MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Sem comentários, vos deixo uma notícia inserta no , sobre a formalização de um consórcio .
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sexta-feira, 18 de Junho de 2010 | 10:11
   
 
Um grupo de 47 da área tecnológica formaliza hoje um consórcio para colocar ao dispor da comunidade as competências adquiridas nos últimos anos.

“Vai ser constituído um consórcio de cerca de 47 , todas da área das tecnologias e muito viradas para a aprendizagem e ”, disse à o de Adjunto dos Transportes e Comunicações, Campos.

Segundo o responsável, as “decidiram juntar-se para, num esforço de internacionalização, colocar essas competências [que têm vindo a ser desenvolvidas em ] de uma forma agregada e integrada ao dispor da comunidade e para participar na economia global”.

«Estamos a falar de muito ligadas àquilo que foi o , nomeadamente no da », disse.

O consórcio, constituído por como Brandia , JP Sá Couto, Leya, Novabase, Editora ou Y-Dreams, é formalizado hoje, em , durante a conferência “A do Futuro na Era ”, promovida pelo , e em que participam Campos e o primeiro-ministro, José .

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José Capitão Pardal

Sem mais comentários vos deixo a notícia veiculada pelo “ de Notícias”, sobre a contratação do estremocense Sérgio, como treinador do Sporting Clube de .

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por Bruno Pires – 2010/04/19

Treinador do V. Guimarães é o escolhido pela SAD leonina para a temporada 2010/2011.

Sérgio, de 42 anos, actual treinador do Vitória de Guimarães, vai ser o técnico do Sporting nas próximas duas temporadas, soube o DN junto de fonte bem colocada no processo. 
As negociações foram concluídas no fim da última semana e, nas derradeiras horas, o treinador alentejano, nascido em , informou a direcção vimaranense, liderada por Emílio Macedo, de que irá para o Sporting em 2010/11. O contrato entre os leões e Sérgio, apurou o DN, não será superior a duas temporadas e os adjuntos de confiança do treinador  vão também seguir para Alvalade  – Sérgio Cruz, Cabral e José Herculano.

O anúncio da contratação de Sérgio deverá ser oficializado ainda esta madrugada, em comunicação à CMVM.

Leia tudo sobre a contratação do sucessor de Carvalhal esta terça-feira na edição impressa do DN.

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José Capitão Pardal

Para os amantes das actividades taurinas aqui deixo uma óptima notícia sobre o ciclo “Conferências taurinas em ” a realizar no Campo Pequeno. 

Vide HARDMUSICA de 20100225

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20100222015122_Campo+Pequeno@night

O tema da conferência de abertura, “Da selecção de vacas e sementais até à praça. O conceito de bravura”, será desenvolvido pelo Ganadeiro Joaquim Murteira Grave, e o debate será moderado por Tancredo Pedroso.

A corrida à estará em debate na segunda conferência com a abordagem dos temas “Toureio a cavalo à : Arte em vias de extinção?”, a cargo dos Cavaleiros Miguel da Veiga e Rui Salvador e “Ser Forcado: Uma Filosofia de ?”, da responsabilidade dos Forcados Franco e Vasco Dotti, sob a moderação de Pereira.

O ciclo encerra com ao tema “A corrida integral e os principais Cânones do toureio”, sendo conferencistas o Matador de Toiros Mário Coelho e o Novilheiro Dias Gomes, sob moderação do Coronel José Henriques.

As conferências decorrerão no Salão Nobre da Praça de Toiros do Campo Pequeno, e terão início às 21 horas.

O acesso às conferências é gratuito, mas sujeito a inscrição.

(ES)

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José Capitão Pardal

Deixo-vos este agradável texto do Martins, inserto na última edição da revista “Única”, do jornal Expresso, sobre a Quinta do Carmo (quinta e marca de vinhos).

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Esta propriedade alentejana tem uma grande história para contar – Os rótulos começam nos anos 70 e vêm até à actualidade

Martins 7:41 Quarta-feira, 27 de Jan de 2010

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Localizada perto de , a quinta surpreende o visitante pela belíssima traça da enorme casa e pelo espaço envolvente.

É, na minha opinião, a que melhor reproduz o conceito bordalês de Château, com a adega por perto e uma ideia de luxo rural de bom gosto.

Tal é bem notório numa visita ao site www.donamaria.pt.

A marca Quinta do Carmo pertence hoje à Bacalhôa Vinhos feita com vinhos que não provêm da quinta e os vinhos da quinta propriamente dita passaram a ter a designação Dona .

É confuso mas é a consequência de negócios em que o “peso” de uma marca se sobrepõe à origem do vinho.

A quinta é muito antiga (séc. XVIII) e um dos seus proprietários, John Reynolds – que já era dono da Herdade do Mouchão – ficou na posse da quinta por ter casado com Isabel d’Andrade Bastos. O actual proprietário, Júlio Bastos, é descendente desta família.

A história dos Reynolds do Mouchão vem bem documentada no livro “Memórias do Vinho”, de de e Laureano.

Da ligação familiar Mouchão/Carmo resultou também o uso comum da casta Alicante Bouschet, durante décadas apenas plantada nestas propriedades e é hoje, assumidamente, uma das boas variedades alentejanas.

Os vinhos Quinta do Carmo só começaram a ter maior notoriedade nos anos 80, quando Ramos (JPR) assumiu a condução enológica.

Antes não ostentavam sequer data de colheita, como é o caso do rótulo mais antigo aqui reproduzido. Sugiram então os famosos Garrafeira, ainda hoje passíveis de compra, principalmente em leilão.

No início dos anos 90 foi feita uma associação com a família Rothschild (Lafite), saiu JPR, foi arrancado o Alicante Bouschet, tida como casta menor (o que é verdade em ) e os vinhos perderam brilho.

À força do arranque das antigas e das plantações novas, vulgarizou-se o vinho mas, mais recentemente, voltou a plantar-se Alicante Bouschet, quando finalmente se percebeu que a casta tem particularidades na planície que não tem no sul da , de onde é originária.

Os Rothschild fizeram, entretanto, uma associação com Joe Berardo (que comprou a parte de Júlio Bastos) mas o dono da Bacalhôa comprou finalmente a parte dos franceses que, assim, abandonaram o projecto.

A marca, essa, continua, com vinhos produzidos na de , com um branco de grande aceitação no (PVP €8), um tinto que não tem hoje a procura que teve (2005 – PVP €11) e um Reserva (2005 – PVP €30) que nasceu no ano 2000 e que mostra o estilo francês (ou bordalês) de fazer vinho, com barricas excelentes, algumas notas animais à mistura mas com muita finura.

Faltavam dois dias para o Natal quando participei numa prova vertical de Quinta do Carmo com uma particularidade curiosa: todos os vinhos foram provados em garrafa normal e magnum (litro e meio). Faz todo o sentido uma prova assim porque a evolução em magnum é mais lenta e isso favorece os vinhos antigos (já que nos novos não se nota diferença significativa).

Neste caso, e salvo o Garrafeira 87, as diferenças, estranhamente, foram mínimas o que nos diz quer não haverá grande diferença entre a prova nos dois formatos.

Resultados da prova? Um 87 grandioso, 88 e 89 em perfeito de e, de seguida, um longo período de vinhos menos conseguidos (mas com ), resultantes das vinhas muito novas: 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99, 2000, 01 e 02.

A partir de 2003 a qualidade volta a subir e os Reserva (que começaram em 2000) são vinhos de bom porte.

(Texto publicado na Revista Única do expresso de 23 de Janeiro de 2010)

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José Capitão Pardal

Sem comentários aqui vos deixo uma entrevista de Querido a Lima, sobre o Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2., nas Portuguesas.
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Manifesto pela Criatividade e Colaboração é escrito por dezenas de agentes de vários graus de ensino e teve mais de .000 edições nas primeiras 48 horas

Paulo Querido  9/11/2009

Levar as pessoas a pensar que a “revolução” a fazer nas não passa tanto pela mas pelo uso criativo, interdisciplinar e colaborativo que este potencia, é a razão de ser do Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2. nas Portuguesas — um documento que está a ser escrito a várias mãos e que nas primeiras 48 horas teve mais de .000 edições. 

O documento partiu de um , Lima, que utilizou para a divulgação exclusivamente a rede de microblogging Twitter e a sua sala de aula. Está fixado um prazo limite, findo o qual Lima procurará a publicação pelo da e a distribuição pelas — como revelou em entrevista a Diário2, reproduzida abaixo.

O Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas é escrito “colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2. no contexto educativo actual“, lê-se na sua abertura.

  Lima: um passo de cada vez, tudo é possível

2: O Lima é onde? Idade, interesse pela web 2. desde quando?

Lima: Sou do Ensino Básico e Secundário mas este projecto começou no âmbito das minhas funções como Formador do de de Professores de Cascais. Tenho 35 anos e o meu interesse no uso das ferramentas da Web 2. vem desde há muitos anos.

P.: Porque decidiu criar este documento partilhado?

R.: Este documento tem como autores eu e mais 24 formandos do curso Comunidades Virtuais de Aprendizagem: A e o Ensino da História – CVAHist09 e foi com o objectivo de demonstrar o “poder” do trabalho colaborativo que o Google Docs permite que lancei o desafio aos formandos. Logo pensei que se fizesse o alargamento à comunidade externa ao curso muito este documento podia ter a ganhar e assim o foi. Tornei o documento e passou a ter “indefinido” numero de autores e participantes. A razão por detrás deste documento é a de fazer pensar que a “revolução” a fazer nas não passa tanto pela mas pelo uso criativo e interdisciplinar e colaborativo que este potencia.

P.: Quando é que começou?

R.: Começou no dia 3 de Novembro. Incrível não é? Que em menos de 48 horas quase 20 pessoas e mais de 1000 edições foram-se juntando e foram realizadas?

P.: Dispondo de outras formas editoriais indicadas para o trabalho colaborativo, como os wikis, porque optou por um google doc?

R.: Primeiro influenciado pela ideia e prática do projecto A Vision of Students Today (ver video no final deste artigo). Depois porque queria ver até que ponto quem tanto fala de colaboração realmente o fazia quando confrontado com um desafio. De facto vemos muita partilha e pouca colaboração. Queria mudar essa ideia e essa prática. O Google Docs permite uma edição simples, rápida, sem registos e coisas que limitam a participação. Por outro lado permite a auto-regulação livre para a criação de um documento deste tipo o que é fundamental para cada um dos participantes ter a liberdade que quer para expressar o seu ponto de vista.

P.: Como está a ser feita a divulgação pelos pontenciais autores?

R.: Estou a usar o Twitter. Só.

P.: Já tem uma metodologia para a pretendida distribuição pelas ?

R.: Sim. Se o documento final tiver uma relevância de excelência como acredito que vá ter, aposto numa publicação pelo da , para além de ser transformado numa página Wiki para ter a natural evolução com a disseminação que poderá vir a ter. Para além disso penso que poderá resultar num trabalho de preparação para um guia de de professores que pode envolver alguns dos autores para a elaboração de um programa nacionalmente difundido e implementado. Um passo de cada vez, tudo é possível.

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José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no de Notícias Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

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À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.

O de que vive aos sábados na praça da , onde se vendem “queijos, frescos, vinho, peças de artesanato local e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da ”, “ideais para observadores de pássaros”.

A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o vinho une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da ”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ligação” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the local breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a local landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant local resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio Marquês de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, local crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from local trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite local fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de vinho tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $.53 to the ).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, ; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

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José Capitão Pardal

O José das Dores é o novo de da e da do novo de José Socrates.

Carlos Zorrinho

O é Licenciado em e Catedrático da de Évora, Deputado e Dirigente do Partido , tendo exercido o cargo de Coordenador do , na última legislatura.

Ao novo de os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.

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apresenta novos Secretários de

O primeiro-ministro José propôs hoje ao Presidente da , Cavaco , uma lista de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009

Numa nota enviada à comunicação , a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro-ministro revela a proposta enviada hoje ao Presidente da , Cavaco , para a nomeação de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

Há 17 novos Secretários de , 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.

Foram criadas também duas novas Secretarias de .

NOTA À COMUNICAÇÃO

O Senhor Primeiro-ministro propôs hoje a S. Exa. o Presidente da a nomeação dos seguintes Secretários de do XVIII Constitucional:

- de Adjunto do Primeiro-Ministro, Dr. José Gouveia Ribeiro

- de dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Titterington Gomes Cravinho

- de dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Carqueijeiro Lourtie

- de das Comunidades Portuguesas, Dr. Fernandes da Braga

- de Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

- de do Tesouro e , Mestre Costa Pina

- de dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- de da Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

- de da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Leitão Marques

- da Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de da Igualdade, Drª. Elza Henriques Deus Pais

- de da Defesa e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- de Adjunto e da Interna, Dr. José Vieira Conde Rodrigues

- de da Interna, Drª. Dalila Correia Araújo Teixeira

- de da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- de da Justiça, Dr. José Garcia Correia

- de da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Santos de Magalhães

- de Adjunto, da Indústria e do , Mestre Fernando Medina Maciel Correia

- de do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- de do , Dr. Bernardo Amador Trindade

- de da e da , Prof. Doutor José das Dores

- de das Florestas e Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

- de das Pescas e Agricultura, Dr. Medeiros Vieira

- de Adjunto, das Públicas e das Comunicações, Dr. Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

- de dos Transportes, Dr. Henrique Graça Correia da Fonseca

- de do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Rosa do Carmo Julião

- de da Segurança , Mestre Pedro Dias de Jesus Marques

- de do Emprego e da Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Adjunta e da Reabilitação, Idália Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- de Adjunto e da , Dr. Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- de da , Dr. Óscar de Oliveira Gaspar

- de Adjunto e da , Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura

- de da , Dr. José Trocado da Mata

- de da , e Ensino Superior, Prof. Doutor Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- de da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

, 28 de Outubro de 2009.

A Assessoria de Imprensa

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José Capitão Pardal

 

 

Vou passar a divulgar, regularmente, notícias de pessoas, organizações, produtos ou eventos portugueses de prestígio e de sucesso, que sejam o testemunho da capacidade, criatividade, empenho e do “ser” português.

E para os cépticos direi que os portugueses de sucesso não são só o Mourinho, o Figo e o Cristiano Ronaldo!…

Em há muito mais para além do futebol…

Todos os dias tomamos conhecimento de exemplos do que afirmo.

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COTEC atribui Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora

 

09-Jun-2009 - Escrito por Cienciametrics   
 

Eduardo Vieira e Taylor de Carvalho venceram o Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora organizado pela COTEC com o Alto Patrocínio do Presidente da .

O Prémio destina-se a galardoar e divulgar publicamente cidadãos portugueses que se tenham distinguido pelo seu papel empreendedor, inovador e responsável, no contexto das sociedades de acolhimento, que reflectem a diversidade e a riqueza da diáspora no mundo actual.Dos 67 candidatos ao Prémio Diáspora 2009, cuja faixa etária se situa entre os 36 e 69 anos de idade, há representantes de todos os continentes, sendo a e o continente americano os de maior expressão em termos de número de candidaturas.

No que respeita à actividade desenvolvida pelos candidatos, denota-se uma grande diversidade em termos de sectores abrangidos, destacando-se o empresarial e financeiro, a restauração e e a investigação.

Perfil dos vencedores: Eduardo Vieira, 63 anos, emigrou para os Estados Unidos em 1972, depois de 10 anos no Brasil, e integrou-se na empresa do tio que se dedicava à cultura de batata-doce na Califórnia.

Mais tarde adquire a A.V. Thomas Produce que ocupa actualmente a liderança de na distribuição de batata-doce da Califórnia e é o maior produtor e distribuidor de batata-doce biológica do mundo. A empresa emprega 700 trabalhadores e tem um volume de negócios de 36 Milhões de Euros.

Eduardo Vieira tem procurado aos longo destes anos responder às necessidades dos consumidores e inovar na sua área de actividade, um desses exemplos é a embalagem de batata-doce preparada para micro-ondas. Neste momento, encontra-se a construir o Hiper nas Lajes do Pico.

É ainda fundador e Presidente da Sociedade Filarmónica Lira Açoriana e da Casa dos Açores de Hilmar. Foi Delegado na Convenção Democrata em 2008 e foi considerado “ Empreendedor do Ano” pela Câmara de Comércio da Califórnia.

Taylor de Carvalho, 32 anos, tem em Engenharia Electrotécnica e trabalhou, ao longo do seu percurso na Holanda, em várias de informática.

Fruto da solidão em que se encontrava na Holanda, começou por “brincar” ao instalar num telemóvel um MSN. Em 2004, juntamente com outros dois sócios, fundou a Ebuddy, que tem actualmente 40 trabalhadores, factura cerca de 2 Milhões de Euros em publicidade e conta com mais de 70 milhões de utilizadores. A empresa tem actualmente escritórios em Londres e em São Francisco.

Taylor de Carvalho tem sido um dinamizador dentro das redes sociais, nomeadamente a rede TheStarTracker (TST), tendo sido um dos fundadores dos TST Holanda.

De acordo com Filipe de Botton, Presidente do Júri, « Os exemplos das candidaturas dão-nos para acreditar que há muito a construir para reforçar esta ligação. As diásporas, onde gostaria de destacar as empresariais, devem desempenhar um papel determinante na extensão e na projecção do . O seu apoio à internacionalização de portuguesas ou à dinamização na em rede representam um valor incalculável e que tem vindo a ser desprezado. Este prémio pretende mudar o das coisas.»

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José Capitão Pardal