MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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: “A importância de não ser a Grécia”
 
Carla Pedro
 
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o vinho verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.
“Esqueçam os slogans sobre as praias douradas ou o vinho verde. Aquilo que o português quer que o mundo saiba é mais simples: não é a Grécia”. É assim que a revista “The Economist” inicia um artigo de análise sobre , salientando que o seu está desesperado por persuadir os mercados de que é melhor do que aquilo que eles receiam.

“Longe de ser o foco da próxima crise da dí soberana, como foi previsto por vários economistas, os políticos estão a pintar como um membro bem comportado da , que não é, de forma alguma comparável à instável e mentirosa Grécia”, diz a revista num artigo publicado hoje.

está a sair-se melhor do que a Grécia em matéria de défice orçamental (9,4% do em 2009, contra os anunciados 12,7% de Atenas [número agora revisto em pela , para 13,6%]), relembra a “The Economist”.

“Ao contrário da Grécia, as suas contas públicas são credíveis e tem um historial de tomada de medidas orçamentais duras quando é necessário – entre 2005 e 2007, reduziu o seu défice orçamental em metade, de 6,1% do para 2,6%. (Além disso), foi adoptado um programa de austeridade para quatro anos, uma vez mais para cortar o défice orçamental, desta vez para 2,8% do em 2013”, sublinha a revista de .

Pioneirismo na atribuição das reformas

A “The Economist” refere ainda que um outro factor que diferencia de Atenas está no facto de o de José ser um pioneiro em termos de atribuição das reformas: ajustou as pensões às mudanças de expectativa em matéria de esperança de e introduziu penalizações às reformas antecipadas, destaca a revista britânica.

Segundo a , a despesa pública relacionada com o envelhecimento da população aumentará apenas 2,9% do em nos próximos 50 anos, contra uma média de 5,1% na e uns impressionantes 16% na Grécia. “Apesar de alguns protestos por parte do sector , a oposição aos cortes nas despesas é menos ruidosa do que na Grécia”, salienta a revista.

“Então por que motivo é que os mercados estão preocupados com o encargo da dí portuguesa? E por que razão é que figuras como Simon Johnson, ex-economista chefe do FMI, e Nouriel Roubini, de em Nova Iorque conhecido como ‘Profeta da Desgraça’, dizem que uma crise como a da Grécia pode infectar ?”, questiona-se a “The Economist”.

Lento crescimento levou à perda de competitividade

Eis-nos chegados ao ponto em que a revista desfila os problemas de , que podem levar o a passar pelo que a Grécia está a passar, apesar das diferenças entre ambos.

“Uma resposta reside no facto de o maior problema de não ser essencialmente orçamental. Esse problema diz respeito ao crescimento – ou à falta dele. O crescimento real do ao longo da década desde que aderiu à moeda única tem sido o mais lento da , apesar de uma expansão em , que é o seu maior parceiro comercial”, refere a revista.

“O [] conseguiu evitar uma bolha imobiliária como a que estoirou de forma tão desastrosa em e na Irlanda. Apesar de isso não ajudar muito, o já na altura lento crescimento de tornou-o também menos vulnerável à recessão ”, sublinha a “The Economist”.

E é esse lento crescimento que “reflecte uma desastrosa perda de competitividade desde que aderiu ao ”, alerta aquela publicação. “ perdeu quota no das exportações, em prol das economias emergentes (incluindo as do Leste da ) que produzem produtos de baixo valor muito semelhantes”, avança a revista, acrescentando que esta situação se deve a um aumento constante do custo laboral, uma vez que “os aumentos salariais suplantaram o crescimento da produtividade”.

Endividamento das famílias ascende a quase 100% do

E uma das consequências é que “os portugueses, que já foram aforradores exemplares, têm a endividar-se fortemente lá fora”, realça o artigo, sublinhando que o endividamento das famílias equivale agora a quase 100% do e que o endividamento das não-financeiras está perto dos 140%.

A “The Economist” destaca o facto de José se auto-intitular a face moderna de um que está a fazer a transição de uma indústria manufactureira de baixo custo para indústrias intensas em conhecimento.

“Em cinco anos, defende ele [], tornou-se um líder europeu em renováveis. Também reduziu a função pública de 747.000 para 675.000 pessoas. Envia cerca de 35% dos seus jovens para a . Investe mais de 1,5% do em investigação, muito mais do que . No entanto, ao mesmo tempo, está a perder alguns dos seus fundos estruturais comunitários em prol dos mais recentes membros pobres da UE, que vêm da de Leste”, diz a revista britânica.

A “The Economist” conclui a análise à portuguesa referindo que é, de facto, diferente da Grécia”. “Mas se os mercados decidiram testar isso, o baixo crescimento crónico, a drástica perda de competitividade e o elevado endividamento e privado são fraquezas que podem minar rapidamente a protecção que é suposto ser dada pelo facto de [] ser diferente”, adverte a publicação.
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José Capitão Pardal

NOTÍCIA DO DIA:

: Guerreiro nomeado da da Unidade de

09-fev-2010 in “DianaFM”
O universitário Guerreiro foi nomeado do de da Unidade Local de do Alentejano (ULSNA), disse hoje à agência fonte hospitalar.

De acordo com a mesma fonte, o docente da de Évora exercia as funções de vogal no anterior de da ULSNA.A nomeação de Guerreiro, de 41 anos, surgiu na sequência do pedido de demissão, apresentado em novembro do ano passado, do antigo do de da ULSNA, Ribeiro.

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Ao nomeado os meus votos pessoais de um frutuoso trabalho.

 


José Capitão Pardal

Apesar de não concordar na totalidade com o seu conteúdo, achei interessante a análise política e sociológica efectuada por Todo Bom, destacado militante do , no Expresso online do passado dia 20091226, pelo que tomei a liberdade de o transcrever.
 
Do meu ponto de vista trata-se de uma análise eloquente, mas muito superficial, que não resistiria a um aprofundamento das razões que têm levado, ao longo dos últimos anos ao desgaste político do , fruto mais das divergências particulares entre os seus membros mais mediáticos e influentes, que a Sociologia também muito bem explicaria, do que a estratégias organizacionais mal concebidas, de uma fraca combinação entre competências e capacidades, e muito menos ainda, do conhecimento tácito do , conforme conclui Todo Bom.
 
No actual da democracia e da das forças políticas em , o chamado “…conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva…” ou “…a sua combinação e a ineficiência da sua socialização…”, não têm ainda o peso que o articulista lhe quer dar.
 
As organizações políticas ainda, em muitos aspectos, se regem por regras e práticas, que estão longe daquilo que sociologicamente, seria o desejável e de que são exemplo as organizações suas congéneres da do
 
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O conhecimento tácito das organizações
Todo Bom* (www.expresso.pt)
:01 Sábado, 26 de Dez de 2009
 
 

De acordo com a aproximação baseada na teoria dos recursos, o objectivo último das organizações competitivas é obter resultados sustentáveis, acima da média, quando comparados com os seus competidores.

A pré-condição para resultados sustentáveis superiores reside num conjunto de recursos, não disponíveis do mesmo modo para todas as organizações e na sua combinação em competências e capacidades.

Estas competências e capacidades devem ser específicas da , valiosas para os clientes, insubstituíveis e difíceis de imitar.

Estes “activos não replicáveis” na terminologia de Teece, são, essencialmente, activos de conhecimento e, dentro destes, em especial, o conhecimento tácito das organizações.

O conhecimento tácito das organizações que resulta, fundamentalmente, da combinação e socialização do conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva, tem uma importância crucial em todas as organizações, com destaque para as que actuam no âmbito sociológico e comportamental.

Não é, pois, de estranhar a relevância do conhecimento tácito nos partidos políticos e a indispensabilidade da sua conversão em competências e capacidades, para o combate político, que lhes permita atingir o seu objectivo último, ou seja, a conquista do poder.

O conhecimento tácito do meu partido, o , tem diminuído consistentemente nos últimos tempos, o que constitui uma das explicações para o seu afastamento da liderança política do .

E esse facto não se deve à inexistência de uma base de conhecimento explícito considerável dos seus membros que, felizmente, continua a prevalecer, mas à incapacidade de garantir a sua combinação e a ineficiência da sua socialização.

As duas unidades organizativas que tradicionalmente garantiam esses movimentos – o Gabinete de Estudos e o Sá Carneiro, estão praticamente inactivos. Com a agravante, no caso deste, de se ter criado a convicção de que este processo de interacção das várias valências do conhecimento podia ser garantido através de uma plataforma aberta onde se escrevem alguns artigos de opinião.

A teoria das estipula que as digitais promovem, quando muito e quando têm qualidade, exclusivamente, o incremento do conhecimento explícito, porque são abertas e porque a interactividade para complementar conhecimentos diferenciados é limitada.

Curiosamente, o , com uma base de conhecimento explícito claramente inferior à do , tem promovido de um modo sustentado e com eficiência a criação do conhecimento tácito que lhe tem permitido a conquista e manutenção do poder.

Com a previsível alteração, a curto prazo, da liderança do meu partido, vai ser interessante acompanhar estes movimentos, no futuro próximo, e a sua repercussão na ocupação do poder no nosso .

* Associado Convidado do ISCTE

Texto publicado na edição do Expresso de 19 de Dezembro de 2009

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José Capitão Pardal

Armando Alves é um dos expoentes máximos da pintura e da escultura portuguesa dos nossos tempos.

Estremocense dos “sete costados” nunca deixou de estar ligado à terra que o viu nascer e marca presença assídua no quotidiano da de .

A justa atribuição a Armando Alves de mais um prestigiado prémio leva-me a transcrever do blog do Hernâni Matos ESTREMOZ – Exposições no Centro Cultural a oportuna notícia sobre o pintor e escultor estremocense, que consta do jornal “Brados do ” nº 726, de 20091210. 

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armando alves

PRÉMIO DE ARTES 2009 ARMANDO ALVES DISTINGUIDO PELO CASINO DA PÓVOA

Jaleca in Brados do (nº 726 – 10.12.2009)

http://bradosdoalentejo.com.pt

O pintor Armando Alves foi o distinguido pela quarta edição do “Prémio de Artes Casino da Póvoa”.

O júri justifica a distinção “como reconhecimento pelo seu alto contributo para a Arte e a em ”.

A atribuição do prémio, no valor de 30 mil euros, foi divulgada dia 11 de Novembro e a entrega vai realizar-se em cerimónia solene no Casino da Póvoa, pelas 21 horas de dia 18 de Dezembro.

Para além do prémio monetário a distinção envolve, ainda, a aquisição de uma obra ao artista plástico estremocense, no caso uma escultura, sem título, que vai integrar a colecção de arte do Casino da Póvoa, e a publicação de uma monografia.

Armando Alves junta-se, assim, ao pintor Nikias Skapinakis vencedor da primeira edição (em 2006) do Prémio de Artes Casino da Póvoa; ao escultor Carneiro (2007) e ao pintor Júlio Resende (2008).

Armando Alves nasceu em em 1935.

Ainda na da natal é incentivado por um , atento ao seu jeito e vontade para o desenho e modelação, para seguir os estudos na área das Belas Artes.

Seguindo o ‘’ fez o Curso de Preparação às Belas-Artes da Arroio em e rumou ao para o Curso de Pintura da de Belas-Artes do , que concluiu com a máxima classificação.

Foi docente desta entre 1962 e 1973.

Juntamente com os artistas Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, formou o grupo “Os Quatro Vintes” em 1968 (alusão à nota de classificação do Curso).

A sua apetência para o design leva-o a desenvolver importante actividade na área das Artes Gráficas, contribuindo para a sua renovação e valorização.

A sua obra tem sido exposta em e no estrangeiro, estando representada em várias colecções particulares e públicas.

Na sua produção artística sobressai a pintura mas Armando Alves tem feito também incursões por outras vertentes da Arte, nomeadamente, pela escultura e ilustração.

De sua autoria podem ser vistos em espaços públicos a tapeçaria da sala de audiências do Tribunal de ; o monumento à artesã Tapeteira, em Arraiolos; uma escultura no jardim da Superior de Enfermagem de ou o vitral no edifício da Tabaqueira em , entre muitos outros.

Recebeu vários prémios e distinções. O da , Aníbal Cavaco , entregou-lhe em 2006 durante a cerimónia comemorativa do Dia de , de Camões e das Comunidades Portuguesas [na Alfândega do ] a insígnia de do grau de Grande Oficial da Ordem de Mérito com que o agraciou.

Radicado no [Matosinhos] continua a ter casa e atelier em onde se desloca e trabalha com frequência.

Também em 2006 [Outubro] a de atribuiu-lhe a ‘Medalha de Ouro da ’.

A do agraciou Armando Alves em 1988 com a Medalha de Mérito – Grau Ouro e, no ano passado, o Círculo de Teatral / Teatro Experimental do consagrou-o seu Sócio Honorário.

Uma mostra da obra de Armando Alves – 17 Desenhos, dez dos quais num políptico; duas Tapeçarias; dois Objectos [escultura] e 40 Pinturas – pode ser (re)visitada até 30 de Janeiro próximo, na Galeria Valbom (Avenida Conde Valbom, 89-A) em , numa exposição inaugurada dia 14 de Novembro.

Sobre a obra de Armando Alves dos últimos 30 anos diz Bernardo Pinto de , a dado passo do texto que abre o catálogo da exposição – «tem sido a forma de aprender e de comunicar uma sábia e sóbria disciplina de pintar, que se foi tornando cada vez mais capaz de essencializar e de conter os gestos da pintura numa espacialização das cores, dos gestos, das matérias de que se faz a pintura.», e, mais adiante, «estas pinturas são, antes de tudo, retratos de paisagens» a revelarem «quer uma terra em fogo, feita de clarões que explodem num delírio de cores e de formas sugeridas, como a de certas descrições de Alves Redol, quer uma outra, quase adormecida, sossegada e lenta, embalada pelo vento do final da tarde, que faz ondular brevemente as espigas doiradas».

E Bernardo Pinto de remata «uma a uma, cada uma dessas expressões vão desfilando em silêncio, diante de nós, que aprendemos lentamente a reconhecê-las, humanizadas por esse traço inconfundível do artista (…)».

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José Capitão Pardal

O José das Dores é o novo de da e da do novo de José Socrates.

Carlos Zorrinho

O é Licenciado em e Catedrático da de Évora, Deputado e Dirigente do Partido Socialista, tendo exercido o cargo de Coordenador do Tecnológico, na última legislatura.

Ao novo de os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.

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apresenta novos Secretários de

O primeiro- José propôs hoje ao da , Cavaco , uma lista de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009

Numa nota enviada à comunicação , a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro- revela a proposta enviada hoje ao da , Cavaco , para a nomeação de 37 Secretários de para o XVIII Constitucional.

Há 17 novos Secretários de , 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.

Foram criadas também duas novas Secretarias de .

NOTA À COMUNICAÇÃO

O Senhor Primeiro- propôs hoje a S. Exa. o da a nomeação dos seguintes Secretários de do XVIII Constitucional:

- de Adjunto do Primeiro-, Dr. José Gouveia Ribeiro

- de dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Titterington Gomes Cravinho

- de dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Carqueijeiro Lourtie

- de das Comunidades Portuguesas, Dr. Fernandes da

- de Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

- de do Tesouro e , Mestre Costa Pina

- de dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- de da Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

- de da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Leitão Marques

- da Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de da Igualdade, Drª. Elza Henriques Deus Pais

- de da Defesa e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- de Adjunto e da Interna, Dr. José Vieira Conde Rodrigues

- de da Interna, Drª. Dalila Correia Araújo Teixeira

- de da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- de da Justiça, Dr. José Garcia Correia

- de da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Santos de Magalhães

- de Adjunto, da Indústria e do , Mestre Fernando Medina Maciel Correia

- de do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- de do Turismo, Dr. Bernardo Amador Trindade

- de da e da , Prof. Doutor José das Dores

- de das Florestas e Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

- de das Pescas e Agricultura, Dr. Medeiros Vieira

- de Adjunto, das Públicas e das Comunicações, Dr. Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

- de dos Transportes, Dr. Henrique Graça Correia da Fonseca

- de do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Rosa do Carmo Julião

- de da Segurança , Mestre Pedro Dias de Jesus Marques

- de do Emprego e da Formação Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Adjunta e da Reabilitação, Idália Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- de Adjunto e da , Dr. Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- de da , Dr. Óscar de Oliveira Gaspar

- de Adjunto e da , Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura

- de da , Dr. José Trocado da Mata

- de da , Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- de da , Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

, 28 de Outubro de 2009.

A Assessoria de Imprensa

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José Capitão Pardal

De acordo com o jornal Expresso online de hoje (20091022), o alentejano de Beringel, Serrano, é o novo da Agricultura

Parabéns ao novo e à de Évora, onde reside e trabalha, e toda a sorte do mundo para a tarefa que tem pela frente.

José

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18:27 Quinta-feira, 22 de Out de 2009

Última actualização há 8 minutos

Perfil do novo da Agricultura

 

Serrano tem 44 anos e é Catedrático da de Évora. Doutor em de . Ex-Director do Gabinete de Planeamento de Política Agro-Alimentar do Ministério da Agricultura. Vogal da Directiva do Programa Operacional do (). Exerce actualmente funções como do de do Hospital Espírito Santo, em Évora.

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José Capitão Pardal