MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

Últimos Registos

Calendário

Setembro 2010
S T Q Q S S D
« Ago    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  





Para os amantes das actividades taurinas aqui deixo uma óptima notícia sobre o ciclo “Conferências taurinas em ” a realizar no Campo Pequeno. 

Vide HARDMUSICA de 20100225

………………………………///…………………………….

20100222015122_Campo+Pequeno@night

O tema da conferência de abertura, “Da selecção de vacas e sementais até à praça. O conceito de bravura”, será desenvolvido pelo Ganadeiro Joaquim Murteira Grave, e o debate será moderado por Tancredo Pedroso.

A corrida à portuguesa estará em debate na segunda conferência com a abordagem dos temas “Toureio a cavalo à portuguesa: Arte em vias de extinção?”, a cargo dos Cavaleiros Miguel da Veiga e Rui Salvador e “Ser Forcado: Uma Filosofia de ?”, da responsabilidade dos Forcados Franco e Vasco Dotti, sob a moderação de Pereira.

O ciclo encerra com ao tema “A corrida integral e os principais Cânones do toureio”, sendo conferencistas o Matador de Toiros Mário Coelho e o Novilheiro Dias Gomes, sob moderação do Coronel José Henriques.

As conferências decorrerão no Salão Nobre da Praça de Toiros do Campo Pequeno, e terão início às 21 horas.

O acesso às conferências é gratuito, mas sujeito a inscrição.

(ES)

……………………………………..///……………………………….


José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no de Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

…………………///……………….

31131187

À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e .

O de que vive aos sábados na praça da , onde se vendem “queijos, frescos, vinho, peças de artesanato e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da ”, “ideais para observadores de pássaros”.

A é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o vinho une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da ”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ção” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

……………………….///…………………………..

De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de vinho tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the ).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

………………………///……………………..


José Capitão Pardal

Por ser do  interesse de todos os estremocenses e de todos os amantes da festa brava, tomo a liberdade de transcrever o teor do artigo do jornal “Linhas de ” de 20090708 (foto “inAlentejo”), agradecendo a sua divulgação.
 
…………………………..///………………………………
2593

A primeira corrida de toiros da revista InAlentejo, cuja apresentação teve lugar na tarde do passado dia 30 de Junho, vai realizar-se a 4 de Setembro, pelas 22h, numa das melhores praças desmontáveis do , junto “às portas” da de .

Moura, Cortes, Telles Jr e Miguel Moura são os cavaleiros que, juntamente com a ganadaria Herdeiros Cunhal Patrício e os Forcados Amadores de Montemor e de , irão integrar este espectáculo para aficionados de toda a e .
Em ambiente de tertúlia taurina, Margalho, um dos elementos da organização, apresentou a corrida, começando por dizer que se trata de um cartel de muito peso, que integra a figura máxima do toureio mundial Moura e Cortes, Telles Jr e Miguel Moura que atravessam uma excelente época taurina.
Em relação aos restantes elementos referiu que o grupo de Montemor, constituído desde sempre por forcados de e arredores, tem tido excelentes actuações no ano em que celebra 70 anos e que o de , capitaneado por Fernando Coelho, tem vindo ano após ano a consolidar-se.

Da ganadaria, Herdeiros Cunhal Patrício, disse ser uma das mais prestigiadas do que pensa nunca ter em .
Por último, mencionou que um dos objectivos do espectáculo tauromáquico é criar uma para a reconstrução da praça de toiros de , que se encontra inactiva há mais de cinco anos. Para esta causa – a reconstrução da praça – Margalho solicitou ao presidente da câmara de , José , que fizesse tudo o que estivesse ao seu alcance para que a praça voltasse ao meio taurino.
Para culminar, Margalho disse que estão reunidas todas as condições para uma corrida de toiros de êxito que só é possível realizar-se com os patrocínios das seguintes empresas e instituições: Credito Agrícola de , Salsicharia Estremocense, Adegas Herdades das Servas e Vale de Joana e Carnes Serralheiro.


Esta apresentação, que teve lugar na Herdade das Barbas do cavaleiro Cortes, contou com a presença de todos os intervenientes no espectáculo, do presidente da Câmara de e dos representantes das empresas patrocinadoras.

José

Questionado sobre a reconstrução da praça, o presidente do município de referiu ao “LE” que considera importante recuperá-la e devolvê-la à sua função essencial, mas que para isso é necessário reunirem-se esforços e vontades.

“O proprietário da praça – Centro de Bem Estar – tem de tomar a iniciativa e nós apoiamo-los num encontrar de caminhos”.

Para essa reconstrução José adiantou que são necessárias várias fases que envolvem verbas avultadas.

“O primeiro processo é fazer o ponto de situação da estabilidade da praça e ver o tipo de intervenção necessária à sua sustentação, sem, na minha opinião pessoal, alterar a sua traça e a sua matriz, que é muito bonita e equilibrada.

Seguem-se os processos de adaptação às novas exigências das praças de toiros para puder funcionar e, após a consolidação deste projecto, o de financiamento que será um envelope financeiro significativo que a câmara não se põe de parte e está disponível para colaborar com o Centro para encontrarmos a melhor solução”, culminou José .

Margarida de Barradas

………………………///…………………………


José Capitão Pardal