MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

Últimos Registos

Calendário

Julho 2010
S T Q Q S S D
« Jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  





Qua, 10/03/2010

Pela actualidade e para reflexão dos meus leitores  transcrevo este interessante artigo da autoria do Dr.

…………………….///……………………….

professor_carlos_zorrinho

Diário do Sul, Visto do Alentejo 

2010/03/01

Desde há muito usada na linguagem sociológica e de comunicação e alinhada com outras expressões similares como actores , económicos ou outros, a expressão “actores políticos” tem vindo a ganhar nos últimos tempos, por todo o mundo democrático e também em , um significado cada vez mais literal e menos figurativo.

A competição dos órgãos de comunicação generalistas de televisão ou imprensa escrita pela conquista do grande que lhe garante viabilidade é hoje desesperada.

Num tempo em que cada vez mais gente se torna autónoma da comunicação de massas e assume a escolha da por medida e de acordo com as suas necessidades e gostos, prender a atenção das grandes audiências é um desafio em que parece valer tudo, até mesmo “tirar olhos”, ou seja, manchar reputações por dá cá aquela capa ou aquela caixa.

Uma primeira etapa deste combate travou-se no das chamadas novelas da vida real, de que o “Big Brother” terá sido o mais marcante exemplo.

A questão é sempre a mesma.

Quando se quebra uma barreira torna-se difícil resistir à pressão para ir cada vez mais longe e para além da linha de fronteira do que parecia razoável e aceitável no ponto de partida.

Cada passo dado é primeiro uma novidade badalada e popular e depois, rapidamente, um “dejá vu” desinteressante e descartável clamando por alternativa.

No momento em que escrevo esta crónica muitos dos “actores políticos” em estão expostos perante a opinião pública em inquéritos e inquirições infindas e por vezes burlescas, mais focadas no espectáculo do que na prova ou na obtenção da verdade.

O Canal Parlamento é um sucesso de audiências e quem sabe, se assegurar alguns direitos de “exclusividade”, um dos maiores activos mediáticos sob pública, suscitando em breve vorazes apetites de privatização.

A promoção exaustiva da exposição dos actores políticos é uma alternativa barata à séria, à encenação ficcional e ao entretenimento distanciado da casa do poder, fundamental para deixar espaço ao exercício focado desse poder e permitir o seu escrutínio fundamentado.

Este súbito convocar dos políticos para serem actores de tempos mortos e dos “prime time” das televisões generalistas e dos jornais de grande circulação não é uma particularidade .

Um pouco por todo o mundo este fenómeno está a acontecer.

Desde as fúrias de Gordon Brown às intimidades de Berlusconi e às patacoadas de Nicolas Fréche, passando pelos negócios do casal presidencial argentino ou aos problemas conjugais do Primeiro- irlandês, tudo está nos guiões da actualidade, animando um jornalismo “voyeur” que por enquanto é barato, eficaz e cola milhões aos televisores ou às capas que fazem notícia.

Mas como tudo o que vive no território mediático esta moda vai passar depressa, deixando destroços fundos na credibilidade da democracia e seguindo para outros palcos.

Na próxima ronda outros serão os actores.

Não tenho dotes de adivinhação mas a história faz-me suspeitar que quem toca agora à porta dos actores de circunstância, verá mais cedo ou mais tarde a sua porta ser tocada para receber convocatória.

Espero que esta suspeita não se confirme.

O espectáculo deve ser trabalho de actores profissionais, que os temos, bons e desaproveitados.

……………………….///………………………


José Capitão Pardal

Sem comentários.

……………………..///……………………

2010-03-01 in do

Presidência do de

Gabinete da Secretária de da Modernização Administrativa

Em 4 meses foram dispensadas cerca de 200 000 comunicações Medida Simplex poupa 5 milhões de euros às .

No âmbito do programa Simplex 2009 foi adoptada, desde 1 de Outubro de 2009, uma medida que permite, às comunicar actos obrigatórios de registo, apenas a uma única entidade, o que, passados 4 meses, revelou significar uma poupança, para as , de cerca de 5 milhões de euros.

Antes, as estavam obrigadas a transmitir a três entidades diferentes (Serviços de Registo, Serviços de e Serviços da Segurança ), por meios diferentes – papel e por via electrónica – a mesma .

Por exemplo, as comunicações resultantes de uma alteração na composição dos órgãos (mudança de gerente), da firma ou da sede ou a realização de uma operação de fusão eram transmitidas às três entidades referidas.

Com esta medida, adoptada e em vigor desde 1 de Outubro de 2009, as passaram a comunicar aquelas informações a uma única entidade – os serviços de registo – ficando estes com a incumbência de, posteriormente, comunicarem essas informações aos serviços de e da segurança .

Esta simplificação de procedimentos, que pode ser efectuada na , já permitiu que as e a segurança tivessem recebido, por este novo sistema, cerca de 200 000 alterações, o que significa uma poupança às na ordem de 5 milhões de euros em custos directos e indirectos.

Registe-se que esta medida Simplex eliminou burocracia desnecessária e deslocações a dois serviços da pública e contribui para a redução dos custos para as .

Trata-se, assim, de mais um contributo para libertar recursos, dar mais dinamismo à economia e eliminar custos de contexto, papel e deslocações, permitindo que as se concentrem em tarefas essenciais para a modernização, competitividade, geração de riqueza e criação de .

……………………….///………………………..


José Capitão Pardal

Apesar de não concordar na totalidade com o seu conteúdo, achei interessante a análise política e sociológica efectuada por Todo Bom, destacado militante do , no Expresso online do passado dia 20091226, pelo que tomei a liberdade de o transcrever.
 
Do meu ponto de vista trata-se de uma análise eloquente, mas muito superficial, que não resistiria a um aprofundamento das razões que têm levado, ao longo dos últimos anos ao desgaste político do , fruto mais das divergências particulares entre os seus membros mais mediáticos e influentes, que a Sociologia também muito bem explicaria, do que a estratégias organizacionais mal concebidas, de uma fraca combinação entre competências e capacidades, e muito menos ainda, do conhecimento tácito do , conforme conclui Todo Bom.
 
No actual da democracia e da das forças políticas em , o chamado “…conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva…” ou “…a sua combinação e a ineficiência da sua socialização…”, não têm ainda o peso que o articulista lhe quer dar.
 
As organizações políticas ainda, em muitos aspectos, se regem por regras e práticas, que estão longe daquilo que sociologicamente, seria o desejável e de que são exemplo as organizações suas congéneres da do
 
……………………///……………………… 

O conhecimento tácito das organizações
Todo Bom* (www.expresso.pt)
0:01 Sábado, 26 de Dez de 2009
 
 

De acordo com a aproximação baseada na teoria dos recursos, o objectivo último das organizações competitivas é obter resultados sustentáveis, acima da média, quando comparados com os seus competidores.

A pré-condição para resultados sustentáveis superiores reside num conjunto de recursos, não disponíveis do mesmo modo para todas as organizações e na sua combinação em competências e capacidades.

Estas competências e capacidades devem ser específicas da , valiosas para os clientes, insubstituíveis e difíceis de imitar.

Estes “activos não replicáveis” na terminologia de Teece, são, essencialmente, activos de conhecimento e, dentro destes, em especial, o conhecimento tácito das organizações.

O conhecimento tácito das organizações que resulta, fundamentalmente, da combinação e socialização do conhecimento explícito dos seus membros constituindo-se num conhecimento da experiência e da acção colectiva, tem uma importância crucial em todas as organizações, com destaque para as que actuam no âmbito sociológico e comportamental.

Não é, pois, de estranhar a relevância do conhecimento tácito nos partidos políticos e a indispensabilidade da sua conversão em competências e capacidades, para o combate político, que lhes permita atingir o seu objectivo último, ou seja, a conquista do poder.

O conhecimento tácito do meu , o , tem diminuído consistentemente nos últimos tempos, o que constitui uma das explicações para o seu afastamento da liderança política do .

E esse facto não se deve à inexistência de uma base de conhecimento explícito considerável dos seus membros que, felizmente, continua a prevalecer, mas à incapacidade de garantir a sua combinação e a ineficiência da sua socialização.

As duas unidades organizativas que tradicionalmente garantiam esses movimentos – o Gabinete de Estudos e o Sá Carneiro, estão praticamente inactivos. Com a agravante, no caso deste, de se ter criado a convicção de que este processo de interacção das várias valências do conhecimento podia ser garantido através de uma plataforma digital aberta onde se escrevem alguns artigos de opinião.

A teoria das estipula que as digitais promovem, quando muito e quando têm qualidade, exclusivamente, o incremento do conhecimento explícito, porque são abertas e porque a interactividade para complementar conhecimentos diferenciados é limitada.

Curiosamente, o , com uma base de conhecimento explícito claramente inferior à do , tem promovido de um modo sustentado e com eficiência a criação do conhecimento tácito que lhe tem permitido a conquista e manutenção do poder.

Com a previsível alteração, a curto prazo, da liderança do meu , vai ser interessante acompanhar estes movimentos, no futuro próximo, e a sua repercussão na ocupação do poder no nosso .

* Associado Convidado do ISCTE

Texto publicado na edição do Expresso de 19 de Dezembro de 2009

………………………///………………………….

José Capitão Pardal

0443_-_pry_-_1badajoz-copia-web20ii

edição: Ze de Mello on 2.12.09 Etiquetas: EUROCIDADE 

A problemática sobre a Eurocidade é frequentemente, trazida à blogosfera pelo blog elvense “Zé de Mello” e tem sofrido avanços e recuos, fruto das divergências existentes entre as instituições oficiais dos dois lados da fronteira, nomeadamente, o apoio da autarquia de e a reprovação do alcaide de .

Deixo-vos mais esta posição do blogista em que defende, e muito correctamente, que enquanto os políticos não se entendem, os cidadãos de ambas as cidades devem promover e dar passos rumo à Eurocidade dos Cidadãos.

Amigos, a Eurocidade não depende das vontades públicas, ela já existe.

Aos políticos caberá  apenas a sua formalização.

Nessa altura não faltarão, lá os veremos certamente.

…………………………///…………………………….

As e a blogosfera são indiscutivelmente ferramentas de participação , às quais as forças tradicionalmente estabelecidas não podem ser indiferentes.

Mais uma vez recordemos a massiva participação e importancia que tiveram estes meios na eleição do -americano.

Apesar de uma força política, ou melhor, um homem em frente de um de direita, teimar em não entender as vantagens , económicas e políticas que a EuroCidade pode aportar a e , são os cidadãos que tomam a iniciativa de ir concretizando esta realidade.

Assim, através das , toma forma o 1º encontro e festa de cidadãos da Eurocidade.

Para saber mais aqui.

TODOS SOMOS !!

……………………….///………………………


José Capitão Pardal

Pelo seu interesse para o período que atravessamos, deixo-vos o artigo  de opinião de José , no “Jornal de Notícias” de 20090811.

………………………///…………………………

“Votar na direita é regressar ao passado”

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita, que se apresenta com ideias e pessoas do “passado”, diz .

Jornal de Negócios  com

A atitude na governação, o e as políticas constituem os três pontos fundamentais que separam o da direita.

Em considera artigo de opinião hoje publicado no “Jornal de Notícias”, o líder sustenta ainda que votar na direita é regressar ao passado.

“A direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas.

Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação”, acusa o primeiro-.

Sob o título “Uma escolha decisiva”, José inicia o seu longo artigo no JN referindo a existência de uma “velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o ”.

No entanto, no do artigo, o -geral do centra a sua crítica na direita, apelando a que “não haja ilusões: para , a alternativa real é entre o ser chamado de novo a formar ou regressar a um de direita.

Por isso, os que querem um fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder”.

José afirma que “enquanto o lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço de , bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança , que garante as pensões e as reformas dos portugueses”.

A escolha decisiva nas próximas legislativas, segundo José , deverá ser feita em três questões que considera fundamentais.

“Em primeiro lugar”, escreve, “trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação.

Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.”

Em segundo lugar, no entender do líder do , há uma escolha política a fazer sobre o . “A nossa direita”, acusa , “ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a e para salvaguardar o . A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no .”

considera “errada” esta proposta: “Cortar no modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais para a falência e bloquearia a recuperação do .”

Em terceiro lugar, afirma que “há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas ”.

Neste , escreve que “a direita insiste no recuo do , para a condição de mínimo ou, como dizem agora, ‘imprescindível’.

Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas quando estavam no .

Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança , fim da tendencial gratuitidade do Serviço de e pagamento dos próprios serviços de pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania.”

…………………………///…………………………


José Capitão Pardal

Pela sua importância e actualidade, tomo a liberdade de transcrever o artigo inserto no jornal “” de hoje, sobre a polémica que tem envolvido o e a oposição.

Parece-me óbvio que em tempo de , a actividade diminui, as receitas fiscais  decrescem, as despesas aumentam e, naturalmente, o défice tenderá em aumentar, como tem sucedido.  Só não vê, quem não quer ver ou está mal intencionado.

Tenho dito e obrigado por me terem ouvido.

…………………………///…………………………….

Pedro Romano  
25/07/09 00:05

O agravamento do défice provocou uma troca de argumentos entre e Ferreira Leite. Ontem, o da disse que o problema é semelhante ao dos outros países da , dando razão ao .

O buraco nas contas públicas vai subir em 2009, mas a situação é “semelhante à de todos os países da e não compromete as restantes economias da monetária.

As palavras são do próprio da e fecham uma semana em que a discussão em torno das do marcou o debate pré-eleitoral, palavras que, segundo ex- contactados pelo , não servem para eliminar uma certeza: com um défice de 5,9%, a margem de manobra do próximo é escassa.

As declarações foram feitas a um jornal austríaco.

Em entrevista, Cavaco disse que, em tempo de , as transferências “têm de funcionar, o que aumenta a despesa”. Por outro lado, “verifica-se um decréscimo das receitas fiscais”. Uma situação que, referiu, é transversal a quase todos os países.

O argumento já tinha sido usado pelo primeiro-.

Ainda esta semana José defendeu que a previsão do para o défice – 5,9% do – é inferior à da para a (6%) e que o prémio de risco pago pela na emissão de dívida é inferior ao de Irlanda e , por exemplo.

 ”O que mostra que os investidores confiam em ”, concluiu.

………………………..///……………………………..


José Capitão Pardal

Pelo interesse que se reveste, pela oportunidade e como chamada de atenção para quem de direito, tomo a liberdade de transcrever o registo inserto na página de “La Finestra del Mondo”, a quem deixo o meu obrigado.

08 Junho 2009
Sou a favor de tudo. De agendas do município, de cartazes, até de andar com uma carrinha e o megafone, tudo para anunciar um evento que valha a pena.

Mas hoje em dia pode não ser suficiente, e as têm um papel importante.

Este fim-de-semana fui à inauguração da exposição “Memórias do Espírito Santo – Mostra colectiva de fotografia de ” e foi extremamente agradável. A média de idades era superior à minha, e então? chegou ao meu correio e achei interessante.

Juntando as coisas. Se a mensagem não passa para uma parte da população pelos meios normais, há-que inovar. Alguém já o fez?

Apesar de não ser grande adepto de andar com políticas nestas (ainda me custa um bocadinho a aceitar, parece que andam sempre atrás de nós), não posso deixar de pensar que na minha cidade o do comando divulga e investe bastante tempo nestes “sítios” para divulgar os seus eventos, mas ainda não passou a mesma ideia (que é boa), para os eventos do município.

Não se descobriu a roda (nem vai ter um efeito massivo no dia de amanhã), mas que há coisas que podem ser feitas…

Apontamento de NFG às 6:02 PM
—————————///—————————

Eu não diria melhor, mas posso acrescentar:

Não basta que façamos, deixemos obra e tenhamos iniciativas, é imprescindível que todos conheçamos essa obra e essas iniciativas, sob pena de não ser reconhecido, nem recompensado, o nosso esforço e o nosso trabalho, seja qual for a área, actividade ou .

Lembro um princípio de marketing sempre actual para qualquer actividade, igualmente, aplicável na de comunicação de qualquer .

“Há que chegar onde o potencial cliente está e não aguardar que ele chegue até nós”.


José Capitão Pardal