MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Para conhecimento dos meus leitores e por transcrição do do aqui deixo as medidas, constantes da Resolução do de abaixo indicada, de Apoio ao da , através do PADES  (  de Apoio ao da   ).

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logo Governo

Resolução do de n.º 16/2010

O do XVIII Constitucional estabelece, entre as suas prioridades, o relançamento da e a promoção do .

As entidades que integram o sector são as cooperativas, as instituições particulares de solidariedade , as misericórdias, as mutualidades, as associações de local e outras entidades sem fins lucrativos.

Estas entidades desenvolvem actividades essenciais no domínio da acção , em especial através da prestação de serviços de assistência de proximidade, contribuindo assim para o local e a coesão .

Por outro lado, desenvolvem acções para a promoção e a integração activa dos grupos vulneráveis, como os imigrantes, os idosos e os desempregados, estabelecendo de apoio e contribuindo activamente para a criação de empregos estáveis.

O posicionamento destas organizações no domínio socioeconómico evidencia -se, assim, pelo facto de a sua intervenção se basear em princípios de defesa dos interesses colectivos, em mecanismos de cooperação e de solidariedade, bem como por uma forte componente de integração das suas actividades ao nível das comunidades e dos territórios.

Por este conjunto de factores, as entidades do sector têm vindo a afirmar -se como elementos essenciais nas parcerias promovidas para o das políticas .

Perante esta realidade, o reforço do sector constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do e do nosso , traduzindo -se a linha de intervenção estratégica a prosseguir pelo , por um lado, na criação de um de profissional de apoio à qualificação institucional destinado a promover a e, por outro, na criação de estruturas e de mecanismos específicos de apoios e de incentivos ao exercício da sua actividade e ao seu , contribuindo assim para o reforço da coesão e , mediante a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No seguimento deste esforço de dinamização da , o primeiro passo em prol desta nova de reconhecimento e de valorização do sector foi dado através do processo de criação da Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio), expressando-se, assim, o reconhecimento oficial deste sector enquanto organismo com uma identidade comum, apesar da sua diversidade e heterogeneidade.

Um segundo passo foi, ainda, dado no sentido da afirmação do potencial de criação de por parte deste sector, através da criação de um específico de estágios profissionais, o INOV -, aprovado pela Resolução do de n.º 112/2009, de 26 de Novembro, visando a colocação de jovens quadros qualificados junto das instituições da e, concomitantemente, o reforço da e a modernização das instituições acolhedoras.

A presente resolução vem, agora, estabelecer um conjunto articulado de medidas de estímulo ao da , através da aprovação do de Apoio ao da (PADES).

A primeira medida no âmbito do PADES será a criação, durante o 1.º semestre de 2010, de uma linha de crédito bonificado, no valor de €12500000, com o objectivo de incentivar as entidades que integram o sector ao e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades.

Por outro lado, lança -se o de microcrédito, no montante de € 15 000 000, gerido pelas entidades que integram o sector , em parceria com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito.

Este novo pretende ser uma medida de estímulo à criação de e ao empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, facilitando -se não só o acesso ao crédito bem como a prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais.

Em terceiro lugar, o aposta na qualificação das entidades e dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores.

Por último, resolve -se criar para a , órgão consultivo, de avaliação e de acompanhamento ao nível das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e ao da .

Foi ouvido o Banco de .

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o de resolve:

1 — Aprovar o de Apoio ao da (PADES), com o objectivo de permitir o acesso a programas específicos de das suas actividades de natureza e solidária às entidades que integram o sector — as instituições particulares de solidariedade , as mutualidades, as misericórdias, as cooperativas, as associações de local e outras entidades da sem fins lucrativos.

2 — Implementar, durante o 1.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, uma linha de crédito bonificado, no valor de € 12 500 000, específica para as entidades que integram o sector , com os seguintes objectivos:

a) no reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;

b) Modernização dos serviços prestados às comunidades;

c) Modernização da e reforço de tesouraria;

d) Reforço do fundo de maneio necessário ao da sua actividade;

e) Liquidação de dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

 3 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio para a — Cooperativa de Interesse de Responsabilidade Limitada (Cooperativa Sérgio) a desta linha.

4 — Lançar, no âmbito do PADES, um de microcrédito, no montante de € 15 000 000, a criar durante o 2.º semestre de 2010, destinado a fomentar a criação de e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao de trabalho, beneficiando, preferencialmente, desempregados que pretendam desenvolver uma actividade por conta própria, para a qual necessitem de um empréstimo de baixo valor, com o limite máximo de € 25 000, e ao qual não consigam aceder junto de instituições financeiras.

5 — Determinar que os apoios a conceder para o deste se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e à consolidação dos projectos empresariais.

6 — Estabelecer que o crédito ao é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, através de linhas de crédito a criar para o efeito, beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia, no quadro do sistema de garantia mútua.

7 — Determinar que a operacionalização do assenta na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector , ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos.

8 — Determinar que compete à Cooperativa Sérgio a coordenação e o acompanhamento do de microcrédito, em articulação com o de e Profissional, o de Apoio às Pequenas e Médias e à e Direcção-Geral de Tesouro e .

9 — Desenvolver, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de profissional de apoio à e à modernização das entidades do sector com os seguintes objectivos:

a) Reforçar as qualificações dos seus dirigentes, dos seus quadros e dos restantes trabalhadores;

b) Promover a melhoria dos seus procedimentos de e de .

10 — Implementar, durante o 2.º semestre de 2010, no âmbito do PADES, um de apoio à qualificação das entidades do sector para melhorar a qualidade das suas actividades e o de sistemas de certificação de qualidade, de modernização tecnológica e de .

11 — Determinar a criação, durante o 1.º trimestre de 2010, do para a , órgão consultivo de avaliação e de acompanhamento das estratégias e das propostas políticas nas questões ligadas à dinamização e da .

Presidência do de , 4 de Fevereiro de 2010.

O Primeiro-,

José Carvalho Pinto de Sousa.

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José Capitão Pardal

Aqui vos deixo a notícia inserta na Newsletter da “Turisver”, sobre as conclusões do 1º Congresso de do , que decorreu durante os dias 26 e 27 do corrente, na cidade de .

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logoturisver

Reunidos em durante os dias 26 e 27, os participantes do 1º Congresso de do aprovaram as seguintes conclusões finais que transcrevemos na íntegra.

Conclusões:

1.Este é um momento histórico de que os congressistas, na mesa e na plateia, são protagonistas: o primeiro congresso de na região do .

2.O congresso reflecte a tomada de consciência:

a.Que o se apresenta, no início do século XXI, como um Destino emergente no panorama do de , com peso crescente na e na vida da região, sendo um factor importante de ;

b. Que o pode (e deve) desempenhar um papel relevante na promoção da identidade do , da sua , das suas paisagens, do modo de vida das suas gentes…;

c.Que os agentes institucionais, os sectores empresariais, o tecido associativo, as comunidades locais alentejanas necessitam de discutir o tema do em conjunto, pois só dessa discussão colectiva podem surgir novos caminhos para o turístico desta região.

3.Mas o congresso reflecte também a ambição:

a. De afirmar um Destino e uma Marca forte a nível , mas também ;

b. De identificar esse Destino com o território e com os seus valores, promovendo afinidades crescentes entre a região e os mercados turísticos;

c. De mobilizar todos os alentejanos e as suas instituições na afirmação do Destino, condição necessária para obter um turístico mais sustentado e mais sustentável;

4.Esta ambição é fundamental para concretizar uma agenda de turístico do para os próximos anos, que assenta nas seguintes linhas de actuação principais:

1.A afirmação da notoriedade interna e externa do Destino “”, alicerçado nos factores distintivos e autênticos que constituem a sua identidade.

A Toscânia mostra-nos que é possível inovar, modernizar e competir à escala sem abdicar de valores, antes pelo contrário, colocando a identidade ao serviço do sustentável do .

2.O e a consolidação de produtos turísticos à escala da região com o envolvimento colectivo dos agentes públicos e privados do e sectores afins.

Por isso, está já a trabalhar-se na Grande Rota da Gastronomia e Vinhos do , projecto que vai na linha do exemplo que nos trouxe La Rioja; na Grande Rota do Tempo; mas também na estruturação da Rota dos Mármores e do Industrial;

3. O aumento das competências de do Destino, destacando-se a criação do Observatório de do , que iniciará a sua actividade a partir de Maio, que é um bom exemplo do trabalho em rede entre a Entidade de , as instituições de ensino superior e as associações empresariais;

4. A criação de uma rede de apoio ao e à iniciativa turística, que estimule a captação de adequado ao território e contribua para agilizar a concretização de projectos;

5.A integrada da rede de postos de do pela ERT e Pólos, instrumento imprescindível à melhoria da qualidade do acolhimento do Destino;

6.Como plataforma de integração destas actuações, e respondendo aos novos paradigmas e comerciais do , criar uma de do Destino (DMO), aproveitando a janela de oportunidade criada pelas novas tecnologias para agilizar a da oferta desde a criação até à venda;

5.Para concretizar estas linhas de actuação, importa também capacitar as ERT e os Pólos para:

1. Uma intervenção consequente ao nível dos instrumentos de territorial, em estreita articulação com as entidades sectoriais e territoriais competentes;

2. Uma participação efectiva no processo de licenciamento e classificação dos empreendimentos turísticos, o que só será possível pela atribuição de novas competências, por exemplo através do mecanismo legal da delegação;

3. Uma articulação estreita com a de Coordenação e , na explicitação da componente turística das Estratégias de Eficiência Colectiva reconhecidas no para dar coerência e às iniciativas de marketing territorial que estão a avançar na região;

4. Reivindicar, junto da do , o reforço do financiamento da actividade das ERT e dos Pólos, com base em critérios de mérito que reconheçam o trabalho realizado no melhoramento do produto e na promoção dos destinos regionais.

O Congresso verificou ainda com agrado que o PENT irá ser revisto, o que constituirá uma excelente oportunidade para este documento estratégico acolher a nova ambição prosseguida para o alentejano, nomeadamente a inclusão do de natureza como produto estratégico para o no .

6.É nestes desafios globais que devemos concentrar a nossa atenção e os nossos esforços colectivos, agindo de forma estruturada e persistente para a obtenção de resultados concretos.

Para isso, contamos com um instrumento transversal e congregador do do , o Operacional de do , 2010-2019.

Turisver – 30/03/2010

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José Capitão Pardal

Sem comentários deixo-vos a notícia inserta no site Hardmusica de hoje (20091222).

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20091220224514_1173455095cavalos_alqueva

O contrato de de 50 milhões de euros, com uma comparticipação estatal de 20 milhões de euros, será assinado entre o AICEP-Agência para o e Comércio Externo de , e a SAIP- Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações com a presença do da , Vieira da , afirmou à fonte oficial do da .
 

Esta primeira fase do Parque Alqueva, que é o maior turístico a realizar no nas próximas décadas, está já em construção e vai ser constituída por um hotel, com 250 camas, por um Wine Club e por um campo de golfe na Herdade do Roncão d’El Rei.

Espera-se que este primeiro projecto esteja concluído no primeiro trimestre de 2012, disse à fonte da SAIP, que, no entanto, remeteu para segunda-feira pormenores mais detalhados sobre os projectos para as duas restantes herdades que constituem o Parque Alqueva.

Fonte da SAIP tinha afirmado à recentemente que a sociedade pretendia investir perto de 1.000 milhões de euros na concretização do projecto turístico.

O projecto do Parque Alqueva foi classificado pelo como de Potencial Interesse (PIN).

Dia 21 serão ainda inauguradas as instalações do Terras do Grande Lago Alqueva, pólo de turístico que tem por missão valorizar as terras do grande lago Alqueva e fazer o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos
(ES)

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José Capitão Pardal

Deambulando pelos meandros da deparei com este “post” inserto no “blog” Terras de Argila, datado de 20060803 e escrito por “alturas” da 29ª Feira de Artesanato, de Vila do Conde, sobre a D. Luísa da Conceição, nossa conhecida artista em “bonecos” de , que me cativou e emocionou sobremaneira ao ponto de aqui o deixar reproduzido.

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Foi por causa de um presépio que conhecemos a D. Luísa.

Artesã de , ceramista destemida, com 72 anos, que todos os anos está na Feira de Artesanato de Vila do Conde, entre outras, acompanhada sempre pelo seu marido e um filho.

Apreciadores de arte popular, eu e o João, há muito que vínhamos namorando um presépio da D. Luísa. Eram muitas peças, o que tornava caro o conjunto e por isso íamos aguardando pela melhor altura para o comprar.


Eu já tinha uma Primavera, peça muito característica do imaginário de , que comprara numa viagem ao há muitos anos. Tenho uma grande estima por essa peça. As cores vivas já adquiriram uma “patine”e desbotaram um pouco, o que no entanto não lhe retira a beleza, muito pelo contrário.


Não éramos propriamente coleccionadores mas havia outras peças que gostávamos de adquirir: um Amor é Cego, uma Cantarinha Fidalga, uma N.sra do Ó, um S.João, entre tantas peças que nos cativavam.

 
A compra foi acompanhada de muita conversa e foi aí que a D. Luísa desfiou algumas histórias, a sua própria história e a das suas peças.

Mas foi então a compra do presépio que nos fez estreitar o conhecimento com a D. Luísa.

No espaço de exposição havia outros barristas de , mas as peças desta ceramista destacaram-se logo pelos pormenores e entre eles pelos pequenos rostos mais sorridentes e coradinhos.

Mais tarde fizemos a associação dos rostos dos bonecos com o rosto da artista – eram tal e qual. Eram diferentes e preferimo-las.

 
O pai chamava-se Mariano Conceição e por volta de 1932 já modelava as figuras de . O seu maior empenho era fazer ressurgir peças antigas que estavam a ficar esquecidas. A esposa ajudava-o na parte de pintura das peças e Luísa, só com seis anos, começou a dar os primeiros passos ajudando a pintar os pormenores.


Quando o pai faleceu, a mulher continuou-o na modelagem de peças e Luísa manteve-se na pintura.


Por volta dos quarenta anos e já lá vão trinta, resolveu começar a modelar ela as figuras. A partir daí também o seu objectivo se tornou criar imagens tradicionais caídas em desuso e outras da sua autoria, mas sempre inspiradas em pesquisas que faz.

A D. Luísa sabe as origens mais antigas de todas as figurinhas de .

De acordo com a artesã o tema mais forte do artesanato de é o trabalho: os pastores, as ceifeiras, azeitoneiras e outras profissões. O sagrado está também representado, com referências ao S. , à Nª Srª e ao Presépio.

Depois há figuras muito bonitas e características fora desses temas que são: a Primavera, bailarina que representa o quando está florido; o Amor é Cego que representa o amor com decoração inspirada no Brasil; há os negrinhos de influência também brasileira e as Cantarinhas, com decorações muito coloridas.

 
O presépio cá está em casa há bastantes anos já, sempre posto na mesa junto à entrada, simbolizando a paz e celebrando a vida.
 

Quanto à D. Luísa é sempre um prazer revê-la e às suas peças no ritual da visita anual à feira de Vila do Conde.

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Bem haja D. Luisa da Conceição e muitos anos de vida para continuar o seu trabalho, em prol do artesanato de .


José Capitão Pardal

Nunca condicionantes tão decisivas para a nossa , estiveram tão intimamente ligadas, nos tempos globais que decorrem, como estes dois (endividamento externo e potencial hidroeléctrico).

Sabendo que a nossa dependência energética, contribui com mais de 50%, para o endividamento externo, não é difícil concluir que a aposta, nas respostas e no no sector energético é de uma crucial importância, para a redução desse endividamento.

Sobre o assunto deixo-vos para todos o texto de Glória Rebelo.

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2009-07-11

Em , desde 2006 – altura em que o apresentou um conjunto de propostas para a área da previstas no e na para a – que, assumindo que o sector energético representa um dos domínios prioritários de I & D em , têm emergido novas medidas estruturantes no campo energético .

Estruturantes, dado que procuram reduzir a dependência energética e, consequentemente, reduzir o endividamento externo do .

De facto, se a é, simultaneamente, um importante factor de da e um elemento vital para o sustentável de qualquer , a verdade é que o endividamento externo é já um mal crónico em .

E parte desse problema está estreitamente associado à dependência energética do , dado que cerca de 50% desse endividamento se devem à compra de petróleo ao exterior.

Ora, reforçar o no sector energético e planear a diversificação da oferta de fontes de alternativas ao petróleo é, como se sabe, e sobretudo no actual contexto , um desafio incontornável.

apresenta, como é reconhecido internacionalmente, um enorme potencial nas áreas da biomassa, da eólica, solar ou das ondas. Mas importa não ignorar a importância da hidroeléctrica.

E quando a escassez de petróleo pode, a prazo, ameaçar as economias mais dependentes deste combustível, a aposta neste tipo de – através do de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico 2007-2020 – e no fortalecimento da capacidade energética das barragens e de produção hidráulica será crucial para um sustentável em .

Por diversos motivos. Em primeiro, porquanto as centrais eléctricas e as barragens permitem produzir electricidade a um custo comparativamente muito baixo, sendo a hidroeléctrica um bom meio de fazer face a picos de consumo. Depois, porque é um meio de desenvolver parte das energias renováveis e de diversificar o portfólio energético do . Por fim, pelo impulso que pode significar para a agricultura , criando condições para o do regadio.

Daí que apostar em projectos como o Regadio da Cova da Beira, o segundo maior aproveitamento hidroagrícola em construção em – reforçado em Junho último com a adjudicação dos dois novos blocos da Covilhã e do Fundão – com conclusão prevista para 2010 e que servirá mais de 12 mil hectares de terrenos, seja fundamental para a .

O tempo é também, pois, de reforçar infra-estruturas e de explorar novas oportunidades para relançar a e criar .

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José Capitão Pardal

Qua, 26/08/2009

No seguimento da publicação dos dados do INE – de Estatística, sobre o do – Produto Interno Bruto, deixo-vos o texto do Digital, de 20090813.

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Contrariando a previsão da maioria dos analistas, a registou de 0,3% no segundo trimestre do ano, tirando o da recessão em que estava mergulhado há longos meses.

Da Redacção

O Produto Interno Bruto português, soma de todas as riquezas criadas no , registou de 0,3% no segundo trimestre deste ano, face ao primeiro trimestre, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo de Estatística (INE).

O , contrariando a previsão de contracção de 0,6% apontada pela maioria dos analistas, tira da recessão em que estava mergulhado há longos meses.

Os números hoje divulgados, a um mês das legislativas a realizar em 27 de Setembro, poderão repercutir no ambiente eleitoral.

Apesar da recuperação verificada entre Abril e Junho, face ao trimestre anterior, a continua em queda quando os resultados são comparados com o período homólogo de 2008, verificando-se uma queda de 3,7%.

Segundo o INE, houve “redução acentuada das Exportações de Bens e Serviços, do e, em menor grau, das Despesas de Consumo Final das Famílias”.

Assim, a apresentou comportamento similar aos resultados divulgados também hoje pela Alemanha e que apresentaram, igualmente, de 0,3% no segundo trimestre, embora o da continue no vermelho.

Os dados divulgados pelo INE foram comemorados pelo do primeiro José .

Embora muitos economistas comecem a avaliar que “o pior da já passou”, alertam que não tem a mesma dinâmica de de países como a Alemanha ou a .

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José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para o período que atravessamos, deixo-vos o artigo  de opinião de José , no “Jornal de Notícias” de 20090811.

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“Votar na direita é regressar ao passado”

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita, que se apresenta com ideias e pessoas do “passado”, diz .

Jornal de Negócios  com

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita.

Em considera artigo de opinião hoje publicado no “Jornal de Notícias”, o líder socialista sustenta ainda que votar na direita é regressar ao passado.

“A direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas.

Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação”, acusa o primeiro-.

Sob o título “Uma escolha decisiva”, José inicia o seu longo artigo no JN referindo a existência de uma “velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o ”.

No entanto, no do artigo, o -geral do centra a sua crítica na direita, apelando a que “não haja ilusões: para , a alternativa real é entre o ser chamado de novo a formar ou regressar a um de direita.

Por isso, os que querem um fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder”.

José afirma que “enquanto o lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço de , bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança , que garante as pensões e as reformas dos portugueses”.

A escolha decisiva nas próximas legislativas, segundo José , deverá ser feita em três questões que considera fundamentais.

“Em primeiro lugar”, escreve, “trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação.

Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.”

Em segundo lugar, no entender do líder do , há uma escolha política a fazer sobre o . “A nossa direita”, acusa , “ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o não deve fazer tanto para ajudar a a vencer a e para salvaguardar o . A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no .”

considera “errada” esta proposta: “Cortar no modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da , atiraria muito mais para a falência e bloquearia a recuperação do .”

Em terceiro lugar, afirma que “há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas ”.

Neste , escreve que “a direita insiste no recuo do , para a condição de mínimo ou, como dizem agora, ‘imprescindível’.

Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas quando estavam no .

Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança , fim da tendencial gratuitidade do Serviço de e pagamento dos próprios serviços de pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania.”

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José Capitão Pardal

Pelo interesse da informação, transcrevo a notícia inserta na “Vida ” online de 20090803. 

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Aprovados 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais

As do sector do poderão dispor de acesso facilitado às verbas do Quadro de Referência Estratégico () com o reconhecimento da « 2015» como pólo de competitividade e .

A « 2015» foi reconhecida através da assinatura de um contrato específico pelo do de , Patrão, e pelo gestor do COMPETE – Operacional Factores de Competitividade, Nelson de Souza.

Este pólo de competitividade e permite alinhar todas as candidaturas de que se enquadrem na « 2015» de acordo com a mesma orientação , facilitando “não só o acesso como também a obtenção de melhores condições de financiamento, desde logo porque cria as condições para que as do possam concorrer apenas entre si”.

Foi aprovado em reunião do de de 16 de Julho o novo Código Fiscal do , o qual decorre da autorização legislativa concedida ao abrigo da Lei do Orçamento do para 2009.

O novo Código Fiscal do pretende unificar os procedimentos aplicáveis à contratualização dos benefícios fiscais ao produtivo em território e ao dirigido à internacionalização das portuguesas, procedendo para tal à agilização de procedimentos e ao aperfeiçoamento e transparência do regime aplicável.

São introduzidas algumas alterações importantes ao nível dos benefícios fiscais, que se traduzem, designadamente, na concessão de um crédito de imposto, em sede de IRC, que poderá ascender a 20% do elegível realizado.

Os investidores deverão estar atentos à nova realidade, tendo em conta as vantagens que podem advir da nova regulamentação.

O da e , Fernando Teixeira dos Santos, formalizou, no passado mês de Julho, a aprovação de 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais qualificados no âmbito das estratégias de eficiência colectiva 2007-2013.

Só agora, e “em função dos projectos apresentados e do escalonamento que vai haver nos concursos que o já tem e que irá ter no futuro”, chegarão os primeiros financiamentos, limitados ao horizonte temporal 2013, disse à “Vida ” Manuel Laranja, assessor do Coordenador da de e do .

É que “não faz sentido o estar a criar pólos para financiá-los ‘adeternum’”.

O tem já agendada, para os primeiros dias de Setembro, a segunda edição do .

Trata-se de “uma mostra dos resultados da modernização um evento que decorrerá entre a primeira e a segunda semana de Setembro e onde, pela primeira vez, os pólos de competitividade e “clusters” regionais agora validados pelo da serão convidados a expor um stand alusivo aos seus projectos.

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José Capitão Pardal

Pela sua importância e actualidade, tomo a liberdade de transcrever o artigo inserto no jornal “” de hoje, sobre a polémica que tem envolvido o e a oposição.

Parece-me óbvio que em tempo de , a actividade diminui, as receitas fiscais  decrescem, as despesas aumentam e, naturalmente, o défice tenderá em aumentar, como tem sucedido.  Só não vê, quem não quer ver ou está mal intencionado.

Tenho dito e obrigado por me terem ouvido.

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Pedro Romano  
25/07/09 00:05

O agravamento do défice provocou uma troca de argumentos entre e Ferreira Leite. Ontem, o da disse que o problema é semelhante ao dos outros países da , dando razão ao .

O buraco nas contas públicas vai subir em 2009, mas a situação é “semelhante à de todos os países da e não compromete as restantes economias da monetária.

As palavras são do próprio da e fecham uma semana em que a discussão em torno das do marcou o debate pré-eleitoral, palavras que, segundo ex- contactados pelo , não servem para eliminar uma certeza: com um défice de 5,9%, a margem de manobra do próximo é escassa.

As declarações foram feitas a um jornal austríaco.

Em entrevista, Cavaco disse que, em tempo de , as transferências “têm de funcionar, o que aumenta a despesa”. Por outro lado, “verifica-se um decréscimo das receitas fiscais”. Uma situação que, referiu, é transversal a quase todos os países.

O argumento já tinha sido usado pelo primeiro-.

Ainda esta semana José defendeu que a previsão do para o défice – 5,9% do – é inferior à da para a (6%) e que o prémio de risco pago pela na emissão de dívida é inferior ao de Irlanda e , por exemplo.

 ”O que mostra que os investidores confiam em ”, concluiu.

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José Capitão Pardal

 

A pedido do Professor Hernãni Matos, divulgo a Newsletter nº 1 da AFA  – Associação Filatélica Alentejana
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, 31 de Outubro (sábado) de 2009

Apartado 91

7104 – 909 

Telefone 937 274 775

afaestremoz@gmail.com

 

 

, 12 de Julho de 2009

Newslwetter nº 1

 

  I ENCONTRO DE WEBMASTERS E BLOGGERS FILATÉLICOS PORTUGUESES

 

Em Outubro próximo, será palco do I Encontro de Webmasters e Bloggers Filatélicos Portugueses. Trata-se duma iniciativa da Associação Filatélica Alentejana, a decorrer durante todo o dia 31 de Outubro (sábado), no Cultural Dr. Marques Crespo, naquela cidade alentejana.

O Encontro que assumirá a forma de workshop, visa o levantamento da problemática suscitada pela edição “on line”, a procura de soluções para os problemas existentes, a partilha de experiências e saberes e o estabelecimento de pontes de cooperação e entreajuda entre todos aqueles que escolheram a world wide web como meio de comunicação.

A participação no Encontro é livre e gratuita, apenas condicionada ao preenchimento e envio de um formulário electrónico de inscrição, disponível em http://www.hernanimatos.com/01encontro.doc e cuja finalidade é identificar o webmaster ou blogger e o respectivo endereço na , assim como a sugestão de tópicos de trabalho e/ou discussão a incluir no workshop, de modo a estruturar e a assegurar a eficácia do seu funcionamento.

A convida todos os participantes a fazerem-se acompanhar do seu computadar portátil e respectivo Kanguru.

O Encontro decorrerá entre as 11 e as 13 horas, seguindo-se um intervalo para almoço. Os trabalhos recomeçarão pelas 15 horas, estando o encerramento e a apresentação de conclusões do Encontro, previstas para as 17 horas.

Para a difusão da presente newsletter, a conta com o funcionamento em rede dos webmasters e bloggers filatélicos portugueses.

 Saudações Filatélicas

Hernâni Matos

 ( da Direcção da Associação Filatélica Alentejana)

http://www.inteirospostais.com

http://www.hernanimatos.com

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José Capitão Pardal

Qui, 16/07/2009

Pelo seu interesse tomo a liberdade de transcrever o texto inserto na “Agência Financeira” de ontem.

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2009/07/15 11:18

Redacção / RPV

Número de menores neste grupo está a aumentar. O número de portugueses em risco de pobreza manteve-se na taxa de 18 por cento em 2007, à semelhança da tendência dos dois anos anteriores.

No entanto, as desigualdades têm vindo a descer. Segundo os dados provisórios do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, referentes a 2008 mas sobre rendimentos do ano anterior, e que foram divulgados esta quarta-feira pelo de Estatística (INE), o rendimento dos 20% da população com maior rendimento era 6,1 vezes o rendimento dos 20% da população com menor rendimento, traduzindo-se numa redução face a 6,5 estimado no ano anterior.

De acordo com este inquérito, a taxa de risco de pobreza correspondia à proporção de habitantes com rendimentos anuais por adulto equivalente inferiores a 4.878 euros em 2007 (cerca de 406 euros por mês).

22% dos que estão em risco são idosos.

Uma análise por grandes grupos etários evidencia uma melhoria no risco de pobreza para os idosos: de 26% em 2006 para um valor de 22% em 2007.

«A taxa de risco de pobreza para os indivíduos com menos de 18 anos regista um aumento face aos anos anteriores, estimando-se que 23% das pessoas neste grupo etário se encontravam em risco de pobreza em 2007», acrescenta o INE Para 2007, estima-se uma taxa de risco de pobreza de 16% para as famílias sem crianças dependentes, e de 20% para os agregados com crianças dependentes.

Para as famílias sem crianças dependentes a taxa correspondia nos dois anos anteriores a 19%, enquanto que os agregados com crianças dependentes registavam taxas de 18% no mesmo biénio. À semelhança dos anos anteriores, o risco de pobreza atinge valores elevados para os agregados constituídos por um adulto que vive sozinho (com 31% de risco de pobreza), por um adulto que vive sozinho com pelo menos uma criança dependente (39%) e por dois adultos com três ou mais crianças dependentes (32%). No caso dos adultos que vivem sós, as proporções de mulheres e de idosos com rendimentos inferiores à linha de pobreza eram, respectivamente, de 33% e 34%. Os agregados constituídos por três ou mais adultos sem crianças dependentes registavam a taxa de risco pobreza mais baixa, 7%.

Desempregados em mais dificuldades. Em 2007, o risco de pobreza agravou-se para a população em situação de desemprego, com 35%, em comparação com 32% no ano anterior.

Já a população empregada (seja por conta de outrem, seja por conta própria) registava uma taxa de risco de pobreza de 12%.

A taxa de pobreza para a população reformada reduziu-se em 2007, com um valor estimado de 20% face a 23% no ano anterior.

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José Capitão Pardal

Destaco o texto inserto no jornal OJE do passado dia 9/7 e com origem na agência , sobre o e a sua influência na dos nossos dias.

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Estudantes receberam um milhão de computadores

09/07/09
OJE/

O coordenador do , , destacou os resultados conseguidos em quatro anos no domínio do conhecimento, considerando que o é hoje uma agenda da sociedade e já não um do .

“O , que era inicialmente uma agenda do , transformou-se numa agenda da sociedade ”, sublinhou o responsável em entrevista à agência .

 
destacou o facto de já quase 800 mil portugueses terem voltado à com o Novas Oportunidades e, por outro lado, o facto de se apostar actualmente numa “que, do ponto de vista , está preparada para o século XXI”.

 
“Uma mais equipada do ponto de vista , com os alunos a terem acesso a um computador portátil, o que lhes permite ter um tipo de e adequada aos desafios de hoje em casa e na ”, disse.

 
O número de inscritos no de qualificação de competências Novas Oportunidades, lançado pelo em 2005, chegou a 772.521 pessoas até Junho.

 
Este é um dos dados que consta do Relatório de Execução do , que é hoje apresentado na reunião do Consultivo, a última desta legislatura.

 
Segundo o gabinete de , no domínio da qualificação dos activos, ao abrigo do “Novas Oportunidades”, foram requalificadas ou certificadas competências de mais de 200.000 portugueses, numa dinâmica apoiada na acção de cerca de 500 Centros Novas Oportunidades.

 
Inverteu-se a tendência decrescente na admissão de alunos ao ensino superior e a entrada de alunos com mais de 23 anos (pela via das provas especiais de acesso), que passou de 551, em 2005, para 11.773, em 2008, destaca o relatório.

 
Por outro lado, acrescentou, reduziu-se em cerca de 30% o abandono precoce da escolaridade no ensino básico e secundário.

 
Foram também distribuídos quase um milhão de computadores no âmbito dos programas e.Escolas e e.Escolinhas a estudantes, docentes e trabalhadores em profissional.
O relatório a distribuir pelos conselheiros evidencia estarem já em execução plena as 176 medidas do , o que terá contribuído para “uma viragem do perfil competitivo” da , na opinião de .

 
“A inversão da balança tecnológica, que foi positiva consecutivamente em 2007 e 2008, é um sinal dessa viragem”, concluiu o responsável.

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José Capitão Pardal