ese es uno de los principales argumentos de los ‘garantistas’, con la delegada del Gobierno, Carmen Pereira, a la cabeza. Suelen defender que se está mirando con lupa el proyecto, para que cuando se apruebe no quede la más mínima duda de que cumple con la ley. No falta quien añade que también se hace para evitar recursos ante la justicia o las instituciones europeas. «Nunca en la historia habrá habido ningún proyecto que haya sido tan analizado como éste», resaltó Vara en una visita a la capital de la UE la pasada primavera.
Bruselas. Es una de las grandes bazas a la que se agarran los movimientos ecologistas. Incluso, llegan a decir que ya tiene paralizado el proyecto. Juan Sillero lo desmiente rotundamente. «Es que las competencias no las tiene la UE, sino el Ministerio de Medio Ambiente. No quiero entrar en esas declaraciones, quieren hacer creer que el retraso se debe a que está acabado. Y no es verdad». Por el momento, todos los socios del proyecto han aportado 50 millones de euros, correspondientes al capital de la sociedad. Estos son, además de Gallardo, la Sociedad de Fomento Sofiex, Iberdrola, BBVA, Caja y Caja . No hay que olvidarse del socio , la multinacional Shell.
Garantismo
Por regla general, la Junta se apunta a estas tesis garantistas, aunque con muchas aristas. La confianza en Medio Ambiente se ha alternado con otros mensajes en los que se denuncian los impedimentos que la industria está sufriendo. Así de claro lo dijo el propio Vara el pasado marzo: «Algún día tendremos que levantar nuestra voz para decir por qué algunas cosas siguen siendo tan difíciles desde aquí». Curiosamente, dijo esto apenas un mes antes de su visita a Bruselas, donde aseveró que la UE veía con agrado que se esté siguiendo «un proceso enormemente exigente».
El consejero José Luis Navarro aseguraba a finales de diciembre que consideraba «excesivos» los plazos de tramitación.
Algunas voces enmarcan estos cambios como un toque de atención al Gobierno . Sobre el papel, su apoyo es total. Así lo ha asegurado Zapatero cuando ha visitado la región, aunque no mencionó el tema en la última campaña electoral. Los grupos ecologistas aseguran que esta postura es incompatible con su defensa de las energías renovables.
Los defensores de que existen trabas recuerdan el caso de las refinerías de Huelva y Cartagena, cuyas ampliaciones han sido aprobadas en tiempo récord y sin tener alegaciones en contra. Sillero se centra en Cartagena y pide que no se olvide que aunque es nueva, la planta está justo al lado de la actual y «no es lo mismo hacer una refinería en un sitio que hacerlo al lado de otra». Añade además que no ha habido oposición porque en esas zonas conocen la riqueza que puede traer una instalación de este tipo, mientras que «aquí sigue habiendo mucho desconocimiento de lo que es una refinería».
Los últimos datos que se barajan hablan de 3.500 personas trabajando de forma directa. Hay que tener también en cuenta el empleo indirecto. Muchas industrias auxiliares nacerán al abrigo de la petroquímica: transportes, mantenimiento, construcción… Serán negocios en alza, por no hablar de la hostelería. Hay estudios que dicen que una instalación de este tipo genera 1,2 empleos indirectos por cada directo.
«Luego está la actuación de los ecologistas -incide- que me parece sorprendente. Es razonable que los extremeños puedan oponerse, pero lo extraño es que los ecologistas de Huelva están en contra de la refinería extremeña, pero a favor de que amplíen la suya. No lo entiendo, porque el concepto de las emisiones es , no local. Unas emisiones en Huelva tienen el mismo efecto que en o en África».
El emplazamiento elegido para esta industria extremeña es la Sierra de San Jorge, en el término de Los Santos de Maimona. es la comarca de Zafra-Río Bodión, limítrofe con Tierra de Barros.
Entre los que también piensan que hay que hacer presión están los sindicatos. El líder de UGT, Francisco Capilla, ha asegurado públicamente que «hay un empresario que quiere poner mucho dinero y se le está poniendo palos en las ruedas». Por eso, esta organización pretende movilizarse si en un periodo razonable no hay noticias.
Sin información
Hay una tercera postura. La Plataforma Refinería No, contraria al proyecto, considera que el proyecto está dormido. Según su portavoz, Reyes González, los retrasos son solamente achacables al promotor, que no es capaz de ofrecer al ministerio la información que se le pide de manera rigurosa. También considera culpable al Gobierno , al que acusó de no ofrecer a los ciudadanos la información necesaria.
Desde su punto de vista personal, augura que al final la instalación será impuesta a pesar de lo que diga la Ley, debido a a la «oligarquía y caciquismo» que existen en la región. Lo cierto es que, pese a todo, los retrasos no arrancan del proceso medioambiental. Pasaron dos años antes de que se pidiera la solicitud de autorización, y la fase de consultas previas se demoró doce meses más.
Las respuestas le fueron remitidas al promotor ya a finales de 2006. A partir de entonces, Gallardo tenía dos años para elaborar el estudio de impacto ambiental, someterlo a información pública y entregar las alegaciones a Medio Ambiente. Le sobraron dos meses.
Con todos los papeles, el ministerio debía tomar una decisión el pasado mes de enero, pero al menos por tres veces ha pedido información adicional, lo que ha interrumpido los plazos legales.
El último requerimiento lo hizo el pasado octubre, y está a la espera de que una empresa de ingeniería contratada al efecto elabore unos estudios sobre la construcción del oleoducto. Los trámites quedan bloqueados en el último escalón del proceso, la publicación de la declaración de impacto ambiental. Después de estos meses, la empresa no quiere fijar plazos, pero considera que está cerca de la meta. Para Sillero, «el camino que hemos avanzado es muy importante. Si en la salida había 100 metros que recorrer, la sensación que tenemos es que hemos corrido ya noventa y tantos. Ahora, todavía no ha terminado».
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José Capitão Pardal

Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de , deixo-vos a notícia inserta no do , de 20100105.

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O da criou a de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das escolas e dos agrupamentos envolvidos no referido .

Compete ainda a esta garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de , bem como a articulação entre as escolas e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.

O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo de Estudos em Humano da Católica do , enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo de em e Psicologia da de Évora.

No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de e de Curricular (DGIDC) definir o de que deve assegurar o acompanhamento científico.

Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou escola e, ainda, na apresentação de um relatório , de âmbito , a elaborar pela de Acompanhamento.

A de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director de do e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de Escolas do Campo Aberto (projecto Fénix), dois representantes da Escola Secundária Rainha Santa Isabel de (projecto Turma Mais) e um representante da direcção de da área de intervenção da escola.

O Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.

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José Capitão Pardal

Sem comentários deixo-vos a notícia inserta no site Hardmusica de hoje (20091222).

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O contrato de de 50 milhões de euros, com uma comparticipação estatal de 20 milhões de euros, será assinado entre o AICEP-Agência para o e Comércio Externo de , e a SAIP- Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações com a presença do da , Vieira da , afirmou à fonte oficial do da .
 

Esta primeira fase do Alqueva, que é o maior turístico a realizar no nas próximas décadas, está já em e vai ser constituída por um hotel, com 250 camas, por um Wine Club e por um campo de golfe na Herdade do Roncão d’El Rei.

Espera-se que este primeiro projecto esteja concluído no primeiro trimestre de 2012, disse à fonte da SAIP, que, no entanto, remeteu para segunda-feira pormenores mais detalhados sobre os projectos para as duas restantes herdades que constituem o Alqueva.

Fonte da SAIP tinha afirmado à recentemente que a sociedade pretendia investir perto de 1.000 milhões de euros na concretização do projecto turístico.

O projecto do Alqueva foi classificado pelo como de Potencial Interesse (PIN).

Dia 21 serão ainda inauguradas as instalações do Terras do Grande Lago Alqueva, pólo de turístico que tem por missão valorizar as terras do grande lago Alqueva e fazer o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos
(ES)

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José Capitão Pardal

Sem comentários aqui vos deixo uma entrevista de Querido a Lima, sobre o Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0, nas Escolas Portuguesas.
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Manifesto pela Criatividade e Colaboração é escrito por dezenas de agentes de vários graus de ensino e teve mais de 1.000 edições nas primeiras 48 horas

Paulo Querido  9/11/2009

Levar as pessoas a pensar que a “revolução” a fazer nas escolas não passa tanto pela mas pelo uso criativo, interdisciplinar e colaborativo que este potencia, é a razão de ser do Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas — um documento que está a ser escrito a várias mãos e que nas primeiras 48 horas teve mais de 1.000 edições. 

O documento partiu de um professor, Lima, que utilizou para a divulgação exclusivamente a de microblogging Twitter e a sua sala de aula. Está fixado um prazo limite, findo o qual Lima procurará a publicação pelo da e a distribuição pelas escolas — como revelou em entrevista a Diário2, reproduzida abaixo.

O Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas é escrito “colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2.0 no contexto educativo actual“, lê-se na sua abertura.

  Lima: um passo de cada vez, tudo é possível

2: O Lima é professor onde? Idade, interesse pela web 2.0 desde quando?

Lima: Sou professor do Ensino Básico e Secundário mas este projecto começou no âmbito das minhas funções como Formador do de de Professores de Cascais. Tenho 35 anos e o meu interesse no uso das ferramentas da Web 2.0 vem desde há muitos anos.

P.: Porque decidiu criar este documento partilhado?

R.: Este documento tem como autores eu e mais 24 formandos do curso Comunidades Virtuais de Aprendizagem: A e o Ensino da História – CVAHist09 e foi com o objectivo de demonstrar o “poder” do trabalho colaborativo que o Google Docs permite que lancei o desafio aos formandos. Logo pensei que se fizesse o alargamento à comunidade externa ao curso muito este documento podia ter a ganhar e assim o foi. Tornei o documento e passou a ter “indefinido” numero de autores e participantes. A razão por detrás deste documento é a de fazer pensar que a “revolução” a fazer nas escolas não passa tanto pela mas pelo uso criativo e interdisciplinar e colaborativo que este potencia.

P.: Quando é que começou?

R.: Começou no dia 3 de Novembro. Incrível não é? Que em menos de 48 horas quase 20 pessoas e mais de 1000 edições foram-se juntando e foram realizadas?

P.: Dispondo de outras formas editoriais indicadas para o trabalho colaborativo, como os wikis, porque optou por um google doc?

R.: Primeiro influenciado pela ideia e prática do projecto A Vision of Students Today (ver video no final deste artigo). Depois porque queria ver até que ponto quem tanto fala de colaboração realmente o fazia quando confrontado com um desafio. De facto vemos muita partilha e pouca colaboração. Queria mudar essa ideia e essa prática. O Google Docs permite uma edição simples, rápida, sem registos e coisas que limitam a participação. Por outro lado permite a auto-regulação livre para a criação de um documento deste tipo o que é fundamental para cada um dos participantes ter a liberdade que quer para expressar o seu ponto de vista.

P.: Como está a ser feita a divulgação pelos pontenciais autores?

R.: Estou a usar o Twitter. Só.

P.: Já tem uma metodologia para a pretendida distribuição pelas escolas?

R.: Sim. Se o documento final tiver uma relevância de excelência como acredito que vá ter, aposto numa publicação pelo da , para além de ser transformado numa página Wiki para ter a natural evolução com a disseminação que poderá vir a ter. Para além disso penso que poderá resultar num trabalho de preparação para um guia de de professores que pode envolver alguns dos autores para a elaboração de um nacionalmente difundido e implementado. Um passo de cada vez, tudo é possível.

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José Capitão Pardal

Sem comentários aqui vos deixo a notícia inserta no jornal extremenho “El Periódico” Online de 20091112.

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Veinte compañías y sociedades trabajan ya en las nuevas instalaciones de la antigua Escuela de ITI, en .
Vara explica que servirá para crear empleo en nuevos sectores económicos con futuro, y que pedirá resultados.

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12/11/2009 F. LEON 

Foto:S. GARCIA

Las de la región que desarrollen líneas de investigación en innovación y desarrollo ya disponen de una infraestructura que ofrece equipamiento, asesoramiento y acceso a otros recursos para hacer que sus productos y sus servicios sean más competitivos en el . Ello es posible con la puesta en la marcha del Científico de (PCTEx), cuya sede provisional en inauguró ayer el de la Junta, Guillermo Fernández Vara, con el rector de la Uex, Francisco Duque, y el alcalde de , Celdrán, entre otras autoridades y más de un centenar de invitados del mundo empresarial y la universidad.

Una veintena de se encuentran ya ubicadas en el PCTEx, que se ubica en el edificio rehabilitado de la antigua Escuela de Ingenieros Industriales, en Huerta Rosales. Un equipo de siete personas, dirigido por Antonio Verde –director general–, lleva meses trabajando con las sociedades y entidades dedicas al desarrollo de procesos de i+D+I, radicadas en este nuevo espacio, con el fin de lograr que la transferencia de conocimiento y resultados de la investigación sean efectivas y lleguen al .

NUEVA El PCTEx nace también con el objetivo de apoyar la creación de nuevas innovadoras y promover una de la innovación tecnológica y la gestión del conocimiento que fomenten el conocimiento mutuo y la colaboración entre investigadores y . Además de contribuir al desarrollo de una nueva economía con futuro en la región.

El , lejos de nacer con un planteamiento generalista, presta atención a sectores empresariales que le permitirán adquirir una identidad y ligarlo a un potencial claramente diferenciado.

Nace el PCTEx con la idea de potenciar la creación de sinergias entre las entidades presentes en él. Esos sectores son los de energías renovables, biomedicina, tecnología de la información y la comunicación, agroalimentación, gestión de recursos naturales y servicios avanzados a la empresa.

TRES AREAS Antonio Verde los aglutinó en tres áreas: energía (renovables), suelo (campo e industria agroalimentaria) y personas (tecnología, , ocio y ), trabajando todos ellos con “tejido, talento y capital”, dijo.

Se trata, como señaló el director general del PCTEx, de un único con dos sedes, en y , para las que se prevé una inversión de 12 millones de euros, con la construcción de sendos edificios de 4.000 metros cuadrados en los campus de ambas ciudades, con una superficie total de 22 hectáreas.

Guillermo Fernández Vara apuntó en su intervención, que en un futuro se podría pensar en ampliarlo a y Plasencia. En , el que se construye en el campus estará ligado a la futura plataforma logística; y el de , a la Sociedad de la Salud.

El extremeño respondió a la hipotética pregunta de una persona que pase por el y pregunte qué es: se trata de un medio “para que su hijo pueda tener trabajo en un sector con futuro, que no tiene que ver con el de su abuelo ni el de su padre”. Y añadió que es “más camino, que morada, para conseguir aquello por lo que llevamos años luchando; que lo que se invente, sirva para crear trabajo para esos hijos”. Y recordó que el PCTEx es posible gracias a la trabajo “de mucha gente durante 30 años”.

También señaló que la lista de las radicadas en el no es “baladí, pues no existían hace diez años; son las de la nueva ”. Y dado que la Junta ha aportado dinero , Vara se dirigió a Antonio Verde para decirle que este proyecto ha generado muchas expectativas que no se pueden defraudar, y que exigirá resultados, reto que recogió el director del PCTEx.

Duque trasladó el mérito de haber sacado el proyecto adelante al vicerrector de Investigación, como “verdadero líder” del mismo, y valoró que el viene a llenar un vacío, pues no es “fácil la transferencia del conocimiento para dar un servicio y pasar al sector productivo”, así como que orientará a los nuevos sectores en esa línea de innovación.

El de ITI funcionará durante dos o tres años, hasta que se abra el nuevo edificio en el campus, sin que por el momento se sepa si se mantendrá la actual sede o no, señaló el director de desarrollo de negocios, Francisco Pizarro. Este, como Verde, valoró las sinergias que se pueden y se deben crear en el PCTEx entre las colaboradoras, que podrán aprovechar los servicios especializados del , pero también intercambiar los conocimientos de cada una de ellas.

Así, el Ministerio de Ciencia e Innovación ha concedido 7,5 millones de euros para atender los cuatro proyectos presentados por el PCTEx, asumidos al 100%, según Pizarro. Estos incluyen la construcción de dos edificios en –Cetiex, de energías renovables; y un edificio de –, así como un plan de viabilidad de I+D+i de la empresa jamonera Herlusa, y la construcción de una bioincubadora.

En cuanto a la accesibilidad del , Pizarro afirmó que desde 10 euros el metro cuadrado, cualquier empresa puede tener un sitio en el mismo con derechos a todos sus servicios avanzados, siempre que se dedique a uno de los sectores para los que se ha creado.

Asimismo, las pueden instalarse en el PCTEx mediante adscripción, como residentes en el mismo o con su propio edificio construido en suelo cedido con derecho de uso por 50 años.

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José Capitão Pardal

Um dia destes ao navegar na Net, dei com este “post” do Frederico Lucas e por achar o seu conteúdo interessante, tomei a liberdade de o transcrever para conhecimento de todos os meus leitores.

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“O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas”.
W. G. Ward (via @andreiapinto)

 Alguém sabe a morada do Plano Tecnológico?

Sempre que faço esta pergunta tenho o endereço web como resposta: http://www.planotecnologico.pt
Mas se em vez disso perguntar pelo da , ninguém deixará de responder “5 de Outubro”!

E a diferença é simples: O da é anterior à geração WEB. Já existia antes disso.

O já nasceu no “nosso tempo”.

Tal como o Nespresso ou como a marca de impressoras Brother cuja sede ninguém imaginará a não ser o seu DNS.

Usei esta forma simples para demonstrar a enorme revolução que estamos a assistir de forma consensual.

E esta revolução marca toda a diferença no contexto territorial.

Hoje as organizações têm um endereço web e os seus colaboradores vivem onde mais lhes interessar.

São centenas de estórias que já escutei de instaladores residenciais de que andaram no sul e no do nosso a instalar a em casas de grandes “carolas”, isto é, investigadores e empresários que operam virtualmente em Londres, Dubai ou Frankfurt conciliando essa actividade com a residência num acolhedor e solarengo como é .

Aqui vivem, aqui educam os seus filhos, aqui pagam impostos, aqui consomem, aqui adquirem as suas casas.

Mas se recebermos destes um cartão de visita, teremos uma morada postal e um telefone do onde operam. E um endereço web que é o “head-office” empresarial!

E porque motivo escolheram estes pioneiros da DNS o nosso para viver?

Seremos a primeira Aldeia ? Serão a nossa história, a nossa e a nossa tolerância, os condimentos territoriais de um mundo que caminha para a ?

in Criar2009

Posted by Frederico Lucas at 6:35 PM

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José Capitão Pardal

Pelo interesse da , transcrevo a notícia inserta na “Vida Económica” online de 20090803. 

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Aprovados 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais

As do sector do poderão dispor de acesso facilitado às verbas do Quadro de Referência Estratégico () com o reconhecimento da « 2015» como pólo de competitividade e .

A « 2015» foi reconhecida através da assinatura de um contrato específico pelo do de , Patrão, e pelo gestor do COMPETE – Operacional Factores de Competitividade, Nelson de Souza.

Este pólo de competitividade e permite alinhar todas as candidaturas de que se enquadrem na « 2015» de acordo com a mesma orientação , facilitando “não só o acesso como também a obtenção de melhores condições de financiamento, desde logo porque cria as condições para que as do possam concorrer apenas entre si”.

Foi aprovado em reunião do de de 16 de Julho o novo Código Fiscal do , o qual decorre da autorização legislativa concedida ao abrigo da Lei do Orçamento do para 2009.

O novo Código Fiscal do pretende unificar os procedimentos aplicáveis à contratualização dos benefícios fiscais ao produtivo em território e ao dirigido à internacionalização das portuguesas, procedendo para tal à agilização de procedimentos e ao aperfeiçoamento e transparência do regime aplicável.

São introduzidas algumas alterações importantes ao nível dos benefícios fiscais, que se traduzem, designadamente, na concessão de um crédito de imposto, em sede de IRC, que poderá ascender a 20% do elegível realizado.

Os investidores deverão estar atentos à nova realidade, tendo em conta as vantagens que podem advir da nova regulamentação.

O da e , Fernando Teixeira dos Santos, formalizou, no passado mês de Julho, a aprovação de 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais qualificados no âmbito das estratégias de eficiência colectiva 2007-2013.

Só agora, e “em função dos projectos apresentados e do escalonamento que vai haver nos concursos que o já tem e que irá ter no futuro”, chegarão os primeiros financiamentos, limitados ao horizonte temporal 2013, disse à “Vida Económica” Manuel Laranja, assessor do Coordenador da de e do .

É que “não faz sentido o estar a criar pólos para financiá-los ‘adeternum’”.

O tem já agendada, para os primeiros dias de Setembro, a segunda edição do .

Trata-se de “uma mostra dos resultados da modernização um evento que decorrerá entre a primeira e a segunda semana de Setembro e onde, pela primeira vez, os pólos de competitividade e “clusters” regionais agora validados pelo da serão convidados a expor um stand alusivo aos seus projectos.

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José Capitão Pardal

português desenvolve técnica pioneira de processamento de tecidos para transplante

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Escrito por CienciaPT   
29-Jun-2009

transplante

Uma técnica inovadora e única a nível mundial de preparação e processamento de membrana amniótica para transplantação em doentes com queimaduras graves ou malformações, e com aplicação noutras áreas médicas, vai ser distinguida esta segunda-feira com o prémio Hospital do Futuro.

Desenvolvida pela investigadora Teresa Ramos, a técnica pode ser aplicada em áreas médicas diversas (oftalmologia, terapêutica de úlceras…) e é já rotina no Banco de Tecidos. Os investigadores do de Histocompatibilidade do Sul trabalham neste projecto há cerca de dois anos e meio, contando já com vários casos de sucesso entre os transplantes realizados.

A técnica, única a nível mundial no modo de preparação e processamento da membrana amniótica a partir de placentas provenientes de cesarianas, permite obter tecidos imunologicamente inertes que, por isso, não causam qualquer rejeição nos doentes transplantados.

Um dos grandes desafios científicos e médicos dos transplantes reside precisamente na rejeição imunológica desencadeada pelo organismo de quem recebe pele, tecidos ou órgãos, pelo que constitui um factor determinante para o sucesso deste procedimento.

O prémio Hospital do Futuro visa distinguir projectos inovadores na área da e tem como principais patrocinadores a Gesaworld e a Glintt, com o apoio da Direcção-Geral de , da .

A cerimónia de entrega acontece hoje, pelas 15 horas, na Católica, no auditório Cardeal Medeiros. O projecto do de Histocompatibilidade do Sul recebe o prémio na área da biotecnologia.

Actualizado em ( 01-Jul-2009 )

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José Capitão Pardal

Tomo a liberdade de transcrever a notícia da de 17 de Junho, sobre o da Despesa em I&D, fazendo votos para que ao referido da despesa, corresponda um efectivo do trabalho científico e .

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: da despesa em I&D reflecte prioridade ao científico e da e

 

, 17 Jun () – O da despesa em I&D reflecte a prioridade política ao científico e na legislatura de 2005 a 2009, segundo um relatório divulgado pelo da , , Sociedade da e Ensino Superior.

No relatório que a teve acesso, onde são apresentadas as principais medidas e resultados da legislatura de 2005 a 2009, o refere que foi o da em que a despesa em I&D mais cresceu recentemente, a qual passou a representar globalmente mais de 1,2 por cento do , o que reflecte a prioridade política ao científico e .

Houve não só um “inédito” em do número de com actividades de I&D, que duplicou nos últimos quatro anos, como também um “grande” aumento do número de investigadores a exercer funções nas , tendo sido registados 8.639 em 2007.

Com a reintrodução do Sistema de Incentivos Fiscais à I&D em (SIFIDE) em 2005, oferece hoje, segundo o , o sistema de incentivos fiscais às “mais competitivo” da , facilitando uma dedução fiscal que pode atingir 82,5 por cento do em I&D.

A prioridade do tem sido também acompanhada por uma “forte” mobilização da comunidade científica, uma comunidade jovem, “fortemente internacionalizada, equilibrada entre homens e mulheres e muito produtiva”.

O total do financiamento de base para o apoio a unidades de e Laboratórios Associados cresceu cerca de 60 por cento entre 2005 e 2008, tendo atingido 89 milhões de euros no ano passado, com a criação de quatro novos laboratórios.

A instalação do Laboratório Ibérico de Nanotecnologia, que será inaugurado em Braga este Verão, merece especial importância para o por ser a primeira organização de da Península Ibérica, cujo orçamento anual ronda os 30 milhões de euros a partir de um inicial de cerca de 100 milhões de euros, assegurado pelos dois países, e .

A prioridade política ao científico e foi ainda acompanhada pelo reforço contínuo do ensino experimental das ciências e da promoção da científica e tecnológica, sendo o Viva uma “referência ”, que despertou um movimento “inédito” em de adesão de famílias, autarquias, e instituições científicas.

O científico e do tem sido ainda acompanhado por uma forte mobilização da Sociedade de , sendo de registar, segundo o , um enorme progresso na área de ‘e-’, com o alargamento da Biblioteca do Conhecimento Online, b-on, a todas as instituições científicas e ensino superior , o lançamento da Iniciativa GRID, INGRID, e do Repositório Científico Aberto de , entre outros.

De acordo com o mesmo relatório, a penetração da no primeiro trimestre de 2008 na população com nível de secundária e superior atingiu 81 e 97 por cento, respectivamente, sendo a quinta e a sétima maior da UE27.

É ainda de referir, segundo o , que mais de um terço das 116 de base científica e tecnológica, abrangidas a partir de 2005 pelo de criação de a partir do sistema científico e universitário pelo gerido pela Agência de , são de TIC – Tecnologias de e Comunicação.

No âmbito da internacionalização do sistema científico e , é de salientar também o reforço da cooperação multilateral, nomeadamente a criação da Ibérica de Computação Grid, IBERGRID, e o lançamento do concurso para projectos de científica para equipas mistas em e nas áreas de nanomedicina e nanotecnologias.

Em matéria da política para a sociedade da , acentuou, de acordo com o , a prioridade dada à inclusão (em termos de acessibilidade, envelhecimento e iliteracia) e à necessidade de desenvolver uma política de edição e científica e técnica.

O trabalho desenvolvido por ocasião da Presidência da , no segundo semestre de 2007, foi, segundo o no mesmo relatório, o “espelho das iniciativas e reformas conduzidas a nível e merece uma referência especial”.

FRO.

/Fim

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José Capitão Pardal

Se isto não é choque , o que será?!…

Quanto demorava a tarefa hérculea de constituir uma empresa?… Ainda se lembram?

 Benelux Julho Agosto 2004 256

 Transcrevo texto de Data: 2009-06-16 – iGOV

 

 

 

 

Até ao final do mês de Maio foram constituídas 73.036 na hora.

Sendo o tempo médio de constituição das mesmas de cerca de 43 minutos.

Segundo dados do Ministério da Justiça , em Maio de 2009 foram constituídas 1.661 , o que equivale a uma média diária de 83,1 .

O da Justiça adianta ainda que desde o final de Junho de 2006 aderiram aos Centros de Arbitragem 16.762 na hora.


José Capitão Pardal

Sem comentários transcrevo a notícia inserta no sítio da Agência Financeira

Protocolo da linha de crédito assinado esta 2ª feira – PME Invest IV: mais 400 milhões para exportações e PME

2009/06/15   20:23

Redacção /  PGM

200 milhões para exportadores e 200 para micro e pequenas .


É assinado esta segunda-feira o protocolo da linha de crédito PME Invest IV. O pacote, de 400 milhões de euros, vai abranger as exportadoras, a quem destina metade do valor, e as Micro e Pequenas , que receberão a outra metade.

Na sessão serão assinados os protocolos entre as Instituições Públicas envolvidas na operacionalização da linha de crédito, nomeadamente o IAPMEI, as Sociedades de Garantia Mútua e a PME Investimentos, e as instituições bancárias aderentes.

Em comunicado, o da e (MEI) explica que esta linha de crédito que será hoje lançada «oferece condições mais vantajosas», com o objectivo de abranger mais .

De resto, o espera apoiar, no mínimo, sete mil micro e pequenas e do sector exportador com esta linha.

Nesta linha, as exportadoras só têm de exportar pelo menos 10% do volume de vendas (na linha anterior eram 25%) ou um valor superior a 150 mil euros (em vez de um milhão de euros) para poderem aceder.

Já as Micro e Pequenas , devem apresentar resultados líquidos positivos em 2 dos últimos 4 exercícios (contra apenas 3 exercícios na Linha anterior).

As operações de crédito para as do sector exportador beneficiam de uma Garantia Mútua sobre 50% do valor de cada Financiamento, enquanto que no caso das Micro e Pequenas esta Garantia é de 75%.

Os Valores a financiar ao abrigo desta Linha, são acumuláveis com financiamentos prestados ao abrigo das Linhas anteriores.


José Capitão Pardal

In Newsletter nº 2 de VidaEconómica de 2009/06/08

de Nova Geração (RNG)

O Compete – Operacional Factores de Competitividade, que se integra no Quadro de Referência Estratégico () vai atribuir 41,7 milhões de euros para apoiar a competitividade das no âmbito das de Nova Geração (RNG).

Mais especificamente, as verbas destinam-se a apoiar a de infra-estruturas e instalação de .

O concurso oficialmente aberto no dia 27 de Maio destina-se, por um lado, a com projectos de e serviços para fornecer as RNG na sua fase de instalação e, por outro, a estimular as pequenas e médias a oferecer serviços gerados pelas potencialidades das RNG.

As propostas deverão ser entregues até 15 de Julho.

O júri escolherá as candidaturas elegíveis até ao final do ano sendo que é expectável que a verba de 41,7 milhões de euros induza um das na ordem dos 100 milhões de euros.

 

assegura adiantamento de 30% dos fundos às autarquias

 O do Ambiente, do Ordenamento do Território e do explica,em comunicado, que este adiantamento poderá ser utilizado para de requalificação urbana e para «estratégias de eficiência colectiva», nomeadamente Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos, pólos de competitividade e e outros «clusters».

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José Capitão Pardal