


Com um convite para que se desloquem a Estremoz, este fim de semana, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal HARDMUSICA de hoje (20091030), sobre a Feira de Artes, Velharias e Antiguidades de Estremoz, a ENCONTARTES.
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EncontrArtes em Estremoz
O certame, que decorre até dia 01 de Novembro no parque de feiras e exposições de Estremoz, promovido pelo município, junta um vasto conjunto de actividades culturais e económicas, representativas da região e do país, assim como instituições da área da cultura.
Segundo a autarquia, “este é o único evento do género que se realiza no Alentejo”, e a edição deste ano conta com mais de 60 expositores, entre artistas plásticos e antiquários.
O certame, de acordo com a autarquia, pretende agregar no mesmo espaço a venda, mostra, compra e troca de antiguidades, livros antigos, coleccionismo e artes plásticas. No certame pode ser apreciada uma “Mostra Surrealista”, com obras de Carlos Godinho, Firmo Silva, Gustavo Fernandes, Luiz Morgadinho, Pedro Prata, Maria Pedro Olaia, Santiago Ribeiro e Victor Lages.
O evento, segundo o município, pretende aproximar a região do resto da Europa, em termos artísticos, tendo sido convidadas embaixadas europeias com representação em Portugal a participar na EncontrArtes, através da fotografia.
Segundo os organizadores, na denominada “Foto Europa”, está garantida a presença de trabalhos de fotógrafos da Bélgica, Croácia, Eslovénia, Estónia e Turquia.
Ainda no âmbito das artes plásticas, a Universidade de Évora, através do seu Departamento de Artes, vai também estar representada no certame com alguns trabalhos produzidos pelos melhores alunos finalistas do curso de artes plásticas, nomeadamente desenho, gravura, escultura e vídeo.
O certame pretende ser, segundo a autarquia, “um ponto de encontro entre associações, galeristas, artistas plásticos, coleccionadores, antiquários, alfarrabistas, críticos e outros agentes destas áreas”.
De acordo com a autarquia, a feira pretende ainda dinamizar um conjunto de sectores de actividade há muito ligados à região de Estremoz, os quais geram um movimento de pessoas e bens muito apreciável, nomeadamente na feira de antiguidades e velharias que decorre aos sábados na cidade.
(ES)
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José Capitão Pardal
José Capitão Pardal
Barragem de Veiros – Pelo interesse que tem para todos os estremocenses, em especial, os residentes na vila de Veiros, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal “Diário do Sul” de hoje, sobre um assunto que marcará os próximos tempos até à sua inauguração.

Foto: Miguel Carola
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Quinta, 08 Outubro 2009 13:57
Ontem, dia 7 de Outubro de 2009, deu-se início à construção da Barragem de Veiros.
O Consórcio OIKOS Construções SA/ Chupas e Morrão SA inicia hoje os trabalhos preparatórios de construção da tão esperada Barragem de Veiros.
Numa primeira fase, que deve durar cerca de um mês, serão realizados trabalhos de implantação topográfica, sondagens e desmatação da zona de estaleiro.
Numa segunda fase, chegarão ao local mais máquinas para a escavação do corpo da barragem, estação elevatória, rede de rega, melhoramento de caminhos e obras de drenagem.
Trata-se de uma obra há muitos anos desejada por todo o Concelho de Estremoz, já incluída nos Planos de Rega de Salazar.
Parada algumas décadas, volta a ser objecto de um estudo de viabilidade a cargo de Capoulas Santos, durante a governação de António Guterres.
As conclusões deste estudo apontaram para bons índices económicos de um futuro aproveitamento na zona de Veiros, sendo então elaborado o Projecto de Execução das Infra-estruturas de Rega.
Mais tarde, o Instituto de Desenvolvimento Rural e Hidráulica (IDRHA) apresenta as conclusões de um estudo de impacte ambiental no qual se destaca: “…Neste contexto, o projecto em causa, ao contribuir para a resolução dos problemas actuais relacionados com o abandono da actividade agrícola, nomeadamente a degradação da paisagem, os riscos de propagação de incêndios e, principalmente, a diminuição dos rendimentos dos agricultores, e a consequente desertificação humana da região em causa, adquire uma importância vital para o concelho de Estremoz”
A construção da Barragem passou publicamente de uma promessa a uma certeza durante a inauguração da FIAPE de 2006, quando o Ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia assumiu, perante as gentes do Concelho, integrá-la no próximo ciclo de fundos comunitários de apoio.
O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, por despacho de seis de Outubro de dois mil e oito, autoriza a abertura do Concurso Público para a empreitada de construção da Barragem de Veiros.
No ano de 2009, quando os mais cépticos colocam em causa a concretização daquela que é uma das maiores aspirações de toda a população de Veiros em particular, e do Concelho de Estremoz no geral, eis que começam os trabalhos de preparação no terreno que, daqui a 810 dias, deverão estar em fase de conclusão, para serem apreciados por aqueles que desenvolveram esforços no sentido da sua concretização e acreditaram que seria possível, e também pelos outros… A Associação de Regantes está constituída, a Rede de Rega em pressão está projectada para fornecer um perímetro de rega que fornecerá os Concelhos de Estremoz e Monforte, numa área de 1134 ha, beneficiando 78 proprietários em 136 prédios.
A Barragem será do tipo aterro zonado, com 150m de comprimento e 8m de altura, sendo a altura máxima acima da fundação de 32,5m. Terá um escoamento anual médio de 25,1hm3 e uma capacidade de rega de 1 389 litros por segundo.
Toda a obra inerente à construção da Barragem de Veiros representa o maior investimento alguma vez efectuado naquela freguesia do Concelho de Estremoz, cerca de 17 milhões de euros.
Pelos 50 anos de espera, pela conquista conseguida e pelos impactos positivos significativos que esta obra acarreta, todo o Concelho se enche de orgulho e satisfação.
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José Capitão Pardal
Em Março de 2007 redigi um texto sobre o Estudo de Enquadramento Estratégico para o Centro Histórico e Remate Urbano Leste de Estremoz, que em tempo oportuno, foi mandado realizar pelo actual executivo presidido pelo Dr. José Alberto Fateixa, que aqui vos deixo e que durante os próximos anos servirá de “bitola” na política municipal de Reabilitação Urbana da nossa cidade.
Devemos estar cientes que não se enquadrando numa estratégia de curto prazo não terá grande impacto eleitoral nas próximas eleições autárquicas, mas também não pudemos deixar de afirmar, que não é com políticas de curto prazo, só para “ganhar” eleições, em moda nos tempos que correm, que conseguiremos tornar Estremoz, num concelho mais atractivo, mais desenvolvido e mais justo socialmente.
Só com uma Estratégia de Médio e Longo Prazo (na qual se insere o Estudo de Enquadramento Estratégico para o Centro Histórico e Remate Urbano Leste de Estremoz) que perdure por vários mandatos e não se preocupe, exclusivamente, com as “sempre próximas eleições” será possível transformar o concelho e torná-lo mais atractivo para quem nele vive ou o visita.
Nada de consistente poderá ser realizado, se não compreendermos que para apareçerem os resultados de uma estratégia de médio e longo prazo, que não seja mais do que um somatório de medidas e realizações desenquadradas e sem qualquer ligação é necessário mais que um mandato eleitoral.

A minha Opinião sobre…
ESTUDO DE ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO
PARA O CENTRO HISTÓRICO E REMATE URBANO LESTE
A recente apresentação, com toda a “pompa e circunstância” que o assunto merecia, do Estudo de Enquadramento Estratégico, para o Centro Histórico e Remate Urbano Leste, na presença das forças vivas da cidade de Estremoz (entidades civis, militares, associativas e políticas, das várias sensibilidades), no Salão Nobre da Câmara Municipal de Estremoz e desde então colocado à discussão pública suscita, certamente, à maioria dos estremocenses, uma série de dúvidas, reflexões e interrogações.
E a primeira questão que de imediato se coloca, é saber se este documento será a panaceia para todos os nossos males (que são muitos, diga-se de passagem).
Naturalmente que não é, trata-se apenas e tão só, de um estudo, que com a consulta pública, aguarda os contributos dos estremocenses, e que se destina a enquadrar os princípios orientadores, que visarão a requalificação e reabilitação da futura zona de intervenção urbanística na cidade de Estremoz.
É certo que este documento representa um primeiro passo significativamente importante, para a Estratégia de Desenvolvimento Sustentado, que se pretende para o concelho.
Primeiro passo significativo de um trajecto enorme, que todos temos pela frente, eleitos e eleitores estremocenses, de todos os quadrantes, para que o concelho seja mais desenvolvido económica, social e culturalmente.
Apesar de conscientes que, a degradação urbanística e do património da cidade, não é de hoje, mas fruto de décadas de abandono e escassez de investimento público e privado, e que a execução da sua Reabilitação e Requalificação envolve investimentos de montantes, para os quais o Município, por si só, não dispõe de capacidade financeira para os realizar, todos nós sentimos no nosso dia-a-dia, uma necessidade enorme na sua concretização.
Os 170 milhões de Euros de Investimento Global, público e privado, que o estudo prevê para os próximos 15 anos, são deveras significativos no contexto económico do concelho de Estremoz.
Para que seja possível a sua execução total, muitos mais passos terão de ser dados e muitas mais vontades terão que ser conseguidas, ao nível: do Governo, do Município, dos Investidores Públicos e Privados, das Forças Vivas do Concelho (empresariais, associativas, políticas, etc.) e em especial de todos os Estremocenses, sem os quais, qualquer estudo ou qualquer plano, dificilmente passará do papel.
Certamente que o Executivo Municipal, através do seu Presidente, Dr. José Alberto Fateixa, utilizou os seus conhecimentos, efectuou os contactos e moveu as influências necessárias, junto do Governo, para aquilatar da abertura política necessária, ao futuro apoio à iniciativa que se pretende levar a efeito, no âmbito do QREN – Quadro de Referência Estratégica Nacional.
Certamente que ponderou os riscos do lançamento desta iniciativa, no actual momento, em que terminou o anterior Quadro Comunitário de Apoio e o novo Quadro Comunitário (QREN – Quadro de Referência Estratégica Nacional), ainda não está totalmente definido e que ponderou também os riscos duma iniciativa com a envergadura como a que está a ser delineada.
Como diz o nosso povo, “que quem não arrisca não petisca” e “que a candeia que vai à frente ilumina duas vezes”.
O volume dos investimentos que se pretende realizar, parte da responsabilidade do sector privado, é por si só, de risco elevado, mas mesmo arriscando a que algo não corra totalmente de acordo com o planeado, há que seguir em frente e mobilizar todos os envolvidos no projecto, nomeadamente, os beneficiários das medidas que se pretendem implementar.
Nos últimos 30 anos, muitos investimentos se efectuaram no concelho, mas ainda muitos estão por realizar, alguns dos quais básicos e de grande prioridade.
Este Quadro Comunitário de Apoio (QREN) configura-se como a última oportunidade de os realizar.
A Reabilitação e a Requalificação da nossa cidade afigura-se-nos como de uma importância decisiva, para que possamos perder esta última oportunidade de a efectuar.
Daí a importância do Estudo que no passado dia 8, foi apresentado pelo executivo municipal e se encontra aberto à discussão pública.
Deseja-se uma participação o mais alargada possível, na discussão do documento, para que este exprima a vontade de todos os estremocenses, que sabemos desejarem uma Nova e Mais Qualificada Cidade.
Cremos estar no início de um ciclo, que a médio prazo, vai transformar a cidade e tornar o concelho de Estremoz, mais atractivo e com: Mais Qualidade para Viver e Visitar, Mais Capaz de Atrair Investimento, que Crie Riqueza, Emprego e Acrescente Valor, Mais Competitivo no Contexto Regional e Supra Regional, Socialmente Mais Justo e Mais Amigo do Ambiente e do Património.
A aposta está lançada, há que ter esperança, mantermo-nos atentos e confiantes num futuro melhor.
Espero que o tempo me dê razão.
Obrigado por me terem lido.
José Capitão Pardal

A primeira corrida de toiros da revista InAlentejo, cuja apresentação teve lugar na tarde do passado dia 30 de Junho, vai realizar-se a 4 de Setembro, pelas 22h, numa das melhores praças desmontáveis do País, junto “às portas” da cidade de Estremoz.
João Moura, Francisco Cortes, João Telles Jr e Miguel Moura são os cavaleiros que, juntamente com a ganadaria Herdeiros Cunhal Patrício e os Forcados Amadores de Montemor e de Portalegre, irão integrar este espectáculo para aficionados de toda a região e País.
Em ambiente de tertúlia taurina, João Margalho, um dos elementos da organização, apresentou a corrida, começando por dizer que se trata de um cartel de muito peso, que integra a figura máxima do toureio mundial João Moura e Francisco Cortes, João Telles Jr e Miguel Moura que atravessam uma excelente época taurina.
Em relação aos restantes elementos referiu que o grupo de Montemor, constituído desde sempre por forcados de Estremoz e arredores, tem tido excelentes actuações no ano em que celebra 70 anos e que o de Portalegre, capitaneado por Fernando Coelho, tem vindo ano após ano a consolidar-se.
Da ganadaria, Herdeiros Cunhal Patrício, disse ser uma das mais prestigiadas do País que pensa nunca ter estado em Estremoz.
Por último, mencionou que um dos objectivos do espectáculo tauromáquico é criar uma comissão para a reconstrução da praça de toiros de Estremoz, que se encontra inactiva há mais de cinco anos. Para esta causa – a reconstrução da praça – João Margalho solicitou ao presidente da câmara municipal de Estremoz, José Alberto Fateixa, que fizesse tudo o que estivesse ao seu alcance para que a praça voltasse ao meio taurino.
Para culminar, João Margalho disse que estão reunidas todas as condições para uma corrida de toiros de êxito que só é possível realizar-se com os patrocínios das seguintes empresas e instituições: Credito Agrícola de Estremoz, Salsicharia Estremocense, Adegas Herdades das Servas e Vale de Joana e Carnes Serralheiro.
Esta apresentação, que teve lugar na Herdade das Barbas do cavaleiro Francisco Cortes, contou com a presença de todos os intervenientes no espectáculo, do presidente da Câmara Municipal de Estremoz e dos representantes das empresas patrocinadoras.
Questionado sobre a reconstrução da praça, o presidente do município de Estremoz referiu ao “LE” que considera importante recuperá-la e devolvê-la à sua função essencial, mas que para isso é necessário reunirem-se esforços e vontades.
“O proprietário da praça – Centro de Bem Estar Social – tem de tomar a iniciativa e nós apoiamo-los num encontrar de caminhos”.
Para essa reconstrução José Alberto Fateixa adiantou que são necessárias várias fases que envolvem verbas avultadas.
“O primeiro processo é fazer o ponto de situação da estabilidade da praça e ver o tipo de intervenção necessária à sua sustentação, sem, na minha opinião pessoal, alterar a sua traça e a sua matriz, que é muito bonita e equilibrada.
Seguem-se os processos de adaptação às novas exigências das praças de toiros para puder funcionar e, após a consolidação deste projecto, o de financiamento que será um envelope financeiro significativo que a câmara não se põe de parte e está disponível para colaborar com o Centro Social para encontrarmos a melhor solução”, culminou José Alberto Fateixa.
Margarida de Almeida Barradas
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José Capitão Pardal
A Candidatura do Partido Socialista às Eleições Autárquicas do Concelho de Estremoz entregou ontem dia 12 de Agosto de 2009, no Tribunal de Estremoz, as listas do PS à Assembleia Municipal, Câmara Municipal e às freguesias de Arcos, Evoramonte, Glória, São Bento do Cortiço, São Bento do Ameixial, Santa Vitória do Ameixial, Santo André, São Domingos de Ana Loura, São Lourenço de Mamporcão, Santa Maria e Veiros. |
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Consulte o site: http://www.psestremoz.com/
José Capitão Pardal
A TRADICIONAL FOTO PARA A POSTERIDADE!…
Nos finais dos anos 60, numa época em que a televisão ainda não tinha invadido, definitivamente, os nossos lares e os jogos de futebol ainda levaram multidões aos estádios e até aos campos dos mais humildes clubes, como era o caso do Campo Municipal, onde o nosso Clube de Futebol de Estremoz realizava os seus jogos (onde hoje existe o Centro de Saúde), deambulavam por entre as suas “quatro linhas” os “craques” que vos aqui deixo nesta fotografia.

C. F. Estremoz - Anos 60
José Capitão Pardal


