MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Mais uma curiosidade sobre o “nosso” , neste caso sobre as botas alentejanas.

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As botas alentejanas protegiam os pés e parte da perna dos rigores da no campo.

Hoje, as botas, são mais um adorno do que um sapato de trabalho.

Perderam peso e ganharam um desenho mais moderno.

Mário Grilo começou a fazer botas alentejanas por medida aos 12 anos e nunca mais deixou.

É com prazer que fala da sua actividade tradicional, onde gosta de inovar. De Cuba, no , chegou ao mundo através da persistência.

Sara Pelicano | sábado, 9 de Janeiro de 2010

Na vila de Cuba, , há 25 anos atrás, enquanto os jovens de 12 anos lançavam o peão, brincavam ao berlinde, Mário Grilo passava as férias de Verão a trabalhar com um sapateiro.

Deu, assim, os primeiros passos na arte de fazer sapatos. Rápido, os sapatos tornaram-se a actividade diária de Mário Grilo.

Passados 25 anos, o sapateiro tem um negócio de sucesso produzindo botas alentejanas por medida, entre outros sapatos. É com orgulho que fala do seu ofício e, vincando este gosto, brinca comentado que «continua de férias». Isto porque continua a entregar-se à sua profissão com o entusiasmo de um jovem de 12 anos numas férias de Verão.

A oficina deste sapateiro de 37 anos localiza-se numa típica casa alentejana: rés-do-chão, fachada pintada de branco com friso azul a contornar porta e janelas. O silêncio da rua é quebrado quando se abre a porta da casa.

Mário trabalha ao som da música que o rádio emite como é comum em casa de sapateiro. Amontoa-se o couro, sobretudo de vaca, linhas de coser sapatos, canos de botas já talhados à espera de um pé para fazer a base e, por fim, numa prateleira uma pequena mostra do que são as botas alentejanas deste jovem sapateiro.

«Tudo o que faço já está vendido», conta Mário Grilo revelando que «já teve de abandonar algumas feiras porque depois não consegue responder a todas as encomendas». ‘Não tem ninguém que o ajude?’

«Já tive alguns colaboradores. Mas tirar medidas de pés, alguns com problemas, e moldar os materiais não são tarefas fáceis. E, depois, há as dores nas costas, que ninguém gosta.

Ora, hoje em dia poucas pessoas estão predispostas para este trabalho», diz. Após uma pequena pausa no discurso, remata: «O ofício está dentro da pessoa».

A vila alentejana onde nasceu e tem vivido grande parte do tempo é o local «onde faz sentido fazer as botas alentejanas», confessa o artesão. Contudo os largos quilómetros que o separam dos grandes centros urbanos não o impediram de levar a sua arte a todo o e também além fronteiras.

Mário afirma orgulhoso: «Sozinho, consegui chegar a 31 países». Todos os meses ruma ao para comprar material de fabrico. É lá que se encontram as fábricas e «como não há sapateiros, não há vendedores que se desloquem às terras».

Quebrar distâncias parece, assim, ser uma outra arte deste jovem artesão. O recurso à tem sido uma outra forma de ‘sair’ de Cuba. «Tenho as minhas botas espalhadas em muitos sítios da . Uma rápida pesquisa e encontra-se logo o meu nome», comenta enquanto retoma o trabalho.

A pele que molda é semelhante à de uma zebra. Mário sabe que é estranha e antes mesmo da pergunta diz: «Gosto de inovar».

Este ano quero pegar no tradicional e dar-lhe nova confecção, brincar com as cores. Afinal tudo o que seja calçado eu faço porque gosto» e continua: «As actividades tradicionais pecam por não querer inovar por não saber brincar e, às vezes, basta mudar a cor da pele».

Um par de botas alentejanas hoje em dia-a-dia é mais um adorno do que um sapato de trabalho. Procuradas por diversos estratos sociais, Mário Grilo vai respondendo às exigências dos seus clientes em encomendas muitas vezes feitas por telefone.

«Faço vários pares ao mesmo tempo. Um par levaria dois dias sempre mais do que oito horas de trabalho. Eu entendi que devia começar o maior número de pares e ir acabando, assim é possível ter sempre um par de botas. Dou assistência durante toda a das botas».

Antigamente este calçado chegava a pesar três quilos, hoje um número 40 pesa perto de dois quilogramas.

Mário Grilo confessa que nunca teve apoios ou incentivos à sua actividade. E revela que quando começou o ofício existia mais aptidão dos municípios para mostrar as artes tradicionais do concelho de Cuba e lamenta que esse interesse se tenha desvanecido.

«Nessa altura [há 20 anos atrás] gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do artesanato do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.

O que é pena porque se o município divulgar um pouco essas actividades gera e trabalho e, assim, este saber fica um pouco no meu segredo».

Mário considera que as artes tradicionais vão sobreviver quando houver uma mudança de mentalidade na e se coloque o gosto por um ofício à frente dos lucros. Este trabalho «para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho».

Nunca tive apoios de ninguém e não há grandes incentivos. A nível local já tivemos uma pessoa na câmara. Há 20 anos, uma pessoa que tinha aptidão por estas coisas.

Nessa altura gostavam de ter em feiras uma representação daquilo que era o nicho do artesanato do concelho. Os anos passaram e essa apetência desapareceu um pouco.

Se o município divulgar um pouco essas actividades gera e trabalho e assim fica um pouco no meu segredo. Para ser rentável é preciso meter o coração à frente do dinheiro e esquecer todas as horas de trabalho.

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José Capitão Pardal

Qua, 8/07/2009

A aposta do Município de em aderir às Águas do , SA, começa a dar os seus frutos, com o anúncio do concurso da primeira obra -  do reservatório de São Bento do Cortiço, condutas adutoras, câmaras de válvulas e ponto de entrega.

Trata-se da primeira obra a ser concursada a que outras se seguirão, na tão desejada e necessária reabilitação dos Sistemas de Águas e Esgotos do concelho de .

A intervenção com as de remodelação geral dos sistemas de Águas e Esgotos, em e em baixa, levará a investimentos da ordem dos 25 a 30 Milhões de , prolongando-se por vários anos e em todo o concelho.

É verdade que trará alguns transtornos para os estremocenses, mas não é menos verdade, que necessitamos dessa intervenção, como do pão para boca, tal é o de abandono a que foram votados em dezenas de anos, apesar das dificuldades sentidas por todos ao longo dos tempos.

Aproveito para transcrever o anúncio do concurso, inserto no da do dia 2 do corrente mês de Julho.

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Diário da - II Série – Quinta-Feira, 2 de Julho de 2009

 

MODELO DE ANÚNCIO DO CONCURSO PÚBLICO

Quinta-Feira, 2 de Julho de 2009 Número 126

da , 2.ª série – N.º 126 – 2 de Julho de 2009 – Anúncio de procedimento n.º 3024/2009 – Página n.º 2 

ÁGUAS DO , S.A.

Anúncio de procedimento n.º 3024/2009

1 – IDENTIFICAÇÃO E CONTACTOS DA ENTIDADE ADJUDICANTE

NIF e designação da entidade adjudicante:

506306143 – Águas do , S.A.

Serviço/Órgão/Pessoa de contacto:

Endereço: Av. D. Leonor Fernandes, nº 5 r/c

Código postal: 7005 144

Localidade: Évora

Telefone: 00351 266769650

Fax: 00351 266769651

Endereço Electrónico: geral@adca.com.pt

2 – OBJECTO DO CONTRATO

Designação do contrato: Empreitada do Subsistema de Abastecimento de Água a São Bento do Cortiço.

Descrição sucinta do objecto do contrato: do reservatório de São Bento do Cortiço, condutas adutoras, câmaras de válvulas e ponto de entrega

Tipo de Contrato: Empreitada de Públicas

Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)

Objecto principal

Vocabulário principal: 45232100

Objectos complementares

Vocabulário principal: 45231300

3 – INDICAÇÕES ADICIONAIS

O concurso destina-se à celebração de um acordo quadro: Não

O concurso destina-se à instituição de um sistema de aquisição dinâmico: Não

 
 
É utilizado um leilão electrónico: Não da , 2.ª série – N.º 126 – 2 de Julho de 2009 – Anúncio de procedimento n.º 3024/2009 – Página n.º 316 – O PROCEDIMENTO A QUE ESTE ANÚNCIO DIZ RESPEITO TAMBÉM É PUBLICITADO NO JORNAL OFICIAL DA

É adoptada uma fase de negociação: Não

4 – ADMISSIBILIDADE DA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS VARIANTES: Sim

6 – LOCAL DA EXECUÇÃO DO CONTRATO

Local de São Bento do Cortiço, freguesia de São Bento do Cortiço, concelho de , .

7 – PRAZO DE EXECUÇÃO DO CONTRATO

Empreitadas de públicas

Prazo contratual de 240 dias contados nos termos do disposto no nº 1 do artigo 362º do CCP

8 – DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO

a)os previstos no nº 1 art.º 81º do CCP;

b)Alvarás contendo as seguintes habilitações:

i)6ª subcategoria da 2ª categoria e da classe correspondente ao valor global da proposta;

ii)1ª e 15ª subcategorias da 4ª categoria, da classe correspondente ao valor dos trabalhos especializados que lhe respeite, consoante a

parte que a esses trabalhos cabe na proposta;

iii)1ª subcategoria da 1ª categoria, da classe correspondente ao valor dos trabalhos especializados que lhe respeite.

9 – ACESSO ÀS PEÇAS DO CONCURSO E APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS

9.1 – Consulta das peças do concurso

Designação do serviço da entidade adjudicante onde se encontram disponíveis as peças do concurso para consulta dos interessados:

Águas do , S.A.

Endereço desse serviço: Av. D. Leonor Fernandes, nº 5 r/c

Código postal: 7005 144

Localidade: Évora

Telefone: 00351 266769650

Fax: 00351 266769651

Endereço Electrónico: geral@adca.com.pt

9.2 – Meio electrónico de fornecimento das peças do concurso e de apresentação das propostas

Plataforma electrónica utilizada pela entidade adjudicante: http://www.vortalgov.pt

Preço a pagar pelo fornecimento das peças do concurso: Gratuito

10 – PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS OU DAS VERSÕES INICIAIS DAS PROPOSTAS SEMPRE QUE SE

TRATE DE UM SISTEMA DE AQUISIÇÃO DINÂMICO

Até às 17 : 00 do 91 º dia a contar da data de envio do presente anúncio

11 – PRAZO DURANTE O QUAL OS CONCORRENTES SÃO OBRIGADOS A MANTER AS RESPECTIVAS PROPOSTAS

90 dias a contar do termo do prazo para a apresentação das propostas

12 – CRITÉRIO DE ADJUDICAÇÃO

Proposta economicamente mais vantajosa

Factores e eventuais subfactores acompanhados dos respectivos coeficientes de ponderação: Preço Global 40%

Valia Técnica da Proposta 35%

Garantia de Cumprimento do Prazo de Execução 10%

Lista de Preços Unitários 15%

13 – DISPENSA DE PRESTAÇÃO DE CAUÇÃO: Não

14 – IDENTIFICAÇÃO E CONTACTOS DO ÓRGÃO DE RECURSO ADMINISTRATIVO

Designação: Águas do , S.A.

Endereço: Av. D. Leonor Fernandes, nº 5 r/c

Código postal: 7005 144

Localidade: Évora

Telefone: 00351 266769650

Fax: 00351 266769651

Endereço Electrónico: geral@adca.com.pt

15 – DATA DE ENVIO DO ANÚNCIO PARA PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA

2009/07/01 

 

UNIÃO : Sim

18 – IDENTIFICAÇÃO DO AUTOR DO ANÚNCIO

Nome: Manuel Vinagreiro dos Santos Ventura

Cargo: Administrador Delegado

401982527

 

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José Capitão Pardal

Independentemente, da posição que tenhamos sobre o projecto evidenciado, devemos congratularmo-nos pelo Prémio , que o Município de conquistou e o seu Presidente José irá receber no próximo dia 26 do corrente mês.

 
 

 

 

ESTREMOZ - Vista Geral

- Vista Geral

 

 

Planeamento cidades

considerada “Cidade de ” ao ganhar prémio “Projecto Urbano-Reabilitação”  

O município de venceu o Prémio “Cidade de – Projecto Urbano de Reabilitação, com o projecto “ Concepção do Espaço do Rossio de Pombal e Largos Adjacentes”.

O Projecto vencedor é da autoria do Arquitecto Adalberto Dias.

Autarquia pretende renovar a imagem do histórico da cidade, através de uma intervenção a longo prazo, com soluções de “modernidade e inovação”.

A cerimónia de entrega do prémio decorrerá na tarde do próximo dia 26 de Junho (sexta-feira), na Fundação Serralves,na cidade do .

Estão pois de Parabéns, os Estremocenses, o Autor do Projecto, o Município de e o seu Presidente José .


José Capitão Pardal