



O município raiano de Elvas já entregou o dossier de candidatura das fortificações militares da cidade a Património Mundial à Comissão Nacional da UNESCO, revelou a vereadora da autarquia Elsa Grilo.
“Estamos a aguardar os desenvolvimentos do processo. A partir de agora, a candidatura vai para as instâncias internacionais que terão de se pronunciar e, eventualmente, pedir elementos complementares como já aconteceu em processos semelhantes”, referiu a autarca.
O dossier de candidatura das fortificações de Elvas a Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), demorou três anos a preparar.
“Não havia nada em termos de documentação das fortificações e património militar da cidade, pelo que tivemos de fazer um estudo de base”, justificou Elsa Grilo.
Elvas integra uma candidatura transfronteiriça em série que envolve também os municípios de Estremoz, Marvão, Almeida e Valença. No entanto, e para já, a única cidade a entregar o dossier foi Elvas.
“A candidatura das fortificações de Elvas seria sempre a cabeça de série, uma vez que se trata de uma candidatura por ciclos. Os outros municípios avançaram mais tarde e, por isso, têm os processos mais atrasados, mas quando estiverem concluídos serão entregues para juntar ao de Elvas”, explicou a vereadora da Cultura.
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José Capitão Pardal
Aqui vos deixo a notícia inserta na Newsletter da “Turisver”, sobre as conclusões do 1º Congresso de Turismo do Alentejo, que decorreu durante os dias 26 e 27 do corrente, na cidade de Beja.
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Reunidos em Beja durante os dias 26 e 27, os participantes do 1º Congresso de Turismo do Alentejo aprovaram as seguintes conclusões finais que transcrevemos na íntegra.
Conclusões:
1.Este é um momento histórico de que os congressistas, na mesa e na plateia, são protagonistas: o primeiro congresso de turismo na região do Alentejo.
2.O congresso reflecte a tomada de consciência:
a.Que o Alentejo se apresenta, no início do século XXI, como um Destino emergente no panorama do turismo de Portugal, com peso crescente na economia e na vida social da região, sendo um factor importante de desenvolvimento regional;
b. Que o turismo pode (e deve) desempenhar um papel relevante na promoção da identidade do Alentejo, da sua cultura, das suas paisagens, do modo de vida das suas gentes…;
c.Que os agentes institucionais, os sectores empresariais, o tecido associativo, as comunidades locais alentejanas necessitam de discutir o tema do turismo em conjunto, pois só dessa discussão colectiva podem surgir novos caminhos para o desenvolvimento turístico desta região.
3.Mas o congresso reflecte também a ambição:
a. De afirmar um Destino e uma Marca forte a nível nacional, mas também internacional;
b. De identificar esse Destino com o território e com os seus valores, promovendo afinidades crescentes entre a região e os mercados turísticos;
c. De mobilizar todos os alentejanos e as suas instituições na afirmação do Destino, condição necessária para obter um desenvolvimento turístico mais sustentado e mais sustentável;
4.Esta ambição é fundamental para concretizar uma agenda de desenvolvimento turístico do Alentejo para os próximos anos, que assenta nas seguintes linhas de actuação principais:
1.A afirmação da notoriedade interna e externa do Destino “Alentejo”, alicerçado nos factores distintivos e autênticos que constituem a sua identidade.
A Toscânia mostra-nos que é possível inovar, modernizar e competir à escala internacional sem abdicar de valores, antes pelo contrário, colocando a identidade regional ao serviço do desenvolvimento sustentável do turismo.
2.O desenvolvimento e a consolidação de produtos turísticos à escala da região com o envolvimento colectivo dos agentes públicos e privados do turismo e sectores afins.
Por isso, está já a trabalhar-se na Grande Rota da Gastronomia e Vinhos do Alentejo, projecto que vai na linha do exemplo que nos trouxe La Rioja; na Grande Rota Alentejo – Património do Tempo; mas também na estruturação da Rota dos Mármores e do Turismo Industrial;
3. O aumento das competências de gestão do Destino, destacando-se a criação do Observatório de Turismo do Alentejo, que iniciará a sua actividade a partir de Maio, que é um bom exemplo do trabalho em rede entre a Entidade Regional de Turismo, as instituições de ensino superior e as associações empresariais;
4. A criação de uma rede de apoio ao investimento e à iniciativa turística, que estimule a captação de investimento adequado ao território e contribua para agilizar a concretização de projectos;
5.A gestão integrada da rede de postos de turismo do Alentejo pela ERT e Pólos, instrumento imprescindível à melhoria da qualidade do acolhimento do Destino;
6.Como plataforma de integração destas actuações, e respondendo aos novos paradigmas sociais e comerciais do turismo, criar uma Organização de Gestão do Destino (DMO), aproveitando a janela de oportunidade criada pelas novas tecnologias para agilizar a gestão da oferta desde a criação até à venda;
5.Para concretizar estas linhas de actuação, importa também capacitar as ERT e os Pólos para:
1. Uma intervenção consequente ao nível dos instrumentos de gestão territorial, em estreita articulação com as entidades sectoriais e territoriais competentes;
2. Uma participação efectiva no processo de licenciamento e classificação dos empreendimentos turísticos, o que só será possível pela atribuição de novas competências, por exemplo através do mecanismo legal da delegação;
3. Uma articulação estreita com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, na explicitação da componente turística das Estratégias de Eficiência Colectiva reconhecidas no Alentejo para dar coerência e organização às iniciativas de marketing territorial que estão a avançar na região;
4. Reivindicar, junto da administração central do turismo, o reforço do financiamento da actividade das ERT e dos Pólos, com base em critérios de mérito que reconheçam o trabalho realizado no melhoramento do produto e na promoção dos destinos regionais.
O Congresso verificou ainda com agrado que o PENT irá ser revisto, o que constituirá uma excelente oportunidade para este documento estratégico acolher a nova ambição prosseguida para o turismo alentejano, nomeadamente a inclusão do turismo de natureza como produto estratégico para o turismo no alentejo.
6.É nestes desafios globais que devemos concentrar a nossa atenção e os nossos esforços colectivos, agindo de forma estruturada e persistente para a obtenção de resultados concretos.
Para isso, contamos com um instrumento transversal e congregador do Turismo do Alentejo, o Plano Operacional de Turismo do Alentejo, 2010-2019.
Turisver – 30/03/2010
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José Capitão Pardal
Mais um evento que dignifica o Alentejo e a gastronomia alentejana.
Portel vai estar em festa e convida todos os forasteiros a “provar” as iguarias do seu património gastronómico.
Uma sugestão para um fim de semana bem passado, bem “comido” e bem “regado”, com bom vinho alentejano e de Estremoz, se possível.
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Momento para reflectir a cozinha local e para provar os comeres alentejanos. Um encontro que se faz, ainda, em torno das tasquinhas com prova das iguarias da região.
Café Portugal | sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
O IV Congresso das Açordas vai decorrer de 5 a 7 de Março em Portel.
O encontro reúne especialistas para debater e reflectir a importância da gastronomia alentejana.
O presidente da autarquia, Norberto Patinho, explica que o principal objectivo da iniciativa é «chamar a atenção para a importância da nossa gastronomia, portanto ela pretende ser um momento de debate, de reflexão, sobretudo sobre o papel da gastronomia no desenvolvimento da nossa região.
Queremos, também, ter um momento de alguma actividade em torno da açorda».
Paralelamente ao IV Congresso das Açordas, decorrerá também o 3º Concurso Escolar «Pão e Arte». O autarca comenta que através desta iniciativa pretende-se premiar a criatividade do concorrente utilizando uma matéria-prima genuína, no caso vertente, o pão.
O certame faz-se, ainda, com uma mostra da doçaria local e dos pratos tradicionais alentejanos, como a açorda.
Na animação musical destaque para a actuação de grupos tradicionais da região.
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José Capitão Pardal
Mais uma vez Evoramonte está de parabéns pela iniciativa «Evoramonte – Castelo de Paz», onde o Presépio é constituido por figuras com os rostos de habitantes da vila, que irá decorrer e poderá ser visto até 6 de Janeiro de 2010.
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Foto do Presépio 2008 (Luís Pardal)
A quarta edição do evento «Evoramonte – Castelo de Paz» vai decorrer até 6 de Janeiro.
Neste âmbito vai ser possível visitar grandes símbolos do património da vila alentejana.
Café Portugal | segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
O presépio de rua de Evoramonte tem figuras em tamanho real construídas na vila alentejana.
Este ano as imagens têm a face dos habitantes, construídas em fibra de vidro.
A inauguração do presépio, no dia 19 de Dezembro, marcou também o arranque da quarta edição do evento «Evoramonte – Castelo de Paz».
Segundo a organização, a Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte (LACE), « este ano há a possibilidade de visitar alguns dos maiores símbolos do património local, como a Casa da Convenção, Torre/Paço, Ermida da Misericórdia e Igreja de Nª. Sra. da Conceição (Santa Maria)».
Alguns destes monumentos estão normalmente interditos ao público noutras épocas do ano.
A organização vai promover, até 6 de Janeiro, visitas guiadas aos sábados, domingos e feriados a partir das 16 horas.
A LACE conta com o apoio da Junta de Freguesia de Evoramonte e da Câmara Municipal de Estremoz.
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José Capitão Pardal
Por ser de interesse para Estremoz e para os estremocenses, aproveito para divulgar o texto de João Xavier inserto no Marafado’s Weblog, (blog de Paco Fortes).
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By João Xavier
Em Estremoz, terra rica de património religioso, as artesanais bonecas de barro, ricas em cores e adereços, são famosas e típicas. Não é por acaso que ali existe um museu do barro.
Numa rotunda, à entrada da povoação (perto do Modelo), a boneca de Estremoz destaca-se pela sua exuberância.
É mais um exemplo de como os arranjos artísticos das rotundas podem (e devem…) ser testemunhos da identidade do povo. Por muito que isso custe aos apologistas da globalização.
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José Capitão Pardal
Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no Diário de Notícias Online de hoje (20091106), para o Alentejo em geral e para Estremoz em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.
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À descoberta da Europa mediterrânica, o jornal americano encontrou o Alentejo, um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.
Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.
Um empresário americano, cansado da vida de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.
Procurava uma nova vida e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a Extremadura espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.
A história da paixão de Smith pelo Alentejo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.
O Alto Alentejo é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset internacional”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.
O mercado de Estremoz que vive aos sábados na praça central da cidade, onde se vendem “queijos, frescos, vinho, peças de artesanato local e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Santa Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em Estremoz começam a viagem.
O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da região”, “ideais para observadores de pássaros”.
A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o vinho une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da vida”.
Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.
Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em Elvas, na “planeada ligação” por TGV entre Madrid e Lisboa, que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o Alentejo.
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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:
Next Stop – Alto Alentejo, Unsung but Not for Long
João Pedro Marnoto for The New York Times
The walled town of Marvão in the eastern part of Alto Alentejo in Portugal. The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.
By ROBERT GOFF
Published: November 8, 2009
IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.
He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto Alentejo, a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.
After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”
In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto Alentejo, a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern Portugal, emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.
A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto Alentejo into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.
Until recently, Alto Alentejo was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the local breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of Portugal,” said João Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of Portugal’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”
He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over Alentejo’s principal vices: food and wine.
A big night out in Alentejo is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.
“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a local landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.
By day the region is best visited by car. Start in Estremoz, one of the main towns of the Alto Alentejo with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, Estremoz remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in Alentejo, the streets and buildings are lined in marble, an abundant local resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.
On Saturdays the main square of the town, the Rossio Marquês de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, local crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.
At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Santa Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.
For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.
There is no shortage of historic sites in Alto Alentejo and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.
Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.
Alto Alentejo also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Santa Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.
But for the epicures who have flocked to Alentejo in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.
Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The regional wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from local trincadeira grapes.
Skip to next paragraphA perfect example of the Alentejo’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a Maria, a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Maria Monteiro serves exquisite local fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de vinho tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.
Like Maria Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto Alentejo’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in Elvas, making Alto Alentejo even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.
But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.
FORMERLY PALACES, NOW HOTELS
HOW TO GET THERE
The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to Estremoz from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.
WHERE TO STAY
Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Santa Isabel in Estremoz (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the euro).
Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.
In Elvas, the Hotel São João de Deus (Largo S. João Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.
Between Estremoz and Redondo, the Convento de São Paulo (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.
WHERE TO EAT
Zona Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in Estremoz serves regional fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.
Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.
Restaurante a Maria (Rua João de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.
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José Capitão Pardal
A iniciativa do lançamento das cidades fortificadas a Património Mundial, que no que se refere à cidade de Estremoz, foi em tempo oportuno efectuada pelo seu Presidente da Câmara, José Alberto Fateixa e está na ordem do dia, conforme podemos verificar desta pequena notícia no “Portugal Digital” de 20090831.

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Cidades fortificadas da fronteira luso-espanhola, nomeadamente Elvas, Valença, Estremoz e Mação, em Portugal, e Ciudad Rodrigo, Olivença e Badajoz (Espanha), são candidatas a Património Mundial.
Almeida – A Câmara (Prefeitura) Municipal de Almeida, cidade na região centro de Portugal, anunciou, domingo, que entregou este mês, o dossier de candidatura a Património Mundial.
Segundo o presidente da Câmara Municipal, António Baptista Ribeiro, a candidatura faz parte de um processo que envolve outras cidades fortificadas da fronteira luso-espanhola, nomeadamente Elvas, Valença, Estremoz e Mação, em Portugal, e Ciudad Rodrigo, Olivença e Badajoz (Espanha).
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José Capitão Pardal
José Alberto Fateixa
2009-09-07
Por Liliana Leandro
José Alberto Fateixa é presidente da Câmara Municipal de Estremoz e candidato pelo Partido Socialista a mais um mandato à frente daquele concelho.
O autarca considera que a ciência e a tecnologia são um pilar que distingue Estremoz, uma cidade onde têm decorrido várias actividades inseridas no Centro de Ciência Viva local.
Para o futuro garante a recuperação do Convento de Santo António junto à pedreira de mármore pilar para uma maior interligação entre a actividade económica e a científica.
* ND – As eleições autárquicas aproximam-se e com elas a necessidade de escolher o candidato mais adequado para dirigir, durante os próximos quatro anos, os destinos de cada concelho.
Enquanto jornal de ciência, tecnologia e empreendedorismo questionámos vários candidatos de mais de 20 concelhos sobre as suas preocupações a ambições a este nível.
As respostas serão publicadas neste espaço do Ciência Hoje dedicado às autárquicas 2009.
Qual a importância da “Ciência e Tecnologia” no desenvolvimento do Concelho?
R: Estremoz é considerada, em Portugal, uma das quatro ‘Cidades de Ciência’, logo a ciência ocupa na estratégia de afirmação e desenvolvimento um pilar de referência.
O Centro de Ciência Viva de Estremoz (CCVE) entrou nos últimos quatro anos numa nova fase de concretização, com a sua referenciação como grande pólo de divulgação científica.
As actividades e projectos ocorrem não só no espaço do centro mas igualmente pela cidade, o concelho e a região.
O ‘Sistema Solar à Escala’ está espalhado pelo concelho e contribui para a divulgar a ciência, o património e de um modo geral levar os visitantes a descobrir a nossa terra.
O ‘Ciência da Rua’ é hoje uma actividade inovadora e única em Portugal, ao juntar a divulgação científica e as artes em manifestações de rua.
A ‘FeiCiTEst’, na sua primeira edição em 2009, mostrou ser mais uma iniciativa que envolvendo a comunidade científica, promove e contribui para divulgar trabalhos, aproximar cientistas e levar as pessoas e as empresas a estarem mais próximas dos progressos científicos alcançados em Portugal.
No âmbito das AECs (actividades de enriquecimento curricular) do 1.º Ciclo do Ensino Básico o CCVE está a desenvolver actividades de ensino experimental das ciências.
Tudo isto para além das inúmeras actividades (visitas, produções de materiais, congressos, …) que ocorrem ao longo do ano em Estremoz, no Alentejo, no resto do país e no estrangeiro.
Portanto a Ciência e a Tecnologia são um pilar que distingue Estremoz e nos salienta e distingue como uma Cidade em que esta área é um inequívoco factor de desenvolvimento.
Que iniciativas/acções/projectos estão previstos para o mandato de 2009/13?
R: Direi que esta questão está dividida em duas grandes áreas, por um lado a continuação dos projectos lançados e a sua crescente sustentabilidade.
Dispormos de um Centro de Ciência Viva que seja cada vez mais vivo, quer na divulgação e novas abordagens à ciência e tecnologia, quer no levar a ciência para a vida das comunidades, desenvolvendo na prática cada vez mais o Turismo Científico associado ao património e à descoberta da cidade, do concelho e da região.
Por outro lado está a recuperação do Convento de Santo António, junto à pedreira com o mesmo nome, na lógica de criar um novo pólo e uma nova frente de divulgação científica.
Esta obra, que será lançada em 2010, permitirá não só passar a dispor de uma nova área de exposição/interacção científica mas igualmente a partilha de espaço com uma pedreira que é a de referência do ‘Mármore de Estremoz’, sendo desse modo efectuada a ligação à actividade económica e novamente a criação de uma iniciativa emblemática de promoção da cultura científica, da Cidade de Estremoz e da Zona dos Mármores.
Deste modo os objectivos para o mandato 2009/13 passam pela continua afirmação de Estremoz como cidade de ciência na estratégia de desenvolvimento e progresso.
In Ciência Hoje de 20090907
José Capitão Pardal
Por ser do interesse geral, nomeadamente, para os moradores do Bairro de Santiago, tomo a liberdade de transcrever o artigo inserto no jornal “Diário de Notícias” de 20090818.
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A Câmara Municipal de Estremoz iniciou as obras de requalificação do baluarte de Nossa Senhora da Conceição e do meio baluarte de S. Pedro, disse hoje o presidente da autarquia, José Alberto Fateixa.
A intervenção, segundo o autarca, decorre em dois espaços integrados na segunda linha de fortificação do castelo de Estremoz, na zona de Santiago.
José Alberto Fateixa indicou que esta intervenção deverá ficar concluída no final de Outubro deste ano.
De acordo com o autarca, a intervenção consiste no arranjo exterior do espaço, com movimentação de terras, execução de pavimentos, plantação de árvores, colocação de mobiliário e execução das redes de rega, drenagem e eléctrica.
Segundo o município de Estremoz, o baluarte de Nossa Senhora da Conceição tem uma área de 1.800 metros quadrados e o meio baluarte de S. Pedro, também designado por Terreiro do Loureiro, ocupa uma área de cerca de 1.400 metros quadrados.
A autarquia pretende melhorar aqueles espaços, que estão degradados, e as árvores que existiam no local já foram retiradas, procedendo-se a novas plantações.
É proposto um percurso pedonal principal a acompanhar a muralha e para o qual convergem os restantes percursos.
Na sua periferia será criada uma zona de estacionamento, que inclui também lugares para pessoas de mobilidade reduzida.
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José Capitão Pardal

Torre de Menagem
Apadrinhados pelos Ministros da Cultura e dos Negócios Estrangeiros os concelhos de Estremoz, Marvão, Almeida, Elvas e Valença iniciaram hoje o processo de candidatura das suas fortificações a Património da UNESCO
No final da cerimónia de entrega da declaração, Luís Amado considerou que o processo de candidatura está «a apartir de agora em aberto», admitindo que se trata de um «património riquíssimo que justifica o reconhecimento da UNESCO».
Do ponto de vista cultural, José António Pinto Ribeiro considerou que os fortes em causa serviram «para efeitos militares e para consolidar o território português», por esse motivo são «áreas de história e cultura portuguesa».
Os cinco municípios apresentaram a intenção de desenvolver o processo de candidatura a Património Mundial pelas suas fortificações abaluartadas de .fronteira entre Portugal e Espanha, com a tipologia de candidatura transfronteiriça em série .

Casco Antigo
Em declarações à agência Lusa, os presidentes das autarquias de Estremoz (José Alberto Fateixa) e Valença “concordaram que esta era uma forma de «valorização de uma fronteira histórica» e uma forma de «dar vida às regiões do interior», além de que serve para «reforçar» as ligações com Espanha”.
jornal Destak - 2009/05/21
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José Capitão Pardal

