MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Sem comentários vos deixo a notícia inserta no jornal “Correio do ”.

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quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 – 17h02

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Cordovil, vogal executivo da directiva do INAlentejo, é o novo da de Coordenação e (CCDR) do , sucedendo a Leal Monteiro, que não foi reconduzida no cargo, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a CCDR revela que de Deus Cabral Cordovil, de 59 anos, foi nomeado pelo para presidir ao organismo, de cujo quadro de pessoal faz parte, como Técnico Superior Assessor.

A anterior da CCDR , Leal Monteiro, terminou a sua de serviço no final de Janeiro e não foi reconduzida.

O despacho governamental que formaliza a nomeação do novo foi divulgado hoje pela CCDR, estando Cordovil em funções desde o início do mês.

Até agora, além de vogal executivo do operacional da região do (INAlentejo), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (), o responsável era coordenador da Intervenção Desconcentrada do , e (QCAIII). Licenciado em , pelo Instituto Superior de e (ISEG) da Técnica de , Cordovil reside no desde 1977.

De entre as funções que já desempenhou, nomeadamente em Gabinetes de Apoio Técnico às Autarquias Locais (GAT), o novo da CCDR foi consultor independente de e instituições públicas, regionais e nacionais, como a Somincor (das minas de Castro ).

Em Abril de 2000, foi nomeado Coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do , e do (com estatuto de Encarregado de Missão).

Cordovil continuava a exercer este cargo, que acumulou, até Junho de 2001, com as funções de da Unidade de do Fundo de Apoio ao Investimento no (FAIA).

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José Capitão Pardal

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA in Rádio Online versão para impressão
26-Jan-2010

O da Entidade de do (ERT), José Ceia da , assegurou hoje que está disponível para se assumir como o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

Image“A ERT está disponível para se assumir como patrocinador da Volta ao em Bicicleta, arranjando os financiadores, os financiamentos comunitários para a componente da promoção e os sponsors”, disse.

A de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), entidade que organizava o evento iniciado em 1982, anunciou hoje que não vai haver “” em 2010, devido a problemas financeiros, esperando que “seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da corrida já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo”.

O da ETR do confirmou a existência de contactos, recentes, da AMDE sobre a prova a realizar este ano, considerando que “não é com três meses de antecedência que se prepara uma iniciativa desta envergadura”.

“Nós temos que ter condições e tempo para analisar a promoção desta prova”, disse, reafirmando que a ERT está disponível para ser o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

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José Capitão Pardal

Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de , deixo-vos a notícia inserta no Portal do , de 20100105.

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O da criou a de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das e dos agrupamentos envolvidos no referido .

Compete ainda a esta garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de , bem como a articulação entre as e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.

O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo de Estudos em Humano da Católica do , enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo de em e Psicologia da de Évora.

No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de e de Curricular (DGIDC) definir o de que deve assegurar o acompanhamento científico.

Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou e, ainda, na apresentação de um relatório global, de âmbito nacional, a elaborar pela de Acompanhamento.

A de Acompanhamento do Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director de do e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de do Aberto ( Fénix), dois representantes da Secundária Rainha Isabel de ( Turma Mais) e um representante da direcção de da área de intervenção da .

O Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao de projectos de para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.

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José Capitão Pardal

Uma notícia veiculada pelo jornal Hoy.es de 20091220, com muito interesse para os viajantes deste lado da .

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Al día hay dos vuelos a y Barcelona, pero el sector atisba demanda suficiente para otros destinos, eso sí, no diariamente.

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20.12.09 – 00:28 – CELESTINO J. VINAGRE | MÉRIDA.

«Montarse en un avión era raro hace algunos años para los extremeños pero ahora es cotidiano. Un aeropuerto aquí es una estupenda noticia para la región pero necesitamos más. Si tenemos más ofertas de vuelos, seguro que habrá más demanda».

Quien habla así es Ramos y sabe lo que dice. Es el de la Asociación de Agencias de Viajes y acaba de estar en una reunión en la que las agencias españolas han conocido que las compañías aéreas, «hasta las más modestas, están locas por abrir nuevos mercados. La crisis agobia y necesitan más clientes».

En lo que va de año, en España ha bajado un 12 por ciento el número de viajeros pero en , en esta semana, se ha levantado un debate tan intenso que deja un mensaje evidente: hay ganas y hay interés por contar con más vuelos desde territorio .

Arrancó con la información de que Ryanair se plantea venir y la respuesta de la .

El extremeño habla de una propuesta insuficiente de la y que busca exclusividad, lo que estima inaceptable, a lo que la compañía replica que la no ha querido reunirse con ellos y niega que su oferta sólo tenga vuelos con destino a Reus y, de ahí, a otros lugares.

La polémica ha disparado los comentarios en la edición digital de HOY -más de 540 en dos días-.

No hay una estimación de cuántas personas podrían usar el avión en pero el sector de viajes indica que más de los 81.000 del año pasado.

Ryanair es más contundente: «Potenciales clientes son el millón cien mil extremeños porque, con precios asequibles y rutas diversas, todos pueden viajar». Realidad «Claro que hay interés.

La gente está acostumbrada a viajar y desea tener en viajes de bajo coste o un poco más caros y poder ir a otros destinos además de y Barcelona», reflexiona Borja Núñez, director de una oficina de Halcón Viajes en . «Esos vuelos pueden funcionar, aunque no de manera regular, cada día o dos días.

Los viajes de temporadas, sobre todo en verano, seguro que tienen clientela», añade Juan José Cordero, director de Marsans.

Actualmente, Air Nostrum, filial de Iberia, ofrece dos vuelos diarios desde a y Barcelona.

El 29 de marzo dejó de ofrecer el de Bilbao debido al descenso de demanda.

Su acuerdo con la acaba este 31 de diciembre y el extremeño desea escuchar ofertas para el nuevo periodo de vuelos, aunque en abril el consejero de Fomento, José Luis Quintana, dijo que estaba satisfecho y deseaba prorrogar la colaboración hasta 2013.

Según el convenio, Air Nostrum, que opera en el aeropuerto extremeño desde el 2001, percibe 1,7 millones de euros al año. La colaboración se establece a través de un contrato publicitario por el que la compañía recibe ese dinero y, como contraprestación, exhibe en sus vuelos nacionales e internacionales logotipos o marcas extremeñas en los reposacabezas, los posavasos, las toallitas refrescantes y los manteles.

Además se emiten campañas promocionales en los aviones, a lo que se suma la distribución de material turístico entre los pasajeros, actividades de degustación gastronómica, enlace en la web de la compañía y la aparición de en su revista.

«Está bien ir a y Barcelona, pero hay pocos viajes, sus precios no son baratos, salvo que se reserven con mucho adelanto, y sus horarios son mejorables. Pero aparte de eso la gente quiere ir a otros sitios y eso se puede ofertar en porque hay clientela, no diaria pero sí por periodos concretos del año», añaden, de forma coincidente, los profesionales turísticos consultados por HOY.

Todos, por descontado, dan por frenado -no olvidado- el proyecto del aeropuerto de . Esos mismos expertos puntualizan: «El avión tiene futuro… hasta que llegue el AVE. Cuando sea así, los vuelos a perderán mucho sentido».

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José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para , tomo a liberdade de transcrever o texto abaixo do jornal “Sol” de 20090806.

As 12 candidaturas, para nove concelhos, foram aprovadas pela de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), no âmbito do contrato de delegação de competências assinado com a Autoridade de do INALENTEJO 2007-2013.

A AMDE revelou hoje que este «pacote» de projectos envolve um investimento superior a 10 milhões de euros, dos quais cerca de seis milhões financiados pelo Fundo Europeu de (FEDER).

A sessão pública de assinatura destes contratos de financiamento decorre quinta-feira, em Évora, com a presença do de do , Baleiras.

O da AMDE, Jerónimo Lóios, disse hoje à agência que as primeiras 12 candidaturas aprovadas traduzem o «bom esforço e rápido trabalho desenvolvido pelos municípios» da região.

«Quase que poderia adiantar que a AMDE e os municípios do distrito conseguiram colocar-se numa posição muito adiantada em termos nacionais e estes são dos primeiros projectos cujo contrato de financiamento vai ser assinado», disse.

As candidaturas integram quatro regulamentos específicos do operacional INALENTEJO – dois de Mobilidade Territorial Urbana e Rodoviária, o de Sistema de Apoio a Áreas de Acolhimento Empresarial e Logística e o referente a Equipamentos para a Coesão .

«Procurámos ligar duas vertentes. O acolhimento de projectos de cada município, mas sempre numa lógica de coesão territorial para os 14 municípios do distrito, com projectos coordenados entre si e complementares», explicou.

A construção de um de Apoio às Micro e Pequenas , em Montemor-o-Novo, e de um em Monte do Trigo, concelho de Portel, são dois dos projectos que vão avançar, tal como um pavilhão gimno-desportivo em Alandroal e pistas cicláveis em Vendas Novas.

A beneficiação da viária de e de outras estradas e caminhos municipais nos concelhos de Évora, Portel, Mourão e Reguengos de Monsaraz, assim como a segunda fase da via circular ponte à vila de Redondo, são as outras das acções.

No global, até 2013, a delegação de competências estabelecida entre o INALENTEJO e a AMDE prevê cerca de 58 milhões de euros de financiamento do FEDER e, desde o mês passado, está aberto novo período para candidaturas dos municípios.

«Há ainda cinco municípios do distrito que não têm qualquer candidatura aprovada, mas está aberto este novo prazo, durante um ano, e à medida que forem apresentados mais projectos vamos aprová-los, depois de possuírem o parecer do secretariado técnico que os analisa», frisou.

Para a celebração do contrato de delegação de competências no quadro do , a AMDE apresentou um Territorial de para o Central, que comporta as opções estratégicas de e os projectos estruturantes que interessa desenvolver.

/SOL

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José Capitão Pardal

Para compreendermos melhor a problemática do e as expectativas geradas pelo tema no outro lado da (), tomo a liberdade de transcrever o texto inserto no jornal Hoy.es, de 20090731, sobre a eventual construção de um “intercambiador” de ligação à linha do AVE -Sevilha e a redução do tempo de deslocação, do trajecto entre e a capital espanhola.

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Un millón de extremeños cogerá al año el tren a cuando haya conexión por Ciudad Real La construcción de un intercambiador propiciará que la mitad del recorrido pueda hacerse por la línea del AVE -Sevilla.

El tren tarda ahora siete horas y media en llegar a desde Renfe cambiará los trenes extremeños para que puedan usar el sistema Dentro de unos meses estará más cerca de .

Concretamente una hora y 40 minutos más cerca.

También los emeritenses tendrán una hora y cuartomenos de viaje.

Aunque la geografía española siga siendo la misma, la construcción de un cambiador de ancho de vía en Brazatortas, en la provincia de Ciudad Real, conseguirá que los extremeños no se resignen a plantear el viaje en tren hacia como la pérdida de medio día en el camino.

«Atraerá al doble de viajeros», anunció ayer con entusiasmo Ángel Caballero, de la Asociación del Ferrocarril en , y uno de los mayores conocedores del sector ferroviario en la región tras ocupar diferentes puestos de responsabilidad en Renfe y en la Administración .

Portavoces de Renfe no quisieron ayer arriesgarse a hacer una estimación del aumento de viajeros que podría registrar el transporte por tren en destino a en cuanto estuviera listo el intercambiador, aunque sí manifestaron su confianza en que crecerá la cifra anual de usuarios.

«Las experiencias anteriores en las que se ha puesto un intercambiador no pueden sirven como referente para hacer una estimación en porque los casos no son comparables pero, por inercia, cuando se mejora un servicio, éste se hace más atractivo para los clientes, y sabemos que va a haber una demanda mayor», señalaron desde la compañía ferroviaria.

Vía mejorada Cuando esté listo el intercambiador de ancho que se instalará en Brazatortas, que es el punto en el que la lía de alta velocidad procedente de se bifurca hacia Córdoba, la mitad del camino hacia se hará en vía AVE, y el resto, en vía convencional, pero mejorada, ya que el Ministerio de Fomento prevé invertir 55 millones de euros en arreglar los tramos de la vía que aún se encuentran en mal .

Aunque el actual trazado hasta Brazatortas ya ha sido renovado en gran parte, aún existen tramos en los que su deterioro impide que el tren convencional vaya a más velocidad, principalmente entre Brazatortas y Cabeza del Buey (93 kilómetros); Cabeza del Buey-Castuera (31 kilómetros); y -Aljucén (seis kilómetros).

En la actualidad, y como media, el Talgo alcanza los 170 kilómetros/hora entre y , y los 150 en el resto del trayecto, excepto en los tramos más deteriorados; y los regionales, los 160 entre y , y los 140 a partir de entonces, «y siempre que la vía lo permita», explica Ángel Caballero.

Velocidad alta Además de la mejora de la vía, que permitirá sostener una velocidad media más elevada en las locomotoras, Renfe confirmó ayer que la entrada en funcionamiento del intercambiador de ancho de vía supondrá la renovación automática de los trenes que hagan el trayecto -, ya que los actuales ferrocarriles carecen de los sistemas necesarios para realizar el cambio del ancho ibérico (1,68 metros) al internacional de la línea de alta velocidad (1,435).

Caro y lento El tren, más allá del romanticismo, no resulta en la actualidad atractivo para los extremeños que quieren desplazarse hasta la capital de España, y mucho menos si tienen prisa.

Desde sólo disponen de tres servicios al día (a las 7.35, 12.40, y 14.20 horas), siendo el más rápido de ellos el Talgo de primera hora de la mañana, que tarda cinco horas y 36 minutos al precio de 37,9 euros en clase Turista, y 50,2 en clase Preferente.

El del mediodía está diseñado para gente que viaja sin estrés y sin nada que hacer en todo el día ya que tarda casi siete horas y media en completar los poco más de 400 kilómetros que separan de .

Toda una jornada de relax frente a la ventana del tren contemplando los paisajes de la España interior cuesta 34,65 euros.

El R-598, que es uno de los trenes más modernos con los que cuenta la flota ferroviaria extremeña, según portavoces de Renfe, tarda menos, pero también garantiza una buena sentada de seis horas de viaje. El precio, 36.30 euros, casi a seis euros por hora de traqueteo.

Este mismo trayecto puede hacerse en cuatro horas y 40 minutos en el servicio exprés del autobús que presta servicio entre y , al precio de 38,9 euros, y en confortables sillones de cuero.

En el servicio normal, queda más lejos, a cinco horas y 20 minutos, pero el precio resulta bastante menor que en las demás opciones, 26,8 euros.

Bus y avión Casi medio millón de extremeños eligieron la opción del autobús el año pasado, según los datos del grupo Avanza, que aglutina a varias compañías de transporte que realizan rutas desde diversos puntos de hasta .

A ellos habría que sumar los viajeros que eligen otras líneas.

La opción del avión sigue siendo minoritaria, quizás porque el precio del billete desde el aeropuerto de ronda los 400 euros.

Eso sí, tras una hora de vuelo y maniobras de aterrizaje, el viajero ya está en , casi el mismo tiempo que se tarda en llegar en tren desde a . Aún así, a los extremeños les gusta usar el ferrocarril porque, a pesar de no ser ni el transporte más rápido ni el más barato, alrededor de 450.000 viajeros lo utilizan al año para ir y volver de la capital de España, según estimaciones de Renfe.

La cifra podría doblarse en cuanto sea posible hacer este trayecto en cuatro horas y 35 minutos desde , y en tres horas y 50 minutos desde , que son los nuevos tiempos anunciados hace dos días por el de Fomento, José Blanco en su última visita a las obras del AVE en la región.

Antes que el AVE Si todo sale como está previsto, el nuevo intercambiador de ancho de vía podría ser una realidad dentro de año y medio o dos, ya que Fomento anunció que la obra, presupuestada en 10 millones de euros, podría salir a concurso en el último trimestre de este año, y los trabajos se prolongarán durante 10 meses.

En todo caso, esta opción será la más rápida para los usuarios extremeños del tren hasta que se terminen las obras del AVE en que, por ahora, tiene fecha de terminación en 2013, aunque puede sufrir considerables retrasos a tenor del ritmo actual de las obras.

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José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para a , junto notícia inserta no jornal “Expresso” do passado dia 26 de Julho, sobre o lançamento da “primeira pedra” da fábrica aeronáutica da brasileira EMBRAER, terceira construtora mundial de aviões, que contou com a presença de José Socrates.    

17:16 Domingo, 26 de Jul de 2009

O executivo da Embraer, Frederico Fleury Curado, revelou hoje que a primeira fábrica da em Évora deverá começar a laborar no primeiro semestre de 2012 e anunciou a abertura de uma para de trabalhadores.

   
 

“A construção civil deverá demorar 18 meses, depois segue-se toda a parte industrial. Devemos começar a ter produção no primeiro semestre de 2012″, indicou o responsável pela construtora aeronáutica brasileira.

Frederico Fleury Curado falava aos jornalistas no final da cerimónia de lançamento da primeira pedra da primeira de duas fábricas que a Embraer pretende instalar na cidade .

“Apesar do momento difícil”, em termos económicos, “a Embraer decidiu preservar os investimentos em ”, afirmou, durante a cerimónia, presidida pelo primeiro-, José .

De acordo com responsável, a primeira de duas fábricas a instalar em Évora vai produzir componentes em fibras de carbono e de vidro para asas e fuselagem dos aviões.

“São estruturas que são utilizadas nos carros de fórmula 1 e que cada vez mais se utilizam em aviões”, explicou.

Quanto à dos futuros trabalhadores da unidade industrial, Frederico Fleury Curado adiantou que, em Setúbal, já existe uma especialização em aeronáutica e que, em Évora, será criada uma ao nível do ensino técnico com disciplinas voltadas para a tecnologia aeronáutica.

“No final do ano, espero ter a operacional e em 2010 temos que começar a treinar as pessoas”, disse, considerando que a futura “vai trazer um grande futuro para , a médio e longo prazo, porque a base tem de ser a e o conhecimento”.

Lembrando que a Embraer tem prevista uma segunda fábrica, essa direccionada a componentes metálicos, o responsável revelou que a brasileira tem “uma reserva para um terceiro lote” de terreno.

“Temos um longo prazo para exercer ou não a aquisição de um terceiro lote”, disse Frederico Fleury Curado, defendendo que “o futuro depende do que a Embraer conseguir desenvolver com todos estes projectos”.

A primeira pedra do novo de da construtora de aviões brasileira Embraer foi hoje lançada, numa cerimónia que marcou o arranque de um que prevê criar 570 postos de trabalho directos.

Com um investimento inicial de 148 milhões de euros, a brasileira pretende instalar duas fábricas no parque industrial aeronáutico de Évora, uma delas de estruturas metálicas (asas) e outra para produzir materiais compósitos (caudas), sendo que as unidades serão dedicadas inicialmente ao suporte logístico de jactos executivos.

A cerimónia, realizada no parque industrial aeronáutico de Évora, junto ao aeródromo , contou com a presença, além do primeiro-, do da e , Teixeira dos Santos, do da AICEP, Basílio Horta, do coordenador do , , do executivo da Embraer, Frederico Fleury Curado, e do autarca José Ernesto Oliveira.

Outra das vocações da unidade de Évora será, numa fase inicial, o apoio logístico de jactos executivos a voar na , o segundo maior mercado no sector após os Estados Unidos.

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José Capitão Pardal