MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

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Aqui vos deixo a notícia inserta na Newsletter da “Turisver”, sobre as conclusões do 1º Congresso de do , que decorreu durante os dias 26 e 27 do corrente, na de .

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logoturisver

Reunidos em durante os dias 26 e 27, os participantes do 1º Congresso de do aprovaram as seguintes conclusões finais que transcrevemos na íntegra.

Conclusões:

1.Este é um momento histórico de que os congressistas, na mesa e na plateia, são protagonistas: o primeiro congresso de na região do .

2.O congresso reflecte a tomada de consciência:

a.Que o se apresenta, no início do século XXI, como um Destino emergente no panorama do de , com peso crescente na e na vida da região, sendo um factor importante de ;

b. Que o pode (e deve) desempenhar um papel relevante na promoção da identidade do , da sua , das suas paisagens, do modo de vida das suas gentes…;

c.Que os agentes institucionais, os sectores empresariais, o tecido associativo, as comunidades locais alentejanas necessitam de discutir o tema do em conjunto, pois só dessa discussão colectiva podem surgir novos caminhos para o turístico desta região.

3.Mas o congresso reflecte também a ambição:

a. De afirmar um Destino e uma Marca forte a nível , mas também ;

b. De identificar esse Destino com o território e com os seus valores, promovendo afinidades crescentes entre a região e os mercados turísticos;

c. De mobilizar todos os alentejanos e as suas instituições na afirmação do Destino, condição necessária para obter um turístico mais sustentado e mais sustentável;

4.Esta ambição é fundamental para concretizar uma agenda de turístico do para os próximos anos, que assenta nas seguintes linhas de actuação principais:

1.A afirmação da notoriedade interna e externa do Destino “”, alicerçado nos factores distintivos e autênticos que constituem a sua identidade.

A Toscânia mostra-nos que é possível inovar, modernizar e competir à escala sem abdicar de valores, antes pelo contrário, colocando a identidade ao serviço do sustentável do .

2.O e a consolidação de produtos turísticos à escala da região com o envolvimento colectivo dos agentes públicos e privados do e sectores afins.

Por isso, está já a trabalhar-se na Grande Rota da Gastronomia e Vinhos do , projecto que vai na linha do exemplo que nos trouxe La Rioja; na Grande Rota do Tempo; mas também na estruturação da Rota dos Mármores e do Industrial;

3. O aumento das competências de do Destino, destacando-se a criação do Observatório de do , que iniciará a sua actividade a partir de Maio, que é um bom exemplo do trabalho em rede entre a Entidade de , as instituições de ensino superior e as associações empresariais;

4. A criação de uma rede de apoio ao e à iniciativa turística, que estimule a captação de adequado ao território e contribua para agilizar a concretização de projectos;

5.A integrada da rede de postos de do pela ERT e Pólos, instrumento imprescindível à melhoria da qualidade do acolhimento do Destino;

6.Como plataforma de integração destas actuações, e respondendo aos novos paradigmas sociais e comerciais do , criar uma de do Destino (DMO), aproveitando a janela de oportunidade criada pelas novas tecnologias para agilizar a da oferta desde a criação até à venda;

5.Para concretizar estas linhas de actuação, importa também capacitar as ERT e os Pólos para:

1. Uma intervenção consequente ao nível dos instrumentos de territorial, em estreita articulação com as entidades sectoriais e territoriais competentes;

2. Uma participação efectiva no processo de licenciamento e classificação dos empreendimentos turísticos, o que só será possível pela atribuição de novas competências, por exemplo através do mecanismo legal da delegação;

3. Uma articulação estreita com a de Coordenação e , na explicitação da componente turística das Estratégias de Eficiência Colectiva reconhecidas no para dar coerência e às iniciativas de marketing territorial que estão a avançar na região;

4. Reivindicar, junto da do , o reforço do financiamento da actividade das ERT e dos Pólos, com base em critérios de mérito que reconheçam o trabalho realizado no melhoramento do produto e na promoção dos destinos regionais.

O Congresso verificou ainda com agrado que o PENT irá ser revisto, o que constituirá uma excelente oportunidade para este documento estratégico acolher a nova ambição prosseguida para o alentejano, nomeadamente a inclusão do de natureza como produto estratégico para o no .

6.É nestes desafios globais que devemos concentrar a nossa atenção e os nossos esforços colectivos, agindo de forma estruturada e persistente para a obtenção de resultados concretos.

Para isso, contamos com um instrumento transversal e congregador do do , o Operacional de do , 2010-2019.

Turisver – 30/03/2010

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José Capitão Pardal

i-logo    Notícia de última hora, sobre o encerramento do 1º Congresso do do  2010, pelo jornal “i”, sobre a qual recomendo a leitura.
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por Agência , Publicado em 27 de Março de 2010  |  Actualizado há 21 horas

O da vai criar um novo modelo de contratualização com as agências regionais de promoção turística, que deverá entrar em vigor a partir de 2011, anunciou hoje o de Zorrinho.

No âmbito das medidas de promoção e de estímulo à procura do destino , o novo modelo, “mais eficaz e mais adequado à realidade”, irá substituir o atual, que “vigorou entre 2006 e 2009 e foi prorrogado por mais um ano”, explicou.

O de da e da , em representação do da , Vieira da , falava na sessão de encerramento do 1.º Congresso de do , que terminou hoje, em , e cuja próxima edição vai decorrer em março de 2011, em Tróia, no litoral alentejano.

Na sua intervenção, Ceia da , da do , organizadora do congresso, pediu ao para “agilizar” e “mudar os regulamentos” do Quadro de Referência Estratégico ().

“Não percebo como é que o não é agilizado e colocado ao dispor da revitalização da ”, disse, sublinhando que “não entende” como é que regulamento específico Promoção e Capacitação Institucional “só abriu este ano e com verbas irrisórias”.

Em resposta a Ceia da , Zorrinho disse que o está a fazer um “esforço titânico” para que o “seja um instrumento mais ágil e próximo das necessidades da ”.

“O foi desenhado para um contexto completamente diferente e ninguém podia prever as dificuldades de cofinanciamento que entretanto surgiram”, justificou.

Ceia da criticou o regulamento dos empreendimentos turísticos em , revisto em 2009, lamentando que “as entidades regionais de , que são responsáveis pela promoção dos territórios, não tenham uma única intervenção no processo de licenciamento das unidades de alojamento”.

“A legislação tem que ser modificada e as entidades regionais de têm que ter uma palavra a dizer em relação aos empreendimentos turísticos da sua região”, defendeu.

Ceia da lançou ainda o repto ao para transformar “num grande congresso de ” o Congresso de do , que “é um dos maiores senão o maior congresso de que se realiza em ”.

“Concordo com a ideia de se realizar um grande congresso de em .

Se nós [ do ] já realizamos este, pois que este seja o grande congresso de que se realize em ”, sugeriu.

A sessão de encerramento contou também com a participação do da Agricultura, Serrano, que defendeu que “não pode haver turístico sem uma parceria estratégica com a agricultura”.

“A ligação entre o potencial agrícola do e a promoção turística não pode ser descorada”, defendeu Serrano, sublinhando que “todas as atividades complementares” ao trabalho do agricultor, como o rural, o enoturismo e a gastronomia, “são fontes de atracão turística”.

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José Capitão Pardal

cerezo05

Recomendando aos meus leitores uma visita à “Fiesta Cerezo em Flor” e à bonita de Valle del Jerte, no da espanhola, que se realiza entre os finais do mês de Março e os primeiros dias do mês de Abril.

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 05/03/2010 FAUSTINO MARTIN in EL PERIÓDICO   

Conseguir que la fiesta del Cerezo en Flor constituya un escaparate para toda la región”, es uno de los objetivos marcados por los asistentes a la reunión mantenida en la sede de la Sociedad para la Promoción y el Desarrollo del Valle del Jerte (Soprodevaje), entre cuyos participantes figuran: La Consejera de y , Leonor Flores, la Directora General de Manuela Holgado, el del citado grupo de desarrollo, Victor López, el de la mancomunidad de municipios, Félix Díaz, el de la Asociación de Rural (Aturvajerte), Luis Morán, y los componentes de la directiva de Soprodevaje.

Además en el encuentro de trabajo, fueron abordados los principales retos que tiene planteados el Valle del Jerte, en lo que concierne al sector turístico.

En este sentido Soprodevaje señaló ayer en una nota remitida este diario, que para potenciar la fiesta del Cerezo en Flor , los asistentes a la reunión convinieron que “se deberá optimizar sustancialmente la logística y coordinación de este evento, de cara a mejorar y potenciar la imagen” del mismo.

Por otra parte fueron analizadas “diferentes propuestas”, encaminadas a romper la estacionalidad, mejorar las infraestructuras relacionadas con el , “y potenciar la en la ”.

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José Capitão Pardal

Este artigo tem como fim alertar os proprietários dos estabelecimentos hoteleiros para a necessidade de durante este ano pedirem a actualização da classificação dos seus hotéis, residenciais, pensões, etc.

HARDMUSICA – 2010/03/02

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Estes requisitos fazem parte de uma lista de 139 em que se baseará a reclassificação dos empreendimentos turísticos, neste caso os estabelecimentos hoteleiros, que poderão ter uma a cinco estrelas, consoante a classificação obtida nesta tabela.

A reclassificação dos empreendimentos turísticos resulta de uma legislação de 2008 (Decreto-Lei nº 39/2008), a qual determina que todos têm de ter uma nova designação, até ao final deste ano, a qual é atribuída pelo e .

Em relação aos estabelecimentos hoteleiros, a tabela de classificação aborda as características das instalações, do equipamento e imobiliário, do serviço, lazer, qualidade ambiental e urbanística.

Certas características são opcionais ou obrigatórias, consoante o número de estrelas dos estabelecimentos hoteleiros.

De acordo com a tabela, fica-se a saber que, para obter cinco estrelas, o estabelecimento hoteleiro tem de ter obrigatoriamente duas suites, um cofre na unidade do alojamento, secador de cabelo e roupão, kits na casa de banho superiores, com escova e pasta de dentes, lâmina e gel de barbear, lima de unhas e algodão de limpeza e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

O serviço num estabelecimento hoteleiro de cinco estrelas também presenteia os clientes com mordomias obrigatórias, como serviço de verificação de quartos para a noite, com abertura de cama, troca de toalhas e limpeza, um pequeno almoço “a-la-carte” nos quartos, um porteiro, um serviço de “valet parking” e de transporte de bagagens.

Os aldeamentos turísticos também têm uma tabela própria, com 110 requisitos, da qual resulta a sua classificação nas categorias de três a cinco estrelas.

Os estabelecimentos com mais estrelas têm de ter determinadas características, como casa de banho privativa, cofre na unidade de alojamento e acesso à em banda larga nas unidades de alojamento.

Com cinco estrelas, os aldeamentos turísticos têm de garantir a limpeza e arrumação diária das unidades de alojamento, mudança diária de toalhas a pedido do cliente, bem como mudança de roupa a pedido do cliente.

Existe ainda uma tabela para os apartamentos turísticos, com 109 requisitos, que classifica estes estabelecimentos com três, quatro ou cinco estrelas.

Dos mais de 2000 empreendimentos turísticos que operam em , apenas 156 já obtiveram a sua reclassificação ao abrigo da nova lei, obrigatória até ao final do ano e que irá terminar com tipologias como motéis, pensões, estalagens ou albergarias.

A nova legislação foi publicada há dois anos (07 de Março de 2008) e definiu um novo regime jurídico para reclassificar os empreendimentos turísticos.

Esta reclassificação reduz a quantidade de tipologias, acabando com pensões, estalagens, albergarias e motéis que passam a “estabelecimentos hoteleiros” ou, quando não respeitem os requisitos necessários, a “alojamento local”.

Para tal, os operadores têm de submeter o seu pedido de reclassificação ao de (IT) que, até ao momento, recebeu 294 pedidos de reconversão e de classificação ao abrigo da nova lei, segundo fonte deste organismo do da , da e do .

Destes pedidos, 156 já tiveram resposta positiva e, segundo fonte do IT, “têm sido muito poucos os casos de empreendimentos que não conseguem reconverter-se em empreendimentos turísticos”, não existindo mais de seis casos, até porque “a intenção do legislador foi a de abarcar a realidade existente”.

Os empreendimentos são os mesmos, mas, a partir de Janeiro do próximo ano, terão de estar integrados como estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos (“resorts”), empreendimentos de de habitação, empreendimentos de no espaço rural, parques de campismo e de caravanismo e empreendimentos de da natureza.

A nova lei veio ainda criar a classificação de “alojamento local”, na qual se incluem “as moradias, apartamentos e estabelecimentos de hospedagem que, dispondo de autorização de utilização, prestem serviços de alojamento temporário, mediante remuneração, mas não reúnam os requisitos para serem considerados empreendimentos turísticos”.

Estes estabelecimentos – que têm de estar registados nas câmaras municipais – devem, contudo, “respeitar os requisitos mínimos de segurança e higiene”.

A mudança no sector reflectiu-se, para já, na publicação de vária legislação: dois decretos-lei e uma portaria. O prazo para a reconversão dos empreendimentos turísticos foi alargado para o final deste ano – inicialmente, o processo tinha de estar concluído no último dia de 2009 – e as taxas de reconversão deixaram de ter custos.

Esta reclassificação é obrigatória, estando previsto um conjunto de contra-ordenações entre os 100 e os 44 891 euros para os incumpridores.
Estão igualmente definidas sanções acessórias que, nos casos mais graves – empreendimentos ou instalações onde são prestados serviços de alojamento turístico sem título válido -, podem resultar no encerramento, pelo prazo máximo de dois anos.

Dados da Associação dos Hotéis de (AHP) indicam que existem 2028 operadores turísticos, os quais asseguram 117 565 quartos e 264 037 camas.


(ES)

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José Capitão Pardal

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA in Rádio Online versão para impressão
26-Jan-2010

O da Entidade de do (ERT), José Ceia da , assegurou hoje que está disponível para se assumir como o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

Image“A ERT está disponível para se assumir como patrocinador da Volta ao em Bicicleta, arranjando os financiadores, os financiamentos comunitários para a componente da promoção e os sponsors”, disse.

A Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), entidade que organizava o evento iniciado em 1982, anunciou hoje que não vai haver “Alentejana” em 2010, devido a problemas financeiros, esperando que “seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da corrida já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo”.

O da ETR do confirmou a existência de contactos, recentes, da AMDE sobre a prova a realizar este ano, considerando que “não é com três meses de antecedência que se prepara uma iniciativa desta envergadura”.

“Nós temos que ter condições e tempo para analisar a promoção desta prova”, disse, reafirmando que a ERT está disponível para ser o promotor da Volta ao em Bicicleta em 2011.

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José Capitão Pardal

20-jan-2010 – DianaFM

O terceiro congresso da Associação de Profissionais de de decorre em Outubro nas cidades alentejanas de Évora e .

Alexandra Osório, da direcção da associação, adiantou à que o congresso, aberto a todos os profissionais do , decorre de 15 a 17 de Outubro, subordinado ao tema “Criar valor – Promover a Mudança”.

A responsável indicou que o congresso pretende debater os problemas dos profissionais de nas várias vertentes, com destaque para a e valorização profissional.

O da do , Ceia da , manifestou agrado em receber este evento “decisivo e importante, para que os profissionais do tenham uma palavra a dizer em relação às políticas nacionais do ”.

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José Capitão Pardal

Sem comentários deixo-vos a notícia inserta no site Hardmusica de hoje (20091222).

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O contrato de de 50 milhões de euros, com uma comparticipação estatal de 20 milhões de euros, será assinado entre o AICEP-Agência para o e Comércio Externo de , e a SAIP- Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações com a presença do da , Vieira da , afirmou à fonte oficial do da .
 

Esta primeira fase do Parque Alqueva, que é o maior turístico a realizar no nas próximas décadas, está já em construção e vai ser constituída por um hotel, com 250 camas, por um Wine Club e por um campo de golfe na Herdade do Roncão d’El Rei.

Espera-se que este primeiro projecto esteja concluído no primeiro trimestre de 2012, disse à fonte da SAIP, que, no entanto, remeteu para segunda-feira pormenores mais detalhados sobre os projectos para as duas restantes herdades que constituem o Parque Alqueva.

Fonte da SAIP tinha afirmado à recentemente que a sociedade pretendia investir perto de 1.000 milhões de euros na concretização do projecto turístico.

O projecto do Parque Alqueva foi classificado pelo como de Potencial Interesse (PIN).

Dia 21 serão ainda inauguradas as instalações do Terras do Grande Lago Alqueva, pólo de turístico que tem por missão valorizar as terras do grande lago Alqueva e fazer o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos
(ES)

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José Capitão Pardal

Face ao interesse de que se reveste a notícia, inserta no de Notícias Online de hoje (20091106), para o em geral e para em particular, tomo a liberdade de a transcrever, sem qualquer comentário adicional.

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À descoberta da mediterrânica, o jornal americano encontrou o , um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo”.

Os “tesouros naturais”, a gastronomia e os vinhos são assinalados no artigo. Tudo começa com Doug Smith.

Um empresário americano, cansado da vida de gestor da Korakia Pensione, um dos seus hotéis mais bem sucedidos que recebe pessoas como a fotógrafa Annie Leibovitz e o escritor Gore Vidal.

Procurava uma nova vida e partiu à descoberta. A primeira paragem foi a Grécia, depois a espanhola até que passou a fronteira e foram precisos apenas quatro dias para se decidir a comprar uma quinta do século XVIII, com 52 hectares perto de Campo Maior.

A história da paixão de Smith pelo vai ser contada na secção de viagens na edição do fim-de-semana do jornal americano New York Times, que já ficou online durante o dia de ontem.

O Alto é descrito como um destino “ignorado, mas não por muito tempo”. Comparado por várias vezes à Provença e à Toscânia (”de há 30 anos atrás”), o “Além-Tejo” tornou-se nos últimos anos “um refúgio de um sofisticado jetset ”, conta o jornal, que agarra os visitantes com as suas pousadas, adegas, monumentos e gastronomia.

O de que vive aos sábados na praça da , onde se vendem “queijos, frescos, vinho, peças de artesanato local e bric-a-brac”, e a Pousada Rainha Santa Isabel, “de um luxo anacrónico”, também em começam a viagem.

O Crato e o Convento da Flor da Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou as Capela dos Ossos de Campo Maior e de Évora são outros monumentos referidos na reportagem do New York Times, que assinala também alguns “tesouros naturais da região”, “ideais para observadores de pássaros”.

A gastronomia é longamente detalhada. Não só nas casas particulares, onde “a comida e o vinho une igualmente locais e visitantes”, como também em restaurantes que recomenda, destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da vida”.

Mas são os queijos aromáticos que fascinam o jornal americano.

Em jeito de conclusão, há ainda tempo para dar vivas à paragem em , na “planeada ligação” por entre e , que deverá atrair mais turistas e compradores de “casas de fim de semana” por todo o .

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De seguida transcrevo a notícia constante do dito jornal New York Times:

Next Stop – Alto , Unsung but Not for Long

Pedro Marnoto for The New York Times

The walled town of Marvão in the eastern part of Alto in . The town’s castle was a Moorish fortification built in the ninth century.

By ROBERT GOFF

Published: November 8, 2009

IN 2002, Doug Smith was bored. Korakia Pensione, his Mediterranean-style boutique hotel in Palm Springs, Calif., that attracted a celebrity crowd like Annie Leibovitz, Gore Vidal and Brice Marden, pretty much ran itself. Mr. Smith was looking for a new project — a grand fixer-upper in an exotic locale — where he could show off his well-honed style and settle into a life of rustic ease with his new wife, Josie.

He scoured real estate listings for haciendas on the Yucatán and sea captain houses on the Greek island of Simi. But then, one summer while touring farms in the Extremadura region of Spain, Mr. Smith crossed into Alto , a region of Portugal that he’d never heard of, and found himself enraptured by the landscape, excellent food, a lost-in-time lifestyle and the relatively inexpensive cost of living.

After four days of inspecting broken-down barns and farmhouses, he bought a 130-acre 18th-century farm outside the village of Campo Maior. “Compared with Spain, this place was even more charming, beautiful and about a third less expensive,” Mr. Smith said. “Old guys in snap caps and corduroys tip their hats to strangers.”

In the past seven years, Mr. Smith, who no longer owns Korakia Pensione, has watched the Alto , a border province carpeted with cork oaks and olive trees in southeastern , emerge as a stylish backwater. The region’s name is derived from “Além-Tejo,” which means “beyond the Tagus,” the river that flows past Lisbon. A new blacktop highway now stretches eastward from Lisbon, and within an hour you’re admiring vineyards, the occasional whitewashed town or castle and gently rolling plains.

A sophisticated international set has started to snap up properties in the area, turning Alto into their little European playground. Now tucked among the fashionable homes is a smattering of boutique hotels, wineries and casual yet sophisticated restaurants.

Until recently, Alto was an enclave of Lisbon’s old-money set interested in making wine, raising the local breed of Alter-Real horses and communing with their version of the outback. But they welcome newcomers. “We want to tell the world about this part of ,” said Pinto Ribeiro, the president of Palácio do Correio Velho, one of ’s leading art auction houses, who has owned a farm in the region for more than 20 years. “It’s a poor place and could really use more visitors.”

He met Doug and Josie Smith while driving his horse and buggy along a country road that runs between their respective houses, and a friendship arose over ’s principal vices: food and wine.

A big night out in is a dinner party at someone’s home. As in Provence and Tuscany, food and wine bond families and strangers alike. On a warm night in July, Mr. Ribeiro prepared to serve one of his specialties, bachalau, gliding a long knife through what looked like a massive mound of coarse salt in a clay baking-dish. He carefully used the flat side of the blade to turn over a flap of encrusted salt and flesh to prevent salt from scattering into the giant cod beneath it.

“If you do this correctly, you might even need to add a bit of salt for flavor,” he said. The fish was the centerpiece of Mr. Ribeiro’s dinner party, which took place poolside overlooking the Caia Reservoir, a hub for birdwatchers. The guests included the Smiths; a local landowning family; Mr. Ribeiro’s wife, Ana, and brother, José, a photographer; and a surgeon visiting from Louisiana.

By day the region is best visited by car. Start in , one of the main towns of the Alto with a population of 15,000. Once the seat of the 14th-century Portuguese king Dom Dinis, remains grand, if seemingly empty of people. Like many towns and cities in , the streets and buildings are lined in marble, an abundant local resource, which gives an overall effect of everything appearing white and, on a sunny day, radiant.

On Saturdays the main square of the town, the Rossio Marquês de Pombal, comes alive with a morning market where farmers peddle fresh cheese, wine, local crafts and bric-a-brac. Narrow streets and staircases lead up to the star-shaped ramparts of the castle walls.

At the center of the castle grounds, an 18th-century palace now houses one of the region’s best hotels, the Pousada Rainha Santa Isabel. The hotel, like many pousadas (essentially a government-sponsored chain of high-end lodgings in historic buildings), is the epitome of anachronistic luxury. Imagine the Plaza in New York or the Ritz in Paris in, say, 1984 and you will get an idea. Waiters in rumpled tuxedos shuffle drinks to guests on the terrace overlooking the town.

For a slightly hipper ambience that reels in Lisbon’s beautiful people, drive to the bedraggled town of Crato, where the Convento da Flor da Rosa brings contemporary art and sleek décor to a 14th-century castle, later a cloister. The castlelike pousada may house the tomb of Nuno Álvares Pereira, a medieval knight and recently canonized saint, but on a sunny Friday afternoon, all eyes were on the modern infinity-edge pool festooned with amber sunbathers sipping white wine made from the arinto grape.

There is no shortage of historic sites in Alto and one of the most beautiful is Marvão, a walled town that sits on a narrow spit of rock overlooking the rugged plains that reach across into Spain. Marvão is home to perfectly restored, whitewashed houses and a castle built in the ninth century as a Moorish fortification by Ibn Marwan.

Another historic standout is the Capela dos Ossos, a marble-and-stone chapel built in 1766 with neo-Gothic flourishes in the small and bustling city of Campo Maior. The interior of the chapel, a smaller version of the Capela dos Ossos in Évora, is covered in human bones, skulls and two complete skeletons.

Alto also offers natural treasures. In particular, the modestly sized Caia Reservoir looks like an oasis in a Saharan savanna with scrubby hills and clear water unmarred by boats. The reservoir, adjacent to Mr. Ribeiro’s estate, is a haven for rare birds like Montagu’s harrier, the great bustard and the Spanish imperial eagle. Visitors can stay at the Casa da Ermida de Santa Catarina, a seven-room boutique inn that sits at the end of a peninsula on the private Rocha estate.

But for the epicures who have flocked to in recent years, the region’s top draw is its cuisine. Its basic elements are wheat, olive oil, pork and certain fish, like cod, which the locals fry, bake and infuse with garlic and herbs in various glorious ways. Lamb and duck make luxurious appearances.

Aromatic cheeses range from the firm, nutty Nisa to the runny, fragrant Queijo da Serras. The wines can be sophisticated and interesting, from the robust reds of the Quinta do Carmo, jointly owned by the Domaines Barons de Rothschild (Lafite), to lighter wines made from local trincadeira grapes.

Skip to next paragraphA perfect example of the ’s gastro-rustic cuisine is Restaurante a , a small establishment in sleepy Alandroal, where the owner and chef Monteiro serves exquisite local fare in a room decorated to look like a village square. Classics include queijo de Ovelha (an orange-crusted round of gooey sheep’s milk cheese), pato em molho de vinho tinto (duck in red wine sauce) and migas a Alentejana (fried pork with bread soaked in pork fat). Culinary awards plaster the walls near the entrance, and there is a seriousness about the diners that is in keeping with the quality of the food.

Like Monteiro’s unself-conscious fare, many of Alto ’s Old World charms are served up in a straightforward and unpretentious manner. All of this may change when, in addition to the new highway from Lisbon, a high-speed train between Madrid and Lisbon starts service as expected in 2012, with a stop in , making Alto even more accessible to tourists and weekend house buyers from throughout southwestern Europe.

But for now it is an uncomplicated place, inexpensive and appreciative of visitors. “This is Tuscany 30 years ago,” Mr. Smith, the former hotelier, said.

FORMERLY PALACES, NOW HOTELS

HOW TO GET THERE

The nearest major airport is in Lisbon. Continental and TAP fly nonstop from Newark Airport to Lisbon, with fares starting at about $600 for travel next month, according to a recent online search. The drive to from Lisbon’s airport on the new highway takes about two hours.

WHERE TO STAY

Housed in a former royal palace, the Pousada Rainha Santa Isabel in (Lardo de D. Diniz; 351-268-332-075; www.pousadas.pt) offers canopied beds, marble bathrooms and high-ceilinged rooms with views. Rooms start at 90 euros ($138 at $1.53 to the ).

Just outside of Crato, Pousada Flor da Rosa (Mosteiro da Flor da Rosa; 351-245-997-210; www.pousadas.pt) attracts a stylish clientele with rooms starting at 102 euros.

In , the Hotel São de Deus (Largo S. Deus, 1; 351-268-661-194; www.hotelsaojoaodeus.net) is elegantly appointed and has a small pool. Rooms start at 70 euros a night.

Between and Redondo, the Convento de São (351-266-989-160; www.hotelconventospaulo.com) is in a former hilltop convent, with two pools and stunning tilework. Rooms start at 90 euros a night.

WHERE TO EAT

Verde (Largo Dragões Olivança, 86; 351-268-324-701) in serves fare like roasted black pig and braised lamb shank with potatoes. Dinner, including wine, comes to about 25 euros a person.

Restaurante Casa do Povo (Rua de Cima, Marvão; 351-245-993-160) serves traditional fare on a terrace with valley views. The accorda Alenteja, a garlicky bread and coriander soup, is delicious. Lunch for two, no wine, is about 25 euros.

Restaurante a (Rua de Deus, 12; 351-268-431-143), above, in Alandroal is a venerated traditional restaurant. Dinner for two, with wine, is about 80 euros.

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José Capitão Pardal

Em Março de 2007 redigi um texto sobre o Estudo de Enquadramento Estratégico para o Histórico e Remate Urbano Leste de , que em tempo oportuno, foi mandado realizar pelo actual executivo presidido pelo Dr. José , que aqui vos deixo e que durante os próximos anos servirá de “bitola” na política de Reabilitação Urbana da nossa .

Devemos estar cientes que não se enquadrando numa de curto prazo não terá grande impacto eleitoral nas próximas autárquicas, mas também não pudemos deixar de afirmar, que não é com políticas de curto prazo, só para “ganhar” em moda nos tempos que correm, que conseguiremos tornar , num concelho mais atractivo, mais desenvolvido e mais justo socialmente.

Só com uma de Médio e Longo Prazo (na qual se insere o Estudo de Enquadramento Estratégico para o Histórico e Remate Urbano Leste de ) que perdure por vários mandatos e não se preocupe, exclusivamente, com as “sempre próximas ” será possível transformar o concelho e torná-lo mais atractivo para quem nele vive ou o visita.

Nada de consistente poderá ser realizado, se não compreendermos que para apareçerem os resultados de uma de médio e longo prazo, que não seja mais do que um somatório de medidas e realizações desenquadradas e sem qualquer ligação é necessário mais que um mandato eleitoral. 

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A minha Opinião sobre…

 ESTUDO DE ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO

PARA O HISTÓRICO E REMATE URBANO LESTE

A recente apresentação, com toda a “pompa e circunstância” que o assunto merecia, do Estudo de Enquadramento Estratégico, para o Histórico e Remate Urbano Leste, na presença das forças vivas da de (entidades civis, militares, associativas e políticas, das várias sensibilidades), no Salão Nobre da de e desde então colocado à discussão pública suscita, certamente, à maioria dos estremocenses, uma série de dúvidas, reflexões e interrogações.

E a primeira questão que de imediato se coloca, é saber se este documento será a panaceia para todos os nossos males (que são muitos, diga-se de passagem).

Naturalmente que não é, trata-se apenas e tão só, de um estudo, que com a consulta pública, aguarda os contributos dos estremocenses, e que se destina a enquadrar os princípios orientadores, que visarão a requalificação e reabilitação da futura de intervenção urbanística na de .

É certo que este documento representa um primeiro passo significativamente importante, para a de Sustentado, que se pretende para o concelho.

Primeiro passo significativo de um trajecto enorme, que todos temos pela frente, eleitos e eleitores estremocenses,  de todos os quadrantes, para que o concelho seja mais desenvolvido económica, e culturalmente.

Apesar de conscientes que, a degradação urbanística e do da , não é de hoje, mas fruto de décadas de abandono e escassez de e privado, e que a execução da sua Reabilitação e Requalificação envolve investimentos de montantes, para os quais o Município, por si só, não dispõe de capacidade financeira para os realizar, todos nós sentimos no nosso dia-a-dia, uma necessidade enorme na sua concretização.

Os 170 milhões de Euros de , e privado, que o estudo prevê para os próximos 15 anos, são deveras significativos no contexto do concelho de .

Para que seja possível a sua execução total, muitos mais passos terão de ser dados e muitas mais vontades terão que ser conseguidas, ao nível: do , do Município, dos Investidores Públicos e Privados, das Forças Vivas do Concelho (empresariais, associativas, políticas, etc.) e em especial de todos os Estremocenses, sem os quais, qualquer estudo ou qualquer , dificilmente passará do papel.

Certamente que o Executivo , através do seu , Dr. José , utilizou os seus conhecimentos, efectuou os contactos e moveu as influências necessárias, junto do , para aquilatar da abertura política necessária, ao futuro apoio à iniciativa que se pretende levar a efeito, no âmbito do – Quadro de Referência Estratégica .

Certamente que ponderou os riscos do lançamento desta iniciativa, no actual momento, em que terminou o anterior Quadro Comunitário de Apoio e o novo Quadro Comunitário ( – Quadro de Referência Estratégica ), ainda não está totalmente definido e que ponderou também os riscos duma iniciativa com a envergadura como a que está a ser delineada.

Como diz o nosso povo, “que quem não arrisca não petisca” e “que a candeia que vai à frente ilumina duas vezes”.

O volume dos investimentos que se pretende realizar, parte da responsabilidade do sector privado, é por si só, de risco elevado, mas mesmo arriscando a que algo não corra totalmente de acordo com o planeado, há que seguir em frente e mobilizar todos os envolvidos no projecto, nomeadamente, os beneficiários das medidas que se pretendem implementar.

Nos últimos 30 anos, muitos investimentos se efectuaram no concelho, mas ainda muitos estão por realizar, alguns dos quais básicos e de grande prioridade.

Este Quadro Comunitário de  Apoio () configura-se como a última oportunidade de os realizar.

A Reabilitação e a Requalificação da nossa afigura-se-nos como de uma importância decisiva, para que possamos perder esta última oportunidade de a efectuar.

Daí a importância do Estudo que no passado dia 8, foi apresentado pelo executivo e se encontra aberto à discussão pública.

Deseja-se uma participação o mais alargada possível, na discussão do documento, para que este exprima a vontade de todos os estremocenses, que sabemos desejarem uma Nova e Mais Qualificada .

Cremos estar no início de um ciclo, que a médio prazo, vai transformar a e tornar o concelho de , mais atractivo e com: Mais Qualidade para Viver e Visitar, Mais Capaz de Atrair , que Crie Riqueza, Emprego e Acrescente Valor, Mais Competitivo no Contexto e Supra , Socialmente Mais Justo e Mais Amigo do Ambiente e do .

 A aposta está lançada, há que ter esperança, mantermo-nos atentos e confiantes num futuro melhor.

 Espero que o tempo me dê razão.

 Obrigado por me terem lido.


José Capitão Pardal

Seg, 17/08/2009
Aconselho a leitura integral.
O jornal “” Online de 20090807, brinda-nos com uma extensa entrevista de Costa a  Figo, onde podemos conhecer a sua opinião sobre os meandros do futebol, sobre a mundial, sobre a sua vida extra futebol, sobre a situação política e o actual momento político português.
Trata-se de uma extraordinária entrevista, onde Figo se “confessa” e nos transmite tudo o que lhe vai na alma.
A não perder.
Mesmo os cépticos de partida, devem ler na integra.
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LUÍS FIGO
LUÍS FIGO

“Espero que continue a ter a para mobilizar o

 

 

 

Costa  
07/08/09 00:10

Numa entrevista exclusiva ao , Figo fala dos seus negócios, da situação do e faz uma “avaliação muita positiva” do trabalho do de nos últimos quatro anos.

O Figo é uma marca mundial. O tem aproveitado bem essa marca?
Poderíamos ficar aqui horas a falar sobre isso… Eu tenho a sorte de praticar um desporto popular, que mobiliza milhões e que chega a todo o mundo, tenho também a sorte de ser conhecido em todo mundo, mas não falo no meu caso particular.

Realmente, poderíamos associar os nossos melhores produtos, aquilo em que somos fortes, à imagem do .

Acho que isto poderia ajudar a mostrar o , mas acho que, muitas vezes, não há uma de divulgação daquilo que fazemos bem. Poderíamos chegar ao consumidor de forma muito mais eficaz se houvesse uma de publicidade e marketing correcta. Muitas vezes, aposta-se em outros caminhos, as vezes até em personalidades estrangeiras. De qualquer maneira, lembro-me de que no ano passado, salvo erro, houve uma primeira campanha de divulgação dos nossos valores, como a Marisa, a Joana Vasconcelos, etc.

Acho que foi uma boa iniciativa que devia ser repetida mais vezes.

Que apostas deveriam ser feitas?
Uma das apostas de futuro do e do seu deve ser claramente nos nossos produtos e nas nossas pessoas, no vinho do , na Cortiça, no , nas Energias renováveis.

Temos de enaltecer e publicitar de forma mais agressiva o que temos e fazemos, mas fora do , porque cá dentro nós sabemos o que temos e fazemos.

pode equiparar-se a ou a Itália, podemos oferecer tudo o que os outros oferecem.

Como é que vê hoje o ?
tem feito um caminho… foram feitos investimentos importantes em infra-estruturas nos últimos anos, a aposta nas energias renováveis é também muito importante, hoje e no futuro, mas acabámos por ser apanhados pela turbulência do sistema financeiro que abalou o .

Mas, acho que, pouco a pouco, o tem feito um caminho de , por exemplo na e nas novas tecnologias, por isso, parece-me que este trabalho tem de ser continuado nos próximos anos…

Faz uma avaliação positiva deste ?
Ainda há muita coisa a fazer, mas, visto de fora, faço uma avaliação muita positiva do trabalho deste nos últimos quatro anos.

No momento em que estamos com as à porta, é preciso garantir a estabilidade e continuidade das decisões que foram tomadas, para que a entrada de um novo não signifique que se começa tudo outra vez do início.

Não é positivo para o estar sempre a mudar de rumo e de opções e é sempre necessário algum tempo para as coisas produzirem efeitos.

No seu entender, era desejável que o actual ganhasse as legislativas?
A implementação de algumas opções políticas não se faz em quatro anos.

As pessoas também têm a consciência que algumas das opções foram erradas, porque ninguém é perfeito, mas, havendo mais quatro anos de governação, esses eventuais erros podem ser corrigidos.

Aliás, sou defensor de governos com dois mandatos para podermos avaliar a governação.

Fica claro em quem vai votar no dia 27 de Setembro…
Sempre votei em pessoas e não em partidos políticos.

Eu vejo a de José , a capacidade empreendedora, e espero que continue a ter essa capacidade de mobilizar o .

Bem precisamos!

O que é deve ser, para si, uma prioridade do próximo ?
O desemprego é o nosso maior problema hoje, e temos de garantir que o se desenvolve para diminuir essa taxa de desemprego.

É verdade que é um problema mundial com a actual crise, mas isso não diminui a responsabilidade do .

Depois deve apostar em cursos profissionalizantes, em vez dos habituais. São esses cursos que podem dar as melhores ferramentas as pessoas que querem trabalhar, os cursos clássicos não tem saída. Temos demasiados doutores, e cada vez mais desemprego.

É preciso mudar de mentalidades, não temos todos de ser doutores, temos é de fazer bem aquilo que sabemos fazer! Em termos de prioridades, o foco deve ser o aumento do salário mínimo.

O caminho que foi feito foi positivo, mas temos de continuar a aumentar aqueles cujos salários são mais baixos.

Isso vai, de certeza, ajudar a , porque as pessoas têm mais capacidade para consumir, além de contribuir também para credibilizar os órgãos políticos aos olhos dos cidadãos, porque as pessoas estão a deixar de acreditar nos políticos e no que dizem.

É uma questão, se quiserem, de justiça .

Depois, como já disse, é preciso apostar naquilo em que somos bons, incentivar a exportação desses produtos, além de melhorar, pouco a pouco, os pontos mais focados pelos cidadãos, boas condições de acesso à e à . Por exemplo, é necessário ajudar as famílias numerosas.

Fundação Figo ainda à espera do estatuto de utilidade

Figo tem outra prioridade na sua vida, a Fundação que tem o seu nome. “Olhe, a fundação foi criada em 2003, mas ainda não temos o estatuto de utilidade , por isso, não se pense que fizemos a fundação por razões de ordem fiscal.

Nos primeiros cinco anos, tivemos vários mecenas, a começar por mim, que sou o da Fundação, a Coca-Cola, o BPN e a Galp, esta última, como parceira não-financeira, e nenhum de nós teve qualquer tipo de benefício”.

Os projectos que a fundação desenvolveu nos últimos anos enchem-no de orgulho, que se percebe em cada palavra. “Com um esforço financeiro destes mecenas, começamos com um projecto de apoio a jovens de diferentes modalidades, ténis, motor e atletismo, e com o jogo anual All Stars, que continua e é a principal fonte de receita da fundação”.

“Hoje, apostámos em quatro eixos: , desporto, e esperança, cada um deles com projectos próprios, financiados pelos orçamentos dos primeiros cinco anos da fundação e que corresponderam também ao período de contrato dos mecenas. Agora, o momento não é o melhor nem o mais adequado para arranjar novos parceiros financeiros, mas vamos utilizando as receitas desse jogo anual para garantir doações necessárias a várias instituições, desenvolver novas iniciativas”.

Figo garante manter uma preocupação: “O mais importante é sermos credíveis porque os portugueses são muito disponíveis para ajudar e apoiar os que estão em situação difícil, mas querem saber de que forma o seu dinheiro é utilizado.

E isso é muito importante para nós. Também por aquilo que já fizemos, hoje é mais fácil seduzir as numa lógica de parceria. Além disso, a fundação tem um objectivo que é criar condições para o e não simplesmente distribuir dinheiro.

Há aquele célebre ditado chinês: mais importante do que dar o peixe, é ensinar as pessoas a pescar. É isso que tentamos fazer na Fundação”.

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Após 20 anos de carreira, terminada em Maio, Figo diz que se preparou para não ser obrigado a seguir um percurso em torno do futebol.

Figo pôs fim à sua carreira futebolística como sonhava, num grande clube e com um título de campeão de Itália. Na primeira grande entrevista depois de abandonar o futebol, como não podia deixar de ser no Algarve, em Albufeira, a olhar para o mar, Figo não dá sinais de saudades da competição.

Figo descarta, pelo menos nos próximos anos, vir a ser treinador de futebol. Prefere, antes, dedicar-se aos seus projectos empresariais, além de manter uma ligação ao Inter na área das relações internacionais. Mas Figo afirma estar preocupado com o futuro do e, por isso, acredita na importância da continuidade do trabalho de José para um futuro melhor para os Portugueses e para .

O antigo jogador não foge a nenhuma questão, fala do sistema financeiro português e, até, de futebol Foi uma entrevista diferente de um jogador de futebol diferente.

O Figo deixou este ano o futebol profissional. Está a ser um Verão diferente dos outros?
Até ao momento, está a ser um Verão normal, porque acabei a época como nos outros anos e passei umas semanas de férias, de descanso… Está a ser, no fundo, uma transição tranquila e, por isso, ainda não notei diferenças, pelo menos mentalmente.

Em Outubro ou Novembro é que lhe poderei dar uma resposta. Quando a competição começar a sério é que poderei sentir a nostalgia de não estar em competição.

Mas se conseguir estar ocupado, acredito que não vou sentir diferenças significativas em relação a uma actividade futebolística activa.

Tem acompanhado a pré-época?
Sim, em e no estrangeiro.

E tendo em conta os resultados da pré-época, qual é a sua aposta no campeonato português?
Face aos resultados da pré-época, o Benfica vai ser campeão (risos). O que conta é o resultado no final do campeonato, mas é um bom indício. É sempre bom para o futebol português que o campeonato seja disputado até às últimas jornadas e que os três grandes estejam envolvidos, porque isso garante maior emoção.

De qualquer forma, não deixo de gozar as minhas férias ou de fazer o que tenho a fazer diariamente para ver os jogos, ao vivo ou na televisão.

Sempre passou a imagem de que a sua vida não se esgota no futebol. Isso ajuda-o a passar esta fase?
Sim. Não vivia 24 horas a pensar em futebol nem estava dependente do futebol. Tenho outros gostos, outras preferências, e tive a preocupação de me preparar para o fim da carreira, para a necessidade de não ficar dependente do futebol depois de deixar de jogar.

Eu preparei-me ao longo destes anos para não ter de pedir favores a ninguém, nem estar obrigado a seguir uma carreira em torno do futebol, como treinador ou dirigente. Depois de tantos anos de sacrifícios, quero ser eu a decidir o que vou fazer, com liberdade para o fazer.

Se quiser ir para , vou, se quiser ir para Itália, vou. Se quiser dedicar-me à agricultura, posso. Numa palavra, liberdade.

Acabou a carreira como queria?
Qualquer jogador quer ser eterno, manter-se a jogar para sempre, estar sempre no auge. Ao mesmo tempo, temos de ser realistas e, por isso, decidi que queria terminar em , num grande clube e a ganhar títulos, queria sair com um bom sabor na boca, em vez de acabar a carreira numa equipa de segundo nível ou lesionado..

E conseguiu…
Tive sorte e lutei por isso. No futebol, nunca se sabe quem ganha um campeonato, as vitórias são imprevisíveis, por isso, foi ainda mais importante sair com o título de campeão de Itália.

Posso revelar que, há dois anos, estive para pôr fim à carreira, mas depois tive a infelicidade de me lesionar no fim da temporada e pensei: estou há quinze anos a jogar futebol de alto nível, por isso seria terminar a carreira com um mau sabor na boca, terminar desta forma, lesionado. Então, decidi jogar mais uma temporada para terminar de outra forma.

E José Mourinho chegou ao Inter no último ano…
Sim, depois, tive a sorte de encontrar o Zé [José Mourinho] e isso foi também um estímulo acrescido, foi, de certa forma, a renovação da ambição para poder ter uma nova experiência em termos profissionais. E foi uma experiência maravilhosa, apesar dos problemas físicos que tive no início do ano…. mas antes no princípio do que no final do campeonato, outra vez.

Ainda não se arrependeu dessa decisão?
Não, não me arrependi. Este ano, a única possibilidade que admiti foi ter uma nova experiência de vida nos Estados Unidos, especialmente por causa da minha família, particularmente para as minhas filhas, que estudam num colégio britânico e poderiam ter a oportunidade de praticar a língua inglesa.

Essa possibilidade está em cima da mesa?
Neste momento, não, porque as opções não eram para as cidades que eu queria e, depois, porque o período de contrato que me foi proposto não estava de acordo com o calendário escolar das minhas filhas.

Está preparado para a ressaca do estrelato?
Estou… estou preparado, porque não vivo nem vivi do estrelato, vivo do que produzi em termos profissionais e não da notoriedade.

Agora, como é que é o seu quotidiano?
O meu quotidiano vai ser ocupado. Não me vejo a estar em casa, sem fazer nada. Tenho, em primeiro lugar, as minhas obrigações familiares e, depois, terei a oportunidade de me envolver em áreas de que gosto. Estarei, também, ligado ao Inter nos próximos dois anos na área das relações internacionais, apesar de ficar a viver em .

Admitiu a hipótese de ser candidato à Federação de Futebol e nunca pôs em cima da mesa a possibilidade de ser treinador…
…Isso não significa que, dentro de quatro ou cinco anos, não possa vir a ser treinador, não sei. No curto prazo, acho que a carreira de treinador é muito mais exaustiva e dependente de outras pessoas do que a de jogador. O jogador treina, trabalha e vai para casa, enquanto o treinador é um escravo da profissão.

Foi a cara do BPN e é cliente do BPP. Figo diz-se surpreendido pelos casos e espera um final feliz.

Foi a cara do BPN. Era accionista do banco?
Eu nunca fui accionista do BPN, fui, apenas, a cara do banco em campanhas de publicidade e, nessa altura, obviamente, também cliente.

Foi surpreendido com os problemas do BPN?
Quem é que ia imaginar que um banco poderia cair na situação em que o BPN caiu? Os portugueses confiavam nas instituições bancárias, e eu não fugia à regra. Se não temos confiança no sistema financeiro, estamos mortos…

Tem confiança no sistema financeiro?
Tenho confiança na justiça, apesar de pensar que é necessário mudar o sistema para acelerar as decisões judiciais. Enquanto cliente, não me passava pela cabeça que um banco poderia cair, mesmo com uma crise económica grave.

Tendo sido a imagem do BPN, prejudicou-o o que aconteceu? Sentiu-se enganado?
O que é que eu poderia fazer? Fui contratado para promover o BPN, mas não tinha nada a ver com a do banco, por isso, não acredito que possa ser prejudicado pelo que aconteceu. Ainda para mais, era um banco com uma rede de balcões importante no e, além disso, sempre fui muito bem tratado, inclusive pelo , Oliveira e Costa. Falava bem com ele [Oliveira e Costa], por isso, fui surpreendido, logicamente.

Se quiserem, olhando para trás, a única coisa que posso lamentar é ter dado a cara por um projecto que provou que não merecia a confiança que as pessoas depositaram nele. Mas é evidente que a minha boa fé me levou a acreditar na seriedade dos responsáveis do Banco!

Porque é que moveu um processo judicial ao BPN?
Basicamente, estão desde há dois anos em falta com o pagamento do contrato de imagem que assinaram comigo e que termina em 2009. Não era necessário que as coisas se tivessem degradado ao ponto de ter que mover um processo judicial. Tentei conversar com os responsáveis do banco, mas nem sequer se preocuparam em dar uma explicação, uma resposta, em devolver as chamadas. Afinal de contas, não sou eu que estou em dívida com o banco. Foi uma falta de consideração e respeito.

Apesar desta experiência, mantém a confiança no sistema financeiro ?
Não perdi a confiança, mas digo-lhe, para uma pessoa que vê de fora, a partir de Itália ou de , o que aconteceu em , nomeadamente no BPP, não foi nada positivo para o sistema financeiro. Especialmente porque as coisas se arrastam no tempo sem solução, porque não são dadas explicações aos clientes e isso é o mais grave!. É verdade que, infelizmente, houve situações idênticas em outros países, mas naturalmente o que mais me preocupa é o que se passa em .

É cliente do BPP?
Sou, e também de outros bancos portugueses, dos quais sou cliente e com os quais faço as minhas operações. No caso do BPN, foi tomada uma decisão, mas no caso do BPP não, e é urgente que seja, porque as contas dos clientes não podem continuar congeladas. Nos últimos meses, vários amigos perguntaram-me o que está a suceder nos bancos portugueses. E, ao contrário do que dizem, o BPP não é um banco dos ricos, há de tudo, como em todos os bancos.

Conheço várias pessoas que amealharam as suas poupanças durante uma vida, que têm pequenos negócios, e que passam hoje por grandes dificuldades, enquanto os três ou quatro responsáveis pela situação a que se chegou continuam a viver ‘à grande’. Considero extremamente negativo que um banco vá à falência em .

“Gosto de dinheiro, não sou hipócrita”

Como é que lida com o dinheiro?
Muitas pessoas acusam-me de gostar muito de dinheiro, mas, pergunto, quem não gosta? Eu digo que gosto porque não sou hipócrita, mas quem não gosta? Você não gosta? A minha primeira e principal preocupação é precaver o futuro da minha família, garantir a estabilidade e o conforto da minha família. Depois, gosto de e de negócios, mas acho que isso está no sangue de cada um. Há gente que gosta de estar tranquila, de viver dos rendimentos, outros não. Eu gosto de estar ocupado com projectos e negócios.

Gostar de dinheiro significa ser forreta?
Não, gostar de dinheiro significa ter a noção de que custa ganhar, está a perceber? E eu tenho a noção de que me custou muito, muito, muito aquilo que consegui. E significa transmitir essa noção às minhas filhas, que ainda são pequenas para perceber isto. A mais velha, com dez anos, começa agora a fazer perguntas e a perceber a moeda que se usa. Queremos incutir às nossas filhas, eu e a minha mulher, a responsabilidade e a noção de que as coisas têm o seu valor, não caem do céu. Temos muitas vezes de lhes dizer ‘não’ e de explicar porquê.

Então, onde é que investe o seu dinheiro?
O primeiro dinheiro que ganhei serviu para comprar uma casa para os meus pais. Era um mais seguro, e continua a sê-lo.

As suas ambições ultrapassam o em imobiliário?
Sim, tenho feito alguns investimentos em outras áreas, algumas aplicações financeiras, na restauração e na hotelaria, designadamente no Suites Alba Resort & Spa, aliás, gostaria de investir numa cadeia de hotéis. Tenho, também, um na área dos vinhos, na D+D (‘Douro&Duero), no Douro.

Qual é o negócio que lhe consome mais atenção e que lhe dá mais gosto?
Eu gosto de investir em ‘real estate’ [imobiliário], fundamentalmente em Itália, e . Mas, neste momento, estou em processo de contenção, por causa da crise económica e até por causa das . De qualquer forma, a crise não está a ser tão forte em como em , a nossa tem sobrevivido bem a esta crise mundial, mas é uma bola de neve. As pessoas ouvem falar em crise, deixam de consumir e, depois, é lógico que isso afecta a em geral.

E projectos em novas áreas?
Neste momento, tenho em vista uma aposta na renovável, a área da solar, no . O tem investido muito nas renováveis, e bem, e o potencial da solar é enorme.

O futuro de Figo pode passar pela Federação, mas isso estaria dependente de mudanças no futebol .

O futebol português está bem?
Vendo de fora, acho que o futebol português tem de se preocupar em formar jogadores para poder consolidar os seus clubes, excepção feita às equipas que jogam na Liga dos Campeões, como é o caso do , que têm mais receitas e, por isso, podem investir mais. Caso contrário, os clubes acabam por endividar-se e, no prazo de quatro ou cinco anos, passam a ser controlados pelo sistema financeiro.

É isso que está a acontecer?
Não sei, porque não estou por dentro da realidade dos clubes… mas existe esse risco.

Aí, o é um caso à parte, não é?
Eu acho que o pode estar um bocadinho à frente dos outros clubes, especialmente pela experiência que ganhou na Liga dos Campeões e pela forma como gere esses interesses.

Em , há três modelos: o vende bem, o Sporting forma bem e o Benfica tenta fazer um pouco de tudo e, por isso, acaba por ter mais dificuldades…
À vista, é o que sucede.

Está a viver no estrangeiro há muitos anos. Como é que o futebol português é visto no estrangeiro quando surgem tantos casos judiciais?
As notícias do futebol português que chegam ao estrangeiro não são assim tantas, por isso, quando existem é por causa de algum resultado desportivo fantástico ou por notícias mais preocupantes, como as relacionados com os problemas de que fala. Mas é bom não esquecer que esse tipo de casos existe em todos os países. Não vamos destacar em excesso algo que sucede em todos os países. O importante é ter vontade de os resolver e de evitar que eles se repitam no futuro.

Porque é que admitiu candidatar-se à Federação? O futebol português precisa de mudar e considera que pode contribuir para essa mudança?
O futebol português tem de mudar e isso depende do reforço do poder da federação. Ainda recentemente, foi levada à discussão mudanças dos estatutos e essas mudanças não foram aceites. Neste momento, o futebol português depende de quatro ou cinco associações distritais e eu não concordo com isso, considero que o poder deve estar concentrado num órgão, que é a Federação.

Como é que se consegue isso?
O tem de ter um papel importante nesta mudança, porque nos outros países, são as federações a mandar. Porque é que em continuamos a depender das associações mais fortes? Qualquer que seja, neste momento, o projecto da direcção da Federação, esbarra sempre nas decisões das associações. Mas, é o que eu digo, há muitos interesses e quando há muitos interesses há muitos conflitos.

Neste quadro e com esta , não está disposto a candidatar-se?
Neste modelo, não faria sentido porque seria só uma cabeça de cartaz e eu não estou disponível para isso. Para ser uma cara, fico em casa.

Faz uma avaliação positiva do trabalho de Gilberto Madaíl?
Eu faço uma análise positiva. Foi o que nos levou às fases finais dos europeus e dos mundiais. Ao contrário do que, por vezes se disse, eu tenho um bom relacionamento com o da federação. Em alguns pontos, estávamos em desacordo, porque Madaíl defendia os interesses da Federação e eu, como da Selecção, tinha que defender os interesses da equipa. De qualquer forma, não me pronuncio sobre a federação, até porque existe um e, por isso, não vou passar por cima de ninguém para ser candidato.

Se a oportunidade surgir e eu verificar que há condições para implementar as mudanças que entendo devem ser feitas, então, aí, podemos voltar a falar.

Não vai candidatar-se contra Gilberto Madaíl?
Não, não. Nunca me vou candidatar passando por cima de outras pessoas, porque não faz parte da minha forma de estar. Nunca me candidataria contra ninguém, mas sim em função de uma ideia, de um projecto. O tempo o dirá, em função dos estatutos e das minhas ideias para o futuro do futebol português.

Seria muito grave falhar o apuramento para o mundial

Admite a possibilidade da Selecção falhar o apuramento para o Mundial?
Eu sou bastante realista, gosto de sonhar acordado… Neste momento, é uma das possibilidades.

Isso seria um cataclismo para o futebol português?
Eu acho que seria extremamente negativo. Primeiro, para os jogadores, depois, para a imagem do futebol português, finalmente, para a própria Federação. Ainda mais importante, se não conseguir o apuramento, vai quebrar-se um ciclo consecutivo de apuramentos para as fases finais. De um momento para o outro, perderemos esse prestígio, até uma relação de amor que existe – e espero que se mantenha – com os portugueses. Esta foi uma das grandes conquistas dos últimos anos e, se perdermos isso, perde-se tudo.

O que é que está a falhar?
Os jogadores são praticamente os mesmos relativamente à última classificação. Não sei o que está a falhar, não sei. Eu não gosto tecer considerações avulsas, de opinar sem estar por dentro das situações. A única coisa que me preocupa é a credibilidade da selecção junto das pessoas, porque sei que é muito difícil de ganhar e muito fácil de perder. Uma das maiores dificuldades da minha geração foi ganhar o respeito e o apoio dos portugueses, porque isso depende dos resultados e demora anos. Além disso, ganhámos também o respeito, que não existia, de outras selecções, e isso não pode perder-se.

Não é possível rentabilizar uma transferência com a venda de camisolas

O futebol está sobrevalorizado pela sociedade?
Do meu ponto de vista, está, especialmente pelos interesses financeiros que gera, isto é, por causa do valor das transferências de jogadores, o que torna a recuperação do muito difícil ou mesmo impossível. O futebol é uma realidade com muitos interesses, quer em termos financeiros, quer em relação às expectativa e emoções dos adeptos e, por isso, do meu ponto de vista, a sobrevalorização que pode haver dos jogadores e do futebol pode ser prejudicial, mas só o tempo poderá responder a essa pergunta.

Porquê?
O futebol produz tantas emoções que as pessoas, os adeptos, esquecem os problemas financeiros, o que um jogador custa. Se um de um clube apresentar um jogador fantástico, a primeira preocupação dos sócios e adeptos não é o de financeira do clube, porque são levados pelas emoções clubísticas.
O futebol também se joga muito neste campo, não há grandes preocupações de curto prazo, apenas a das emoções e a conquista de títulos, que é aquilo que conta. E os problemas surgem depois, passados anos.

Não acredita na rentabilização de um jogador que custa o que custou, por exemplo, Cristiano Ronaldo?
Devo dizer-lhe que, se fosse de um clube, venderia todos os jogadores, fossem eles quem fossem, por um valor acima dos 30 milhões de euros. E, caso fosse de um clube comprador, poderia pagar eventualmente por um, mas não pagaria por quatro ou cinco, como está a suceder em alguns clubes.
Eu não sou economista, mas parece-me enganador tentar, não digo confundir, mas garantir aos adeptos e sócios de um determinado clube que é possível rentabilizar uma transferência de 50 milhões de euros com a venda de camisolas…

Não se rentabiliza?
Não, isso é uma loucura. Eu não sou economista, mas expliquem-me como é que é possível, como é que um clube recupera cinquenta milhões com a venda de camisolas. Até porque a maior percentagem da venda das camisolas vai para os patrocinadores e apenas uma pequena fatia para os clubes. Isso é que eu não entendo, e gostava que me explicassem.

“Ronaldo não me pediu conselhos”

Que conselhos deu a Cristiano Ronaldo, já que passou, em 2000, por uma experiência semelhante, também no Real ?
Não dei conselhos, desde logo, porque isso não se proporcionou. Mas creio que ele sabe a dimensão do clube a que chegou e a pressão que representa esta mudança, desde logo pelo valor da transferência. Não gosto de me meter na vida de ninguém. Nem devo. É evidente que se o Ronaldo quiser algum meu em relação a alguma questão mais específica, não tenho nenhum problema em faze-lo.

Das cidades em que jogou, é a mais difícil para um jogador?
É a mais exigente, sem dúvida, porque os adeptos querem sempre ganhar e, ao mesmo tempo, ver bom futebol. A equipa pode ganhar 4-0, mas se não jogar bem, as pessoas não aplaudem… estão habituadas a bom futebol desde o Di Stefano.

Vai ser esse o principal desafio de Cristiano Ronaldo?
Ronaldo vai ter dificuldades por causa desta exigência, mas principalmente, repito, pelo valor da transferência. É algo que o vai perseguir nos tempos mais próximos.

“O melhor treinador que tive foi Cruift”

Qual foi o momento mais importante da sua carreira?
É muito difícil escolher um momento ao longo de tantos anos, há tantos… mas acho que foi o primeiro contrato de profissional com o Sporting…A primeira marca é sempre a mais duradoura.

…provavelmente, muitos esperariam a escolha de um golo ou de um título?
O primeiro contrato foi o momento da transição, o momento em que tinha de escolher entre o futebol e os estudos. Aí, percebi e senti que teria uma oportunidade no futebol profissional.

E qual foi o clube que mais o marcou?
O Sporting marcou-me pela , aprendi muito naquela casa em dez anos, e encontrei pessoas que ainda hoje estão no clube. O Barcelona foi o meu primeiro clube no estrangeiro, foi onde fiz a transição de adolescente para adulto, o Real deu-me uma projecção mundial e o Inter foi o clube familiar que acreditou em mim, apesar de já ter passado dos 30 anos. Tenho um relacionamento fantástico com o , Massimo Morati, que é uma pessoa única, não é uma pessoa do futebol e o futebol precisava de mais pessoas como ele. Além disso, fiz laços muito apertados com os adeptos do Inter durante os quatro anos de contrato e identifiquei-me muito com o clube, daí, aliás, continuar ligado a ele.

José Mourinho não tem esse perfil familiar?
Ele [Mourinho] é um vencedor, adapta-se aos clubes onde está, às causas impossíveis, e quer ganhar sempre…

…foi o melhor treinador que teve?
Foi dos melhores, especialmente no gozo de treinar todos os dias, foi uma experiência fantástica. Mas continuo a dizer que o melhor treinador que tive foi Joan Cruift, pelos seus métodos de trabalho. Tive a sorte de trabalhar com ele em Barcelona e foi ele, aliás, um dos motivos que me levou a assinar pelo clube. Talvez por ter sido o primeiro treinador que tive no estrangeiro, influenciou-me muito. Cruift deixou de treinar há dez anos e continua à frente de muitos treinadores, dez anos à frente. Obviamente, Queirós também me marcou muito, quase toda a vida na selecção, acompanhou-me em toda a carreira.

Os jogadores precisam de ser geridos com chicote?
Não, o mais difícil e essencial é gerir uma equipa. A grande arma dos treinadores, hoje, é saber gerir um plantel, garantir um bom ambiente de trabalho. Hoje, todos os treinadores têm um preparador físico, todos dominam as tácticas e as metodologias de treino, mas nem todos sabem gerir. Neste sentido, um grande treinador foi Vicente del Bosque, que não tinha um ar sofisticado, mas que ganhou tudo.

Mas, como se gere uma equipa de estrelas, como foi a do Real em que esteve ou a actual?
O treinador tem de ter a capacidade de dizer não e de cortar com o mal pela raiz quando se justifica, para garantir a estabilidade da equipa. Mas acho que as coisas funcionam quando os jogadores são contratados em função das necessidades da equipa e quando se sacrificam em prol da equipa. Quando os jogadores são contratados com outros fins, o sucesso é muito mais difícil.

“Não vou a casa de quem não me convida”

É sportinguista?
Sou, mas não sou fanático. Sou sportinguista, mas penso de forma diferente do habitual. Dou-lhe um exemplo, sobre o qual nunca falei: muitos criticaram-me por ter festejado um golo do Inter contra o Sporting. É verdade, sou sportinguista e quero que o clube tenha sucesso, mas, primeiro, sou profissional e devo esse profissionalismo ao clube que me paga. Perguntam-me, és do Sporting ou queres ganhar? Quero ganhar.

Mesmo contra o Sporting?
Mesmo contra o Sporting, eu quero ganhar. Mas não deixo de ser do Sporting por causa disso. E há muitas pessoas que não entendem isso. Essas pessoas dizem que não sou do Sporting porque festejei um golo, então, deveria fazer de propósito para falhar esse golo? Se eu gostasse tanto do meu clube em relação ao clube onde jogo, em vez de marcar um golo, deveria mandar a bola para fora, não é? Isso é uma hipocrisia.

Porque é que nunca admitiu acabar a carreira no Sporting, como sucedeu com outros jogadores da sua geração, no e no Benfica?
Eu nunca vou a casa de uma pessoa ou a uma festa sem ser convidado. Eu não sei se as pessoas fazem isso, mas eu não faço…

E se fosse?
Se fosse, avaliava a situação, avaliava os prós e os contras e decidia. Mas como não houve convite nenhum, não me posso oferecer. Primeiro, porque sou orgulhoso, depois porque não me cabia a mim fazer esse convite.

Figo protagonizou no Verão de 2000 a mais cara e mais turbulenta transferência do mundo até então. De Barcelona para , Figo passou de figura de primeira linha e dos mais acarinhados jogadores catalães para o símbolo da nova força do Real .

Hoje, nove anos depois, Figo recorda a telenovela e revela episódios nunca contados de uma transferência de 61,7 milhões de euros. A primeira pessoa a saber da assinatura do contrato com o Real foi a sua mulher, Helen Svedin.

“Viajei de avião para , e dirigi-me ao escritório do José Veiga. Quando cheguei e entrei na sala, estavam cerca de dez pessoas à volta de uma mesa, todos a tentaram convencer-me a assinar naquele momento. Foi, então, que telefonei à minha mulher e disse ‘já está, pronto, sou do Real ’. Já não regressei a Barcelona”.

Foi no dia seguinte às do Real que deram a vitória a Florentino Perez, a 17 de Julho de 2000, segunda-feira. No mês anterior, Figo foi deixando saber ao então do Barcelona,. Luiz Nuñez, que tinha clubes interessados na sua contratação e que estavam dispostos a pagar a cláusula de rescisão.

“Eu decidi, na altura, confrontar o do Barcelona, essencialmente pela forma como estava a reagir à minha proposta. Na altura, a Lazio estava disponível para pagar a minha cláusula de transferência e, por isso, comuniquei-lhe que tinha uma oferta e que, por isso, teria de rever as minhas condições e equipará-las às melhores praticadas no clube”, recorda Figo.

Figo foi para o campeonato da sem o seu futuro decidido. E foi por essa altura que surgiu a possibilidade de vestir a camisola do Real. “Estava no campeonato da na Holanda e as coisas estavam a correr bem.

Houve, entretanto, a possibilidade de um dos candidatos à presidência do , Florentino Perez, me contratar e eu voltei a comunicar ao Nuñez que existia essa proposta. Nessa altura, eu não queria sair do Barcelona, apenas queria que reconhecessem a minha qualidade, e ele limitava-se a dizer que iria esperar pelo pagamento da cláusula de rescisão”.

“Todo o meu processo de transferência para foi caricato. Depois do Europeu, estive de férias no Algarve e, depois, voei para a Sardenha com a minha família e, nessa altura, ainda não tinha decidido o que fazer, porque, por esses dias, realizavam-se nos dois clubes. Num desses fins-de-semana, tinha à minha porta vários intermediários a tentarem convencer-me a assinar pelo e alguns deles a chorarem à frente da minha mulher, porque tinham assumido compromissos em meu nome que, se não fossem cumpridos, teriam um custo elevado e a pagar do bolso deles”, diz, hoje com um sorriso.

“O candidato concorrente ao Nuñez, Joan Gaspart, queria que eu continuasse, mas não confiava nas promessas que me fazia. Finalmente, Florentino Perez ganhou as no Real [a 16 de Julho], e eu assumi a responsabilidade de concretizar o que o José Veiga tinha acordado nas semanas anteriores”.

Figo esperou pelo resultados das no Real e decidiu, naquele dia, assumir a responsabilidade de chocar o mundo futebolístico. “Viajei de avião para no dia seguinte às , segunda-feira, e dirigi-me ao escritório do José Veiga. Quando cheguei e entrei na sala, estavam cerca de dez pessoas à volta de uma mesa, todos a tentaram convencer-me a assinar naquele momento. Foi, então, que telefonei à minha mulher e disse ‘já está, pronto, sou do Real ’. Já não regressei a Barcelona”.

Figo garante que nunca se arrependeu do passo que deu. “Nunca me arrependi de mudar para o Real , foi uma decisão difícil, porque tinha de começar tudo de novo, mas também era um grande desafio e, felizmente, consegui vencê-lo”.

Figo regressou na época seguinte a Barcelona, com a camisola do Real, e, como recorda, foi um momento difícil. “Fui o único jogador a ser assobiado por um estádio com mais de 120 mil pessoas”. Depois, regressou a Barcelona a título privado, para o nascimento da filha de Pepe Guardiola, que considera “irmão”. “Foi das pessoas que mais me ajudou em Barcelona, e a nossa amizade é para sempre, independentemente de tudo o resto”.

Figo continua a ter muitos amigos em Barcelona, mas há outro factor que o mantém chegado à . “Tenho uma filha catalã, e gostava que ela visse e conhecesse a em que nasceu”.

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José Capitão Pardal

Pelo interesse da informação, transcrevo a notícia inserta na “Vida Económica” online de 20090803. 

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Aprovados 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais

As do sector do poderão dispor de acesso facilitado às verbas do Quadro de Referência Estratégico () com o reconhecimento da « 2015» como pólo de competitividade e .

A « 2015» foi reconhecida através da assinatura de um contrato específico pelo do de , Patrão, e pelo gestor do COMPETE – Programa Operacional Factores de Competitividade, Nelson de Souza.

Este pólo de competitividade e permite alinhar todas as candidaturas de que se enquadrem na « 2015» de acordo com a mesma orientação , facilitando “não só o acesso como também a obtenção de melhores condições de financiamento, desde logo porque cria as condições para que as do possam concorrer apenas entre si”.

Foi aprovado em reunião do de de 16 de Julho o novo Código Fiscal do , o qual decorre da autorização legislativa concedida ao abrigo da Lei do Orçamento do para 2009.

O novo Código Fiscal do pretende unificar os procedimentos aplicáveis à contratualização dos benefícios fiscais ao produtivo em território e ao dirigido à internacionalização das portuguesas, procedendo para tal à agilização de procedimentos e ao aperfeiçoamento e transparência do regime aplicável.

São introduzidas algumas alterações importantes ao nível dos benefícios fiscais, que se traduzem, designadamente, na concessão de um crédito de imposto, em sede de IRC, que poderá ascender a 20% do elegível realizado.

Os investidores deverão estar atentos à nova realidade, tendo em conta as vantagens que podem advir da nova regulamentação.

O da e , Fernando Teixeira dos Santos, formalizou, no passado mês de Julho, a aprovação de 11 pólos de competitividade e e 8 “clusters” regionais qualificados no âmbito das estratégias de eficiência colectiva 2007-2013.

Só agora, e “em função dos projectos apresentados e do escalonamento que vai haver nos concursos que o já tem e que irá ter no futuro”, chegarão os primeiros financiamentos, limitados ao horizonte temporal 2013, disse à “Vida Económica” Laranja, assessor do Coordenador da de e do .

É que “não faz sentido o estar a criar pólos para financiá-los ‘adeternum’”.

O tem já agendada, para os primeiros dias de Setembro, a segunda edição do .

Trata-se de “uma mostra dos resultados da modernização um evento que decorrerá entre a primeira e a segunda semana de Setembro e onde, pela primeira vez, os pólos de competitividade e “clusters” regionais agora validados pelo da serão convidados a expor um stand alusivo aos seus projectos.

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José Capitão Pardal