MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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JN Online 2010/08/26 00h30m

Teresa Costa

Dezenas de actividades com licenças imediatas

logo Governo

Para iniciar a exploração de um estabelecimento, bastará comunicar essa intenção às autoridades competentes; fazer o pagamento das taxas por via electrónica; e abrir a porta ao de imediato.

É matéria que irá hoje a de para aprovação.

Restaurantes, cafés, bares, floristas, lojas de animais, frutarias, cabeleireiros, comércio de pão, pastelarias, confeitarias, talhos, peixarias, lojas de pronto-a-vestir, centros de reparação de automóveis, armazéns grossistas de batatas, água, azeite, armazéns de materiais de (excepto madeiras)… são exemplos de negócios cujo licenciamento será muito mais simples e instantâneo.

O chama-lhe “Licenciamento zero”, no âmbito do “Simplex”, e visa acabar com burocracias, “custos inúteis” e tempos de espera entre o pedido de licença para o início ou mudança de uma actividade e a obtenção da autorização para abrir o estabelecimento ao .

Sanções serão agravadas. Na actualidade, os interessados solicitam o licenciamento, pagam e esperam pela licença para poderem funcionar.

No futuro, bastará fazer uma comunicação prévia no chamado balcão único electrónico, no da (www.portaldaempresa.pt), ou com atendimento presencial nas Lojas da , ou em todos os municípios, em balcões públicos ou privados, como nas associações empresariais, por exemplo.

Apesar das vantagens inerentes, se uma for detectada em infracção, as sanções serão agravadas: o montante das coimas será mais elevado, poderão ser aplicadas coimas acessórias e o próprio estabelecimento poderá ser encerrado, com interdição para o exercício da actividade.

A ideia é libertar fundos afectos aos controlos prévios e canalizá-los para a fiscalização.

De acordo com a que o JN teve acesso, o novo regime será obrigatório para estabelecimentos de restauração e bebidas, de comércio ou de armazenagem de produtos alimentares ou equiparados, como talhos ou frutarias.

Terá carácter facultativo para as actividades não sujeitas a nenhum regime especial em matéria de instalação (como as lojas de meias), ou que tenham regimes especiais mais exigentes (como bancos ou farmácias).

Neste último caso, o recurso ao balcão único não isentará do cumprimento das obrigações específicas.

Num conjunto determinado de circunstâncias, deixará de haver licenças para afixação e inscrição de mensagens publicitárias, bem como para a afixação do horário (embora o mapa do horário tenha de estar visível).

A exploração de máquinas de diversão com jogos dentro do estabelecimento também deixará de ser licenciada.

Os municípios, por sua vez, serão chamados a facilitar os licenciamentos, nomeadamente, no que diz respeito às utilizações do domínio associadas a um estabelecimento comercial, competindo-lhes definir previamente os critérios que devem ser observados, em matéria de esplanadas, toldos, floreiras e contentores de resíduos, entre outros.

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José Capitão Pardal

Para conhecimento de todos os meus leitores

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O de , reunido hoje (2010/07/17) na Presidência do de , aprovou o novo PROTA – de Ordenamento do Território do .

A Resolução do de que aprova o de Ordenamento do Território do , revoga o de Ordenamento do Território do Litoral, o de Ordenamento do Território da Envolvente de Alqueva e o de Ordenamento do Território da dos Mármores, aprovados, respectivamente, pelo Decreto Regulamentar n.º 26/93, de 27 de Agosto, pela Resolução do de n.º 70/2002, de 9 de Abril, e pela Resolução do de n.º 93/2002, de 8 de Maio

O de Ordenamento do Território do (PROTA), agora aprovado, contribui para a definição da política e de ordenamento do território, assumindo as grandes opções estratégicas de base territorial para o do , afirmando o como território sustentável e de forte identidade .

Em primeiro lugar, o PROTA prevê a integração territorial e abertura ao exterior, potenciando o posicionamento geográfico no contexto e ibérico, através do reforço da competitividade que promova a internacionalização da região, em articulação com as de transportes e sistema de logística empresarial, o de serviços avançados e uma aposta urbana diferenciadora, a par dos singulares recursos naturais e da paisagem.

Em segundo lugar, a conservação e a valorização do ambiente e do património natural, garantindo os padrões de biodiversidade através da integrada dos sistemas naturais e das oportunidades, que se oferecem às actividades produtivas como contributo para o sustentável dos espaços rurais e dos recursos naturais, e a minimização de situações de riscos naturais e tecnológicos.

Em terceiro lugar, a diversificação e a qualificação da base , reforçando e desenvolvendo os sectores tradicionais e emergentes estratégicos, com destaque para os sistemas agro-silvo-pastoris e para o património natural e cultural, como base de uma fileira de produtos turísticos de elevada qualidade e identidade.

Em quarto lugar, a afirmação do policentrismo suportado num conjunto de centros urbanos capazes de articular regionais, promover a sua integração funcional e gerar níveis acrescidos de cooperação estratégica e de , assente na concertação intermunicipal de recursos e equipamentos capazes de sustentar a coesão territorial.

Por último, estas orientações estratégicas concretizam-se, nomeadamente nos seguintes aspectos:

 - O da plataforma portuária de Sines, consolidando a sua vocação ibérica e baseada numa posição geoestratégica privilegiada relativamente ao cruzamento de grandes rotas mundiais de transporte marítimo, o qual constitui um factor importante para a afirmação do e da região;

 - O Aeroporto de que abrirá caminho a novos processos de internacionalização da região, quer mediante a captação de fluxos turísticos relacionados com o Alqueva, o Litoral Alentejano e o Algarve, quer através da emergência de novas actividades económicas, nomeadamente na área da aeronáutica;

 - A concretização da Linha de Ferroviária entre e e da linha convencional de mercadorias Sines-Évora-/--, o que constituirá um enquadramento favorável a uma interligação mais estreita com e que poderá criar novas oportunidades para um concorrencial do de Sines no contexto ;

 - A relação com Área Metropolitana de (AML), reforçada pela localização do novo aeroporto de e pelo das actividades logísticas e portuárias na AML, o que, conjugado com as estratégias de de outras infra-estruturas de relevante importância e , dá condições objectivas ao de assumir uma nova posição no âmbito das relações económicas à escala ibérica e , para as quais muito contribui também a ção - com a criação do corredor rodoviário a , ligando o novo aeroporto de a e ;

 - O reforço da complementaridade dos centros urbanos que permitirá o da competitividade e da coesão territorial do , considerando como pólos estruturantes Évora, , , Sines-Santiago do Cacém-Santo André e -Campo Maior, ancorados numa de centros organizados numa estrutura policêntrica e associados a uma de estruturas logísticas e de empresarial, apostando em economias de aglomeração de proximidade com as instituições de conhecimento, de , de tecnológico e de prestação de serviços;

 - O aproveitamento da envolvente de Alqueva, a qual constitui um espaço destacado no Modelo Territorial da base , induzido pelo efeito da expansão da nova infra-estrutura hidroagrícola de suporte à modernização da agricultura da sub-região e pela sua atractividade sobre as actividades turísticas, associado às potencialidades criadas pelo novo lago mas também pela sua relação de proximidade com as cidades de Évora e ;

 - O Litoral Alentejano, articulando as suas potencialidades de destino turístico de excelência e de atracção de projectos estruturantes, nomeadamente na área do Turismo, com a valorização e protecção ambiental da Costeira;

- O solo rural, assumindo-o como o suporte das actividades directamente relacionadas com o aproveitamento agrícola, pecuário e florestal ou de recursos geológicos, regendo-se por princípios gerais de contenção da edificação isolada e do parcelamento da propriedade, pela racionalização das infra-estruturas e pelo fomento à reabilitação do existente.

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José Capitão Pardal

Sem muitos comentários, tomo a liberdade de divulgar a notícia abaixo indicada, constante do do , sobre a tributação das mais-valias mobiliárias ( de acções), medida que não contesto, mas que julgo, não ser oportuno o seu lançamento, face às dificuldades que o referido vem sentido, de algum tempo a esta parte e as repercusões que poderá ter na portuguesa, nomeadamente, no que se refere a uma eventual saída em massa dos investidores estrangeiros.
Como soe dizer-se, não faltariam oportunidades.
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logo Governo
2010-04-16

O vai executar a primeira medida do de Estabilidade e – a tributação dos lucros da bolsa – no de de 22 de Abril, anunciou o Primeiro- no debate quinzenal na Assembleia da . «Não é despido de significado o facto de o iniciar a aplicação do PEC com a tributação das mais valias mobiliárias», afirmou José em resposta às perguntas dos deputados, acrescentando que se trata de uma medida «é justa e há muito estava no de e que deve agora ser executada».

O Chefe do regozijou-se, a propósito, a aprovação do PEC pela : «Tratou-se de uma decisão da maior importância para , porque o nosso PEC não foi alterado, ao contrário do que aconteceu a outros. A não fez uma recomendação a para que alterasse o PEC, designadamente ao nível do seu quadro de referência macroeconómico. A diz que o nosso PEC é rigoroso, adequado, ambicioso e concreto».

O facto de o PEC português ser um realista (com um cenário macroeconómico propositadamente pridente) e suficientemente detalhado e concreto, permitiu aos analisam «extrair a conclusão que a evolução nas receitas e nas despesas está ligada às medidas já apresentadas pelo ». «Isto levou todas as instituições internacionais como o FMI ou a OCDE a elogiarem o nosso PEC». «Se nós compararmos o sentimento com que foi recebido o nosso PEC na com o de outros países, podemos ter motivos de orgulho», acrescentou José .

O PM sublinhou que a não fez nenhuma exigência ao português de medidas suplementares ao PEC, limitando-se a referir que poderão ser necessárias medidas complementares de consolidação orçamental caso não se verifique o cenário macroeconómico incluído no , afirmando que esta «é uma frase que consta da apreciação da em todos os PEC de todos os países. É aquilo que se chama um clássico. É a chamada observação de La Palice».

Finalmente, o Primeiro- condenou a «escalada gananciosa dos ordenados dos gestores em todas as e, em particular, em muitas privadas, que estão muito fora da realidade» e recordou que o «tomou a decisão mais dura no combate ao exagero no vencimento dos gestores de participadas pelo » ao dar «a orientação genérica de congelamento de salários» e ao determinar que «não haverá bónus ou remunerações suplementares em 2010 e 2011». «Em todas as assembleias gerais, o votará contra qualquer proposta que não cumpra estas duas orientações, e em particular na Assembleia Geral da EDP – onde o tem uma posição de 20% e onde a Caixa Geral de Depósitos tem 5% -, esses 25% votarão contra todas as propostas que não incluam eliminação de bónus e uma redução dos salários em 5%, que foi a proposta que a Parpública [entidade que gere as participações do ] apresentou».

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José Capitão Pardal

Mais um passo foi dado na implementação da linha de , , com a aprovação da minuta do contrato de concessão do troço Poceirão – .

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2010-04-15  in “ do

logo GovernoO Conselho de Ministros de 15 de Abril aprovou a minuta do contrato de concessão, por 40 anos, do projecto, , financiamento, manutenção e de disponibilização, do troco Poceirão-, integrado na ção ferroviária de entre e . Esta decisão é um passo fundamental na concretização da de ferroviária (RAVE) e da ção entre o marítimo de Sines e as linhas ferroviárias estrangeiras, assim como se tornara num eixo essencial ao transporte de mercadorias de para a . A RAVE terá impactos significativos na , no , na capacidade das portuguesas concorrerem no .

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José Capitão Pardal

Para conhecimento dos meus leitores e por transcrição do do aqui deixo as medidas, constantes da Resolução do de abaixo indicada, de Apoio ao da , através do PADES  (  de Apoio ao da   ).

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logo Governo

Resolução do de n.º 16/2010

O do XVIII Constitucional estabelece, entre as suas prioridades, o relançamento da e a promoção do .

As entidades que integram o sector são as cooperativas, as instituições particulares de solidariedade , as misericórdias, as mutualidades, as associações de e outras entidades sem fins lucrativos.

Estas entidades desenvolvem actividades essenciais no domínio da acção , em especial através da prestação de serviços de assistência de proximidade, contribuindo assim para o e a coesão .

Por outro lado, desenvolvem acções para a promoção e a integração activa dos grupos vulneráveis, como os imigrantes, os idosos e os desempregados, estabelecendo de apoio e contribuindo activamente para a criação de empregos estáveis.

O posicionamento destas organizações no domínio socioeconómico evidencia -se, assim, pelo facto de a sua intervenção se basear em princípios de defesa dos interesses colectivos, em mecanismos de cooperação e de solidariedade, bem como por uma forte componente de integração das suas actividades ao nível das comunidades e dos territórios.

Por este conjunto de factores, as entidades do sector têm vindo a afirmar -se como elementos essenciais nas parcerias promovidas para o das políticas .

Perante esta realidade, o reforço do sector constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do económico e do nosso , traduzindo -se a linha de intervenção estratégica a prosseguir pelo , por um lado, na criação de um de profissional de apoio à qualificação institucional destinado a promover a e, por outro, na criação de estruturas e de mecanismos específicos de apoios e de incentivos ao exercício da sua actividade e ao seu , contribuindo assim para o reforço da coesão e , mediante a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No seguimento deste esforço de dinamização da , o primeiro passo em prol desta nova estratégia de reconhecimento e de valorização do sector foi dado através do processo de criação da Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio), expressando-se, assim, o reconhecimento oficial deste sector enquanto organismo com uma identidade comum, apesar da sua diversidade e heterogeneidade.

Um segundo passo foi, ainda, dado no sentido da afirmação do potencial de criação de por parte deste sector, através da criação de um específico de estágios profissionais, o INOV -, aprovado pela Resolução do de n.º 112/2009, de 26 de Novembro, visando a colocação de jovens quadros qualificados junto das instituições da e, concomitantemente, o reforço da e a modernização das instituições acolhedoras.

A presente resolução vem, agora, estabelecer um conjunto articulado de medidas de estímulo ao da , através da aprovação do de Apoio ao da (PADES).

A primeira medida no âmbito do PADES será a criação, durante o 1.º semestre de 2010, de uma linha de crédito bonificado, no valor de €12500000, com o objectivo de incentivar as entidades que integram o sector ao e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades.

Por outro lado, lança -se o de microcrédito, no montante global de € 15 000 000, gerido pelas entidades que integram o sector , em parceria com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito.

Este novo pretende ser uma medida de estímulo à criação de e ao empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, facilitando -se não só o acesso ao crédito bem como a prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais.

Em terceiro lugar, o aposta na qualificação das entidades e dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores.

Por último, resolve -se criar para a , órgão consultivo, de avaliação e de acompanhamento ao nível das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e ao da .

Foi ouvido o Banco de .

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o de resolve:

1 — Aprovar o de Apoio ao da (PADES), com o objectivo de permitir o acesso a programas específicos de das suas actividades de natureza e solidária às entidades que integram o sector — as instituições particulares de solidariedade , as mutualidades, as misericórdias, as cooperativas, as associações de e outras entidades da sem fins lucrativos.

2 — Implementar, durante o 1.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, uma linha de crédito bonificado, no valor de € 12 500 000, específica para as entidades que integram o sector , com os seguintes objectivos:

a) no reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;

b) Modernização dos serviços prestados às comunidades;

c) Modernização da e reforço de tesouraria;

d) Reforço do fundo de maneio necessário ao da sua actividade;

e) Liquidação de dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

 3 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio) a desta linha.

4 — Lançar, no âmbito do PADES, um de microcrédito, no montante global de € 15 000 000, a criar durante o 2.º semestre de 2010, destinado a fomentar a criação de e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, beneficiando, preferencialmente, desempregados que pretendam desenvolver uma actividade por conta própria, para a qual necessitem de um empréstimo de baixo valor, com o limite máximo de € 25 000, e ao qual não consigam aceder junto de instituições financeiras.

5 — Determinar que os apoios a conceder para o deste se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e à consolidação dos projectos empresariais.

6 — Estabelecer que o crédito ao é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, através de linhas de crédito a criar para o efeito, beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia, no quadro do sistema de garantia mútua.

7 — Determinar que a operacionalização do assenta na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector , ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos.

8 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio a coordenação e o acompanhamento do de microcrédito, em articulação com o de e Profissional, o de Apoio às Pequenas e Médias e à e Direcção-Geral de Tesouro e .

9 — Desenvolver, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de profissional de apoio à e à modernização das entidades do sector com os seguintes objectivos:

a) Reforçar as qualificações dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores;

b) Promover a melhoria dos seus procedimentos de e de .

10 — Implementar, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de apoio à qualificação das entidades do sector para melhorar a qualidade das suas actividades e o de sistemas de certificação de qualidade, de modernização tecnológica e de .

11 — Determinar a criação, durante o 1.º trimestre de 2010, do para a , órgão consultivo de avaliação e de acompanhamento das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e da .

Presidência do de , 4 de Fevereiro de 2010.

O Primeiro-,

José Carvalho Pinto de Sousa.

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José Capitão Pardal

Sem comentários.

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2010-03-01 in do

Presidência do de

Gabinete da Secretária de da Modernização Administrativa

Em 4 meses foram dispensadas cerca de 200 000 Medida Simplex poupa 5 milhões de euros às .

No âmbito do Simplex 2009 foi adoptada, desde 1 de Outubro de 2009, uma medida que permite, às comunicar actos obrigatórios de registo, apenas a uma única entidade, o que, passados 4 meses, revelou significar uma poupança, para as , de cerca de 5 milhões de euros.

Antes, as estavam obrigadas a transmitir a três entidades diferentes (Serviços de Registo, Serviços de e Serviços da Segurança ), por meios diferentes – papel e por via electrónica – a mesma .

Por exemplo, as resultantes de uma alteração na composição dos órgãos (mudança de gerente), da firma ou da sede ou a realização de uma operação de fusão eram transmitidas às três entidades referidas.

Com esta medida, adoptada e em vigor desde 1 de Outubro de 2009, as passaram a comunicar aquelas informações a uma única entidade – os serviços de registo – ficando estes com a incumbência de, posteriormente, comunicarem essas informações aos serviços de e da segurança .

Esta simplificação de procedimentos, que pode ser efectuada na , já permitiu que as e a segurança tivessem recebido, por este novo sistema, cerca de 200 000 alterações, o que significa uma poupança às na ordem de 5 milhões de euros em custos directos e indirectos.

Registe-se que esta medida Simplex eliminou burocracia desnecessária e deslocações a dois serviços da pública e contribui para a redução dos custos para as .

Trata-se, assim, de mais um contributo para libertar recursos, dar mais dinamismo à e eliminar custos de contexto, papel e deslocações, permitindo que as se concentrem em tarefas essenciais para a modernização, competitividade, geração de riqueza e criação de .

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José Capitão Pardal

Dado o interesse da matéria junto transcrevo o artigo abaixo, da “ ” online de 20090803

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POVT disponibiliza 30 milhões de euros para o urbano

Foi assinado no passado dia 20 de Julho um contrato com o Banco Europeu de (BEI) que atribui àquela entidade a de um montante de 130 milhões de euros para a constituição do Fundo de Participações JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas), com o objectivo de estimular o urbano em .

Na cerimónia estiveram presentes os do Ambiente, Francisco Nunes Correia, das Públicas, Transportes e , Mário Lino, e das , Teixeira dos Santos.

A Iniciativa JESSICA visa apoiar a utilização de mecanismos de engenharia financeira no financiamento de investimentos de urbano e será gerido pelo BEI com fundos do QREN e da Direcção-Geral do Tesouro e das (DGTF).

O Operacional Temático Valorização do Território (POVT) tem uma participação financeira de 30 milhões de euros, canalizados a partir do Eixo IX – do Sistema Urbano .

A participação financeira está ainda assegurada pelos programas operacionais do (30 milhões de euros), do (20 milhões de euros), (5 milhões de euros), (10 milhões de euros) e Algarve (5 milhões de euros).

A DGTF participa com 30 milhões de euros. Estes fundos serão investidos em projectos que garantam o retorno do , de modo a que o montante recuperado possa ser reinvestido mais tarde noutros projectos.

Fonte: http://www.povt.qren.pt

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José Capitão Pardal