MOTIVAÇÃO PARA ESTA PÁGINA

Esta página pessoal não tem uma pretenção especial, mas tão só dar-me a conhecer e intervir em sociedade.

Intervir e divulgar: a minha forma de pensar (política inclusive), o meu percurso pessoal, as minhas viagens, notícias, factos, imagens e textos (meus ou de terceiros) que considere relevantes e tudo o mais, que achar conveniente.

 

A Frase

Na escrita há os que escrevem aquilo que pensam e os outros, que pensam aquilo que escrevem..., pensando muitas vezes o oposto!...

José Capitão Pardal

Últimos Registos

Calendário

Setembro 2010
S T Q Q S S D
« Ago    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  





Para conhecimento de todos os meus leitores

…………………///……………….

O de , reunido hoje (2010/07/17) na Presidência do de , aprovou o novo PROTA – de Ordenamento do Território do .

A Resolução do de que aprova o de Ordenamento do Território do , revoga o de Ordenamento do Território do Litoral, o de Ordenamento do Território da Envolvente de Alqueva e o de Ordenamento do Território da dos Mármores, aprovados, respectivamente, pelo Decreto Regulamentar n.º 26/93, de 27 de Agosto, pela Resolução do de n.º 70/2002, de 9 de Abril, e pela Resolução do de n.º 93/2002, de 8 de Maio

O de Ordenamento do Território do (PROTA), agora aprovado, contribui para a definição da política e de ordenamento do território, assumindo as grandes opções estratégicas de base territorial para o do , afirmando o como território sustentável e de forte identidade .

Em primeiro lugar, o PROTA prevê a integração territorial e abertura ao exterior, potenciando o posicionamento geográfico no contexto e ibérico, através do reforço da competitividade que promova a internacionalização da , em articulação com as de transportes e sistema de logística empresarial, o de serviços avançados e uma aposta urbana diferenciadora, a par dos singulares recursos naturais e da paisagem.

Em segundo lugar, a conservação e a valorização do ambiente e do património natural, garantindo os padrões de biodiversidade através da gestão integrada dos sistemas naturais e das oportunidades, que se oferecem às actividades produtivas como contributo para o sustentável dos espaços rurais e dos recursos naturais, e a minimização de situações de riscos naturais e tecnológicos.

Em terceiro lugar, a diversificação e a qualificação da base , reforçando e desenvolvendo os sectores tradicionais e emergentes estratégicos, com destaque para os sistemas agro-silvo-pastoris e para o património natural e cultural, como base de uma fileira de produtos turísticos de elevada qualidade e identidade.

Em quarto lugar, a afirmação do policentrismo suportado num conjunto de centros urbanos capazes de articular regionais, promover a sua integração funcional e gerar níveis acrescidos de cooperação estratégica e de , assente na concertação intermunicipal de recursos e equipamentos capazes de sustentar a coesão territorial.

Por último, estas orientações estratégicas concretizam-se, nomeadamente nos seguintes aspectos:

 - O da plataforma portuária de Sines, consolidando a sua vocação ibérica e baseada numa posição geoestratégica privilegiada relativamente ao cruzamento de grandes rotas mundiais de transporte marítimo, o qual constitui um factor importante para a afirmação do e da ;

 - O Aeroporto de que abrirá caminho a novos processos de internacionalização da , quer mediante a captação de fluxos turísticos relacionados com o Alqueva, o Litoral Alentejano e o Algarve, quer através da emergência de novas actividades económicas, nomeadamente na área da aeronáutica;

 - A concretização da Linha de Ferroviária entre e e da linha convencional de mercadorias Sines-Évora-/Caia--, o que constituirá um enquadramento favorável a uma interligação mais estreita com e que poderá criar novas oportunidades para um concorrencial do de Sines no contexto ;

 - A relação com Área Metropolitana de (AML), reforçada pela localização do novo aeroporto de e pelo das actividades logísticas e portuárias na AML, o que, conjugado com as estratégias de de outras infra-estruturas de relevante importância e , dá condições objectivas ao de assumir uma nova posição no âmbito das relações económicas à escala ibérica e , para as quais muito contribui também a ção - com a criação do corredor rodoviário a , ligando o novo aeroporto de a e ;

 - O reforço da complementaridade dos centros urbanos que permitirá o da competitividade e da coesão territorial do , considerando como pólos estruturantes Évora, , , Sines-Santiago do Cacém-Santo André e -Campo Maior, ancorados numa de centros organizados numa estrutura policêntrica e associados a uma de estruturas logísticas e de empresarial, apostando em economias de aglomeração de proximidade com as instituições de conhecimento, de inovação, de e de prestação de serviços;

 - O aproveitamento da envolvente de Alqueva, a qual constitui um espaço destacado no Modelo Territorial da base , induzido pelo efeito da expansão da nova infra-estrutura hidroagrícola de suporte à modernização da agricultura da sub- e pela sua atractividade sobre as actividades turísticas, associado às potencialidades criadas pelo novo lago mas também pela sua relação de proximidade com as cidades de Évora e ;

 - O Litoral Alentejano, articulando as suas potencialidades de destino turístico de excelência e de atracção de projectos estruturantes, nomeadamente na área do Turismo, com a valorização e protecção ambiental da Costeira;

- O solo rural, assumindo-o como o suporte das actividades directamente relacionadas com o aproveitamento agrícola, pecuário e florestal ou de recursos geológicos, regendo-se por princípios gerais de contenção da edificação isolada e do parcelamento da propriedade, pela racionalização das infra-estruturas e pelo fomento à reabilitação do existente.

 ……………………///…………………….


José Capitão Pardal

Mais um passo foi dado na implementação da linha de , , com a aprovação da minuta do contrato de concessão do troço Poceirão – Caia.

……………………….///……………………..

2010-04-15  in “ do

logo GovernoO Conselho de Ministros de 15 de Abril aprovou a minuta do contrato de concessão, por 40 anos, do projecto, construção, financiamento, manutenção e de disponibilização, do troco Poceirão-Caia, integrado na ção ferroviária de entre e . Esta decisão é um passo fundamental na concretização da de ferroviária (RAVE) e da ção entre o marítimo de Sines e as linhas ferroviárias estrangeiras, assim como se tornara num eixo essencial ao transporte de mercadorias de para a . A RAVE terá impactos significativos na , no , na capacidade das portuguesas concorrerem no .

…………………….///………………………

José Capitão Pardal

Pelo significado e pelo impacto futuro que, certamente, terá para o Alentejo e para os alentejanos, tomo a liberdade de transcrever sem mais comentários, a notícia inserta no RTP online de hoje, sobre o anúncio do vencedor do concurso, para a construção da ligação entre Poceirão e o Caia, em Alta Velocidade.
………………………..///……………………….
por RTP actualizado às 15:53 – 12 Dezembro ‘09

O primeiro-ministro defendeu que este é “justamente o momento” para que o projecto da Alta Velocidade passe do “papel” para o “terreno”, sobretudo na actual situação de crise.  Nuno Veiga, Lusa

O primeiro-ministro José Sócrates anunciou em Évora que o consórcio liderado pela Brisa e pela Soares da Costa venceu o concurso para a construção do primeiro troço do TGV, na ligação entre o Poceirão e Caia. A obra arranca no próximo ano e deve estar concluída em 2013.

São 165 quilómetros de linha entre o Poceirão e a fronteira do Caia num investimento de 1359 milhões de euros. No projecto está ainda prevista a exploração da estação de Évora.

O agrupamento ELOS – Ligações de Alta Velocidade foi o vencedor da adjudicação. O anúncio oficial do construtor está feito, faltando agora assinar o contrato, o que apenas deverá acontecer depois de o decreto de lei com as bases da concessão ser promulgado pelo Presidente da República e haver ainda luz verde do Tribunal de Contas.

O primeiro-ministro defendeu que, após “todos os estudos feitos”, este é “justamente o momento” para que o projecto da Alta Velocidade passe do “papel” para o “terreno”, sobretudo na actual situação de crise.

“A crise é mais uma razão para o fazermos. É neste momento que o país precisa de investimento, de oportunidades de emprego. Há muita gente à procura de emprego e muitas empresas à espera desta oportunidade”, defendeu José Sócrates, acrescentando que a alta velocidade vai permitir criar “milhares” de postos de trabalho.

“Este é justamente o momento” porque o país “precisa de investimento”, sublinhou o primeiro-ministro.

António Mendonça também vê TGV como resposta à crise

O ministro das Obras Públicas fez eco das palavras do primeiro-ministro sublinhando também ele que o investimento no TGV funciona como “resposta à crise”, para criar “condições muito importantes” para o desenvolvimento económico do país e para a competitividade das empresas.

“Eu acho que o TGV é precisamente a resposta à crise, porque temos de separar aquela crise que é a manifestação da crise internacional, das dificuldades mais amplas, que são de natureza estrutural e que têm a ver com a perda de competitividade do país”, defendeu António Mendonça.

Projecto de alta velocidade em Portugal com três linhas.

A proposta final do consórcio Elos – Ligações de Alta Velocidade, liderado pela Brisa e pela Soares da Costa, aponta para um valor de construção de 1359 milhões de euros, 2,6 por cento mais elevada face aos 1324 milhões da proposta inicial, de acordo com dados disponibilizados em Junho passado pela RAVE – Rede Ferroviária de Alta Velocidade.

A proposta deste grupo – que integra a Iridium Concesiones de Infraestructuras, do grupo espanhol ACS, Lena, Bento Pedroso, Edifer, Zagope, a norte-americana Babcock & Brown Limited, o BCP e a CGD – contempla um custo anual de manutenção de 12,2 milhões de euros, igualmente superior aos 11,6 milhões iniciais.

O concurso define a atribuição da concessão do projecto, construção e financiamento, manutenção e disponibilização, por 40 anos, das infra-estruturas ferroviárias que integram os 170 quilómetros do troço Poceirão-Caia, compreendendo também a exploração da estação de Évora.

O projecto de alta velocidade em Portugal vai ter três linhas, pelo que falta agora os projectos para a construção da linha Porto-Lisboa e Porto-Vigo.

A ligação a Norte de Espanha tinha conclusão prevista para 2013 mas foi adiada para 2015.

………………………///…………………………


José Capitão Pardal

Sobre o e para uma melhor compreensão do  que está em causa, tomo a liberdade de vos deixar o artigo do jornal “Expresso” online de 20090919, da autoria do jornalista Hélder C. Martins.

………………………///………………………

tgv-7f5e

Do lado de lá da , já estão a ser construídos 76 km de linha de para a ção -. Por cá, dois concursos estão à espera do novo . (Veja infografia no fim do texto)

 

Helder C. Martins (www.expresso.pt)

15:15 Sábado, 19 de Set de 2009

O acelera como assunto de campanha em , enquanto do lado de lá da 76 quilómetros de linha estão já em construção entre e , na linha que vai ligar a (ver infografia no final do texto).

Por cá ainda não se está na fase de .

No entanto, dois consórcios nacionais estão nas negociações finais para a construção do troço que atravessará o , ligando o Poceirão (Palmela) à do Caia. Para o troço -Poceirão, que inclui a Terceira Travessia do Tejo, apresentaram proposta três grupos, um dos quais espanhol.

Esta semana e trocaram acusações e o assunto passou mesmo fronteiras, com o () e o PP espanhóis a virem a em defesa do .

A líder do , Manuela Ferreira Leite, tomou como estandarte de início de campanha a suspensão do em nome da austeridade e do endividamento excessivo do . O primeiro-, José , insiste na importância das grandes públicas, como o , para relançar a . À esquerda, Partido Comunista e Bloco de Esquerda são favoráveis à prossecução do projecto. O CDS/PP está contra.

Avaliado em €8200 milhões (ver caixa abaixo), o projecto de conta com uma comparticipação comunitária de €1350 milhões. Deste total e em caso de suspensão ou adiamento, 389 milhões atribuídos por Bruxelas ficariam irremediavelmente perdidos para .

Isto porque é um financiamento atribuído aos projectos considerados prioritários pela UE – representa 10% do bolo distribuído pelos 27 Estados-membros – e é gerido directamente pelos serviços da .

Quanto aos restantes €955 milhões vindos do e cuja gestão é da competência do poderão ser reafectados para outros projectos. Mas o seu âmbito não poderá extravasar as limitações do Programa de Valorização do Território centrado nas acessibilidades, o que exclui escolas ou hospitais, por exemplo. Bruxelas privilegia o comboio e considera que tem auto-estradas a mais.

Números

-        Financiamento assegura 36% do (€2952 milhões), dos quais €1500 milhões já estão inscritos no OE-2009 e destinam-se à construção até 2015. O restante é pago ao longo da concessão (36 anos)

-         Receitas operacionais do pagam 45% do (€3690 milhões)

-         Fundos comunitários valem 19% (€1558 milhões)

-         Receita fiscal induzida pelo aumenta €64 mil milhões em 30 anos

mapa-8970

 

…………………………///……………………….


José Capitão Pardal

2009-09-02

 O da , lançado há dois anos, cumpriu e ultrapassou muitas das suas metas, segundo o balanço apresentado pela Ministra da em Albufeira.

Entre outros aspectos, triplicou o número de computadores ligados à , face aos números de 2005, e a nova ção à de em fibra óptica de 64 Mbps em 2009 mais do que decuplica os 4 Mbps de 2007 e ultrapassa claramente a meta fixada para 2010 (48 Mbps); das 1200 escolas, 112 estão ligadas à a 100 Mbps.

O permitiu que as escolas do ensino disponham hoje de um computador por cada 5 alunos, de um computador por cada 4 alunos nas escolas do 2.º e 3.º ciclo do básico e no ensino secundário, um quadro interactivo por cada três salas de aula e um videoprojector por cada sala de aula.

A Ministra Maria de Lurdes Rodrigues afirmou que «todas as condições de trabalho, de estudo e de aprendizagem melhoraram muito.

A questão fundamental são as condições de acesso à informação e ao conhecimento», recordando que cerca de 800 mil alunos tiveram acesso a computadores pessoais e que o mesmo sucedeu com perto de 87 mil professores, através dos programas e.escolas e e.professores.

A concretização das componentes do PTE encontra-se entre os 90 e os 95%, à excepção dos sistemas de vídeo vigilância, cartão do aluno e locais: «Muitas escolas já tinham vídeo vigilância e já utilizavam o cartão de aluno.

São os projectos que as escolas sentem menos falta.

A vídeo vigilância está a ser instalada, o cartão do aluno aguarda visto do Tribunal de Contas», acrescentou.

O lançamento do das Escolas (www.portaldasescolas.pt) marca o arranque para uma nova fase do : a disponibilização de serviços de nova geração. Destes destacam-se:

  • videovigilância sobre IP, que se encontra em fase de instalação;
  • cartão electrónico da , com carregamento de saldo remoto (homebanking, ATM e lojas de pagamento), que aguarda visto do Tribunal do Contas;
  • sistema integrado de comunicações (voz, vídeo e dados sobre IP), cujo concurso será lançado ainda este mês.

O da representa um de cerca de 400 milhões de euros e pretende colocar entre os cinco países europeus mais avançados na modernização tecnológica dos estabelecimentos de ensino.

In “ do


José Capitão Pardal

Pela actualidade do tema e a sua importância para os alentejanos, que desejam melhores acessibilidades para o , aproveito para transcrever o artigo do jornal “ de Notícias” de hoje, 20090901, sobre a reunião havida hoje em , em defesa do projecto do , entre autarcas e empresários dos dois lados da , onde esteve presente o da de , José .

fateixa1

………………………..///……………………………..

Autarcas do e espanhola criam em defesa do

por Hoje

Vários autarcas do e da espanhola aprovaram hoje, em , um documento em defesa da continuidade do projecto ferroviário de , nomeadamente a ção -, e a criação de uma de acompanhamento do .

“Este documento será entregue a todas as forças políticas com o objectivo de as sensibilizar para a importância da ”, disse o da de , José Rondão , no final de um encontro que juntou os autarcas dos dois lados da .

A reunião em , convocada pelo autarca local, abordou, entre outras matérias, o projecto do , tendo contado com a presença de vários presidentes de do (dois deles eleitos pela CDU e os outros pelo ) e cinco autarcas da : , , Plasencia, Olivença e Lobón, todos eleitos pelo PSOE.

Além dos autarcas, também associações empresariais dos dois lados da estiveram representadas no encontro.

Além de terem aprovado e assinado o documento em defesa da , os participantes na reunião acordaram criar uma de Acompanhamento do projecto, que será constituída por autarcas alentejanos e “alcaides” espanhóis.

Esta terá por missão defender e trabalhar em prol da concretização da linha de mercadorias Sines-Évora-Caia e da plataforma logística do Caia.

Em representação dos “alcaides” socialistas da , Angel Calle, do município de , lembrou que existem “acordos internacionais assinados” entre e , em matéria de , e que “têm apoio de fundos europeus”.

“Os acordos internacionais são para cumprir, sobretudo quando falamos do que pressupõe uma entre duas regiões até aqui deprimidas, como é o caso do e da ”, disse.

Angel Calle acrescentou que “será uma grande frustração para o povo espanhol se o parar em ”, sem que siga para , relativamente à projectada linha entre a capital portuguesa e a espanhola, .

O autarca espanhol apelou à líder do , Manuela Ferreira Leite, “para que reconsidere a sua atitude, porque há alturas em que os interesses nacionais e internacionais devem ficar acima dos projectos partidários”.

No sábado passado, em declarações à , o do município de divulgou o agendamento da reunião e acusou o por, no seu programa eleitoral para as eleições legislativas, colocar “em causa certos investimentos públicos, como a -”.

Do lado dos empresários alentejanos, Rui Nabeiro, do Grupo Nabeiro/Delta Cafés, defendeu hoje que “construir a é construir o progresso”.

“Enquanto empresário, exijo que as autoridades cumpram o prometido. Os governos têm a obrigação de dar ao e à o que merecem: e prosperidade”, argumentou.

O empresário Rui Nabeiro realçou ainda a importância da linha de mercadorias Sines-Évora-Caia, com ção ao interior de , como forma de recepção e escoamento de produtos e matérias-primas da sua .

“Falamos de eficácia e melhorias acentuadas com a para o sucesso empresarial“, vincou.

Por seu turno, Alvaro Sancho, da confederação empresarial da e de , lembrou que, do lado espanhol, “a construção da ção entre e já está em fase avançada”.

Ao mesmo tempo, o empresário defendeu que, a nível empresarial, “a ção - é uma infra-estrutura fundamental para o dos dois países”.

Em declarações à , o da distrital de do , Cristóvão Crespo, acusou segunda-feira Rondão de “faltar à verdade” e argumentou que o programa eleitoral -democrata “não diz que vai acabar com o ”, mas apenas que “a situação do não permite assumir esse compromisso”.

………………………….///…………………………


José Capitão Pardal

Pela actualidade e pela importância que esta questão terá para o e para futuro do nosso e dos nossos filhos, aproveito para transcrever o texto da jornalista Graça Rebelo inserto no “Jornal de Notícias” do passado dia 26 de Junho.

………………………..///………………………

2009-06-27

De algum modo, a notícia de adiamento do contrato de concessão relativo ao foi inesperada.

E se é certo que, em vésperas de eleições por razões de rigor e transparência não se deve acelerar um processo que envolve verbas de envergadura, a verdade é que igualmente por razões eleitorais não convirá prejudicar uma oportunidade de estruturante para o , como é o lançamento da ferroviária de .

Por diversas razões, e todas elas ponderosas.

Desde logo, pela necessidade premente de atrair e manter .

Tal como tem sido salientado nas Conferências Mundiais sobre , os países que demonstram maior capacidade para atrair Directo Estrangeiro (IDE) – revelando-se, portanto, mais competitivos e capazes de criar mais – são aqueles que possuem infra-estruturas indutoras de uma elevada mobilidade geográfica, de que a é o melhor exemplo.

De facto, se é certo que se vive uma crise , organizações como o Banco Central Europeu estimam que a recuperação desta se dê já em 2010. Por isso, importa que a crise não suscite paralisia.

Pelo contrário, importa que se relance a para o período “pós-crise”.

Veja-se que, cientes da importância desta infra-estrutura para a competitividade e atracção de , muitos são os governantes – da aos EUA – que se dispõem agora investir em .

Por exemplo, nos EUA, a de Barack Obama anunciou em Maio um de 13 mil milhões de dólares no .

Depois, pela aposta que urge fazer num modelo de sustentável. Numa altura em que é expectável uma escassez, a prazo, do petróleo e se procuram – já a pensar na “era pós-petróleo” – soluções alternativas para e transportes, a emerge como uma excelente opção de .

Por fim, dado que é, há muito, regionalmente assimétrico, urge investir em projectos que reforcem a atractividade dos territórios e dos sectores económicos, promovendo e coesão territorial e .

Acima da querela política, o interesse impõe que se avalie ponderadamente o lançamento desta infra-estrutura pois – como aqui referi, em 2008, em artigo intitulado “ e acessibilidades” – se prevê que em 2020 a quase totalidade da esteja ligada pela de , perdendo-se esta oportunidade ficará ainda mais periférico e, consequentemente, muito menos competitivo.

………………………///………………………….


José Capitão Pardal