


Inovação
Estremoz e a comunidade escolar de Estremoz estão de parabéns, face ao reconhecimento público, desta sua iniciativa.
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‘TurmaMais’ reduz em um terço o insucesso escolar
por PATRÍCIA JESUS (DN Online) 2010/08/06
Durante o ano passado todos os alunos do 7.º ano da escola Lima de Freitas, em Setúbal, passaram por uma turma a mais – primeiro os melhores, depois aqueles com mais dificuldades e em seguida os de nível médio. O projecto tem como objectivo reduzir o insucesso escolar e os resultados “superaram as expectativas”, diz a directora adjunta Eduarda Fidalgo – ou seja, fizeram cair em mais de um terço as retenções no 7.º ano. O mesmo se passou em 60 das 65 escolas que este ano aplicaram o modelo “TurmaMais”.
Os dados foram avançados ao DN pelo coordenador do projecto, José Verdasca. No início do ano, o modelo – desenvolvido na escola secundária rainha Santa Isabel, em Estremoz, desde 2002 – foi alargado a 65 escolas. O “contrato” que assinaram com o ministério implicava conseguirem reduzir os chumbos em pelo menos um terço, por comparação com os quatro anos anteriores. E “a grande maioria conseguiu”, assegura José Verdasca.
Como é que funciona o “TurmaMais”? A escola cria literalmente uma turma a mais no ano em que aplica o modelo. Ou seja, na escola Lima de Freitas, por exemplo, foi criada uma sexta turma no 7.º ano, por onde passaram os alunos das outras cinco. No início do ano, durante seis semanas, a “TurmaMais” é ocupada pelos melhores alunos. “Os pais e os miúdos reagiram muito bem, gostaram da ideia”, garante a professora Eduarda Fidalgo.
O facto de a turma extra começar com os melhores alunos permite “desmistificar a ideia de que é para os maus”, indica a professora Elsa Santos, que coordenou o projecto na escola José Afonso, no Seixal (ver caixa). E puxar por eles de forma mais adequada aos seus conhecimentos e capacidades. Enquanto isso, nas turmas originais, os professores também têm oportunidade de prestar mais atenção aos restantes alunos. “As turmas acabam por ficar mais pequenas e mais homogéneas”, explica Elsa Santos.
Nas seis semanas seguintes são os alunos com mais dificuldades que passam pela “TurmaMais”, onde são aplicados planos de recuperação. Seguem-se os estudantes de nível médio – os de 4 e 3 (no básico as classificações vão do 1 ao 5). E no terceiro período são convidados a participar aqueles que estão em risco de chumbar e mostram vontade de recuperar.
Na maior parte das escolas este modelo foi aplicado ao 7.º ano e em algumas no 5.º, por serem anos de mudança de ciclo, marcados por elevados números de insucesso. E muitas usaram um modelo simplificado, explica José Verdasca. Ou seja, só “para as disciplinas mais críticas, como Matemática e Português”. Na escola de Estremoz onde o projecto foi desenvolvido, com o apoio da Universidade de Évora, era usado para todas. Mesmo assim o s resultados são muito positivos, considera o coordenador, que e é também director regional de Educação do Alentejo.
No entanto, as escolas que não atingiram as metas acordadas são excluídas do programa. O DN falou com um professor de um desses estabelecimentos, que lamenta não terem mais tempo para desenvolver o projecto. “Há um caminho que tem de ser percorrido dos dois lados e este projecto faz com que seja mais fácil para os alunos fazerem esse caminho, mas eles têm que fazer a parte deles. E tivemos um grupo muito complicado, muito hostil a qualquer tipo de solução”, explica.
Mas o professor reconhece potencial a este modelo. “No balanço que fizemos com os alunos, aqueles que tinham mais dificuldades salientaram que, pela primeira vez, conseguiam participar nas aulas. Nas turmas de origem, os melhores alunos antecipam-se a responder às perguntas e eles têm vergonha de pôr dúvidas ou de dizer que não perceberam.”
Há outras iniciativas do género a decorrer nas escolas de norte a sul do País, no âmbito do programa Mais Sucesso, que envolveu cerca de 12 mil alunos no último ano (ver caixa em cima).
José Capitão Pardal
Data: 2010-02-18 in iGOV Central

Um estudo realizado pela Secretaria de Estado da Modernização Administrativa em colaboração com o Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação, da Universidade Nova de Lisboa, revela que os portugueses estão satisfeitos com o Cartão de Cidadão.
De acordo com o estudo, e numa altura em que já foram pedidos 2,8 milhões de cartões, 86,1 por cento dos cidadãos mostraram-se «satisfeitos» ou «muito satisfeitos» com este serviço.
Presente na apresentação do estudo, o secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, José Magalhães, referiu que «no terceiro aniversário do Cartão de Cidadão, é gratificante verificar que a qualidade do cartão e do serviço a ele associado é reconhecida pelos que já o têm. Muito interessante é o facto de ter eco favorável junto dos ainda não portadores».
Os inquiridos no estudo sugeriram também algumas melhorias ao documento, nomeadamente a nível da qualidade das letras e da fotografia, assim como a sua utilização para acesso a mais serviços, como por exemplo ao Portal das Finanças, substituindo as senhas actualmente usadas.
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José Capitão Pardal
| NOTÍCIA DO DIA:
Portalegre: António Guerreiro nomeado presidente da administração da Unidade de Saúde |
| 09-fev-2010 in “DianaFM” | |
| O professor universitário António Guerreiro foi nomeado presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), disse hoje à agência Lusa fonte hospitalar.
De acordo com a mesma fonte, o docente da Universidade de Évora exercia as funções de vogal no anterior conselho de administração da ULSNA.A nomeação de António Guerreiro, de 41 anos, surgiu na sequência do pedido de demissão, apresentado em novembro do ano passado, do antigo presidente do conselho de administração da ULSNA, Luís Ribeiro. …………………………///………………………… Ao nomeado os meus votos pessoais de um frutuoso trabalho. |
José Capitão Pardal
Sem comentários vos deixo a notícia inserta no jornal “Correio do Alentejo”.
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quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 – 17h02

João Cordovil, vogal executivo da comissão directiva do INAlentejo, é o novo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, sucedendo a Maria Leal Monteiro, que não foi reconduzida no cargo, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a CCDR Alentejo revela que João de Deus Cabral Cordovil, de 59 anos, foi nomeado pelo Governo para presidir ao organismo, de cujo quadro de pessoal faz parte, como Técnico Superior Assessor.
A anterior presidente da CCDR Alentejo, Maria Leal Monteiro, terminou a sua comissão de serviço no final de Janeiro e não foi reconduzida.
O despacho governamental que formaliza a nomeação do novo presidente foi divulgado hoje pela CCDR, estando João Cordovil em funções desde o início do mês.
Até agora, além de vogal executivo do programa operacional da região do Alentejo (INAlentejo), no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o responsável era coordenador da Intervenção Desconcentrada do Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (QCAIII). Licenciado em Economia, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa, João Cordovil reside no Alentejo desde 1977.
De entre as funções que já desempenhou, nomeadamente em Gabinetes de Apoio Técnico às Autarquias Locais (GAT), o novo presidente da CCDR foi consultor independente de empresas e instituições públicas, regionais e nacionais, como a Somincor (das minas de Castro Verde).
Em Abril de 2000, foi nomeado Coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do Emprego, Formação e Desenvolvimento Social do Alentejo (com estatuto de Encarregado de Missão).
João Cordovil continuava a exercer este cargo, que acumulou, até Junho de 2001, com as funções de presidente da Unidade de Gestão do Fundo de Apoio ao Investimento no Alentejo (FAIA).
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José Capitão Pardal
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Mais um exemplo da qualidade diversificada do “tuga”, quando em competição com “o que se faz lá fora” .………………………///…………………….. |
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| Escrito por CienciaPT | |
| 05-Jan-2010 | |
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Uma imagem da Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico Luís Miguel Santo o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das “Galilean Nights”, um dos projectos-chave do Ano Internacional da Astronomia.
A fotografia, captada na Atalaia (Montijo), foi a vencedora da competição “Beyond Earth” (”Para além da Terra”), que juntou imagens do Universo captadas por todo o globo. Os participantes foram desafiados a obter imagens dos objectos astronómicos estudados por Galileu Galilei, o cientista que há 400 anos protagonizou as primeiras observações do céu realizadas através de um telescópio e que inspirou a Organização das Nações Unidas a decretar 2009 como o Ano Internacional da Astronomia. “O objecto que Galileu observou e que escolhi foi a nebulosa de Orion, também conhecida como o objecto de Messier 42 (M42) e que está enquadrada com outra nebulosa (NGC1977), denominada na gíria “Running Man” (olhando na zona azul, e com alguma imaginação, vemos um indivíduo a correr, tal como o nome em inglês sugere). Existe ainda uma zona de concentração de estrelas denominada trapézio, pela sua disposição, que foi objecto de estudo de Galileu”, explica Luís Miguel Santo. “A Nebulosa de Orion (zona avermelhada em baixo na fotografia), pertence à constelação de Orion, e é denominada uma nebulosa de emissão (nuvem de gás ionizado que emite luz de várias cores) dada a presença, entre outros, de enormes quantidades de hidrogénio, a principal matéria-prima das estrelas. É uma zona conhecida como profícua na criação de estrelas. A nebulosa NGC1977 é uma nebulosa de reflexão; nuvens de poeira que simplesmente reflectem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas, e como tal apresenta uma coloração azulada”, revela o astrónomo amador. A fotografia foi captada em final de Outubro, na Atalaia. “É um local que, apesar de não ser perfeito pela presença (infelizmente cada vez maior) da poluição luminosa da zona metropolitana de Lisboa, é relativamente perto para a maioria dos astrónomos amadores da zona de Lisboa, permitindo juntar nas noites de lua nova umas dezenas de aficcionados”, conta Luís Miguel Santo. Luís Miguel Santo foi apenas um dos numerosos entusiastas que participaram em Portugal nas Noites de Galileu, entre 22 a 24 de Outubro 2009. No total, 18 cidades desenvolveram perto de 50 actividades muito “espaciais”, transformando, uma vez mais, o país num dos mais dinâmicos: jantou-se em Marte em Espinho, leu-se com estrelas em Braga e fotografou-se o céu… Para o engenheiro electrotécnico, o prémio internacional foi uma “cereja no topo do bolo”, principalmente porque, sendo a astrofotografia uma paixão, captar uma fotografia dos astros para além da Terra não é fácil e requer um “árduo” trabalho de aprendizagem. “O ritual de preparação e obtenção de uma astrofotografia tem algo que se lhe diga. Começa por preparar de antemão os objectos a fotografar, bem como definir os principais parâmetros de exposição, enquadramento, e montar o equipamento… Uma sessão normal inicia-se pelas 22h e pode terminar quando a estrela mais perto da terra dá a volta”, frisa. Ao contrário da fotografia tradicional, cada imagem em astrofotografia é composta por vários fotogramas (podendo durar tipicamente até 15 minutos por fotograma), incluindo a cor que tipicamente é obtida através de filtros distintos para o vermelho, o verde e o azul. Posteriormente, toda a informação contida nos diferentes fotogramas (luz e cor) é alinhada e calibrada de forma a obter apenas uma imagem a cores de maior detalhe, explica Luís Miguel Santo. “A Astronomia é para mim um desafio que reúne duas paixões: fotografia e ciência. A Astronomia vai para lá da ciência…tem um pouco de filosofia e é um exemplo importante na eterna procura do conhecimento, em especial o de olhar o Universo, cada vez mais longe, para perceber algo bem próximo…a própria Humanidade e a sua história”, sublinha. O concurso de astrofotografia foi promovido no âmbito das “Noites de Galileu”, um evento de divulgação da Astronomia promovido à escala planetária e que, em Outubro, reuniu mais de 1300 actividades em cerca de 90 países de todos os cantos do globo. Portugal já tinha sido galardoado pelo seu empenho no Ano Internacional da Astronomia, distinguindo-se entre a centena de países participantes. No Verão passado, Ana Mourão, investigadora do Centro Multidisciplinar de Astrofísica (CENTRA/ IST), e a Fundação Navegar foram recompensados pela Comissão Internacional do AIA2009, por ter dado vida, com dedicação e originalidade, a dois dos mais relevantes eventos da iniciativa “100 Horas de Astronomia”, que decorreu entre 2 e 5 de Abril. O Ano Internacional da Astronomia (www.astronomia2009.org) é organizado a nível nacional pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, da Agência Nacional Ciência Viva e da European Astronomical Society (EAS). |
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| Actualizado em ( 05-Jan-2010 )……………………….///……………………….. |
José Capitão Pardal
Sem comentários e pelo interesse que tem para a comunidade escolar de Estremoz, deixo-vos a notícia inserta no Portal do Governo, de 20100105.

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O Ministério da Educação criou a Comissão de Acompanhamento do Programa Mais Sucesso Escolar, que tem como missão assegurar o acompanhamento técnico e pedagógico das escolas e dos agrupamentos envolvidos no referido programa.
Compete ainda a esta comissão garantir o cumprimento dos contratos celebrados entre os estabelecimentos de ensino e as respectivas direcções regionais de educação, bem como a articulação entre as escolas e as instituições de ensino superior escolhidas para proceder ao acompanhamento científico em função do modelo de tipologia seguido.
O acompanhamento científico dos projectos de tipologia Fénix é realizado pelo Centro de Estudos em Desenvolvimento Humano da Universidade Católica do Porto, enquanto os de tipologia Turma Mais são seguidos pelo Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.
No caso de os projectos serem de tipologia mista, cabe à Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) definir o centro de investigação que deve assegurar o acompanhamento científico.
Os instrumentos para o acompanhamento e a avaliação do Programa Mais Sucesso Escolar consistem na elaboração de um relatório anual da responsabilidade da equipa de acompanhamento de cada agrupamento ou escola e, ainda, na apresentação de um relatório global, de âmbito nacional, a elaborar pela Comissão de Acompanhamento.
A Comissão de Acompanhamento do Programa Mais Sucesso Escolar é coordenada pelo director regional de Educação do Alentejo e pela directora-geral da DGIDC, integrando, além destes elementos, dois representantes da DGIDC, dois representantes do Agrupamento de Escolas do Campo Aberto (projecto Fénix), dois representantes da Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz (projecto Turma Mais) e um representante da direcção regional de educação da área de intervenção da escola.
O Programa Mais Sucesso Escolar foi lançado tendo em vista o apoio ao desenvolvimento de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares do ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade do sucesso dos alunos.
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José Capitão Pardal
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Manifesto pela Criatividade e Colaboração é escrito por dezenas de agentes de vários graus de ensino e teve mais de 1.000 edições nas primeiras 48 horasPaulo Querido 9/11/2009
Levar as pessoas a pensar que a “revolução” a fazer nas escolas não passa tanto pela tecnologia mas pelo uso criativo, interdisciplinar e colaborativo que este potencia, é a razão de ser do Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas — um documento que está a ser escrito a várias mãos e que nas primeiras 48 horas teve mais de 1.000 edições.
O documento partiu de um professor, João Lima, que utilizou para a divulgação exclusivamente a rede de microblogging Twitter e a sua sala de aula. Está fixado um prazo limite, findo o qual João Lima procurará a publicação pelo Ministério da Educação e a distribuição pelas escolas — como revelou em entrevista a Diário2, reproduzida abaixo.
O Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas é escrito “colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2.0 no contexto educativo actual“, lê-se na sua abertura.
João Lima: um passo de cada vez, tudo é possível
Diário 2: O João Lima é professor onde? Idade, interesse pela web 2.0 desde quando?
João Lima: Sou professor do Ensino Básico e Secundário mas este projecto começou no âmbito das minhas funções como Formador do Centro de Formação de Professores de Cascais. Tenho 35 anos e o meu interesse no uso das ferramentas da Web 2.0 vem desde há muitos anos.
P.: Porque decidiu criar este documento partilhado?
R.: Este documento tem como autores eu e mais 24 formandos do curso Comunidades Virtuais de Aprendizagem: A Internet e o Ensino da História – CVAHist09 e foi com o objectivo de demonstrar o “poder” do trabalho colaborativo que o Google Docs permite que lancei o desafio aos formandos. Logo pensei que se fizesse o alargamento à comunidade externa ao curso muito este documento podia ter a ganhar e assim o foi. Tornei o documento público e passou a ter “indefinido” numero de autores e participantes. A razão por detrás deste documento é a de fazer pensar que a “revolução” a fazer nas escolas não passa tanto pela tecnologia mas pelo uso criativo e interdisciplinar e colaborativo que este potencia.
P.: Quando é que começou?
R.: Começou no dia 3 de Novembro. Incrível não é? Que em menos de 48 horas quase 20 pessoas e mais de 1000 edições foram-se juntando e foram realizadas?
P.: Dispondo de outras formas editoriais indicadas para o trabalho colaborativo, como os wikis, porque optou por um google doc?
R.: Primeiro influenciado pela ideia e prática do projecto A Vision of Students Today (ver video no final deste artigo). Depois porque queria ver até que ponto quem tanto fala de colaboração realmente o fazia quando confrontado com um desafio. De facto vemos muita partilha e pouca colaboração. Queria mudar essa ideia e essa prática. O Google Docs permite uma edição simples, rápida, sem registos e coisas que limitam a participação. Por outro lado permite a auto-regulação livre para a criação de um documento deste tipo o que é fundamental para cada um dos participantes ter a liberdade que quer para expressar o seu ponto de vista.
P.: Como está a ser feita a divulgação pelos pontenciais autores?
R.: Estou a usar o Twitter. Só.
P.: Já tem uma metodologia para a pretendida distribuição pelas escolas?
R.: Sim. Se o documento final tiver uma relevância de excelência como acredito que vá ter, aposto numa publicação pelo Ministério da Educação, para além de ser transformado numa página Wiki para ter a natural evolução com a disseminação que poderá vir a ter. Para além disso penso que poderá resultar num trabalho de preparação para um guia de formação de professores que pode envolver alguns dos autores para a elaboração de um programa nacionalmente difundido e implementado. Um passo de cada vez, tudo é possível.
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José Capitão Pardal
Um tema sempre na ordem do dia.
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Quem o afirma é o Professor Robert Carlson, reconhecido especialista pelas suas ideias inovadoras em matéria de educação e investigação. Acrescenta que, “devido ao seu enfoque tradicional em matéria de investigação e educação, muitas unidades académicas não fizeram o suficiente para chegar à indústria. Por outro lado, muitas indústrias têm encontrado dificuldades para chegar à Universidade.
Contudo, quando os benefícios mútuos podem ser claramente identificados e coincidentes, então as colaborações prosseguem sem grandes percalços”.
O Dr. Robert C. Carlson é o Reitor do Centro para o Desenvolvimento Profissional (CPD), Director do Rice Campus em Wheaton (IIT), Director dos programas de Tecnologia da Informação e Gestão e professor de Ciência de Computação.
Anteriormente, foi “chairperson” do Departamento de Ciência de Computação, durante quinze anos, contribuindo para o seu crescimento, que o tornou no maior departamento do IITMain Campus. O Professor Carlson possui diversa bibliografia e textos publicados.
Foi pioneiro na pesquisa em áreas de “relational database design”, técnicas de “integrated software design” e “computer science education”. Algumas das ferramentas desenvolvidas pelo seu grupo de pesquisa têm sido utilizadas para resolver “large scale design problems” na AT& T, DOD e no Argonne National Laboratory. O seu “Testing Maturity Model” (TMM), modelo de processo, é reconhecido como um standard da indústria a nível mundial.
É membro do conselho editorial do International Journal of Innovation Science.
Inovação e Empreendedorismo - O que é o Centro para o Desenvolvimento Profissional?
Robert Carlson – O CPD oferece educação e treino orientados para a tecnologia. A licenciatura e os programas de mestrado em Tecnologia da Informação e Gestão (ITM) e Tecnologia Industrial e Gestão (INTM) juntamente com o Programa de Aprendizagem Profissional têm atraído estudantes de todo o mundo. Os Programas e cursos no CPD fornecem uma mistura de conteúdo teórico e de aplicação prática que permite aos alunos a aplicação do que aprendem em sala de aula na resolução de problemas da vida real. Os estudantes aprendem sobre tecnologias novas e emergentes e a aplicação, integração e práticas administrativas utilizadas na gestão eficaz destas tecnologias. O objectivo é o de preparar os estudantes para se tornarem inovadores na área de tecnologia, empresários e líderes do futuro.
I&E – Qual o factor mais importante para que ocorra inovação numa organização? Quem deve ser responsável pela inovação dentro de uma organização?
RC – As pequenas “startups” proporcionam um excelente ambiente para a inovação, em que os membros da equipa estão ansiosos por inovar, existindo o incentivo da liderança, em parte porque o crescimento e as recompensas andam de mãos dadas. Em grandes organizações, a liderança deverá incentivar e apoiar a atitude “startup” dentro da estrutura existente.
I&E – Relativamente à colaboração entre a academia e a indústria, como a encara? Qual é a importância da cooperação tecnológica Universidade-indústria?
RC – O colapso económico de muitas empresas tem criado uma descontinuidade nas relações universidade-indústria. No entanto, quando ambas as partes encontram oportunidades para colaborar, os resultados são sempre mutuamente benéficos.
I&E – Que papel podem desempenhar os governos para promover a pesquisa cooperativa?
RC – Apoios e subvenções à investigação conjunta entre a Universidade e a Indústria contribuem positivamente para a criação de oportunidades de colaboração.
I&E – Que mudanças significativas se observaram nos últimos cinco anos?
RC – A recessão económica afectou negativamente muitos relacionamentos de longo prazo entre a academia e a indústria. Por outro lado, muitos desempregados lançaram “startups” que beneficiam claramente de um forte relacionamento de trabalho com as universidades. Essas relações, contudo, tornaram-se mais especulativas, devido à incerteza e à falta de recursos das “startups”.
I&E – Quais as tendências em Inovação que considera mais interessantes?
RC – “Startups” de sucesso, como o Google, enviaram uma mensagem aos estudantes universitários que deveriam tornar-se empreendedores, particularmente no mundo da internet. Universidades como o IIT procederam a alterações nos seus currículos, encorajando os alunos a frequentarem cursos enfocados na inovação e no empreendedorismo.
Para os estudantes internacionais que vêm de ambientes educacionais que enfatizam a imitação das obras do seu instrutor, a exploração de técnicas de inovação pode ser um desafio. Acrescentando esses elementos ao nosso currículo foi possível obter resultados notáveis.
João Mendes
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José Capitão Pardal
Com um convite para que se desloquem a Estremoz, este fim de semana, aqui vos deixo a notícia inserta no jornal HARDMUSICA de hoje (20091030), sobre a Feira de Artes, Velharias e Antiguidades de Estremoz, a ENCONTARTES.
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EncontrArtes em Estremoz
O certame, que decorre até dia 01 de Novembro no parque de feiras e exposições de Estremoz, promovido pelo município, junta um vasto conjunto de actividades culturais e económicas, representativas da região e do país, assim como instituições da área da cultura.
Segundo a autarquia, “este é o único evento do género que se realiza no Alentejo”, e a edição deste ano conta com mais de 60 expositores, entre artistas plásticos e antiquários.
O certame, de acordo com a autarquia, pretende agregar no mesmo espaço a venda, mostra, compra e troca de antiguidades, livros antigos, coleccionismo e artes plásticas. No certame pode ser apreciada uma “Mostra Surrealista”, com obras de Carlos Godinho, Firmo Silva, Gustavo Fernandes, Luiz Morgadinho, Pedro Prata, Maria Pedro Olaia, Santiago Ribeiro e Victor Lages.
O evento, segundo o município, pretende aproximar a região do resto da Europa, em termos artísticos, tendo sido convidadas embaixadas europeias com representação em Portugal a participar na EncontrArtes, através da fotografia.
Segundo os organizadores, na denominada “Foto Europa”, está garantida a presença de trabalhos de fotógrafos da Bélgica, Croácia, Eslovénia, Estónia e Turquia.
Ainda no âmbito das artes plásticas, a Universidade de Évora, através do seu Departamento de Artes, vai também estar representada no certame com alguns trabalhos produzidos pelos melhores alunos finalistas do curso de artes plásticas, nomeadamente desenho, gravura, escultura e vídeo.
O certame pretende ser, segundo a autarquia, “um ponto de encontro entre associações, galeristas, artistas plásticos, coleccionadores, antiquários, alfarrabistas, críticos e outros agentes destas áreas”.
De acordo com a autarquia, a feira pretende ainda dinamizar um conjunto de sectores de actividade há muito ligados à região de Estremoz, os quais geram um movimento de pessoas e bens muito apreciável, nomeadamente na feira de antiguidades e velharias que decorre aos sábados na cidade.
(ES)
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José Capitão Pardal
O Professor José Carlos das Dores Zorrinho é o novo Secretário de Estado da Energia e da Inovação do novo Governo de José Socrates.

O Professor Carlos Zorrinho é Licenciado em Gestão e Professor Catedrático da Universidade de Évora, Deputado e Dirigente Nacional do Partido Socialista, tendo exercido o cargo de Coordenador do Plano Tecnológico, na última legislatura.
Ao novo Secretário de Estado os meus parabéns e muita sorte para o desempenho do cargo para que foi designado.
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Sócrates apresenta novos Secretários de Estado
O primeiro-ministro José Sócrates propôs hoje ao Presidente da República, Cavaco Silva, uma lista de 37 Secretários de Estado para o XVIII Governo Constitucional.
20:42 Quarta-feira, 28 de Out de 2009
Numa nota enviada à comunicação social, a assessoria de imprensa do gabinete do primeiro-ministro revela a proposta enviada hoje ao Presidente da República, Cavaco Silva, para a nomeação de 37 Secretários de Estado para o XVIII Governo Constitucional.
Há 17 novos Secretários de Estado, 16 permanecem no cargo, cinco mudam de pasta.
Foram criadas também duas novas Secretarias de Estado.
NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
O Senhor Primeiro-ministro propôs hoje a S. Exa. o Presidente da República a nomeação dos seguintes Secretários de Estado do XVIII Governo Constitucional:
- Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Dr. José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro
- Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. João Titterington Gomes Cravinho
- Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Manuel Carqueijeiro Lourtie
- Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. António Fernandes da Silva Braga
- Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos
- Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Mestre Carlos Manuel Costa Pina
- Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques
- Secretário de Estado da Administração Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos
- Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias
- Secretária de Estado da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Maria Manuel Leitão Marques
- Secretário Estado da Administração Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro
- Secretária de Estado da Igualdade, Drª. Elza Maria Henriques Deus Pais
- Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos
- Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Dr. José Manuel Vieira Conde Rodrigues
- Secretário de Estado da Administração Interna, Drª. Maria Dalila Correia Araújo Teixeira
- Secretário de Estado da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco
- Secretário de Estado da Justiça, Dr. João José Garcia Correia
- Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Manuel Santos de Magalhães
- Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento, Mestre Fernando Medina Maciel Almeida Correia
- Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro
- Secretário de Estado do Turismo, Dr. Bernardo Luís Amador Trindade
- Secretário de Estado da Energia e da Inovação, Prof. Doutor José Carlos das Dores Zorrinho
- Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro
- Secretário de Estado das Pescas e Agricultura, Dr. Luís Medeiros Vieira
- Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Dr. Paulo Jorge Oliveira Ribeiro de Campos
- Secretário de Estado dos Transportes, Dr. Carlos Henrique Graça Correia da Fonseca
- Secretário de Estado do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa
- Secretária de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Maria Rosa do Carmo Julião
- Secretário de Estado da Segurança Social, Mestre Pedro Manuel Dias de Jesus Marques
- Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos
- Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Maria Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz
- Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Dr. Manuel Francisco Pizarro Sampaio e Castro
- Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Manuel de Oliveira Gaspar
- Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva
- Secretário de Estado da Educação, Dr. João José Trocado da Mata
- Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor Manuel Frederico Tojal de Valsassina Heitor
- Secretário de Estado da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle
Lisboa, 28 de Outubro de 2009.
A Assessoria de Imprensa
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José Capitão Pardal
José Capitão Pardal
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Para leitura, nomeadamente, dos “Velhos do Restelo” (para quem tudo é mau no nosso país) deixo o texto sobre o êxito que são, em Portugal, os transplantes de fígado. ……………………///…………………….. Escrito por CienciaPT |
| 17-Jul-2009 |
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A 20 de Julho de 1969 realizava-se o primeiro transplante no nosso país. 40 anos depois, Portugal torna-se o número um da Europa Continental em transplantes do fígado. A Sociedade Portuguesa de Transplantação assinala, no próximo dia 20 de Julho, em Coimbra, o 1º Dia do Transplante e lança uma petição para a institucionalização do dia. Portugal é o número um na Europa Continental em transplantes do fígado e regista o segundo lugar no Mundo de órgãos colhidos e transplantados, com 26,7 dadores por cada milhão de habitantes. Em 2008, foram salvas 1991 vidas em Portugal por transplantação. Mas, apesar dos números positivos, os recursos humanos e físicos para estes serviços não acompanharam esta evolução. Para divulgar os transplantes e sensibilizar os responsáveis da saúde para esta realidade, a Sociedade Portuguesa de Transplantação assinala no próximo dia 20 de Julho o 1º Dia do Transplante e lança uma petição para promover a institucionalização do dia. Para comemorar os 40 anos de transplantação em Portugal, profissionais de saúde, doentes transplantados, familiares e amigos juntam-se, pelas 11h00 nos Auditórios dos Hospitais da Universidade de Coimbra, para fazer um balanço de 40 anos de transplantação em Portugal. Durante a tarde, o Grupo Desportivo dos Doentes Transplantados preparou um conjunto de actividades lúdicas como forma de promover o convívio entre todos. Durante o dia, a Sociedade Portuguesa de Transplantação estará também a recolher as 4000 assinaturas necessárias para a petição a ser entregue na Assembleia da República para a institucionalização do dia. O transplante é um procedimento através do qual se implanta num organismo (designado receptor) um órgão ou tecido proveniente de outro organismo (designado dador). Hoje em dia são efectuados transplantes renais, hepáticos, cardíacos, pulmonares, de medula, entre outros. Os transplantes trazem enormes benefícios às pessoas afectadas por doenças que, de outro modo, seriam incuráveis, e podem, em última instância, salvar vidas. Em 2008, foram efectuados em Portugal 524 transplantes de rim, perfazendo, pela primeira vez nos últimos dez anos, uma redução do número de doentes em lista de espera, de 2320 para 2260. Comparativamente à média europeia, Portugal encontra-se mal classificado na taxa de transplantes pulmonares, sendo realizados apenas 0,37 por cada milhão de habitantes, enquanto que a média europeia é de 2,28. |
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José Capitão Pardal
Centro português desenvolve técnica pioneira de processamento de tecidos para transplante |
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| Escrito por CienciaPT | |
| 29-Jun-2009 | |
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Uma técnica inovadora e única a nível mundial de preparação e processamento de membrana amniótica para transplantação em doentes com queimaduras graves ou malformações, e com aplicação noutras áreas médicas, vai ser distinguida esta segunda-feira com o prémio Hospital do Futuro. Desenvolvida pela investigadora Teresa Ramos, a técnica pode ser aplicada em áreas médicas diversas (oftalmologia, terapêutica de úlceras…) e é já rotina no Banco de Tecidos. Os investigadores do Centro de Histocompatibilidade do Sul trabalham neste projecto há cerca de dois anos e meio, contando já com vários casos de sucesso entre os transplantes realizados. A técnica, única a nível mundial no modo de preparação e processamento da membrana amniótica a partir de placentas provenientes de cesarianas, permite obter tecidos imunologicamente inertes que, por isso, não causam qualquer rejeição nos doentes transplantados. Um dos grandes desafios científicos e médicos dos transplantes reside precisamente na rejeição imunológica desencadeada pelo organismo de quem recebe pele, tecidos ou órgãos, pelo que constitui um factor determinante para o sucesso deste procedimento. O prémio Hospital do Futuro visa distinguir projectos inovadores na área da saúde e tem como principais patrocinadores a Gesaworld e a Glintt, com o apoio da Direcção-Geral de Saúde, Ministério da Saúde. A cerimónia de entrega acontece hoje, pelas 15 horas, na Universidade Católica, no auditório Cardeal Medeiros. O projecto do Centro de Histocompatibilidade do Sul recebe o prémio na área da biotecnologia. |
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| Actualizado em ( 01-Jul-2009 ) |
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José Capitão Pardal
A inauguração do INL poderá colocar os dois países ibéricos em lugar de destaque na investigação cientifica e ser um marco na mudança do paradigma do desenvolvimento de Portugal e Espanha, pelo que aproveito para transcrever o que o gratuito DESTAK assinala sobre a a referida inauguração, na sua edição online de 16/07/2009.
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Cavaco, Sócrates, Rei Juan Carlos e Zapatero juntos na inauguração do INSTITUTO IBÉRICO DE NANOTECNOLOGIAS
O Presidente da República e o Rei de Espanha inauguram sexta-feira, em Braga, o Instituto Ibérico de Nanotecnologias (INL), um investimento comum aos dois países, que está a recrutar 200 cientistas em todo o mundo.
DESTAK/LUSA | DESTAK@DESTAK.PT
Uma fonte da direcção do INL disse à Lusa que a inauguração do edifício “marca o lançamento da campanha internacional de apresentação do organismo e de promoção do recrutamento dos melhores cientistas, à escala internacional”.
O acto conta com a presença de Cavaco Silva e D. Juan Carlos, chefes de Estado dos dois países, e dos respectivos primeiros-ministros, José Sócrates e José Luiz Zapatero.
O Instituto, que começa agora, a dar os primeiros passos, tem ainda pendente a questão do estatuto jurídico – que ditará o regime fiscal -, e cuja formula legal demorou a ser encontrada, dado que se trata de um investimento internacional de dois países, que pode ser alargado a outros, a médio prazo.
Para os responsáveis do organismo, “a visibilidade internacional da inauguração do INL, a sua apresentação ao corpo diplomático e à imprensa, a repercussão junto dos principais centros académicos e industriais do mundo especializados em nanociências e nanotecnologias são essenciais para o lançamento do programa internacional de recrutamento dos melhores cientistas de todo o mundo, que agora se inicia”.
Na sequência do acto inaugural, a Administração do INL vai instalar-se, a partir de segunda-feira, no novo edifício, o qual só estará totalmente concluído no começo de 2010, devendo começar a receber os primeiros cientistas em meados desse ano.
“Captar os melhores talentos à escala mundial é um desafio de grande ambição, tendo em conta a intensa competição internacional por recursos humanos qualificados neste sector”, sublinha o INL. O Instituto garante que o edifício “está pronto a receber a instalação de equipamento científico de base, já encomendado, assim como a instalação de laboratórios específicos”, “O INL dispõe igualmente já de cerca de 40 cientistas em formação ou estágio em vários centros de referência, na Europa, nos Estados Unidos da América e no Japão”, assegura.
O INL é dirigido pelo espanhol José Rivas Rey, catedrático da Universidade de Santiago de Compostela.
A primeira pedra do complexo cientifico foi lançada em 2007 em Braga, durante a 23.ª Cimeira Ibérica, ocasião em que os governantes de Espanha e Portugal o classificaram como “facto histórico”.
O projecto teve um investimento inicial de 30 milhões de euros, – igual ao orçamento anual previsto. Em 2008 arrancou a construção do primeiro edifício do complexo, que fica situado em terrenos municipais no centro de Braga.
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José Capitão Pardal
Lançamento do Programa e-Universidade-Toshiba |
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A Toshiba Portugal, em colaboração com as empresas Prológica, Microsoft e Auto-desk e a Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), lança o Programa e-Universidade-Toshiba, de forma a facilitar o acesso à aquisição de computadores portáteis pelos estudantes e docentes do ensino superior.
O programa foi apresentado hoje, no Pavilhão do Conhecimento, Parque das Nações, em Lisboa, em cerimónia a que presidiu o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago. Esta iniciativa vem concluir as acções planeadas em 2008 entre a Toshiba Portugal e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior no âmbito da Rede de Investigação e Aprendizagem Toshiba-Portugal. O computador formatado para o Programa e-Universidade-Toshiba está dotado com software específico, e a sua aquisição a custo reduzido vai ser possível com recurso ao sistema de crédito bancário sem fiador, com garantia mútua, instituído em Portugal desde 2007. O banco Santander-Totta foi o primeiro a aderir ao Programa, que se encontra aberto à participação de outras entidades bancárias. O novo sistema de apoio financeiro contempla três opções para estudantes e docentes do ensino superior, nomeadamente: i) pagamento inicial de 110 Euros e 36 prestações de 15 Euros; ii) pagamento inicial de 50 Euros e 24 prestações de 25 Euros; e iii) pagamento integral no acto da entrega (610 Euros). Os computadores são entregues com software instalado de interesse para estudantes e docentes do ensino superior, incluindo programas da Microsoft como MS Office na versão Enterprise, Visual Studio, Windows Server Administration Tools, Robotics Studio, Windows Media Encoder, e software da Autodesk de projecto assistido por computador em arquitectura/construção, engenharia civil e engenharia industrial, como AutoCAD, Revit e Autodesk Inventor, e de sistemas geográficos de informação e de multimédia, como AutoCAD Map 3D e Raster Design, entre outro. Os computadores permitem o acesso à Internet sem fios (“wireless”) nos campus universitários O Programa e-Universidade-Toshiba é uma das iniciativas previstas no âmbito da Rede de Investigação e Aprendizagem Toshiba-Portugal, instituída em Outubro de 2008 entre o fabricante de computadores nipónico e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), e a Agência Ciência Viva. A Rede de Investigação e Aprendizagem Toshiba-Portugal contempla igualmente uma cátedra convidada de investigação (Cátedra “Atsutoshi NISHIDA”), a acompanhar com a instalação de laboratórios de investigação orientados para a criação e difusão de conteúdos digitais, assim como a instalação de laboratórios e ateliers de informática orientados para a difusão de conteúdos digitais em Centros Ciência Viva. O Programa e-Universidade – Toshiba integra-se no âmbito da iniciativa “e-U: e-Universidade” da Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), que se encontra aberto a todos os fabricantes de computadores.
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José Capitão Pardal





Está entre 1300 a 1500 anos-luz da Terra e é conhecida por ser uma 