MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de , deixo-vos a notícia inserta no Portal do , de 20100105.

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O da criou a de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das e dos agrupamentos envolvidos no referido .

Compete ainda a esta garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de , bem como a articulação entre as e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.

O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo de Estudos em Humano da Católica do , enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo de em e Psicologia da de Évora.

No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de e de Curricular (DGIDC) definir o de que deve assegurar o acompanhamento científico.

Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou e, ainda, na apresentação de um relatório global, de âmbito , a elaborar pela de Acompanhamento.

A de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director de do e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de do Aberto ( Fénix), dois representantes da Secundária Rainha Isabel de ( Turma Mais) e um representante da direcção de da área de intervenção da .

O Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao de projectos de para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.

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José Capitão Pardal

Um tema sempre na ordem do dia.

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Quem o afirma é o Robert Carlson, reconhecido especialista pe­las suas ideias inovadoras em matéria de e . Acres­centa que, “devido ao seu enfoque tradicional em matéria de investiga­ção e , muitas unidades aca­démicas não fizeram o suficiente para chegar à indústria. Por outro lado, muitas indústrias têm encontrado dificuldades para chegar à Universi­dade.

Contudo, quando os benefícios mútuos podem ser claramente iden­tificados e coincidentes, então as co­laborações prosseguem sem grandes percalços”.

O Dr. Robert C. Carlson é o Reitor do para o Pro­fissional (CPD), Director do Rice Cam­pus em Wheaton (IIT), Director dos programas de Tecnologia da Infor­mação e e de Ciên­cia de Computação.

Anteriormente, foi “chairperson” do Departamento de de Computação, durante quinze anos, contribuindo para o seu crescimento, que o tornou no maior departamento do IITMain Campus. O Carlson possui diversa bibliografia e textos publicados.

Foi pioneiro na pesquisa em áreas de “relational database design”, técnicas de “integrated software design” e “computer science education”. Algu­mas das ferramentas desenvolvidas pelo seu grupo de pesquisa têm sido utilizadas para resolver “large scale design problems” na AT& T, DOD e no Argonne National Laboratory. O seu “Testing Maturity Model” (TMM), modelo de processo, é reconhecido como um standard da indústria a ní­vel mundial.

É membro do conselho editorial do International Journal of Innovation Science.

e Empreendedorismo - O que é o para o Profissional?

Robert Carlson – O CPD oferece edu­cação e treino orientados para a tec­nologia. A licenciatura e os programas de mestrado em Tecnologia da Infor­mação e (ITM) e Tecnologia Industrial e (INTM) juntamente com o de Aprendizagem Profissional têm atraído estudantes de todo o mundo. Os Programas e cur­sos no CPD fornecem uma mistura de conteúdo teórico e de aplicação prá­tica que permite aos alunos a aplica­ção do que aprendem em sala de aula na resolução de problemas da real. Os estudantes aprendem sobre tecnologias novas e emergentes e a aplicação, integração e práticas admi­nistrativas utilizadas na eficaz destas tecnologias. O objectivo é o de preparar os estudantes para se torna­rem inovadores na área de tecnologia, empresários e líderes do futuro.

I&E – Qual o factor mais importante para que ocorra numa organi­zação? Quem deve ser responsável pela dentro de uma organização?

RC – As pequenas “startups” propor­cionam um excelente ambiente para a , em que os membros da equipa estão ansiosos por inovar, existindo o incentivo da liderança, em parte porque o crescimento e as re­compensas andam de mãos dadas. Em grandes organizações, a liderança de­verá incentivar e apoiar a atitude “star­tup” dentro da estrutura existente.

I&E – Relativamente à colaboração entre a academia e a indústria, como a encara? Qual é a importância da cooperação tecnológica -indústria?

RC – O colapso económico de muitas tem criado uma desconti­nuidade nas relações -indústria. No entanto, quando ambas as partes encontram oportunidades para colaborar, os resultados são sem­pre mutuamente benéficos.

I&E – Que papel podem desempenhar os governos para promover a pesquisa cooperativa?

RC – Apoios e subvenções à investiga­ção conjunta entre a e a Indústria contribuem positivamente para a criação de oportunidades de colaboração.

I&E – Que mudanças significativas se observaram nos últimos cinco anos?

RC – A recessão afectou negativamente muitos relacionamen­tos de longo prazo entre a academia e a indústria. Por outro lado, muitos desempregados lançaram “startups” que beneficiam claramente de um forte relacionamento de trabalho com as universidades. Essas relações, contudo, tornaram-se mais especula­tivas, devido à incerteza e à falta de recursos das “startups”.

I&E – Quais as tendências em que considera mais interessantes?

RC – “Startups” de sucesso, como o Google, enviaram uma mensagem aos estudantes universitários que deveriam tornar-se empreendedo­res, particularmente no mundo da . Universidades como o IIT procederam a alterações nos seus currículos, encorajando os alunos a frequentarem cursos enfocados na e no empreendedorismo.

Para os estudantes internacionais que vêm de ambientes educacionais que enfatizam a imitação das obras do seu instrutor, a exploração de técni­cas de pode ser um desafio. Acrescentando esses elementos ao nosso currículo foi possível obter re­sultados notáveis.

Mendes

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José Capitão Pardal

Nunca condicionantes tão decisivas para a nossa , estiveram tão intimamente ligadas, nos tempos globais que decorrem, como estes dois (endividamento externo e potencial hidroeléctrico).

Sabendo que a nossa dependência energética, contribui com mais de 50%, para o endividamento externo, não é difícil concluir que a aposta, nas respostas e no investimento no sector energético é de uma crucial importância, para a redução desse endividamento.

Sobre o assunto deixo-vos para todos o texto de Glória Rebelo.

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2009-07-11

Em , desde 2006 – altura em que o apresentou um conjunto de propostas para a área da previstas no e na para a – que, assumindo que o sector energético representa um dos domínios prioritários de I & D em , têm emergido novas medidas estruturantes no energético .

Estruturantes, dado que procuram reduzir a dependência energética e, consequentemente, reduzir o endividamento externo do país.

De facto, se a é, simultaneamente, um importante factor de crescimento da e um elemento vital para o sustentável de qualquer país, a verdade é que o endividamento externo é já um mal crónico em .

E parte desse problema está estreitamente associado à dependência energética do país, dado que cerca de 50% desse endividamento se devem à compra de petróleo ao exterior.

Ora, reforçar o investimento no sector energético e planear a diversificação da oferta de fontes de alternativas ao petróleo é, como se sabe, e sobretudo no actual contexto económico, um desafio incontornável.

apresenta, como é reconhecido internacionalmente, um enorme potencial nas áreas da biomassa, da eólica, solar ou das ondas. Mas importa não ignorar a importância da hidroeléctrica.

E quando a escassez de petróleo pode, a prazo, ameaçar as economias mais dependentes deste combustível, a aposta neste tipo de – através do de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico 2007-2020 – e no fortalecimento da capacidade energética das barragens e de produção hidráulica será crucial para um crescimento sustentável em .

Por diversos motivos. Em primeiro, porquanto as centrais eléctricas e as barragens permitem produzir electricidade a um custo comparativamente muito baixo, sendo a hidroeléctrica um bom meio de fazer face a picos de consumo. Depois, porque é um meio de desenvolver parte das energias renováveis e de diversificar o portfólio energético do país. Por fim, pelo impulso que pode significar para a agricultura , criando condições para o do regadio.

Daí que apostar em projectos como o Regadio da Cova da Beira, o segundo maior aproveitamento hidroagrícola em construção em – reforçado em Junho último com a adjudicação dos dois novos blocos da Covilhã e do Fundão – com conclusão prevista para 2010 e que servirá mais de 12 mil hectares de terrenos, seja fundamental para a portuguesa.

O tempo é também, pois, de reforçar e de explorar novas oportunidades para relançar a e criar .

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José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para , tomo a liberdade de transcrever o texto abaixo do jornal “Sol” de 20090806.

As 12 candidaturas, para nove concelhos, foram aprovadas pela de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), no âmbito do contrato de delegação de competências assinado com a Autoridade de do INALENTEJO 2007-2013.

A AMDE revelou hoje que este «pacote» de projectos envolve um investimento superior a 10 milhões de euros, dos quais cerca de seis milhões financiados pelo Fundo Europeu de (FEDER).

A sessão pública de assinatura destes contratos de financiamento decorre quinta-feira, em Évora, com a presença do de do , Baleiras.

O da AMDE, Jerónimo Lóios, disse hoje à agência que as primeiras 12 candidaturas aprovadas traduzem o «bom esforço e rápido trabalho desenvolvido pelos municípios» da região.

«Quase que poderia adiantar que a AMDE e os municípios do distrito conseguiram colocar-se numa posição muito adiantada em termos nacionais e estes são dos primeiros projectos cujo contrato de financiamento vai ser assinado», disse.

As candidaturas integram quatro regulamentos específicos do operacional INALENTEJO – dois de Mobilidade Territorial Urbana e Rodoviária, o de Sistema de Apoio a Áreas de Acolhimento Empresarial e Logística e o referente a Equipamentos para a Coesão .

«Procurámos ligar duas vertentes. O acolhimento de projectos de cada município, mas sempre numa lógica de coesão territorial para os 14 municípios do distrito, com projectos coordenados entre si e complementares», explicou.

A construção de um de Apoio às Micro e Pequenas , em Montemor-o-Novo, e de um em Monte do Trigo, concelho de Portel, são dois dos projectos que vão avançar, tal como um pavilhão gimno-desportivo em Alandroal e pistas cicláveis em Vendas Novas.

A beneficiação da viária de e de outras estradas e caminhos municipais nos concelhos de Évora, Portel, Mourão e Reguengos de Monsaraz, assim como a segunda fase da via circular ponte à vila de Redondo, são as outras das acções.

No global, até 2013, a delegação de competências estabelecida entre o INALENTEJO e a AMDE prevê cerca de 58 milhões de euros de financiamento do FEDER e, desde o mês passado, está aberto novo período para candidaturas dos municípios.

«Há ainda cinco municípios do distrito que não têm qualquer candidatura aprovada, mas está aberto este novo prazo, durante um ano, e à medida que forem apresentados mais projectos vamos aprová-los, depois de possuírem o parecer do secretariado técnico que os analisa», frisou.

Para a celebração do contrato de delegação de competências no quadro do , a AMDE apresentou um Territorial de para o Central, que comporta as opções estratégicas de e os projectos estruturantes que interessa desenvolver.

/SOL

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José Capitão Pardal