MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Por ter achado muito interessante o texto de Praveen Gupta sobre e Empreendedorismo achei que o deveria divulgar, no meu Blog, para que os meus leitores possam usufruir de conceitos, muitas vezes arredados da gestão dos nossos agentes económicos.

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Ao examinar a minha colecção de livros sobre inova­ção, encontrei o livro “ e Empreendedorismo”, de Peter Drucker.

Este livro teve a sua primeira edição em 1986! Drucker era verdadeiramente um visionário. É interessante verificar a forma como distinguiu os dois conceitos. A maioria das Universidades e de Negócios continuam a ter mais cursos de Empre­endedorismo do que de .

Questiono-me se o Empreendedorismo consegue ser sustentado sem a .

A parte principal do trabalho de Drucker sobre inova­ção foi publicada em meados dos anos oitenta e focou-se nas fontes de .

Ele identificou sete fontes de :

1. O inesperado;

2. Incongruências;

3. Necessidade de pensamento;

4. Estruturas de indústria e de ;

5. Demografia;

6. Mudança de percepções;

7. Novo conhecimento.

O leitor sente-se encorajado a aprender mais sobre as fontes de .

É impressionante o facto de Dru­cker ter tentado entender o processo de nos anos oitenta. Identificou uma série de coisas a fazer e de coisas a não fazer.

A fazer:

1. A planeada começa com a análise de oportunidades;

2. A é tanto conceptual como perceptual;

3. Para ser eficiente, a tem de ser simples e direccionada;

4. eficiente começa com pequenos passos;

5. Uma bem sucedida visa a liderança.

A não fazer:

1. Não pense que sabe mais do que os outros;

2. Não diversifique, não perca o rumo e não tente fa­zer demasiadas tarefas de uma só vez;

3. Não tente inovar para o futuro. Inove para o pre­sente!

Partilhe a sua lista connosco. Todos beneficiaremos.

Gostaria de partilhar a minha experiência pessoal com Peter Drucker, que demonstrou a sua vivacida­de e grandiosidade até ao fim.

Enviei uma cópia do meu livro “Business Innovation in the 21st Century” a Drucker e a dois outros famosos consultores para conseguir a sua bênção.

Drucker enviou, em menos de 24 horas, uma resposta encorajadora na sua carac­terística letra tremida.

Ele foi realmente uma pessoa fantástica!

Praveen Gupta

Peter Drucker

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José Capitão Pardal

Nunca condicionantes tão decisivas para a nossa , estiveram tão intimamente ligadas, nos tempos globais que decorrem, como estes dois (endividamento externo e potencial hidroeléctrico).

Sabendo que a nossa dependência energética, contribui com mais de 50%, para o endividamento externo, não é difícil concluir que a aposta, nas respostas e no no sector energético é de uma crucial importância, para a redução desse endividamento.

Sobre o assunto deixo-vos para todos o texto de Glória Rebelo.

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2009-07-11

Em , desde 2006 – altura em que o apresentou um conjunto de propostas para a área da previstas no e na para a – que, assumindo que o sector energético representa um dos domínios prioritários de I & D em , têm emergido novas medidas estruturantes no campo energético .

Estruturantes, dado que procuram reduzir a dependência energética e, consequentemente, reduzir o endividamento externo do .

De facto, se a é, simultaneamente, um importante factor de crescimento da e um elemento vital para o sustentável de qualquer , a verdade é que o endividamento externo é já um mal crónico em .

E parte desse problema está estreitamente associado à dependência energética do , dado que cerca de 50% desse endividamento se devem à compra de petróleo ao exterior.

Ora, reforçar o no sector energético e planear a diversificação da oferta de fontes de alternativas ao petróleo é, como se sabe, e sobretudo no actual contexto económico, um desafio incontornável.

apresenta, como é reconhecido internacionalmente, um enorme potencial nas áreas da biomassa, da eólica, solar ou das ondas. Mas importa não ignorar a importância da hidroeléctrica.

E quando a escassez de petróleo pode, a prazo, ameaçar as economias mais dependentes deste combustível, a aposta neste tipo de – através do de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico 2007-2020 – e no fortalecimento da capacidade energética das barragens e de produção hidráulica será crucial para um crescimento sustentável em .

Por diversos motivos. Em primeiro, porquanto as centrais eléctricas e as barragens permitem produzir electricidade a um custo comparativamente muito baixo, sendo a hidroeléctrica um bom meio de fazer face a picos de consumo. Depois, porque é um meio de desenvolver parte das e de diversificar o portfólio energético do . Por fim, pelo impulso que pode significar para a agricultura , criando condições para o do regadio.

Daí que apostar em projectos como o Regadio da Cova da Beira, o segundo maior aproveitamento hidroagrícola em em – reforçado em Junho último com a adjudicação dos dois novos blocos da Covilhã e do Fundão – com conclusão prevista para 2010 e que servirá mais de 12 mil hectares de terrenos, seja fundamental para a portuguesa.

O tempo é também, pois, de reforçar e de explorar novas oportunidades para relançar a e criar .

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José Capitão Pardal

Destaco o texto inserto no jornal OJE do passado dia 9/7 e com origem na , sobre o e a sua influência na dos nossos dias.

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Estudantes receberam um milhão de computadores

09/07/09
OJE/

O coordenador do , , destacou os resultados conseguidos em quatro anos no domínio do conhecimento, considerando que o é hoje uma agenda da sociedade portuguesa e já não um do .

“O , que era inicialmente uma agenda do , transformou-se numa agenda da sociedade portuguesa”, sublinhou o responsável em entrevista à .

 
destacou o facto de já quase 800 mil terem voltado à com o Novas Oportunidades e, por outro lado, o facto de se apostar actualmente numa “que, do ponto de vista , está preparada para o século XXI”.

 
“Uma mais equipada do ponto de vista , com os alunos a terem acesso a um computador portátil, o que lhes permite ter um tipo de e adequada aos desafios de hoje em casa e na ”, disse.

 
O número de inscritos no de qualificação de competências Novas Oportunidades, lançado pelo em 2005, chegou a 772.521 pessoas até Junho.

 
Este é um dos dados que consta do Relatório de Execução do , que é hoje apresentado na reunião do Consultivo, a última desta legislatura.

 
Segundo o gabinete de , no domínio da qualificação dos activos, ao abrigo do “Novas Oportunidades”, foram requalificadas ou certificadas competências de mais de 200.000 , numa dinâmica apoiada na acção de cerca de 500 Centros Novas Oportunidades.

 
Inverteu-se a tendência decrescente na admissão de alunos ao ensino superior e a entrada de alunos com mais de 23 anos (pela via das provas especiais de acesso), que passou de 551, em 2005, para 11.773, em 2008, destaca o relatório.

 
Por outro lado, acrescentou, reduziu-se em cerca de 30% o abandono precoce da escolaridade no ensino básico e secundário.

 
Foram também distribuídos quase um milhão de computadores no âmbito dos programas e. e e.Escolinhas a estudantes, docentes e trabalhadores em .
O relatório a distribuir pelos conselheiros evidencia estarem já em execução plena as 176 medidas do , o que terá contribuído para “uma viragem do perfil competitivo” da portuguesa, na opinião de .

 
“A inversão da balança tecnológica, que foi positiva consecutivamente em 2007 e 2008, é um sinal dessa viragem”, concluiu o responsável.

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José Capitão Pardal